Pensar Tornou-se Perigoso
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Cláudio Anaia
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Durante a minha participação em workshops internacionais sobre turismo religioso em Fátima, deparei-me com representantes da prefeitura de Guaratinguetá, que me falaram sobre Frei Galvão.
Eu já conhecia Frei Galvão como o primeiro santo católico brasileiro, mas esse encontro despertou-me o interesse em aprofundar o conhecimento sobre a vida e a história deste santo tão querido pelo povo brasileiro.
Nascido em 1739 em Guaratinguetá, Antônio de Sant’Anna Galvão cresceu em uma pequena vila colonial, marcada pela simplicidade, mas também por desigualdades sociais profundas. Desde cedo, aprendeu a olhar para os que mais sofriam, transformando sua fé em ação concreta ao longo da vida.
Ao entrar para a Ordem dos Frades Menores, Frei Galvão dedicou-se a visitar doentes, acolher famílias em dificuldade e aliviar a pobreza e a exclusão social que marcavam sua época. Fundou o Mosteiro da Luz, em São Paulo, que se tornou ponto de apoio para mulheres vulneráveis e para todos que precisavam de orientação ou conforto, provando que espiritualidade e ação social caminham lado a lado.
Durante o encontro em Fátima, fiquei sensibilizado com a forma como Guaratinguetá organiza a preservação do legado de Frei Galvão: a catedral, a catedral de Santo Antônio, a casa de Frei Galvão, o cinaro dedicado a ele, diversos santuários e o museu que conta sua história. As pessoas que representam a cidade junto à prefeitura trabalham para levar ao mundo a história de Frei Galvão e mostrar o que ele significa para o povo da cidade.
Em 11 de maio de 2007, Frei Galvão foi canonizado pelo Papa Papa Bento XVI em São Paulo, num gesto histórico: foi o primeiro santo a ser canonizado fora do Vaticano, reforçando o significado de sua santidade para o povo brasileiro e aproximando a Igreja Católica da realidade local.
Frei Galvão tornou-se o primeiro santo nascido no Brasil. Mas seu verdadeiro legado não está apenas nos altares: está na lembrança de que cada gesto de cuidado, cada apoio aos vulneráveis, é uma forma de continuar sua missão, ainda necessária nos dias de hoje.
Depois de estudar e conhecer como Guaratinguetá funciona atualmente, fiquei ainda mais impressionado: a cidade destaca-se pela sua natureza exuberante e pela religiosidade que marca toda a sua história. Fiquei com vontade de visitar e conhecer de perto o lugar que preserva a memória de Frei Galvão e a sua herança de fé e solidariedade.
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Cláudio Anaia
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"A vossa linguagem deve ser: Sim, sim; não, não. O que passa disto vem do maligno”
Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
É uma revolta que não nasce de discursos inflamados, mas da vida real. Cresce sempre que se vê que os oportunistas se safam quase sempre, enquanto tantos outros íntegros pagam a factura. Cresce diante da repetição cansativa da injustiça normalizada, aceite, desculpada, esquecida.
Revolta ver, quem engana, foge, explora ou vive à custa dos outros, sair impune, muitas vezes promovido, aplaudido ou protegido. E revolta, porque essa impunidade corrói a confiança que ainda se tenta manter e mata a ideia simples de justiça. Quando o erro compensa e a decência penaliza, sente-se que algo está profundamente errado numa sociedade que devia proteger os seus valores.
Sente-se tristeza e revolta quando se vê amigos, pessoas trabalhadoras e íntegras, a contar tostões para garantir alguma dignidade às suas famílias. Em alguns casos, a humilhação é ainda maior: têm de recorrer à ajuda dos pais, já idosos, depois de uma vida inteira a trabalhar. Isto não é normal. Isto não é justo. Isto não é aceitável. E dói ver tudo isto de perto, todos os dias.
Quando se viaja de transportes públicos, observa-se a falta de respeito entre as pessoas, a agressividade gratuita, os olhares duros, a indiferença perante o outro. Cada um fechado no seu mundo, no seu telemóvel, na sua pressa. E pensa-se consigo: onde ficou a solidariedade entre os seres humanos? Sem empatia, sem cuidado, sem reconhecimento do outro como igual, sente-se que a sociedade se perde um pouco mais a cada dia.
Hoje, vê-se que a empatia e o companheirismo entre os seres humanos são ridicularizados. Quem se preocupa com o outro é visto como fraco ou ingénuo. Quem ajuda é suspeito. Quem escuta é ultrapassado. E isso assusta: sem empatia, abre-se espaço à brutalidade normalizada.
Nas cidades vêem-se grandes edifícios de luxo a subir, festas e eventos para animar a multidão, mas no meio deste brilho artificial, esquecem-se aqueles que vivem na rua. Celebra-se a cidade enquanto se abandona quem nela já não cabe. Investem-se recursos na imagem, mas não na dignidade. E isso magoa profundamente.
E revolta ainda mais ver as pessoas a embarcarem no discurso politicamente “correcto”, repetirem slogans e apoiarem quem promete mudança, mas continuarem a viver dia após dia sem fazer nada. Pinheiro de Azevedo dizia: “É só fumaça, é só fumaça, o povo é sereno”. E muitas vezes, a serenidade confundida com paciência, é para muitos, apatia que alimenta a injustiça, permitindo que a desigualdade e a ganância cresçam sem obstáculo.
Enquanto se escreve, ouve-se Sérgio Godinho: a paz, o pão, a liberdade, habitação para todos… Palavras que soam como uma miragem, diante do que se vê todos os dias. Sonhar com um mundo assim não é luxo; é necessidade humana, e é isso que inquieta, que faz crescer esta revolta.
Como alertou o Papa Francisco: “Esta economia mata”. E sente-se isso na pele, nos olhos de quem vive à margem, na vida de quem luta e continua íntegro, apesar de tudo. É neste contexto de desigualdade, exploração e abandono que a revolta cresce e se torna urgente.
A revolta não é apenas política. É humana e ética. Nasce quando se vê o sistema proteger os fortes e abandonar os frágeis, quando se percebe que se normaliza o cinismo e se ridiculariza quem ainda acredita em justiça, solidariedade e responsabilidade. Aceitar isto ou agir? A revolta só faz sentido se for o primeiro passo para reconstruir uma sociedade mais justa e mais humana.
Chega de ser apaniguado, desinteressado, conformado. Chega de assistir à injustiça sem reagir. A revolta de muitos pode ser a de cada leitor que se recusa a ser cúmplice do abandono, da ganância e da desigualdade. É hora de pensar, questionar, agir e exigir mais, pelo próximo, pela comunidade, pela própria dignidade. A democracia não se constrói com silêncio nem com indiferença: constrói-se com coragem, empatia e participação consciente. O momento de deixar de ser apático é agora.
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Cláudio Anaia
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Hoje acordei angustiado, não percebo porque estou assim. Levanto-me
e corro para a janela das traseiras da minha casa, de onde sorrio para uma
idosa da janela em frente. Esta senhora transporta sempre um olhar sofrido e
triste, que se agravou com a morte do seu filho. Esta é uma das situações em
que quem manda, deveria promover estratégias que melhorassem o bem-estar dos
nossos idosos, assim como levar mais a sério a questão da “4ª idade” (num país cada
vez mais envelhecido), mas parece-me que pelo facto de não dar votos, a
preocupação não é muito grande…
Acendo a televisão, e a publicidade mostra mulheres charmosas,
elegantes, bonitas e esguias, mas não vejo a mulher que cuida dos filhos, a
mulher mais velha, a mulher baixa e desajeitada… Vivemos numa sociedade em que
as aparências é que contam, mesmo que as “pseudo-deusas” da beleza, em muitos dos
casos, não primem pela capacidade intelectual!
Toca o telemóvel, um amigo revoltado que diz ter perdido a
amizade de uma pessoa, porque esta não se quer misturar com ele, pois este meu
amigo já não tem capacidade financeira para a acompanhar, o seu carro é velho e
só usa roupas da Primark!
Mas que manhã é esta que eu estou a viver……!
Saio para fazer uma caminhada, e dou de caras com um rapaz
que me pede umas moedas para o pequeno-almoço e que diz que estar a dormir na
rua , um sem-abrigo. Atravesso a rua e vejo a construção de grandes prédios de
luxo com umas cores alegres e bem apelativas. E lá volta a revolta…!
A próxima etapa: ida ao quiosque comprar o jornal. Leio as declarações
dos políticos que parecem dar a entender que quem é contra o aborto é um retrógrado
e contra os direitos das mulheres - o que na verdade é exatamente o oposto! Quem
é contra o aborto é aquele que defende as mulheres e o direito aos seus filhos
a nascer, a quem o Estado tem obrigação de dar todo o apoio!
Estamos rendidos a uma sociedade onde o TER se sobrepõe ao
SER, e lembro-me da conversa que ontem tive com uma amiga que diz que o filho
sofre bullying na escola por parte dos colegas, por não ter uns ténis de
120 euros!
Estamos a festejar os 50 anos de Abril, os 50 anos da
liberdade, mas acho que cada vez estamos mais escravos… escravos das
aparências, do descartável, dos sentimentos entre as pessoas. Em que o herói é aquele
que é mais esperto, que se safa rapidamente das situações, nem que para isso
tenha de prejudicar o próximo… Por outro lado, o que defende a verdade e tenta levar
uma vida baseada em princípios e valores, é visto como um tolo, um parvo, um
inadaptado!
Vivemos num mundo com cada vez menos sentido e esperança, onde
se presenciam comportamentos agressivos, muitas vezes sem saber a razão… Onde
se preocupam muito em colocar tudo online com a premissa de proteger o meio
ambiente e não se preocupam minimamente em saber se o seu vizinho do lado está
bem.
Malcolm Forbes, nos anos 90 disse que: “Aquele que morrer com mais brinquedos, ganha o jogo”. É um facto que muitas pessoas pensam assim, no entanto, é também verdade que as pessoas mais felizes que conheci na vida foram os religiosos com quem trabalhei como voluntário nas favelas da Brasil, que entregaram a sua vida aos pobres. E os mais infelizes são outros, que andam por aí a correr preocupados com o poder efémero, a aparência, o estatuto, com o lugarzinho de destaque no partido, na colectividade, no trabalho-
Cláudio Anaia
Militante da Justiça e Direitos Humanos
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Cláudio Anaia
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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1. O debate sobre a introdução legal da
possibilidade da provocação da morte antecipada não corresponde à
discussão sobre hipotéticas opções ou considerações individuais de cada
um perante as circunstâncias da sua própria morte. É, sim, uma discussão
de opções políticas de reforçada complexidade e com profundas
implicações sociais, comportamentais e éticas.
A legalização da eutanásia não pode ser apresentada como matéria de
opção ou reserva individual. Inscrever na Lei o direito a matar ou a
matar-se não é um sinal de progresso mas um passo no sentido do
retrocesso civilizacional, com profundas implicações sociais,
comportamentais e éticas que questionam elementos centrais de uma
sociedade que se guie por valores humanistas e solidários.
A ideia de que a dignidade da vida se assegura com a consagração
legal do direito à morte antecipada, merece rejeição da parte do PCP.
A oposição do PCP à eutanásia tem o seu alicerce na preservação da
vida, na convocação dos avanços técnicos e científicos (incluindo na
medicina) para assegurar o aumento da esperança de vida e não para a
encurtar, na dignificação da vida em vida. É esta consideração do valor
intrínseco da vida que deve prevalecer e não a da valoração da vida
humana em função da sua utilidade, de interesses económicos ou de
discutíveis padrões de dignidade social.
2. A invocação de casos extremos, para justificar a
inscrição na Lei do direito à morte antecipada apresentando-o como um
acto de dignidade, não é forma adequada para a reflexão que se impõe.
Pode expressar em alguns casos juízos motivados por vivência própria,
concepções individuais que se devem respeitar mas é também, para uma
parte dos seus promotores, uma inscrição do tema em busca de
protagonismos e de agendas políticas promocionais.
A ciência já hoje dispõe de recursos que, se utilizados e acessíveis,
permitem diminuir ou eliminar o sofrimento físico e psicológico. Em
matérias que têm a ver com o destino da sua vida, cada cidadão dispõe já
hoje de instrumentos jurídicos (de que o “testamento vital” é exemplo,
sem prejuízo dos seus limites) e de soberania na sua decisão individual
quanto à abstinência médica (ninguém pode ser forçado a submeter-se a
determinados tratamentos contra a sua vontade). A prática médica garante
o não prolongamento artificial da vida, respeitando a morte como
processo natural recusando o seu protelamento através da obstinação
terapêutica. Há uma diferença substancial entre manter artificialmente a
vida ou antecipar deliberadamente a morte, entre diminuir ou eliminar o
sofrimento na doença ou precipitar o fim da vida.
3. Num quadro em que o valor da vida humana surge
relativizado com frequência em função de critérios de utilidade social,
de interesses económicos, de responsabilidades e encargos familiares ou
de gastos públicos, a legalização da provocação da morte antecipada
acrescentaria uma nova dimensão de problemas.
Desde logo, contribuiria para a consolidação das opções políticas e
sociais que conduzem a essa desvalorização da vida humana e introduziria
um relevante problema social resultante da pressão do encaminhamento
para a morte antecipada de todos aqueles a quem a sociedade recusa a
resposta e o apoio à sua situação de especial fragilidade ou
necessidade. Além disso a legalização dessa possibilidade limitaria
ainda mais as condições para o Estado promover, no domínio da saúde
mental, a luta contra o suicídio.
4. O princípio da igualdade implica que a todos seja
reconhecida a mesma dignidade social, não sendo legítima a
interpretação de que uma pessoa “com lesão definitiva ou doença
incurável” ou “em sofrimento extremo” seja afectada por tal
circunstância na dignidade da sua vida. E ainda mais que ela seja
invocada para consagrar em Lei o direito à morte, executada com base
numa Lei da República.
A vida não é digna apenas quando (e enquanto) pode ser vivida no uso
pleno das capacidades e faculdades físicas e mentais e a sociedade deve
assegurar condições para uma vida digna em todas as fases do percurso
humano, desde as menos autónomas (seja a infância ou a velhice) às de
maior autonomia; na presença de condições saudáveis ou de doença; no
quadro da integridade plena de faculdades físicas, motoras ou
intelectuais ou da deficiência mais ou menos profunda, congénita ou
sobreveniente.
O que se impõe é que o avanço e progresso civilizacionais e o aumento
da esperança de vida decorrente da evolução científica sejam convocados
para garantir uma vida com condições materiais dignas em todas as suas
fases.
5. O PCP afirma a sua oposição a legislação que
institucionalize a provocação da morte antecipada seja qual a forma que
assuma – a pedido sob a forma de suicídio assistido ou de eutanásia –,
bem como a eventuais propostas de referendo sobre a matéria.
O PCP continuará a lutar para a concretização, no plano político e
legislativo, de medidas que respondam às necessidades plenas dos
utentes do Serviço Nacional de Saúde, nomeadamente no reforço de
investimento sério nos cuidados paliativos, incluindo domiciliários; na
garantia do direito de cada um à recusa de submeter-se a determinados
tratamentos; na garantia de a prática médica não prolongar
artificialmente a vida; no desenvolvimento, aperfeiçoamento e direito de
acesso de todos à utilização dos recursos que a ciência pode
disponibilizar, de forma a garantir a cada um, até ao limite da vida, a
dignidade devida a cada ser humano.
6. É esta a concepção de vida profundamente
humanista que o PCP defende e o seu projecto político de progresso
social corporiza. Uma concepção que não desiste da vida, que luta por
condições de vida dignas para todos e exige políticas que as assegurem
desde logo pelas condições materiais necessárias na vida, no trabalho e
na sociedade.
Perante os problemas do sofrimento humano, da doença, da deficiência
ou da incapacidade, a solução não é a de desresponsabilizar a sociedade
promovendo a morte antecipada das pessoas nessas circunstâncias, mas sim
a do progresso social no sentido de assegurar condições para uma vida
digna, mobilizando todos os meios e capacidades sociais, a ciência e a
tecnologia para debelar o sofrimento e a doença e assegurar a inclusão
social e o apoio familiar.
A preservação da vida humana, e não a desistência da vida é
património que integra o humanismo real – e não proclamatório – que o
PCP assume nos princípios e na luta.
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Cláudio Anaia
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Para uma consulta mais atualizada da atividade da Plataforma Algarve pela Vida poderá encontrar-nos em :
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MRC
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Labels: Apoio à saúde, homossexualidade
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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Labels: Aborto, Estatísticas, Nova lei do aborto
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Cláudio Anaia
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MRC
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Labels: Cultura e Vida, Solidariedade Social
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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"Eutanásia – A cultura da morte e do individualismo está de volta. Umas raparigas do Bloco de Esquerda com apoio de alguns jovens deputados do PS, voltam a colocar na agenda do dia a Eutanásia. Mas querem fazer a coisa sem dar muito nas vistas, evitando um referendo, querendo votar um tema de grande importância para o País entre quatro paredes, na Assembleia da República, correndo riscos de legislar contra a vontade do povo. Mas porque será que esta gente não direciona as suas energias na promoção da melhoria dos cuidados paliativos?"
Clique aqui :
http://www.distritonline.pt/sangue-na-guelra-com-claudio-anaia-3/
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Cláudio Anaia
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Podemos ajudá-la com apoio médico, jurídico, em géneros (alimentos, fraldas, papas, medicamentos e outros).
Ajudamo-la a obter o abono pré-natal e todos os demais subsídios a que tem direito.
Ajudamo-la a ficar com o seu bébé.
Caso assim o queira, ajudamo-la também a dar o seu bébé para adopção, com discrição e relativa facilidade, a casais que lhe darão tudo o que ele precisa.
Sobretudo, estamos dispostos a ouvi-la e a dividir e partilhar consigo as suas preocupações e ansiedades.
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