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Sexta-feira, 17 de Maio de 2013
Petição: «UM DE NÓS»
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Nelson Rodrigues
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Labels: Apoio à vida, Ciência e Vida, embriões humanos, Petição
Quinta-feira, 16 de Maio de 2013
Descubra as diferenças
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Liliana F. Verde
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14:15
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Labels: Demografia, Nova lei do aborto
Nascem menos mil bebés por mês
Os registos de nascimentos revelam nos primeiros 4 meses de 2013 uma queda de 12,6% em relação ao ano passado, que já foi o pior de sempre
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Liliana F. Verde
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14:13
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Labels: Demografia
Clínica ilegal na Amadora
E sobre isto, o Parlamento não se prenuncia?
O que acontece ao aborto clandestino? Também vão legalizá-lo?
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Liliana F. Verde
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13:57
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Labels: Nova lei do aborto
Federação pela Vida diz que aborto aumentou
Isilda Pegado apela às mulheres para que não interrompam a gravidez. Diz que Segurança Social dá subsídio de seis euros por dia.
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Liliana F. Verde
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13:55
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Labels: Nova lei do aborto
Quarta-feira, 15 de Maio de 2013
FPV põe em causa dados sobre aborto em 2012
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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11:04
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Labels: Nova lei do aborto
Domingo, 12 de Maio de 2013
Constitucional dá direito de recurso a mãe a quem foram retirados os filhos
Afinal, Liliana Melo, a mãe a quem há um ano o Tribunal de Sintra mandou retirar sete dos seus dez filhos, tendo em vista futura adopção, tem direito a apresentar recurso dessa decisão.
Outras duas filhas (de dez e 16 anos, ambas bem integradas na escola) poderiam ficar a viver com ela e deveriam ser alvo de acompanhamento psicológico, para melhor fazer face à partida dos irmãos. A mais velha, maior de idade, já se tinha autonomizado, pelo que não estava incluída no processo.
A decisão judicial foi lida numa tarde de sexta-feira, sem que Liliana tivesse advogado. E sem que tivesse tido acesso prévio às alegações do Ministério Público – foi notificada por telefone para ir a tribunal. E só na segunda-feira seguinte teve acesso ao texto onde se lia que os filhos iriam para uma ou várias instituições para virem a ser adoptados
Fonte: Público
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MRC
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22:11
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Labels: Apoio à família, Justiça e Vida
Sábado, 11 de Maio de 2013
Dia das mães ganha comercial emocionante de entidade pró-vida
Para ela, você vai ser sempre bebê é o nome do comercial em homenagem às mães
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Liliana F. Verde
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Labels: Publicidade ao apoio à vida
Sexta-feira, 10 de Maio de 2013
Rubrica Rádio Costa D'Oiro: tTextos de 2 de Abril a 13 de Maio
lucrativos, fundada em 2012 no município de Portimão.
A sua missão é ajudar mulheres grávidas e mães a implementar um
projecto pessoal, familiar e social que permita melhorar a sua vida e
a do seu bebé
A Associação presta assistência a grávidas e mães que se encontrem com
dificuldades socioeconómicas e em exclusão social, tanto aquando da
gravidez, como a mães que se encontram dentro do tempo de licença de
maternidade. A 9meses precisa urgentemente de um berço caso tenha algum pode entrega-lo
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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22:09
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Labels: Radio Costa D'Oiro
SEMANA DA VIDA - 12 a 19 de Maio de 2013
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Liliana F. Verde
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13:37
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Labels: Apoio à família, Apoio à vida
Advogados defendem chumbo da adapção por casais gays
Ordem dos Advogados recusa adopção por famílias onde "um homem faz de mãe e uma mulher faz de pai".
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Liliana F. Verde
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13:22
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Labels: Adopção, homossexualidade, Justiça e Vida
E se Portugal perder um quarto da população?
Especialista em demografia alerta para os sinais de envelhecimento que vão surgindo.
Daqui.
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Liliana F. Verde
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13:21
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Labels: Demografia
Quinta-feira, 9 de Maio de 2013
A beleza dos amores de cada dia
«Há uma beleza singular no trabalhador que regressa a casa sujo e desarranjado, mas com a alegria de ter ganho o pão dos seus filhos.
Há uma beleza extraordinária na comunhão da família à mesa e o pão partilhado com generosidade, mesmo que a mesa seja muito pobre.
Há beleza na esposa descomposta e quase anciã que continua a cuidar do seu marido doente para além das suas forças e da sua própria saúde.
Ainda que tenha passado a primavera do enamoramento na juventude, há uma beleza extraordinária na fidelidade dos casais que se amam no outono da vida, esses velhinhos que andam de mãos dadas. (…)
Descobrir, mostrar e realçar essa beleza é alicerçar uma cultura da solidariedade e da amizade social»
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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22:53
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Labels: Casamento, Felicidade, fidelidade ao amor
Quarta-feira, 8 de Maio de 2013
O homem pós-moderno desencantado
Se há algo que define o homem pós-moderno é sua situação de desencanto. Ele é aquele que já não acredita na modernidade e a considera em um canto frio, ao qual teme olhar, como a maior das mentiras.
Sua decepção alcançou tudo o que ele achava valioso ou importante, todos os âmbitos nos quais acreditava contar com apoios firmes, com passos sólidos pelos quais cruzar as montanhas mais inclinadas: economia, política, arte, moral, religião. Agora sabemos que as concepções fundamentais da modernidade estavam equivocadas. Mas o homem pós-moderno carece de convicções suficientemente confiáveis para poder alicerçar sua vida sobre elas.
A pós-modernidade é fundamentalmente a rejeição da modernidade
A história da humanidade é, em essência, a história da constituição e desenvolvimento do que as diversas gerações consideraram vigente. O leito do rio pelo qual transcorre o devir do homem sobre a terra está formado pela decantação daquelas concepções da vida e do mundo que cada tempo considerou verdadeiras.
Alguns poderiam alegar que as ideias são matéria sutil demais e heterogênea para produzir um efeito tão notável, pois na verdade se trata de noções vagas que se guardam e comemoram na intimidade do nosso ser e que carecem da força necessária para arrastar e tocar a realidade.
Talvez pensemos que somente os batalhões, tropas, tanques e bombas, ou talvez algumas descobertas científicas é que podem se tornar os eixos do universo humano. Esta é uma ideia que pode ser perigosa.
Entender uma época implica o nunca simples trabalho de compreender o que as pessoas que nela viveram consideravam como verdadeiro, real. Cabe então perguntar-se: em que acreditam os pós-modernos? Só há uma ideia clara: que a modernidade foi uma falácia.
Ainda não encontramos nenhum traço positivo para acrescentar ao panorama, porque, se o homem pós-moderno descobre que algo em que acreditava afeta fortemente a sua ação, logo perceberá que se trata de um resíduo da modernidade.
Em que o homem pós-moderno acredita? Basicamente, em nada
Chamamos de pós-moderno o homem que carece de certezas, que vive no ceticismo e que vê os últimos empenhos da agonia moderna com um cinismo muitas vezes insuportável.
Porque o drama do homem pós-moderno é que ele não tem certezas sobre o bem, sobre o que vale a pena na vida, sobre Deus e também sobre todo o resto. Sua vida é um enorme buraco sobre o qual ele caminha colocando as tábuas das ideias modernas, como os pedreiros nas valetas das cidades.
Mas é possível viver assim? Como pudemos chegar a uma situação semelhante? Ou, como diz o louco-lúcido de Nietzsche, “como pudemos beber o mar? Quem nos emprestou a esponja para apagar o horizonte?”.
Como as pedras de Stonehenge, continuamos em pé, monumento em um tempo que já não é o nosso, almas fora de lugar, fantasmas de si mesmos que continuam olhando a bolsa, esperando que o Estado resolva os problemas, levando os filhos para que outros os eduquem.
Negociamos com instituições que são barcos fantasmas, que continuam fazendo seu trabalho só porque não há uma nova energia, uma esperança que as substitua. Continuamos vivendo porque... é preciso viver. Mas não sabemos para que vivemos, qual é o objetivo do nosso cansaço.
Somos navios ancorados a um porto que está ardendo, mas quem se aventurará em um mar desconhecido, ignorando onde está situado o outro porto ao qual devemos chegar? Em nossa queda pelo precipício, agarramos o último ramo que nos restava, os últimos resíduos modernos, que são frágeis e quebradiços, mas quem se soltará, enquanto não vir sob seus pés terra firme e chão seguro?
A negação de uma grande ideia sempre deixa um grande buraco, mas também traz uma nova esperança. Talvez não tenhamos referências para começar o caminho, mas é verdade que sabemos muitas coisas. Sabemos explicar nossas ações sob o único prisma do interesse, pedra angular da economia moderna.
Descobrimos que as democracias representativas, suposto cume, ponto final do progresso histórico dos sistemas políticos, são estados de partidos nos quais as elites podem competir pelo poder em uma guerra que não é sanguinária, mas fria.
Vemos, com temor e tremor, que as declarações de direitos humanos, tão sérias e rigorosas, adquirem o tom interpretativo que sustenta a ideologia dominante, quando não estão simplesmente ao seu serviço.
Percebemos que os intelectuais modernos se parecem àqueles viajantes que chegaram às aldeias e perguntavam: “O que há para comer?”, pergunta à qual respondiam: “O que você trouxer!”; e, desta maneira, acabam descobrindo, em suas pesquisas, com sua suposta Razão sem preconceitos, justamente o que pensavam antes de começar.
Humanistas, filósofos, teólogos da ciência hostórico-crítica, inclusive cientistas, não fazem outra coisa a não ser brincar de encontrar em uma gaveta o que esconderam no dia anterior.
Mas estes desencantos, com toda a sua dor, nos permitiram entender que não temos essa Razão de indivíduos solitários, e sim outra, talvez menor, mais humilde, certamente finita, histórica, que requer a comunidade, que se educa em uma tradição, que precisa entender a si mesma e os seus pressupostos para ter um olhar equilibrado sobre a realidade.
Alasdair MacIntyre. Tras la virtud. Barcelona, Crítica, 2001.
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MRC
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21:41
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Labels: Felicidade, Permissivismo







