sexta-feira, 17 de abril de 2015
domingo, 2 de novembro de 2014
Casar é estar disposto a trabalhar as suas próprias dificuldades
Numa era em que o problema já não é só o divórcio, mas o facto de muitos já nem se quererem casar, o psicólogo dinamarquês diz que a chave está em ensinar aos jovens, mesmo durante os namoros, a resolver os seus conflitos para que percebam que o compromisso é possível desde que encontrem uma pessoa disposta a trabalhar as suas próprias dificuldades.
Peter Damgaard Hansen
Psicólogo
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sábado, 26 de julho de 2014
Famílias monoparentais afectam desenvolvimento das crianças
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quarta-feira, 2 de abril de 2014
Por vezes, no casamento, voam pratos
“Mas também, algumas vezes voam até os pratos. Mas não devemos ficar tristes por isto, a condição humana é assim. E o segredo é que o amor é mais forte que o momento no qual se discute”.
Segundo informou a Rádio Vaticana, Francisco assinalou que “por isto eu aconselho aos esposos sempre: não terminem um dia no qual tenham discutido sem fazer as pazes. Sempre! E para fazer as pazes não é necessário chamar as Nações Unidas, que venham pra casa fazer a paz. É suficiente um pequeno gesto, um carinho, um olá! E amanhã! E amanhã se começa uma outra vez. E esta é a vida, levá-la adiante assim, levá-la adiante com a coragem de querer vivê-la juntos. E isto é grande, é belo!”.
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quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014
O papão do casal são as tarefas domésticas
Os casais são tão frágeis… até um simples bebé, inocente, coitadinho, consegue mandar abaixo essa instituição bipolar com dois berros e um cocó.
Há mesmo casais que finaram a sua relação no desenrolar de uma briga com uma fralda de cocó a voar na direção da cabeça do outro. (...)
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domingo, 26 de janeiro de 2014
O fim de um casamento
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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
O que têm os autores do tiros nas escolas em comum entre si ? Filhos de pais divorciados
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terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Os efeitos negativos do divórcio
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Alimentar o amor
Começar é fácil.
Acabar é mais fácil ainda.
Chega-se sempre à primeira frase, ao primeiro número da revista, ao primeiro mês de amor. Cada começo é uma mudança e o coração humano vicia-se em mudar. Vicia-se na novidade do arranque, do início, da inauguração, da primeira linha na página branca, da luz e do barulho das portas a abrir.
Começar é fácil. Acabar é mais fácil ainda. Por isso respeito cada vez menos estas actividades. Aprendi que o mais natural é criar e o mais difícil de tudo é continuar. A actividade que eu mais amo e respeito é a actividade de manter.
Em Portugal quase tudo se resume a começos e a encerramentos. Arranca-se com qualquer coisa, de qualquer maneira, com todo o aparato. À mínima comichão aparece uma «iniciativa», que depois não tem prosseguimento ou perseverança e cai no esquecimento. Nem damos pela morte.
É por isso que eu hoje respeito mais os continuadores que os criadores. Criadores não nos faltam. Chefes não nos faltam. Faltam-nos continuadores. Faltam-nos tenentes. Heróis não nos faltam. Valtam-nos guardiões.
É como no amor. A manutenção do amor exige um cuidado maior. Qualquer palerma se apaixona, mas é preciso paciência para fazer perdurar uma paixão. O esforço de fazer continuar no tempo coisas que se julgam boas — sejam amores ou tradições, monumentos ou amizades — é o que distingue os seres humanos.
O nascimento e a morte não têm valor — são os fados da animalidade.
Procriar é bestial.
O que é lindo é educar.
Estou um pouco farto de revolucionários. Sei do que falo porque eu próprio sou revolucionário. Como toda a gente. Mudo quando posso e, apesar dos meus princípios, não suporto a autoridade.
(....)
Percebo hoje a razão por que Auden disse que qualquer casamento duradoiro é mais apaixonante do que a mais acesa das paixões. Guardar é um trabalho custoso. As coisas têm uma tendência horrível para morrer. Salvá-las desse destino é a coisa mais bonita que se pode fazer.
Haverá verbo mais bonito do que «salvaguardar»?
É fácil uma pessoa bater com a porta, zangar-se e ir embora. O que é difícil é ficar. Isto ensinou-me o amor da minha vida, rapariga de esquerda, a mim, rapaz conservador. É por esta e por outras que eu lhe dedico este livro, que escrevi à sombra dela.
Preservar é defender a alma do ataque da matéria e da animalidade. Deixadas sozinhas, as coisas amarelecem, apodrecem e morrem. Não há nada mais fácil do que esquecer o que já não existe. Começar do zero, ao contrário do que sempre pretenderam todos os revolucionários do mundo, é gratuito. Faz com que não seja preciso estudar, aprender, respeitar, absorver, continuar. Criar é fácil. As obras de arte criam-se como as galinhas. O difícil é continuar.
Miguel Esteves Cardoso, in 'As Minhas Aventuras na República Portuguesa'
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quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Governo Norueguês pretende baixar taxas de divórcio, incentivando saídas a 2
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quarta-feira, 18 de setembro de 2013
A paciência, hoje
Hoje, porém, a paciência perdeu grande parte do seu fascínio: os tempos acelerados suscitam a impaciência, o não adiamento, o «agora e já», a posse que não dá lugar à espera. A autoafirmação individualista torna-se falta de vontade de espera e de compreensão do outro que, com demasiada rapidez, corre o risco de se tornar incómodo ou aborrecido, um verdadeiro empecilho. Eis, então, que a paciência, que outrora constituía uma modalidade sábia e humana de habitar o mundo, é votada ao esquecimento.
In A caridade dá que fazer, ed. Paulinas
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O divórcio e a imaturidade
O casal que se dá mal: "Como não nos damos bem, vamo-nos separar". Isso não é resolver o problema, isso é afastar o problema. Os pais têm um problema com o filho, o filho tem um problema com os pais, então vai cada um para seu lado e já está "
Há gente que tem uma grande imaturidade do ponto de vista humano, do ponto de vista pessoal, do ponto de vista afetivos, porque não foi capaz de gerir os seus conflitos"
Gonçalo Portocarrero de Almada Auto-de-Fé. Alêtheia Editores Pág. 256
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segunda-feira, 29 de julho de 2013
Guarda partilhada prejudica bébés
Estudo da Universidade da Virgínia demonstra que é prejudicial para os bebés andarem a pernoitar em casas e em ambientes diferentes, nos casos de divórcio e guarda partilhada.
Mais aqui
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sábado, 25 de maio de 2013
Temperamento e caráter
Paulo Ramalho
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quinta-feira, 23 de maio de 2013
Ouvir e Dialogar
- Acreditar que o outro pode dizer-nos algo que nos interesse e nos interesse muito. “A minha existência sem ti está vazia; fica comigo, fala-me sem palavras, fala-me sendo simplesmente tu”.
- Procurar o outro , dar-lhe tempo, e tempo de qualidade. Dar-lhe espaço na agenda do nosso coração e depois transmitir-lhe com serenidade esta mensagem: “Tenho todo o tempo do Mundo para ti; não há pressas, eu quero estar contigo ”. Talvez não haja necessidade em dizer: a postura, os gestos do rosto; tudo lhe dá a entender que estamos felizes por ter tempo para ele.
- Olhar o outro com gratidão sincera. É um olhar que recebe sem exigir nada, para que possamos fazer parte da sua vida nesse momento. É um olhar que não julga e que diz “digas-me o que disseres, para mim é importante porque é importante pra ti”.
- Perguntar com interesse sincero, chegando a sentir pela resposta muito mais que curiosidade, mas uma verdadeira preocupação. Perguntar com carinho e inteligência, vivendo interiormente o seu drama, a sua alegria, o seu entusiasmo ou o seu lamento.
- Dar confiança e ajudar para que o outro expresse os seus sentimentos, sem vergonha e com a certeza de que não vai ser julgado: expressar o medo, a insegurança, o entusiamo secreto… Quantas vezes esses sentimentos alimentam a alma como um balão de gás que chega a explodir em forma de agressão quase inconsciente!
- Valorizar o outro na sua totalidade: a sua pessoa, as suas respostas, as suas ideias fantásticas, a sua forma diferente de ver a vida, as suas decisões, os seus gostos originais… Quem assim valorizamos e admiramos nunca será nosso inimigo. A admiração nasce de um olhar limpo que descobre o bom, o belo, o humano no outro e é capaz de… se assombrar
- Agradecer , agradecer, agradecer a oportunidade de ouvir, de nos enriquecermos com o que disse. E fazê-lo com o coração. O agradecimento consegue-se pela humildade. Só quem se conhece é capaz de admirar o outro e valorizá-lo na sua justa medida.
Nieves García
Daqui
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
As vantagens da indissolubilidade
No dia de S.Valentim, nos tempos "modernos", aqui deixo uma pequena provocaçãozinha...
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quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
Sobre a "compatibilidade dos esposos
G.K. Chesterton (What’s Wrong With the World)
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sábado, 29 de dezembro de 2012
A ausência do "pai"
Uma sondagem feita recentemente no Reino Unido mostra que um pai é o 10º desejo que as crianças mais gostariam de ter no Natal.
Esta situação dramática é bem elucidativa do que se passa actualmente nas sociedades pós-modernas.
A imaturidade masculina, o excesso do proteccionismo materno, o medo de assumir compromissos e responsabilidades e a vontade de "viver a vida" só para si serão, talvez, 4 dos principais motivos que levam a esta ausência da figura do pai.
Para mais informações sobre este assunto, vejam aqui
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MRC
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segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Os massacres como efeito das famílias destruídas
Afinal, não sou o único que acha que os massacres ocorridos nos Estados Unidos e também na Noruega estão intimamente relacionados com a crise da família e a destruição do casamento.
Vejam aqui este excelente artigo muito bem escrito e fundamentado.
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MRC
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13:54
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segunda-feira, 17 de setembro de 2012
A crise da família gera mais crise na Segurança Social
O nº de divórcios, de separações e os conflitos pela partilha de filhos em famílias destroçadas gera, entre outras coisas, a ruptura da Segurança Social e das suas funcionalidades.
Eis aqui uma, entre muitas outras, provas.
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MRC
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