“A Plataforma Algarve pela Vida” com o apoio da Rádio Costa D'Oiro de Portimão (106.5 FM), inicia, a partir da presente semana, nesta rádio, uma rubrica diária de reflexão e informação com a duração aproximada de 2 minutos.
Esta rubrica abordará vários temas, com destaque para a família, o casamento, a defesa e o apoio à vida, em todas as suas fases desde a concepção até à morte natural, a solidariedade social, o voluntariado e a educação dos filhos Além disso, em cada semana, falar-se-á de uma instituição que se dedique a uma desta áreas. Para isso, contará com o apoio, entre outros, de professores, médicos e advogados e da muita documentação e informação que se encontra já arquivada no seu site http://algarvepelavida.blogspot.com/.
A rubrica, irá para o ar de 2º a 6º feira, logo após os horários das 8.30, 14 horas e 21.30. A Rádio Costa D'Oiro tem sede em Portimão e pode ser captada na frequência 106.5 FM, em todo o Barlavento algarvio e ainda no Baixo Alentejo Litoral ou ainda on line, via internet, através do seu site
O Labour inglês passou uma década a defender que a prioridade na família eram as crianças. Ontem assumiu que deviam ser os pais
"Não são sermões às pessoas sobre a vida íntima. É um enorme problema social. Eu sou um homem moderno, governo um país moderno e isto é uma crise moderna." Todas as políticas deste Governo, continuava Tony Blair numa mensagem aos trabalhistas em 1997, "serão dissecadas para avaliar de que forma afectam a vida familiar". Não foram. Durante os dez anos que se seguiram, o Labour - a grande fonte liberal onde o PS bebeu - concentrou- -se nas crianças. Passou cheques-bebé de centenas de euros, puxou pela natalidade como a solução para a solvência do Estado, aumentou as licenças parentais para garantir que os filhos cresciam saudáveis. Soa a familiar? Os dois últimos governos socialistas fizeram parecido, nas políticas e no alvo. Com bons resultados - e legislação onde antes não existia -, mas com o mesmo foco nas crianças.
Agora, o Labour admite que esse foco estava errado. Disse-o ontem, ao anunciar um novo livro verde para as famílias. "Chegámos à conclusão de que falávamos quase sempre das crianças e nos esquecíamos dos pais. As relações entre adultos também são importantes", confessa o responsável trabalhista para a área (Zoom nas páginas 16 a 19).
Para o Labour, o caminho para as próximas eleições passe por políticas que travem a desagregação familiar. Como? A partir de 2011, as crianças com mais de sete anos de idade vão aprender a importância "do casamento e de relações estáveis para a vida familiar". O Estado também vai subsidiar os conselheiros matrimoniais. E haverá medidas para evitar a desagregação dos casais nas semanas a seguir ao nascimento. Tudo medidas 'by Brown', ainda que Brown seja um líder desesperado - e muitas desta ideias não passem, para já, de tiros no escuro. Mas o problema de Gordon é também o enigma de Sócrates. Hoje, Portugal gasta 1,2% do seu PIB em políticas de apoio à família - 2,2 mil milhões de euros. É pouco, face à média europeia, e esse pouco está ainda centrado no apoio à natalidade como eixo principal. Faz sentido: mais creches, mais dinheiro por filho e mais benefícios fiscais são incentivos necessários num país com uma curva de natalidade descendente. Mas parece insuficiente falar apenas dos filhos quando a estabilidade dos pais também é parte importante do problema.
Cabe ao Estado regular a vida íntima? Não. Cabe-lhe incentivar, sem excessos dogmáticos, novas políticas de apoio que respondam ao desafio crescente que é ter só um pai ou dois separados. Parece paternalismo? Não é. Não são sermões sobre a vida íntima. O exemplo inglês é útil porque não discute o que é casamento. Não mistura religião. Não debate a sexualidade conjugal. Não discrimina as uniões de facto. Hoje, o conceito de família é mais fluido, menos preso à ideia de que só duas pessoas em conjunto, de sexos diferentes, conseguem dar estabilidade. E para novos desafios, novas políticas. O novo Labour foi à direita buscar um tema que andava fugido das prioridades políticas. Seria bom se, por cá, fizéssemos mesmo.
Lisboa, (Lusa) - Mais de 90 mil assinaturas a favor de um referendo sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo vão terça-feira ser entregues na Assembleia da República por um movimento que espera agora que o processo legislativo seja suspenso.
De acordo com Cláudio Anaia, líder dos Socialistas Católicos e mandatário nacional da Plataforma Cidadania e Casamento , o primeiro-ministro, "como democrata que é, depois de todas estas assinaturas em tão pouco tempo, vai ter a humildade de ouvir o povo e marcar o referendo".
As 90.785 assinaturas foram recolhidas no Continente e Ilhas, num "tempo recorde" de três semanas, "contrapondo à persistência do Governo de propor com máxima urgência este tema na Assembleia da República", segundo Cláudio Anaia.
Como previsto, a lei de legalização do casamento entre pessoas do mesmo sexo segue o seu caminho. Nenhuma consideração de bom senso ou legitimidade democrática a parece deter. Em breve, dizem, Portugal terá a honra de figurar na reduzida lista dos países livres, modernos e progressivos.
Alguns aspectos do processo são bastante curiosos. Um dos mais hilariantes é o facto de o Governo não se dar conta do ridículo da situação. Empossado para resolver os problemas do País não mostra a menor capacidade de o fazer. O desemprego explode, a justiça embrulha-se, a educação discute, a saúde engorda, a economia afunda-se em dívidas sem que as autoridades manifestem sequer compreender o que há a fazer. Não convencem ninguém e só conservam o poder porque ainda se confia menos nas alternativas. Neste panorama desolador mantêm uma pose infantil de dignidade graças a iniciativas abstrusas como esta. Algumas são caras, negativas, prejudiciais. A mais tola é o casamento dos homossexuais. O mesmo Executivo que foi homicida na liberalização do aborto e irresponsável na facilitação do divórcio é agora apenas patético insistindo na lei perante a desgraça dos desempregados, descalabro financeiro, apatia geral.
Se a tolice dos políticos não admira, o elemento surpreendente é essa indiferença da população. Qualquer que seja a posição que se tome neste assunto, é consensual que se trata de uma mudança fundamental, decisiva. Mesmo se esta geração já viu os citados ataques muito piores contra a família é estranho o desinteresse global.
Aqui actuam décadas de doutrinação serena e insistente. Não se consegue anestesiar um povo para tolices destas sem um esforço longo e atento. Mas com trabalho intenso e paciente é possível levar multidões até a aceitar as maiores selvajarias, como mostraram jacobinos, nazis, estalinistas e tantos outros. Uma lei tonta nem custa nada.
Para mais, hoje o mal tem uma máquina de propaganda que nunca teve. Todos nós, todas as noites, sentados no sofá, assistimos a atrocidades incríveis, chacinas psicopatas, planos maquiavélicos. Chamamos a isso divertimento. É verdade que em geral o bem ainda ganha no fim dos filmes e séries. Mas começam a multiplicar-se os casos em que justiça não tem a última palavra. Chama-se a isso realismo. Claro que depois dessas doses maciças de violência, sexo e adrenalina nos sentimos normais. Mas vamos cedendo e perdendo a capacidade de nos indignar, distinguir diferenças, analisar problemas. O jornalismo vive de clichés, boatos, intrigas, julgamentos apressados. Tudo nos embota a sensibilidade, amortece o raciocínio, tolda o juízo.
É verdade que a mesma máquina de controlo mental também nos instila indignação, discernimento e análise, mas em coisas secundárias. Hoje se um homem abandonar a família para fugir com a mulher de outro é mera expressão de sensibilidade, manifestação legítima do direito ao amor. Mas se forem a fumar serão severamente censurados.
Assim, perante a mudança do conceito de casamento, alteração muito mais radical que a revisão constitucional, a maior parte das pessoas nada mais diz senão que cada um faz da sua vida o que quer e todos merecem respeito. Duas afirmações verdadeiras e irrelevantes ao tema. Se o Governo pretendesse mudar a definição de pensionista, sindicato, eleitor ou contribuinte a discussão seria enorme, sem ninguém invocar a liberdade e respeito. Mudar o casamento faz-se numa simples manhã, entre dois decretos polémicos.
O futuro terá dificuldade em compreender esta apatia. Nós que nos dizemos tão sensíveis aos direitos humanos, tão sofisticados na estrutura legislativa, tão delicados no detalhe regulador, mostramos a maior boçalidade em assuntos cruciais.
Todos estes graves disparates sociais acabarão por desaparecer. Há 50 anos os intelectuais queriam eliminar os mercados, há 100 anos destruir a religião, há 200 enforcar a nobreza. Hoje, tudo isso não passa de horrores antigos que temos dificuldade em entender. O futuro terá dificuldade em entender os nossos.
O Instituto de Meteorologia informa que no dia 17-12-2009 pelas 01:37 (hora local) foi registado nas estações da Rede Sísmica do Continente, um sismo de magnitude 6.0 (Richter) e cujo epicentro se localizou a cerca de 100 km a Oeste-Sudoeste do Cabo S.Vicente.
Este sismo, de acordo com a informação disponível até ao momento, não causou danos pessoais ou materiais e foi sentido em todo o território do Continente, verificando-se que a intensidade máxima foi de V (escala de Mercalli modificada) na região de Lagos e Portimão.
Até ao momento foram registadas cinco réplicas de menor magnitude.
Se a situação o justificar serão emitidos novos comunicados.
A terra tremeu, em Portugal, no mesmo dia em que foi aprovado em Conselho de Ministros o “casamento entre pessoas do mesmo sexo”. Foi o abalo de maior magnitude, 6.0 na escala de Richter, verificado em Portugal nos últimos 40 anos (desde o sismo de 1969), felizmente sem vítimas a lamentar nem danos materiais.
O abalo agora verificado veio despertar a memória de um outro, registado há quase 3 anos, sentido por algumas pessoas, e assinalado pelo Instituto de Meteorologia com a magnitude de 5.9, verificado na manhã do dia 12 de Fevereiro de 2007, precisamente o dia seguinte ao do referendo que liberalizou o aborto em Portugal.
O ritmo dos sismos de maior magnitude em Portugal quase que parece acompanhar os cismas e cisões que têm vindo a ser provocados na sociedade portuguesa pelas sucessivas iniciativas políticas e legislativas no domínio da moral e dos costumes. Quase que se poderia dizer que alguém nos está a tentar enviar alguma mensagem, de forma subliminar, de forma telúrica. Quase que se poderia dizer que a mãe natureza nos está a querer avisar de algo, bem fundo, bem profundo. Mas quase que se poderia dizer também… que talvez seja apenas uma perturbadora coincidência.
Estamos em 2010. Já sancionámos há 3 anos a “interrupção voluntária da gravidez”, depois flexibilizámos, banalizámos e desburocratizámos o divórcio, estamos agora a consagrar legalmente o “casamento entre pessoas do mesmo sexo” e num futuro próximo iremos certamente aprovar a “morte digna e assistida”. Por outras palavras, num curto espaço de tempo, de forma inócua e asséptica, aprovámos o infanticídio (intra-uterino), enxovalhámos e desvalorizámos a família, e iremos dentro em pouco autorizar a eliminação de idosos, doentes terminais ou deficientes profundos via eutanásia. O ciclo completo da vida está por nós a ser transformado num imenso pântano de morte. Isto sucede em Portugal como sucedeu já antes na maior parte dos “países civilizados”. Ou como, muito antes disso, havia ocorrido, historicamente, na Roma Antiga, ou em Cartago, civilizações que tão facilmente aceitavam o infanticídio, o sacrifício humano e a escravatura.
No que se refere ao dito casamento homossexual, causa alguma perplexidade ver o afã de políticos e legisladores em fazer aprovar essa matéria. Seguramente que ela diz respeito apenas a uma ínfima minoria de cidadãos eleitores. Seguramente que para a esmagadora maioria dos portugueses não é matéria prioritária, estará, na melhor das hipóteses em 20º ou 30º lugar no ranking de preocupações do dia a dia. Mas para a classe política dominante esta parece ser matéria muitíssimo relevante e urgente. Causa ainda mais perplexidade o facto de, sendo bem provável que a maioria de portugueses seja contra o comportamento homossexual, ainda assim os políticos, a despeito do seu bom olfacto para fenómenos sociais e para o sentimento da opinião pública, insistam tanto nesta matéria.
Bem sabemos que é útil, neste tempos vazios de ideias, perante a dúvida de muitos cidadãos mal informados, dar uma imagem de modernidade e alinhamento com a Europa dita avançada, onde esses tabus há muito foram quebrados.
Sabemos também que o alinhamento do partido do governo com as posições dos seus congéneres europeus cria pelo menos uma ilusão de coesão entre forças políticas da mesma família, e ajuda a criar uma imagem mais vanguardista do PS português que pode ser vista com simpatia pelo PSOE espanhol e outros partidos da mesma área política, a nível europeu.
Para além dos dividendos de imagem, há que ter em conta a aritmética parlamentar e aqui o PS terá porventura a tentação de despachar o mais cedo possível a questão do casamento gay, pagar tributo à sua ala esquerda interna e à extrema-esquerda parlamentar, tirar o tapete ao BE e depois, mais tarde, seguir em frente, com a consciência do dever cumprido, avançando então para um percurso mais consensual, mais centrista, a caminho de novas eleições ou eventualmente preparando uma coligação governativa com o CDS, uma vez esquecidas estas questões de carácter civilizacional. Será aliás interessante ver como actuam no futuro aqueles partidos que agora se opõem ao casamento gay e verificar qual a estratégia que levarão a cabo um dia que voltem a participar no governo ou que voltem a ganhar eleições. É que não seria a primeira vez que assistiríamos à total passividade dos que votaram vencidos, uma vez de novo no poder, face às mudanças legislativas que herdaram.
O apoio totalmente desproporcionado que a classe política dá ao casamento gay, face ao sentimento geral da sociedade, mesmo entrando em linha de conta com a passividade e indiferença de uma percentagem significativa da opinião pública, só se compreende pela força de grupos de pressão com poder bastante para chegar às cúpulas partidárias. Jornalismo, Arte, Moda, Espectáculo, Diversão, são os suspeitos do costume, mas serão só estes, ou serão essencialmente estes? Existem certamente outras forças, de natureza bem mais transversal na sociedade, que vêm esta e outras questões civilizacionais como uma forma de acantonar a Igreja Católica, de confiná-la em limites progressivamente mais exíguos, e uma maneira de tentar mostrar à sociedade e à Igreja que as posições desta se tornaram irrelevantes e o seu poder de antigamente desapareceu.
Outra perplexidade, neste cenário tão estranho, visto de fora, é o facto de que pessoas tão diametralmente opostas ao casamento como os homossexuais estejam no actual contexto tão obcecados com a necessidade de serem abrangidos precisamente pela figura jurídica do casamento. Num mundo totalmente cor-de-rosa, diríamos que se destinaria a proclamar bem alto o amor, o afecto, a lealdade e a fidelidade. No mundo real, poderá legitimamente questionar-se se as questões fundamentais não serão antes a partilha de bens, a disputa relativa a heranças, o direito a pensões por morte e por doença, pensões e subsídios a pagar pelo Estado, indemnizações a pagar por seguradoras, etc, etc. A ser verdade que boa parte das motivações por detrás deste tipo de legislação é de carácter económico, então a esmagadora maioria dos portugueses, independentemente das suas convicções, estaria a ser manipulada, de forma clamorosa, e estaria a viabilizar-se, à socapa, um fluxo futuro de recursos e transferência de patrimónios em benefício de um sector minoritário da sociedade e em prejuízo dos contribuintes em geral, e das famílias em particular, essas sim fortemente contribuintes, com o seu esforço e a sua dedicação, para a revitalização constante do tecido social e geracional.
Ao virarmos o mundo às avessas, estamos a brincar com coisas sérias. Ao eliminarmos valores estabelecidos de há muito e ao desestruturarmos a sociedade e a família, estamos a brincar com o fogo. É como se, de repente, os semáforos de uma grande cidade passassem a ter vermelho, verde, laranja, mas também azul, branco, rosa, ou como se os sinais de trânsito desaparecessem ou ficassem ao critério de cada um, numa palavra, uma desorganização institucionalizada.
A reengenharia social dos nossos tempos paga-se caro, e a mãe natureza vai fazer-nos pagar com juros os crimes contra a vida e contra a família que levarmos a cabo, e os actos contra-natura que incentivarmos. Mas só Deus sabe quando e quanto teremos de pagar, e só Deus sabe se os vamos pagar com cataclismos naturais, ou somente com a miséria social que criarmos.
Ai dos que chamam bem ao mal e mal ao bem
Dos que fazem passar as trevas por luz e a luz trocam por trevas
"(...) em Se isto é um homem, Primo Levi descreve o cuidado das mães em alimentar os seus filhos e lavar-lhes a roupa durante a viagem de comboio para Auschwitz. Mães que, a caminho de um futuro sem um futuro, não hesitavam em cuidar dos filhos como se toda uma vida existisse à sua frente. E que me põem perante uma das mais importantes questões ontológicas: por que razão hei-de de mudar a fralda ao meu filho se daqui a duas horas o mundo acabar? Por nenhuma, responde-me a razão. No entanto, mudo-a. É assim a paternidade. Aproxima-nos e distingue-nos dos animais. De um lado, o instinto bestial; do outro, a capacidade de racionalizar esse instinto e perceber a imensa alegria que é poder agir em conformidade."
A Plataforma “Algarve pela Vida” concluiu no passado dia 30 a sua campanha de recolha de assinaturas para a petição a solicitar à Assembleia da Republica a realização de um referendo sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Esta campanha que percorreu todo o Algarve durante o mês de Dezembro decorreu de duas formas distintas:
Uma mais organizada que abrangeu os concelhos de Faro e arredores e outra, de forma espontânea, recorrendo à rede de contactos e colaboradores que a Plataforma possui um pouco por todo o Algarve, resultando, no total, numa colecta estimada em cerca de duas mil assinaturas, que juntaram-se, agora, às mais de noventa mil recolhidas por todo o país.
De realçar que este número bastante significativo de assinaturas (cerca de 1% do total da população Portuguesa) superou todas as expectativas, tanto mais que a divulgação da iniciativa não contou com estruturas partidárias nem meios económicos.
É imperioso que os deputados compreendam o espírito da democracia e o desejo que o Povo português tem de ser ouvido. O poder de fazer leis reside no Povo. A democracia é um direito, não é uma benesse dos poderosos. E só há democracia plena quando não se nega ao Povo o direito de exprimir claramente a sua vontade.
Por tudo isto, esperamos que os deputados compreendam o sentir da população e viabilizem a realização do referendo.
90 785 ASSINATURAS RECOLHIDAS PELA INICIATIVA POPULAR REFERENDO AO CASAMENTO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO
A PLATAFORMA CIDADANIA CASAMENTO REUNIU 90 785 ASSINATURAS PARA PETIÇÃO AO REFERENDO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO.
UMA RECOLHA REALIZADA DE NORTE A SUL DE PORTUGAL E ILHAS QUE REVELA UMA GRANDE ADESÃO DO POVO PORTUGUÊS O QUE MANIFESTA O DESEJO DE PARTICIPAÇÃO NA DECISÃO DE UM TEMA NÃO CONSENSUAL E NÃO DEBATIDO NA SOCIEDADE PORTUGUESA.
RECORDAMOS QUE ESTA RECOLHA DE ASSINATURAS FOI REALIZADA NUM TEMPO RECORD, DE 3 SEMANAS,CONTRAPONDO À PERSISTÊNCIA DO GOVERNO DE PROPOR COM MAXIMA URGÊNCIA ESTE TEMA NA ASSEMBLEIA DA RÉPÚBLICA.
22 PRESIDENTES DE CÂMARA, 5 DOS QUAIS SÃO SOCIALISTAS; 40 MEMBROS DA ASSEMBLEIA MUNICIPAL DE LISBOA; MAGISTRADOS (EX: SOUTO MOURA), DEPUTADOS DA ASSEMBLEIA DA RÉPUBLICA (TERESA VENDA, JORGE BACELAR GOUVEIA, JOSÉ RIBEIRO E CASTRO); PROFESSORES UNIVERSITÁRIOS ( JOÃO CÉSAR DAS NEVES) SÃO ALGUMAS DAS PERSONALIDADES QUE ASSINARAM A PETIÇÃO CASAMENTO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO.
ESTA INICIATIVA FOI LEVADA A CABO POR UM GRUPO DE CIDADÃOS PORTUGUESES QUE CONSTITUIU A PLATAFORMA COM 144 MANDATÁRIOS PROPONDO A SEGUINTE PERGUNTA:
" CONCORDA QUE O CASAMENTO POSSA SER CELEBRADO ENTRE PESSOAS DO MESMO SEXO?"
NO DIA 5 DE JANEIRO AS ASSINATURAS SERÃO ENTREGUES ÀS 12.30 HORAS AO PRESIDENTE DA ASSEMBLEIA DA REPUBLICA, DR. JAIME GAMA, EM SÃO BENTO.
COM A ENTRADA DA INICIATIVA POLULAR DE REFERENDO NA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA O PROCESSO LEGISLATIVO DEVERÁ SER INTERROMPIDO PARA APRECIAÇÃO PRÉVIA DESTE PEDIDO DE REFERENDO, COMO ESTABELECE A RESPECTIVA LEI ORGÂNICA.
Num momento em que sem decoro os políticos se aprestam a aprovar todo o tipo de disparates desde que isso lhes dê votos, é importante deixar algumas reflexões e perguntar à classe política o seguinte:
1- O que é que a sociedade ganha com o casamento homossexual e quais os benefícios que daí advêm?
2- Considerando o universo de homossexuais, qual a percentagem dos mesmos que estariam dispostos a contrair casamento?
3- Tendo em conta que o regime jurídico contratual do matrimónio foi baseado na Lei Natural e pressupondo a geração de filhos(uma das principais razões do seu edifício jurídico de cariz protector, já que é desejável que a renovação demográfica tenha lugar, para a própria perpetuação da Humanidade),como é possível aplicar um regime jurídico idêntico a uniões que não cumprem quaisquer requisitos a que esta figura se destina?
4- Porque razão(aliás, como já aconteceu em relação ao Aborto) têm os políticos o atrevimento de legislar contra o sentimento geral da Sociedade, favorecendo claramente «lobbies» e interesses instalados?
5- Curiosamente, muitos dos que defendem o casamento homossexual, consideram no entanto que,(pasme-se!), apesar de tudo a figura da adopção não lhes é aplicável, pelo que ficamos todos a saber o seguinte:a)Para muitos intelectuais, é perfeitamente possível aplicar um regime jurídico de casamento heterossexual aos homossexuais mesmo que alguns requisitos essenciais desta figura não se possam cumprir na união homossexual.b)No entanto, já consideram que a Adopção pelos homossexuais é perniciosa!
6-Sabendo bem que a Adopção não pressupõe,obviamente,a figura do casamento,gostaria,no entanto de perguntar porque motivo se «adapta» o casamento aos homossexuais depois se lhes retira a possibilidade de adoptar.
7-A razão é naturalmente simples; mesmo aqueles que defendem a união homossexual, compreendem bem que a Adopção por homossexuais é contrária aos SUPERIORES INTERESSES DA CRIANÇA,a qual tem direito a um pai e uma mãe!!!
8-Como esta campanha de intoxicação social se deve apenas a alguns homossexuais bem colocados na Politica,nos Media,etc….sem coragem para se assumirem como tais, e que apenas pretendem ofender e ridicularizar a esmagadora maioria dos cidadãos, talvez fosse útil propor, já agora, que também se legalize a Pedofilia,( já que mais cedo ou mais tarde as crianças e jovens têm que saber o que é o sexo!!!) e porque os pobres dos pedófilos têm também direito à sua vida sexual!!!!
9-Cerca de 85-90% dos Pedófilos são homossexuais masculinos— Permitir-lhes o casamento e posteriormente a Adopção será por isso uma medida politicamente muito sensata!
10-Finalmente,perguntem aos homossexuais onde é que eles acham que estariam se os respectivos progenitores fossem gays!!!!!!
Nenhum Estado de Direito tem legitimidade para redefinir a família a fim de agradar a uma minoria, pondo em causa tudo o que está estabelecido, isto não é modernismo, é crime!
É nossa obrigação enquanto cidadãos com princípios, proteger e defender a família. Contem com a nossa ajuda para recolher assinaturas.
Bem hajam por esta iniciativa, Carla Couto e António João Mota
Alguns sabem e outros nem por isso (e assim aqui vai a notícia) masestou em Timor a dar aulas na UNTL (Universidade Nacional de TimorLeste) no âmbito de uma colaboração com a ESE do Porto.Aquilo que vos venho pedir é o seguinte: livros. Não vou dar a grandeconversa que é para montar uma biblioteca ou seja o que for, porquenão é.
O que se passa é o seguinte... não sei muito bem como funcionamas instituições, nem fui mandatada para angariar seja o que for, mas oque é certo é que sou (somos!) muitas vezes abordados na rua porpessoas que desejariam aprender português mas não possuem um livrosequer e vão pedindo, o que é mto bom.O que é certo é que a minha biblioteca pessoal não suportaria tantapressão e nem eu, nos míseros 50 quilos a que tive direito na viagem,pude trazer grande coisa para além dos livros de trabalho de quenecessito.
COMO MANDAR?
Basta dirigirem-se aos correios (CTT) e mandarem uma encomenda tarifaeconómica para Timor (insistam porque nem todos os funcionáriosconhecem este tarifário!) e mandam a coisa por 2,49 €. Claro que aencomenda não pode exceder os 2 quilos para poder ser enviada por estepreço.Devem enviar as encomendas em meu nome (Joana Alves dos Santos) para:
Embaixada de Portugal em DíliAv. Presidente Nicolau LobatoEdifício ACAITDíli - TIMOR LESTE
E O QUE MANDAR?
Mandem por favor livros de ficção, romances, novela, ensaio, livrosinfantis etc, etc. Evitem gramáticas e manuais escolares. Dicionários,mesmo que um pouquinho desatualizados são bem vindos. Este critério émeu e explico porquê. Alguns timorenses (estudantes e não só) são umbocado fixados em aprender gramática mas ainda não têm os skillsbásicos de comunicação. Parece-me melhor ideia que possam ler outrascoisas, deixar-se apaixonar um bocadinho pelas histórias mesmo que nãoentendam as palavras todas, do que andarem feitos tolinhos a marrarmanuais e gramáticas.
O caso dos dicionários é outro. Um aluno, porexemplo, usa um dicionário português-inglês para tentar adivinhar osignificado das palavras. Como o inglês dele tb não é grande charutoimaginam como é a coisa.
Bom, espero ter vendido bem o peixe do povo timorense. Falam pouco emal mas na sua grande maioria manifesta simpatia pela línguaportuguesa. De qualquer forma isto não vai lá (muito sinceramente) comumas largas dezenas de professores portugueses por cá. É preciso ter alíngua a circular em vários meios e suportes. Espero que respondam aomeu apelo!! Eu por cá andarei sempre com um livrito na carteira paraalguém que peça!
“Se houvesse um conjunto de instituições análogas ao Refúgio Aboím Ascensão, baseadas num modelo preventivo do desvio comportamental, em poucos anos haveria muito menos delinquência juvenil”, defendeu Luís Villas-Boas.
De acordo com o psicólogo, se as crianças em situação de risco fossem “agarradas” mais cedo “em poucos anos deixaria de haver delinquência aos 12 ou 13 anos”, já que, diz, por vezes quando as crianças chegam às instituições “já é tarde demais”.
Em declarações à agência Lusa, o director daquela instituição disse que a implementação de uma rede nacional de instituições de acolhimento temporário para crianças poderia também contribuir para aumentar o número de adopções.
“Os tempos de espera variam entre cinco a seis anos para uma criança até um ano de idade, sem patologias ou deficiências”, disse à Lusa fonte do Instituto da Segurança Social, acrescentando que os processos podem durar apenas um mês com crianças entre os 10 e os 12 anos.
Se for um grupo de irmãos que não podem ser separados ou uma criança mais pequena mas com patologias ou alguma deficiência, o tempo de espera que os casais têm que cumprir até à adopção também diminui substancialmente.
“Estas crianças podem ficar anos em listas de espera sem encontrar candidatos que as queiram adoptar”, refere a mesma fonte, frisando que o tempo médio de espera é uma variável “que não tem significado em matéria de adopção”.
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“O nosso objectivo é dar à criança uma família e não dar à família uma criança”, diz Villas-Boas, acrescentando que as crianças só devem ser encaminhadas para adopção quando se esgotam todas as hipóteses de reintegração na família biológica.
Podemos ajudá-la com apoio médico, jurídico, em géneros (alimentos, fraldas, papas, medicamentos e outros).
Ajudamo-la a obter o abono pré-natal e todos os demais subsídios a que tem direito.
Ajudamo-la a ficar com o seu bébé.
Caso assim o queira, ajudamo-la também a dar o seu bébé para adopção, com discrição e relativa facilidade, a casais que lhe darão tudo o que ele precisa.
Sobretudo, estamos dispostos a ouvi-la e a dividir e partilhar consigo as suas preocupações e ansiedades.