sexta-feira, 17 de abril de 2015
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
Chiara Corbella Petrillo
Chiara Corbella Petrillo morreu com 28 anos, em Junho de 2012, vítima de cancro, por ter posto a vida da criança que trazia no ventre à frente da sua. Esta história comoveu centenas de milhares de pessoas em Itália, que quiseram saber mais sobre esta jovem mãe, testemunha de uma profunda confiança em Deus e, sobretudo, do poder do amor materno.
Antes do nascimento do seu terceiro filho, Francesco, em maio de 2011, já Chiara e o seu marido Enrico tinham acompanhado no seu nascimento para o Céu os seus dois primeiros filhos, Maria Grazia Letizia, nascida em 2009 e Davide Giovanni, em 2010. Ambos sofriam de deficiências graves que lhes provocaram a morte poucos minutos depois do parto. Nos dois casos, Chiara e Enrico decidiram levar até ao fim a gravidez, dando aquilo que Chiara chamava “os pequenos passos possíveis” que Deus ia pedindo a este jovem casal.
Um testemunho de fé e de vida que manifesta o que há de mais sagrado e forte no casamento e na maternidade, a entrega da própria vida por amor. Porque “o importante na vida não é fazer grandes coisas, mas nascer e deixar-se amar”.
Luísa Viterbo, médica oncologista
In "Nascemos e jamais morreremos"
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domingo, 2 de novembro de 2014
Casar é estar disposto a trabalhar as suas próprias dificuldades
Numa era em que o problema já não é só o divórcio, mas o facto de muitos já nem se quererem casar, o psicólogo dinamarquês diz que a chave está em ensinar aos jovens, mesmo durante os namoros, a resolver os seus conflitos para que percebam que o compromisso é possível desde que encontrem uma pessoa disposta a trabalhar as suas próprias dificuldades.
Peter Damgaard Hansen
Psicólogo
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sábado, 18 de outubro de 2014
A luz que de noite resplandece
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quarta-feira, 6 de agosto de 2014
Fidelidade ao amor
Maxine e Don Simpson são verdadeiramente um exemplo de amor eterno. Aquela promessa feita em cada casamento foi para o casal californiano uma realidade vivida durante 62 anos. “Até que a morte nos separe”, e foi exatamente assim: eles morreram de mãos dadas. Como foram na vida, da mesma forma foram no leito de morte: inseparáveis. Ela tinha câncer, e ele tinha fraturado o quadril. Don tinha consciência de que a mulher morreria. Foram juntos, como gostariam, e de mãos dadas, com a distância de poucas horas um do outro (Caffeina Magazine, 4 de agosto).
Tudo começou na metade do último mês de julho, quando Don Simpscon, ex-engenheiro civil, natural do Norte de Dakota, quebrou o quadril caindo em casa. Os dias passavam, mas ao invés de melhorar, sua saúde só piorou. Ao mesmo tempo as condições da mulher, Maxine, complicaram-se devido ao câncer.
A família decidiu colocá-los juntos em recuperação, mas não em um triste e asséptico quarto de hospital, e sim em um quarto de um parente. “Suas camas estavam uma ao lado da outra”, explicou a neta Melissa Sloan. “Em um certo momento minha avó acordou e viu que ao seu lado estava meu avô. Pegou na sua mão e deu o último suspiro”.
Após a retirada do corpo de Maxine, a neta entrou para ver como estava o avô, foi quando percebeu que também ele havia parado de respirar. Naquele momento faziam apenas quatro horas que a avó tinha falecido.
Don Simpson tinha conhecido Maxine em um boliche quando estava por um tempo em Bakersfield (Califórnia), onde o casal depois viveu toda a vida. Após o casamento, que aconteceu em 1952, adotaram dois filhos. “Faziam sempre tudo juntos”, disseram entre lágrimas os parentes. “Nunca se separaram e nem mesmo a morte os separou. Foi realmente uma grande história de amor” (Lettera43, 4 de agosto).
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terça-feira, 17 de junho de 2014
A importância do diálogo no casamento
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quinta-feira, 29 de maio de 2014
O cônjuge ideal
In O matrimónio feliz, ed. Paulinas
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sábado, 17 de maio de 2014
O compromisso e a fidelidade do amor conjugal
Prometo amar e respeitar na saúde, na doença, na riqueza e na pobreza, até que a morte nos separe... ...
"Ele tem 80 anos de idade e insiste em tomar o pequeno almoço com sua esposa.
Quando eu perguntei: "Por q...ue sua esposa está no lar?"
Ele disse: "Porque ela tem alzheimer (perda de memória)".
Então eu perguntei: "A sua esposa espera para compartilhar o pequeno almoço?"
Ele respondeu: "Ela não se lembra, não sabe quem eu sou, há cinco anos atrás já não me reconhece."
Admirado, eu disse: "Ainda continua a fazer o pequeno-almoço com ela todas as manhãs, mesmo que ela não te reconhece!".
O homem sorriu, olhou para os meus olhos e apertou minha mão.
Em seguida, disse: "Ela não sabe quem eu sou, mas eu sei quem ela é." Ver mais
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quarta-feira, 2 de abril de 2014
Por vezes, no casamento, voam pratos
“Mas também, algumas vezes voam até os pratos. Mas não devemos ficar tristes por isto, a condição humana é assim. E o segredo é que o amor é mais forte que o momento no qual se discute”.
Segundo informou a Rádio Vaticana, Francisco assinalou que “por isto eu aconselho aos esposos sempre: não terminem um dia no qual tenham discutido sem fazer as pazes. Sempre! E para fazer as pazes não é necessário chamar as Nações Unidas, que venham pra casa fazer a paz. É suficiente um pequeno gesto, um carinho, um olá! E amanhã! E amanhã se começa uma outra vez. E esta é a vida, levá-la adiante assim, levá-la adiante com a coragem de querer vivê-la juntos. E isto é grande, é belo!”.
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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
O matrimónio feliz
O cônjuge ideal é aquele que em cada amanhecer alimenta o amor com um novo favo de mel; e que, antes de nascer o sol, se dirige ao jardim interior para cortar um cravo coberto de orvalho, e o oferece ao outro sem dizer palavra.
O cônjuge ideal é aquele que sabe que o matrimónio é como um mar dilatado e que os dois são navegantes que todos os dias saem para o mar alto, à descoberta de novos mundos em águas desconhecidas.
Um cônjuge que sabe que a realidade do outro não reside naquilo que ele revela, mas naquilo que não pode ser revelado.
Um cônjuge que sabe e aceita que, para descobrir a verdade, são necessárias duas pessoas: uma para dizê-la e outra para escutá-la.
Um cônjuge que sabe que, quando se voltam as costas ao sol (do outro cônjuge) só se veem sombras
Ignacio Larrañaga
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sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Não há nada melhor para as crianças que a estabilidade que se encontra no matrimónio
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quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
A entrega no casamento
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terça-feira, 3 de dezembro de 2013
Homens e mulheres são diferentes, diz estudo científico.
Homens e mulheres têm ligações cerebrais muito diferentes, revela um estudo, que parece confirmar estereótipos sobre atitudes e comportamentos próprios de cada sexo.
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Alimentar o amor
Começar é fácil.
Acabar é mais fácil ainda.
Chega-se sempre à primeira frase, ao primeiro número da revista, ao primeiro mês de amor. Cada começo é uma mudança e o coração humano vicia-se em mudar. Vicia-se na novidade do arranque, do início, da inauguração, da primeira linha na página branca, da luz e do barulho das portas a abrir.
Começar é fácil. Acabar é mais fácil ainda. Por isso respeito cada vez menos estas actividades. Aprendi que o mais natural é criar e o mais difícil de tudo é continuar. A actividade que eu mais amo e respeito é a actividade de manter.
Em Portugal quase tudo se resume a começos e a encerramentos. Arranca-se com qualquer coisa, de qualquer maneira, com todo o aparato. À mínima comichão aparece uma «iniciativa», que depois não tem prosseguimento ou perseverança e cai no esquecimento. Nem damos pela morte.
É por isso que eu hoje respeito mais os continuadores que os criadores. Criadores não nos faltam. Chefes não nos faltam. Faltam-nos continuadores. Faltam-nos tenentes. Heróis não nos faltam. Valtam-nos guardiões.
É como no amor. A manutenção do amor exige um cuidado maior. Qualquer palerma se apaixona, mas é preciso paciência para fazer perdurar uma paixão. O esforço de fazer continuar no tempo coisas que se julgam boas — sejam amores ou tradições, monumentos ou amizades — é o que distingue os seres humanos.
O nascimento e a morte não têm valor — são os fados da animalidade.
Procriar é bestial.
O que é lindo é educar.
Estou um pouco farto de revolucionários. Sei do que falo porque eu próprio sou revolucionário. Como toda a gente. Mudo quando posso e, apesar dos meus princípios, não suporto a autoridade.
(....)
Percebo hoje a razão por que Auden disse que qualquer casamento duradoiro é mais apaixonante do que a mais acesa das paixões. Guardar é um trabalho custoso. As coisas têm uma tendência horrível para morrer. Salvá-las desse destino é a coisa mais bonita que se pode fazer.
Haverá verbo mais bonito do que «salvaguardar»?
É fácil uma pessoa bater com a porta, zangar-se e ir embora. O que é difícil é ficar. Isto ensinou-me o amor da minha vida, rapariga de esquerda, a mim, rapaz conservador. É por esta e por outras que eu lhe dedico este livro, que escrevi à sombra dela.
Preservar é defender a alma do ataque da matéria e da animalidade. Deixadas sozinhas, as coisas amarelecem, apodrecem e morrem. Não há nada mais fácil do que esquecer o que já não existe. Começar do zero, ao contrário do que sempre pretenderam todos os revolucionários do mundo, é gratuito. Faz com que não seja preciso estudar, aprender, respeitar, absorver, continuar. Criar é fácil. As obras de arte criam-se como as galinhas. O difícil é continuar.
Miguel Esteves Cardoso, in 'As Minhas Aventuras na República Portuguesa'
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quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Governo Norueguês pretende baixar taxas de divórcio, incentivando saídas a 2
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terça-feira, 8 de outubro de 2013
Casar ou juntar-se ?
O aumento do número de casais que coabitam pode fazer-nos pensar que casar ou não casar é indiferente. Porém, esta suposição não é corroborada por alguns estudos recentes sobre casais. Recentemente, a Rand Corporation lançou um estudo intitulado “Intensidade da Coabitação e do Casamento: Consolidação, Intimidade e Compromisso”, de Michael Pollard e Kathleen M. Harris. Os dois pesquisadores estudaram várias fontes de dados sobre os casais unidos em matrimónio e sobre os que coabitam sem estar casados.
John Flynn, LC in Zenit
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sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Linhas de acção do novo Ministro dos Assuntos Sociais da Austrália
- Primeiro, as políticas públicas
devem proteger e promover o casamento e a família,
- e, em segundo lugar, sempre que
possível, as políticas públicas devem actuar através das organizações
familiares e da comunidade, em vez de as substituir"
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quarta-feira, 18 de setembro de 2013
O casamento faz bem à saúde ?
Fonte: http://www.mercatornet.com/family_edge/view/12770#sthash.0sA6Jq6O.dpuf
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