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terça-feira, 14 de abril de 2009

Agradecimento

Lisboa, 3 de Abril de 2009.


Caro(a) Amigo (a),

Volvido algum tempo sobre o 1.º Congresso Nacional da Maternidade, cabe-nos agora agradecer a todos os que o tornaram possível.

Foi com muito gosto e entusiasmo que o organizamos. Mas foi também com redobrado gosto que vimos a adesão que o mesmo colheu e a forma empenhada como Congressistas e Oradores aceitaram este desafio.

O Congresso teve cerca de 500 Congressistas, vindos de Norte a Sul do país, de todas as classes sociais, religiosos e laicos, políticos e cidadãos anónimos, de diversas profissões e muitos foram os que nestes dias tiveram palavras de entusiasmo.
A todos o nosso muito obrigado.

Os textos do Congresso serão, em breve, disponibilizados no site da Federação Portuguesa pela Vida.

Estamos na expectativa dos frutos futuros. E, prometemos continuar a trabalhar em prol da cultura da Vida e do Amor.

Com um grande obrigado,

Isilda Pegado
(Presidente da Federação Portuguesa pela Vida)

Margarida de Lancastre
(Directora de AAHA - Museu das Crianças)

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Crise da maternidade e razões de esperança


Sob o mote "Porque todos somos filhos", realizou-se nos dias 6 e 7 de Março, o 1º Congresso Português da Maternidade. Organizado pela Federação Portuguesa pela Vida e pelo Museu das Crianças, o congresso contou com a presença de vários especialistas que debateram a maternidade nos diversos campos da sociedade e apontaram caminhos para um papel que nem sempre é valorizado nos dias de hoje.

Assinado por Mariana Correia de Barros Data: 21 Março 2009

O mote foi dado pelo reitor da Universidade Católica, Manuel Braga da Cruz, ao falar do "afastamento dos valores da fertilidade e maternidade do horizonte familiar". Uma tendência igualmente referida por Isilda Pegado, Presidente da Federação Portuguesa pela Vida, ao salientar "a cultura individualista e pouco generosa com a vida" aliada à falta de apoios da sociedade para mães com carreiras profissionais, às falhas no urbanismo, no direito e na educação. Temáticas que foram desenvolvidas durante o congresso.

A maternidade como valor social foi apresentada por Lola Velarde, Presidente do Instituto de Política Familiar - Rede Europeia. A especialista analisou dados demográficos de uma Europa envelhecida: nível de fecundidade cada vez mais baixo, mulheres a terem filhos mais tarde, aumento do número de filhos fora do casamento e uma média de um aborto a cada 27 segundos no continente europeu. "Tudo isto demonstra que se vive uma crise da maternidade", declarou Lola Velarde, para quem outros problemas sociais e culturais contribuem para a crise: "os lobbies que pressionam o governos, uma agenda oculta que pretende controlar a natalidade e uma noção da maternidade como papel substituível". Porém, afirmou, há razões de esperança que residem "nalguns acordos universais que apoiam a família, como a convenção sobre os direitos da criança, e a força da família como instituição eficaz, com valores educativos fortes, e até como ajuda na crise económica".

Marcelo Rebelo de Sousa, professor universitário e comentador na RTP1, salientou que a crise da natalidade pode encontrar-se também na "falta de dinamismo e iniciativa". "Temos necessidade de estratégias de vida, porque a natalidade é indissociável da maternidade e paternidade", disse o professor de Direito da Universidade de Lisboa. "Tudo depende da educação, que começa com os pais ainda antes do nascimento e termina na morte. Os anos decisivos são principalmente os que rodeiam a educação pós-nascimento". Segundo Rebelo de Sousa, assisti-se ainda a uma crise nos "educadores clássicos" - família,Igreja e escola -, que hoje são substituídos pela televisão, internet e novas formas de associação e integração de jovens. "De todos estes, quem continua a ter o melhor papel educativo é a família, com a vocação da maternidade e paternidade, prolongado ao longo da vida". "Valeria a pena fazer um debate global sobre esta questão para que os legisladores optassem por um pacote de medidas coerente", salientou, defendendo o "optimismo" como arma "fundamental".
Maternidade e Economia
A economia também tem relações com a maternidade. Há um precioso "contributo para um crescimento económico, sustentado a prazo, que se centra na mãe", defendeu o economista Fernando Branco. O capital humano, cuja medição é feita em capacidades cognitivas (escolaridade, formação) e capacidades não cognitivas (ética, motivação), são potenciadas durante a infância. Segundo o economista, as soluções passam por "estimular condições para a maternidade de qualidade a longo prazo, dirigir a intervenção para crianças nascidas em meios desfavorecidos e colocar em cima da mesa, prioridades de política pública", já que o investimento nas crianças tem um alto valor económico e social.António Jorge Fontes, arquitecto, apresentou soluções urbanísticas para potenciar o crescimento da família. As cidades do futuro devem albergar comunidades mistas, não devem ser sectorizadas, mas antes um centro de serviços, habitação e trabalho, ao mesmo tempo que integram todas as comunidades sociais. Tendo como pano de fundo a perspectiva da criança, é preciso seguir alguns critérios na escolha de casa. Estar perto de um espaço comunitário ou para brinquedos, jardins, escola, entre outras. O arquitecto falou ainda da forma e dimensão do espaço e da importância da "flexibilidade para se ir agregando às funcionalidades e alargamento da família".
Sobre psicologia e maternidade falou a pedopsiquiatra Susana Farinha. "Dos pais, os filhos esperam uma história, um passado, memórias e tradições. Esperam uma identidade própria, serem reconhecidos como filhos e recolhem conteúdo que mais tarde os ensinam a ser pais. Esperam segurança e que os pais lhes mostrem o mundo real, ensinando-os a construir defesas. Os pais procuram nos filhos a continuidade, como um testemunho e a entrega".
Nas conclusões deste 1º Congresso Nacional da Maternidade António Maria Pinheiro Torres, da Federação Portuguesa pela Vida, realçou a importância de se criarem condições para uma efectiva maternidade e paternidade: o reconhecimento por parte dos poderes públicos da influência que um vínculo estável entre homens e mulheres proporciona à criança e da importância de tudo o que faz parte da experiência humana da maternidade e paternidade.

Mariana Correia de Barros

segunda-feira, 9 de março de 2009

Congresso da Maternidade

Gentil Martins, médico pediatra, lamenta a pouca tradução que o I Congresso teve na opinião pública. “Não estiveram cá televisões que poderiam traduzir o impacto social que estas questões merecem”. O médico explica que “só a comunicação social pode alterar alguma coisa. Se a sociedade estiver calada, o poder político faz todos os disparates que quiser sem se preocupar. Só quando sentir uma reacção efectiva é que os poderes políticos se questionam”.

Gentil Martins foi um dos intervenientes no I Congresso da Maternidade. “A vida humana merece todo o respeito e não percebo como os políticos a esquecem. A declaração dos direitos humanos parece letra morta”, afirma à Agência ECCLESIA.

O médico pediatra afirma não se poder “continuar no caminho que temos tomado” e refere que “se enche a boca para falar de liberdade e depois tira-se a liberdade às pessoas. Criticava-se a ditadura e agora cria-se uma nova ditadura, porque isto não é liberdade”.

“Ser verdadeiramente livre é outra coisa. Implica querer educar os meus filhos como eu entender, ir ao médico que eu quiser, entre muitas outras questões”.

Gentil Martins refere ainda que equiparar um casamento homossexual ao casamento entre um homem e uma mulher a “é um grande disparate, quer em termos biológicos como também científicos. A sociedade só se desenvolve havendo um homem e uma mulher. A própria criança depende da estabilidade de pai e mãe”.

Conclusões do 1º Congresso da Maternidade



CONCLUSÕES DO Iº CONGRESSO NACIONAL DA MATERNIDADE


1. A MATERNIDADE E A PATERNIDADE SÃO VALORES SOCIAIS EMINENTES. ESTA AFIRMAÇÃO É UMA EVIDÊNCIA DA EXPERIÊNCIA HUMANA DE TAL MODO FORTE QUE MERECEU MESMO CONSAGRAÇÃO NA CONSTITUIÇÃO PORTUGUESA.


2. DA MATERNIDADE E DA PATERNIDADE RESULTAM A VIDA HUMANA. AMBAS SÃO A PRIMEIRA INSTÂNCIA DO RECONHECIMENTO DA SUA DIGNIDADE E PRIMEIRO LUGAR DA SUA PROTECÇÃO DESDE A CONCEPÇÃO.


3. A MATERNIDADE E A PATERNIDADE SÃO A ORIGEM DE HOMENS E MULHERES, A MAIOR RIQUEZA DAS NAÇÕES. A HUMANIDADE É ASSIM AQUELA INSTÂNCIA DA CRIAÇÃO EM QUE ESTA TOMA A CONSCIÊNCIA DE SI PRÓPRIA DESTINADA A USUFRUIR E CONSTRUIR O MUNDO EM QUE TODOS HABITAMOS


4. POR ISSO A CRIAÇÃO DE CONDIÇÕES PARA QUE DA FERTILIDADE HUMANA RESULTEM TODOS OS SEUS EFEITOS DESEJADOS E ESPERADOS É UM IMPERATIVO PARA TODOS E PARA OS PODERES PÚBLICOS EM GERAL QUE NÃO PODEM NEM DEVEM CRIAR DIFICULDADES À SUA LIVRE EXPRESSÃO.


5. A CRIAÇÃO DE UM AMBIENTE EM QUE A MATERNIDADE E A PATERNIDADE PODEM REALIZAR A SUA POTÊNCIA, EM QUE O RESULTADO DESTA, AS CRIANÇAS, PODEM ENCONTRAR UM AMBIENTE FAVORÁVEL AO SEU CRECIMENTO E DESENVOLVIMENTO É UM IMPERATIVO DE SOBREVIVÊNCIA DO HOMEM E UMA EXIGÊNCIA QUE TODOS SOMOS CHAMADOS A FAZER A QUEM TEM NAS SUAS MÃOS A REALIZAÇÃO DO BEM COMUM


6. DAS CRIANÇAS DEPENDE O FUTURO DA HUMANIDADE. O SEU INTERESSE, DE QUE A MATERNIDADE E A PATERNIDADE SÃO A PRIMEIRA INSTÂNCIA DE RECONHECIMENTO E PROTECÇÃO, NÃO PODE EM QUALQUER CIRCUNSTÂNCIA SER POSTO EM CAUSA OU OBJECTO DE INSTRUMENTALIZAÇÃO.


7. DE ESTUDOS APRESENTADOS, NOMEADAMENTE OS QUE RESULTAM DE UM DOS MAIS RECENTES PRÉMIO NOBEL, TORNOU-SE EVIDENTE COMO PARA ALÉM DA QUESTÃO DEMOGRÁFICA, FACTOR DE DESENVOLVIMENTO E SOBREVIVÊNCIA DA HUMANIDADE, DA MATERNIDADE E PATERNIDADE, ENCORAJADAS, PROTEGIDAS E ACARINHADAS, RESULTA O AMBIENTE MAIS PROPÍCIO A UM CRESCIMENTO SAUDÁVEL DE QUE RESULTA UMA MAIOR QUALIDADE E RIQUEZA DA CONTRIBUIÇÃO DAS NOVAS GERAÇÕES PARA OS DESENVOLVIMENTO ECONÓMICO E SUSTENTÁVEL.


8. ESTUDOS RECENTES E MULTIPLOS DEMONSTRAM COMO O VÍNCULO SEGURO E ESTÁVEL ENTRE UM HOMEM E UMA MULHER SE ESTENDEM NOS SEUS EFEITOS ÀS CRIANÇAS E LHE PROPORCIONAM O AMBIENTE IDEAL DE CRESCIMENTO.


9. A FAMÍLIA, RESULTANTE DO CASAMENTO, A UNIÃO ENTRE HOMEM E MULHER, É SIMULTÂNEAMENTE RESULTADO E LUGAR INDISPENSÁVEL À REALIZAÇÃO DA MATERNIDADE E PATERNIDADE. A DIGNIDADE, ESTABILIDADE E SEGURANÇA DO CASAMENTO SÃO POR ISSO INSTRUMENTOS FUNDAMENTAIS PARA QUE SE POSSAM REALIZAR NAS MELHORES CONDIÇÕES A MATERNIDADE E A PATERNIDADE. AOS PODERES PÚBLICOS APENAS CABE RECONHECER O QUE JÁ RESULTA DA EXPERIÊNCIA HUMANA RECUSANDO-SE A QUALQUER ENGENHARIA SOCIAL OPOSTA A ESTA INSTITUIÇÃO.


10. SENDO A MATERNIDADE E A PATERNIDADE GERADORAS DE FAMÍLIA, A CÉLULA BASE DA SOCIEDADE, IMPÕE-SE O RESPEITO DO PRINCÍPIO DA SUBSIDIARIEDADE PELO QUAL NÃO DEVE NENHUMA INSTÂNCIA PROPOR-SE A FAZER O QUE A ANTERIOR PODE REALIZAR EM MELHORES CONDIÇÕES. O RESPEITO DESTE PRINCÍPIO DEVE COMEÇAR DESDE LOGO NA EDUCAÇÃO DOS FILHOS, UMA FUNÇÃO INSUBSTITUIVEL DOS PAIS, Á QUAL O ESTADO É APENAS SUPOSTO AJUDAR NA MEDIDA EM QUE LHE FOR PEDIDO E SEMPRE OBEDECENDO ÁS SUAS INDICAÇÕES.


11. PARA UM AMBIENTE PLENAMENTE FAVORÁVEL À MATERNIDADE E PATERNIDADE É INDISPENSÁVEL QUE SEJAM RESPEITADAS AS LIBERDADES DE CONSCIÊNCIA E RELIGIOSA DE FORMA A QUE OS PAIS E AS MÃES POSSAM REALIZAR A SUA PRÓPRIA HUMANIDADE NAS CONDIÇÕES IDEAIS, ÚNICAS QUE PROPORCIONAM ÀS CRIANÇAS GERADAS AS CIRCUNSTÂNCIAS ADEQUADAS AO SEU PRÓPRIO CRESCIMENTO E AO DESENVOLVIMENTO PLENO DAS SUAS POTENCIALIDADES.


12. A MATERNIDADE E PATERNIDADE SENDO DADOS DA NATUREZA HUMANA NÃO DEPENDEM DOS PODERES PÚBLICOS. NO ENTANTO ESTES DEVEM CRIAR AS CONDIÇÕES NECESSÁRIAS (SOCIAIS, ECONÓMICAS, CULTURAIS) PARA QUE AQUELAS SE POSSAM REALIZAR PLENAMENTE ABSTENDO-SE DE TODAS AS ATITUDES E MEDIDAS QUE AS PODEM PREJUDICAR. EM DEMOCRACIA OS PODERES PÚBLICOS RESULTAM DA VONTADE LIVREMENTE EXPRESSA DE TODOS OS CIDADÃOS. ESSA VONTADE NO ENTANTO TEM OS LIMITES QUE RESULTAM DA CONDIÇÃO E DIGNIDADE HUMANAS SEM O QUE NÃO EXISTE POSSIBILIDADE DE LIVRE DESENVOLVIMENTO DA HUMANIDADE E DE CADA UM PROSSEGUIR A SUA FELICIDADE. NO LIMITE É MESMO A PRÓPRIA DEMOCRACIA QUE É POSTA EM CAUSA PORQUE O SEU FUNDAMENTO É A DIGNIDADE HUMANA.


13. EM PORTUGAL NOS PRÓXIMOS MESES TODOS OS CIDADÃOS SERÃO CHAMADOS A PRONUNCIAR-SE SOBRE A CONDUÇÃO DO DESTINO COLECTIVO. NÓS HOMENS E MULHERES, PAIS E MÃES, REUNIDOS NESTE CONGRESSO, ESTAREMOS PRESENTES NESSAS CIRCUNSTÂNCIAS AFIRMANDO O VALOR DA MATERNIDADE E PATERNIDADE E VERIFICANDO EM CADA MOMENTO QUEM E COMO SE PROPÕE A COLOCAR ESTA QUESTÃO EM DISCUSSÃO PÚBLICA E DECIDIDO A PROPOR MEDIDAS CONCRETAS QUE AS FAVOREÇAM.


LISBOA, UNIVERSIDADE CATÓLICA PORTUGUESA, 7 DE MARÇO DE 2009

quinta-feira, 5 de março de 2009

Presenças do Algarve pela Vida no 1º Congresso Nacional da Maternidade

3 colaboradores do blog "Plataforma Algarve pela Vida" estarão, amanhã, no 1º Congresso Nacional da Maternidade, a Alexandra Chumbo, o José Maria André e o Miguel Reis Cunha.

Haverá certamente "feed-back" nos dias seguintes, neste mesmo blog.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Programa do 1º Congresso Nacional da Maternidade

Programa

Dia 6 - 6ª FEIRA
15:00h RECEPÇÃO
15:30h UM MOMENTO MUSICAL - Museu das Crianças
16:00h SESSÃO DE ABERTURA
Isilda Pegado (Pres. da Federação Portuguesa pela Vida)
Margarida de Lancastre (Directora do Museu das Crianças)

16:30h 1º PAINEL
TEMA: «Porque todos somos filhos»
Marcelo Rebelo de Sousa (Professor Universitário)
Marie-Cassiotou (Deputada Europeia e Presidente do InterGrupo da Família e da Criança do Parlamento Europeu)

17:20h INTERVALO

17:40h 2º PAINEL
Presidente de Mesa: D. Isabel de Bragança
Moderador: Aura Miguel (Jornalista)
Vídeo clip Museu das Crianças
«A maternidade no ciclo da vida»
TEMA: Maternidade, um valor social I
Maria Teresa Ribeiro (Professora Universitária)
Fernando Branco (Professor Universitário)

18:55h INTERVALO

19:10h 3º PAINEL
Presidente de Mesa: Cristina Carvalho (Presidente do Vida Norte)
Moderador: Raquel Abecassis (Jornalista)
TEMA: Maternidade, um valor social II
Lola Velarde (Pres. do Inst. de Política Familiar - Rede Europeia)
DEBATE

20:00h SURPRESA MUSICAL
20:30h FIM

Dia 7 - SÁBADO
09:30h ENTRADA
10:00h 1º PAINEL
Presidente de Mesa: Rui Corrêa d'Oliveira (Federação Portuguesa pela Vida)
Moderador: Augusto Madureira (Jornalista)
TEMA: Que respostas
Ana Ramalheira (Professor Universitário)
António Jorge Fontes (Arquitecto - Urbanismo e Família)

10:45h 2º PAINEL
Presidente de Mesa: Gentil Martins (Professor Universitário, Pediatra)
Moderador: Isabel Teixeira da Mota (Jornalista)
TEMA: Ciência e Maternidade
Susana Farinha (Médica Psiquiatra da Infância e Adolescência)
Exemplos de vida

11:45h INTERVALO

12:10h 3º PAINEL
Presidente de Mesa: Teresa Tomé Sarmento (Professora Universitária)
Moderador: Bárbara Wong (Jornalista)
TEMA: A Educação e a Maternidade
Mário Pinto (Professor Universitário)

12:40h CONCLUSÕES DO CONGRESSO
António Maria Pinheiro Torres (Federação Portuguesa pela Vida)

13:10h FINAL Museu das Crianças
13:30h FIM

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009