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segunda-feira, 9 de março de 2009

Balanço do "Lar da Mãe" da Cáritas algarvia

A valência de apoio às mães em risco, que muitas vezes acabam por voltar para a família antes do nascimento dos bebés (depois de garantida a sua reinserção e acolhimento) tem continuado o trabalho, com uma média de “algumas dezenas” de casos anuais.
“Há pouco tempo nasceu mais uma bebé”, anuncia Carlos Oliveira, sublinhando uma vez mais que a Caritas, em relação às valências do Lar da Mãe e do SOS Vida, não se põe “em bicos de pés” para mostrar trabalho.
“Também a este nível, os grupos paroquiais são um pólo fundamental da nossa acção”, lembra, embora reconheça que “não têm sido muitos os casos reencaminhados pelas paróquias”.
“Talvez as comunidades paroquiais não saibam que existe o Lar da Mãe”, admite, contrapondo o Algarve pela Vida como “bom parceiro” desta valência, grupo que tem feito nas suas acções “uma divulgação muito forte em defesa da vida”.
In Folha de Domingo (entrevista a presidente da Cáritas, Carlos Oliveira)

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Acesso ao aborto no algarve, apoio à grávida, sos vida


O SOS VIDA, iniciativa de apoio à mulher grávida em dificuldade do distrito do Algarve, integrada na Cáritas Diocesana do Algarve, tem, desde há umas semanas atrás a funcionar um número verde


800 208 172



Do outro lado da linha, encontram-se técnicas assistentes sociais que dão ajuda e encaminhamento, apoio social e económico com vista ao apoio à vida.



O SOS Vida pretende apoiar as grávidas em dificuldade vítimas de maus tratos e/ou pressionadas a rejeitar o futuro filho, e que, frequentemente, mesmo não sendo esse o seu desejo, sente-se obrigadas a abortar, seja por uma situação de desespero, seja pela solidão e abandono a que são votadas, ou ainda por mero desconhecimento dos seus direitos e falta de informação relativamente aos apoios a que podem recorrer e a que, social e politicamente, têm direito.

quinta-feira, 20 de março de 2008

Cáritas do Algarve apoia mulheres grávidas em dificuldade


O presidente da Caritas Diocesana do Algarve, explica que o Lar da Mãe, uma das valências daquela instituição, tem servido para acolher as mães que procuram aquele apoio nas mais “diferentes situações sociais, económicas, e até físicas”, “vítimas de violência, de maus tratos ou de abandono familiar” e “outras que não aceitam o aborto”.


Carlos Oliveira, que garante terem sido acolhidas directamente cerca de uma dúzia de mulheres no presente mandato, explica que “este trabalho é feito debaixo de um certo sigilo”. “Não nos colocamos na postura de divulgar cada vez que temos uma mãe”, sublinha, advertindo que “este trabalho que é feito com pessoas, vítimas de violência, tem de ser feito com muita cautela”.


Fazendo questão de sublinhar que a prioridade da Caritas do Algarve é fazer com que o problema seja solucionado sem que haja necessidade de recorrer ao internamento, o presidente da Caritas refere que foram muito poucas (cerca de 4 ou 5) as mulheres que permaneceram no Lar da Mãe até ao termo da gravidez ou mesmo até depois. “Temos feito com que todas sejam integradas no seu ambiente familiar”, esclarece, explicando que o Lar da Mãe acolhe as mulheres desde que se confirma a sua gravidez até 4 meses depois do nascimento da criança.


Neste sentido, aquele responsável destaca as situações, não contabilizadas nas utentes acolhidas no Lar da Mãe, que foram solucionadas sem que fosse necessário o internamento. “Não temos gosto nenhum em tê-las em casa, se conseguimos resolver o seu problema logo à partida”, reforça, salientando que o Lar da Mãe “é uma casa para resposta às situações emergentes que no imediato não conseguem ser solucionadas”.


Também ainda neste contexto, o presidente da Caritas algarvia lembra que “o Lar da Mãe apoia as mães grávidas ou não grávidas que tenham bebés” e “não atende apenas as que ficam internas, mas também as que passam por lá e precisam de ser ajudadas”, por exemplo com géneros. Carlos Oliveira elucida que as mulheres “chegam por via de informações de alguns cristãos e de algumas comunidades religiosas e através do SOS Vida”, outra valência da Caritas algarvia. “Continuam a chegar mulheres por via do SOS Vida, não tantas como chegavam, porque tínhamos um homem, a quem se deve dar o valor devido – o padre Jerónimo Gomes –, que trabalhava 24 horas para aquele serviço, e que, com a reformulação que foi necessário impor, passando a depender da Caritas, o trabalho não tem uma amplitude tão grande”, justifica.


Para além de dois directores da Caritas responsáveis pelas valências do SOS Vida e o Lar da Mãe, cada um com um telemóvel para atender casos urgentes, estes serviços contam ainda com um conjunto de técnicos voluntários, que Carlos Oliveira diz serem psicólogos, médicos, enfermeiros, advogados, profissionais de serviço social e educadores de infância. No entanto, o presidente da Caritas reconhece que, para garantir uma atitude mais activa na identificação dos casos de risco, os recursos humanos precisam ser ampliados.


“O quadro humano existirá quando o quadro físico estiver construído. Neste momento estamos em instalações provisórias e só podemos acolher pessoas com mais de 18 anos que assinam um termo de responsabilidade a dizer que querem ficar no Lar da Mãe”, esclarece, apontando as limitações actuais.


Neste contexto, Carlos Oliveira recorda que só deverá ser possível acolher menores e receber apoios do Estado quando a nova sede do Lar da Mãe, construída de raiz, obedecer às exigências da legislação. “Os apoios que temos, tem sido da generosidade dos cristãos e do povo algarvio e até de outras partes do País”, frisa o responsável da Caritas algarvia.


quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Lar da Mãe obtem mais fundos

Com a ajuda do músico Pe. Borga, a Cáritas Algarve conseguiu obter 6.460,00 € para apoiar a sua valência "Lar da Mãe" que tem como objectivo ajudar a mulher grávida em dificuldade.

Aqui

sábado, 9 de fevereiro de 2008

Folheto de divulgação do SOS Vida (Valência da Cáritas Algarve)


P.S.- Para visualizar melhor o conteúdo dos folhetos, clique em cima das fotos.

Hoje, dia 9, no auditório de Portimão, pelas 21.30

Hoje, dia 9 de Fevereiro, no auditório de Portimão, pelas 21.30, o conhecido músico e padre José Luis Borga leva a cabo um espectáculo musical cujas receitas reverterão na íntegra a favor da construção da sede do Lar da Mãe, valência da Cáritas Diocesana do Algarve, que visa o acolhimento de mulheres grávidas em risco.
Esta iniciativa é uma, entre várias, no sentido de obter fundos para o Lar da Mãe. Foi o caso do Colégio do Alto e o Lions Clube de Lago.
Notícias aqui e aqui.

segunda-feira, 16 de julho de 2007

S.O.S. Vida Algarve


O SOS Vida-Algarve é um movimento diocesano pró-vida que pretende, envolvendo prioritariamente toda a comunidade cristã algarvia e ainda todas as pessoas de boa vontade, fomentar, aprofundar e divulgar a dignidade e a defesa da vida humana, desde o momento da sua concepção até à morte natural.


O SOS Vida Algarve tem, neste momento, três linhas de atendimento telefónico, para prestar apoio às grávidas e mães em dificuldade que são as seguintes:


962891444


962423714

916935535


sexta-feira, 4 de maio de 2007

Caritas do Algarve angariou artigos para o SOS Vida

A Caritas Diocesana do Algarve levou a cabo, no passado sábado, uma recolha de artigos alimentares e de puericultura, bem como de peças de vestuário e calçado para bebés a favor do SOS Vida, uma das valências da instituição algarvia. A campanha que foi realizada no hipermercado Jumbo, em Faro, entre as 9 e as 23 horas, permitiu a angariação de 25 carrinhos de supermercado de produtos e contou com a participação de 53 voluntários, para além da colaboração de 25 elementos do Agrupamento 1172 do CNE – Corpo Nacional de Escutas de São Luís de Faro.
Carlos Oliveira, presidente da Caritas algarvia, garantiu à FOLHA DO DOMINGO que adesão das pessoas fez-se sentir até porque o resultado foi mais positivo que o ano passado. Aquele responsável refere, no entanto que os produtos angariados nesta iniciativa que decorre entre uma a duas vezes por ano “não é suficiente” para apoio às mães grávidas e aos seus filhos. Por vezes, têm de recorrer à ajuda de outras pessoas ou entidades. No entanto, confirma Carlos Oliveira, “esta iniciativa é muito importante para que este serviço seja conhecido pela comunidade”.
Samuel Mendonça - Folha do Domingo