sábado, 17 de agosto de 2013

Doar em vida



O número de dadores de órgãos é ainda muito menor do que a necessidade. Ainda que Portugal seja dos países europeus com maior taxa de doação de órgãos, este número continua a ser insuficiente para as solicitações necessárias. O processo de doação de órgãos suscita muitas dúvidas que devem ser esclarecidas.
A transplantação permite salvar vidas e melhorar a qualidade de vida daqueles que esperam por um transplante.

Com mais dadores, mais vidas serão salvas

A participação da população em prol da doação de órgãos e tecidos pode melhorar a realidade dos transplantes no país. Informe-se sobre a doação de órgãos e passe a mensagem. A sua atitude prolonga a vida de muitas pessoas.
 

Quem pode ser dador?

Qualquer pessoa pode ser dadora, excepto os portadores de doenças infecciosas activas ou de cancro. Fumadores, normalmente, não são dadores de pulmões, mas podem doar outros órgãos e tecidos. No caso de dador cadáver, não pode ser dador quem se tiver inscrito em vida no Registo Nacional de Não Dadores. É ainda permitida a doação de um rim ou parte de fígado por qualquer pessoa a um ente querido desde que cumpra todo o clausulado legal e os estudos clínicos e psicológicos que garantam a segurança da doação.

O que pode ser transplantado?

Órgãos, tecidos e células (medula óssea) podem ser transplantados. O dador vivo pode doar um rim, parte do fígado.

É necessário assinar algum documento para ser dador vivo?

O dador tem de ser maior de idade e estar na posse de todas as suas capacidades. O processo de estudo do dador vivo inclui rigorosas avaliações clínicas pela equipa de transplante, avaliação social e psicológica e as necessárias autorizações legais que incluem avaliação e entrevista pela EVA (Entidade de Verificação da Admissibilidade da Colheita para Transplante) e assinatura de consentimento informado.

Mais informações em:
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