sábado, 15 de março de 2014
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
Eutanásia em crianças: uma barbárie
Expresso
Ler mais: http://expresso.sapo.pt/eutanasia-para-criancas-e-uma-barbarie=f856684#ixzz2udrHb8XJ
Posted by
PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
at
18:15
0
comments
Labels: Eutanásia no Mundo
domingo, 16 de fevereiro de 2014
Uma conceção material e mecanicista da vida
Posted by
PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
at
12:22
0
comments
Labels: Doutrina Social da Igreja, Eutanásia no Mundo, Permissivismo
Assine petição para que o Rei da Bélgica não promulgue eutanásia contra crianças
Na quinta-feira, 13 de Fevereiro de 2014, uma lei assustadora que estende a eutanásia para as crianças foi aprovada no Parlamento Belga: os médicos terão permissão para matar crianças que sofrem de alguma doença terminal e de dores severas. Com essa nova lei, a decisão de matar uma criança terá de ser aprovada pelos pais e médicos responsáveis pelo paciente. Também será necessário que o jovem paciente tenha consciência da situação e compreenda o que significa a eutanásia. Pode-se apenas imaginar o que isso significa para uma criança que vê seus pais em desespero por causa de seu sofrimento.
Essa é uma lei única e representa um sinal para a Europa. Há também relatos assustadores do uso negligente ou não regulado da eutanásia não apenas na Holanda, mas também na Bélgica. Pediatras belgas, numa carta ao Parlamento, afirmaram que a lei não era medicamente necessária já que "equipes de tratamento paliativo são perfeitamente capazes de alcançar o alívio da dor tanto hospital como em casa". Muitos membros da Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa assinaram uma declaração afirmando que essa lei "trai algumas das crianças mais vulneráveis na Bélgica" e "promove a crença inaceitável de que uma vida pode ser indigna de ser vivida, algo que desafia o próprio fundamento de uma sociedade civilizada".
A lei agora será dirigida ao Rei dos belgas, Philippe, para que seja sancionada. Em tese, ele pode recusar-se a assinar a lei. Todavia, isso é muito incomum e poderia gerar debates intensos. Se não assinar a lei, o Rei Phillipe poderá dar o sinal mais forte possível em favor da dignidade de cada ser humano. Seu tio, Rei Baudouin, não consentiu heroicamente com a legalização do aborto em 1990.
Assine a petição aqui
Posted by
PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
at
12:01
0
comments
Labels: Eutanásia no Mundo, Petição
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Eutanásia de crianças na Bélgica
Posted by
PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
at
19:07
0
comments
Labels: Eutanásia, Eutanásia no Mundo
sábado, 19 de janeiro de 2013
Devagarinho... Devagarinho...
Gémeos surdos e quase cegos submetidos a eutanásia
(...)
O caso fez ressurgir a discussão sobre a lei. Os socialistas propuseram uma mudança na lei para que os menores e os doentes de Alzeimer também pudessem recorrer à eutanásia.
(...)
Posted by
Liliana F. Verde
at
14:43
0
comments
Labels: Eutanásia, Eutanásia no Mundo
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Idosos fogem da Holanda com medo da eutanásia
Asilo na Alemanha converte-se em abrigo para idosos que fogem da Holanda com medo de serem vítimas de eutanásia a pedido da família. São quatro mil casos de eutanásia por ano, sendo um quarto sem aprovação do paciente.
A Holanda, que foi ocupada pelas tropas nazistas, ao contrário, é pioneira em medidas liberais inimagináveis na maior parte do mundo, como a legalização de drogas, prostituição, aborto e eutanásia. O povo holandês foi o primeiro a ter o direito a morte abreviada e assistida por médicos. Mas o medo da eutanásia é grande entre muitos holandeses idosos.
Estudo justifica temores – Uma análise feita pela Universidade de Göttingen de sete mil casos de eutanásia praticados na Holanda justifica o medo de idosos de terem a sua vida abreviada a pedido de familiares. Em 41% destes casos, o desejo de antecipar a morte do paciente foi da sua família. 14% das vítimas eram totalmente conscientes e capacitados até para responder por eventuais crimes na Justiça.
Margem para interpretação fatal – A liberalidade da lei holandesa deixa os médicos de mãos livres para praticar a eutanásia de acordo com a sua própria interpretação do texto legal, na opinião de Eugen Brysch, presidente do Movimento Alemão Hospice, que é voltado para assistência a pacientes em fase terminal, sem possibilidades terapêuticas. Para Brysch soa clara a regra pela qual um paciente só pode ser morto com ajuda médica se o seu sofrimento for insuportável e não existir tratamento para o seu caso. Mas na realidade, segundo ele, esta cláusula dá margem a uma interpretação mais liberal da lei.
Uma conseqüência imediata das interpretações permitidas foi uma grande perda de confiança de idosos da Holanda na medicina nacional. Por isso, eles procuram com maior freqüência médicos alemães, segundo Inge Kunz, da associação alemã Omega, que também é voltada para assistência a pacientes terminais e suas respectivas famílias.
A lei determina que a eutanásia só pode ser permitida por uma comissão constituída por um jurista, um especialista em ética e um médico. Na falta de um tratamento para melhorar a situação do paciente, o médico é obrigado a pedir a opinião de um colega. Mas na prática a realidade é outra, segundo os críticos da eutanásia e o resultado da análise que a Universidade de Göttingen fez de sete mil casos de morte assistida na Holanda.
Daqui
Posted by
PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
at
00:04
0
comments
Labels: Eutanásia, Eutanásia no Mundo
sábado, 28 de abril de 2012
Holanda, destino perigoso
Atenção: se tem mais de 60 anos e for passear até à Holanda; se aí tiver um grave problema de saúde e for para ao hospital, pode ficar sujeito à eutanásia.
Com a liberalização desta prática, há médicos que a propõem a pacientes crónicos com diabetes, com esclerose múltipla, SIDA ou cancro.
Há mesmo cidadãos que, em autodefesa, transportam consigo um cartão contra a eutanásia chamado “passaporte para a vida” ou “não-me-matem”.
Com os idosos, o risco ainda é mais flagrante.
É que, para além da falta de confiança nos médicos, a família também pode ser uma ameaça: um recente estudo da Universidade de Göttingen revela que, em sete mil casos de eutanásia praticada na Holanda, 41% foram a pedido dos familiares.
Muitos deles justificaram-se incapazes de lidar com a situação…
Resultado: os idosos evitam os hospitais holandeses e muitos refugiam-se em lares do outro lado da fronteira.
É que na Alemanha sentem-se protegidos, porque ali a memória das práticas nazis ainda está viva.
Pelo menos, por enquanto
Aura Miguel
Posted by
PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
at
08:12
0
comments
Labels: Eutanásia no Mundo, Mundo cão
sábado, 18 de fevereiro de 2012
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Mundo cão
Posted by
PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
at
12:53
0
comments
Labels: Eutanásia no Mundo, Mundo cão
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
Care Not Killing
Posted by
Liliana F. Verde
at
19:49
0
comments
Labels: Cuidados Paliativos, Eutanásia, Eutanásia no Mundo
quarta-feira, 21 de julho de 2010
A eutanásia e o regime nazi
É um episódio doloroso: o assassínio às mãos dos nazis de um seu parente afectado pelo síndrome de Down. Ratzinger menciona-o para alertar contra o perigo «sempre presente» de um «regresso da barbárie», ou seja, do perigo da exclusão de alguns seres humanos da categoria daqueles que são dignos de respeito.
«O rapazinho morte pelos nazis», afirmou o purpurado, «que em 1941 tinha catorze anos, era alguns anos mais novo que eu. Era robusto, mas ia evidenciando cada vez mais os sinais típicos da síndrome de Down. Suscitava simpatia pela simplicidade da sua mente toldada e mãe, que já tinha perdido uma filha de morte prematura, era-lhe muito afeiçoada.
Mas em 1941, as autoridades do Terceiro Reich decidiram que ele deveria ser internado no asilo para receber melhor assistência.»
«Nós ainda não suspeitávamos», prosseguiu Ratzinger, «da operação de eliminação de deficientes mentais que já tivera início em finais dos anos trinta.
Passado pouco tempo chegou-nos a notícia de que o rapaz tinha morrido de pneumonia e que o seu corpo fora cremado. A partir desse momento, multiplicaram-se as notícias do género."
Posted by
MRC
at
09:10
0
comments
Labels: Eutanásia, Eutanásia no Mundo, Testemunho de Vida
segunda-feira, 12 de abril de 2010
Na Holanda discute-se suicídio legal aos 70 anos
Desde 2001 que na Holanda se permite a eutanásia nos casos de "sofrimento irreprimível". Mas como essa coisa do sofrimento é muito relativo e subjectivo, caso a nova lei seja aprovada para um suicídio assistido bastará que o "utente" tenha mais de 70 anos e que seja aferido o seu consentimento completo.
Por este caminho está encontrada a solução para a segurança social.
Posted by
PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
at
22:49
0
comments
Labels: Eutanásia no Mundo
quarta-feira, 17 de março de 2010
Vida, morte e dignidade
A história dramática de uma mulher portuguesa a quem tinha sido diagnosticado um cancro que não lhe permitiria viver mais de um ano e que recorreu, para se suicidar, aos serviços da organização suíça Dignitas relançou entre nós o debate sobre a legalização da eutanásia.
Posted by
Liliana F. Verde
at
23:09
0
comments
Labels: Cuidados Paliativos, Eutanásia, Eutanásia no Mundo
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Um aviso aos senhores que defendem a Eutanásia
Na Bélgica, um erro de diagnóstico fez um homem passar 23 anos consciente e «amarrado» a uma cama, noticia a BBC. Os médicos estavam convencidos de que o homem estava em coma.
Rom Houben, que tinha 23 anos quando sofreu um acidente de carro que o deixou completamente paralisado, foi submetido a vários exames normalmente utilizados para diagnosticar o estado de coma.
Ao doente acabou por ser atribuído o estado de coma, mas o homem ouvia e via tudo o que acontecia à sua volta, sem conseguir comunicar com médicos, familiares e amigos. Só há alguns meses atrás exames com aparelhos de tomografia, de última geração, mostraram que o cérebro estava a funcionar de maneira praticamente normal.
Houben foi então submetido a várias sessões de fisioterapia e agora consegue digitar mensagens num ecrã de computador. «Nunca vou esquecer o dia em que descobriram qual era o meu verdadeiro problema. Foi o meu segundo nascimento», disse.
«Durante todo este tempo eu tentava gritar, mas não havia nada para as pessoas ouvirem», acrescentou.
O neurologista Steven Laureys, que liderou a equipa que descobriu a situação de Houben, publicou um estudo há dois meses alertando que muitos pacientes considerados em estado de coma, podem na verdade estar conscientes.
Posted by
Cláudio Anaia
at
14:32
4
comments
Labels: Eutanásia no Mundo
sábado, 31 de outubro de 2009
Suíça: para uma lei que restrinja o suicídio assistido
A Suíça se orienta para uma lei que restrinja o suicídio assistido, informou nesta quinta-feira “Gènéthique", o resumo de imprensa da Fundação Jérôme Lejeune.
Cada ano, organizações suíças como Dignitas ou Exit recebem 400 pessoas estrangeiras que vão ao país para se suicidar.
Para deter este “turismo da morte”, o Governo suíço está preparando um projeto de lei.
Os médicos, os estrangeiros e as organizações que promovem o suicídio assistido deverão provar que a pessoa que deseja morrer é capaz de discernir e que sofre de uma enfermidade incurável “que será mortal em um curto prazo”.
Por outro lado, o Governo exclui o suicídio assistido para pessoas que sofrem enfermidades crônicas que não ocasionam a morte ou um transtorno mental.
A conselheira federal Eveline Widmer-Schlump afirmou que “os cuidados paliativos devem permitir a essas pessoas continuar vivendo com dignidade”.
A pessoa que acompanha a suicida deverá apresentar alternativas, e o suicídio deverá ser a última “solução” proposta.
Por último, o Governo quer impedir que a assistência organizada ao suicídio se converta em uma atividade lucrativa.
Dignitas e Exit são fortemente contra estas propostas. Exit considera que estas propostas são inaceitáveis, e Dignitas ameaçou com um referendum, convencida de ganhar em caso de votação.
O projeto de lei deverá ser debatido no Parlamento no próximo mês de Março.
Posted by
Liliana F. Verde
at
22:03
0
comments
Labels: Eutanásia no Mundo
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Pensando o futuro
Falando no simpósio sobre cuidados paliativos que decorreu no Hospital da Luz, Zylics avisou médicos e enfermeiros que "vão aumentar os pedidos de eutanásia no futuro". E os governos serão chamados a tomar decisões éticas sobre o acompanhamento dos doentes em final de vida.
Zylics sublinhou que o medo, o sentimento de abandono e o sofrimento existencial são determinantes para a eutanásia. "As equipas devem apresentar alternativas e clarificar os limites", disse.
O médico, que liderou equipas de cuidados paliativos no Reino Unido e na Holanda - país onde há mais tempo vigora a eutanásia -, apresentou "10 razões pragmáticas" para as equipas médicas se oporem. Segundo disse, o "prognóstico incerto" é uma delas.
"As pessoas podem viver mais do que originalmente esperado", argumentou. Por outro lado, "as pessoas mudam muitas vezes de ideias", acrescentou.
Outra das razões dizem respeito à definição de "sofrimento incontrolável". De acordo com o especialista, "não é possível definir com objectividade ". A manipulação é outro dos obstáculos levantados. "Os pacientes podem manipular - recusar os sedativos e analgésicos - para forçar a eutanásia". O médico considerou ainda que a eutanásia "amputa o processo de aprendizagem" dos médicos e "pode aumentar a pressão da família para que o doente requeira a morte".
O debate sobre a eutanásia está a fazer-se em Portugal. O BE inclui no programa eleitoral a sua legalização e, em Fevereiro, deste ano o socialista Almeida Santos defendeu a realização de um referendo nacional sobre o tema. O assunto não é pacífico nos dois maiores partidos de governo - PS e PSD - fracturando as posições de reserva à legalização. Só o CDS é frontalmente contra, tendo incluído nas listas de deputados a directora de cuidados paliativos do Hospital da Luz, Isabel Galriça Neto.
Posted by
Liliana F. Verde
at
21:14
0
comments
Labels: Cuidados Paliativos, Eutanásia, Eutanásia no Mundo
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
"A eutanásia não é a resposta", de David Cundiff
A eutanásia é mesmo uma opção razoável? As dores e o sofrimento de um paciente têm de ser prolongados a fim de preservar a vida, sem olhar a qualidade dessa vida? Para David Cundiff, nenhuma dessas situações é necessária. Os pacientes podem viver os seus últimos dias com um relativo conforto, com o amor e o apoio da família, dos amigos e dos profissionais de saúde.
Críticas de imprensa
«Como alternativa ao crescente movimento a favor da legalização da eutanásia e suicídio assistido dos doentes terminais... o oncologista Cundiff defende acerrimamente o programa dos hospitais de retaguarda... defende que a maioria dos doentes terminais receia mais a dor do que a morte e cita casos em que o sofrimento não mitigado em hospitais de tecnologia de ponta, frequentemente agravado por exames de diagnóstico, tentativas fúteis e dolorosas de ressuscitação e sistemas de manutenção das funções vitais, leva os pacientes a solicitarem a eutanásia... Cundiff propõe eloquentemente mudanças de base no nosso sistema de cuidados de saúde que encorajariam a criação de programas de hospital de retaguarda, em que a morte é considerada uma fase normal da vida a ser atravessada com um mínimo de sofrimento, acompanhada pelo apoio psicológico na busca de um crescimento espiritual. Cundiff também defende que a criação de mais hospitais de retaguarda reduziria o levado custo dos tratamentos dos doentes terminais.» (Publishers Weekly)
Posted by
Liliana F. Verde
at
22:03
0
comments
Labels: Cuidados Paliativos, Cultura e Vida, Eutanásia, Eutanásia no Mundo
Simpósio Cuidados Paliativos: Perspectivas Éticas e Clínicas
Data: 10 de Setembro de 2009
O Hospital da Luz promove, dia 10 de Setembro de 2009, no seu Auditório, o Simpósio Cuidados Paliativos, subordinado ao tema “Perspectivas Éticas e Clínicas”.
O evento, é dirigido a todos os profissionais de saúde interessados neste tema e a inscrição é gratuita.
Este Simpósio tem como objectivo contribuir para o esclarecimento sobre os Cuidados Paliativos e alertar para a necessidade de adoptar atitudes facilitadoras da resolução dos problemas dos doentes em fim de vida e dos seus familiares.
Serão abordados os seguintes temas:
- Controlo Sintomático;
- Questões éticas em final de vida: eutanásia, sedação paliativa e futilidades terapêuticas;
- Painel Interface dos Cuidados Paliativos com outras especialidades no Hospital da Luz: discussão de casos clínicos.
Posted by
Liliana F. Verde
at
19:43
0
comments
Labels: Cuidados Paliativos, Eutanásia, Eutanásia no Mundo
sábado, 15 de agosto de 2009
Adolescente usada para promover eutanásia, mudou de opinião e recebeu coração
Vários anos atrás Hannah foi diagnosticada com um tipo estranho de leucemia. Quando os especialistas obtiveram a remissão do câncer descobriram uma cardiomiopatia; seu coração tinha uma cavidade e era necessário removê-lo para que Hannah seguisse com vida.
Ao conhecer os riscos da operação e a eventual necessidade de um novo transplante depois de dez anos, a menor disse aos seus pais e às autoridades de saúde que não queria mais tratamentos e que voltaria para casa embora isso implicasse sua morte.
Ante a sua negativa, a direção do hospital que a atendia, o Herefordshire Primary Care Trust de Hereford (Reino Unido), decidiu ir aos tribunais para retirar temporalmente a custódia a seus pais e “obrigar” a adolescente a submeter-se à cirurgia; entretanto, depois de vários procedimentos legais e o relatório de um funcionário do gabinete do defensor do menor, o hospital decidiu retirar a demanda.
Seu caso foi usado como bandeira por vários grupos anti-vida para promover a legalização da eutanásia e o suicídio assistido.
Segundo o jornal Telegraph, Hannah mudou de opinião após sofrer uma falha parcial no rim no dia 7 de julho, cinco dias antes de fazer 14 anos.
A adolescente não pôde receber uma diálise devido ao seu coração que era muito fraco para o tratamento. Hannah devia voltar para a lista de receptores de coração doado ou sofreria uma falha renal grave e uma morte segura.
“Sei que tinha decidido que não queria isto de nenhuma maneira, mas todo mundo tem direito a mudar de opinião”, indicou Hannah depois de submeter-se ao bem-sucedido transplante e expressou sua alegria porque “agora estou tomando 27 remédios, mas logo terei que tomarapenas 12″.
Notícia daqui.
Posted by
Liliana F. Verde
at
13:31
0
comments
Labels: Eutanásia no Mundo, Testemunho de Vida








