quinta-feira, 30 de abril de 2009

Requerimento para obtenção de subsídios de apoio à parentalidade

Publicado hoje no Diário da República, aqui.

Portal VER

Bom site sobre ética, política e economia: Portal VER

Fazer intervalos dos filhos


Embora os filhos sejam o melhor que um casal tem na vida, às vezes, há que fazer intervalos sob pena do relacionamento entre o casal sair prejudicado o que, por sua vez, fará inevitavelmente ricochete nos filhos.

Senão, acontece isto que depois dá nisto.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Membros de uma Unidade terrorista das SS encontrados

Promotores do Instituto Nacional da Memória, na Polônia, em seu departamento de investigação de crimes de guerra, anunciaram que pretendem trazer à justiça os homens, devido ao seu aparente envolvimento na supressão do Levante de Varsóvia enquanto serviam na Brigada Dirlewanger da SS.
A unidade, baptizada em homenagem ao seu líder, Dr. Oskar Dirlewanger, era composta de criminosos, psicóticos e voluntários da Europa ocupada e desenvolveu uma reputação de estupros, tortura e assassinato, exagerada até para os sangrentos padrões nazistas.
Os três, que vivem na Alemanha, foram encontrados após a Cruz Vermelha austríaca dar a um museu polonês uma lista com nomes e endereços dos que serviram na unidade.
Os investigadores dizem tê-los localizado, mas os ex-soldados recusaram-se a falar da guerra pelo telefone.
Fonte: Daily Telegraph (versão traduzida aqui)

Sobre a recente campanha da APF


Sobre a recente campanha da APF (Associação de Planeamento Familiar), na qual esta associação pretende divulgar folhetos na rua e em centros de saúde de forma a tornar mais conhecido o acesso ao aborto legal, diz o prof. Manuel Serrão o seguinte:




segunda-feira, 27 de abril de 2009

Bem vindos ao nosso blog, um blog de terroristas


Administração Obama qualifica de potenciais terroristas os opositores ao aborto, aqui e aqui.

domingo, 26 de abril de 2009

Estilos de vida saudável com leitura

A prática da leitura de livros parece ajudar as pessoas na adopção de um estilo de vida mais saudável, conclui uma investigação realizada em dois centros de saúde de Coimbra.
A investigação, realizada pelos médicos Rosa Costa e Rui Macedo, concluiu igualmente que as pessoas que lêem livros conseguem gerir melhor as suas doenças, assim como entender melhor a mensagem dos médicos.

Apostar apenas no preservativo não é o melhor remédio

"Realmente, o preservativo é falível e apostar apenas na sua distribuição não é, de todo, o melhor remédio".
Maria Eugénia Saraiva
Presidente da Liga Portuguesa Contra a Sida
Daqui

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Acampamento Jovem


quinta-feira, 23 de abril de 2009

O escândalo de Notre Dame

Como o Bernardo aqui chama à atenção, nos EUA, arrebentou mais um escândalo relacionado com as "modernas" universidades católicas norte-americanas (neste caso , Georgetown e Notre Dame).

De facto, já há muitos anos que várias Universidades Católicas norte-americanas se afastaram da linha doutrinal ortodoxa, promovendo inclusive experiências e investigações contrárias à própria teologia moral católica.

Já isso é chocante, mas agora ainda foram mais longe, para além de concordarem em tapar o nome de "Jesus Cristo" para não desviar as atenções de Obama , agora um tal de Padre Jenkins, reitor da Universidade de Notre Dame, resolveu convidar Obama, um pró-abortista confesso e adepto do aborto em fase terminal de gravidez, para discursar no início do ano académico e, não contente com isso, ainda o irá condecorar .

Para estes académicos "católicos" fica bem ir na onda da Obamania e, quiçá, até ganhar benesses com isso. Para eles dedico-lhes este excerto do filme "A man for all seasons".

II Congresso das Famílias Numerosas



No âmbito do X aniversário da APFN, que hoje se celebra, convidam-se as famílias portuguesas, numerosas ou não, a participar no II Congresso das Famílias Numerosas, sob o lema "Famílias Numerosas - A garantia de Futuro", que se realiza nos próximos dias 23 e 24 de Maio de acordo com o programa que se anexa.

Para tal, poderão inscrever-se em http://www.apfn.com.pt/IICFN.

A fim de permitir a participação de famílias de fora da zona de Lisboa, existem preços muito especiais para dormidas.

Este Congresso conta com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República.


22 de Abril de 2009

APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas
Rua José Calheiros,15
1400-229 Lisboa
Tel: 217 552 603 - 919 259 666 - 917 219 197
Fax: 217 552 604

Parabéns APFN!!!


APFN
Associação Portuguesa de Famílias Numerosas

Somos um grupo de casais, com três ou mais filhos
Acreditamos nos valores da família
Defendemos o direito à vida desde a sua concepção
Sentimos a necessidade de apoiar as famílias numerosas.
À semelhança do que já acontece noutros países europeus, criámos uma Associação, de âmbito nacional, para defesa dos direitos naturais, próprios e legítimos das famílias numerosas.
Esta Associação, criada no dia 22 de Abril de 1999 no âmbito do D/L 268/98, obteve, no dia 3 de Outubro de 2003 o estatuto de "Associação de Família de Representatividade Genérica" - Lei 9/97, de 12 de Maio.
Os principais objectivos desta Associação são:
Defesa dos legítimos interesses das famílias numerosas, designadamente em matéria fiscal, de habitação, saúde e educação;

Promoção de acções de solidariedade e apoio mútuo entre famílias numerosas;

Obtenção de facilidades e descontos para os associados;

Desenvolvimento de iniciativas de carácter sócio-cultural e de divulgação dos valores da família.
Para mais detalhes, é favor consultar os nossos Estatutos e a lista dos órgãos sociais.

Quais as nossas principais acções:
Elaborámos os Estatutos, que incorporam alguma experiência recolhida em Associações congéneres de países europeus, com quem já estamos em contacto.

Obtivemos a legalização da Associação, tendo a Escritura sido efectuada no dia 22 de Abril.

Selecção de filmes editados recentemente em DVD, de que há crítica bem feita!

A Turma, Austrália, Bolt, Crepúsculo, Destruir Depois de Ler, Em Bruges, High School Musical 3 - Último ano e 007- Quantum of Solace
Assinado por Aceprensa Data: 21 Abril 2009
A Turma
Magnífico filme sobre educação, Palma de Ouro de Cannes, 2008. Nomeado para Óscar em 2009 (melhor filme de língua estrangeira) Baseia-se no livro Entre les murs, onde o professor François Bégaudeau conta a sua experiência profissional. Ele próprio é co-guionista e intérprete do papel do professor.
Austrália
Um filme"como os de antigamente". O realizador australiano suspende as suas experiências modernas e oferece-nos um canto de amor ao seu país, numa apaixonada história romântica.
Bolt
Excelente filme com um argumento cheio de surpresas e uma extraordinária técnica de animação num projecto a 3D da Disney.
Crepúsculo
Adaptação ao cinema do romance de Stephenie Meyer. Embora fraco, o romance deu para fazer um filme convencional, com um insistente tom sensual doentio, pela confusão constante entre o desejo de sangue e o desejo sexual, que se manifesta sobretudo nas obras posteriores. E isto atrai muita gente.
Destruir Depois de Ler
Os irmãos Coen retratam um grupo de perdedores medíocres... Com esta base criam uma série de situações divertidas e algumas passagens de humor barato. Um elenco excelente, com actores que parecem divertidos a fazer um filme sem grandes pretensões e uma crítica vulgar a certas atitudes contemporâneas.
Em Bruges
É a primeira longa-metragem de McDonagh que não deixa de seguir a mesma linha dos filmes anteriores. Conta com pessoas de grande profissionalismo e não cai no "pack" de turismo urbano.
High School Musical 3 - Último ano
007- Quantum of Solace
Aceprensa

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Dia 22 de Abril- Dia Mundial da Terra

Portugal Pro-vida levanta petição na AR em sinal de protesto

O movimento de inspiração católica Por Portugal Pró-Vida irá amanhã levantar uma petição reivindicando a suspensão imediata da Lei do Aborto que estava a ser avaliada pela Comissão Parlamentar de Saúde da AR. Em declarações ao PÚBLICO, o responsável do movimento indicou tratar-se de uma forma de “protesto” pela forma como a democracia portuguesa está a tratar este assunto.
“Não se trata de uma desistência. Aliás, este acto de levantamento é um acto de guerra porque nunca ninguém levantou uma petição de uma comissão parlamentar. O que se pode fazer é desistir, reclamar, protestar... Mas o acto de levantamento cai num vazio legal. É uma figura que não está tipificada. É um acto de hostilidade”, explicou Luís Botelho Ribeiro, o primeiro subscritor da petição nº551/X/4ª. “Trata-se de uma questão de vida ou de morte (...) Este é um protesto contra a forma como a democracia portuguesa está a tratar este assunto”, sublinhou.
O representante do movimento – que tem a ambição de se transformar em partido – entrega amanhã à presidente da comissão parlamentar de saúde e deputada do PS Maria de Belém Roseira uma carta em que se explicam os motivos do levantamento peticionário.
Ao PÚBLICO Luís Botelho Ribeiro adiantou, porém, que há duas grandes razões para o levantamento da petição:
O primeiro prende-se com o facto de o documento não ter tido “o tratamento que a lei prevê”. No dia 22 de Março terminou o fim do prazo de 60 dias para apreciação da petição e dá lá para cá “nenhum outro avanço se verificou”.
O segundo motivo prende-se directamente com a lei em si e com o facto de, desde que a Lei do Aborto entrou em vigor, em 2007, terem já morrido “legalmente, em Portugal (...) mais de 30 mil bebés”. “Neste momento o número de vítimas do aborto já igualou o número de peticionários validados: mais de 5000”.
Fonte: Público

Aborto e assassinato


Para mim, é cada vez mais difícil de acreditar que se possa falar em direito ao aborto. Se há um direito ao aborto, há também um direito ao assassinato, já que, entre aborto e assassinato, a única diferença é a idade e a vulnerabilidade da vítima.


Em nossa civilização, que dispõe de avançados recursos tecnológicos, é fácil disfarçar uma prática assassina e torná-la aceitável aos olhos de uma opinião pública que não veria da mesma maneira, por exemplo, a “exposição aos deuses” dos antigos gregos e romanos, isto é, a prática de se livrar da responsabilidade pelos recém nascidos, abandonando-os à própria sorte num lugar ermo – quando não jogando-os para morrer na cloaca máxima.


Considerar o embrião e o feto como simples objetos inanimados, como fazem os defensores do aborto, é simplesmente recusar-se à compreensão do que é vida – fenômeno que é tão biológico quanto metafísico. Aliás, um dos estratagemas dos abortistas é escamotear a discussão honesta e abrangente sobre o que é vida, recorrendo a subterfúgios fisiológicos, impregnados do materialismo mais mesquinho, segundo o qual, em última análise, todos nós não passamos de um punhado de genes impulsionados por determinismos a gosto do freguês.


Tibiriçá Ramaglio

Nova lei, afinal, não acabou com o aborto clandestino

"Temos testemunhos de várias lados de mulheres que recorrem ao aborto clandestino, nomeadamente mulheres de grupos sociais mais desfavorecidos. Ao mesmo tempo, continua a existir o comércio paralelo de medicamentos abortivos"

Daqui

terça-feira, 21 de abril de 2009

Testemunho de vida: Susan Boyle

Para ver e ouvir aqui.

What the world needs now



What the world needs now is love, sweet love
It's the only thing that there's just too little of
What the world needs now is love, sweet love,
No not just for some but for everyone.

Lord, we don't need another mountain,
There are mountains and hillsides enough to climb
There are oceans and rivers enough to cross,
Enough to last till the end of time.

What the world needs now is love, sweet love
It's the only thing that there's just too little of
What the world needs now is love, sweet love,
No, not just for some but for everyone.

Lord, we don't need another meadow
There are cornfields and wheat fields enough to grow
There are sunbeams and moonbeams enough to shine
Oh listen, lord, if you want to know.

What the world needs now is love, sweet love
It's the only thing that there's just too little of
What the world needs now is love, sweet love,
No, not just for some but for everyone.

No, not just for some, oh, but just for everyone.


"What the World Needs Now Is Love" is a 1965 popular song with lyrics by Hal David and music composed by Burt Bacharach. It was first recorded, and made popular by Jackie DeShannon. It was released on April 15, 1965 on the Imperial label after a release on Liberty records the previous month was canceled. The song reached number 7 in the US charts May of that year.

It has been recorded or performed live by over a hundred artists, notably Dionne Warwick, The Staple Singers, Judy Garland, Wynonna Judd, The Supremes, McCoy Tyner, Barry Manilow, Ed Ames, Steve Tyrell, Luther Vandross, Andrea Ross, and Aimee Man.


"Nascer prematuro, crescer criança"

Inscrições e informações em www.estimulopraxis.com

Filme "Bella"

Conforme o anunciado, e devido a ter ficado tanta gente em lista de espera para a sessão do passado domingo 19, organizámos uma nova sessão do filme que irá ser no dia 27 DE ABRIL, 2ª feira PELAS 21.15HORAS desta vez nos CINEMAS ALVALÁXIA.
O preço dos bilhetes informou-nos a Lusomundo que será de 4.40euros

Podem fazer as vossas reservas para este email (pimentel.calderon@gmail.com) ou para inesforero@yahoo.com, ou então para os seguintes telemóveis:
Inês Forero-918737207
Paula Pimentel Calderon- 917728789

A seguir a esta sessão já não organizaremos mais nenhuma do género ( mas com todo o gosto daremos os contactos da Lusomundo a quem quiser organizar outra semelhante), mas estamos em negociações para que após terem constatado o êxito da primeira sessão e esperemos que tambem da segunda,os responsáveis da Lusomundo se decidam a voltar a pôr o filme nas salas de cinema, desta vez dando-lhe a publicidade devida para que muitas pessoas tenham oportunidade de receber esta mensagem tão positiva.

Se conhecerem alguém em algum meio de comunicação social poderiam fazer o favor de enviar este email, para que o anuncio possa chegar a mais pessoas.


Quanto à idade, e dependendo da maturidade penso que a partir dos 12 anos não há nenhum problema em assistir ao filme.

Muito Obrigada e até segunda -- Paula Pimentel Calderón

Quem é que disse que estas meninas são todas loiras e muito burras ?

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Ler livros na internet

Na biblioteca digital, uma forma de ler, com os filhos, contos infantis de conteúdo educativo.

domingo, 19 de abril de 2009

Perguntas sem resposta

sábado, 18 de abril de 2009

Enfraquecimento dos laços familiares agrava crise económica

O facilitismo na obtenção do divórcio e a fragmentarização da família incentivada pelo actual governo PS, agrava a crise económica.
Esta mesma constatação resulta evidente no documentário sobre o "Inverno Demográfico" onde alguns especialistas referem que não basta incentivar a natalidade para combater as quebras demográficas, mas há que apoiar e consolidar a família e as relações familiares.
Trata-se de uma verdade inconveniente e politicamente incorrecta que, em Portugal, só o Presidente da República e poucos mais têm ousado proclamar.
Ainda ontem em discurso (muito bom, por sinal) a empresários referiu o Presidente o seguinte:
"Só quem não conhece o que se passa no terreno, quem não contacta com as consequências da crise, não se apercebe do alastramento dos novos riscos de pobreza e não compreende a dimensão do custo social para o País das políticas que favorecem o enfraquecimento dos laços familiares".

Fracasso escolar com nota masculina

"Tenemos un problema muy serio con los chicos", resume el profesor Antonio Matamala, tras descomponer, para el periodista, la fórmula en la que se sustenta nuestro modelo educativo: "Dos medidas de comprensión lectora, dos de atención en clase y dos de esfuerzo personal". A juicio de este pedagogo, director de Bachillerato del colegio Liceo Europeo de Madrid, el problema es que buena parte de los alumnos varones se muestran incapaces de cumplir con esas exigencias mínimas. Se mire como se mire: por cursos y ciclos académicos, por autonomías o redes de titularidad pública o privada, resulta ya innegable que las alumnas obtienen un rendimiento sustancialmente superior al de los chicos a lo largo de todo el sistema educativo. Es una noticia incómoda, incluso, excéntrica, pero tan persistente que ha acabado por romper el pudoroso corsé de la corrección política.
Reconozcámoslo abiertamente: el desastre del elevado fracaso educativo español (30,8% en 2006) y el abandono escolar temprano son un asunto esencialmente masculino. Sin la abultada contribución de los varones a ese descalabro, en el que la inmigración contribuye sólo en una porción mínima, las alumnas españolas no estarían muy por debajo de la media educativa de los países de la Organización para la Cooperación y el Desarrollo Económicos (OCDE), establecida en el Informe PISA. Y lo que tenemos, en la antesala de la sociedad del conocimiento, es que más del 36% de los muchachos y el 25% de las chicas salen del sistema escolar sin ni siquiera haber cubierto la Enseñanza Secundaria Obligatoria (ESO); jóvenes con una formación académica mínima y ni oficio, ni beneficio. El objetivo comunitario de reducir el fracaso escolar al 15,5% en 2010 se ha convertido para España en una amarga quimera.
¿Vamos a un modelo de pareja común en la que el varón es manifiestamente más iletrado que la mujer? Porque en la educación, el sexo débil es claramente el masculino. "Hay chavalas con una capacidad impresionante; sacan unas notas excelentes, hacen montones de extraescolares: ballet, deporte, piano, militan en una ONG y encima, ayudan en su casa", se admira Matamala. Las chicas lo hacen ya mejor en los primeros años de escolarización y ese rendimiento diferencial superior se mantiene, con altibajos, a lo largo del recorrido educativo hasta desembocar en la Universidad. En los últimos años, el porcentaje de licenciaturas universitarias conseguido por las mujeres se sitúa en torno al 61%. Y eso, pese a que las chicas continúan estando más retrasadas en las asignaturas de matemáticas y física y que, por lo mismo, siguen mostrándose reticentes ante las carreras científico-técnicas. La directora del Instituto de la Mujer, Rosa Perís, achaca a razones culturales esa pobre representación femenina, cercana al 30%.
"Las carreras técnicas les dan miedo porque ellas son muy prácticas y buscan salidas profesionales más compatibles con el proyecto de fundar una familia, tener hijos...", explica, a su vez, el profesor de la Universidad Complutense de Madrid, Antonio García Martínez. Según eso, el estancamiento en el número de catedráticas y de personal docente femenino universitario (36,1%) y la falta de correspondencia entre la superior formación de las mujeres y su lugar en el mercado laboral tiene que ver con su voluntad de procrear, una suerte de "mandato de género" que trunca, a menudo, trayectorias profesionales brillantes. La discusión está en si el denominado "techo de cristal" (expresión que designa los obstáculos supuestamente invisibles que impiden a las mujeres ocupar puestos de responsabilidad para los que están preparadas) depende sólo de factores culturales o influyen también elementos biológicos. En cualquier caso, la conciliación entre la vida laboral y familiar se revela como una necesidad urgente, puesto que ningún país -no, desde luego, España-, puede permitirse el lujo de prescindir de la riqueza potencial que conlleva la formación de las mujeres.
La variable de género ha sido poco utilizada en la investigación estadística oficial, aunque pocos directores de centros de enseñanza dudan, a estas alturas, de la significación de las diferencias entre el comportamiento educativo masculino y femenino. A falta de datos oficiales y sin pretensiones científicas mayores, algunos pedagogos han optado por confeccionar sus particulares estadísticas para poder calibrar el alcance del fenómeno, siquiera en el plano doméstico. La de Matamala, que cubre los cuatro cursos de la ESO y los dos de Bachillerato, muestra que en los seis ejercicios académicos el número de varones suspendidos en más de tres asignaturas superó siempre al de las chicas. Los propios estudios del Ministerio de Educación establecen que entre los estudiantes que acaban la ESO el porcentaje de varones repetidores (49%) dobla, prácticamente, al de las mujeres (26%).
Pero es que, además, los premios extraordinarios por rendimiento académico o esfuerzo personal pertenecen a las mujeres de forma tan abrumadora que, en algunos centros, se priman los méritos masculinos para evitar que los varones se sientan convidados de piedra en la fiesta. En la práctica, la "discriminación positiva" lleva tiempo ejerciéndose en determinadas universidades privadas que buscan asegurar un cierto equilibrio de matrículas masculinas y femeninas. "Sé de una universidad, cuyo nombre no diré, en el que las mujeres necesitan medio punto más de nota media para poder ser admitidas", indica un profesor. Aunque, por lo general, las diferencias se recortan en el Bachillerato -en la etapa en la que los asuntos amorosos ocupan buena parte del universo mental femenino y los chicos reaccionan con una mejor disposición para el estudio-, el retraso no termina nunca de enjugarse totalmente a efectos de la mayoría estadística. De hecho, el reparto más equitativo de los suspensos no permite recuperar todo lo perdido, ni deshacer la ventajosa posición que ocupan las mujeres en la franja de los sobresalientes y notables. El porcentaje de chicas que se gradúan en la enseñanza posobligatoria (Bachillerato, en la rama académica) supera en 12 puntos al de los hombres. El 58,25 % de los alumnos que se matricularon en la Universidad en 2007 fueron mujeres.
¿Qué está pasando para que este fenómeno, generalizado dentro del mundo desarrollado, se produzca en nuestro país de forma bastante más acusada? Aceptado que el nivel de inteligencia es igual entre los sexos y que la escuela tiene vocación igualitaria (a diferencia en, muchos casos, de la familia y del mercado de trabajo) las explicaciones se centran, sobre todo, en la más temprana maduración psíquica y física de las mujeres. "No se puede generalizar, pero a ciertas edades, las chicas son más espabiladas", sostiene Dolores Villalba, directora de un colegio público de Primaria en Vallecas (Madrid). "Maduran antes, son más constantes y estudiosas", apunta, a su vez, Juan José Nieto, director de un instituto de Secundaria.
Encuestas llevadas a cabo en una serie de institutos muestran que en la ESO y el Bachillerato los chicos estudian una media de tres horas semanales, mientras que las chicas dedican a esa tarea alrededor de ocho. A la vista de estos datos, está claro que demasiados niños pasan demasiado tiempo con los videojuegos y matan las horas ante el televisor en lugar de hacer sus deberes y también que las chicas trabajan y se esfuerzan más. "Ellas son más aplicadas porque también son más conscientes de la importancia de la educación. Hay que tener en cuenta que en los niveles de formación bajo la tasa de paro femenino es muy superior", subraya la directora del Instituto de la Mujer. También se implican más en la clase. "De ocho manos que se levantan para formular una pregunta académica, siete son chicas", comenta Matamala.
Y eso, por no hablar del comportamiento masculino en esas edades en las que la testosterona desbocada causa estragos. Los estudios del colegio Montessori y la experiencia de otros centros muestran que más del 80% de los alumnos conflictivos suelen ser chicos. Ellos acaparan los partes de incidencia y las expulsiones, protagonizan la gran mayoría de los actos de indisciplina y las agresiones. En contraste con esa característica física, algunos pedagogos detectan entre las chicas una "agresividad psicológica alta" de efecto igualmente pernicioso. La expresión "son un horror", referida a los niños, más indisciplinados, desordenados, inconstantes, se escucha, sobre todo, en Primaria de boca de un profesorado abrumadoramente femenino. De ahí, que, especialistas como el propio Matamala, propugnen reequilibrar la composición por sexos del profesorado. "Hay profesoras que como no logran entender los comportamientos de los niños varones corren el riesgo de incurrir en falta de empatía", señala.
Lo que parece claro es que el dominio temprano de la lectura y la escritura -de acuerdo con una serie de informes, en estas materias, las mujeres llegan a acumular una ventaja de hasta año y medio-, contribuye poderosamente al mejor rendimiento continuado. Según el Informe PISA 2006, las alumnas españolas aventajan en 35 puntos a los chicos en el área de escritura, lengua y comprensión lectora, frente a los nueve puntos de retraso que arrastran en matemáticas.
"Nuestro sistema educativo está en crisis, sobre todo, porque aplicamos la misma metodología a chicos y chicas sin tener en cuenta sus notables diferencias biológicas, el dimorfismo cerebral que explica sus distintos comportamientos", sostiene la profesora de derecho administrativo de la Universidad Carlos III, de Madrid, María Calvo Charro, autora de numerosos trabajos sobre la educación. A su juicio, "las chicas se adaptan mejor al sistema gracias a su precocidad en el habla y la escritura, mientras que los chicos adquieren mayor facilidad para el pensamiento lógico matemático y el razonamiento abstracto".
Madre de dos chicas y dos chicos y presidenta en España de la Asociación Europea para la Educación Diferenciada, Calvo Charro sostiene que la educación mixta de aplicación metodológica común ha dejado de tener sentido, a la luz de la experiencia y de los actuales conocimientos científicos.
"Hay múltiples y crecientes ejemplos en Estados Unidos, Australia y Europa que demuestran", subraya, "que aplicar a los chicos y chicas metodologías y ritmos diferentes contribuye a mejorar sus rendimientos escolares. En la educación diferenciada o especializada por sexos como le llamamos, las muchachas están más centradas y tranquilas, menos pendientes de los chicos". Asegura que ellas mejoran en matemáticas y física y los chavales, que, a su juicio, precisan un ambiente más competitivo y disciplinado, progresan en lenguaje. "Veo ventajas y ningún inconveniente. No es una cosa de la derechona, no se trata de volver a segregar a los sexos; es una cuestión de eficacia, chicos y chicas pueden seguir conviviendo en la escuela y compartiendo otras clases", aclara.
(...)
Piensa que los palos que bloquean la rueda del sistema educativo son también el bombardeo televisivo de la violencia, el abandono de valores como el esfuerzo y el machismo todavía latente en tantos hogares españoles. La pregunta sigue siendo: "¿Qué hacer?".

sexta-feira, 17 de abril de 2009

DINÂMICAS PARA CASADOS,DIVORCIADOS E VIÚVOS


A comunidade evangélica ICMAV irá organizar, no próximo dia sábado, 25 de ABRIL, um encontro de "DINÂMICAS para CASADOS,DIVORCIADOS e VIÚVOS", em parceria com a rádio Transmundial de Portugal, com um enquadramento inter-igrejas e inter- denominacional.


Conhecem algum amigo, e/ou alguém que tenha passado por um divórcio doloroso?

Alguém que tenha perdido o amor por viúvez?

Algum casal interessado em trabalhar sua vida interior para melhorar seu relacionamento conjugal?


As DINÂMICAS também são bastante acessiveis a pessoas sem igreja.


Este será o 3º encontro de DINÂMICAS, e têm todos têm sido MUITO PROFUNDOS e PROVEITOSOS.


PARTICIPE!!!Por favor esteja atento, ao prazo limite das inscrições que é muito importante para a organização do almoço, impressão de materiais, organização das DINÃMICAS, etc.Será um dia diferente, em que estaremos juntos, das 9h00 ás 17h30.Um dia de afectos e aceitação.Para qualquer esclarecimento, estamos ao seu dispôr.

ABRAÇO AMIGO

Pastor Danilo Gujral

Estrada de Polima nº 609
S. Domingos de Rana
2785-303
Telemóvel 934693319





(Recebida por e-mail)

quinta-feira, 16 de abril de 2009

A ética do direito à escolha versus ética da liberdade responsável

The difficulty is, it’s mentally difficult to defend against regulating people’s behavior without slipping into actually supporting the behavior itself. And so it’s easy to find oneself celebrating Hummers to spite the environmentalists, celebrating cigarettes and fatburgers to spite the health regulators, and declaring we have no obligation to help the poor to tweek the social democrats.
And yet many of the ways in which some people choose to use their freedom (over consumption, fiscal irresponsibility, lacking any sense of responsibility for other members of the community) in turn create the demand for just the sort of massive society-shaping programs which as conservatives we oppose. If we fail to stigmatize (or even celebrate) the bad behaviors which we maintain people’s freedom to engage in, we create the environment in which people no longer see those freedoms as worth their cost.
I don’t have a policy recommendation here. I don’t suggest that we stop upholding personal freedom and distributed decision-making networks, nor is it possible to summon up a set of social stigmas from no where. But I do think that it’s important that, even while opposing top down solutions to social and political problems, we make sure that we don’t applaud choice simply because we uphold freedom. Somehow we must build a set of social judgments and stigmas such that we encourage people to use their freedom rightly. Otherwise we simply open the way for collectivist solutions which will try to use the blunt force of the law to regulate the most minute every-day decisions

Blog denuncia distribuição de preservativos a alunos de 12 anos

A Escola E.B 2,3 Dr. António Sousa Agostinho de Almancil é um dos estabelecimentos de ensino onde se verifica um maior número de grávidas entre a população estudantil, actualmente quatro.Perante este facto, o Centro de Saúde de Almancil (desconhece-se se com conhecimento e indicação da Administração Regional de Saúde do Algarve) enviou àquela escola uma enfermeira com o objectivo de fazer uma acção de prevenção na área do planeamento familiar. Tal campanha de prevenção que teve o beneplácito do Conselho Executivo daquela escola traduziu-se numa acção de formação sumária efectuada em breves minutos nas várias salas de aulas das diferentes turmas que terminava com a entrega a cada um dos alunos individualmente de um conjunto de três preservativos. Esta acção de entrega de preservativos não foi comunicada nem aos pais dos alunos, nem, ao que parece, à respectiva associação de pais e muito menos foi pedida qualquer autorização escrita prévia aos pais com vista à entrega aos filhos/alunos dos ditos preservativos. Por isso, muitos pais apenas vieram a saber de tal acção de distribuição de preservativos a posteriori quando, ao chegarem a casa, viram os seus filhos a brincar com os ditos preservativos ora transformando-os em balões ora em luvas. Vários pais ficaram chocados com esta situação. Em, concreto, uma mãe referiu que a escola pede autorização escrita prévia para fazer rastreios sobre a obesidade infantil junto dos alunos, mas já se “esquece” ou omite a autorização prévia aos pais para distribuição de preservativos. A questão é ainda mais grave se levarmos em consideração que a população estudantil mais nova daquela escola e que também recebeu os ditos três preservativos têm entre 11 a 12 anos !!! Concorda-se com a necessidade de educação sexual dos jovens e adolescentes que deve acontecer primordialmente dentro e a partir das famílias. No caso da escola, tal educação deve ser dada em total sintonia e com prévia autorização dos pais. E, em qualquer caso, nunca deve ser só reduzida à mera distribuição de preservativos, ainda que acompanhada de uma breve explicação sobre o respectivo contexto de utilização. Recorde-se que o Centro de Saúde de Almancil é já recorrente em situações polémicas tal como a já noticiada, em Janeiro de 2007 pelo Correio da Manhã.

Dias do desenvolvimento


Seleccione com cuidado o que vê, ouve e lê


Já não se pode ter uma pausa. Regresso da Páscoa com a terrível sensação que levei ainda mais reforçada: já não tenho paciência nem alma para ver televisão ou ler jornais. Especialmente noticias! Safa-se a rádio ao volante, saltitando por entre a Antena 1, Renascença, RFM (para uma boa musica) e raras escapadinhas pela TSF e RCP (cada vez mais raras na TSF).


Ainda na área dos mass media, safam-se os canais especializados por cabo como o Canal de História e o National Geographic ou o AXN e a FOX Live, com séries de qualidade, ou o Blommberg e a CNBC para informação realmente essencial, estes ultimos vistos através da internet e nem tanto pelo único aparelho de TV que tenho em casa (na sala). Acresce que, estes ultimos, se podem subscrever na internet por temas, datas ou da forma que melhor se desejar. Tal como os jornais digitais, é uma forma perfeita de selcionar o que se recebe por email e que depois se vê ou não consoante a vontade individual.


Safam-se também os jogos da Champions e os do Benfica. Os primeiros pela qualidade do espectáculo de que sou fã, os segundos por um qualquer tique irracional de auto-flagelação.


Mas quem se safa mesmo bem são os emergentes self media, cada vez mais uma aposta de futuro, também chamados por "on demand". Aqui as regras são outras e o poder do emissor é contrabalançado com a interactividade do receptor. Já não temos de aturar tudo o que nos impingem, ou comer tudo o que nos servem. Podemos buscar efectivamente o que nos interessa e ignorar o que serve interesses alheios.


E para quem pense que rádio ao volante ou telejornais na TV são semelhantes, existe uma diferença que, no meu caso, é abismal: a solidão. Ao telejornal assiste-se com companhia, e a condução diária é feita em solidão. Sozinho, é muito mais fácil digerir as alarvidades e disparates que se ouvem sem entrar num enrredo de comentários que só nos desgastam. As notícias políticas ouvidas no rádio ao volante são hilariantes. É perfeitamente claro que os senhores doutoures trocam piropos entre si, numa espiral de acção/reacção bilateral que se alheia dos interesses e preocupações de quem ouve. Não foi uma nem duas vezes que dei por mim a sorrir sabendo, como sei e conheço, que é um triste espectáculo que se poderia fazer por telemóvel, uma vez que todos se conhecem muito bem. Em televisão, com a família ao lado a assistir ao telejornal, a tentação do comentário jocoso é grande. No carro, o sorriso é suficiente e tranquilizante.


De facto, já não tenho pachorra para mais do que aquilo que quero e escolho.


Como afirma o Prof. Francisco Rui Cádima "(...)o que a lógica dos self media e a interactividade evidenciam é sobretudo a crise das estratégias de encenação do actual campo mediático, que insiste de modo insuportável no discurso da actualidade trágica e no pequeno mundo da política e do fait-divers(...)".


Fica o conselho: selecione com cuidado o que vê, ouve e lê.


Miguel Camelo


Como uma campanha publicitária recentemente fez notar: o que PENSA, começa aí mesmo.

Dia Nacional da Adopção II

Aqui estou eu, membro militante do PSD e membro da comissão politica de S.Brás de Alportel do PSD, a divulgar e a elogiar esta iniciativa do Bloco de Esquerda.

Mas, este blogue é apartidário e esta iniciativa é claramente, a meu ver, muito, muito positiva.




P.S.: É claro que por detrás desta nobre iniciativa está também subjacente o interesse velado do Bloco de Esquerda de alargar a adopção aos casais de homossexuais, embora isso não seja expressamente referido nesta intervenção de Luis Fazenda.
De qualquer forma, são tão poucos os que chamam à atenção da adopção (e direi eu da adopção como alternativa ao aborto) que não posso deixar de destacar esta iniciativa.

Dia Nacional da adopção

No Parlamento, os deputados vão discutir hoje a criação de um Dia Nacional da Adopção de Crianças.


A ideia foi proposta pela Associação Bem Me Queres que, de acordo com a presidente Cristina Henriques, não defende mudanças na lei mas sim que ela seja aplicada.

«Não consideramos que a lei seja má, é preciso é cumpri-la», afirmou.

Cristina Henriques pede, por exemplo um maior empenho por parte da Segurança Social.
«A Segurança Social precisa de trabalhar mais no sentido de se encontrar candidatos para estas crianças», acrescentou.
Se a ideia for aprovada pelos deputados, a Associação Bem Me Queres defende que o Dia Nacional da Adopção de Crianças seja celebrado a 10 de Maio.
Fonte: TSF (pode ouvir entrevista à presidente da associação Bem Me Queres, aqui)

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Células estaminais adultas melhor do que as embrionárias

As novidades mais recentes sobre investigação em células estaminais, sem objecções de carácter ético, foram apresentadas aos espectadores do programa de Oprah Winfrey.
Num debate em que estavam presentes o médico comentador residente, Dr. Mehmet Oz, e o rosto da causa da doença de Parkinson Michael J. Fox, o Dr. Oz disse que "o debate sobre as células estaminais morreu".
A Oprah reagiu com perplexidade.
A novidade é esta:
"O que vou dizer é um pouco provocador... O que eu penso, Oprah, é que o debate sobre as células estaminais morreu, e explico porquê... O problema com as células estaminais embrionárias é que essas células estaminais embrionárias provêm de embriões, tal como todos nós viemos de embriões, e essas células podem tornar-se uma célula qualquer no corpo. Mas é muito difícil controlá-las e por isso elas podem transformar-se em células cancerígenas.
"Mas enquanto andávamos a lutar à volta do assunto - luta que desacelerou a investigação - aconteceu uma enorme quantidade de mudanças. Só no último ano fizemos uns 10 anos de avanços. Chegámos onde nunca pensámos chegar. E a coisa é assim.
Eu posso pegar num bocadinho da tua pele, tiro umas células, faço-as recuar no tempo, de modo a serem como foram quando foste concebida, e então elas começam a fabricar a tal dopamina. Eu penso que essas células, porque não são susceptíveis de se transformarem em cancro e porque são dos teus genes, vão ser as que irão ser usadas para curar a doença de Parkinson.
"Ninguém pode dizer quanto tempo vamos demorar até conseguir, mas falei com muitos especialistas nesta matéria, e penso que em poucos anos teremos grandes novidades para a saúde dos doentes de Parkinson, e também para os diabéticos, as vítima de ataques cardíacos... Podem ser ainda 8 ou 9 anos, mas será durante a nossa vida e isso é fascinante para todos nós na medicina.
Dr Mehmet Oz é professor e vice-director de Cirurgia na Columbia University, director do Instituto Cardiovascular e fundador e director do Programa de Medicina Complementar no Hospital Presbiteriano de Nova Iorque ~ Oprah Winfrey
Fonte: Bioedge (via newsletter É o carteiro)

O bom exemplo do homem mais idoso de Espanha

-«Hola, Aitana, me llamo Josep Mascaró y tengo 102 años. Soy un suertudo por haber nacido, como tú».

- De dónde saca tanta energía ?

- Procuro hacer las cosas bien, rodearme de mi familia y amigos y aprovechar cada minuto de la vida, sin entretenerme en las tonterías porque es verdad que el tiempo corre muy deprisa

(...)

- Más de un siglo da para mucho, pero tendrá en su memoria momentos especialmente maravillosos.

-Si se quitan los malos, todos los demás son buenos... Aunque especialmente yo me quedaría con el nacimiento de un bebé.

Entrevista daqui


Opções de Educação sexual: O caso da Carolina do Norte

A discussão acerca da implementação de educação sexual nas escolas começa a aquecer.

Em Portugal, para além da questão dos conteúdos programáticos, a discussão centra-se sobretudo na autorização dos pais à participação dos filhos nessas aulas.

Nos EUA, a discussão tem sido feito entre 2 opções: Educação Sexual limitando-se a explicar os métodos contraceptivos e a defesa da saúde ou promoção da abstinência sexual.

Em Portugal, ainda ninguém teve a coragem de propor que as escolas privadas que assim o entendam, e com o prévio consentimento dos pais, possam promover na área ou disciplina de educação sexual a abstinência sexual.

O estado da Carolina do Norte resolveu o problema dando a opção aos pais de escolher entre um curriculum pró-abstinência e um curriculum pró mera explicação e prevenção da sexualidade humana.

A questão, a meu ver, é mais complexa.
O ideal seria que a ES fosse dada pelos pais, em casa mas como isso em muitos casos não acontece, há que arranjar alternativas viáveis na escola e se há não acordo quanto ao conteúdo da programação uma vez que os gays e esquerdistas puxam para um lado e os "conservadores" puxam para o outro, então, que se arranje um meio-termo que a todos agrade.

O problema está depois na pessoa que irá coordenar a ES nas escolas que poderá desvirtuar ou influenciar a tendência dos programas.

Talvez fosse interessante escutar o que alguns professores têm feito no terreno nos últimos anos nesta matéria (para além da mera explicação de como é que se coloca o preservativo), pelas várias escolas do país, e a partir do particular para o geral e não do geral abstracto para o particular.

CNE e Comissão Episcopal da Educação Cristã contra Educação Sexual do PS


Aqui e aqui enquanto hoje a AR ouviu a sociedade civil e alguns partidos sobre o projecto que está pendente para redacção e votação final

Ataques imobiliários contra a natureza na lagoa dos Salgados

terça-feira, 14 de abril de 2009

Agradecimento

Lisboa, 3 de Abril de 2009.


Caro(a) Amigo (a),

Volvido algum tempo sobre o 1.º Congresso Nacional da Maternidade, cabe-nos agora agradecer a todos os que o tornaram possível.

Foi com muito gosto e entusiasmo que o organizamos. Mas foi também com redobrado gosto que vimos a adesão que o mesmo colheu e a forma empenhada como Congressistas e Oradores aceitaram este desafio.

O Congresso teve cerca de 500 Congressistas, vindos de Norte a Sul do país, de todas as classes sociais, religiosos e laicos, políticos e cidadãos anónimos, de diversas profissões e muitos foram os que nestes dias tiveram palavras de entusiasmo.
A todos o nosso muito obrigado.

Os textos do Congresso serão, em breve, disponibilizados no site da Federação Portuguesa pela Vida.

Estamos na expectativa dos frutos futuros. E, prometemos continuar a trabalhar em prol da cultura da Vida e do Amor.

Com um grande obrigado,

Isilda Pegado
(Presidente da Federação Portuguesa pela Vida)

Margarida de Lancastre
(Directora de AAHA - Museu das Crianças)

Campanha incentiva monogamia em África

Aqui

segunda-feira, 13 de abril de 2009

O Aqui


Um espectáculo inovador


Dias 16 e 17 de Abril a Companhia Integrada Multidisciplinar (CIM) apresenta o espectáculo “O Aqui”, no Teatro Camões.


Trata-se de um espectáculo inovador porque junta no mesmo palco profissionais da dança, portadores de paralisia cerebral e técnicos especializados nesta área da deficiência.


“O Aqui” é um espectáculo que vive do movimento, da palavra, da imagem e da música. Um olhar sobre as encenações que a sociedade produz em torno dos cidadãos com necessidades especiais, uma procura constante do humanismo e uma reavaliação de quem nós somos e de quem são os outros.


A CIM foi criada pela Associação Vo'Arte em parceria com Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa e o Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian.


Deste projecto fazem parte técnicos com experiência em Paralisia Cerebral, uma psicóloga, uma terapeuta ocupacional e monitores.


(A receita do primeiro dia reverterá a favor da Associação de Paralisia Cerebral de Lisboa.)

Ver mais aqui.

Fonte: aqui.

Adopção: Números em Portugal e casos de rejeição

Reportagem do Correio da Manhã de hoje, aqui.

O cruzamento de dados das listas nacionais de adopção, em funcionamento desde 1 de Junho de 2006, permite apurar com regularidade a situação da adopção em Portugal. Últimos dados do Instituto da Segurança Social até Março de 2009.
11 mil crianças vivem em instituições em Portugal

2.541 candidatos seleccionados querem adoptar

2.466 aguardam resposta

2.154 crianças em situação de adoptabilidade

811 já com a adopção decretada

626 estão em fase de pré-adopção

554 aguardam proposta de candidato

101 estão em vias de integração no seio familiar

34 estão com alteração do projecto de vida

Das 2.154 crianças em situação de adoptabilidade:
- 579 têm até três anos
- 560 têm entre os quatro e os seis anos,
- 554 entre os sete e os dez anos,
- 298 entre os 11 e os 15 anos e
- 63 têm mais de 15 anos
Sónia Trigueirão / P.G. / F.P.

A caminho de Caná

Propostas e reflexões sobre namoro, sexualidade e casamento numa perspectiva cristã e humana, aqui

sábado, 11 de abril de 2009

Testemunho de vida: Christopher John Nolan

Christy Nolan, who died on Friday aged 43, made a remarkable career as a novelist despite suffering from cerebral palsy as a result of being deprived of oxygen at birth.

Unable to talk, walk or use his hands, he was confined to a wheelchair -- but his intellect was unimpaired. He wrote by using a special keyboard; to help him type, his mother often held his head in her cupped hands while he painstakingly picked out each word, letter by letter, with the aid of a rod, or "unicorn stick", attached to a headband which allowed him slowly to tap out words on a typewriter.

The courage and willpower he displayed in these circumstances was astonishing. In 1987, when he was 21, he published an autobiographical novel, Under the Eye of the Clock, which won the Whitbread Award. The book employed the character of a young man called Joseph Mehan to present Nolan's own struggle with disability. An introduction by Professor John Carey, Merton Professor of English Literature at Oxford, praised the author's sense of language, "expanding beyond its own boundaries, and beyond our reach".

When he won the Whitbread, Nolan's acceptance speech was read by his mother, Bernadette. "I want to shout with joy. My heart is full of gratitude," Nolan said. "Imagine, if you will, what I would have missed if the doctors had not revived me. Can it be right for man to turn on his handicapped brother and silence him before he can ever draw breath?"

He went on: "History is now in the making. Tonight, crippled man is taking his place on the world's literary stage."

Christopher John Nolan was born on September 6, 1965, at Mullingar, Co Westmeath, in Ireland. His family were small farmers, although his father, Joseph, also worked as a psychiatric nurse.

When Christy was six, his mother was told by a doctor that he had the brain of a baby, but a subsequent test found he was of exceptional intelligence.

The Nolans decided to sell up and move to Dublin so that he could attend the Central Remedial Clinic School there. When he was 11, he was given access to a new drug, Lioresal, which helped him gain some control over his head and neck, allowing him to use a typewriter with a head stick. For the first time in his life, he was able to communicate with words, and in a letter to his aunt and uncle he wrote: "I bet you never thought you would be hearing from me! To think that I would be able to write to you was beyond my wildest dreams."

In 1980, aged 14, he published his first book, a volume of poetry called A Damburst of Dreams, and, from Mount Temple Comprehensive School, he won a place to read English at Trinity College, Dublin.

The arduousness of taking a degree course with his disabilities, however, convinced him to leave without completing his degree; instead he concentrated on writing Under the Eye of the Clock.

Winning the £20,000 Whitbread Award enabled Christy to fulfil a long-held ambition. "He wanted to move to a place with a view," his mother said. "When he wrote his autobiography we lived in Clontarf. If you looked out the back door you saw a shed. If you looked out the front you saw some traffic." With the success of Under the Eye of the Clock, the family could buy a cottage in Dublin with views over the bay and towards the distant mountains.

Nolan now embarked on his novel The Banyan Tree. Published in 1999, it runs to 120,000 words and took him 11 years to write.

On one occasion, finding himself dissatisfied with the direction of the plot, he jettisoned 35 pages of text -- a brave decision, given that his pace of writing was such that he was lucky if he completed a couple of pages a day.

The book tells the story of an Irish rural shopkeeper's daughter, Minnie O'Brien, and her family and covers a period from the 1920s to the 1980s.

This was new territory for the author, who said: "My characters were able-bodied, voice-gifted and female. I knew I could do it, but it was hard trying to get inside the mind of a young girl, then grow old with her."

Ion Trewin, now administrator of the Booker Prize, said on the publication of The Banyan Tree: "The book is extraordinary -- a wonderful story, beautifully told. It is Joycean in its quality. When you think of Christy's disabilities, it is an even more remarkable work. But the novel is a tremendous piece of writing by any standards."

Nolan himself explained the difficult process of writing as follows: "My mind is just like a spin-dryer at full speed; my thoughts fly around my skull while millions of beautiful words cascade down into my lap. Images gunfire across my consciousness. Try, then, to imagine how frustrating it is to give expression to that avalanche in efforts of one great nod after another."

So gruelling was the process that, when he was six years into the novel, Nolan's mother suggested he give it up: "I got fed up and said to him 'Please stop. This is ridiculous, Christy, we're none of us having any kind of life'. I told him no one would criticise him for not finishing the book. I will never forget the look he gave me. I could see that he was horrified that I should even suggest giving up. He was hurt and shocked. It was just one look, but it told me everything I needed to know."

Nolan, and his mother, persevered. "Sometimes he'd go at it from 11am to 8pm," she recalled. "At other times, he would start, then shake his head when the inspiration wasn't coming. He never really knows until he gets the headgear on. But when the mood takes him, it is as if time stands still."

With the exception of email, which allowed Nolan to communicate more freely than before, the technological developments of recent years were of little help to him: his keyboard touch was too heavy, and, besides, he enjoyed the sound and rhythm of the typewriter.

In 1988, Nolan wrote (with the theatre director Michael Scott) Torchlight And Laser Beams, a stage version of Under the Eye of the Clock that was taken to the Edinburgh Festival. At the time of his death, he was working on another novel, A Dream Awakening, which remains unfinished.

Both U2 and REM have penned songs inspired by Christy, and he also won a number of national and international awards including the Medal of Excellence from the United Nation's Society of Writers in the US, and in 1991 he was awarded an Honorary Doctorate of Letters by Lancaster University

He was Person of the Year at home in Ireland in 1988 and was awarded the Sunday Independent-Irish Life Arts Award for Literature

Christy Nolan is survived by the devoted family who looked after him throughout his life: his father, Joseph, his mother, Bernadette, and his sister, Yvonne.
Notícia daqui.

Dê-nos o seu testemunho de voluntário/a!

Olá a todos os Voluntários,


Mimados pela Vida somos todos nós enquanto Voluntários, que de uma ou outra forma, estamos constantemente a ser "bombardeados com mimos" no desempenho das nossas das funções.
Da manifestação deste sentimento nasceu o Projecto do Livro, que queremos seja publicado no dia 5 de Dezembro (dia Internacional do Voluntário). Este livro será a compilação dos melhores depoimentos recebidos. Por favor ajude-nos a tornar este sonho numa realidade.
Assim, se tem uma história gira (não mto grande), uma frase, um sentimento, que expresse, traduza o tal "mimo", e queira partilhar connosco, envie-a por favor para este endereço electrónico (mimadospelavida@gmail.com) com a respectiva autorização para publicação. Mencione o seu nome e o tipo de Voluntariado praticado (crianças,idosos,sem-abrigo,etc,etc).
Desde já, muito obrigado pela vossa colaboração.
Os Mimados pela Vida

Educação para a Sexualidade: a ditadura da maioria


Com a aprovação, pela maioria parlamentar, do projecto de lei relativo à aplicação da educação sexual em meio escolar, estamos perante um caso gritante de ditadura da maioria e de utilização do Estado para propagar uma doutrina particular.
Ditadura da maioria porque uma maioria parlamentar, seja ela de que dimensão for, se arroga o direito de impor o que deverá ser leccionado em matéria de sexualidade aos filhos de todos os portugueses, mesmo daqueles que consideram profundamente errada e prejudicial a visão sobre a sexualidade que está subjacente aos conteúdos que constam do referido diploma legal.
Não está em causa a visão propriamente dita, mas tão--somente o facto de se tratar de uma visão particular, ou seja, de existir na sociedade um conjunto significativo de cidadãos que a refuta totalmente. Ninguém tem o direito de impor a todos os pais qual é forma como deve a escola ensinar aos seus filhos a "melhoria dos relacionamentos afectivo-sexuais dos jovens" ou o que é a "noção de família". Quais relacionamentos? Melhoria segundo que critério? Quem escolhe esse critério? E que "noção de família" vai ser propagada? E que dizer sobre os valores que vão ser veiculados com a criação do "dia anual da educação sexual nas escolas"?
Ora, perante a óbvia divergência num tema que toca o mais íntimo das pessoas, será que pode um conjunto de iluminados, mesmo tratando-se de deputados da República, impor a obrigatoriedade da sua visão particular? Ou seja, impor aos pais que os seus filhos sejam educados para a sexualidade na escola segundo critérios e valores que eles não partilham não será sinal de uma postura ditatorial?
Perante este quadro, importa questionar: as escolas existem para auxiliar os pais na educação dos filhos, como a Constituição da República Portuguesa prevê, ou para um conjunto de personalidades, mais ou menos iluminadas, as utilizar como veículo da sua visão particular do mundo?
Da leitura do projecto de lei surge o absurdo de tudo isto: "A presente lei aplica-se a todos os estabelecimentos da rede pública, bem como aos estabelecimentos da rede privada e cooperativa com contrato de associação (1), de todo o território nacional". Ou seja, aqueles que tiverem capacidade financeira para escolher a escola dos filhos, esses estão fora da alçada iluminada do legislador. Donde se conclui que os critérios e as matérias em causa já não são fundamentais ao pleno desenvolvimento e preparação para a vida activa. Afinal, a maioria parlamentar está apenas a zelar pela plebe que frequenta as escolas suportadas pelos nossos impostos, no fundo, aquelas que ela considera, como o consideraram outras maiorias parlamentares antes desta, serem as suas escolas. É dessas que se trata e nessas, sua coutada particular, arroga-se o direito de pôr e dispor como lhe aprouver, tratando os cidadãos como seus servos.
Normalmente, porque depende do voto, segue "as modas" do politicamente correcto, mas não é por isso que deixa de ser uma ditadura. A liberdade perde-se pouco a pouco. Por isso, não há regime democrático sem a protecção daqueles que não pensam de acordo com a maioria, dos que são politicamente incorrectos, dos que defendem ideias que a maioria considera imbecis, tontas ou mesmo irrealistas; daqueles de quem não gostamos, mas que toleramos, porque aceitam obedecer às mesmas leis. Insuflar de valores e critérios obrigatórios o currículo obrigatório, mesmo com pretensas boas intenções, só pode agradar aos inimigos da liberdade.
A coberto de ideias generosas, como a diminuição da gravidez na adolescência ou da incidência do vírus VIH/SIDA, obrigar os pais a aceitar que os seus filhos recebam informação e formação de acordo com critérios que não desejam e de uma forma contrária aos seus princípios, não só é cruel como contribui para desresponsabilizar os pais. E falar do "reconhecimento em tudo isto do papel indispensável da família, dos pais, dos encarregados de educação e dos professores", num sistema de ensino em que as escolas têm uma reduzidíssima autonomia na construção do seu currículo e os pais uma ínfima palavra nos destinos da escola, é simplesmente hipócrita.
Francisco Vieira e Sousa
Secretário-Geral do Fórum para a Liberdade de Educação

1) Escolas privadas frequentadas gratuitamente por um número de alunos determinado pelo Ministério de Educação, contra pagamento de um montante por aluno fixado anualmente.

Fonte: Público, via Povo

Deputado José Paulo Carvalho acusa Director Geral de Saúde de faltar à verdade

O deputado José Paulo Carvalho acusou hoje o director-geral de Saúde, Francisco George, de "faltar à verdade" quando afirmou que as perfurações de órgãos acabaram desde que foi despenalizado o aborto até às 10 semanas.
"Relativamente às perfurações, o sr. director-geral de Saúde faltou à verdade porque segundo dados da própria direcção-geral não houve perfurações de útero ou de outro órgão em 2003, 2004 e 2005. Houve uma em 2006 e 12 em 2007, precisamente o ano em que foi liberalizado o aborto", assinalou José Paulo Carvalho, deputado não inscrito em grupo parlamentar, ex-militante do CDS-PP.
(...)
"Como é que se pode dizer que acabaram as perfurações de órgãos por causa da liberalização do aborto, se houve três anos em que não houve esse tipo de complicações e o ano em que houve 12 foi precisamente o ano em que o aborto foi liberalizado?", questionou José Paulo Carvalho.
"Ou estes 12 casos de 2007 se verificaram todos entre 1 de Janeiro e o dia 17 de Abril ou manifestamente houve casos espalhados ao longo do ano e então não venha o director-geral de saúde dizer que foi por causa da lei que acabaram as perfurações", criticou, exigindo que sejam divulgados os números relativos a 2008.

Para José Paulo Carvalho, "o director-geral da Saúde, no intuito fervoroso de propaganda à liberalização do aborto e aos seus benefícios, faltou manifestamente à verdade nas declarações que proferiu no Dia Mundial da Saúde", acusou.

Fonte: Expresso

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Nova lei de protecção à "parentalidade"


Publicado no Diário da República de 9 de Abril de 2009, para consulta aqui

O novo regime de protecção social elege como prioridades o incentivo à natalidade e a igualdade de género através do reforço dos direitos do pai e do incentivo à partilha da licença, ao mesmo tempo que promove a conciliação entre a vida profissional e familiar e melhora os cuidados às crianças na primeira infância através da atribuição de prestações pecuniárias na situação de impedimento para o exercício de actividade profissional.
O presente decreto -lei alarga o esquema de protecção social na parentalidade dos trabalhadores independentes, que passam a beneficiar do subsídio parental exclusivo do pai e do subsídio para assistência a filho com deficiência ou doença crónica.
Por outro lado, por força das sucessivas alterações à lei da maternidade, o regime por adopção tem hoje uma protecção menor do que a prevista para a maternidade, pelo que se impõe, por uma questão de justiça social, o reconhecimento ao instituto da adopção do estatuto que lhe é devido através da equiparação deste regime ao regime de protecção na parentalidade, corrigindo -se assim uma injustiça que se vinha verificando desde há alguns anos a esta parte.
São reforçados os direitos do pai por nascimento de filho, quer no que se refere aos direitos de gozo obrigatório quer no que se refere aos direitos de gozo facultativo, e aumenta -se o período de licença parental no caso de partilha da licença parental por ambos os progenitores, garantindo -se um maior período de acompanhamento da criança nos primeiros tempos de vida e possibilitando -se uma maior partilha e flexibilização dos progenitores na conciliação da vida familiar com a gestão da sua carreira profissional.
Ademais, cria -se a possibilidade de prolongamento da licença parental inicial por mais seis meses adicionais subsidiados pela segurança social. O subsídio parental alargado com a duração de três meses é concedido a um ou a ambos os cônjuges alternadamente, desde que a respectiva licença seja gozada no período imediatamente subsequente à licença parental inicial ou à licença complementar, na modalidade de alargada, pelo outro cônjuge.
Com o objectivo de incentivar a natalidade e melhorar os cuidados às crianças na primeira infância o trabalho a tempo parcial para acompanhamento de filho durante os 12 primeiros anos de vida é contado em dobro para efeitos de atribuições de prestações de segurança social, com o limite da remuneração correspondente ao tempo completo.
No âmbito da assistência a filhos, em caso de doença ou acidente, procede -se ao alargamento das situações passíveis de protecção através da atribuição de subsídio durante o correspondente período de faltas e reforça -se a protecção conferida em caso de filho com deficiência ou doença crónica.
Assim, as faltas para assistência a menor de 12 anos ou, independentemente da idade, no caso de filho com deficiência ou doença crónica, são subsidiadas durante o período máximo de 30 dias por ano civil ou durante todo o período de eventual hospitalização, sendo as faltas para assistência a maiores de 12 anos subsidiadas durante o período máximo de 15 dias também por ano civil, acrescidos de um dia por cada filho além do primeiro.
Reforçam -se os direitos dos avós e promove -se a possibilidade de uma melhor flexibilização da gestão e organização da vida familiar através da criação de um subsídio para as faltas dos avós que, em substituição dos pais, prestam assistência aos netos menores doentes ou, independentemente da idade, com deficiência ou doença crónica.
Aumenta -se em dobro o limite máximo do subsídio para assistência a filho com deficiência ou doença crónica discriminando positivamente as situações em que se verificam necessidades especiais na assistência à família.
São ainda simplificados os meios de prova no sentido de permitir uma maior facilidade ao cidadão em requerer as respectivas prestações, prevendo -se a possibilidade de dispensa de requerimento quando as situações são certificadas através do Certificado de Incapacidade Temporária para o Trabalho, sem prejuízo de se manter a possibilidade de requerimento em papel e online através da segurança social directa. Deixa de ser exigível a comprovação do período de impedimento pelas respectivas entidades empregadoras, excepto na situação de risco específico.


Excertos do preâmbulo do Decreto-Lei 91/2009 de 9 de Abril

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Obama nomeia como Conselheira de Justiça uma mulher que qualifica a "gravidez" como escravidão da mulher


Para esta senhora, a gravidez é “involuntary servitude” because it “requires a woman to provide continuous physical service to the fetus in order to further the state’s asserted interest [in the life of the unborn].”


Ou traduzindo:


A gravidez é um acto de escravidão involuntário porque obriga a mulher a ter que prestar um serviço continuo ao feto de forma a salvaguardar o interesse do Estado na defesa da vida do não nascido.


Lei divórcio vai ser corrigida

Os "lapsos e errozitos" serão, agora, corrigidos....

terça-feira, 7 de abril de 2009

Convite Jantar Vida Norte

Clique na imagem para aumentar

Inscrições para participação em audiência na AR, em Lisboa


Exmo(a). Senhor(a),


Em relação à comunicação sobre a educação sexual nas escolas, encarrega-me o Exmo. Senhor Presidente da Comissão de Educação e Ciência, de informar o seguinte:

1 – A sua comunicação foi remetida para os Senhores Deputados Coordenadores dos seis Grupos Parlamentares e aos Senhores Deputados não-Inscritos que integram a Comissão;

2 – Encontram-se em apreciação, sem sede de especialidade, na Comissão de Educação e Ciência, os Projectos de Lei – 634/X/4ª (PCP) – “Estabelece o regime de aplicação da Educação Sexual nas Escolas” e o 660/X/4ª (PS) – “Estabelece o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar”;

3 – No âmbito desta apreciação e tendo em vista a recolha de contributos de todos os intervenientes na matéria, foi solicitado parecer sobre os Projectos de Lei referidos, às Escolas, Associações de Estudantes, Confederações de Pais, Sindicatos dos Professores e dos Profissionais de Educação, Conselhos Nacionais de Educação e Juventude, Ordem dos Médicos, Associações representativas das Famílias, entidades religiosas, etc.;

4 – Por último, informa-se que, na manhã de 14 de Abril decorrerá uma audição dos interessados sobre esta problemática, conforme programa que se anexa, podendo V. Exa. inscrever-se para participar na mesma, até ao próximo dia 9 de Abril, através do correio electrónico da Comissão: com8cec@ar.parlamento.pt


Ana Maria Souza Barriga
Comissão Parlamentar de Educação e Ciência
Palácio S. Bento
Telef 21.391.94.72
ana.barriga@ar.parlamento.pt

A televisão uma escola "paralela"

Quem se ocupa desta “escola paralela” domiciliária, à qual as crianças dedicam tanto ou mais tempo do que à escola formal?

Prof. Manuel Pinto

União de vida entre pessoas do mesmo sexo

A questão da consagração legal da união de vida entre pessoas do mesmo sexo toca em sentimentos profundos.

De um lado, o sentimento dos homossexuais. A sociedade impressiona-se com a sua arrogância, com o seu excesso, com a sua intolerância, até, mas é preciso perceber o contexto de onde tudo isso emerge: uma longa história de desconsideração social, proscritos, discriminados, ridicularizados, 'desamados'.

Há 40 anos, desde que cresci, que me comove a solidão abandonada e secreta da generalidade dos meus amigos e amigas homossexuais. Revolta-me a sentença social de uma vida irreconhecida, a condenação à vergonha, deles e dos pais.

Como crente, não acredito que Deus, que é Amor ou não é, queira uma condenação social de vida assim. Cabe-me, enquanto ser humano, calcular e integrar um plano de Deus em que, aceitando a diferença, acolho o outro até onde se joga a sua dignidade e a minha se não perde.

De outro lado, o sentimento profundo de todos os que entendem que o instituto secular do casamento, como união de amor entre homem e mulher, expressa o sentido de referência do natural, o ideal de família e define nuclearmente a nossa matriz civilizacional. Tal como está no Código Civil: "Contrato entre duas pessoas de sexo diferente que pretendem constituir família mediante uma plena comunhão de vida".

Nem pessoas do mesmo sexo, nem mais de duas pessoas.

Separando a ordem espiritual da ordem temporal, a questão está em saber o que deve ser feito, na ordem civil, para acolher a dignidade dos homossexuais que pretendem unir as suas vidas.

Subverter o contrato nuclear da nossa ordem social, o casamento, é mexer com realidades e sentimentos profundos, demasiado profundos.

Se esse fosse um passo coerente e necessário para respeitar a dignidade dos homossexuais, a sociedade devia ponderar dá-lo. Mas não é.

Reclamam alguns homossexuais que se trata de ocupar, plenamente, o espaço do simbólico. Se os heterossexuais têm o direito de casar, é o direito de casar que os homossexuais deverão também ter.

Os símbolos valeriam se fossem realidades idênticas, mas não são. São idênticas na união de afectos humanos, na partilha de intimidade, no propósito de comunhão de vida.

Mas são decisivamente diferentes no projecto de família que encerram, no enquadramento para o desenvolvimento da personalidade das crianças, na tendência natural geradora de vida e na própria diferença entre sexos, diferença que, em si mesma, faz toda a diferença.

Regular a união de vida entre homossexuais através do regime da união de facto, como alguns defendem, acho insuficiente, legal e simbólico.

Há, assim, que criar um contrato novo. Chamar-lhe-ia união civil. A união civil entre pessoas do mesmo sexo, com normas próprias. O Direito é uma ciência especializada em distinguir o que é próximo.

No plano eleitoral, parece-me que o principal partido da oposição não deveria fugir a este debate e deveria propor a criação na ordem jurídica de um novo contrato, que acolhesse a diferença e disciplinasse, reflectindo essa mesma diferença, a união de vida entre pessoas do mesmo sexo.
António Pinto Leite, Expresso, 28-02-2009

segunda-feira, 6 de abril de 2009

«Quando você aborta, sente abandono e silêncio, ninguém quer escutá-la»


Acaba de ser publicado na Espanha «Quebrando o silêncio» (Rompiendo el silencio - Editora LibrosLibres), escrito por Esperanza Puente, que abortou há 15 anos e hoje conta sua experiência de dor e solidão.


A autora também relata casos de homens e mulheres que ela conheceu e que, da mesma forma que ela, sofreram a síndrome pós-aborto. Um testemunho em primeira pessoa de uma terrível realidade oculta até a publicação deste livro.


– Por que escrever um livro contando sua própria experiência de aborto? Ajuda a fechar a ferida ou a abri-la?

– Esperanza Puente: Escrevi este livro para dar a conhecer à opinião pública uma realidade social oculta, para que se saiba o que uma mulher sofre quando aborta. Os 23 anos de existência da lei do aborto representam um fracasso e uma mácula para a sociedade. Eu também quis que, além de meu testemunho, aparecessem outros de homens e mulheres que fazem parte de minha vida e cujos casos me afetaram especialmente. São casos também representativos de diferentes âmbitos e circunstâncias. Mas, insisto, eu o escrevi sobretudo para expressar esta realidade: o que se vive e se sofre antes, durante e depois de um aborto provocado.
– E o que se sofre?
– Esperanza Puente: Antes do aborto, quando uma mulher está grávida, continua estando só, indefesa e desamparada. Ninguém explica que opções ela tem; ou que abortar não é uma solução, mas um grande problema; que há pessoas que podem lhe ajudar em suas preocupações...
Durante o próprio aborto se sente dor e ruptura. É como uma ferida mortal que nos deixa devastadas por dentro, física e mentalmente.
Depois de acabar com a gravidez, o que sente é abandono, silêncio e solidão. Ninguém se interessa em escutar a mulher e tentar ajudá-la em seu problema, e isso se acrescenta à síndrome pós-aborto que ela já sofre. No meu caso, sofrer em silêncio me levou a ser um «morto vivo»: tinha ansiedade, pesadelos, culpa, me machucava olhando as crianças... Cheguei a bater no meu próprio filho, momento no qual decidi que tinha de buscar ajuda. E meu caso não é algo isolado, cada dia falo com mulheres que passam pela mesma situação. Por isso mesmo, eu tinha que contar em um livro.
– Diante disso, o que a sociedade e o governo deveriam fazer?
– Esperanza Puente: A sociedade deveria tomar consciência, adquirir formação neste tema para não se deixar enganar com eufemismos sobre a vida e a morte.
O governo, por sua parte, também deve tomar consciência do que significa um aborto provocado para a mulher, e tem de realizar um exercício de honestidade moral e admitir que não existe uma demanda social para esta medida. A realidade do aborto está aí, todos nós vemos suas consequências.
Mais informações em http://www.libroslibres.com/.

Entrevista por Sara Martín, aqui.