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terça-feira, 25 de agosto de 2015

Partes de bebês abortados são vendidas de forma ilegal nos EUA

Vídeo mostra Diretora da Planned Parenthood negociando partes dos corpos de crianças abortadas. Trata-se de um estudo de jornalismo investigativo de quase 3 anos sobre o tráfico ilegal de órgãos da Planned Parenthood.
 
A Diretora Sênior de Serviços Médicos da Planned Parenthood Federation of America, Dra. Deborah Nucatola, foi flagrada negociando a venda de partes de bebês abortados. A notícia foi divulgada pela Agência LifeNews.
O vídeo foi gravado por meio de câmeras escondidas durante uma negociação na qual os atores estão em um almoço de negócios com a referida Dra. para tratar da compra de órgãos.
Os atores pertencem ao “Center for Medical Progress”, um grupo de jornalistas dedicados a monitorar e elaborar relatórios sobre ética médica e seus avanços, cujos esforços concentram-se com questões de bioéticas contemporâneas que afetam a dignidade humana. O vídeo é o primeiro da série "Capital Humano", um estudo de jornalismo investigativo de quase 3 anos sobre o tráfico ilegal de órgãos pela Planned Parenthood. O chefe do projeto, é David Daleiden que qualifica como “conspiração criminosa” a ação da PPFA. (Conheça mais sobre o “Center for Medical Progress”,clicando aqui).
A Dra. Deborah Nucatola, Diretora Sênior de Serviços Médicos, supervisiona a prática médica em todas as unidades da Planned Parenthood desde 2009 e também treina novos doutores em aborto até 24 semanas. No canal do YouTube do Center for Medical Progress é possível ter acesso ao vídeo completo da negociação (2h de duração), veja aqui. e aqui no Brasil pode-se ver um trecho legendado da conversa através desse link.
O vídeo foi gravado, informa também LifeNews, em junho de 2014 e teve agora, no dia 14 de julho de 2015, suas imagens veiculadas na mídia, na qual a Dra. Deborah Nucatola, em meio à sua refeição feita com naturalidade, revela todos os procedimentos aplicados para obtenção de órgãos de bebês abortados, inclusive citando preços e técnicas para maior aproveitamento das partes que estão sendo almejadas pelos compradores. Dentre elas a “Partial-Birth Abortion” que consiste em uma técnica de aborto com nascimento parcial utilizada nos últimos meses de gravidez, durante a qual é praticado um parto intravaginal parcial do feto vivo, seguido de uma aspiração do conteúdo cerebral antes de completar o parto. Esta prática foi aprovada em 2003 sendo na época rechaçada pela Igreja Católica através de nota do Pontifício Conselho para a Família , cfr aqui. 
Ao referir-se à procura de mercado e como o fazem para atender a demanda, a Dra. relata: "Temos sido muito bons em conseguir coração, pulmão, fígado, porque sabemos que não vamos esmagar essa parte, eu vou esmagar basicamente abaixo, eu vou esmagar acima, e assim ver se eu posso obter tudo intacto.” Os custos dos “espécimes”, como assim a Dra. define, varia  entre US $ 30 e US $ 100.
Apesar de ser uma prática ilegal, pois a lei federal dos EUA proíbe a venda de partes do corpo de bebês abortados punível com até 10 anos de prisão e uma multa de até US $ 500.000, a Dra. revela – segundo a agência LifeNews – que o escritório nacional da Planned Parenthood se preocupa com a sua responsabilidade nestes casos, citando que dispõem de um Departamento Jurídico que orienta não se envolverem nestas prática, mas em seguida revela: "Mas vou dizer-lhe que, por trás de portas fechadas essas conversas estão acontecendo com os filiados.”
Ao final do vídeo a Sra. Cecile Richards, CEO da Planned Parenthood elogia o trabalho da Dra. e como ela tem viabilizado todas as conexões para coleta dos órgãos. “Ela é incrível”, citou Cecile Richards.
A Planned Parenthood emitiu uma nota sobre o vídeo declarando serem falsas as informações e declarando: “Nos cuidados de saúde, os pacientes às vezes querem doar tecidos para investigação científica que pode ajudar a levar a descobertas médicas, tais como tratamentos e curas para doenças graves.”
Troy Newman, presidente da “Operation Rescue” que atua em conjunto com o “Center for Medical Progress” declarou: "As evidências mostram, ainda, que Planned Parenthood tem feito grandes esforços para impedir o público de nunca saber sobre o seu comércio ilícito de órgãos humanos, entendendo que se a notícia vazasse, poderia significar a ruína para esta gigante do aborto".
 
Fonte: Zénit

quinta-feira, 16 de abril de 2015

Espanha. Jovens com 16 e 17 anos só podem abortar se os pais autorizarem

 
 
A partir de agora, em Espanha, as jovens com 16 e 17 anos que queiram interromper voluntariamente a gravidez têm de pedir autorização aos pais. A lei foi aprovada na generalidade, na terça-feira, no Parlamento espanhol.
Desde 2010, quando estava no poder o Governo socialista de José Luis Rodríguez Zapatero, era permitido abortar sem qualquer restrição até às 14 semanas de gestação. Em setembro passado, o atual Governo aprovou um plano que revertia a lei socialista. Agora, já legislado passa a existir regras na interrupção voluntária da gravidez.
Segundo a Associated Press, a lei ainda vai demorar algum tempo para entrar em vigor, só sendo colocada em prática em junho.
A medida - uma proposta do Partido Popular, no governo - foi aprovada por maioria absoluta, enquanto a maior parte da oposição votou contra.


Ler mais: http://expresso.sapo.pt/espanha-jovens-com-16-e-17-anos-so-podem-abortar-se-os-pais-autorizarem=f919929#ixzz3XUc1SVkY

sábado, 27 de setembro de 2014

Verdades inconvenientes


sábado, 6 de setembro de 2014

Brasileiros contra aborto, casamento gay e legalização da marijuana

El 79% de los brasileños está en contra la despenalización de la marihuana, según una encuesta del Instituto Ibope divulgada el pasado jueves. Este mismo porcentaje de la población tampoco quiere que se legalice el aborto. El estudio revela, asimismo, que más de la mitad de los brasileños, el 53%, rechaza el matrimonio homosexual.

Fonte: El País

domingo, 3 de agosto de 2014

ONU pressiona Irlanda para liberalizar o aborto

 
 
ROMA, 28 de Julho de 2014 (Zenit.org) - Muita coisa em jogo no Conselho para os direitos humanos das Nações Unidas em Genebra, onde a Irlanda se encontra diante de uma bifurcação: ceder às pressões da ONU e, portanto, abdicar aos pedidos de “suavizar” a sua legislação sobre o aborto ou resistir na luta pela tutela do nascituro.
“Duro” e “insistente” foi a acusação do Conselho ao qual foi submetido, em meados de Julho, Frances Fitzgerald, ministro da Justiça da Irlanda. Motivo da arenga: a atual legislação de Dublin sobre o aborto violaria as normas internacionais sobre os direitos humanos.
O Conselho considerou insuficiente o compromisso da Irlanda, no ano passado, quando, para cumprir as exigências da ONU alterou a sua legislação sobre o aborto, com a aprovação de uma lei denominada The Protection of Life During Pregnancy Act. A norma confirmou as restrições irlandesas em matéria de aborto, mas acrescentando uma passagem relativa aos riscos para a mãe.
A lei, conforme expressamente anunciado pelo governo, estava destinada a esclarecer as circunstâncias em que, devido a uma condição física precária da mãe, o aborto pode ser permitido. Além disso, com a aprovação da lei o acesso ao aborto foi estendido até mesmo onde há um risco de suicídio da mulher grávida. Para continuar, no entanto, é necessário o parecer unânime de três médicos (um obstetra e dois psicólogos).
É ainda muito pouco para o Conselho dos Direitos Humanos das Nações Unidas, segundo o qual a legislação irlandesa continua a "criminalizar" as mulheres grávidas, negando-lhes poder recorrer a isso - ao aborto - que é definido um “direito”. Yuval Sahny, relator da acusação, destacou que a Irlanda nega assim o acesso à interrupção da gravidez “mesmo em circunstâncias em que nós, Estados, (membros) julgamos que tenha que ser uma obrigação permitir o aborto legal e seguro".
A ONU, no entanto, tem se encontrado com interlocutores nem um pouco dispostos, muito pelo contrário, capazes de manter a própria legislação sobre o aborto. Mary Jackson, funcionária do Departamento de Saúde, disse que reivindicou que a lei reprovada pelo Parlamento irlandês um ano atrás está em conformidade com as exigências da ONU.
Estiveram presentes na discussão em Genebra, também Lorcan Price, advogado e representante da Campanha Pro-vida, Associação Irlandesa em defesa da vida. Price contestou a interpretação de que as Nações Unidas têm o conceito de direitos, afirmando: "Não existe nenhum direito ao aborto na legislação internacional”. Portanto, não está em Irlanda mas em outro lugar a discordância com os direitos humanos. “Hoje os riquíssimos lobby pró-aborto - disse ele – tentam enganar a Comissão de Direitos Humanos aqui em Genebra, argumentando que o feto ainda não nascido não tem o direito de viver. Esta afirmação é completamente contrária às leis sobre direitos humanos".
Lobby que têm nomes e sobrenomes. "Espero com todo o coração -  continuou Price – que o Comitê defenda o direito à vida e rejeite a pressão internacional dos grupos estadunidenses, como o Center for Reproductive Rights, que querem impor a todo custo o regime do aborto na Irlanda”. As Nações Unidas – observou, portanto, o presidente da associação pro-vida – “sabem que não existe um direito internacional sobre o aborto na legislação. Se a Onu assumisse uma posição explicitamente a favor do aborto, causaria um dano incalculável na sua credibilidade como organismo em defesa dos verdadeiros direitos humanos”.
Duro o comentário feito em Lifenews de Cora Sherlock, vice-presidente de Pro-Life Campaign, que definiu a audiência da Comissão com a Irlanda uma “farsa”, porque as Nações Unidas demonstraram ser "extremamente tendenciosas em favor do 'aborto". Por exemplo, Sherlock lembrou que da ONU “nem mesmo um murmúrio de preocupação se levantou por causa das terríveis situações de Países como a Inglaterra, onde as crianças que sobrevivem de um aborto não recebem assistência médica e são abandonadas à morte nos cantos”. E ainda sobre a Inglaterra, o Conselho “não falou nada sobre o recente caso documentado em que os restos de 15 mil crianças abortadas foram queimados para produzir calor nos hospitais ou que, na Inglaterra, as gravidezes podem ser interrompidas por razões de deficiência do feto até no momento do parto”.
Uma "farsa", para parafrasear Sherlock, destinada a continuar. Espera-se agora que o Conselho se reúna novamente, para fazer um novo teste em base às declarações recolhidas e emitir assim as suas observações conclusivas daqui a duas semanas.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

ESTAÇÃO LUZ FILMES LANÇA “BLOOD MONEY – ABORTO LEGALIZADO” EM PORTUGAL



A Estação Luz Filmes, distribuidora e produtora brasileira, lançará no próximo dia 8 de Maio, em colaboração com o Centro Cultural Nuno Álvares Pereira, o documentário “Blood Money – Aborto Legalizado”.

A antestreia do filme ocorrerá no Inspira Santa Marta Hotel, sito na Rua de Santa Marta, 48, em Lisboa, pelas 21 horas, para convidados. Estão asseguradas sessões gratuitas, abertas a todos, nos dias 9 e 10, no mesmo local e à mesma hora.
“Blood Money – The Business of Abortion”, no original, é uma produção independente, realizada pelo norte-americano David Kyle, que se deslocará a Portugal para a estreia.

O polémico documentário, de 75 minutos, é a primeira incursão de Kyle no cinema. Segundo Luís Eduardo Girão, diretor da Estação Luz Filmes, que adquiriu os direitos de distribuição para Portugal, “Blood Money – Aborto Legalizado”, pretende atrair o público revelando a experiência prática dos EUA, onde o aborto é legal há 40 anos.

Mostra “de que forma as estruturas médicas disputam e tratam a sua clientela, os métodos aplicados pelas clínicas para realização do aborto e o destino do lixo hospitalar, entre outros temas”, conta Girão.

Denuncia ainda a prática da eugenia e do controle da natalidade por meio do aborto e trata aspectos científicos e psicológicos relacionados com o tema, como o momento exato em que o feto é considerado um ser humano e se há ou não sequelas para a mulher que se submete a um aborto.

“Blood Money – Aborto Legalizado” conta com depoimentos de médicos de e outros profissionais de saúde, de pacientes, de cientistas e da ativista de movimentos negros, Alveda C. King, sobrinha do pacifista  Martin Luther King, que também apresenta o documentário.

Segundo o diretor da Estação Luz Filmes, o amplo esclarecimento que o documentário oferece foi o que motivou a sua produtora a adquirir os direitos de distribuição. “É  a primeira vez que o cinema trata o assunto desta forma, tirando-o da invisibilidade…Acreditamos que vá atrair diversos segmentos sociais e pessoas sensíveis a essa questão, sejam elas contra ou a favor da legalização do aborto..”.

http://bloodmoney.com.br/ 
 

segunda-feira, 24 de março de 2014

Restos de bébés abortados utilizados como combustível para aquecimento



The bodies of thousands of aborted and miscarried babies were incinerated as clinical waste, with some even used to heat hospitals, an investigation has found.

Ten NHS trusts have admitted burning foetal remains alongside other rubbish while two others used the bodies in ‘waste-to-energy’ plants which generate power for heat

Fonte: Daily Telegraph

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

2/3 das mulheres que abortaram na Inglaterra faziam contraceção

WARWICKSHIRE, UK, February 5, 2014 (LifeSiteNews.com) – The claim that increasing contraception reduces abortion received a death blow this week from the UK’s biggest abortion provider. Figures from the British Pregnancy Advisory Service (BPAS) reveal that a staggering two-thirds of women having an abortion were using a contraceptive at the time they conceived.
“Ultimately women cannot control their fertility through contraception alone, and need accessible abortion services as a back-up for when their contraception lets them down,” said Ann Furedi, BPAS’ chief executive, in a press release.
BPAS looked at the contraceptive use of 156,751 women aged 15 and over visiting its clinics for an abortion between January 2011 and December 2013.
“Two thirds (66%) of women having an abortion at bpas reported using a form of contraception when they conceived. 40% of these say they were using the contraceptive pill, the most popular prescribed contraceptive in the UK,” the abortion organization stated in a report titled “Women trying hard to avoid unwanted pregnancy.”
Figures on condom use for preventing pregnancy were almost as dismal as those of the pill.
Over a third of women (35%), about 54,862, having an abortion at BPAS became pregnant while using condoms.
Furedi tried to downplay the failure behind contraception. “An unintended pregnancy is often a happy accident,” she said in a press release. "Contraception fails and sometimes we fail to use it properly. In our experience women are trying hard to avoid unwanted pregnancy, or sometimes vastly underestimate their own fertility.”
Furedi’s statement on abortion as a solution for failed contraception echoes those of Joyce Arthur, founder and executive director of the Abortion Rights Coalition of Canada, who admitted last year that “[m]ost abortions result from failed contraception.”
While proponents of legal abortion often argue that increasing contraceptive use reduces abortion, pro-life critics say the dramatic rise in abortion numbers across the globe over the last few decades is directly linked to the influx of contraceptive pills and devices.

Dr. Malcolm Potts, former medical director of the International Planned Parenthood Federation, predicted in 1973 that as “people turn to contraception, there will be a rise, not a fall, in the abortion rate.”
Anthony Ozimic, communications manager for the UK’s Society for the Protection of Unborn Children (SPUC), told LifeSiteNews that there is a “growing body of evidence that the provision of contraception not only fails to prevent unplanned pregnancies but results in unborn children being victimised to death as the unwelcome consequences of so-called contraceptive failure.”
A 2012 Russian study found that while Russian women had the highest rate of contraceptive use when compared to surrounding countries, they also had the highest abortion rate. The researchers were clearly perplexed when they found “higher odds of modern contraception” led to a “higher level of abortion,” calling their findings “contradictory,” “unexpected,” and “paradoxical.”
A 2011 Spanish study found that as use of contraceptive methods increased in a sample of more than 2,000 Spanish women (49.1% to 79.9%), the rate of abortion in the group doubled in the same period. The researchers were clearly puzzled by the findings of their 10-year study, calling it “interesting and paradoxical” that the large increase in elective abortions was associated with a remarkable increase in the number of women who used contraceptive methods.
Research from the pro-abortion Guttmacher Institute showed in 2011 that a majority of abortions took place in America after contraception failure, stating that “54 percent of women who have abortions had used a contraceptive method [usually condom or the pill] during the month they became pregnant.”
One UK government report found that cuts to contraception did not increase abortion rates, as expected, but may have actually decreased them.
Ozimic suspects that abortion providers will use the BPAS study to push for more contraception.
“Abortion merchants like Ann Furedi use ‘contraceptive failure’ as a leverage for both more abortion and more contraception,” he said.
Ozimic said that contraception’s effect on culture and society has been wholly negative. “It deems unborn human life disposable and discards any notion of individual responsibility for sexual behavior,” he said.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Cardeal O'Malley sobre aborto, ser pró-vida e sobre adoção



 
For us, life is at the very center of our social teachings. Life is precious. It is a mystery. It must be nurtured, protected, the transmission of life is sacred. And our defense of human life is a great service to society. When the state begins to decide who is worthy of living and who isn’t, all human rights are put in jeopardy, but the voice of the church is very clear. And we’re not just saying that life is precious in the womb but life is precious when someone has Alzheimer’s when someone has AIDS when someone is poor when someone has mental illness. Their humanity is not diminished – and they have a claim on our love and on our services. So the church’s position is a very consistent one. It is a consistent life ethic. I don’t think that we are obsessed, however, when the New York Times is writing 20 articles a week about these things and make reference to the Church in half of those articles, it gives the impression. But I think in the parishes, these things are talks, in a routine way, in CCD classes, along with the rest of the Catholic doctrine but all of our teachings fit together. They’re part of a whole. There’s a consistency in our life ethic
 
 
On adoption:
 
“We need to change the culture of adoptions, too. So that people will have a different attitude towards adoption. When I was growing up, Americans all knew, had friends, relatives, classmates, who were adopted. Today, young Americans, very often, don’t know anyone who’s adopted. And if they do, it’s likely to be a Russian or a Chinese or a Guatemalan or from some other country, giving the impression that entrusting your child to another family is not something that Americans do. So we need to change that and also help the good stories about adoption to get out there. I mean, the bad stories get out there, the tragic stories, the Philomena stories get out there. We need to allow people who have adopted and loving families and are grateful for their birth mothers for making that heroic and generous decision to entrust them to another family - that has allowed them to lead a good and a happy life. Those stories need to get out there. It’s going to be solidarity and community that are going to be the real solutions to the situation of a difficult or an unwanted pregnancy. There are over a million abortions a year. There are plenty of babies but the women feel that giving their child up is abandoning their child and somehow that’s worse than having an abortion. We want to help women to see that that’s not necessarily so and that many of these people who have been entrusted to another family for an adoption have been very, very successful and had wonderful lives.”
 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

sábado, 28 de dezembro de 2013

Governo espanhol aprovou reforma da lei do aborto



O Governo espanhol aprovou esta sexta-feira uma reforma da lei do aborto que implica o regresso a uma idêntica à de 1985, que despenaliza o aborto em caso de violação até às 12 semanas e o permite até às 22 semanas em caso de riscos para vida ou saúde da mãe. São as duas únicas instâncias em que a mãe poderá interromper voluntariamente a gravidez.

O Executivo de Mariano Rajoy tem insistido que o objectivo é “proteger os menores” e aplicar a sentença do Tribunal Constitucional de 1985 relativo aos direitos dos não nascidos.

Nessa sentença, o tribunal considera que a vida do nascituro é um bem jurídico que o Estado tem a obrigação de proteger, pelo que despenalizou o delito do Código Penal apenas em casos em que os direitos do feto entravam em grave conflito com os da mãe.

A nova lei chama-se “lei da protecção de vida do concebido e dos direitos da mulher grávida”, que substituirá a actual legislação, que permite a interrupção voluntária da gravidez até à 14ª semana.

Para Alberto Ruiz-Gallardón, ministro da Justiça espanhol e a principal voz de defesa da reforma, a actual legislação apenas zela pelos direitos da mãe e não pelo dos fetos.

Fonte: RR

terça-feira, 26 de novembro de 2013

A Russia proíbe publicidade ao aborto



A Rússia aprovou, nesta segunda-feira (25/11), uma lei que proíbe alguns tipos de publicidade – entre eles, a divulgação de serviços relacionados ao aborto.

A nova lei proíbe a publicidade de todos os serviços médicos destinados à interrupção voluntária da gravidez, informou o Kremlin. A medida, segundo a imprensa russa, é uma tentativa de aumentar a taxa de natalidade do país, que registra um alarmante envelhecimento da população.

Fonte: Opera mundi

domingo, 15 de setembro de 2013

sábado, 14 de setembro de 2013

A mídia e o aborto

Atualmente vimos no Brasil e em outras partes do mundo uma série de matérias capítulos de novelas e de seriados de TV, programas de TV e outras manifestações da grande mídia dando muita ênfase ao aborto. De forma introdutória, é possível afirmar, dentre outras coisas, que o aborto é um tema que “anda na moda” na grande mídia nacional e internacional. 
Nos programas midiáticos, é afirmado, por exemplo, que em países como o Brasil realiza-se mais de um milhão de abortos por ano, que qualquer célula do corpo humano é vida igual a vida do embrião e que, por isso, o aborto seria justificável, que existem mulheres que podem decidir ter o filho, porque são ricas, e outras que, por motivos de pobreza, não o podem. Aparentemente são argumentos sólidos que demonstram a viabilidade do aborto.  
É preciso compreender que existe um movimento internacional, formado por vários grupos, como, por exemplo, o liberalismo cultural e o marxismo cultural, que desejam legalizar o aborto em escala planetária até aproximadamente 2025. Esse movimento não respeita a soberania das nações e não leva em consideração os valores sociais e culturais dos povos. Em grande medida, trata-se de um movimento antidemocrático que, em nome de uma elite cultural que se alto proclama de vanguarda e revolucionária, deseja impor o aborto sem consultar a opinião da sociedade. É dentro desse quadro que deve ser pensado a programação midiática que defende o aborto. Trata-se de uma programação que pode ser classificada como “ação de difusão”, ou seja, é uma programação que transmite informações soltas e, o pior, muitas dessas informações não são verdadeiras.
Por exemplo, vamos analisar essa informação que se tem um milhão de abortos por ano. Por diversas e diversas vezes líderes de grupos pró-vida, especialistas em bioéticas e de outras áreas solicitaram que fosse repassado a origem desse número. Por exemplo, dados do tipo: qual o método foi empregado, a amostragem da pesquisa e a margem de erro. Se realmente essa informação for verdade, ou seja, que no Brasil há um milhão de abortos por ano, então o Brasil está passando por um grande processo de desequilíbrio demográfico, pois está perdendo, em pouco tempo, uma parte considerável de sua população em idade produtiva.  Outra coisa, essas informações se chocam com os dados oriundos do Ministério da Saúde e de outros órgãos do governo brasileiro. De acordo com esses órgãos o número de abortos no Brasil tem caído nos últimos anos. Essa queda é fruto, em parte, da maior distribuição de anticoncepcionais realizada pelo governo e pela maior conscientização, por parte da população, sobre os males oriundos do aborto. Essa conscientização é fruto, em grande medida, das campanhas realizadas pelo movimento pró-vida, igrejas cristãs, grupos de bioética e outros.
Se os dados apresentados pela grande mídia são realmente verdadeiros, ou seja, no Brasil há um milhão de abortos por ano, por que então os grupos que apresentam esses números não processam, na justiça, o Ministério da Saúde e outros órgãos do governo? É preciso ter consciência que esses números fantasiosos têm a missão de confundir a população e, por causa disso, levá-la a apoiar o aborto. Essa tática foi utilizada, por exemplo, nos EUA. No início da década de 1970 havia nos EUA um intenso debate sobre o aborto. Naquele momento apresentavam números exagerados sobre o abortamento nesse país, até que em 1973, com o famoso caso Roe vs Wade a Suprema Corte ameticana legalizou o aborto. Hoje em dia, passado mais mais de 40 anos desse acontecimento, sabe-se que os dados apresentados para imprecionar a opinião pública eram falsos. Não passavam de números inventados para dizer que era urgente a legalização de uma prática que todo mundo fazia escondido. Hoje sabe-se que, na década de 1970, nos EUA o aborto era pouco conhecido do grande público e sua prática era muito reduzida. O problema é que essa tática, ou seja, de apresentar dados estatísiticos falsos, parece que está sendo utilizada no Brasil com o mesmo objetivo que foi utilizada nos EUA, isto é, enganar a grande população. Por tudo isso, é preciso ter muito cuidado e senso crítico diante desses dos dados estatísticos sobre o aborto.
Com relação ao fato de se afirmar, em programas midiáticos, que qualquer célula do corpo humano é vida igual a vida do embrião e que, por isso, o aborto seria justificável, é preciso observar que do ponto de vista de alguns aspectos técnicos da moderna pesquisa biogenética, a célula do embrião é igual a qualquer outra célula do corpo humano. No entanto, existe um lado muito importante que, tudo indica, não está sendo apresentado nos programas midiáticos que tratam do aborto. Trata-se do fato da célula do embrião ser única, ela contém todo o material genético do ser humano. Aquilo que o futuro indivíduo adulto será (a cor do olho, o tipo sanguíneo, etc) está contido no embrião. Todos os dias e até mesmo a todo instante milhares de células do corpo humano morrem, sem, no entanto, provocar a morte do organismo humano. Por exemplo, uma célula da pele ou da mucosa bucal pode morrer e, ao mesmo tempo, o indivíduo continuará vivo. No entanto, se o embrião morrer ou for assassinado o próprio indivíduo desaparecerá. Não há como se formar um indivíduo se o embrião for destruído. Com isso, a grande mídia está apresentando uma “meia verdade” ao grande público e, ao mesmo tempo, escondendo a informação principal, ou seja, o valor único e insubstituível do embrião. Lamentavelmente esse é o tipo de informação, muitas vezes contraditória, que a grande mídia transmite. É por isso que se afirma que a população precisa ter muito cuidado e senso crítico diante das informações que a grande mídia transmite sobre o aborto e outros temas de bioética.
Com relação ao argumento, muito difundido em veículos da grande mídia, que existem mulheres que podem decidir ter o filho, porque são ricas, e outras que, por motivos de pobreza, não o podem e que isso justifica a prática do aborto, é preciso esclarecer que essa informação é muito incompleta, que visa, em tese, a criar uma falsa consciência favorável ao aborto. É preciso compreender que tanto a mulher pobre como a rica podem decidir em não ter o filho. Elas podem decidir, por exemplo, em enviá-lo para adoção, em abortá-lo, etc. Quem afirma que a mulher classifica da “pobre” não pode escolher em ter o filho, não conhece a realidade brasileira. No Brasil quem aborta geralmente é mulher no estilo “classe média” ou então jovens com problemas familiares. A mulher que é enquadrada na categoria de “pobre” ou “baixa renda” geralmente decide ter o filho. É preciso ver que a mulher de “classe média” é bombardeada com uma forte “propaganda” que diz que ter um filho é prejuízo financeiro, perda de tempo, que o corpo vai ficar com algum tipo de deformação e coisas semelhantes. Essa “propaganda” é realizada, em grande medida, nos meios de comunicação de massa, pelas teorias acadêmicas chamadas pós-modernas e coisas afins. É um tipo de “propaganda” que desvaloriza a vida e coloca os bens materiais e o sucesso profissional em primeiro plano. Já a mulher que é enquadrada como pobre ou baixa renda está mais distante desse tipo de ”propaganda” e, até mesmo por isso, passa a ter uma atitude mais pró-vida e humanizada. Uma atitude que diz que o filho não é culpado de algum possível erro cometido pelos pais. Essa atitude humanizada valoriza a dignidade da pessoa humana. É uma atitude que não coloca os bens materiais como centro da vida, mas coloca a própria vida como centro. Atualmente o que precisamos é repensar os valores que norteiam o ser humano, os quais, muitas vezes, estão centrados no dinheiro, no sucesso profissional e coisas afins. A vida humana está além e acima dessas coisas. Colocar o aborto como solução de algum problema é apenas alimentar, ainda mais, essa cultura antiética que coloca a dignidade da pessoa humana em segundo plano.
O fato concreto é que atualmente o feto, ou seja, o bebê ainda no ventre da mãe, é vítima de uma espécie de tribunal da razão pura que simplesmente condena o feto a morte sem, no entanto, lhe dar qualquer chance de defesa. O perigo disso é a relativização da vida humana. Hoje certos grupos, chamados de vanguarda, revolucionários e de pós-modernos, querem a eliminação de uma categoria de seres humanos, isto é, os não-nascidos, o feto, amanhã outro grupo vai querer eliminar os velhos, as pessoas que tenham alguma doença e assim sucessivamente. Vale salientar que desde o Império Romano que os genocídios e os assassinatos em massa são apresentados como algo necessário para melhorar a vida humana. O século XX, com o Nazismo e o Socialismo, não foi diferente. Agora, no início do século XXI, vemos uma nova onda de guerras e de extermínios. E o aborto faz parte dessa nova onda. Ninguém se engane, o aborto é um assassinato onde a vítima é o lado mais frágil e indefeso da escala humana, ou seja, trata-se do bebê ainda no ventre da mãe. O filósofo Norberto Bobbio fala da Era dos Direitos, onde os cidadãos buscam a concretização de velhos e de novos direitos sociais. No entanto, para se realizar plenamente a Era dos Direitos, descrita por Norberto Bobbio, é necessário incluir o feto dentro dessa Era. Um dos grandes desafios do século XXI, do ponto de vista da ética, é perceber que a cidadania não se inicia com o nascimento, mas sim com os 9 meses de gestação, ou seja, já no período de gestação, o feto tem que ser reconhecido como um cidadão. O reconhecimento do feto como um cidadão, acarretará na ampliação do raio de atuação e de influência dos direitos humanos. O motivo disso é que se a cidadania começa com os 9 meses de gestação, então os direitos humanos terão que acolher o cidadão a partir da concepção e da gestação.  O século XXI é chamado a reconhecer o feto como cidadão e, com isso, finalmente todos os grupos e categorias humanos poderão desfrutar da Era dos Direitos. A incorporação do feto ao nível de cidadão será uma das grandes conquista da humanidade. Esse deve ser a luta que cada cidadão deve travar na atualidade. Ficar falando em aborto é uma forma de continuar descriminando a mais importante e mais frágil dos níveis da vida humana, ou seja, o bebê ainda no ventre da mãe. Por isso, afirma-se: chega de discriminação, direitos humanos para o feto.
Se quiser pode entrar em contato com Ivanaldo Santos pelo E-mail: ivanaldosantos@yaoo.com.br.
Daqui.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Papa convence mulher a não abortar e oferece-se para ser padrinho

Anna Romano escreveu ao Papa quando soube que estava grávida, mas nunca esperou o telefonema que a convenceu a deixar avançar a gravidez.

Ver mais aqui.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Estudo revela que mulheres que realizaram abortos são mais predispostas a procurar ajuda psiquiátrica

Um novo estudo financiado pela Susan Thompson Buffett Foundation, pró-aborto, descobriu que mulheres da Dinamarca que realizaram abortos são muito mais propícias a procurar ajuda psiquiátrica pela primeira vez em suas vidas nos meses seguintes ao aborto do que as que permitiram o nascimento.

O Estudo, intitulado “Induced First-Trimester Abortion and Risk of Mental Disorder” (Aborto induzido no primeiro trimestre e o risco de transtorno mental) e publicado no New England Journal of Medicine, examinou registros médicos dinamarqueses mantidos pelo governo, que registraram incidentes de abortos e aconselhamento psiquiátrico entre cidadãos. O estudo foi realizado durante os anos de 1995-2007.

Os autores descobriram que mulheres submetidas a abortos são quase três vezes mais propícias a buscarem ajuda psiquiátrica pela primeira vez durante nove meses antes e doze meses depois do procedimento do que mulheres que permitiram o nascimento do seu filho.

Contudo, os autores não consideram os resultados como sugerindo uma relação casual entre os abortos e doença mental. Eles compararam o número de mulheres que procuraram ajuda psiquiátrica nos meses antes e nos meses depois do aborto. Como não houve aumento estatisticamente significativo após o aborto, eles concluíram que o resultado encontrado “não suporta a hipótese de que há um risco maior de distúrbios mentais depois de um aborto de primeiro trimestre induzido”.

Dra. Priscilla Coleman, Professora de Desenvolvimento humano e Estudos Familiares da Universidade de Bowling Green State e especialista no relacionamento entre aborto e doenças mentais, disse como crítica ao estudo que existem “problemas maiores”.

Em um artigo recente, Coleman sugere que a taxa de problemas mentais pré aborto foi provavelmente muito alta, comparada com as mulheres que deram a luz, “porque muitas das mulheres estavam provavelmente no meio  da tomada de decisão sobre o aborto quando vivenciaram sua primeira visita ao psiquiatra”. Contudo, ela adiciona, os autores do estudo em vez concluem que "as mulheres que optam pelo aborto, muitas vezes têm problemas de saúde mental com base em outros fatores além do procedimento”.

Coleman assinala que os dados do estudo por eles mesmos “indicam que as taxas de problemas de saúde mental são significativamente altas após o aborto, se comparadas com mulheres que deram a luz (15,2% vs 6,7%) e comparadas com as que não engravidaram (8,2%)”, um fato minimizado pelos autores em sua avaliação.

Outros numerosos estudos reportados pela LifeSiteNew tem encontrado evidências de problemas psicológicos pós aborto, incluindo desordem e estresse pós-traumático, depressão e suicídio. Coleman observa que pelo menos 30 estudos chegaram a conclusões similares.


Contudo, os autores Dinamarqueses criticam tais estudos, reivindicando que “a maioria dos estudos falharam em distinguir entre diagnósticos de saúde mental tais como depressão e psicose, e sentimentos de tristeza, perda ou arrependimento, que embora desagradáveis, não significam necessariamente um distúrbio mental”.

por MATTHEW CULLINAN HOFFMAN 
27 de Janeiro, 2011 (LifeSiteNwes.com) 
Traduzido e adaptado por Gabriel Briganó

sábado, 20 de julho de 2013

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Nos últimos 40 anos foram feitos cerca de 1.720 milhões de abortos




Los grandes genocidios de la historia, el de los armenios por los turcos, el de los ucranios por el comunismo de Stalin, y el llevado a cabo por el nazismo, palidecen ante el mayor genocidio obrado por los países “civilizados” que asesinaron en los últimos 40 años a 1.720 millones de niños por nacer, un crimen que mancha las manos de los ejecutores y sus instigadores.

 

El doctor Brian Clowes, director de educación e investigación de “Human Life International”, investigó el número de abortos provocados en el mundo desde 1973, según reporta Aica.

 

1.700 millones de seres humanos sin nacer

 

Sus resultados son desoladores. A más de mil setecientos millones de seres humanos no se les permitió nacer en ese período de tiempo. Y además la tendencia es que se incremente el número anual de abortos porque cada vez son más los países que legalizan este crimen.

 

El doctor Clowes advierte que la plaga del aborto aumentará dado que la eliminación de la vida concebida y no nacida forma parte de las políticas de “planificación familiar” y “salud reproductiva” adoptados por un número cada vez mayor de países de los cinco continentes.

 

Incluso regiones enteras del planeta que se habían visto libres del aborto legal, como es el caso de Iberoamérica, empiezan a ceder ante las presiones del poderoso “lobby” abortista internacional y de una ideología considerada como “progresista”, asumida tanto por partidos de izquierda como por gran parte de los conservadores y liberales.

 

La ONU se ha convertido igualmente en un instrumento de promoción del aborto, especialmente en los países menos desarrollados.

 

Se da la circunstancia de que además de los abortos indiscriminados, se ha convertido en habitual la práctica masiva de abortos de fetos y embriones de sexo femenino en los países donde la posición social de la mujer es de total discriminación respecto al hombre.

 

Igualmente, el avance en el diagnóstico prenatal está provocando la eliminación de seres humanos no nacidos por el mero hecho de que padecen alguna enfermedad, de manera que, por ejemplo, cada vez nacen menos niños con Síndrome de Down

 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

¿Nos ayudas a borrar la ley del aborto?


Basta con que borres una letra de la ley del aborto, justo aquí, abajo, y te unirás a un movimiento de miles de ciudadanos conscientes que ya han borrado su letra.
En esta página te encontrarás la ley del aborto que se aprobó en España en 2010, a instancias de los abortistas Zapatero y de Aído. Es una ley profundamente injusta, una ley que establece el derecho a matar seres humanos inocentes.
En borraelaborto.org nos hemos propuesto borrar la ley del aborto, letra a letra. Pero necesitamos de tu ayuda, y la de miles de ciudadanos.
Verás que a la ley del aborto, abajo, ya le faltan muchas letras. Eso es porque muchos ciudadanos conscientes ya han borrado su letra.
¿Cómo borrar una letra de la ley del aborto?
Por favor, ayúdanos borrando una letra. Las instrucciones son las siguientes:
  1. Coloca el ratón (el cursor) encima de cualquier letra del texto de la ley (abajo) y haz click. Todavía no se pueden borrar los títulos de las secciones de la ley.
  2. La letra se borrará, aunque todavía falta hacer una cosa...
  3. En el formulario que aparece, introduce tus datos personales, para unirte al movimiento de los que vamos al conseguir acabar con el terrible crimen del aborto.
  4. ¡Ahora sí! Tu letra ha quedado definitivamente borrada... y habrás ayudado a acabar con esta ley injusta y brutal.
Y no dejaremos de trabajar para acabar con el aborto de una forma real. Juntos lo conseguiremos.

quarta-feira, 22 de maio de 2013

A Alemanha escolheu: os bebês em gestação são pessoas


É possível dar uma identidade jurídica aos nascituros, embora mortos durante a gravidez


Na Alemanha, agora é possível dar legalmente um nome, e, portanto, uma identidade jurídica e um sepultamento oficial aos bebês nascidos mortos, mesmo que ainda com peso inferior a 500 gramas.
Até agora, na Alemanha, eram chamados Sternenkinder, filhos das estrelas. O nome deles era de fato escrito apenas no céu, nenhum vestígio sobre a terra. Hoje, esses pequenos nascidos mortos podem ser registrados civilmente pelos pais que desejarem e podem ter um enterro apropriado. Estabelecida por Bundestag a lei entrou em vigor na quarta-feira.
Os nascituros, embora mortos durante a gravidez, são, então, oficialmente incluídos no "mundo" dos seres humanos.
O ser humano é sempre um ser humano: desde o primeiro momento, quando começa a aparecer no mundo da existência, quando o chamamos embrião ou feto, já é um de nós. A lei alemã indica um caminho, mas há ainda um longo caminho pela frente, para chegar a afirmação de que o homem é sempre portador de uma igualdade e de uma dignidade que é um valor supremo, e deve ser sempre respeitado.
É o caminho seguido por UnoDiNoi. A coincidência com a lei alemã reforça a campanha para recolher assinaturas e pressionar as instituições europeias a assumirem o caso da dignidade do embrião que a iniciativa propõe.

Daqui.