Mostrar mensagens com a etiqueta Filmes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Filmes. Mostrar todas as mensagens

sábado, 17 de abril de 2010

Contra o absentismo e a passividade

A propósito da enorme apatia e desânimo que se verifica na sociedade portuguesa, lembrei-me deste diálogo entre um professor universitário e um dos seus melhores alunos.
O encontro deu-se num sábado de manhã e o motivo era saber a razão pela qual um dos melhores alunos passou a faltar às aulas e a desinteressar-se por completo dos estudos.
O diálogo é interessante porque os argumentos do aluno são fortes: razões de natureza pragmática, pessimismo, impotência, incapacidade, conformismo, passividade, gozar a vida.
Nas instituições de solidariedade social, nas associações de defesa do consumidor, nos próprios partidos políticos, faltam cabeças e mãos para trabalhar.
E assim com tanta passividade e absentismo o mundo vai, a pouco e pouco, avançando para o abismo.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

CICLO MULTIMÉDIA

A Associação FARO 1540 vai levar a efeito nas próximas três terças-feiras (dias 1, 8 e 15 de Setembro), na Sociedade Recreativa “Os Artistas” (Rua do Montepio, 10 – Faro), com o apoio desta Sociedade, um ciclo audiovisual com a exibição das obras:


HOME – Nosso Planeta, Nossa Casa – Dia 1 de Setembro / 22H45

Zeitgeist the Movie – Dia 8 de Setembro/22H45

Zeitgeist Addendum – Dia 15 de Setembro/22H45

É de referir que estes dois últimos filmes foram vencedores, respectivamente, do prémio 2007 e 2008 do “Artivist Film Festival” atribuído por Hollywood na categoria de melhor película.

Os filmes/documentários Zeitgeist explicam e demonstram a falência e a ruptura do actual modelo económico/financeiro que “gere” o mundo. Para além disso apresentam provas de como os grandes grupos económicos e financeiros actuam a nível mundial para exercer directa ou indirectamente a sua influência em governos e economias mais fracas, contribuindo assim para o colapso da economia mundial e para o surgimento da inevitável crise financeira que agora atravessamos.

Como forma de combater este cenário de recessão mundial, o projecto Zeitgeist apresenta um modelo alternativo ao actual modelo económico/financeiro e explica como este funciona e pode ser implementado.

O filme HOME faz a descrição da exploração desenfreada que o Homem tem tido na gestão dos recursos do nosso Planeta sobretudo nos úlimos 50 anos e prevê os cenários se nada for feito para inverter esta tendência e qual a tecnologia que se encontra já disponivel para inverter essa situação.

A entrada é livre e os filmes são legendados em português!

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Bella - a não perder!

Queridos amigos e defensores dos valores da vida e da família;
Até ao momento 805 pessoas viram o BELLA nas sessões organizadas na grande Lisboa.
Neste momento e graças ao empenho e entusiasmo de várias pessoas destes pontos do Pais, estão agendadas as seguintes sessões:
Viseu- 4 de Junho 21.30h no Cinema Palácio do Gelo Montijo
- 4 de Junho 21.30 Forum Montijo
ALgarve-18 de Junho 21.30h Cinema de Vilamoura
Èvora- 18 de Junho 21.30h Auditório Soror Mariana
Para mais informações ou reservas bella.portugal@yahoo.com Informamos que ainda temos alguns bilhetes para a última sessão em Lisboa dia 28 de Maio às 21.30 no cinema Amoreiras.
Inês Freitas Forero
Paula Pimentel Calderón www.emergenciasocial.pt

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Filme "Bella"


Mais de 545 pessoas já viram "Bella"em apenas três sessões !

PRÓXIMAS SESSÕES NA GRANDE LISBOA

15 Maio 19:00h ALVALÁXIA (SESSÃO ESPECIAL PARA ESTUDANTES)
20 Maio 21.30h FORUM ALMADA
21 Maio 21.30h CASCAISHOPPING
28 Maio 21.30h AMOREIRAS

Reservas de preferência por e-mail para bella.portugal@yahoo.com ou SMS para Paula (917728789) ou Inês (914770058)

Porto, Braga, Coimbra, Faro, Montijo, Viseu... (qualquer sitio onde haja uma sala de cinema Lusomundo), por favor contactem-nos e dêm-nos os contactos de 2 voluntários/as que estejam dispostos a receber reservas nessas cidades, para que todo o país possa ter oportunidade de receber esta mensagem
Muito Obrigada

Agradecemos à Lusomundo por toda colaboracão na organização destas sessões, bem como a todos os trabalhadores dos cinemas.
Paula Pimentel Calderón Inês Freitas Forero

terça-feira, 21 de abril de 2009

Filme "Bella"

Conforme o anunciado, e devido a ter ficado tanta gente em lista de espera para a sessão do passado domingo 19, organizámos uma nova sessão do filme que irá ser no dia 27 DE ABRIL, 2ª feira PELAS 21.15HORAS desta vez nos CINEMAS ALVALÁXIA.
O preço dos bilhetes informou-nos a Lusomundo que será de 4.40euros

Podem fazer as vossas reservas para este email (pimentel.calderon@gmail.com) ou para inesforero@yahoo.com, ou então para os seguintes telemóveis:
Inês Forero-918737207
Paula Pimentel Calderon- 917728789

A seguir a esta sessão já não organizaremos mais nenhuma do género ( mas com todo o gosto daremos os contactos da Lusomundo a quem quiser organizar outra semelhante), mas estamos em negociações para que após terem constatado o êxito da primeira sessão e esperemos que tambem da segunda,os responsáveis da Lusomundo se decidam a voltar a pôr o filme nas salas de cinema, desta vez dando-lhe a publicidade devida para que muitas pessoas tenham oportunidade de receber esta mensagem tão positiva.

Se conhecerem alguém em algum meio de comunicação social poderiam fazer o favor de enviar este email, para que o anuncio possa chegar a mais pessoas.


Quanto à idade, e dependendo da maturidade penso que a partir dos 12 anos não há nenhum problema em assistir ao filme.

Muito Obrigada e até segunda -- Paula Pimentel Calderón

quarta-feira, 24 de dezembro de 2008

O Natal e a mentalidade de natal



E na noite de Natal, eis que seria bonito se, a nossa sociedade, em vez de uma cultura de morte, fosse criando as raízes de uma cultura a favor da vida.

Uma cultura onde a concepção de uma criança, independentemente das condições adversas, pudesse chegar sempre a bom termo, sem juízos de censura, cálculos de matemática ou discussões violentas.

Lembrei-me do filme Children of Men, um filme de ficção no qual, pelo simples facto das mulheres de todo o mundo se terem tornado estéreis, todos passaram a venerar a concepção da vida.

Digamos que seria uma forma de promover uma cultura da vida motivada não por razões filosóficas, políticas ou religiosas mas por simples razão de sobrevivência.

O filme está longe de ser uma obra prima, mas com a diminuição galopante dos nascimentos, coloca questões muito pertinentes.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Gomorra

Realizador: Matteo Garrone. Argumento: Maurizio Braucci, Ugo Chiti, Gianni Di Gregorio, Matteo Garrone, Massimo Gaudioso, Roberto Saviano. Intérpretes: Salvatore Abruzzese, Simone Sacchettino, Salvatore Ruocco, Vincenzo Fabricino, Vincenzo Altamura, Italo Renda. 137 min. M/16. (VXD) *

Assinado por José Maria Aresté Data: 15 Dezembro 2008

Impressionante olhar sobre a sinistra realidade da Camorra italiana, a partir da novela homónima de Roberto Saviano, ele próprio ameaçado de morte por estes criminosos, a ponto de precisar de contínua protecção policial. Entre as dezenas de histórias incluídas na obra original, o realizador Matteo Garrone escolheu cinco, muito representativas dos trágicos acontecimentos que se vivem em Nápoles e nos seus arredores.
As andanças de vários personagens entrecruzam-se como tramas de um tapete. Dom Ciro é um contabilista da máfia que nunca sujou as mãos e que, na complexidade de confrontos de clãs, não sabe a qual se há-de associar para sair ileso. Totó é um adolescente, jovem "cachorro", que aspira a ser considerado pelos mais velhos apto para ser admitido na organização criminosa. Marco e Ciro são dois rapazolas desmiolados, tão indolentes e pouco motivados como tantos outros rapazes honestos da mesma idade, mas que além disso desejam "fazer a guerra por sua conta", isto é, tentar a sorte juntando-se a um gang de narcotraficantes colombianos, saltando a hierarquia da Camorra. Roberto, jovem licenciado e rapaz às ordens de Franco, faz negociatas com indústrias químicas para eliminar resíduos tóxicos de modo a sair mais barato às empresas do que se estas cumprissem as normativas de segurança. Por último aparece Pasquale, um excelente alfaiate, que na iminência de ter de entregar um pedido urgente, é capaz de encomendar o trabalho a ateliers chineses clandestinos, sem conhecimento do chefe.
É um filme que retrata sem paliativos o horror do crime organizado da Camorra. Além disso, tem muita actualidade por incluir questões como a exploração de imigrantes ilegais, o desnorteamento de tantos jovens vazios de ideias, e a destruição do ambiente pela contaminação. A abordagem, valente, é de total desmistificação dos problemas: ficam descartados todos os processos mais ou menos românticos ou condescendentes de certo tipo de cinema dos Estados Unidos, que tem por trás pessoas do nível de Francis Ford Coppola, Martin Scorsese ou Brian De Palma (este último explicitamente criticado). Aqui não há lugar para qualquer tipo de fascínio, porque o quadro que Garrone pinta é a rotina mafiosa, absolutamente imoral: negócios corruptos para encher os bolsos, utilização de pessoas para fins horríveis, degradação da sexualidade - explicitamente apresentada -, negação do valor da vida, subjugação de pessoas, incluindo crianças, condenadas a ser párias se não aceitarem determinadas regras do jogo...
Com um tempo correctíssimo, como num verdadeiro documentário, real como a própria vida - muitos actores não são profissionais, na linha da tradição neo-realista italiana - o filme faz-nos testemunhas da evolução dos diferentes personagens, num mecanismo muito bem engrenado, onde impera o medo e a hipocrisia e que ninguém parece ter interesse em desmontar, em parte pelos muitos milhões envolvidos, inclusive em negócios legais. No meio deste panorama desolador e terrível que nos é apresentado, e sem mais violência que a estritamente necessária, Garrone tem o acerto de incluir personagens que se revoltam contra a situação, sem que a sua oposição signifique minimamente o fim da Camorra, mas apenas a constatação de que há gente que faz as coisas de forma correcta, embora isso implique ganhar menos dinheiro e ficar fora de jogo.

José María Aresté

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Bolt ou a educação para os media



Tal como já tinha referido há uns tempos aqui e recentemente o prof. João César das Neves destacou aqui, existem vários desenhos animados que primam pela ausência de mensagem, pela agressividade sonora e verbal e pela alucinação da narrativa.
Esses são os desenhos animados neo-modernos que traduzem e espelham o frenesim estéril e inconsequente no mundo materialista e meio psicopata em que vivemos.

Não é o caso da recente produção da Disney Bolt que, além da mensagem construtiva e de ser um divertimento engraçado, conta uma história, sem recurso aos habituais histerismos sonoros ou visuais.

Em especial, o filme ajuda a desconstruir e desmontar a ficção do cinema e da televisão e isso é muito importante numa época em que as crianças e os jovens consomem horas a fio de televisão e jogos de computador.

Ora, esta é precisamente uma das vertentes da chamada Educação para os Media, mostrar aos jovens e crianças os bastidores da rádio, televisão e cinema para que saibam relativizar, descodificar e compreender melhor o que neles é transmitido.

P.S.1- A propósito de Educação para os Media, excelente este blog "Educar para os Media" com muita e variada informação, incluíndo referências a vários estudos mundiais sobre a relação entre os media e as crianças.

P.S.2- E já agora uma apreciação muito positiva para o novo canal infantil para crianças JimJam muito educativo, com desenhos animados "limpos" e de grande qualidade.
Se tiverem que os ver, aos menos, que seja alguma coisa de jeito....

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

A história repete-se. Um filme de há 62 anos sobre a crise económica

Em tempos de crise, desemprego, falências, escassez de dinheiro, corte de despesas, etc. eis um filme oportuno sobre a vida de um homem de família que, a dada altura, entra em bancarrota e, por isso, decide morrer.

Como diz o seu principal credor, em termos financeiros, George Bailey valia mais morto (devido ao seguro de vida) do que vivo.

E é o próprio que, a dada altura, pergunta à mulher o porquê de terem tido tantos filhos que, por sua vez, geravam tanta despesa.

A resposta está aqui

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Prince Caspian de C.S.Lewis: Proposta

....para um fim de semana prolongado e (ao que parece) chuvoso.




Um filme que nos fala de esperança, fé, humildade, valentia mas também de tentações, desesperança, cepticismo e orgulho.

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Bella for life


Novo site de promoção do filme "Bella", intitulado "Bella for Life" que pode ser consultado em http://www.bellaforlife.org/


O filme será lançado no próximo dia 26 de Outubro.


O trailer pode ser visto aqui