quinta-feira, 31 de julho de 2008

De novo, a indiferença...



Fonte: Laboratório de Desenhos
Autoria: Andrés Lieban (1º Lugar no festival livre de Animação 2002)

Confissão de um ex-abortista


O responsável por 75 mil abortos explica as táticas faláciosas empregadas pelo movimento abortista para tornar aceitável sua causa nos EUA.


Sou pessoalmente responsável por 75.000 abortos. Isso legitima minhas credenciais em me dirigir a você com alguma autoridade sobre o assunto. Fui um dos fundadores da National Association for the Repeal of the Abortion Laws (NARAL) nos EUA em 1968. Uma pesquisa de opinião confiável mostraria que, à época, a maioria dos americanos seria contra o aborto. Em cinco anos nós convencemos a Suprema Corte dos EUA a oficializar a decisão que legalizou o aborto por toda a América em 1973 e permitiu o abortamento sob demanda até o nascimento. Como fizemos isso? É importante entender as táticas envolvidas porque estas mesmas táticas estão sendo utilizadas por todo o ocidente com uma ou outra mudança, de modo a alterar as leis sobre o aborto.


A primeira tática foi capturar a mídia


Persuadímos a mídia de que a causa da tolerância ao aborto era uma causa esclarecida e sofisticada. Sabendo que se uma pesquisa de opinião confiável fosse feita seríamos sonoramente derrotados, simplesmente fabricamos os resultados de pesquisas fictícias. Anunciamos à mídia que fizemos pesquisas e que 60% dos americanos eram favoráveis ao aborto. Essa é a tática da mentira auto-realizada. Criamos simpatia suficiente para vender nosso programa de aborto fabricando o número de abortos ilegais feitos anualmente nos E.U.A. Os números reais atingiam 100.000 mas repassávamos à mídia 1.000.000. Repetir a mentira incessantemente convence o público. O número de mortes de mulheres devido a abortos ilegais era em torno de 200-250 anualmente. Passávamos à mídia o número de 10.000. Essas falsas estimativas criaram raízes na consciência dos americanos convencendo muitos de que precisávamos derrubar a lei contrária ao aborto. Outro mito que alimentamos na opinião pública via mídia foi que a legalização do aborto significaria somente que os abortos outrora feitos ilegalmente, a partir de então seriam feitos legalmente. Na verdade, é óbvio, o aborto está sendo utilizado como o principal método de controle de natalidade nos EUA e o número anual de abortos aumentou em 1500% desde a legalização.


A segunda tática foi “dar a cartada Católica”
Aviltamos sistematicamente a Igreja Católica e suas “idéias socialmente retrógradas” e apontamos a hierarquia da Igreja como os vilões que se opunham ao aborto. Esse tema foi tocado incessantemente. Alimentamos a mídia com mentiras do tipo “todos nós sabemos que a oposição ao aborto vem da hierarquia e não da maioria dos católicos” e “pesquisas de opinião provam que a maioria dos católicos querem reforma na lei contra o aborto”. E a mídia bombardeou isso sobre o povo americano, persuadindo-o de que todo aquele que se opusesse ao aborto devia estar sob influência da hierarquia da Igreja e que os católicos a favor do aborto eram esclarecidos e progressistas. Uma inferência a essa tática foi que não havia grupos não católicos se opondo ao aborto. O fato de que outras religiões cristãs bem como não cristãs foram (e ainda são) monoliticamente opostas ao aborto foi constantemente suprimido, junto de opiniões de ateístas pró-vida.

A terceira tática foi o descrédito e a supressão de toda evidência científica de que a vida começa na concepção


Perguntam-me com freqüência o que me fez mudar de opinião. Como mudei de abortista proeminente a advogado pró-vida? Em 1973, tornei-me diretor de obstetrícia de um grande hospital na cidade de Nova Iorque e tinha que organizar uma unidade de pesquisa pré-natal, no início do surgimento de uma grande tecnologia que hoje utilizamos diariamente para estudar o feto no útero. Uma tática pró-aborto favorita é a insistência em que a definição do instante em que começa a vida é impossível; que a questão é teológica, moral ou filosófica, tudo menos científica. A fetologia traz uma evidência inegável de que a vida começa na concepção e requer toda a proteção e salvaguarda de que qualquer um de nós desfruta. Por que, você poderia pergutar, alguns médicos americanos cientes das descobertas da fetologia, desacreditam de si mesmos efetuando abortos? Aritmética simples, a US$300 por aborto, 1.55 milhões de abortos significa uma indústria gerando US$500.000.000 anualmente, dos quais a maioria vai para o bolso do médico que fez o aborto. É claro que o aborto é propositalmente a destruição do que é inegavelmente vida humana. Isso é um ato de violência mortal. Devemos considerar que a gravidez não planejada é um dilema penosamente difícil, mas enxergar sua solução em um ato de destruição deliberada é abusar da ilimitada ingenuidade humana e entregar a saúde pública à clássica resposta utilitária a problemas sociais.


Como cientista eu sei, não por crença, que a vida humana começa na concepção. Embora eu não seja um religioso, creio de todo o meu coração que há uma divindade que guia-nos a declarar o término final e irreversível a esse crime contra a humanidade, infinitamente triste e vergonhoso.


[N.T] Dr. Bernard Nathanson é autor de Aborting America e produtor do filme chocante e revelador The Silent Scream. No final dos anos 1970 abandonou a prática e a militância pró-aborto tendo se tornado ativista pró-vida.


Artigo originalmente publicado em http://www.aboutabortions.com/Confess.html


Traduzido exclusivamente para o MSM por Gerson Faria


Texto daqui.

"Partial-Birth Abortion"

O que é?


Ver aqui.

É isto o inferno (!?)

O Tribunal de Virginia reconsidera a sua decisão contra a proibição da lei do Aborto Parcial ("Partial Birth Abortion").


O documento pode ser lido aqui.

Ver notícia aqui.

P.S.

Parece que se deixou o argumento de que "são só células" para se passar mesmo à defesa pura e dura do aborto...

Ver mais aqui:

- The Partial Birth Abortion Ban, by Rep. Ron Paul, MD

- Partial-Birth Abortion Ban Act (Wikipedia)

quarta-feira, 30 de julho de 2008

“NÃO DEIXEM DESTRUIR O LUDO”

JSD/Faro e JSD/Loulé lançam alerta

Como é do conhecimento geral, a zona do Ludo (pertencente aos concelhos de Loulé e Faro) é uma zona bastante sensível em termos ambientais pois, para além de ter uma elevada biodiversidade, alberga espécies únicas a nível europeu. O Ludo é uma das poucas áreas litorais algarvias que ainda apresenta um ecossistema praticamente intocado pelo Homem, servindo também de protecção ao Parque Natural da Ria Formosa. A pressão urbanística nesta zona tem sido constante, devido à proximidade do mar e ás suas características, contudo, até agora, o local tem sido protegido graças à proibição de construção imposta à zona.

Tendo sido noticiado em diversos órgãos de comunicação social a compra de mais de 500 hectares de terreno no Ludo, com o objectivo de construção, nomeadamente através da obtenção de um projecto PIN (Projecto de Interesse Nacional), a JSD/Faro e a JSD/Loulé pedem a maior atenção por parte das autoridades competentes (Câmaras Municipais de Loulé e Faro; CCDR Algarve; ICN e Ministério da Economia) para esta situação, sendo de extrema importância salvaguardar o local de qualquer tipo de construção que não exija os mais elevados parâmetros de protecção ambiental.

Apesar da construção civil e o turismo serem mais valias importantes para a nossa região, não podem os mesmos serem desculpa para o atropelo das leis do nosso país, nomeadamente através da concessão de PIN`s. É de extrema importância que as autarquias, bem como os restantes interveninentes na zona, sejam ouvidos neste processo e que o seu parecer seja efectivamente tomado em consideração.

É igualmente importante que, de uma vez por todas, o Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa seja aprovado e implementado, para que se torne uma realidade e venha evitar conflitos e sobreposições de interesses e jurisdições como actualmente acontece.

A JSD/Faro e a JSD/Loulé irão continuar a acompanhar o desenvolvimento desta questão com atenção, intervindo na defesa do Ludo sempre que se verifique necessário, não deixando morrer um dos últimos redutos naturais do litoral algarvio.

O Presidente da JSD/Faro O Presidente da JSD/Loulé
Bruno Lage Bruno Inácio

Indiferença e insensibilidade

Um dos maiores problemas da nossa sociedade reside na nossa indiferença e insensibilidade aos outros e a nós mesmos.

Aconteceu, em Itália

terça-feira, 29 de julho de 2008

A promoção da irresponsabilidade

O governo, através da Direcção Geral de Saúde, continua a promover o facilitismo.
Desta vez, considera que ao distribuir pílulas e preservativos ao desbarato, sem consulta médica, sem acompanhamento de um especialista e inclusive "através de terceiros" (estamos a falar de quem? dos professores e contínuos das escolas?), as IVG's vão diminuir .
É clinicamente aceitável que se distribuam pílulas a raparigas ou crianças sem se saber se existem contra-indicações, sem saber se as mesmas estão a tomar algum outro remédio que anule o efeito da pílula, sem saber se as mesmas sabem como o devem tomar, etc., etc. ?
É isto sensato vindo de uma Direcção Geral de Saúde ?
Há que recordar que existem muitos casos (e eu conheço alguns) de mulheres que tiveram gravidezes indesejadas precisamente porque o preservativo falhou ou estava mal colocado ou porque um determinado remédio anulou o efeito da pílula.
Ou seja, ao promover a distribuição de pílulas e contraceptivos, este organismo público está indirectamente a promover o aumento do risco de ocorrências de IVG's em vez de as diminuir.
Esta nova estratégia do Governo parece esquecer duas constatações que a contrariam totalmente:
Uma) Proveniente da própria Associação do Planeamento familiar, segundo a qual, nos primeiros 6 meses de funcionamento da sua linha de apoio à IVG, das mulheres que procuravam praticar o aborto a pedido, A maioria das pessoas (68 por cento) usava contracepção, sendo a pílula o método mais utilizado (mais de 45 por cento), seguido do preservativo (mais de 35 por cento).
Duas) É a própria Direcção Geral de Saúde que, no seu site (Cfr. Página 17 do documento intitulado "Saúde Reprodutiva, Planeamento Familiar"), alerta para as falhas da pílula, caso em que a mulher poderá ter uma gravidez indesejada:
Afinal, estas informações técnicas, segundo a nova orientação da DGS, são dispensáveis...

Apoio à mulher grávida no algarve


A Santa Casa da Misericórdia de Albufeira é a instituição que, neste distrito, há mais tempo apoia a mulher grávida em dificuldade.


A instituição divide as suas valências em "casas".


Assim, existe


- A casa dos "Pirilampos" destinada a receber crianças e jovens desde o seu nascimento até aos 16 anos;


- A casa das "Cegonhas" destinada a receber mulheres maltratadas, solteiras ou grávidas com dificuldades económicas.


Diz a responsável em recente contacto telefónico comigo que é pouco amiga de teorias e mais amiga de trabalho e coisas práticas.


Daí aqui fica a mensagem que a Provedora me transmitiu:


Esta instituição algarvia necessita de tudo, camas, dinheiro, alimentação, roupas, brinquedos, fraldas,


O telefone é o 289 515 427 e as ofertas podem ser feitas nos 7 dias da semana.

A lei do riso


A nova lei do divórcio aprovada pela maioria de esquerda ainda não foi promulgada mas já provoca riso:


Alexandre Sousa Machado, professor de Direito de Família e advogado, referiu a questão do decreto de compensação (artigo 1676.º ), arrancando caricatamente risos entre a plateia, devido à linha de pensamento implícito no artigo.


De acordo com as alterações à lei, se um cônjuge teve um contributo manifestamente superior financeiramente tem direito a ser compensado, tornando-se credor do outro.


Vejamos o exemplo dado: após 20 anos de casamento, o ex-cônjuge A, na partilha, apresenta contas dos valores com que contribuiu para a vida em comum e fica credor de B, se este não souber demonstrar os valores com que contribuiu.


Como é que se vai quantificar, por exemplo, o valor/hora em que se passou as camisas ou lavou a roupa ou prestou assistência ao outro, em troca daquele poder beneficiar de um emprego fora de casa?


segunda-feira, 28 de julho de 2008

Abortion Practitioner Who Killed Woman in Legal Abortion Pleads Not Guilty


The abortion practitioner who has been charged with manslaughter after killing one of his patients in a botched legal abortion has plead not guilty to charges of manslaughter. Rapin Osathanondh killed 22-year-old Laura Smith in a legal abortion in September at his abortion facility.


Ver mais aqui.

Portugueses têm menos tempo para a família


Estudo mostra que quase todos os casais põem tempo para a família acima do dinheiro


Os portugueses têm em média menos 10 a 20 horas por semana para dedicar à família porque trabalham mais do que grande parte dos europeus. Os salários baixos são a principal causa apontada para a necessidade de trabalho extra.


"O horário médio semanal de trabalho em Portugal é de 50 a 60 horas, o que não corresponde ao horário oficial", garante Maria das Dores Guerreiro do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) baseando-se em estudos sociológicos recentes sobre a situação no nosso país.


De acordo com as estatísticas europeias relativas a este ano, noruegueses, com 39,2 horas, irlandeses, com 40,2 horas, franceses e os suecos, com41, e alemães, com 41,7, são alguns dos europeus que trabalham bastante menos.


A socióloga considera que uma das consequências do tempo extra de trabalho é "grande parte dos portugueses terem um défice de tempo para a família de 10 a 20 horas semanais em relação a outros países europeus".


Um inquérito a 1203 casais, entre os 25 e os 45 anos, mostrou que passar mais tempo com a família é a principal prioridade da esmagadora maioria dos entrevistados. Dos que participaram no estudo "Análise da Mobilidade das Famílias Portuguesas", 94% consideraram dispor de mais tempo para o cônjuge e filhos mais importante do que terem mais dinheiro, mais tempo para si próprios, ou um emprego mais estável.


"Os portugueses estão carentes de dinheiro, mas estão ainda mais carentes de tempo para estar com a família", garantiu ao JN o presidente da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN).


A socióloga e o presidente da APFN concordam em identificar os salários baixos praticados como o principal motivo do tempo de trabalho extra a que os portugueses são obrigados.


"Esta situação força a ter de investir mais no emprego e na profissão", afirma Maria das Dores Guerreiro, acrescentando que no nosso país ainda se identifica "profissionalismo" com "trabalhar para além da hora".


Quanto a passar do desejo à prática, a socióloga do ISCTE afirma que abdicar do emprego para dedicar mais tempo à família "apenas é possível nos casos em que já estão garantidos recursos muito superiores ao que é a média".


A falta de tradição de horários flexíveis, ou em "part-time", no nosso país é, de acordo com Maria das Dores Guerreiro, outro grande obstáculos à resolução do problema. Também para Fernando Castro a solução passa por olhar para o que é feito noutros países neste campo. "É vulgar os horários serem desfasados permitindo aumentar o tempo de funcionamento das instituições e evitar horas de ponta".


Uma proposta de flexibilização que a APFN já apresentou às autarquias e que acredita poder também contribuir para a redução "dos problemas de congestionamento rodoviário". Uma causa adicional da perda diária de tempo dos portugueses, de acordo com a associação.


Notícia daqui.

Os casamentos hetero e homo

Artigo de opinião de Henrique Monteiro muito sensato.

Aqui

MFL e o casamento

Entrevista de Manuela Ferreira Leite ao Expresso no Sábado, 26 de Julho de 2008:

“Mantêm que o casamento tem subjacente a procriação?

Mantenho. Se perder votos, assumo as consequências de dizer o que penso. Não aceito é transformar um tabu noutro tabu. Há uns anos a homossexualidade era um preconceito e agora não o é, mas não queiram criar outro. A relação homem-mulher é diferente e assenta no valor da família. Não contribuo para desmoronar esse conceito."

domingo, 27 de julho de 2008

Testemunho impressionante de vida: Iron Man no Hawaii - Pai leva filho com paralisia cerebral



Fica assim provado que as verdadeiras acessibilidades são o carinho e o respeito por cada um de nós...isto é amor!

Uma história verdadeira:
Um dia o filho pergunta ao pai:
"Papa, vens correr comigo a maratona?"
O pai responde que sim, e ambos correm a primeira maratona juntos.
Um outro dia, volta a perguntar ao pai se quer voltara correr a maratona com ele, ao que o pai responde novamente que sim.
Correm novamente os dois.
Certo dia, o filho pergunta ao pai: "papa, queres correr comigo o Ironman?(O Ironman é o mais difícil...exige nadar 4 km, andar de bicicleta 180 km e correr 42 )
E o pai diz que sim.
Isto é tudo muito simples...até que se vejam estas imagens...fantástico!

http://www.youtube.com/watch?v=VJMbk9dtpdY
QUE GRANDE HOMEM... QUE GRANDE PAI...

Testemunho impressionante de vida: a Arte não deixou de ser Arte!

sábado, 26 de julho de 2008

Doentes crónicos necessitam de 800 camas

Para dar resposta aos doentes crónicos e em sofrimento que existem em Portugal seriam necessárias perto de 800 camas, uma realidade que está muito longe das 350 previstas para os próximos oito anos, em unidades de cuidados paliativos.As medidas do Programa Nacional de Cuidados Paliativos prevêem a criação de 350 camas, sendo que 30% das quais estarão localizadas nos hospitais centrais e Institutos Portugueses de Oncologia.


Paralelamente à disponibilização destes equipamentos, a tutela prevê ainda que a medida integre também 30 equipas de suporte dentro dos hospitais e outras 40 a trabalhar em regime domiciliário.Os cuidados a desenvolver poderão dar resposta a 40% dos doentes com cancro e a 10% com outras patologias, segundo as medidas previstas no projecto que estará em discussão pública até 4 de Agosto.




De acordo com o Jornal de Notícias, as equipas multidisciplinares contarão com «médicos que assegurem a visita diária e assistência durante todos os dias da semana, incluindo as chamadas visitas urgentes durante a noite».




O mesmo documento define ainda que o apoio psicológico terá de ser feito através de uma visita diária e assistência a familiares, enquanto que as equipas de enfermagem e auxiliares de acção médica terão de estar permanentemente em funções durante 24 horas.


Notícia daqui.
Ver mais aqui.

Jovem pede ajuda para tratar cancro

Uma jovem de Castelo Branco precisa de ajuda para ser tratada a um problema oncológico, com o qual convive há cerca de dez anos. Em 1999, com 16 anos, Sónia Martins soube que tinha um sinoviosarcoma bifásico no braço esquerdo. A jovem foi tratada de imediato por via cirúrgica e submeteu-se a sessões de químio e radioterapia. Mas em 2003 e 2005 o problema voltou e está a resistir aos tratamentos a que tem sido submetida. Em Junho de 2007 foi detectada uma nova tumefacção, na zona das costas, que a químio e radioterapia não têm conseguido debelar.

Ver mais para ajudar aqui.

Movimento Portugal Pró Vida reza pelas 'vítimas do aborto'

Movimento Portugal Pró Vida espalha-se, esta noite, por vários hospitais do país para rezar pelas 'vítimas do aborto'. São grupos de cristãos que se juntam para fazer 'veladas pela vida' e querem chamar a atenção para aquilo que dizem ser a banalização do aborto em Portugal.


'Não podemos aceitar que o aborto se torne numa medida contraceptiva', palavras de Luís Botelho, organizador do movimento no Minho.




sexta-feira, 25 de julho de 2008

ALGARVE PELA VIDA: ENCONTRO


Esta 6ª feira, dia 25, terá lugar um encontro entre alguns membros do nosso blogue onde se vão discutir conteúdos, formas, propostas, críticas, etc.


Quem tiver sugestões ou críticas a fazer, por favor, utilize a caixa de comentários deste post ou envio-nos as suas ideias para algarve.vida@gmail.com


Muito obrigado !

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Provida Valencia


O resultado das políticas selectivas?

«The macho violence spurting forth through outlets like war games is a growing trend in Chinese society--and China's one-child policy, in effect since 1979, is partly responsible. The country's three decades of iron-fisted population planning coincided with a binge in sex-selective abortions (Chinese traditionally favor sons, who carry on the family line) and a rise, even as the country developed, in female infant mortality. After almost 30 years of the policy, China now has the largest gender imbalance in the world, with 37 million more men than women and almost 20 percent more newborn boys than girls nationwide.»

Testemunho impressionante de vida: Carlos Lopes, atleta invisual, psicólogo, um campeão dentro e fora da pista


Na corrida da vida, o campeão Carlos Lopes encontrou múltiplas barreiras, mas nunca se deu por vencido. Aos 18 anos, perdeu o que restava da visão mas não se rendeu à fatalidade. Saltou a barreira e continuou a correr para alcançar os sonhos de criança: ser campeão. Hoje é um dos melhores atletas paralímpicos do mundo, soma medalhas e já perdeu a conta às vezes que fez subir a bandeira portuguesa nos mastros internacionais. Nesta entrevista revela ser um campeão dentro e fora da pista. Um homem sereno e ambicioso que apoia anualmente 250 alunos na escolha das suas opções escolares e profissionais.


O problema de visão do Carlos Lopes é congénito, mas perdeu a visão lentamente. Como foi o momento em que assumiu a cegueira?


Eu já não via bem desde criança. Para mim o momento em que me considero cego foi quando entrei para a faculdade com 18 anos e decidi comprar uma bengala para me ajudar a circular.


Por ser uma doença evolutiva, foi mais fácil a adaptação?

Julgo que acaba por ser mais difícil, porque vamos sempre adiando. Ainda vejo um bocadinho, ainda vejo um bocadinho e vamos adiando a solução dos problemas. Acabamos por passar por situações muito complicadas.


Vivia no Bom Sucesso (Alverca) e estudava em Lisboa, utilizava os transportes públicos…


Cheguei a fazer a ligação do Bom Sucesso para Alverca (dois quilómetros) a pé, só a ver as luzes dos candeeiros. Arrisquei muito, às vezes não media o perigo.


Foi nessa altura que decidiu comprar a bengala?


Foi. Tinha ido para a faculdade. Ainda andei vários meses sem bengala, mas estava a tornar-se muito complicado. Já não via o caminho. Estava a preocupar-me com coisas que não fazem muito sentido e resolvi adquirir a bengala.


Em Alverca já conhecia quase todos os obstáculos. Em Lisboa foi mais complicado?


Muito mais. Em Alverca já sabia onde estavam os postes da iluminação, os caixotes do lixo, os bancos e essas coisas todas. Em Alverca tinha o mapa da cidade na minha memória, em Lisboa não era possível.


Passou por situações muito caricatas?

Ia contra as pessoas, batia contra os postes. E um dia pensei que tinha que mudar.

Alguma vez sentiu reacções negativas das pessoas com quem chocava por não se aperceberem da sua cegueira?

O problema é que as pessoas não percebiam que eu não via. Houve uma história que me fez comprar a bengala. Ia todos os meses levantar a bolsa ao banco. Dentro da agência estava sempre muito escuro e eu não via muito bem as pessoas. Pisava-as sempre. Uma vez uma senhora disse-me: “mas este gajo é maluco ou quê”. Foi o momento decisivo para comprar a bengala.


Sei que gosta de viajar. Como é que um invisual tira prazer das viagens?

É uma pergunta que me fazem muitas vezes, até os meus amigos. Eu digo-lhes: se vocês acham que eu não tenho o direito de viajar, também acham que eu não tenho o direito de viver. O que perco nas minhas viagens é o que perco no meu dia a dia.

Se faz confusão que eu vá viajar, também deve fazer que eu viva.

Cada viagem é um desafio?

Quando faço uma viagem capto muitas sensações. Consigo perfeitamente distinguir Paris de Madrid, Amesterdão, Roma ou Lisboa. Há características diferentes na sonoridade, no movimento, nas pessoas e até na estrutura da cidade.

Em Portugal há ainda demasiadas barreiras arquitectónicas que vos dificultam a vida?

Mais uma vez fez-se a legislação e não se implementou. Sinceramente não sinto tanto as barreiras porque tenho uma cadela guia excelente, só as sinto quando ela está doente e tenho de recorrer à bengala. Esses dias para mim são complicadíssimos.

O que falta para eliminar essas barreiras?

Acima de tudo falta civismo. Porque os carros em cima do passeio são uma barreira criada por quem lá estaciona. Na Suécia conseguimos caminhar um dia inteiro sem estar preocupados com os carros, os postes e os caixotes do lixo.

Gosta de viver em Alverca?

Gosto muito desta zona e gosto das pessoas. A cidade precisa de um jardim onde se possa correr, andar de bicicleta ou de patins. Não há espaço para o lazer e para as pessoas conviverem. Depois há o trânsito que retira qualidade de vida. É preciso retirar o trânsito da cidade e criar estacionamento.

Carlos Lopes foi mandatário da lista de Maria da Luz Rosinha para a Câmara de Vila Franca…

Aceitei dar o meu contributo porque acreditei na equipa e confio que pode fazer um bom trabalho. Sei que as câmaras estão com grandes dificuldades e não é possível fazer tudo.

No futuro admite vir a participar na vida política?

Não me vejo a ir por aí…

Um ano e meio de trabalho para chegar ao ouro

Quando é que descobriu a vocação para o desporto?

Sempre gostei muito de praticar desporto. Quando era miúdo corria, saltava, andava de bicicleta. Gosto muito da natureza, da praia, da montanha e do campo. Nunca pensei que seria atleta de alta competição. Quando me disseram que era possível fiquei muito satisfeito e comecei a treinar.

Na altura imaginou ser um dos melhores do mundo?

Comecei a treinar com uma perspectiva muito ambiciosa e com objectivos bem definidos. Comecei a correr em Novembro de 1988 e treinava aos sábados. Um mês depois treinava duas vezes por semana e, passados dois meses, estava a treinar todos os dias. Encarei as coisas duma forma muito séria.

Porque é que optou pelo atletismo?

É muito agradável desafiarmos as nossas capacidades e sentirmos que estamos a correr com altas velocidades e com objectivos bem definidos. Depois é o convívio que proporciona. O atletismo é uma modalidade que nos envolve com os outros.

Jamais pensaria fazer natação que é uma modalidade muito isolada.

Quando é que surge a orientação para a alta competição?

A primeira competição internacional para atletas portadores de deficiência foi em 1987, no Campeonato da Europa em Moscovo. Eu sabia que em 1989 ia realizar-se outro Europeu na Suiça e comecei a sonhar…

Foi um objectivo alcançado?

Foi muito bom. Nunca tinha ido à Suiça, nunca tinha saído de Portugal, tinha ido só a Espanha. Foi um estímulo muito grande para mim e para toda a selecção nacional e alcançámos a primeira medalha para o atletismo paralímpico. Ganhei os 800 metros

A partir daí começamos a ter competições todos os anos.

E em 1990 conquista três medalhas de ouro no Campeonato do Mundo da Holanda…

Foi muito bom. Ganhei os 200, 400 e 800 metros, um ano e meio depois de ter começado a treinar. Foi um momento muito forte.

Muita coisa mudou, até na mentalidade portuguesa.

O atletismo para portadores de deficiência passou a ser visto de outra forma e percebeu-se que podíamos competir com os melhores. O objectivo inicial era promover o desporto de lazer e de reabilitação, mas houve quem acreditasse que podíamos estar ao mais alto nível.

O campeonato de Barcelona em 2002 foi a consolidação desse projecto?

As pessoas perceberam uma nova realidade e o desporto para deficientes passou a ser encarado noutras perspectivas para além da inclusão e da reabilitação. Começou a perceber-se que os atletas com deficiência também podiam fazer alta competição.

A comunicação social também ajudou a abrir esses horizontes?

Sem dúvida. Houve uma boa divulgação dos nossos êxitos. As pessoas tinham uma visão muito redutora do desporto paralímpico e alargaram-na. Inicialmente, passou a ideia de que ganhávamos porque aquilo era tudo muito fácil e não era preciso trabalhar muito para lá chegar.

Essa ideia mudou?

Mudou muito. As pessoas perceberam que para sermos os melhores temos de trabalhar muito e que somos sujeitos a grandes esforços para alcançar as medalhas. Sou muitas vezes abordado na rua por pessoas anónimas que me felicitam. Hoje há um carinho muito grande e respeito pelo desporto paralímpico. Só tenho pena que a nível institucional, as coisas não funcionem tão bem. É preciso pôr em prática tudo o que está consagrado nos diplomas e nos contratos-programa.



Cadela acompanha atleta e mulher para todo o lado

Gucci é uma cadela negra, dócil, que Carlos Lopes recrutou há quatro anos na escola de preparação de cães guia de Mortágua. Uma guia que o acompanha para todo o lado. Até nas viagens que fez aos Açores e ao Brasil com a esposa João, que é também invisual. “Portou-se muito bem no avião e nos hotéis. No avião aguentou 10 horas sem fazer as necessidades”.

Com o orgulho e satisfação semelhantes aos que um pai utiliza para falar de um filho, Carlos explica que nas viagens de avião Gucci viaja a seus pés, debaixo do banco, e nunca incomodou ninguém. As tripulações e os passageiros ficam encantados com a cadela. “O que é bom, porque deixam de olhar para mim como um cego e de fazer aqueles comentários do coitadinho”, refere com um sorriso.

Com um enorme sentido de orientação e uma memória de “elefante”, Gucci fixa todos os caminhos à primeira e revela-se uma preciosa ajuda para o casal Lopes nas suas viagens. Quando a cadela está doente, Carlos tem de recuperar a bengala e recupera também as dificuldades que Gucci ajudou a vencer.

Campeões paralímpicos adiantam verbas para representar Portugal

Carlos Lopes tem o estatuto de atleta de alta competição desde 1995. Foi dos primeiros atletas paralímpicos a alcançá-lo. Tem direito a dispensa de serviço para estágios e competições e apoio médico e fisioterapêutico isentos de taxas. Há prémios para as medalhas conquistadas e tem uma bolsa mensal.

“Na lei é tudo muito bonito, mas na prática não funciona tão bem”, explica. Os prémios para as medalhas dos paralímpicos são 30 por cento dos atribuídos aos outros atletas, as bolsas são muito inferiores às dos outros atletas e são pagas com grande atraso. “Ainda não recebemos as bolsas de Janeiro de 2005”, refere.

O Instituto do Desporto de Portugal também prevê uma verba para a formação, material desportivo e estágio. Valor inferior ao dos atletas “normais” e transferido para a Federação Portuguesa de Atletismo com muito atraso. “Ainda não recebemos qualquer verba do ano de 2005. Já treinámos dois anos, estivemos no Campeonato da Europa e tivemos de pagar a preparação toda do nosso bolso”, explica.

Carlos Lopes enaltece o apoio do Sporting Clube de Portugal, apesar de frisar que, também em Alvalade não existe uma valorização dos atletas paralímpicos. “Gostaria de ver maior reconhecimento. Mesmo assim, o Sporting é dos clubes que mais apoia”.

O primo e homónimo Carlos Lopes

Carlos Manuel Lopes é primo do outro campeão, Carlos Alberto Lopes, campeão olímpico e recordista europeu da maratona. Ambos fizeram carreira no Sporting Clube de Portugal e isso tem dado alguma confusão. “Já me têm ligado a pensar que estão a falar com ele”, explica o atleta mais jovem. Carlos já foi convidado para algumas galas quando a organização pretendia convidar o primo.

O campeão veterano é primo em primeiro grau do pai de Carlos Lopes, mas o atleta paralímpico garante que não houve qualquer influência do primo. “Faço distâncias muito diferentes. Somos atletas com outras características”. Os dois Carlos Lopes encontram-se com alguma frequência e trocam impressões, mas nada que influencie a carreira do paralímpico.

Carlos Lopes prepara a despedida em Pequim

Carlos Lopes tem 38 anos, aproxima-se o final da carreira paralímpica. Quais são as próximas metas?

Quero participar nos Jogos Paralímpicos de Pequim em 2008 e para isso tenho de fazer mínimos e ficar dependente da cota atribuída a Portugal. Gostava de estar lá porque serão os meus quintos jogos paralímpicos e em 2008 faz 20 anos que comecei a competir. Estou fisicamente muito bem e acredito.

E depois de Pequim?

Em princípio vou deixar de correr, mas não quero fechar as portas. Depende de como me sinta.

Vai continuar ligado ao desporto?

Gostava de ter um papel na área do desporto paralímpico como dirigente, porque é algo de que gosto muito e onde há muito para fazer. Estamos a passar uma fase complicada com os atrasos dos apoios e porque não tem havido uma aposta clara na formação. Gostaria muito de criar um clube destinado a atletas portadores de deficiência. É uma ideia que tenho há muito tempo

O último Campeonato do Mundo na Holanda evidenciou que Portugal está a perder terreno?

Já era previsível a redução do número de medalhas porque há países a apostar seriamente e com equipas muito jovens e nós não fizemos a renovação. Neste momento a nossa selecção é muito semelhante à que tivemos há 10 anos. Mesmo trabalhando bem e obtendo recordes pessoais não tem chegado para as medalhas.

E para além do Desporto, o que vai fazer?

Com o meu trabalho na câmara, de que gosto muito, e todos estes projectos, já me sobra pouco tempo para o resto.


A cegueira não é um bicho de sete cabeças

É num gabinete da Casa da Juventude de Alverca que Carlos Lopes, 38 anos, psicólogo, passa grande parte da manhã. Há uma tela que já lá estava quando chegou, várias fotos a preto e branco e postais com memórias de viagens. Na secretária tem um computador adaptado que utiliza todos os dias, nem que seja apenas para ver o correio electrónico. A partir dali coordena o Gabinete de Orientação Escolar e Profissional integrado no Centro de Recursos e Animação Educativa que trabalha na área da formação de professores e educadores, na promoção de debates e gere uma publicação e uma biblioteca.

São nove horas da manhã e Carlos Lopes chega acompanhado da sua cadela guia Gucci. Veste calça de ganga e uma camisa de bombazina num estilo desportivo. Depois de colocar a conversa em dia com as suas colaboradoras, prepara mais uma jornada de trabalho. As horas que se seguem são de contactos permanentes com alunos, professores e instituições ligadas ao ensino.

Às 15h30, Carlos apanha o autocarro e vai para Lisboa. Começa a treinar às 16h30 e termina cerca das 19h00. O regresso a casa nunca acontece antes das 20h30, sempre com a Gucci por perto.

Ao sábado treina de manhã e depois fica com dia e meio para colocar a leitura em dia e conviver com osamigos. Está a ler dois livros, um deles da colecção Templário de Mickael Jeks, cuja acção decorre no século XIV em Inglaterra. Não tem um livro da sua vida, mas gostou de ler o Conde de Monte Cristo de Alexandre Dumas, O Alquimista de Paulo Coelho e A Casa dos Espíritos de Isabel Alhende. Três das publicações que aconselha no seu sítio na Internet em http://www.carloslopes.no.sapo.pt/.

A Internet é utilizada mais para trabalho que para lazer. Carlos recusa estar muito tempo preso ao computador e não se deixa envolver nos canais de conversação. Vai ao banco através do teclado e integra duas listas de pessoas que trocam informação sobre cães guia e livros através da Internet. “É fantástico poder ler um livro que acabou de sair e é mais económico”

No sítio criado por Carlos Lopes há lugar para o seu currículo profissional e desportivo e uma página dedicada à sua companheira fiel, a cadela Gucci que o guia para todo o lado (ver caixa). Viajar é um dos prazeres de Carlos Lopes. Não pode ir a todos os sítios que gostaria, mas também nas viagens venceu as condicionantes e partiu à descoberta de outros mundos. Ficou encantado com as duas viagens que fez ao Brasil. “Gosto de viajar para sítios diferentes. Adorava ir ao Ártico e à Amazónia e fazer o Transiberiano, mas falta-me a companhia. Se pudesse ir sozinho ia”, diz.

O atleta não gosta de seguir os roteiros turísticos, gosta de perceber como se vive em situações mais complicadas, “por exemplo na Sibéria com 40 graus negativos”. O ano passado foi com os amigos do atletismo à Suécia para ver como se vive num país nórdico com temperaturas negativas e coberto de neve.

Carlos Lopes é um bom garfo. “Gosto muito de comer e pouco de cozinhar”.

Tanto lhe sabe bem uma sardinhada com broa como um prato mais elaborado de bacalhau ou carne. É apreciador de vinho e bebe moderadamente ao fim de semana. “Gostava de perceber mais de vinhos”. As refeições durante a semana são acompanhadas de água ou sumo.

Das memórias de infância guarda a bicicleta e o colégio de freiras que deixou em Moçambique e onde aprendeu a ler e a escrever. Carlos viveu quatro anos em África antes de rumar até ao Bom Sucesso, em Alverca, onde cresceu, estudou, fez amigos e ainda desfrutou do prazer de ver o mundo com os olhos.

A experiência vivida no Centro Infantil Hellen Keller, em Lisboa, marcou para sempre a construção da sua personalidade. A escola especializada em alunos com deficiência visual integrava também alunos normais. “Proporcionou experiências fantásticas”, recorda. “O aceitar das diferenças e o perceber que a cegueira não é um bicho de sete cabeças”, acrescenta. Carlos fez o segundo e terceiro ciclos em Alverca. Entrou com distinção na Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Faculdade de Lisboa e, concluído o curso, seis meses depois foi trabalhar para a Câmara Municipal de Vila Franca onde está há 12 anos.


quarta-feira, 23 de julho de 2008

Beliche: Precisa-se


Queridos amigos,
Para quem não sabe sou assistente social numa instituição de apoio a grávidas (Ponto de Apoio à Vida).O Ponto de Apoio à Vida está neste momento a acompanhar uma situação de uma jovem adolescente, grávida, que vive com a mãe e 3 irmãos numa casa 'abarracada' de duas assoalhadas.

Ela dorme no quarto com dois irmãos e um deles tem dormir no chão.

O quarto não tem espaço para mais camas e por isso esta família precisava de um beliche. Se alguém tiver um beliche a mais ou souber de alguém que tenha um e queira dar, por favor mande mail mariafonsecacosta@gmail.com que o Ponto de Apoio à Vida entra em contacto.

Obrigada!Beijinhos Maria


(Recebida por mail)

O que conta são as estatísticas...

Hoje contaram-me que, numa escola básica do Sotavento algarvio, no 6º ano, um aluno com 6 negativas no 2º período, passou a aluno com aproveitamento no 3º período.

Os professores são aconselhados pelas circunstâncias a passar alunos que não o merecem.

Caso decidam "reter" o aluno, terão que preencher extensos documentos propondo um plano de recuperação, além de que, como diz o Governo, cada aluno retido custa ao Estado 3.000,00 €.

Ao que parece, a situação é assim em geral pelo país fora...

Belo governo que promove o permissivismo, o laxismo e o facilitismo e depois subsídia, com o erário público proveniente dos nossos impostos, a prática do aborto como método contraceptivo !

Aborto vs Adopção

Enquanto o aborto a pedido é efectuado nos serviços públicos com carácter de urgência, passando inclusive, no atendimento, à frente de mulheres grávidas que pretendem ter os seus filhos, a adopção continua a ter um tempo médio de espera de 4 a 5 anos

terça-feira, 22 de julho de 2008

Comunicado APFN


A APFN vem saudar-vos, a todos os Avós, experientes e inexperientes, já Bisavós, ou ainda a começarem a “nova carreira” de Avós.
Olhamos os vossos rostos todos os dias nas ruas deste mundo mais próximo, que é a nossa cidade, onde diariamente nos cruzamos convosco:

Avós modernos, sorridentes, babosos e orgulhosos, ao volante das novas carrinhas, onde possam caber várias cadeirinhas, avós que tentam ainda conciliar o seu trabalho profissional com as necessidades dos seus filhos, para irem buscar os netos à escola, levá-los às actividades extra-escolares, ao judo, à catequese, a um espectáculo ou a uma visita a um museu, ou simplesmente para ficarem com eles em casa e os ajudarem nos trabalhos de casa, nos banhos, e refeições, até que os pais esgotados e sem tempo, os possam vir buscar ao fim do dia...

Avós cansados, dobrados pelo peso dos anos, do trabalho, das dificuldades e doenças, mas sempre prontos a dar o seu melhor, que ainda arranjam forças para correr atrás de algum neto endiabrado no parque de baloiços, ou que, sentados no banco de jardim, ao fim de tarde, abrem os lanches preparados com carinho, enquanto contam coisas do passado, ou ouvem as histórias dos netos, sem preocupações com os ponteiros do relógio...

Avós, mais ou menos cultos, com mais ou menos posses, mais ou menos saúde, verdadeiros “pára-raios”, protegendo o edifício de tanta família em desmoronamento, em que pais e mães, desorientados e perdidos nas contradições deste mundo, lhes confiam essa assustadoramente crescente multidão de meninos e meninas tão “órfãos de pais vivos”...
São estes Avós que, com um jeito e um saber de experiência feito, ainda conseguem, quantas vezes, o milagre de consolar, ouvir, tranquilizar e sarar as feridas de tantas crianças em sofrimento, que não têm culpa dos erros dos adultos, nem da falta de visão dos políticos (que à falta de uma verdadeira política de família, vão lançando medidas avulso, às vezes materialmente úteis, é certo, mas quantas vezes gritantemente desajustadas das realidades e necessidades)...

Crianças, a quem ninguém pergunta, por exemplo, antes de facilitarem o divórcio aos pais, (como quem vai ali e bebe um copo de água!) se se sentem felizes por se verem divididas e separadas da mãe ou do pai, crianças a quem ninguém pergunta se aceita partilhar as sobras que lhes restam do carinho dos pais com pessoas desconhecidas que entram e saem das suas vidas a uma velocidade incompatível com a saúde mental de qualquer criança ou jovem em processo de crescimento...


Que seria de tanta criança, sem estes Avós-faroleiros que lhes assegurassem o “pão nosso de cada dia” e alguma estabilidade e referências sobre as quais se vai construindo o frágil edifício das suas vidas e personalidades?

O nosso mundo bem precisa destes Avós-pilares que não querem deixar ruir por completo, nem a casa, nem a família, e dar “experiência de família” a crianças a quem esse direito foi negado pelos seus pais!
Por isso, neste vosso mais que merecido Dia, queridos Avós, aqui vai um Abraço de amizade, estímulo, e agradecimento por tanto “colo” físico, material e espiritual, que o vosso coração grande permite oferecer diariamente!

22 de Julho de 2008

P.S. (Comentário pessoal MRC): O pior é quando já não há avós....

Propostas sobre educação dos filhos


Os pais são os principais educadores dos seus filhos, tanto no aspecto humano como no sobrenatural, e hão-de sentir a responsabilidade dessa missão, que exige deles compreensão, prudência, saber ensinar e, sobretudo, saber amar; e devem preocupar-se por dar bom exemplo. A imposição autoritária e violenta não é caminho acertado para a educação. O ideal para os pais é chegarem a ser amigos dos filhos; amigos a quem se confiam as inquietações, a quem se consulta sobre os problemas, de quem se espera uma ajuda eficaz e amável.


É necessário que os pais arranjem tempo para estar com os filhos e falar com eles. Os filhos são o que há de mais importante; mais importante do que os negócios, do que o trabalho, do que o descanso. Nessas conversas, convém escutá-los com atenção, esforçar-se por compreendê-los, saber reconhecer a parte de verdade – ou a verdade inteira – que possa haver em algumas das suas rebeldias. E, ao mesmo tempo, apoiar as suas aspirações, ensiná-los a ponderar as coisas e a raciocinar; não lhes impor uma conduta, mas mostrar-lhes os motivos, sobrenaturais e humanos, que a aconselham. Numa palavra, respeitar a sua liberdade, já que não há verdadeira educação sem responsabilidade pessoal, nem responsabilidade sem liberdade.


S.JoseMaria Escrivá de Balaguer in CQP (72)

Líder dos Socialistas Católicos

Líder Socialistas Católicos demarca-se posição 'jotas' de defesa do casamento homossexual

Aqui

O Cláudio Anaia, mais uma vez, a partir a loiça toda...

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Juízes pedem a Cavaco que vetem nova lei do divórcio do PS

Aqui

E aqui:

O presidente da associação, António Martins, teme um aumento da conflitualidade na definição do poder paternal, com prejuízos para os menores, pois a “lei introduz uma série de conceitos em branco, introduz uma opção de fundo de responsabilidade parental ter de ser exercida em conjunto à partida, que parte de opções que a realidade muitas vezes não demonstra”.O mesmo responsável recusa revelar a sua posição sobre um eventual veto do Presidente da República à nova Lei do Divórcio. Contudo, deixa uma chamada de atenção: “Opções legislativas sem eventuais confirmações sociais podem dar lugar a erros. (…) Fazem-se experimentações, daqui a dois anos vamos confirmar se são boas, depois quando tal não se verificar tenta-se alterar, mas, entretanto, alguém foi vítima dessas experiências legislativas”.

Madeira muda de hábitos? Aborto como método contraceptivo!

«Infelizmente, estamos a verificar que a IVG está a ser utilizada como método contraceptivo...»

Daqui.

domingo, 20 de julho de 2008

Testemunho impressionante de vida: Kenadie Jourdin-Bromley







Kenadie Jourdin-Bromley, conhecida ao redor do mundo como "o pequeno anjo", nasceu em fevereiro de 2003, pesando pouco mais de um quilograma e com 22 centímetros. À época, os médicos consideraram que ela não passaria da primeira noite.Não foi o que aconteceu.


Ela continuou desafiando a medicina e a todas as expectativas. Na idade de 8 meses, Kenadie foi finalmente diagnosticadacomo Nanismo Primitivo, uma condição genética que afeta a somente 100 pessoas em todo o mundo. Não se espera que ela cresça mais que 70centímetros e que tenha mais que 5 quilos.O estado de Kenadie inspira cuidados constantes e da presença atuante e carinhosa dos pais Brianne Jourdin e Tribunal Bromley. A menina está com 4 anos, adora passeios, corridas e começa a falar as suas primeiras palavras.


Dizem que o mais impressionante é que as pessoas que de uma forma ou de outra tiveram em contato com a menina, tem a suas vidas radicalmente mudadas por acreditarem que foram tocadas por um pequeno anjo com um enorme coração. Realmente muito interessante...e também, muito comovente...



Fonte: Relances
Ver mais aqui e aqui.

Portugal Pró-Vida

Do excelente blog Portugal Pró-vida, destaco:

- Petição on line para revisão da lei do aborto.

- Dicas para uma melhor conciliação entre família e trabalho


Procuro ser disponível para as exigências do meu trabalho. Se fico com trabalho para terminar à noite ou fim-de-semana trago-o para casa ?

Por princípio, tento manter as minhas vidas pessoal e profissional estritamente separadas. Não misturo trabalho e vida pessoal ?

A minha mente comuta frequentemente entre preocupações do contexto familiar para o profissional e vice versa ?

Uma das minhas estrarégias para lidar com múltiplas responsabilidades é pensar em várias coisas ao mesmo tempo?


Gosto de ficar completamente obsorvido por uma questão de trabalho, a ponto de quase perder a noção do tempo?

Durante uma reunião com um colega, muitas vezes "desligo" para me preparar mentalmente para a reunião seguinte?


As melhores ideias (do trabalho) surgem-me em momentos de relaxamento em casa durante o fim de semana ou em férias?

Em situação de trabalho, concentro-me a um ponto que parece que a família e amigos como que deixam de existir?


Em casa, preocupado com um problema do trabalho, busco soluções mas tento não deixar transparecer para a esposa/marido, filhos ou amigos?


Quando chego a casa, tento não ligar o computador e estar ali a 100% ?


Quando, durante o fim de semana, me ocorrem ideias relativas ao trabalho, ligo o computador por um momento, para não se escaparem?


Gosto de falar do trabalho em casa. Partilhar experiências de trabalho e trocar ideias é-me útil?

Se recebo uma chamada relativa a trbalho em casa durante o fim de semana, dou a perceber pelo tom de voz que preferiria não ser incomodado em casa?


A forma mais eficiente de levar as coisas para a frente é ir comutando / saltando mentalmente entre as diferentes tarefas?


Atendendo um colega, frequentemente dou comigo a pensar numa coisa completamente diferente que me preocupa?

Quando estou em trabalho, estou mesmo. Em casa, procuro garantir que estou 100% com a minha família ou amigos?


Não me parece que deva misturar responsabilidades profissionais e pessoais. A esposa/marido por exemplo, não se deve envolver/imiscuir no meu trabalho e vice-versa?

Detesto verificar o telemovel ou email à noite ou ao fim de semana, à procura de mensagens importantes de colegas ou clientes?


Orgulho-me da forma como giro de forma estanque o trabalho e a vida pessoa?


Prefiro trabalhar afincadamente agora para que a seguir a minha família ou a vida pessoal possam beneficiar da minha dedicação ao trabalho?


Consegui chegar a uma situação em que os meus colegas / superiores / clientes respeitam o facto de eu não poder ser perturbado no meu tempo com a família?


Acontece-me estar tão focado num relatório ou reunião de trabalho que me esqueço totalmente dos meus compromissos familiares e pessoais?


Por princípio, evito trazer trabalho para casa. Se necessário, prefiro ficar mais uma hora no trabalho para depois ficar completamente disponível para a esposa / marido /filhos / amigos?

Fonte:ICWF - International Center of Work and FamilyWe help organizations create a family-responsible environment

ACMEDIA

Já disponível on line o último boletim da ACMEDIA, aqui.

sábado, 19 de julho de 2008

As crianças e Aristóteles

Fonte Foto: Evening Standard.

"O desejo e a criança são completamente assim.

Também as crianças vivem de acordo com o desejo e a tendência para o prazer é nelas extrema.

Se, portanto, não for facilmente tornada obediente pela força dominadora, vai para onde lhe apetecer"



Ética a Nicómaco. Aristóteles. Quetzal. Pág. 83 (1119b1)

sexta-feira, 18 de julho de 2008

O desafio da educação dos filhos


Educar um filho é um desafio e inevitavelmente uma incógnita por serem muitos os factores de influência.


Aqui algumas dicas sobre o assunto


E sobre uma questão muito concreta que é a dos filhos dormirem com os pais também um texto frontal aqui e aqui: Bedtime Battles: Should Parents Sleep With Kids?

A natureza da crise

Deste ponto de vista, a "crise" é ainda muito pior do que se pensa. A "crise" nos EUA e na Europa não é apenas económica - aliás, nada é apenas económico -, mas sim social, cultural, política, civilizacional e, só quando se vê neste conjunto, se percebe a sua importância e profundidade.
Quem é diz é o agnóstico José Pacheco Pereira no Abrupto

Economia Familiar


Portugal está sob uma forte crise económica, parcialmente resultante da crise internacional, aumentando as dificuldades das famílias, em particular as que têm mais filhos a cargo.


A fim de contribuir para minorar os efeitos, e no âmbito do plano +famili@ lançado há cerca de 6 anos, a APFN passou a incluir uma rubrica sobre economia familiar no seu boletim trimestral que, em versão electrónica, é disponibilizado gratuitamente a todas as famílias portuguesas em http://www.apfn.com.pt/Boletim/Boletimn21.pdf.

Sugerimos a sua leitura, mesmo se, felizmente, não se encontrar em situação aflitiva, como é o caso de uma crescente parte das famílias portuguesas.


Fonte: APFN

Aristides Sousa Mendes


Aristides Sousa Mendes foi um exemplo na luta contra a opressão nazi, ao salvar multíplas vidas de judeus durante a II Grande Guerra Mundial.


A factura que pagou foi muito alta. Em termos financeiros ficou na bancarrota sem que o Governo, mesmo depois da Guerra, lhe desse qualquer apoio.


É claramente uma referência ética para o nosso país.


Convém manter a memória viva para enaltecer exemplos como este e, ao mesmo tempo, relembrar as tiranias de que os homens são capazes.


Neste âmbito, vale a pena visitar este museu virtual, pelo seu contéudo didáctico e educativo e pelas informações que convém passar às novas gerações.

Boletim trimestral da APFN


quinta-feira, 17 de julho de 2008

Federação Portuguesa pela vida avalia negativamente primeiro ano de aplicação da lei do aborto


A Federação Portuguesa pela Vida assinalou, em comunicado, o primeiro aniversário da regulamentação e aplicação da lei do aborto, considerando que “é altura de olhar de novo para a sociedade portuguesa”.


O documento, enviado à Agência ECCLESIA, frisa que “a aplicação da lei que liberalizou o aborto frustrou as expectativas, mesmo dos que a defenderam: verificamo-lo nas tomadas de posição públicas de alguns defensores do Sim no referendo”.


“Vemos uma população que dia após dia envelhece e a quem o Estado não oferece alternativas ao aborto. Os factos confirmam que a lei desprotege as mulheres, os filhos, as famílias, a sociedade”, lamenta a Federação.


“A sociedade portuguesa não se pode desinteressar de tantas mulheres, cada vez mais transformadas em objectos, empurradas para soluções humilhantes, que as afectam na sua dignidade de mães e de seres humanos”, acrescenta.


A nota revela que durante este ano foram criadas 15 Associações que se vieram juntar às 60 já existentes, “para procurar resolver os problemas do aborto: é cada vez mais evidente que o caminho do facilitismo do aborto está errado”.


Notícia daqui.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

15 milhares de abortos em Portugal!

Realizaram-se em Portugal cerca de 15 mil abortos

Ver aqui.

Ordem dos Médicos critica Governo

Um ano depois da entrada em vigor da lei de Interrupção Voluntária da Gravidez, são conhecidos 14 mil casos de interrupções dentro dos limites legais.

Mas, para a Ordem dos Médicos, podiam ser muitos menos se o Governo desse mais atenção ao planeamento familiar.

A Ordem alerta para a falta de um programa concreto de informação ao nível dos cuidados de saúde primários,

Fonte: Rádio Clube Português

segunda-feira, 14 de julho de 2008

Problema grave em Portugal

Dizia-me, hoje, uma amiga professora:

«Agora, nas escolas, é uma luta renhida para arranjar alunos. Há uma falta enorme de alunos. Até já se opta por outras ofertas, Novas Oportunidades ou Cursos Profissionais.»

Pois é, a falta de crianças, em Portugal, está cada vez mais a sentir-se... É um problema grave!

Nariz Vermelho


Esta iniciativa inspirada em Patch Adams, fundador do Instituto Gesundheit (que quer dizer Instituto "Santinho" (de espirro)), é a, todos os níveis, fantástica.


Aqui, no Brasil




E, também, em Portugal, com a operação Nariz Vermelho



Programas de abstinência reduzem aborto e gravidez entre jovens

Aqui

Ainda não aprendemos, não é?



Fonte: http://www.youtube.com/user/roevswade

Documentário sobre as consequências do aborto

Reportagem do programa 2010 da RTP 2 sobre as consequências do aborto na saúde da mulher

Ver aqui.

"FALTA UMA ASAE", Alexandra Teté, Associação Mulheres em Acção

A propósito do aborto clandestino que continua, apesar dos muitos argumentos contraditórios dados pelos defensores do aborto legalizado:


Confirma-se que a maior parte faz abortos porque sim, como contracepção. Aqui, não há uma ASAE que intervenha, não sabemos como está a ser realizado na rede clandestina e na legal. E faltam apoios para as grávidas.


Daqui.

Empresas devem mudar para apoiar família

Na I Convenção Nacional da Família, Nuria Chinchilla, directora do "International Center of Work and Family", «está convencida que uma das causas da descida acentuada da taxa de natalidade "foi a entrada massiva da mulher no mercado laboral e as novas realidades sociológicas: famílias de dupla carreira e famílias monoparentais. A mulher entrou a 100% no mundo laboral mas o homem não entrou a 100% no mundo da família».
P.S.- Jornal de Notícias, Agência Ecclesia e Rádio Renascenças foram os únicos órgãos de comunicação social que fizeram reportagem sobre a I Convenção Nacional da Família que ocorreu no passado sábado, em Braga...

Nova Lei do divórcio é ataque à família


Na I Convenção Nacional da Família, Dra. Matílde Sousa Franco, deputada independente pelo PS defende que a nova lei do divórcio é ataque à família e que irá gerar mais divórcios e violência.


Um ano de lei do aborto segundo Expresso

Por Pedro Picoito, aqui

14.247


domingo, 13 de julho de 2008

Dia da Natalidade


A APFN saúda a iniciativa dos produtores de "Barrigas de Amor" de lançamento de uma petição no sentido de ser criado o "Dia da Natalidade" no dia 9/9/9, associado aos nove meses do período normal de vida intra-uterina, para que seja um dia de homenagem às mães mais recentes e de ocasião para, de forma mais especial, alertar governantes e sociedade em geral para a necessidade de se apoiar e acarinhar os jovens pais e mães para que Portugal possa vencer o cada vez mais rigoroso Inverno Demográfico em que tem vindo a mergulhar nos últimos 26 anos.


Para subscrever esta petição, basta ir ao site http://www.barrigasdeamor.com/ e escolher a opção "Dia Nacional da Natalidade - Um dia especial para as mamãs", a meio no lado esquerdo.

A APFN solicita a divulgação desta iniciativa para que seja um grito bem forte da sociedade civil, na linha do que a APFN tem vindo a clamar há dez anos!
Fonte: APFN

Aborto foi instrumento de opressão do nazismo e do comunismo

Muitos falam do aborto como expressão da emancipação feminina e fruto do progresso, mas na Polônia não se vê assim: o aborto legal foi imposto, primeiro pelos nazistas e depois pela ditadura comunista. E isso tem repercussões.


Em uma entrevista à Zenit, o engenheiro Antoni Zieba, secretário do World Prayer for Life e vice-presidente do Polish Federation of Pro Life Movements, pergunta-se por que a ONU e a União Européia pressionam a Polônia para que liberalize o aborto, sendo que se trata do país com o menor número de interrupções voluntárias da gravidez.


Ler a entrevista daqui.

sábado, 12 de julho de 2008

Daniel Serrão alerta para contradições no código deontológico


O médico Daniel Serrão defende alterações à proposta de novo código deontológico apresentada pela Ordem dos Médicos (OM).


Especialista em ética, Daniel Serrão vai elaborar um parecer que lhe foi pedido, precisamente, pela Ordem e vai defender o alargamento do período de discussão por mais um mês, ou seja, até ao fim de Outubro.


Daniel Serrão considera que existe uma contradição na proposta de Código Deontológico no que respeita à interrupção voluntária da gravidez, que precisa de ser clarificada.


“O artigo 56 constitui uma excepção ao artigo 1º. O médico deve guardar respeito pela vida humana desde o momento do seu início, mas depois diz que essa afirmação não lhe impedirá que adopte terapêuticas (…), quando for o único meio para preservar a vida da grávida (…), mas é uma intervenção terapêutica. O abortamento feito a pedido de uma mulher que não está doente nunca pode ser visto como uma intervenção terapêutica, o médico não está a tratar doença nenhuma”, argumenta o especialista em ética.


Daniel Serrão também aponta vários aspectos positivos da proposta de Código Deontológico dos médicos, nomeadamente os capítulos sobre a procriação medicamente assistida, aos cuidados paliativo e em relação ao fim da vida.


Sobre a retirada a expressão falta grave em relação ao aborto e à eutanásia, Daniel Serrão desvaloriza do facto e diz que o Código Deontológico da Ordem dos Médicos, sobretudo, é um documento que “apela à dignidade” dos profissionais de saúde e que as punições devem ficar para a justiça civil.


A Renascença ouviu também a opinião de Gentil Martins, antigo bastonário da Ordem dos Médicos, que considera inadmissível que no preâmbulo da proposta se diga que não é possível saber quando começa a vida humana.


Gentil Martins considera que se está perante uma mera “cedência ao oportunismo político, porque, efectivamente, desde que há fertilização in-vitro ninguém pode duvidar que ao juntar uma célula feminina e uma célula masculina vai nascer uma criança tão normal como qualquer outra”.


Notícia daqui.

Etty ou o valor da vida no meio do Inferno


«Foi novamente como se a Vida, com todos os seus segredos, estivesse próxima de mim, como se eu a pudesse tocar… E ali sentia-me imensamente segura e protegida. E pensei: "Como isto é estranho. É guerra. Há campos de concentração. Pequenas crueldades amontoam-se por cima de pequenas crueldades.


Quando caminho pelas ruas, sei que, em muitas das casas por onde passo, há ali um filho preso, e ali um pai refém, e ali têm de suportar a condenação à morte de um rapaz de dezoito anos." E estas ruas e casas ficam perto da minha própria casa.Sei do grande sofrimento humano que se vai acumulando, sei das perseguições e da opressão…

Sei de tudo isso e continuo a enfrentar cada pedaço de realidade que se me impõe. E num momento inesperado, abandonada a mim própria — encontro-me de repente encostada ao peito nu da Vida e os braços dela são muito macios e envolvem-me, e nem sequer consigo descrever o bater do seu coração: tão fiel como se nunca mais findasse…»

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Comunicado APFN


O Primeiro-Ministro surpreendeu os portugueses ao declarar, no final do jantar de encerramento da sessão legislativa do grupo parlamentar do Partido Socialista, que é "de um partido onde era impossível um líder dizer que o principal objectivo da família é a procriação".
Apesar de esta afirmação ter sido proferida no final de um jantar com certeza animado e numa altura de evidente desgaste, explica a desastrada política de família que tem caracterizado esta legislatura, fazendo com que todos os indicadores do estado das famílias tenham continuado a deteriorar-se.

A APFN gostaria que o Primeiro-Ministro explicasse melhor aos portugueses o sentido do seu pensamento, isto é:


- Se a procriação não é a principal função da família, então qual é a sua principal função?

- Como é que o Primeiro-Ministro pensa combater o gigantesco défice de natalidade?

- Não sabe o Primeiro-Ministro que todas as civilizações desapareceram quando puseram em causa essa função fundamental e insubstituível das famílias?

- Não sabe o Primeiro-Ministro que os graves problemas sociais do país derivam directamente da crescente degradação das famílias, com reflexo imediato nos jovens e crianças, demonstrando à saciedade que a família é a célula base da sociedade única e exclusivamente por isso?

A APFN espera que o Primeiro-Ministro acerte os seus conceitos sobre esta área fundamental para a sustentabilidade do país, de que tanto carece.

11 de Julho de 2008

APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas

Afinal...

Os preservativos servem os interesses económicos das empresas que os produzem

e, ao mesmo tempo,

E, de acordo com as Nações Unidas, são uma das grandes causas das gravidezes indesejadas ( e direi eu, por maioria de razão, da ocorrência das doenças sexualmente transmissíveis) no mundo.

Cerca de 25 milhões de gravidezes nesses países devem-se a uso incorrecto de contraceptivos

Preservativos para todos...

A estratégia da Coordenação Nacional para a infecção VIH/sida parece ser a de convencer os portugueses que não têm SIDA, incluindo a população heterossexual com situação conjugal estável a usar preservativo em todas as suas relações sexuais.

A este propósito imperdível ler os 2 posts de João Miranda aqui e aqui

quinta-feira, 10 de julho de 2008

O MEDO DO CASAMENTO


Entre 1914 e 1924, a última década que viveu, Franz Kafka esteve três vezes perto do casamento. Desistiu sempre. Tentou primeiro por duas ocasiões com Felice Bauer, uma alemã com quem se correspondeu até 1917. A última vez foi com Milena Jesenská, mais nova do que ele. A experiência repetiu-se: Kafka escreveu dezenas de cartas a Milena, todas primorosas e lúcidas (as mais impressionantes cartas de amor) para no fim reconhecer que não podia casar.


Passaram outras mulheres pela vida de Kafka, mas todas lhe provocaram o mesmo medo do casamento, o medo do sexo, o medo das pequenas coisas, o medo da normalidade, o medo da falta de vocação, o medo de não estar à altura da comunhão de responsabilidades, o medo de parar de escrever.Hoje em dia, os ideais de realização pessoal que cada um vorazmente persegue secundarizaram o casamento. O casamento é um estado acessório que todos retardamos. As pessoas continuam a casar-se numa ou noutra altura da vida, mostrando que a normatividade social do casamento se mantém. O que foi desaparecendo foi a ideia do casamento como uma âncora individual, a estrutura estável onde as paixões e os impulsos de cada um se domesticam. A felicidade passou a depender de uma espécie de emotivismo permanente, desligado de regras e compromissos duradouros.


Mas no princípio do século XX o casamento era a via natural para a felicidade. Kafka, por exemplo, acreditava no casamento. Casar, ter filhos, criar uma família, eram para ele as virtudes máximas a que um ser humano podia aspirar. Pode ler-se numa entrada dos seus diários, de 1912, que Kafka pensava no casamento como a solução para a sua "inabilidade em levar a vida sozinho", para satisfazer "as exigências da sua própria pessoa". As irmãs comentavam que todas as pessoas felizes que elas conheciam eram casadas.


Ao mesmo tempo, a ambivalência de Kafka sobre as suas próprias aptidões impedia-o de abraçar o casamento. Chegou a comparar o noivado entre duas pessoas a um casal condenado a decair em conjunto durante a fase do Terror da Revolução Francesa.


Numa altura em que por causa do casamento entre homossexuais iremos assistir aos mais variados debates sobre a função actual do casamento, talvez possamos perceber melhor o que é e em que consiste o casamento, não pelo que dizem os seus defensores, mas pelas ideias daqueles que voluntariamente o recusam. Eu suspeito de que atrás dos muitos motivos invocáveis para essa recusa - a preferência por uniões mais flexíveis, a substituição da comunhão institucional pelo amor - acabaremos por confirmar algo que a mentalidade da época não tolera ouvir: que o casamento é mesmo uma instituição e não apenas um contrato entre duas pessoas; e é como instituição que deve ser protegido e incentivado.


Opinião daqui.

Aumento da licença de parentalidade abrange crianças nascidas em 2008


Os trabalhadores que estejam a gozar licença por maternidade, paternidade e adopção quando o novo Código do Trabalho entrar em vigor, em Janeiro de 2009, poderão estender a respectiva licença até aos 12 meses, desde que uma parte do tempo seja partilhada pelos dois progenitores.


A medida está prevista na proposta de Lei que altera a legislação laboral em vigor e que ontem chegou à Assembleia da República.De acordo com o artigo 12º da proposta a que o Jornal de Negócios teve acesso, as novas licenças entram em vigor na data de início de vigência da legislação que regula o regime de protecção social da parentalidade, mas são aplicáveis aos trabalhadores que estejam já a gozar a licença nos termos do actual Código do Trabalho e que têm 15 dias para solicitar o alargamento.


Fonte daqui

Holanda recupera hábitos do regime nazi


Na Holanda, o parlamento começou a discutir o alargamento da eutanásia às crianças, uma espécie de aborto pós-nascimento.


Como se destaca no Fiat Lux o que o regime Nazi lá pretendeu fazer, obrigando os médicos holandeses a praticar a eutanásia, está lá agora em vigor, pela via democrática.

Brasil rejeita nova proposta de legalização do aborto


quarta-feira, 9 de julho de 2008

Comunicado do movimento Cidadania-Família-Casamento


Amanhã, dia 4 de Julho, o Parlamento irá votar a lei do divórcio, que atenta
gravemente contra os Direitos Humanos e a Constituição Portuguesa.

Trata-se de uma lei que mereceu da sociedade civil fortes críticas e reparos
técnicos que a maioria parlamentar ignorou. Magistrados e Advogados, afinal
aqueles que mais próximos estão desta lei, apresentaram no Parlamento
censura técnica fundamentada à lei.
Em vão.

Uma Petição Popular sobre a lei deu entrada no Parlamento a 4 de Junho. Até
hoje ficou na gaveta e foi ignorada na feitura da lei. Tal como os pedidos de
audiência formulados por Organizações Sociais rejeitados liminarmente.

O Parlamento mostra neste processo legislativo um profundo desprezo pela
sociedade civil e por aqueles que nela trabalham.

A lei, deixará mais desprotegidos os carenciados e indefesos (normalmente
mulheres abandonadas e crianças deixadas à sua sorte).

Premeiam-se aqueles que mais têm ou que maior “habilidade” usam nas
relações de família. As crianças, filhos de pais em situação de divórcio, estão
cada vez mais sujeitas aos conflitos que entre aqueles se geram.

Os Tribunais de Família serão invadidos por uma conflitualidade nova, que
mais os irá afundar.

Será uma lei marcada pela injustiça e pela censura à sociedade civil.