domingo, 6 de outubro de 2013

sábado, 5 de outubro de 2013

Fotos de fetos abortados: as imagens que o mundo quer esconder

A energia está em nós !

Por regra os spots publicitários apelam e exploram as tendências mais egocêntricas e básicas do consumidor, apostando muito no sexismo, na ânsia de poder, de supremacia, bem estar e conforto.
A recente campanha da EDP consegue mostrar, de uma forma muito positiva, que o maior desafio que todos temos pela frente, quando nos levantamos de manhã, está em nós.
Com uma pequena sequência incentiva-nos a uma maior assertividade, resiliência e pro-actividade 
A verdadeira energia está em nós.
Parece óbvio.
Mas, nem sempre é fácil de praticar.
Parabéns à empresa de publicidade que a concebeu







 

sexta-feira, 4 de outubro de 2013

Autarquias Familiarmente Responsáveis

 
 
NOTA DE IMPRENSA

37 Municípios distinguidos por boas práticas de política familiar


Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis distingue 37 municípios portugueses
São revelados os trinta e sete municípios portugueses distinguidos com o título "Autarquia + Familiarmente Responsável 2013". Nesta 5ª edição elevam-se para 25 os municípios que são distinguidos pelo terceiro ano consecutivo.
Este reconhecimento resulta de um inquérito realizado pelo Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis a nível nacional ao qual responderam 98 autarquias e onde foram analisadas as políticas de família dos municípios em dez áreas de actuação: 1. apoio à maternidade e paternidade; 2. apoio às famílias com necessidades especiais; 3. serviços básicos; 4. educação e formação; 5. habitação e urbanismo; 6. transportes; 7. saúde; 8. cultura, desporto, lazer e tempo livre; 9. cooperação, relações institucionais e participação social; 10. outras iniciativas. São ainda analisadas as boas práticas das autarquias para com os seus funcionários autárquicos em matéria de conciliação entre trabalho e Família.
A cada município vencedor irá ser entregue a bandeira verde da iniciativa «Autarquia + Familiarmente Responsável 2013» numa cerimónia a ter lugar no próximo dia 06 de Novembro, pelas 17h no Auditório da Associação Nacional dos Municípios Portugueses, em Coimbra.
“Este prémio tem como principal objectivo dar visibilidade às autarquias com boas práticas e incentivar as restantes a fazerem mais e melhor no âmbito das políticas de apoio à família.” Afirma Teresa Ribeiro Membro do Observatório. “De acordo com os testemunhos dos municípios aderentes, esta iniciativa favorece o diagnóstico interno e promove a cooperação entre as autarquias”. Acrescenta Teresa Ribeiro

Os dados recolhidos através dos inquéritos encontram-se disponíveis no site do Observatório, em www.observatorioafr.org, permitindo a todos os interessados ficar a conhecer o trabalho desenvolvido pelos municípios vencedores, bem como dos restantes participantes. AUTARQUIAS VENCEDORAS 2013

Por ordem alfabética:
·         Câmara Municipal da Lousã
·         Câmara Municipal de Abrantes
·         Câmara Municipal de Águeda*
·         Câmara Municipal de Amadora
·         Câmara Municipal de Angra do Heroísmo*
·         Câmara Municipal de Cantanhede*
·         Câmara Municipal de Cascais*
·         Câmara Municipal de Castro Marim
·         Câmara Municipal de Coimbra*
·         Câmara Municipal de Estarreja*
·         Câmara Municipal de Évora*
·         Câmara Municipal de Faro*
·         Câmara Municipal de Funchal*
·         Câmara Municipal de Gouveia
·         Câmara Municipal de Guarda*
·         Câmara Municipal de Lisboa
·         Câmara Municipal de Loures
·         Câmara Municipal de Mação
·         Câmara Municipal de Mértola*
·         Câmara Municipal de Miranda do Corvo*
·         Câmara Municipal de Montijo*
·         Câmara Municipal de Oeiras*
·         Câmara Municipal de Póvoa de Lanhoso*
·         Câmara Municipal de Praia da Vitória
·         Câmara Municipal de Santarém*
·         Câmara Municipal de Seia*
·         Câmara Municipal de Sintra*
·         Câmara Municipal de Torres Novas*
·         Câmara Municipal de Torres Vedras*
·         Câmara Municipal de Vieira do Minho
·         Câmara Municipal de Vila de Rei*
·         Câmara Municipal de Vila Nova de Famalicão
·         Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa
·         Câmara Municipal de Vila Real de Santo António*
·         Câmara Municipal de Vila Real*
·         Câmara Municipal do Fundão*
·         Câmara Municipal Vila Franca de Xira*
 
*Autarquias que são distinguidas com menção honrosa, por receberem o prémio por três ou mais anos consecutivos.
Sobre o Observatório das Autarquias Familiarmente Responsáveis
A Associação Portuguesa de Famílias Numerosas iniciou, em Janeiro de 2002, uma colaboração com as autarquias no sentido da construção de uma Política Autárquica de Família. Na sequência deste trabalho, a APFN decidiu alargar-se para um novo conceito: as AFR - Autarquias Familiarmente Responsáveis. Partindo deste novo modelo, a partir de 2007 procedeu à realização de inquéritos junto dos municípios do país com vista a um levantamento exaustivo das boas práticas existentes. Após esse trabalho, a APFN criou um Observatório de Autarquias Familiarmente Responsáveis (OAFR) e é nesse seguimento que, remetendo ao evento deste ano, se realiza a 5ª edição da iniciativa «Autarquia + Familiarmente Responsável».
GABINETE DE APOIO À IMPRENSA:

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terça-feira, 1 de outubro de 2013

Como lidar com as birras infantis ?

O primeiro conselho para saber lidar com a birra infantil é não se desesperar. Gritar e perder o controle só reforça esse tipo de atitude da criança e assim ela desconfia que você acabará cedendo, especialmente se estiverem em público.
Os pais ao serem firmes e não cedendo a cada vez que o filho fica desapontado ajudam para com que ele saiba lidar com a frustração e, mais tarde, não tenha problemas de relacionamento com outras pessoas.
Para que cresçam adultos equilibrados, as crianças precisam ser impedidas de impor sua vontade sempre para não se tornarem pessoas infelizes, irritadiças, agressivas e depressivas já que o mundo não dá a mesma resposta que receberam dos pais.
Se a criança tem pais coerentes com o que dizem e fazem, se tornam filhos disciplinados dos sete anos até pelo menos a adolescência, quando a rebeldia pode surgir dependendo de como essa criança foi acostumada a lidar com as frustrações.

Rebeca Batista da Silva é enfermeira intensivista (Coren-SP 171720), graduada em enfermagem pela Universidade de Pernambuco-UPE e pós-graduada (Especialista) em UTI neonatal e pediátrica.
Publicado no Portal da Família em 29/08/2013

Os pais e as saídas dos adolescentes


 

Por vezes o entendimento entre pais e filhos adolescentes não é fácil. O problema é antigo, embora se possa talvez colocar agora com mais frequência ou de forma mais aguda, pela rápida evolução que carateriza a sociedade atual. Em certas ocasiões, o problema surge ao abordar-se o uso do tempo livre durante os fins-de-semana e em horários noturnos

As diversões noturnas preocupam cada vez mais os pais. É o tempo preferido pelos jovens para o descanso e a diversão, constitui um negócio que oferece múltiplas possibilidades – por vezes, não isentas de riscos para a saúde – e movimenta muito dinheiro. Bastantes pais estão de acordo em que é difícil manter a paz e a disciplina em casa ao tratar deste tema; as discussões sobre o horário das saídas do fim-de-semana podem degenerar em batalha e não é fácil encontrar argumentos convincentes para manter uma hora razoável de regresso a casa; como consequência, a autoridade paterna pode debilitar-se. Diante deste panorama, alguns pais procuram aumentar o controlo sobre os filhos; mas não tardam em comprovar que esta não é a solução. Controlar não é educar.

Os filhos, ao chegar à adolescência, reclamam com veemência quotas de liberdade que por vezes não são capazes de gerir com equilíbrio. Isto não significa que se tenha de os privar da autonomia que lhes corresponde; trata-se de algo mais difícil, é preciso ensinar-lhes a administrar a sua liberdade responsavelmente, a que aprendam a dar razão do que fazem. Só então serão capazes de conseguir uma abertura de horizontes que lhes permita aspirar a objetivos mais elevados do que a mera diversão a qualquer preço. Por isso precisamente, educar os filhos em liberdade significa que os pais, em certas ocasiões, hão-de estabelecer limites aos filhos e impedir com firmeza que os ultrapassem. Os jovens aprendem a viver em sociedade e a ser verdadeiramente livres, aprendendo o sentido dessas regras, e explicando-lhes claramente que há pontos – deveres – “não negociáveis”.

É possível e não há que ficar surpreendido ao surgirem conflitos de obediência nos anos em que se forma de modo especial o caráter e a vontade e se afirma a própria personalidade.

Em todo o caso, é importante fazer-lhes perceber que os direitos que tantas vezes reivindicam – justamente, por outro lado, em muitos casos – vão precedidos e acompanhados do cumprimento dos deveres correspondentes

 

A educação dos jovens, principalmente no que se refere à diversão, requer que se lhes dedique tempo, atenção, falar com eles. No diálogo, aberto e sincero, afectuoso e inteligente, a alma descobre a verdade de si mesma. Poder-se-ia dizer que a pessoa humana se “constitui” através do diálogo; também por isso, a família é o lugar privilegiado onde o homem aprende a relacionar-se com os outros e a compreender-se a si mesmo. Nela experimenta-se o significado de amar e de ser amado e esse ambiente gera confiança. E a confiança é o clima onde se aprende a amar, a ser livre, a saber respeitar a liberdade do outro e a valorizar o caráter positivo das obrigações que se têm para com os outros. Sem confiança, a liberdade cresce raquítica.

Esse ambiente de serenidade permite que os pais possam falar com os filhos de uma forma aberta sobre o modo como empregam o tempo livre, mantendo sempre um tom de interesse verdadeiro, evitando o confronto, ou a criação de situações incómodas frente ao resto da família. Evitarão assim abandonar-se à retórica do “sermão” – que é pouco eficaz – ou a uma espécie de interrogatório – habitualmente desagradável – ao mesmo tempo que semeiam «os critérios de juízo, os valores determinantes, os pontos de interesse, as linhas de pensamento, as fontes inspiradoras e os modelos de vida»[2], que permitem fundar uma vida plena. Não faltarão ocasiões que permitam reforçar as boas condutas; e pouco a pouco conhecerão em que ambientes se move cada um dos filhos e como são os seus amigos.

Quando se cultivou a confiança com os filhos desde a infância, o diálogo com eles é natural. O ambiente familiar convida a entabulá-lo, mesmo quando não haja acordo sobre algumas questões, e é normal que o pai ou a mãe se preocupe com as coisas do filho ou da filha. É oportuno recordar as palavras de São Josemaria: dedicar tempo à família é o melhor negócio. Tempo quantitativo, feito de presença, aproveitando – por exemplo – as refeições; e tempo qualitativo, interior, feito de momentos de intimidade, que ajudam a criar harmonia entre os componentes da casa. Dedicar tempo aos filhos desde pequenos facilita, na adolescência, manter conversas de certa profundidade.

 

Sem dúvida, é preferível antecipar dois anos as soluções do que querer resolver os problemas um dia depois: se se educaram as virtudes dos filhos desde pequenos, se estes experimentaram a proximidade dos pais, é mais simples ajudá-los quando se apresentam os desafios da adolescência. No entanto, não faltam pais que pensam que “não chegaram a tempo”. Independentemente das causas, não conseguem propor um diálogo construtivo ou que os filhos aceitem certas normas. E se acontecesse isto e se caíssem no desânimo? É o momento de recordar que o trabalho de ser pais não tem data limite de caducidade, e convencer-se de que nenhuma palavra, gesto de carinho ou esforço, orientado para esse fim – a educação dos filhos – cairá em saco roto. Todos – pais e filhos – queremos e necessitamos de segundas, terceiras e mais oportunidades. Poder-se-ia dizer que a paciência é um direito e um dever de cada membro da família: que os outros tenham paciência com os defeitos de cada um; que cada um tenha paciência com os dos outros.

Para introduzir na família uma cultura inspirada na fé não basta, no entanto, o diálogo. É também importante dedicar tempo à vida de família, planificando atividades que se possam fazer em conjunto durante os fins de semana e nas férias.

Às vezes pode tratar-se, por exemplo, de praticar algum desporto com os filhos; outras, de organizar excursões e festas com outras famílias, ou de envolver-se em atividades – culturais, desportivas, artísticas, de voluntariado – organizadas por centros de formação, como são os clubes juvenis. Não se trata de lhes entregar tudo resolvido, mas de fomentar a iniciativa dos filhos, tendo em conta as suas preferências.

 

Passear num centro comercial, comprar alguma roupa da moda, jantar num restaurante de comida rápida e ir ao cinema é um itinerário de atividades muito habitual entre os jovens de hoje. A oferta de ócio é dominada atualmente pela lógica do consumo. Se esse modo de se divertir se torna habitual, é fácil que fomente hábitos individualistas, passivos, pouco participativos e nada solidários. As indústrias da diversão e do descanso correm o perigo de limitar a liberdade individual e desumanizar as pessoas, mediante «manifestações degradantes e a vulgar manipulação da sexualidade hoje tão preponderante». Na realidade, este fenómeno é totalmente contrário à essência do lazer, que é precisamente um tempo libertador e enriquecedor para a pessoa.

É muito aconselhável não dar aos filhos muitos meios económicos, ensinando-lhes o valor do dinheiro e a ganhá-lo por si próprios.

Hoje em dia, é relativamente fácil que os jovens trabalhem, pelo menos em parte das férias. Convém animá-los a que o façam, mas não só para ganhar dinheiro para as suas diversões, mas também para poderem contribuir para as necessidades da família ou para ajudar o próximo

 

J. Nubiola, J.M. Martín

sábado, 28 de setembro de 2013

Os novos "velhos" adolescentes

 
 
Once upon a time, it was normal for young people to achieve adult things like settling down, getting married, and having kids from the age of 18.These days? Turns out we’re in need of a little more time.
As pointed out by a recent BBC News article, new guidance for psychologists will have them treating people as adolescents up until the age of 25, rather than 18. This is as a result of scientific research which shows that brain development continues into our twenties, instead of dwindling out a couple years shy of 20.
According to the article, researchers use this information to explain why young people these days are living longer in their parents’ homes and living a kind of “passive dependence” when they could be asserting their independence. They think that these generational characteristics reflect neuroscience, rather than cultural shifts.
This is where I, and Professor Furedi (the sociologist interviewed in the article), beg to differ. He feels that since we are more overprotective of our kids, their adolescence is extending into their twenties, making them more immature and less self-assured about making a life for themselves.
Agreed! Many kids these days are given everything on a silver platter – from education to the latest gadgets, clothes and so on – without being taught the character values that could balance that privilege out. They may be able to navigate the latest software, but do they even make their own beds in the mornings? Those are the types of things that are going to get you through life!
So what’s to be done? A bit more of demanding of kids (nothing massive, just the basics) and lots less mollycoddling! As mentioned in the article: “The solution … is not sending them out of the home, it's making them do their own washing, pay their own way, pay towards the rent, pay towards the bills, to take responsibility for cleaning up their bedroom and not waiting on them hand and foot…”
 
- See more at: http://www.mercatornet.com/family_edge/view/12841#sthash.0hKtHISU.dpuf

Subscrevam a petição "Um de Nós"

   http://pt.scribd.com/doc/171668730/cartaz-embriao"  style="text-decoration: underline;" >cartaz embrião

by http://www.scribd.com/mrc71"  style="text-decoration: underline;" >mrc71

O aborto e as pessoas portadoras de sindrome de down



One mother described being asked by a psychiatrist how she got on with her son with Down syndrome; when she replied, "Terrific," he said that there was no need to be defensive. Marca Bristo, who chairs the National Council on Disability, said, "Singer's core vision amounts to a defense a genocide."
By 2000, the resistance to prenatal screening from the disability rights camp had crystallized. Disability scholars Adrienne Asch and Erik Parens, in their seminal discussion of the problem, wrote, "Pre-diagnosis reinforces the medical model that disability itself, not societal discrimination against people with disabilities, is the problem to be solved."

Prenatal genetic testing followed by selective abortion is really problematic and it is driven by misinformation." A few years later,” Asch wrote, "Researchers, professionals, and policymakers who uncritically endorse testing followed by abortion act from misinformation about disability, and express views that worsen the situation for people who live with disabilities now and in the future."

Leon Kass, chairman of the President's Council on Bioethics under George W. Bush, has argued that we "treat" prenatally diagnosed illnesses by "killing rather than tending to those who would develop them." Preventing births of any subclass of people devalues them. A society where fetuses with Down syndrome are routinely aborted clearly believes that DS is a grave misfortune. This does not mean that anyone hates or wants to slaughter people with DS; indeed, many people who would choose to terminate a DS pregnancy would also go out of way to be kind to a living person with the syndrome.

But I know from personal experience how kind sympathy can be a noxious prejudice; I do not care to spend time with people who pity me for being gay, even if their sympathy reflects a generous heart and is offered with egregious politesse.

Asch claims that women abort disabled fetuses because of the woeful lives that would come of their pregnancies; that such woe is the product of chauvinism; that such chauvinism could be resolved. Janice McLaughlin, at the University of Newcastle, wrote, "Mourning the choice the woman is compelled to make is not the same as saying she is wrong or an active participant in discrimination. Instead it points to the ways in which she, too, is a victim."

But the acts of women do not merely reflect the society; they create it.
The more pregnancies are terminated, the greater the chance that more will be terminated. Accommodations are contingent on population; or ubiquity of disability keeps the disability rights conversation alive at all. A dwindling population means dwindling accommodation.

Of the 5,500 children born with DS in the United States each year, about 625 are born to women who had a prenatal diagnosis, " One doctor assured Tierney Temple Fairchild, who had a prenatal diagnosis, not to terminate. “Almost everything you want to happen will happen. It's just going to happen at a different schedule."

This is untrue.
A great deal does not happen on any schedule for people with DS. The remark was nonetheless helpful to the family in deciding keep their child, and they didn't have amnio in subsequent pregnancies. "I had a choice and I chose life," Fairchild wrote. "Does that make me pro-choice or pro-life? Our political parties tell us we can't have it both ways. I chose life, but I am thankful I had the choice."

Like deafness and dwarfism, Down syndrome may be an identity or a catastrophe or both; it may be something to cherish or something to eradicate; it may be rich and rewarding both for those whom it affects directly and for those who care for them; it may be a barren and exhausting enterprise; it may be a blend of all these. “I’ve never seen a family who chose to have the baby and then were really sorry Gregoli said.

There is a strong movement to connect expectant mothers with a prenatal Down’s diagnosis with families bringing up with DS. Many parents have written memoirs expressing the rewards of raising such children, contending that there is less to complain of in Down syndrome than in the attitudes of the world. Of course, people who dislike having children with DS don’t tend to write memoirs; neither  do those of low socioeconomic status, for whom the obstacles to good treatment may be daunting.

My own observation is that some parents manufacture an affirmative construction of their child’s disability to disguise their despair, while others have a deep and genuine experience of joy in caring for disabled children, and that sometimes the first stance can generate the second. I met disability activists who insisted that everyone’s joy was authentic, and I met psychologists who thought no one’s experience was. The truth is that while some people fall at either end of this spectrum, most are scattered across its wide span."
Andrew Solomon, Far From the Tree

 You cannot force women to bear Down Syndrome children but you can give a better picture of what having a DS baby may mean as well as what the evils of abortion may mean to your life.
Far too little of either story gets out so that meaningful decisions can be made. 
 

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Textos de Setembro da Plataforma Algarve pela Vida na Rádio Costa D'Oiro




Dia 03  de Setembro de 2013- Terça Feira

 

Muitos são os que exploram o que há nas montanhas, nos mares e nos desertos... mas são poucos os que chegam a descobrir a divindade que há à volta do seu coração.
Cada vida é um dom.

Há que aceitar esta verdade que se escuta até nas coisas mais simples.

Cada homem tem algo de extraordinário, assim como cada coisa tem o seu lugar.
Há corações cegos, mesmo quando os olhos vêem.

Neste lugar sagrado de nós mesmos, onde os instantes não se medem, reside uma ideia simples: Cada homem é do tamanho da fé de que for capaz.

Das desesperanças que, no seu dia a dia, consegue vencer.

 

 

Dia 04 de Setembro de 2013- Quarta Feira

 

Não viver bem.

Eis a raiz de um dos maiores medos perante a morte.

Teme-se não tanto o depois, mas o que pode não acontecer antes. A verdade é dura. A vida não vivida dói-lhes.
Ter a própria morte por perto obriga-nos a viver melhor a nossa vida, com a absoluta urgência de apenas valorizar o importante.

Só quem julga que vai viver aqui para sempre (como se a vida eterna fosse esta) se dá ao luxo imbecil de desperdiçar uma hora das suas; os demais, aqueles que estão conscientes do tempo limitado, podem, face a face com a sua morte, abraçar o melhor desta vida, e, quando lhes chegar o fim, não o temerão da mesma forma... por que terão dado a si mesmos uma vida boa, bela e verdadeira... que não acaba com a morte.

 

 

Dia 05 de Setembro de 2013- Quinta Feira

Uma vida bem vivida, é eterna, apesar da morte.
Aceitar o dom da vida implica honrar com a felicidade esse que é o supremo talento.
Muitas tristezas nascem das pressas. Mas não haverá pior desgraça do que a de quem, no amor, não se entrega todo... de quem não está disposto a dar a sua vida por aquilo em que acredita...
Uma vida sem nada pelo qual valha a pena morrer, também não é digna de ser vivida.
Pode a beleza tornar-se mais bela?

Sim, pelo amor. O dom de quem dá, o mesmo de quem recebe.
No amor, o mais sábio e ousado não é o que bem defende e ataca mas o que se rende e entrega...

 

 

Dia 06 de Setembro de 2013- Sexta Feira

 

A série televisiva, de grande qualidade,  “Hitler- The rise of evil” começa com uma citação de Edmund Burke, um politólogo do Séc.XVIII, que diz o seguinte “A única condição necessária para que o mal floresça é que os homens bons nada façam para o evitar”.

De facto, o mal cresce como as ervas daninhas; não necessita ser cultivado pois cresce de forma natural e espontânea a partir do nosso próprio interior e no seio dos grupos e das comunidades humanas. Já o bem tem de contrariar e de ir contra-corrente e exige treino, preparação e esforço.

Depois dos horrores da II Grande Guerra Mundial, pensava-se que certos crimes hediondos já não mais se repetiriam na história humana.

Porém, se olharmos para o que se passa, neste momento, na Síria ou no Egipto vemos  horrores que acontecem não em livros de história, mas neste preciso momento e o que vemos é a indiferença da sociedade dita moderna e a total incapacidade e impotência da ONU.

E o pior dos males nem é a vontade malévola dos extremistas, mas sim a indiferença e total alheamento daqueles que era suposto serem  bons.

 

 

Dia 09 de Setembro de 2013- Segunda Feira

 

A maturidade humana manifesta-se em 3 níveis diferentes, o da maturidade no entendimento, o da maturidade na vontade e o da maturidade nos afectos.

- A maturidade no entendimento é a capacidade para julgar as coisas desde uma perspectiva superior e estável, sem se deixar arrastar pelas opiniões da moda.

- A maturidade na vontade implica a capacidade de tomar decisões ponderadas e mantê-las com perserverança, enfrentando todas as consequências daí decorrentes.

- A maturidade nos afectos consiste na estabilidade de ânimo que subordina os sentimentos e a força dos instintos ao papel preponderante da inteligência.

É no dia a dia, em cada momento que a nossa maturidade ou imaturidade se demonstra.

A nossa responsabilidade neste campo será ainda maior se formos pais ou exercemos cargos de direcção, porque da nossa maturidade nas pequenas coisas dependem muitas coisas grandes.

 

 

Dia 10 de Setembro de 2013- Terça Feira

 

A embriologia- ciência que estuda os embriões, diz-nos que a vida inicia-se no momento da concepção.

Na fecundação acontece a fusão das duas membranas celulares e a sua fusão nuclear.

A nova célula, o zigoto, tem um patrimônio genético completo e próprio, diferente do pai e da mãe, chamado genoma e que constitui a sua carteira de identidade genética.

O zigoto inicia logo o seu próprio desenvolvimento.

Este desenvolvimento, a menos que intervenha uma ação destruídora, tal como o aborto ou a pílula do dia seguinte, conduz o zigoto até ao nascimento, à adolescência, à idade adulta e à velhice.

O código genético esse mantém-se o mesmo desde a concepção até à morte.

 

Dia 11 de Setembro de 2013- Quarta Feira

 

É uma realidade que há muito vem sendo contestada pela  ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE FAMÍLIAS NUMEROSAS- APFN.

Há famílias, com 3 ou mais filhos que estão a pagar cada gota de água ao dobro do preço habitualmente praticado só porque os tarifários em vigor taxam o consumo por habitação e não por pessoa, escalonando os preços consoante o volume de água consumida.

Aceitando o princípio que visa penalizar consumos excessivos que podem implicar desperdício de água, a APFN defende a criação de tarifários familiares que dividam o consumo total pelo número de membros da família.

Deverá ser este o princípio a considerar para efeito dos escalões com a correspondente variação no preço.

Trata-se da única forma de assegurar a existência de equidade e justiça nos tarifários, fazendo com que todos paguem o mesmo valor por gota de água consumida.

 

 

 

Dia 12 de Setembro de 2013- Quinta Feira

 

O livro Money Runs Out do economista Stephen King, recentemente divulgado pelo Daily Telegraph, defende a tese que a Europa tornou-se um caso de falência por causa do seu colapso demográfico.

Diz este autor, que muitos estavam convencidos erradamente que o problema fundamental sempre foi o do excesso de população, e pro isso, pararam de fazer filhos mas, por outro lado, continuaram a a endividar-se.

O cálculo económico, segundo o autor, é simples:
se gerarmos despesas e nos endividarmos, sem que novas pessoas nasçam para  pagar a conta, para os que ficam resta um  um fardo insuportável.
Pelo contrário, noutras zonas do mundo onde esta cultura não penetrou, como é o caso do Brasil ou da India, e se fazem mais filhos, assistimos a um contínuo processo de crescimento económico.

 

 

Dia 13 de Setembro de 2013- Sexta Feira

 

Diz-nos o filósogo grego Aristóteles que, com o passar do tempo uns homens tornam-se justos e os outros injustos, uns trabalhadores e outros preguiçosos, uns seguem o caminho da responsabilidade e outros o da irresponsabilidade, etc.etc.

Toda a repetição de actos bons pressupõe uma certa força de vontade. No entanto, hoje em dia, a educação da vontade é vista com uma certa desconfiança. Insistir na necessidade de fortalecer a vontade parece um ataque à liberdade.

Quem fuma quando sabe que não o deveria fazer, quem não respeita uma dieta que entende que é para o seu bem. Essas pessoas contradizem-se livremente. Não é que lhes falte liberdade. Faltam-lhes forças!

Esse querer e não querer ao mesmo tempo não tem outro remédio que o esforço por vencer-se em cada caso. Essa debilidade constitutiva do ser humano torna necessário o treino da própria vontade. E esse treino inclui necessariamente o esforço, a capacidade de sacrifício e a sabedoria de, de vez em quando, saber dizer que não a si mesmo.

 

 

Dia 16 de Setembro de 2013- Segunda Feira

 

(...) o trabalho de criar um filho é uma tarefa nobre e importante.

Infelizmente, é um trabalho que muitos homens desleixam, abrindo caminho ao que agora se vê como uma crise de grandes proporções sobretudo nos países mais desenvolvidos: a crise da paternidade.

Por isso, gostaria de apontar 5 coisas que todo filho precisa ouvir do pai;

1ª. Gosto de ti e mostrar isso com simples e pequenos gestos, como um beijo de boa noite.

2º. Estou orgulhoso de ti, do que conseguiste fazer bem e quero que continues a fazer

3º Tu não és um indolente, és um soldado e isso significa ser nobre, corajoso e disponível, se necessário, para o sacrifício.

4º O trabalho duro é um dom, não é uma maldição.

5. Tens talento, mas não és Deus 


 
 
Dia 17 de  Setembro 2013- Terça Feira
 
  Um livro muito interessante sobre educação intitula-se “Pais Ocupados, Filhos Distantes”. Não é mais do que uma dissertação sobre o relacionamento entre pais e filhos numa perspetiva muito atual, onde se faz uma chamada de atenção para o perigo da substituição do vinculo pai-filho pelo vinculo com os colegas.
 De facto hoje os nossos filhos correm o risco de ser educados pelos próprios colegas, mais do que pelos pais, não só pelo tempo que passam mais com os colegas como o tempo cada vez maior que os pais passam fora de casa.
  
 
Dia 18 de Setembro de 2013- Quarta Feira
 
 “Protege o teu coração” é um projeto de educação sexual completo para adolescentes.
Em vez de ver o sexo apenas como fonte de doenças e apelar ao “sexo seguro”, este programa desenvolvido por um casal mexicano e estendido já por mais de 15 países, ensina a ver a sexualidade como algo de positivo e não como um problema.
  A educação sexual atual apenas olha para a vertente biológica, e deixa de lado outras vertentes que formam a pessoa num todo: o social, o intelectual e o afetivo.
 É importante dar razões para proteger o coração e ter em conta estas quatro vertentes da personalidade humana. Mais do que experimentar tudo, temos de fazer valer a razão e a afetividade e saber aguardar pela altura certa, com a pessoa certa.
 
  
Dia 19 de Setembro de 2013- Quinta Feira
 
 A clinica americana de aborto em frente à qual se começou a campanha de oração e jejum “40 dias pela vida” fechou portas!
 Esta campanha começou nos Estados Unidos e já se estendeu a outros países
 A diretora da clínica abortista americana, Abby Jonhson, numa entrevista que deu declarou que não mais morreriam crianças naquela clínica.
 O fecho desta clínica foi também comentado no Twitter pela própria diretora que primeiro se converteu em provida e depois em católica.
 O motivo desta mudança foi ter ela própria assistido a um aborto de um feto com 13 semanas. Ficou tão impressionada que fechou a clínica!
 
 
Dia 20 de Setembro de 2013- Sexta Feira
 
  No próxima dia 5 de Outubro decorre mais uma Caminhada Pela Vida, em Lisboa, na véspera do Dia Nacional de Recolha de assinaturas nas paróquias portuguesas da Petição Um de Nós.
 Não falte! É às 15h desde o Marquês de Pombal até ao Rossio. Participe e convide a participar
 Vamos todos defender a Vida!
 
 
 
 
Dia   23 de Setembro de 2013- Segunda Feira
 
 No âmbito da defesa pela vida, vai decorrer a 2ª campanha 40 dias pela vida, em simultâneo com a campanha internacional 40 days for life, à porta da Clínica dos Arcos, em Lisboa, de 25 de Setembro a 3 de Novembro.
 É já depois de amanhã. Participa. Inscreve-te. Reza em frente à Clinica dos Arcos para que se acabe com o aborto. O aborto destroí não só a vida do bébé mas também a da mãe.
 Do ano passado há tantas histórias com finais felizes e tantos bebés salvos. Vamos salvar vidas!
  
 
Dia  24 de Setembro de 2013- Terça Feira
 
 Em Gaia, uma escola publicou no seu regulamento que proibia decotes excessivos e saias curtas.
 Segundo o regulamento, “o aluno deve apresentar-se “com vestuário que se revele adequado, em função da idade, à dignidade do espaço e à especificidade das atividades escolares, no respeito pelas regras estabelecidas na escola”.
 Uma excelente notícia de uma escola que devia servir de exemplo para outras.
Uma excelente notícia em tempos em que realmente, no vestuário parece não haver limites, bom gosto sequer e muito menos elegância.
 Elegância e moda nada têm a haver com decotes ou saias curtas. Significa bem mais distinção, classe, estilo, bom senso e bom gosto.
 
 
 
Dia 25  de Setembro de 2013- Quarta Feira
 
   Fantástico! A petição Um de nós já recolheu mais de um milhão de assinaturas em toda a Europa!
 É manifesta a vontade dos europeus em defender a vida desde o seu início, desde a conceção. A vida é um dom e não um brinquedo. Foi-nos dada de graça, não temos o direito de a malgastar ou de fazer experiências com ela. Não somos senhores da vida, devemos sim ser agradecidos e defendê-la como um dom que é.
 
 
 
Dia 26 de Setembro de 2013- Quinta Feira
 
 Se ainda não viu “A Gaiola Dourada” não perca!. Já que se aproxima mais um fim de semana, que tal deixar os filhos com os avós e ir ao cinema com a sua cara metade. Para além do casal precisar de tempo a dois, o filme é mesmo a não perder.
 Um filme cheio de humor, com uma banda sonora espetacular e com uma visão da família otimista e real. Rie, divirta-se e passe um bom momento sem o stress habitual da semana de trabalho
 
   
Dia  27 de Agosto de 2013- Sexta Feira
 
Wi-Fi, facebook e redes sociais versus presença real, conversa real tu a tu e amizades reais. Cada vez mais parece que nos preocupamos em registar todos os momentos e partilhá-los e nos esquecemos de os viver de facto, de os partilhar com quem está realmente a nosso lado em carne e osso.
 Os melhores amigos são os da vida real, com quem conversamos, rimos, choramos e não amigos virtuais, ou simples caras de um facebook.
 Experimente um fim de semana sem wi-fi, sem internet mas bem pendente de quem está a seu lado, interessado realmente na conversa de quem quer partilhar algo ou simplesmente viver um bom momento
 
 
Dia 30 de Setembro de 2013- Segunda Feira
 
   Mais uma semana de trabalho que começa. Acompanhe os seus filhos na escola, nos estudos. Não deixe de fazer com eles os trabalhos de casa e de mostrar interesse pela matéira dada na escola, o dia vivido e as experiências vivenciadas. Não delegue simplesmente  os seus filhos a explicadores e ateliers de tempos livres. Estes podem ser muito uteis sem dúvida mas não substituem os pais.
 Lembre-se que para o sucesso escolar e familiar há que prestar atenção, estar por perto fisicamente de cada membro da família. Tenha também uma boa relação com os professores do seu filho. Outro caminho andado para o sucesso escolar.
 Boa semana e não deixe de arranjar tempo onde por vezes de facto não há tempo para conseguir estar mais em casa e mais perto do que realmente importa.