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sábado, 28 de setembro de 2013

O aborto e as pessoas portadoras de sindrome de down



One mother described being asked by a psychiatrist how she got on with her son with Down syndrome; when she replied, "Terrific," he said that there was no need to be defensive. Marca Bristo, who chairs the National Council on Disability, said, "Singer's core vision amounts to a defense a genocide."
By 2000, the resistance to prenatal screening from the disability rights camp had crystallized. Disability scholars Adrienne Asch and Erik Parens, in their seminal discussion of the problem, wrote, "Pre-diagnosis reinforces the medical model that disability itself, not societal discrimination against people with disabilities, is the problem to be solved."

Prenatal genetic testing followed by selective abortion is really problematic and it is driven by misinformation." A few years later,” Asch wrote, "Researchers, professionals, and policymakers who uncritically endorse testing followed by abortion act from misinformation about disability, and express views that worsen the situation for people who live with disabilities now and in the future."

Leon Kass, chairman of the President's Council on Bioethics under George W. Bush, has argued that we "treat" prenatally diagnosed illnesses by "killing rather than tending to those who would develop them." Preventing births of any subclass of people devalues them. A society where fetuses with Down syndrome are routinely aborted clearly believes that DS is a grave misfortune. This does not mean that anyone hates or wants to slaughter people with DS; indeed, many people who would choose to terminate a DS pregnancy would also go out of way to be kind to a living person with the syndrome.

But I know from personal experience how kind sympathy can be a noxious prejudice; I do not care to spend time with people who pity me for being gay, even if their sympathy reflects a generous heart and is offered with egregious politesse.

Asch claims that women abort disabled fetuses because of the woeful lives that would come of their pregnancies; that such woe is the product of chauvinism; that such chauvinism could be resolved. Janice McLaughlin, at the University of Newcastle, wrote, "Mourning the choice the woman is compelled to make is not the same as saying she is wrong or an active participant in discrimination. Instead it points to the ways in which she, too, is a victim."

But the acts of women do not merely reflect the society; they create it.
The more pregnancies are terminated, the greater the chance that more will be terminated. Accommodations are contingent on population; or ubiquity of disability keeps the disability rights conversation alive at all. A dwindling population means dwindling accommodation.

Of the 5,500 children born with DS in the United States each year, about 625 are born to women who had a prenatal diagnosis, " One doctor assured Tierney Temple Fairchild, who had a prenatal diagnosis, not to terminate. “Almost everything you want to happen will happen. It's just going to happen at a different schedule."

This is untrue.
A great deal does not happen on any schedule for people with DS. The remark was nonetheless helpful to the family in deciding keep their child, and they didn't have amnio in subsequent pregnancies. "I had a choice and I chose life," Fairchild wrote. "Does that make me pro-choice or pro-life? Our political parties tell us we can't have it both ways. I chose life, but I am thankful I had the choice."

Like deafness and dwarfism, Down syndrome may be an identity or a catastrophe or both; it may be something to cherish or something to eradicate; it may be rich and rewarding both for those whom it affects directly and for those who care for them; it may be a barren and exhausting enterprise; it may be a blend of all these. “I’ve never seen a family who chose to have the baby and then were really sorry Gregoli said.

There is a strong movement to connect expectant mothers with a prenatal Down’s diagnosis with families bringing up with DS. Many parents have written memoirs expressing the rewards of raising such children, contending that there is less to complain of in Down syndrome than in the attitudes of the world. Of course, people who dislike having children with DS don’t tend to write memoirs; neither  do those of low socioeconomic status, for whom the obstacles to good treatment may be daunting.

My own observation is that some parents manufacture an affirmative construction of their child’s disability to disguise their despair, while others have a deep and genuine experience of joy in caring for disabled children, and that sometimes the first stance can generate the second. I met disability activists who insisted that everyone’s joy was authentic, and I met psychologists who thought no one’s experience was. The truth is that while some people fall at either end of this spectrum, most are scattered across its wide span."
Andrew Solomon, Far From the Tree

 You cannot force women to bear Down Syndrome children but you can give a better picture of what having a DS baby may mean as well as what the evils of abortion may mean to your life.
Far too little of either story gets out so that meaningful decisions can be made. 
 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Bioética

Isilda Pegado

1 – Nascida na década de 70, a Bioética afirmou-se nos meios Científico, Social e Académico. Com o desenvolvimento da Ciência, cujas descobertas sendo para o Homem, podem pôr em causa o próprio Homem, surgiu uma nova área do pensamento que ganhou já foros de saber autónomo, e que tem gerado grandes debates apaixonados.
2 –  Pio XII em várias intervenções dirigidas a médicos, alertara para os crimes nazis dos campos de concentração e o progresso tecnológico ambíguo, que podem levar à eliminação da vida Humana. Também assim, a Encíclica Humanae Vitae de Paulo VI (1968), aDonum Vitae (1987) ou o Evangelium Vitae (1995) de João Paulo II são marcos neste debate que estava a nascer.
3 – Hoje ninguém põe em questão que a Bioética é um nível de conhecimento essencial à ciência e à vida em sociedade. As questões da clonagem, da reprodução artificial, manipulação genética, uso de embriões humanos, uso de recurso naturais (ambiente), o aborto, a experimentação em seres humanos, a eutanásia, as mutilações, são hoje realidades a que as Sociedades não podem ficar alheias.
4 – Mas, atenta a natureza destas decisões, elas não se têm ficado só pelo debate e estudo académico ou pela curiosidade jornalística. São questões que saltaram para a arena política. Isto é, os governos e os parlamentos têm sido chamados a fazer leis sobre tais matérias. Os programas de financiamento à investigação têm sempre subjacente uma reflexão bioética (na União Europeia têm sido vastos os debates à volta dos "programas-quadro" para financiar investigações nestas áreas). Por exemplo, está a correr a iniciativa Europeia "Um de Nós" que, de uma forma "ecológica", pede à União Europeia que defenda a Vida Humana em todas as suas dimensões desde o embrião. Que defenda e proteja cada "Um de Nós".
5 – As sociedades, conscientes de que tais questões são de interesse colectivo, levam a referendo questões como o aborto ou o uso de embriões humanos. Centenas de Leis (em especial no mundo ocidental) sobre procriação artificial, clonagem, diagnóstico pré-implantatório, aborto, etc., etc., são ditadas pelos Parlamentos. Até mesmo as questões do Ambiente, na medida em que interferem no futuro da Humanidade, são tratadas na Bioética e levadas à decisão política.
6 – A política representa a última instância de decisão que um Povo pode/deve tomar sobre qualquer matéria (economia, saúde, segurança, educação, etc.). Longe vai o tempo em que quem tinha o poder das armas decidia as demais questões da governação. Hoje, tem de existir transparência e conhecimento prévio das orientações que os governos irão tomar no poder.
7 – Ora, nas questões da Bioética temos assistido a um fenómeno curioso. Os partidos ditos de esquerda, têm inscrito nos seus programas estas matérias (liberalização do aborto, uso de embriões humanos para investigação, reprodução heteróloga, etc., etc.). Os partidos de Centro-Direita omitem a sua posição sobre tais questões. E, uma vez confrontados com as decisões têm duas posturas paralelas – por um lado, defendem a posição oposta à dos partidos de esquerda (mas sem convicção) e, por outro lado dão liberdade de voto aos seus deputados. Podendo estes aliar-se aos votos da esquerda. Nestes últimos 30 anos a Esquerda tem ganho todas estas batalhas e o Centro-Direita tem perdido todos estes debates.
8 – O eleitorado de Direita consciente destes combates cívicos, apela a uma posição que o represente e, vai esgrimindo um combate civilizacional. Mas está órfão politicamente. Este eleitorado desencantado afasta-se do voto cada vez mais …
9 – Há de facto uma questão civilizacional que politicamente exige decisões concretas. A esta chama-se hoje Biopolítica, isto é, a decisão que a política toma em relação à Vida Humana no sentido de a proteger ou não. Queiramos, ou não, tais matérias estão inscritas nas circunstâncias do nosso tempo.
10 – Mais, torna-se hoje claro que o próprio Poder tende a gerir a "Vida" (políticas demográficas de controle de natalidade, aborto gratuito e subsídio de aborto, etc.). A que alguns já chamam o "cuidado purificador da vida" tomado pelo Estado. Ou, a Vida que "merece viver" e aquela que "pode ser eliminada" (embriões).
Bastará abrir os olhos! A Biopolítica é uma realidade!
Isilda Pegado
Presidente da Federação Portuguesa pela Vida

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Pressões a mulheres para abortarem



Durante a próxima semana, o Instituto da Segurança Social (ISS) receberá a identificação de mulheres que alegadamente foram “pressionadas a abortar” ou, noutros casos, “a assinar documentos autorizando a laqueação das trompas ou a colocação de implantes contraceptivos” para poderem sair das maternidades com os seus filhos.
Esta é a promessa de dirigentes de duas das três associações que foram convidadas pelo ISS a fornecer aqueles dados, depois de terem denunciado este tipo de situações de pressão, através do semanário Sol.
“Parece que vocês, jornalistas, finalmente acordaram, e ainda bem. É desta vez que vamos contar tudo, que vamos pôr tudo na rua”, disse nesta quinta-feira ao PÚBLICO Leonor Ribeiro e Castro, do grupo pró-vida Missão Mãos Erguidas.
Há uma semana, em declarações ao Sol, Leonor Ribeiro e Castro disse conhecer “cada vez mais casos” de raparigas que são “pressionadas para abortar”. Hoje, quando contactada pelo PÚBLICO, sublinhou que tal se verifica “há muito tempo, pelo menos há três anos”, e que chegou a contar estes casos “a jornalistas, que não escreveram uma linha”. Nunca fez a denúncia junto do ISS ou do Ministério Público, explicou, “por falta de tempo” e porque o papel da associação “não é esse fazer denúncias”.
“O nosso papel é encontrar estas mulheres e ajudá-las. É dizer-lhes: ‘Pára, mãe, pára! Não mates o teu filho!”
A activista da Missão Mãos Erguidas diz estar a reunir dados sobre as mulheres que foram vítimas de pressões, para os enviar para o ISS. Adianta que na próxima semana estará em condições de divulgar, também, “os papéis que jovens que estão numa instituição particular apoiada em 30% pelo ISS tiveram de assinar, aceitando a laqueação das trompas ou a colocação de implantes contraceptivos, para poderem sair da maternidade com os filhos”. Escusou-se a adiantar qual a maternidade em causa, “por não ter a certeza de qual se trata”.
Ameaça “não sai da cabeça delas”
Leonor Ribeiro e Castro diz admitir que os responsáveis máximos nacionais do ISS "não estejam “a par destas situações". Mas diz-se certa de que “este tipo de posição a favor do aborto ou de ameaça de retirada dos filhos, que chega a ser feita por empregadas de balcão do ISS, não sai da cabeça delas”.
“Há aqui muitos interesses, que toda a gente vê quais são", disse, escusando-se a precisar a que se referia. Para além da Missão Mãos Erguidas, receberam um ofício do ISS a Associação Nacional das Famílias Numerosas (ANFN) e a Ajuda de Mãe.
“Uma vez que qualquer recomendação em matéria de planeamento familiar não se enquadra, nem se deve enquadrar, na intervenção técnica [...] em matéria de promoção e protecção dos direitos das crianças e jovens, após as notícias vindas a público, o Instituto da Segurança Social solicitou por escrito […] a identificação sobre os casos em que eventualmente tenha ocorrido esse aconselhamento”, informou hoje a Unidade de Comunicação daquele instituto.
O PÚBLICO não conseguiu falar com Madalena Teixeira Duarte, da Ajuda de Mãe, que também fez declarações ao Sol, confirmando a existência de casos em que os bebés são retidos nos hospitais ou as mães aconselhadas a irem para uma instituição se quiserem ficar com as crianças.
Artur Guimarães, da ANFN, disse ao PÚBLICO que na próxima semana enviará para o ISS os dados de pelo menos duas mulheres, umas das quais menor, que terão sido aconselhadas a abortar por técnicas do ISS. Não duvida de que o relato que lhe foi feito corresponda à verdade, disse, na medida em que a sua própria mulher foi pressionada a assinar uma autorização para a laqueação das trompas imediatamente antes do parto do sexto filho. Disse ainda que, "na eventualidade de estas mulheres não terem condições para cuidar dos filhos, a resposta do Estado só pode ser uma: criar essas condições".


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

O regresso da selecção nazi


O ministro japonês das Finanças, em funções há cerca de um mês, defende que os cuidados de saúde para doentes mais idosos significam um custo desnecessário para o país e que a estes pacientes deveria ser permitido morrer rapidamente para aliviar a pesada carga financeira que representa o seu tratamento na economia japonesa.

Fonte: Público

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Abortos feitos por motivo do sexo do bébé

Numa reportagem feita através de gravações com câmara oculta, o jornal relatou como alguns médicos de hospitais particulares consentem fazer abortos motivados unicamente pelo sexo do bebé, prática ilegal no Reino Unido.

Em declarações ao Daily Telegraph, o ministro da Saúde, o conservador Andrew Lansley, expressou preocupação com essa denúncia e disse que começou uma investigação urgente sobre o assunto.

Os repórteres do jornal visitaram, acompanhados de grávidas, as consultas ginecológicas de nove centros de saúde particulares do Reino Unido, nas quais as mulheres tentaram marcar uma operação de aborto por não estarem satisfeitas com o sexo do feto.

Em três das clínicas, os médicos concordaram em fazer a operação a um preço que varia entre 240 a 760 euros e, numa delas, foi oferecida inclusivamente a falsificação dos papéis do procedimento.

Um dos casos é o de uma mulher grávida de oito semanas que disse a uma médica de uma clínica de Manchester, no norte da Inglaterra, que queria interromper a gravidez porque ia ter uma menina, o que foi consentido pela especialista.

Outro, uma mulher grávida de um feto masculino de 18 semanas, conseguiu marcar um aborto numa clínica londrina sob o pretexto de que queria uma menina, pois já tinha um menino.

Uma lei britânica de 1967 estabelece a interrupção de gestações de até 24 semanas se a saúde física ou mental da mãe estiver em risco, mas nunca para escolher o sexo do bebé.

Em 2010, na Inglaterra e Gales foram feitas 189.574 operações de aborto, 8% a mais do que há 10 anos.

Em 2007, um estudo da Universidade de Oxford indicou que entre 1969 e 2005 aumentaram os casos de escolha do sexo do bebé através de abortos, principalmente nos nascimentos de meninas entre a comunidade hindu que vive no Reino Unido.

Fonte: Diário Digital

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Eugenia: Nasce rede social para ter filhos bonitos

São expulsos os que perdem seus atributos físicos


Uma rede social em que “não se aceitam os feios” e em que recentemente foram expulsos 5.000 membros por terem subido de peso lançou a recente oferta de doadores de óvulos e esperma para a possibilidade de gerar filhos bonitos.

Trata-se do site denominado Beautiful People (Gente bonita, N. do T.), que busca “fortalecer as probabilidades de se ter um filho belo”, explica a própria página na internet.

A rede Beautiful People nasceu na Dinamarca em 2002 e agora está presente em 190 países do mundo. Seus integrantes defendem a ideia dos doadores para bebês bonitos como uma “causa nobre”. O diretor do site, Greg Hodge, disse à agência AFP que se trata de “uma oportunidade que damos a todos os casais e mulheres solteiras com problemas de fecundação”.

Os aspirantes a pertencer a esta rede são aceitos após enviar uma fotografia e “criar um perfil onde as mulheres serão votadas pelos homens e os homens, pelas mulheres”, explica o diretor.

ZENIT falou com o médico ginecologista Carlos Alberto Gómez Fajardo, especialista em bioética, que assegurou que qualquer mecanismo de fecundação assistida “impõe a obtenção do filho como desejo feito possível pela tecnologia e como direito”.

Hodge qualificou o site que ele dirige como “muito democrático”, porque “reflete que a beleza é algo subjetivo, porque temos de todos os gostos, todas as origens étnicas e culturasi”.

Por sua parte, o doutor Richard Paulson, chefe da Divisão de Endocrinologia Reprodutiva e Fertilidade da Universidade do Sul da Califórnia, considera que esta proposta esbarra na “mentalidade eugenésica e abortista”, que “cresce no no terreno da ideologia light, em que ninguém parece se perguntar sobre a realidade: a condição pessoal humana de cada um dos milhares de embriões que são destruídos nos processos”.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Cultura de morte


Aqui deixo dois lamentáveis exemplos que demonstram que a cultura de morte está bem viva na nossa sociedade:


EXEMPLO 1)


"Uma pessoa que não se importe de abortar aos 6 meses por causa da falta de um membro acho que o deve fazer.

Se acha tão profundamente que uma criança sem um membro pode ser terminada por esse motivo acho que deve tentar de novo pois tenho dúvida que fosse aceitar aquele filho como seu ou como o melhor que poderia produzir, algo desse tipo.

Não vejo grandes problemas com uma certa selecção à partida, a ideia não é como no caso Nazi ser o estado a determinar o que é melhor para nós mas sim cada um poder fazer a sua selecção artificial.

Afinal esta é feita desde a mulher que eu escolho para ter filhos, passando pela altura da vida em que o faço etc etcEugenia seria se houvesse uma política a ser aplicada a todos e obrigatória, isto é apenas aceitarmos que ha pessoas que têm um entendimento diferente sobre o que seja um ser humano completo.

(...) Nada pode ser pior que se nascer com deficiências e para completar o ramalhete ser-se mal amado pelos pais."


Retirado da caixa de comentários daqui



EXEMPLO 2)


"Na Itália, foi ditada uma sentença – divulgada pela imprensa a 20 de junho passado [1] – segundo a qual um casal, afetado pela talassemia e que havia tido um filho portador da doença devido a um diagnóstico incorreto durante a gravidez, obteve ganho de causa contra o médico responsável pelo exame, condenado a pagar uma indenização no valor de 400 mil euros ao casal; segundo a sentença, teria sido violado “o direito do casal a uma procriação consciente e responsável”.


sexta-feira, 30 de abril de 2010

quinta-feira, 4 de março de 2010

Aborto e raça, um assunto delicado

Nos EUA, 40% dos abortos são realizados por mulheres negras
Tendo sido, por quase uma década, membro da Comissão para os Direitos Humanos dos EUA, sei que há poucas questões tão controversas para a sociedade norte-americana quanto a questão racial.

Apesar disso, um artigo publicado no final de semana passado pelo New York Times, intitulado “To Court Blacks, Foes of Abortion Make Racial Case” – merece uma atenção mais pormenorizada.

Sem entrar na controvérsia a respeito da bem documentada filosofia eugenista de Margaret Sanger (fundadora da Planned Parenthood), ou no debate sobre serem ou não os afro-americanos alvo daqueles que promovem o aborto, permanecem vários elementos dignos de reflexão.

Conforme sublinhou o próprio New York Times, as mulheres negras respondem por cerca de 40% dos abortos realizados nos EUA, embora representem apenas 13% da população do país.

Independentemente da causa de tão elevadas taxas, verifica-se que o aborto é uma tragédia particularmente disseminada entre a população afro-americana. No aborto não há vencedores; há apenas mortos e feridos, e todas as pessoas envolvidas devem ser acolhidas com amor e compaixão.

Às pessoas da comunidade negra submetidas a um maior risco de abortar devem ser oferecidas alternativas concretas. Aqueles que vivenciaram um aborto devem receber uma mensagem de conforto e esperança.

Ler mais aqui.
Por Carl Anderson - é Cavaleiro Supremo dos Cavaleiros de Colombo e escreve frequentemente no New York Times.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Nova lei que liberalizou o aborto em Portugal está a fomentar a eugenia ?

Se estas consequências se vierem a confirmar, só poderemos concluir que as diferenças entre o nosso Estado e o Estado Nazi começam, cada vez mais, a se esbater.

domingo, 25 de janeiro de 2009

War Against the Weak


In War Against the Weak, award-winning investigative journalist Edwin Black connects the crimes of the Nazis to a pseudoscientific American movement of the early 20th century called eugenics. Based on selective breeding of human beings, eugenics began in laboratories on Long Island but ended in the concentration camps of Nazi Germany. Cruel and racist laws were enacted in 27 U.S. states, and the supporters of eugenics included progressive thinkers like Woodrow Wilson, Margaret Sanger, and Oliver Wendell Holmes. Ultimately, over 60,000 "unfit" Americans were coercively sterilized, a third of them after Nuremberg declared such practices crimes against humanity. This is a timely and shocking chronicle of bad science at its worst — with many important lessons for the impending genetic age.

Texto daqui.
Ver mais aqui, aqui e aqui (filme).