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domingo, 16 de março de 2014

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Feto hidrocefálico é operado e recolocado no ventre materno

O progresso da tecnologia permite agora uma cirurgia com o útero aberto


National Right to Life News publicou uma interessante notícia que vale a pena ser reproduzida.
James Neal Borkowski é uma criança diagnosticada com hidrocefalia no útero da mãe.
Em 2 de março, uma equipe de cirurgiões do Centro Médico da Universidade de Vanderbilt, em Nashville, Tennessee, fez uma cirurgia em seu cérebro com um procedimento característico "com o útero aberto".
Para um hidrocefálico, um excesso de fluido no cérebro que pode levar à incapacidade grave, até mesmo à morte. Uma operação deste tipo nunca tinha sido realizada em um feto.
A criança nasceu livre daquela condição, dois meses depois da mencionada cirurgia que é apenas o mais recente progresso na área -  em rápida evolução - em cirurgia fetal. "Na evolução da cura em obstetrícia, não se volta atraz agora", disse o dr. Joe Bruner, membro da equipe cirúrgica do feto. "Mais e mais hidrocefálicos foram tratados antes do nascimento e espera-se que mais e mais médicos possam ser formados neste campo".
Bruner e os seus colegas operaram Susan Borkowski de Knoxville, Tennessee, e seu filho, ainda não nascido, quatro semanas após um ultra-som de rotina que levou ao diagnóstico de hidrocefalia. Os pais do pequeno Borkowski encontraram a informação sobre o programa de cirurgia fetal de Vanderbilt na Internet e entraram em contato com os médicos.
A Comissão de revisão da Universidade tinha recentemente aprovado um plano para tentar tratar a hidrocefalia com cirurgia com o útero aberto e, depois de muitos exames, para assegurar que o feto fosse operável, a operação foi feita na 24ª semana de gestação. De acordo com o que foi anunciado pela Associated Press (AP) durante uma intervenção cirúrgica, que durou uma hora, o Dr. Bruner abriu o útero da Sra. Borkowski, e seu feto tinha sido parcialmente tirado.
O dr. Noel Tulipan tinha colocado um pequeno tubo, chamado de "desvio" no cérebro do recém-nascido, o qual estava ligado a um outro tubo que drenou o fluido em excesso no saco amniótico. O feto tinha sido então removido no útero materno, esperando nascer.
Esta foi a primeira operação para tratar a hidrocefalia com o útero aberto. Em meados dos anos 80, cerca de 40 fetos ainda não nascido com hidrocefalia, tinham sido submetidos a um procedimento em que a desviação foi inserida através do abdômen da mãe no cérebro da criança, disse Bruner.
As operações não foram bem sucedidas porque "o mesmo desvio não estava bem e os exames disponíveis não conseguiam restringir o campo”, explicou Bruner. "Alguns fetos não deviam receber o desvio. Existem muitas causas de hidrocefalia, disse Bruner, e "nem todas melhoram com um desvio."
Após os fracassos das operações dos anos 80, não se tentou mais tratar a hidrocefalia no útero. A tecnologia atual fez progressos tais que os doutores podem determinar os justos candidatos, utilizar um desvio que drena bem o fluido e operar diretamente, sobre a criança através de uma cirurgia com o útero aberto.
Em 12 de maio, o pequeno Neal Borkowski foi dispensado da seção de cesária, com um peso de quase 2 Kg. Como explica AP, os médicos substituiram o desvio original por um outro que deveria continuar a drenar o fluído na sua cavidade abdominal.
Os exames realizados após o nascimento de Neil não mostraram excesso de líquido no cérebro. "O desvio funcionou maravilhosamente bem", disse Bruner.
Os médicos, no entanto, não estão seguros de que Neal possa continuar a desenvolver-se normalmente, porque não se sabe se as deficiências encontradas nos fetos hidrocefálicos sejam causadas por fluido em excesso ou se o excesso é o efeito de um precedente dano ao cérebro.
"A hidrocefalia causa uma ferida no cérebro ou é somente a ponta do iceberg?", pergunta Bruner. "Não o saberemos até que Neal não cresça".
Atualmente, vários nascituros com defeitos congênitos podem ser tratados com cirurgia fetal somente em três lugares nos EUA: Vanderbilt, Children’s Hospital of Philadelphia, e a University of California em São Francisco. Foram tratados espinha bífida, câncer e outras doenças com sucesso crescente. Bruner, no entanto, diz que a média dos pacientes de Vanderbilt viaja umas 1.500 milhas para chegar ao Centro, o que é impossível para muitas famílias que necessitam da cirurgia.
"Estamos desenvolvendo diretrizes de treinamento para ajudar outros centros a oferecer esses programas", disse Bruner.
O pequeno Borkowski é Um de nós. Para desenvolver a tecnologia, ajudar a medicina, a fim de que se possa curar também durante a vida pré-natal.

Daqui.

terça-feira, 2 de abril de 2013

Uma dádiva de amor





Os pais de Dominic Gondreau, o jovem com paralisia cerebral que o Papa Francisco pegou ao colo e beijou no Domingo de Páscoa, escreveram sobre a torrente de emoção que o gesto provocou neles e no mundo.

Paul Gondreau, que é professor de teologia e está a passar uma temporada em Roma com a família, diz que toda a família desatou a chorar quando o Papa teve aquele gesto e recorda que uma senhora que estava próxima foi dizer à sua mulher: “Sabe, o seu filho está cá para nos mostrar como amar”.

“Este comentário atingiu a minha mulher como uma confirmação divina daquilo que ela sempre suspeitou: que a vocação especial do Dominic no mundo é levar as pessoas a amar, mostrar-lhes como amar. Os seres humanos são feitos para amar e precisamos de exemplos que nos mostrem como fazê-lo”, escreve Paul num post que foi convidado a contribuir para um blogue sobre teologia moral.

O pai de cinco filhos diz que Dominic já partilhou do sofrimento da Cruz de Cristo mais do que ele em toda a sua vida “vezes mil”, mas confessa que muitas vezes a relação entre os dois parece ser unidimensional: “Sim, ele sofre mais do que eu, mas sou sempre eu que tenho de o ajudar a ele. É assim que a nossa cultura olha para os deficientes: indivíduos fracos, cheios de necessidades, que dependem tanto dos outros e que contribuem pouco, ou nada, para quem os rodeia”.

Mas o gesto do Papa e a subsequente reacção mundial levaram Paul a compreender melhor o papel do seu filho no mundo: “Sim, eu dou muito ao meu filho Dominic. Mas ele dá-me mais, muito mais. Eu ajudo-o a pôr-se de pé e a andar, mas ele ensina-me a amar. Eu dou-lhe de comer, mas ele ensina-me a amar. Eu levo-o à fisioterapia, mas ele ensina-me a amar. Eu tiro-o e ponho-o na cadeira de rodas e empurro-o para todo o lado, mas ele ensina-me a amar. Dou-lhe o meu tempo, tanto tempo, mas ele ensina-me a amar”.

Segundo o professor de teologia, a vida do seu filho é uma prova da dignidade de todos os homens: “A lição que o meu filho dá é um testemunho potente da dignidade e do infinito valor de todos os seres humanos, sobretudo aqueles que o mundo considera os mais fracos e ‘inúteis’”.

“Pela sua partilha na ‘loucura’ da cruz, os deficientes são, na verdade, os mais produtivos de todos nós”, conclui Paul Gondreau.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Workshop sobre "Trissomia 21"

 
 
A Associação Existir promove amanhã, sexta-feira, 9, a partir das 10:00 horas, na biblioteca municipal de Loulé, no âmbito da sua política de responsabilidade social, um workshop intitulado «Um olhar diferente sobre a Trissomia 21».

O evento, com entrada gratuita e aberto ao público em geral, criado com o objetivo de sensibilizar a sociedade para a questão da inclusão destas pessoas «diferentes», visa promover um espaço de debate e esclarecimento sobre a patologia e formas de lidar com a mesma.

Apenas ao longo do último século, recorda a associação louletana, a atitude da sociedade para com as pessoas com limitações ao nível do seu desenvolvimento psicomotor, como é o caso da trissomia 21, foi sendo gradualmente alterada.

“Esta atitude resultou da exigência de variados elementos da sociedade, como pais e associações, para que estas pessoas pudessem usufruir dos mesmos direitos e oportunidades que todas as outras”, refere-se.

As populações com trissomia 21, apesar das suas limitações, são pessoas alegres, responsáveis e podem realizar diversas tarefas, como qualquer outra pessoa, participando ativamente na vida da comunidade procurando ser tratados com respeito e dignidade.

“É importante que as pessoas com trissomia 21 atinjam plenamente o seu potencial, numa sociedade inclusiva, em que todos somos iguais e todos somos diferentes”, conclui a Existir.

Fonte: Diário do Algarve On Line

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

sábado, 23 de junho de 2012

domingo, 3 de junho de 2012

50º Aniversário da APPACDM

Comemora-se este ano o 50º aniversário da APPACDM, associação de apoio a crianças deficientes.

No âmbito da organização das várias actividades de comemoração dos 50 anos, que podem ser consultadas no site da APPACDM de Lisboa, haverá lugar a uma Exposição de pintura, jornadas temáticas de Associativismo e Voluntariado, uma exposição de fotografia prospectiva dos 50 anos e um jantar de gala.

Inscrições, apoios e patrocínios são bem vindos para esta associação que tem vindo a realizar um excelente trabalho na área do apoio às crianças deficientes do concelho de Lisboa.

terça-feira, 17 de abril de 2012

Testemunho de uma mãe com uma filha portadora de trissomia 21


Este testemunho de vida é uma delícia.
Espero ter tempo (ou que alguma alma caridosa se ofereça) para o traduzir de forma a que possa ser lido numa das próximas semanas, na nossa rubrica radiofónica diária na Rádio Costa D'Oiro.
Aqui fica:

Six-and-a-half is the magic number. It has been six-and-a half months since Kate was born and I can’t believe it. That’s what all moms say, isn’t it? The saying is as ubiquitous as “time flies” or the less common adage, “Better hold ‘em while they still won’t give you back strain.”

That’s six-and-a half months since the day that forever changed our lives. The day we found out that our sweet Kate, born short of five pounds, had one tiny extra chromosome in her newborn body.
Six-and-a half months since I ate popsicles and sang songs through contractions, wondering who the little human that lived inside me would turn out to be.
Six-and-a half months since we finally decided on her name in the delivery room—a decision that seemed so hard to make (almost providentially) because the baby girl we imagined wasn’t the baby girl we received; she was even better.
Six-and-a half months since a little chromosome made a huge impact when the doctor told us the news, that our baby Kate has Down syndrome. And six-and-a half months since I called my friends and family with the solemn news.

At the time, it was devastating. Incomprehensible. Surreal. But now, half a year later, with her fat little cheeks and her gummy little grin, that extra chromosome seems to only make her extra cute. Luckily, many other moms like me share the same sentiment about their little ones, especially when they go through the characteristically atypical situations that come with parenting a child with special needs.

One story in particular gave me pause. A mom, speaking of her teenage foster daughter who has Down syndrome, shared a story about how her daughter just loved hugs. I mean, loved hugs.

Every chance she got, the daughter pounced her mom, and other family members, like a lion in the jungle, then clung on tight to give them a boa constrictor-worthy hug.

She hid behind furniture and walls, cast her eyes on her object of affection and then darted toward them like a speeding love bullet.

This passionate hug-fest occurred without warning ... and often at the most cumbersome times. The recipient was often holding things, completely unprepared for the über-enthusiastic embrace.

Finally, after having the breath knocked out of her one too many times, the mom said, “Honey, I love your hugs, but you can’t jump on me, you’re too big!”

“I’m big?” questioned the daughter with sincere puzzlement. It hadn’t ever occurred to her that she was big.

And with that simple validation, the hugs continued in a bit more gentle fashion.

The story warmed my heart as I looked at my little baby who would someday be big enough to squash me with hugs. I immediately thought: how beautiful to not know the size of your body, but only the size of your love.

In a society where we are so quick to focus on “special needs” as lacking something, I think it’s quite the opposite. It’s the something special that will give Kate a unique outlook, a profound capacity for love, and the ability to affect every one around her in a “big” way. All it took for me to learn that valuable piece of wisdom was six-and-a-half months.
Lauren Warner. Daqui

segunda-feira, 26 de março de 2012

A Associação Algarvia de Pais e Amigos das Crianças Diminuídas Mentais


A Associação Algarvia de Pais e Amigos das Crianças Diminuídas Mentais é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, sem fins lucrativos, e reconhecida como de Utilidade Publica Administrativa que foi fundada em Abril de 1968 e começou a funcionar em Janeiro de 1969, com 17 crianças com necessidades educativas especiais, no Salão do Mercado Municipal.

Os seus utentes são crianças, jovens e adultos com Deficiência Mental, ou Necessidades Educativas Especiais ou ainda em Situação de Risco de Exclusão Social. Esta instituição funciona em regime de semi-internato e acolhimento temporário.

A AAPACDM, de âmbito regional, tem como objectivo principal o apoio a crianças e jovens deficientes residentes em todo o Algarve.

Tem como objectivo secundário apoiar crianças e jovens, nomeadamente crianças e jovens em risco.

De forma a atingir os seus objectivos, a associação procura:

Reabilitar e Promover a Integração Social dos utentes, visando o seu bem-estar;

Promover o envolvimento de pais, técnicos e comunidade educativa nos processos de (Re)educação dos utentes;

Promover o apoio social das famílias que se tem no seu seio crianças ou jovens deficientes;

Promover e organizar actividades físicas, desportivas e culturais com finalidades lúdicas, formativas ou social de âmbito regional, nacional ou internacional;

Promover acções ou cursos de formação profissional com vista a uma integração dos utentes na comunidade e no mercado de trabalho;

Promover acções ou cursos de formação para a comunidade que esteja em contacto com cidadãos deficientes, nomeadamente, na área de cuidados primários, reabilitação, pedagogia e técnicas educativas;

Apoiar crianças e jovens em risco que necessitem de acolhimento;

Contribuir para o desenvolvimento da criança e jovem, com deficiência mental ou necessidades educativas especiais ou em risco de exclusão social de forma global para que este se expresse num clima de compreensão, respeito e afirmação pessoal e social.


A Associação conta com diversos apoios/parcerias de entre os quais se destacam: Câmara Municipal de Faro; Câmara Municipal de Olhão; Câmara Municipal de S. Brás de Alportel; Câmara Municipal de Loulé, assim como de algumas Juntas de Freguesia do Concelho de Faro, Governo Civil de Faro, Instituto Português da Juventude e Instituto Nacional de Reabilitação, Administração Regional de Saúde. Estes apoios são de natureza pontual e solicitados de acordo com as necessidades da Instituição, tais como, apoios referentes ao transporte, às actividades lúdico-recreativas, entre outras.

Saiba mais, como fazer donativos ou fazer-se sócio, através da consulta ao site desta associação, aqui.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Pessoas diferentes

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

APPDA-Algarve necessita voluntários para as férias da Páscoa


A associação APPDA-Algarve (Associação Portuguesa para as Perturbações de Desenvolvimento e Autismo) necessita voluntários para ajudar nas suas férias desportivas da Páscoa e para apoio escolar nas áreas de inglês, Português, matemática, trabalhos manuais e expressão dramática.
Os potenciais voluntários podem inscrever-se através do e-mail info@appda-algarve.pt ao cuidado da Dra Sandra Rodrigues, assistente social desta instituição.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

ASMAL- Associação de Saúde Mental do Algarve


A ASMAL - Associação de Saúde Mental do Algarve é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (I.P.S.S), sem fins lucrativos, de utilidade pública, fundada em Janeiro de 1991 e com sede em Loulé.
Está oficialmente acreditada pela DGERT (ex-IQF) como Entidade Formadora.
É sócia fundadora da FNERDM - Federação Nacional de Entidades de Reabilitação de Doentes Mentais e integra o Conselho Regional de Saúde Mental do Algarve.

Objectivos a curto e médio prazo:
•Promover a saúde mental em todas as fases da vida;
•Oferecer maior diversidade e qualidade nos serviços prestados aos clientes;
•Melhorar a eficácia e eficiência ao nível da Intervenção Residencial;
•Criar novos núcleos da associação no Barlavento Algarvio;
•Aprofundar o trabalho em parceria e as redes sociais;
•Colaborar para a desmitificação social da doença mental;
•Conceber e desenvolver estudos e projectos no âmbito das valências da Organização;
•Reforçar a sustentabilidade financeira da Organização.

domingo, 16 de outubro de 2011

Conferênci​a APPDA - Algarve "Perturbaç​ões do Desenvolvi​mento e Autismo - Metodologi​as e Terapias"

5 de Novembro no Auditório do Museu de Portimão

As inscrições são limitadas ao número de lugares do auditório, podendo ser realizadas pessoalmente na sede da associação, através de e-mail (info@appda-algarve.pt), fax ou telefone 282 431 476 / 964 662 596.

domingo, 7 de agosto de 2011

Pais com crianças portadoras de deficiências


Aceitam-se receber contactos dos pais de crianças especiais (portadoras de deficiências) no Barlavento algarvio com o objectivo de organizar as oficinas de pais nesta zona do Algarve.
Juntos teremos mais força para nos ajudarmos uns aos outros e aos nossos pequenos anjinhos. Para mais informações por favor visitem a pagina dos pais em rede

http://www.paisemrede.net/


OFICINAS DE PAIS/BOLSAS DE PAIS

Porque os "pais especiais" precisam de competências especiais para ajudar o/a filho/a no seu processo de

inclusão, criámos (Pais-em-Rede e ISPA) as Oficinas de Pais/Bolsas de Pais, com financiamento do Alto

Comissariado para a Saúde/Fundação Calouste Gulbenkian. Uma oficina experimental - 23 pais de todo o

país/9 formadores - construiu um modelo de formação parental em 2010.

Os 1ºs grupos de apoio emocional começaram no dia 12 de Março de 2011 em Lisboa.

DESTINATÁRIOS

Pais de filhos com deficiência, de qualquer idade, vivendo no território continental português.

OBJECTIVOS GERAIS

Compreender o papel de “pai/mãe especial”;

Analisar a imagem sobre a deficiência e entendê-la como um traço e não um rótulo.

Identificar comportamentos inadequados, substituindo-os por outros que sirvam os

objectivos de vida dos filhos com deficiência e família;

Gerir emoções, compreendendo os efeitos do/a filho/a com deficiência na família.

Aprender a procurar e aplicar a informação, aproveitando os recursos existentes.

Adquirir conhecimentos teóricos, necessários ao desempenho do papel de

pai/mãe/cuidador/formador;

Desenvolver competências ligadas ao trabalho de equipa, escuta activa e liderança;

Criar uma rede de pais prestadores de ajuda, de modo a apoiar outros pais na gestão do processo

de inclusão dos filhos.

ESTRUTURA

1 - Nível I: Grupos de apoio Emocional

Troca de experiências, encontro de pares, gestão de emoções, identificação de problemas e necessidades,

aprendizagem conjunta e mudança de atitudes.

Grupos de 15 pais, orientados por um profissional. Sessões: 8 quinzenais, 1ª de 4h, restantes 2h. Nos

intervalos haverá comunicação via Net sobre temas pré-determinados. Por avaliação conjunta, podem sair,

antes do prazo, para o 2º nível.

2 – Fortalecimento e Co-responsabilização

Grupos de 15 pais. Formação/informação: temas gerais (anúncio, processo de adaptação; comunicação

com o filho/família/sociedade; sexualidade; saúde e funcionalidade; direitos, recursos e apoios); temas

específicos (intervenção precoce; escola; autonomia e vida activa). 8 sessões, 1ª de 4h + 7 de 2h

(semanais).

3 – Formação de Pais Prestadores de Ajuda

15 pais (perfil adequado e nível 2). 36h presenciais e 14h de trabalho autónomo. Aprofundamento do nível

2, abarcando todas as fases; formação/informação em voluntariado e cidadania; trabalho de equipa e rede;

formas e canais de comunicação; autoconhecimento; relações interpessoais e gestão de conflitos;

instrumentos legais e aplicabilidade).

4 - Bolsas de Pais Prestadores de Ajuda

Prestação de ajuda a outros pais, nos hospitais e SNIPI, nas escolas e na vida activa.

5 - Supervisão

Assegura o rigor das intervenções dos pais que iniciam um percurso profissionalizante pioneiro. Mensal

e/ou sempre que necessário.

METODOLOGIA

Dinâmica de grupo, partilha de experiências de pais e formadores

Exposição de conceitos teóricos

Avaliação das sessões

COORDENAÇÃO

Geral: Prof. Doutora Júlia Serpa Pimentel (ISPA – Instituto Universitário)

Pais-em-Rede Dr.ª Luísa Beltrão (Direcção Pais-em-Rede)

Dr.ª Ilda Taborda (coordenação do Porto)

Coordenadoras pelas outras 6 universidades envolvidas

Facilitadoras

Dr.ª Mª João Santos

Dr.ª Sandra Dias

LOCAL e HORÁRIO

Combinados com cada grupo, e conforme a região onde decorrem.

CALENDARIZAÇÃO

Em 2011 irão funcionar em Lisboa, Évora, Porto e Aveiro.

Em 2012, além destes abrirão em Braga, Coimbra e Faro.

CERTIFICADO

Será entregue 1 certificado de frequência a todos os pais que terminarem o respectivo nível.


INSCRIÇÕES

As inscrições são feitas, quer por e-mail, quer por contacto, sempre com preenchimento do boletim de

inscrição (no site).

A inscrição será feita no centro mais próximo da sua região e de início apenas alguns serão seleccionados

mas todos terão acesso às Oficinas.

É um projecto pioneiro que vai transformar as mentalidades e melhorar as vidas das pessoas com

deficiência e famílias, facilitando uma real inclusão social.

Se tem o privilégio de participar, mantenha alta a motivação porque colabora na criação de uma sociedade

mais solidária na integração do(a) seu/sua filho(a)!




Poderá inscrever-se nos próximos grupos (participação totalmente gratuita) que irão ter lugar em:
LISBOA
PORTO
VISEU
VILA REAL
ALGARVE

Mais informações contacte

E-mail Geral da minha colega Teresa Ramalho mais o contacto

teresaramalho48@sapo.pt


Contacto Teresa Ramalho(Coordenadora do Nucleo Distrital de Faro)916983957

terça-feira, 26 de julho de 2011

Criança de 10 anos com sindroma de down salva bébé de 24 meses

Grandma's CPR revives drowning toddler: wwlp.com




One Wilbraham family very nearly lost a toddler who fell in the pool, nearly drowned, and had to be revived.

It was a birthday pool party this family will never forget. Lianne Azevedo had 25 or 30 guests at her Bittersweet Lane home in Wilbraham Wednesday afternoon, when the joy turned to terror.

Azevedo told 22News she couldn't believe what she saw when her 12 year old daughter Sophia came up to her in the back yard. "And I turned, and she was holding my grand-baby. Limp and blue."

Certified in first aid, Lianne knew what to do almost instinctively.

"I put him on the ground, and I began CPR. And then he began to gurgle. And when he finally began to gurgle, I rolled him over, tried to get the water out of his lungs," Azevedo said.

This rescue was a family effort. Lianne's 12 year old daughter Sophia spotted the baby in the water after she was alerted by her 10 year old niece, Annie, who has Downs Syndrome.
Sophia Acevedo told 22News, "I jumped in and I grabbed him. I was just scared. I thought he was gonna die. I really thought he was dead at the time."

Azevedo said this situation serves as a stark reminder to anyone with a swimming pool to keep tabs on the kids, because they act fast. "He had just arrived, and someone was going to get his bathing suit. It was just (snap fingers) like that!"

The EMT's praised Lianne for her fast action that saved the little boy's life. Little Brady Dones was awake and alert when he went to the hospital, and he's expected to be okay.

Daqui

Como refere um comentador sobre esta história:
We know that 9 in 10 mothers who find that their child has Downs Syndrome choose to abort their children, but if they just knew how much of a blessing these children are, they would choose differently. If Annie Walsh wasn’t there, it is possible that the two year old toddler wouldn’t have been rescued in time.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Grã-Bretanha: nova eugenia de bebés com deficiências

Aborto até em caso de palato fendido


O governo britânico acaba de tornar pública uma inquietante série de informações sobre abortos tardios e eliminação de bebês com deficiências: na Inglaterra e em Gales, são abortados até bebês com palato fendido, pé torto e síndrome de Down.


Segundo a BBC (4 de julho), conseguir essas estatísticas não foi fácil. Em 2003, o Departamento de Saúde decidiu suspender a publicação de informação sobre abortos tardios, depois de protestos generalizados contra os abortos de bebês com palato fendido.


Com base na legislação sobre a liberdade de informação, a ProLife Alliance solicitou detalhes sobre esse tipo de aborto. O Departamento de Saúde negou-se a dar informações, e só com ordem do Tribunal Supremo tornou os dados finalmente públicos.


O site do Departamento de Saúde revela abortos realizados por causa de defeitos genéticos ou deficiências e abortos feitos em meninas com menos de 16 anos.


Em nota à imprensa (4 de julho), a ProLife Alliance se disse satisfeita com a publicação dos dados, que havia solicitado em fevereiro de 2005.


A satisfação não é compartilhada por Ann Furedi, diretora executiva do British Pregnancy Advisory Service, que faz os abortos. “A publicação dessas estatísticas depois de uma campanha do lobby anti-aborto é mais um passo no desejo deles de vingança”, afirmou à BBC.


Discriminação dos deficientes


Em 2010, 482 bebês com síndrome de Down foram abortados. Dez com mais de 24 semanas. Outros 181 foram abortados devido ao histórico familiar de doenças hereditárias. Em total, houve 2.290 abortos em 2010 por problemas genéticos ou deficiências. Destes, 147 depois da 24ª semana de gestação.


Em declaração pública, a Sociedade para a Proteção das Crianças Não Nascidas (SPUC) manifestou preocupação com os dados sobre os abortos.


Anthony Ozimic, diretor de comunicação do SPUC, comenta: “Entre 2001 e 2010, o número de abortos por deficiências aumentou um terço, 10 vezes mais que os abortos em geral. É claro que o aborto legal é um sistema que discrimina, de modo fatal, os deficientes”.


A Inglaterra e Gales não são os únicos lugares em que ocorre a eliminação seletiva. Cerca de 6.000 crianças com síndrome de Down nascem por ano nos Estados Unidos. O número se reduziu desde a generalização do diagnóstico pré-natal.


Houve uma queda de 11% entre 1989 e 2006, período em que se esperava aumento, segundo reportagem da Associated Press (12 de junho) sobre o diagnóstico pré-natal.


Houve ainda um importante número de abortos em meninas menores de idade na Inglaterra e em Gales. Em 2010, foram 3.718 abortos em menores de 16 anos. Os números mostram 2.676 abortos em idades de 14 a 15 anos, 906 de 13 a 14 anos, 134 de 12 a 13 anos, e dois em menores de 12 anos. No período 2002-2010 houve em total 35.262 abortos em menores de 16 anos.


As últimas informações não são a única causa de preocupação sobre o aborto na Inglaterra e em Gales. O número de abortos aumentou 8% na última década. Em comunicado no dia 24 de maio, o Departamento de Saúde afirmou que o número total de abortos em 2010 foi de 189.574, 8% a mais que em 2000 (175.542).


O índice de abortos ficou acima de 33 por 1.000 mulheres entre 19 e 20 anos. As mulheres solteiras representam 81% de todos os abortos. Em geral, 91% dos abortos foram feitos antes da 13ª semana de gestação, com 77% antes da 10ª semana.


Os abortos médicos, ou seja, feitos com o uso de medicamentos, somam 43% do total, notável aumento em comparação com 2000, quando eram 12%.


Micaela Aston, da organização Life, expressa preocupação com a tendência das mulheres a fazer a abortos tão cedo: “É vital dar tempo às mulheres para pensar nas opções. Dados de outros países sugerem que períodos de ‘esfriamento’ antes do aborto podem reduzir essa prática, já que as mulheres e as famílias têm mais tempo para considerar as opções” (Telegraph, 24 de maio).


Reincidências


O relatório do Departamento de Saúde aponta aumento na quantidade de mulheres que reincidem no aborto. Em 2010, 34% das mulheres que abortaram já tinham abortado antes. É uma porcentagem 30% maior que a de 2000.


Estudo recente sublinha os perigos de um alto número de abortos em idade jovem, ou de ter abortos múltiplos. Pesquisas com um milhão de gravidezes na Escócia durante 26 anos mostraram que as mulheres que abortaram têm mais probabilidades de um parto prematuro e outras complicações.


Segundo reportagem do Times (5 de julho) sobre estas pesquisas, as mulheres que abortaram têm 34% a mais de probabilidades de um filho com nascimento prematuro do que as grávidas pela primeira vez.


O número sobe para 73% nas mulheres que têm o segundo filho, quando normalmente elas deveriam ter risco menor de parto prematuro.


Sohinee Bhattacharya, da Universidade de Aberdeen, dirigiu a pesquisa, ainda em etapa preliminar e não publicada.


O risco de dar à luz antes do tempo aumenta notavelmente se uma mulher tiver tido mais de dois abortos. Uma em cada cinco mulheres que tiveram quatro abortos dará à luz antes das 37 semanas, em comparação com menos de uma em cada 10 mulheres que tiveram um só.


Bhattacharya explica que o risco de um nascimento prematuro é de cerca de 6%, enquanto que em mulheres que tiveram um aborto eleva-se a 10%.


Apesar de que o número de mulheres que se verão afetadas por isso é relativamente pequeno, Josephine Quintavalle, da ProLife Alliance, declarou ao Times que isso traz evidências sólidas do impacto do aborto na saúde.


“Independentemente da postura de alguém quanto à moralidade do aborto, é mais que evidente que deveria ser uma parte essencial dos protocolos de consentimento informado alertar as pacientes sobre os riscos muito reais de sofrer abortos não desejados no futuro”, assinala.


Consciência moral


No dia 26 de fevereiro, Bento XVI se dirigiu aos membros da Pontifícia Academia para a Vida, que tinham se reunido para seu encontro anual. Um dos temas tratados foi o trauma sofrido pelas mulheres que tiveram um aborto.


O Papa assinalou que a dor psicológica vivida pelas mulheres que abortaram “revela a voz insuprimível da consciência moral e a ferida gravíssima que ela padece cada vez que a ação humana atraiçoa a vocação inata ao bem do ser humano, que ela testemunha”.


Ele também criticou os pais que deixam sós as mulheres grávidas. Segundo Bento XVI, estamos em um momento cultural em que houve um eclipse do sentido da vida, que debilitou a percepção da gravidade do aborto. Não há melhores evidências disso que os últimos dados da Grã-Bretanha.


Daqui.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

APPDA precisa de voluntários para férias desportivas


A APPDA - Algarve, Assoc. Portuguesa para as Perturbações de Desenvolvimento e Autismo necessita de 1 ou 2 voluntários para auxiliarem nas suas Férias Desportivas com crianças e jovens que terão lugar no próximo mês de Agosto.

A APPDA preparou actividades divertidas e adaptadas à condição dos meninos, mas precisam de voluntários.

Quem estiver interessado em participar pode contactar Marisa Neves directamente para o seu e-mail marisaneves@appda-algarve.pt

Rua Bento de Jesus Caraça, nº8 r/c esq.

8500-570 Portimão

Tel./Fax. 282 431 476

Telm. 964 662 596

Site: www.appda-algarve.pt

quarta-feira, 1 de junho de 2011

domingo, 29 de maio de 2011

Textos Rádio Costa D'Oiro de 17 a 30 de Maio


Dia 17/05 –
No passado dia 14 de Maio, a Plataforma Algarve pela Vida, com o apoio de várias entidades, promoveu um encontro de promoção da solidariedade social e angariação de voluntários com cerca de 10 instituições do concelho de Portimão.
A resposta dos portimonenes, em ternos de angariação de voluntariado foi pouco significativa, em contraste com as ofertas de bens alimentares, roupas e brinquedos, que foi bastante generosa, tendo, no final, os vários haveres sido distribuídos entre as associações presentes.
Em simultâneo, esta foi também uma excelente oportunidade para as várias associações inter-agirem entre si, trocando experiências, identificando necessidades e apontando sinergias com vista a uma cooperação que permita actuar em favor da pessoa carenciada.


Dia 18/05 –
A recente situação ocorrida com o presidente do FMI leva-nos a questionar algumas supostas verdades feitas que nos querem impingir sobre a eficácia da educação sexual.
Deve a educação sexual ser iminentemente informativa ou deverá, além disso, educar para a moderação do impulso sexual ?
No caso do presidente do FMI; a confirmarem-se os factos que lhe são imputados, resulta que, pelo seu elevado nível intelectual e cultural, certamente saberia como colocar um preservativo ou quais os métodos de planeamento familiar e como funcionam.
Mas não é o facto de ter essa informação que faz com que alguém ipso facto, consiga racionalizar os seus impulsos sexuais. Falta educar a vontade e isto só se consegue, através do diálogo, em família; da prática de desporto, do contacto com a natureza e a criação de hábitos de auto-disciplina.


Dia 19/05 –
O que é a teoria da anomia?
Este termo foi cunhado por Émile Durkheim em seu livro “O Suicídio”
A anomia é um estado de falta de objetivos e perda de identidade, provocado pelas intensas transformações ocorrentes no mundo social moderno.
A partir do surgimento do Capitalismo como forma de explicar o mundo, há um brusco rompimento com valores tradicionais, fortemente ligados à concepção religiosa.
A Modernidade, com os seus intensos processos de mudança, não fornece novos valores que preencham os anteriores valores demolidos, ocasionando uma espécie de vazio de significado no cotidiano de muitos indivíduos. Há um sentimento de se "estar à deriva,"
Por sua vez, Robert Merton, em 1949 no seu livro “Estrutura Social e Anomia”
associa a anomia à prática de certos crimes e comportamentos anti-sociais (alcoolismo e toxicodependência).


Dia 20/ 05 –-
A Associação VIVAHÁVIDA promove a 2ª Edição do Prémio VIVAHÁVIDA com o seguinte slogan:
Missão: Salva o bebé!
Pretende-se premiar o conteúdo (em filme, audiovisual, texto, ou simplesmente gráfico) que contribua para:
- ajudar uma mulher com dúvidas a levar a gravidez até ao fim;
- estimular uma atitude de respeito e amor perante cada nova vida humana;
- uma perspectiva responsável da sexualidade humana.

São destinatários todos os jovens com idade compreendida entre os 14 e os 25 anos inclusive.
A data limite para a entrega dos trabalhos é o próximo dia 15 de Setembro de 2011. e o prémio tem um valor de 1.500 Euros.
Para mais informações pode consultar o site http://www.vivahavida.pt/

Dia 23/ 05 –-

A prostituição não pode ser separada da questão da dignidade das mulheres. A legalização da prostituição significa que o governo e a sociedade em geral estão dispostos a aceitar a desumanização e a coisificação das mulheres.
Senão vejamos;

- Muitas mulheres estão na prostituição para sustentar a sua toxicodependência ou obterr dinheiro para outras necessidades desesperadas.

- A prostituição aumenta notavelmente os riscos graves para a saúde das mulheres, particularmente sida, herpes e hepatite C.

- A prostituição está associada à violência, escravidão e ao tráfico sexual sobre essas mulheres.

- A prostituição prejudica as relações heterossexuais e as famílias. A esposa ou namorada de um homem que utiliza serviços sexuais é notavelmente afetada. Se o homem guarda em segredo o uso desses serviços, quebra os fundamentos da confiança e da honestidade na sua relação. Se os usa abertamente, pode levar à ruptura da sua relação.

- Por fim, a indústria da prostituição prejudica o ideal das relações igualitárias entre homens e mulheres


Dia 24/05
Em 1998, a Suécia aprovou uma legislação que penaliza a compra, mas não a venda de serviços sexuais. As mulheres e crianças vítimas da prostituição não correm o risco de sanções legais, mas a compra desses serviços passou a ser um delito penal.


De acordo com um estudo oficial que, em 2 de julho de 2010, avaliou a legislação sueca desde o seu início em 1999 até 2008, a prostituição de rua caiu pela metade após a adoção da nova lei.

Segundo o documento, esta experiência mostrou que a penalização da compra de sexo foi um instrumento importante tanto na luta contra a prostituição como contra o tráfico de pessoas para fins sexuais e teve um eficaz de dissuasão para quem compra sexo, evitando os efeitos negativos associados a esta prática.


Dia 25/05 –
A família no futuro e, em particular, agora nestes tempos de crise económica, devem actuar de forma a promover promver 3 objectivos:
Em primeiro lugar, as famílias devem ser uma fonte de vida, contribuindo para combater o grave problema demográfico de envelhecimento da população e reforçar a sustentablidade da economia e das empresas.
Em segundo lugar, as famílias têm que ser o garante da solidariedade intergeracional já que o Estado não terá capacidade para suportar todas as situações de pobreza, desemprego, reforma e solidão.
Em terceiro lugar, as famílias, deverão assumir a responsabilidade de serem uma escola de competências e valores.
É urgente trazer este tema para o debate nacional e para as preocupações dos líderes empresariais portugueses, porque o nosso futuro será o que começarmos hoje a construir
Este texto é da autoria do Dr Pedro Rocha e Mello, administrador do grupo Mello

Dia 26/05 –
Na sequência de uma pergunta que nos colocaram diretamente, através do nosso e-mail algarve.vida@gmail.com sobre como adquirir o dístico de deficiente para efeitos de direito a estacionar em parques públicos, informamos que a resposta encontra-se no site do IMTT é a seguinte:

O cartão de estacionamento para pessoas com deficiência, só pode ser atribuído a quem seja portador de deficiência motora, ao nível dos membros superiores ou inferiores, de carácter permanente e de grau igual ou superior a 60%, validada por atestado médico de incapacidade multiuso.
Para obter o cartão, deve dirigir-se aos Serviços do IMTT da área da residência e entregar os documentos necessários.
Em breve, estará disponível o pedido de Cartão de Estacionamento por meio electrónico.
O cartão é válido por 10 anos e deve ser colocado sobre o pára-brisas dianteiro do veículo.

Dia 27/05 –-
Nó sindroma pós-aborto podem ser identificadas 3 fases diferentes:

1) Tristeza.
2) Reviver continuamente o momento traumatizante do aborto de um modo muito profundo indo aos pormenores de recordar a roupa da enfermeira, a cor da da salaou tão simplesmente o pensar “como é que seria o bébé agora”, se tivesse nascido.

3) Por fim, a depressão profunda, com ansiedade e insónias, perda da líbido e em casos mais graves o equacionar do suícidio como forma de acabar com a dor.

Como diz o Profesosr Willke: "é máis fácil tirar a criança do útero do que à sua mãe tirá-lo do seu pensamento”


Dia 30/05 –
A associação “Elos de Espera” tem a sua sede no Hospital do Barlavento e funciona em estreita sintonia com o serviço social deste hospital; actua em regime de voluntariado a favor de todos os utentes internados e em consulta e tem como objectivos:
Acompanhar o doente e seus familiares, contribuir para a humanização dos serviços hospitalares, proporcionar ao utente o apoio emocional e minimizar o seu sofrimento e o dos seus familiares.
A associação está situada no Piso 0, no serviços social e funciona de 2ª a domingo, das 9 às 19 horas.
Para ser voluntário basta ter mais de 18 anos, vontade e motivação para ajudar o próximo
Os contactos telefónicos são 282 450 316 e a responsável é a dra Gina Bento.