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sábado, 3 de janeiro de 2015

O fanatismo da "ideologia do género"




Conhece Harald Eia?

Não?
Não está só.
A culpa é do igualitarismo radical que se abateu, como pensamento único, sobre a sociedade ocidental.
Passo às apresentações.
Em 2012, a Noruega, nação cimeira do igualitarismo, onde a maioria dos engenheiros continuam a ser homens e as enfermeiras mulheres, discutiu a decisão do Concílio Nórdico de Ministros que encerrou o Instituto Nórdico do Género, expoente máximo da “teoria de género”, base retórica do feminismo radical. Na origem do encerramento esteve o documentário “Lavagem de Cérebro: o paradoxo da igualdade de género”, exibido na NRK (a RTP lá do sítio), produzido por Eia, em que o carácter pouco científico da teoria foi exposto.  
E qual foi a estratégia de Eia para desmistificar esta linha de pensamento? Simples: colocar os estudos daquele instituto, que atribuem a desigualdade entre géneros a questões eminentemente sociais (cultura, educação, valores entre outros), frente a frente com o argumento biológico (genética e natureza humana) defendido por estudiosos da matéria nos EUA e no Reino Unido. O resultado do documentário dificilmente poderia ser mais demeritório para os primeiros, que a certa altura parecem embaraçados com a falta de sustentabilidade científica dos seus estudos.
Reformulo a pergunta inicial: o leitor acompanhou a polémica? Não?
Não se preocupe, em grande medida ela foi boicotada pela imprensa internacional. Aparentemente “hjernevask”, a password escolhida para ver o documentário on-line, que em norueguês significa “lavagem cerebral”, continua a fazer todo o sentido.

Blogger.
Graça Canto Moniz
Jornal "i"

sábado, 29 de novembro de 2014

Mundo cão na Suécia



quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Já pagámos 1 milhão de euros por mudanças de sexo enquanto pais passam dificuldades

 
 
 
 
O Estado Português já gastou 1 milhão de Euros a pagar a mudança de sexo de 26 portugueses, enquanto há pais a passarem dificuldades e a quem lhes está a ser retirado o RSI, não têm fraldas nem comida para os seus bébés
 
Uma mulher casou com outra que estava em fase terminal poucos dias antes da sua morte para poder ficar com a sua herança e ficar com a pensão de sobrevivência a que o “esposo” tem direito, o que conseguiu.
 
Já para não falar nas mulheres que repetem abortos uns... atrás dos outros, descurando o planeamento familiar, tudo pago pelos contribuintes e sem terem que pagar qualquer taxa moderadora
 
Qual o custo para os portugueses e para o Orçamento de Estado da agenda fracturante que o Bloco de Esquerda tem vindo a impor ao país ?
 
Que mundo louco é este !?
 
 

domingo, 3 de agosto de 2014

Pais pagam a mãe de aluguer mas escolhem filho sem defeito

Escabroso o que dá as "barrigas de aluguer". É como ir ao supermercado e fazer escolhas à "la carte"...



Aqui

segunda-feira, 24 de março de 2014

Restos de bébés abortados utilizados como combustível para aquecimento



The bodies of thousands of aborted and miscarried babies were incinerated as clinical waste, with some even used to heat hospitals, an investigation has found.

Ten NHS trusts have admitted burning foetal remains alongside other rubbish while two others used the bodies in ‘waste-to-energy’ plants which generate power for heat

Fonte: Daily Telegraph

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Onde anda o humanismo ?



A noticia parte do Semanario Sol aqui .
Por incrivel que possa parecer, começo a acreditar que os tempos modernos não valorizam a vida.
Desde o fecho das maternidades e as parcas ajudas ao incentivo á natalidade. Que tudo me leva a crer que estamos mesmo numa sociedade egoista, onde valorizamos o nosso ego, em detrimento do valor e vida humana. Seja ela uma criança ou um idoso.
Neste caso o mais frustante é ver que o facto de a lei do aborto já ter ficado para trás. As incisões e as varias possibilidades que ela agora acarreta são enormes e contraditorias para a vida.
Eis como temos mais um metodo anticoncecional a ser usado pelos proprios mentores, que deveriam ser o garante da estabilidade e condição da vida humana.

Onde anda o humanismo nestes casos?
Estamos perante uma classe de profissionais que em vez de elevar a Vida ao sentido que ela deveria ter, na sublime e misteriosa ação que é trazer uma criança ao mundo?
Será que não somos tão, tão egoistas que conseguimos enveredar pelo facilitismo de matar uma criança em gestação, só porque não queremos sacrificar um pouco?

E não me venham os falsos arautos da verdade dizer que as condições atuais do nosso Pais, não dá segurança a uma Mãe ou pai, para dar ao seu filho as inimas condições para viver.
Porque outrora uma vida era considerada uma alegria inimaginável. E todas as barreiras eram ultrapassadas perante aquele ser pequenino, que embora não tendo pedido para vir a este mundo. Tem o direito de permanecer nele. E se quem o gerou o quer criar e vê-lo crescer. Não são estes falsos moralistas e profissionais que apelam a que se matem essa mesam criança.
Temos de acordar e chamar as coisas pelos nomes.
E ver que a lei do aborto abriu em muitas mentes a possibilidade de levianamente decidir o direito á vida a um ser indefeso.

Repugna-me ver onde vai parar um Portugal destes.
Chamar a uma sociedade que em vez de preservar a vida, envereda por matar em nome do proprio bem estar e egoismo. Só pode ser sinónimo de podridão de pensamentos. Deveriamos encarar estas situações e até as familias numerosas, ajudando com incentivos e melhorias de vida quem so quer criar neste mundo.
Incentivar com ajudas monetarias e condições de vida quem quer gerar um filho.
Incentivar à natalidade favorecendo as fertilizações e tratamentos.
Incentivar para que filhos com deficiências sejam tratados pelo estado e por nós, não como um estorvo e sim como uma mais valia.

Mas isso é o que eu penso.
Não como profissionais que tentam fazer com que gravidas abortem por puro egoismo e egocentrismo.
Onde anda a ética? Onde estão os valores da VIDA?

Cada vez mais somos retrogrados numa sociedade que e diz evoluida

Rosalino

PS Comentem e deixem opinião. Porque todos somos obrigados e chamados a sermos defensores da propria VIDA.
Deixo aqui mais um pouco da noticia, desenvolvida no site da TVI24.iol
Para que possam tirar mais conclusões perante opiniões
PS desculpem o testamento e os erros. Mas é o que veio no momento. E não quero nem alterar uma virgula. Pois foi o que senti no momento, com um sentimento de impotência no caminho que levamos.
AUTOR: Rosalino
Fonte: Meu filho do Coração

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Pressões a mulheres para abortarem



Durante a próxima semana, o Instituto da Segurança Social (ISS) receberá a identificação de mulheres que alegadamente foram “pressionadas a abortar” ou, noutros casos, “a assinar documentos autorizando a laqueação das trompas ou a colocação de implantes contraceptivos” para poderem sair das maternidades com os seus filhos.
Esta é a promessa de dirigentes de duas das três associações que foram convidadas pelo ISS a fornecer aqueles dados, depois de terem denunciado este tipo de situações de pressão, através do semanário Sol.
“Parece que vocês, jornalistas, finalmente acordaram, e ainda bem. É desta vez que vamos contar tudo, que vamos pôr tudo na rua”, disse nesta quinta-feira ao PÚBLICO Leonor Ribeiro e Castro, do grupo pró-vida Missão Mãos Erguidas.
Há uma semana, em declarações ao Sol, Leonor Ribeiro e Castro disse conhecer “cada vez mais casos” de raparigas que são “pressionadas para abortar”. Hoje, quando contactada pelo PÚBLICO, sublinhou que tal se verifica “há muito tempo, pelo menos há três anos”, e que chegou a contar estes casos “a jornalistas, que não escreveram uma linha”. Nunca fez a denúncia junto do ISS ou do Ministério Público, explicou, “por falta de tempo” e porque o papel da associação “não é esse fazer denúncias”.
“O nosso papel é encontrar estas mulheres e ajudá-las. É dizer-lhes: ‘Pára, mãe, pára! Não mates o teu filho!”
A activista da Missão Mãos Erguidas diz estar a reunir dados sobre as mulheres que foram vítimas de pressões, para os enviar para o ISS. Adianta que na próxima semana estará em condições de divulgar, também, “os papéis que jovens que estão numa instituição particular apoiada em 30% pelo ISS tiveram de assinar, aceitando a laqueação das trompas ou a colocação de implantes contraceptivos, para poderem sair da maternidade com os filhos”. Escusou-se a adiantar qual a maternidade em causa, “por não ter a certeza de qual se trata”.
Ameaça “não sai da cabeça delas”
Leonor Ribeiro e Castro diz admitir que os responsáveis máximos nacionais do ISS "não estejam “a par destas situações". Mas diz-se certa de que “este tipo de posição a favor do aborto ou de ameaça de retirada dos filhos, que chega a ser feita por empregadas de balcão do ISS, não sai da cabeça delas”.
“Há aqui muitos interesses, que toda a gente vê quais são", disse, escusando-se a precisar a que se referia. Para além da Missão Mãos Erguidas, receberam um ofício do ISS a Associação Nacional das Famílias Numerosas (ANFN) e a Ajuda de Mãe.
“Uma vez que qualquer recomendação em matéria de planeamento familiar não se enquadra, nem se deve enquadrar, na intervenção técnica [...] em matéria de promoção e protecção dos direitos das crianças e jovens, após as notícias vindas a público, o Instituto da Segurança Social solicitou por escrito […] a identificação sobre os casos em que eventualmente tenha ocorrido esse aconselhamento”, informou hoje a Unidade de Comunicação daquele instituto.
O PÚBLICO não conseguiu falar com Madalena Teixeira Duarte, da Ajuda de Mãe, que também fez declarações ao Sol, confirmando a existência de casos em que os bebés são retidos nos hospitais ou as mães aconselhadas a irem para uma instituição se quiserem ficar com as crianças.
Artur Guimarães, da ANFN, disse ao PÚBLICO que na próxima semana enviará para o ISS os dados de pelo menos duas mulheres, umas das quais menor, que terão sido aconselhadas a abortar por técnicas do ISS. Não duvida de que o relato que lhe foi feito corresponda à verdade, disse, na medida em que a sua própria mulher foi pressionada a assinar uma autorização para a laqueação das trompas imediatamente antes do parto do sexto filho. Disse ainda que, "na eventualidade de estas mulheres não terem condições para cuidar dos filhos, a resposta do Estado só pode ser uma: criar essas condições".


segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

O mal propaga-se e adopta novas e mais sofisticadas formas



Jovens com idades entre os 13 e os 15 anos foram encontradas em “muito mau estado” após consumirem susbstâncias adquiridas numa smartshop. Loja já tinha sido encerrada pela ASAE.

Fonte: Público

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

O regresso da selecção nazi


O ministro japonês das Finanças, em funções há cerca de um mês, defende que os cuidados de saúde para doentes mais idosos significam um custo desnecessário para o país e que a estes pacientes deveria ser permitido morrer rapidamente para aliviar a pesada carga financeira que representa o seu tratamento na economia japonesa.

Fonte: Público

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Tribunal tira 7 filhos a mãe por esta não querer fazer laqueação das trompas

CHOCANTE E MAU DEMAIS PARA SER VERDADE :

Liliana Melo ficou sem sete dos seus dez filhos há sete meses. Por ordem do Tribunal de Sintra, as crianças, com idades entre os seis meses e os sete anos, foram sujeitas à medida de protecção de menores mais extrema: dadas à confiança para adopção, perdendo todos os vínculos parentais para sempre.
A sentença determinou que as filhas mais velhas ainda menores, na altura com 16 e 11 anos, ficassem com os pais. Mas o tribunal entendeu que a menor de seis meses, os gémeos de dois anos e os irmãos de três, cinco, seis e sete anos estavam em risco, e resolveu retirá-los de casa.
No processo, não há qualquer referência a maus-tratos físicos ou psicológicos ou a outro tipo de abusos. Na sentença, a que o SOL teve acesso, considera-se mesmo que há laços de afectividade fortes na família e refere-se que as filhas mais velhas têm sucesso escolar e estão bem integradas no seu ambiente social. A decisão do Tribunal de Sintra sustenta-se nas dificuldades económicas da família e no facto de a mãe ter desrespeitado o acordo de promoção e protecção de menores ao recusar-se a laquear as trompas
Esse acordo – proposto pelas técnicas da Segurança Social e homologado pelo juiz – obrigava os pais a tomar uma série de medidas, entre as quais realizar uma operação para não poderem ter mais filhos.
«Tinha de arranjar emprego, zelar pela higiene e vestuário das crianças, assegurar a pontualidade e a assiduidade deles na escola, ter em dia os planos de vacinação e fazer uma laqueação das trompas», conta a mãe, lembrando que deixou claro ao juiz que, por ser muçulmana, não se poderia submeter a essa operação. «O que o juiz me disse foi que tínhamos de deixar em África os nossos hábitos e tradições e que aqui tínhamos de nos adaptar».
 
Fonte: Sol

sábado, 15 de dezembro de 2012

Massacre de Newtown



 
Interessante ver que normalmente os jornalistas conseguem manter aquilo a que tecnicamente se chama "distanciamento psicológico" mas, no final, desta entrevista a reacção de um dos jornalistas com mais experiência e competência dos EUA é impressionante, a forma como se acaba literalmente por envolver e abraçar pela objecto da notícia e da entrevista que estava a realizar...

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Da aberração como consequência de uma partida falsa



O Direito para ser direito deve manter toda a sua lógica interna de forma inatacável.

Caso contrário, se parte de um pressuposto errado, depois toda a construção e silogismos lógicos que se poderão retirar desses pressuposto irão necessariamente desembocar em disparates.

Por ex.
O Código Civil erradamente diz que a personalidade jurídica só se adquire com o nascimento.
Ora se o aborto é liberalizado com o argumento de que só quem nasceu é que tem direitos e que, por isso, quem ainda não nasceu pode ver o seu direito à vida subordinado ao direito que a respectiva mãe tem de decidir acerca dessa outra vida não nascida precisamente porque a mãe já é nascida (isto é tem personalidade jurídica) e o filho, não nasceu ainda (logo não tem personalidade jurídico).
Se quisermos ser consequentes com esta última construção teremos que concluir, então, que um bébé com 8 meses e 3 semanas poderá ser abortado porque ainda não nasceu e, por isso, ainda não adquiriu personalidade jurídica.

Outra consequência disparatada decorrente de um ponto de partida jurídico igualmente disparatado resultou agora de um recente estudo emitido pela Universidade do Minho que é interessante porque demonstra a desorientação e sobretudo as aberrações que resultam desses mesmos pontos de partida disparatados:
Se uma mãe pode renunciar à maternidade, optando pelo aborto, porque é que o pai não pode também renunciar à paternidade, optando pela decisão de não assumir as consequências próprias da sua paternidade ?
Ninguém pode acusar este raciocínio de estar errado.
O problema está no seu ponto de partida...

domingo, 22 de julho de 2012

Recordar Colombine e Rachel Scott


O massacre desta 6ª feira, em Aurora, Colorado faz-me relembrar o 1º massacre deste género ocorrido em Colombine também no Estado do Colorado.

Em 2006 enviei um e-mail à mãe de Rachel Joy Scott, a 1ª vitima de Colombine e ao mesmo tempo uma das melhores e mais brilhantes alunas de Colombine.

Os seus pais têm vindo a divulgar páginas do diário da filha que era também uma devota cristã evangélica. Nessas páginas podem-se ler sinais de esperança e grandes lições de vida e de bondade que brotavam do coração dessa jovem.

O site pode ser consultado aqui

Em resposta, a sua mãe Beth Nimmo, em Setembro de 2006, enviou-me uma resposta muito simpática que aqui reproduzo

Dear Miguel,
Thank you for writing and letting us know that Rachel’s story has blessed you.
God Bless You,
Beth Nimmo (mother)



Esta resposta deixou-me, por um lado, muito honrado, mas também muito mais próximo e conectado com o drama destas famílias vítimas de um país que teima em fazer prevalecer a liberdade no uso e aquisição de armas de fogo em detrimento da segurança dos seus cidadãos.

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Jovem de 18 anos morre após jogar ininterruptamente 40 horas de jogo de computador "Diablo III"

An 18-year-old was found dead in an internet cafe in Taiwan where he had been playing Diablo III for 40 hours straight!
Although the cause of death has not yet been determined, authorities are speculating that sitting in a sedentary position created cardiovascular problems. Furthermore, reports say the teenager hadn't even taken a break to eat for two days during his marathon.

Daqui

quinta-feira, 24 de maio de 2012

A tutela jurídica do direito a matar ou "bem vindos ao mundo-cão"


Uma mulher procurou uma clínica de Palma de Mallorca, em Abril de 2010, para realizar um aborto, dentro do prazo permitido pela legislação espanhola, que permite a interrupção voluntária da gravidez até às sete semanas. A cirurgia realizou-se aparentemente sem problemas e o médico assegurou-lhe, num exame ginecológico duas semanas mais tarde, que tinha sido bem sucedida. 

Mas, mais de três meses depois, a mulher voltou à mesma clínica por achar que estava de novo grávida. Foi surpreendida com a notícia de que não era uma nova gravidez, mas sim a mesma. A história é contada na edição online do jornal «El País». 

Como a mulher já apresentava uma gravidez de 22 semanas, já não havia nada a fazer para a interromper dentro da lei e o bebé acabou mesmo por nascer. Tem agora pouco mais de ano e meio. 

A jovem mãe de 22 anos processou o médico e, numa sentença inédita, o tribunal de Palma de Mallorca condenou agora o clínico, o hospital e também as seguradoras envolvidas a indemnizar a mãe em 150 mil euros, por danos morais, e ainda a cuidar financeiramente da criança até que cumpra a idade de 25 anos. Assim, a mulher vai receber, para cuidar do seu filho, 978 euros por mês, até que ele cumpra 25 anos.

Fonte. TVI 24

sábado, 19 de maio de 2012

Prazeres carnais em troca de desmanchos e abortos

Este artigo de opinião será meramente irónico ou é mesmo de verdade ?

Será que já chegámos assim tão baixo ?

sábado, 28 de abril de 2012

Holanda, destino perigoso

Atenção: se tem mais de 60 anos e for passear até à Holanda; se aí tiver um grave problema de saúde e for para ao hospital, pode ficar sujeito à eutanásia.
Com a liberalização desta prática, há médicos que a propõem a pacientes crónicos com diabetes, com esclerose múltipla, SIDA ou cancro.
Há mesmo cidadãos que, em autodefesa, transportam consigo um cartão contra a eutanásia chamado “passaporte para a vida” ou “não-me-matem”.

Com os idosos, o risco ainda é mais flagrante.
É que, para além da falta de confiança nos médicos, a família também pode ser uma ameaça: um recente estudo da Universidade de Göttingen revela que, em sete mil casos de eutanásia praticada na Holanda, 41% foram a pedido dos familiares.
Muitos deles justificaram-se incapazes de lidar com a situação…

Resultado: os idosos evitam os hospitais holandeses e muitos refugiam-se em lares do outro lado da fronteira.
É que na Alemanha sentem-se protegidos, porque ali a memória das práticas nazis ainda está viva.
Pelo menos, por enquanto
Aura Miguel

Daqui

sábado, 3 de março de 2012

De facto, um embrião e um bébé recém-nascido, têm a mesma dignidade


Num artigo intitulado “After-birth abortion: why should the baby live?” publicado numa revista científica de nomeada – Journal of medical ethics – os autores, um italiano e uma australiana, afirmam, segundo uma notícia do jornal Sol e Público, ser equivalente do ponto de vista ético matar um recém-nascido ou praticar um aborto.

Apesar de a crueza do artigo ter ofendido muita gente, o seu argumento principal é verdadeiro: um bebé antes ou depois de nascer tem a mesma dignidade. O artigo vai mais longe e afirma que ambos não são pessoas, apenas pessoas potenciais. Mas, em vez de, como nos convida hoje o Padre Vasco Pinto de Magalhães, ver o que há (a dignidade da pessoa potencial) olha-se apenas para o que falta – ainda não é pessoa porque não tem consciência de si.
Daí a conclusão que se o aborto é “geralmente aceite” não há razão para não aceitar igualmente o “aborto pós-nascimento”.

A minha gratidão vai para tantas pessoas que dão a sua vida para criar condições que permitam que meninos como o Ricardo, nas suas vidas curtas e inconsceintes – testemunhem a verdadeira e última dignidade da pessoa – serem filhos amados de Deus.

Pedro Pinto
Fonte: O Povo

P.S.1- Para ver o original do estudo ver aqui

P.S.2- Já surgiram editoriais a defender o aborto do recém-nascido, tal como se pode ver aqui, num artigo de opinião de Julian Savulescu

P.S.3- O aborto do recém-nascido é algo de profundamente horrível, equiparável ao praticado na Alemanha Nazi. Aqui um vídeo, num site de cirurgia (como se de uma simples cirurgia se tratasse) a esse propósito (atenção: contém cenas chocantes)

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Abortos feitos por motivo do sexo do bébé

Numa reportagem feita através de gravações com câmara oculta, o jornal relatou como alguns médicos de hospitais particulares consentem fazer abortos motivados unicamente pelo sexo do bebé, prática ilegal no Reino Unido.

Em declarações ao Daily Telegraph, o ministro da Saúde, o conservador Andrew Lansley, expressou preocupação com essa denúncia e disse que começou uma investigação urgente sobre o assunto.

Os repórteres do jornal visitaram, acompanhados de grávidas, as consultas ginecológicas de nove centros de saúde particulares do Reino Unido, nas quais as mulheres tentaram marcar uma operação de aborto por não estarem satisfeitas com o sexo do feto.

Em três das clínicas, os médicos concordaram em fazer a operação a um preço que varia entre 240 a 760 euros e, numa delas, foi oferecida inclusivamente a falsificação dos papéis do procedimento.

Um dos casos é o de uma mulher grávida de oito semanas que disse a uma médica de uma clínica de Manchester, no norte da Inglaterra, que queria interromper a gravidez porque ia ter uma menina, o que foi consentido pela especialista.

Outro, uma mulher grávida de um feto masculino de 18 semanas, conseguiu marcar um aborto numa clínica londrina sob o pretexto de que queria uma menina, pois já tinha um menino.

Uma lei britânica de 1967 estabelece a interrupção de gestações de até 24 semanas se a saúde física ou mental da mãe estiver em risco, mas nunca para escolher o sexo do bebé.

Em 2010, na Inglaterra e Gales foram feitas 189.574 operações de aborto, 8% a mais do que há 10 anos.

Em 2007, um estudo da Universidade de Oxford indicou que entre 1969 e 2005 aumentaram os casos de escolha do sexo do bebé através de abortos, principalmente nos nascimentos de meninas entre a comunidade hindu que vive no Reino Unido.

Fonte: Diário Digital