sábado, 16 de junho de 2012

1 de Maio a 18 de Junho




DIA 1de Maio de 2012 – Terça-feira


A Cáritas da Matriz de Portimão tem vindo a ser, cada vez mais procurada, por pessoas e casais desempregados, algumas grávidas e com filhos menores.

Em particular,  precisam-se alimentos para muitas famílias que, neste momento, estão a passar fome.

Para ajudar quem mais precisa, poderão deixara vossa oferta de génereos alimentares, tais como arroz e massas, latas de conserva, frutas, azeite, óleo ou outros nas novas instalações da Cáritas de Portimão que funciona, agora, nas antigas instalações da Caixa de Crédito Agrícola, na rua Diogo Gonçalves, em Portimão, onde entre as,  10 e as 13, as 15 e as 17, as 2ª, 4ª e 6ªfeira 18 poderão deixar o vosso donativo.

Contamos consigo!




DIA 2 de Maio de 2012 – Quarta-feira



Numa época em que tanto se fala de esforços e restrições, apoiar a Ajuda de Berço  associação de apoio a crianças e mães em dificuldade pode ser fácil.

Basta utilizar o seu seu IRS, sem quaisquer custos para si.

Ao colocar uma cruz no campo assinalado e preenchendo o número de contribuinte da associação “Ajuda de Berço” (504296442) o Estado compromete-se a atribuir à Ajuda de Berço 0,5% dos impostos tributados. Por isso, para dar esperança às crianças da Ajuda de Berço basta apenas uma cruz no seu IRS.

Aproveite a ajuda do Modelo 3 no preenchimento do seu IRS.

Tão simples que até já lhe podemos agradecer a sua ajuda.



Dia 3 de Maio de 2012 – Quinta-feira



Não há melhor elogio ao que é o amor verdadeiro do que aquele que Camões escreveu há 500 anos atrás.

A todos os casais que se vão comprometer no casamento. A todos os pais que deixam de dormir e se sacrificam pelos seus filhos. A todos os filhos que ajudam os seus pais velhinhos, vale a pena recordar que



Amor é um fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.

É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se e contente;
É um cuidar que ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata, lealdade.



Dia 4 de Maio de 2012 – Sexta-feira



Educar é educar para ser livre e o tempo livre é, por definição, tempo de liberdade, tempo para a gratuidade, a beleza, o diálogo; para todas essas coisas que não são “necessárias” mas sem as quais não se pode viver.

Este potencial educativo pode malograr-se, em 2 situações.  se os pais se desinteressam pelo lazer dos filhos ou se apenas encaram os tempos livres como uma oportunidade de “prolongar” a sua formação académica sobrecarregando-os com atividades extra-curriculares.

Um horário apertado significa que o filho fará muitas coisas, mas talvez não aprenda a administrar o tempo.

Se se pretende que os filhos cresçam em virtudes, tem que se lhes permitir que experimentem a própria liberdade; se não se lhes dá a possibilidade de escolher as suas atividades favoritas, ou se são impedidos, na prática, de brincar ou estar com os amigos, corre-se o risco de que – quando cresçam – não saibam como usa a sua liberdade.



Dia 7 de de Maio 2012 – Segunda-feira



A Plataforma Algarve pela Vida, no âmbito do apoio a várias grávidas e mães do distrito do Algarve, lançou uma campanha de recolha de fraldas descartáveis para todas as etapas do crescimento.

Solicitamos a todos a generosidade na mobilização para esta causa social de apoio aos que nascem e às suas famílias que precisam, em alguns casos, de forma desesperada da vossa ajuda.

No Barlavento, a recolha destes bens está a ser feita, durante o horário normal de expediente (das 10:00 horas às 12:00 e das 14:00 às 17:00), na Cáritas da Matriz de Portimão, nas antigas instalações da Caixa de Crédito Agrícola, na rua Diogo Gonçalves, em Portimão (contacto 927094688).





Dia 8 de Maio de 2012 – Terça-feira



Os filhos, sobretudo quando são pequenos – e é o melhor momento para os formar neste aspeto – estão muito abertos ao que os pais lhes apresentam; e se isso os satisfaz, estão a lançar-se as bases para que descubram, por si próprios, o melhor modo de empregar os tempos de lazer.

Evidentemente, isto requer imaginação por parte dos pais e espírito de sacrifício. Por exemplo, convém moderar as atividades que consomem um tempo desproporcionado ou levem as crianças a isolar-se (como sucede quando passam horas em frente à televisão  ou na internet). É melhor privilegiar aquelas que permitem cultivar relações de amizade e que o atraem espontaneamente como é o caso do desporto, as excursões, os jogos com outras crianças, etc).

Mas de todas as ocupações que se podem desempenhar no tempo livre, há uma que as crianças – e não só elas –preferem sobre todas as outras: brincar.



Dia 9 de Maio de 2012 – Quarta-feira

A Cáritas da Matriz de Portimão tem vindo a ser, cada vez mais procurada, por pessoas e casais desempregados, algumas grávidas e com filhos menores.

Em particular,  precisam-se alimentos para muitas famílias que, neste momento, estão a passar fome.

Para ajudar quem mais precisa, poderão deixara vossa oferta de génereos alimentares, tais como arroz e massas, latas de conserva, frutas, azeite, óleo ou outros nas novas instalações da Cáritas de Portimão que funciona, agora, nas antigas instalações da Caixa de Crédito Agrícola, na rua Diogo Gonçalves, em Portimão, onde entre as,  10 e as 13, as 15 e as 17, as 2ª, 4ª e 6ª feira 18 poderão deixar o vosso donativo.

Contamos consigo!







Dia 10 de Maio de 2012 -  Quinta-feira



A brincar, as crianças aprendem a interpretar conhecimentos, a ensaiar as suas forças na competição, a integrar os diferentes aspetos da personalidade:, a experimentar regras que há que assumir livremente para brincar bem; fixam-se objetivos e exercitam-se na relativização das suas derrotas. Não pode haver brincadeira à margem da responsabilidade, de forma que a brincadeira contém um valor ético, ajuda-nos a ser sujeitos morais.

A brincar as crianças aprendem a conhecer-se e a conhecer os outros; sentem a alegria de estar e de se divertirem com outros; assimilam e imitam as atuações dos mais velhos.

Aprende-se a brincar, principalmente, na família. Viver é jogar, competir; mas viver é também cooperar, ajudar, conviver.

Brincar é uma das provas básicas para aprender a socializar.

Em resumo, o grande valor pedagógico de brincar reside em vincular os afetos à ação. Por isso, poucas coisas unem de um modo mais imediato os pais e os filhos entre si do que brincar juntos.






Os pais têm de ser amigos dos filhos, dedicando-lhes tempo ou participando na forma como os filhos gastam o seu tempo, tal como  proporcionar que convidem amigos para casa, ou assistir a manifestações desportivas em que participam

Em grego, educação (paideia) e jogo (paidiá) são termos do mesmo campo semântico. De facto, é aprendendo a jogar que se adquire, ao mesmo tempo, uma atitude muito útil para enfrentar a vida

À medida que o homem cresce, torna-se cada vez mais importante encarar a vida com um sentido lúdico.

Porque quem aprendeu a jogar sabe relativizar os resultados – êxitos ou fracassos – e descobrir o valor próprio do jogo; conhece a satisfação que dá experimentar novas soluções para ganhar; evita a mediocridade que procura o resultado, mas arruína a diversão.

Um filme como “A Vida é Bela” mostra-nos que que todas as obras humanas são efémeras e por isso não merecem ser tomadas demasiado a sério sob pena de vivermos torturados toda a vida..



Dia 14 de Maio de 2012- Segunda Feira



Queremos mobilizar Portugal para o valor da vida humana e sabemos como é necessário tomar consciência da herança que recebemos dos nossos pais e que queremos transmitir aos nossos filhos.

No próximo sábado, dia 19 de Maio, pelas 15 horas, terá lugar em Lisboa, a 3ª Caminhada pela Vida, com partida na Maternidade Alfredo da Costa e chegada à Praça dos Restauradores.

Este percurso estará dividido em várias etapas  a que correspondem várias cores que simbolizam as várias fases da vida humana, desde a concepção até à idade mais avançada.

Se estiver em Lisboa ou pode ir a Lisboa nesse dia, participe, em colaboração com a Plataforma Algarve pela Vida que se associou a esta iniciativa.

Envie-nos um e-mail para algarve.vida@gmail.com e venha connosco.

 Olhar o futuro com esperança é uma prioridade que necessita de um anúncio alegre e construtivo da cultura da vida.





DIA 15 de Maio de 2012 – Terça-feira


Queremos mobilizar Portugal para o valor da vida humana e sabemos como é necessário tomar consciência da herança que recebemos dos nossos pais e que queremos transmitir aos nossos filhos.

No próximo sábado, dia 19 de Maio, pelas 15 horas, terá lugar em Lisboa, a 3ª Caminhada pela Vida, com partida na Maternidade Alfredo da Costa e chegada à Praça dos Restauradores.

Este percurso estará dividido em várias etapas  a que correspondem várias cores que simbolizam as várias fases da vida humana, desde a concepção até à idade mais avançada.

Se estiver em Lisboa ou pode ir a Lisboa nesse dia, participe, em colaboração com a Plataforma Algarve pela Vida que se associou a esta iniciativa.

Envie-nos um e-mail para algarve.vida@gmail.com e venha connosco.




DIA 16 de Maio de 2012 – Quarta-feira



Neste preciso momento, há uma série de coisas que você está a perder

Algures por aí, você está a perder o melhor concerto de todos os tempos..
Algures numa prateleira está um livro que iria mudar a sua vida para sempre
Nestes preciso momento, você está a perder uma viagem espetacular, um emprego fantástico, um programa de televisão fabuloso e uma excelente oportunidade de investimento.
O mundo está cheio de inúmeras oportunidades.

É, de facto, um sítio maravilhoso para se viver.

Mas  o que é certo é que, por mais tempo que você viva, você nunca conseguirá experimentar e viver tudo o que o mundo tem para lhe oferecer.
E enquanto você anda demasiado ocupado à procura dessas coisas  e se preocupa e se angustia por tudo aquilo que já perdeu e pode ainda perder, esquece-se das pessoas que estão mesmo, mesmo, mesmo à sua frente e que pedem a sua atenção: Amigos, filhos, mulher, marido.

E essas são as coisas realmente importantes que você esta perder.





Dia 17 de Maio de 2012 – Quinta-feira



Queremos mobilizar Portugal para o valor da vida humana e sabemos como é necessário tomar consciência da herança que recebemos dos nossos pais e que queremos transmitir aos nossos filhos.

No próximo sábado, dia 19 de Maio, pelas 15 horas, terá lugar em Lisboa, a 3ª Caminhada pela Vida, com partida na Maternidade Alfredo da Costa e chegada à Praça dos Restauradores.

Este percurso estará dividido em várias etapas  a que correspondem várias cores que simbolizam as várias fases da vida humana, desde a concepção até à idade mais avançada.

Se estiver em Lisboa ou pode ir a Lisboa nesse dia, participe, em colaboração com a Plataforma Algarve pela Vida que se associou a esta iniciativa.

Envie-nos um e-mail para algarve.vida@gmail.com e venha connosco.

Dia 18 de Maio de 2012 – Sexta-feira



De um jovem que foi recentemente pai, pela primeira vez e logo de gémeos recebemos esta mensagem:

PARTILHO UMA FOTO COM OS MEUS FILHOS RECÉM-NASCIDOS QUE A MINHA MULHER TIROU QUANDO DORMÍAMOS

É A COISA MAIS GOSTOSA DO MUNDO SABER QUE TENHO DUAS PESSOAS QUE PRECISAM DE MIM E DA MINHA PROTECÇÃO E SÓ O SIMPLES FACTO DE DORMIREM AO MEU LADO E OUVIR O RESPIRAR DELES É TÃO CONFORTANTE.




Dia 21 de de Maio 2012 – Segunda-feira



Cinco anos após a entrada em vigor da lei que descriminalizou a interrupção voluntária da gravidez, o número de mulheres que recorrem ao hospital para abortar repetidas vezes tem vindo a aumentar.

A principal lacuna na lei da interrupção voluntária da gravidez é o facto de permitir que algumas mulheres recorram ao aborto reiteradamente.

Vários especialistas apontam, por isso, para a necessidade de impor uma taxa ao aborto recorrente que, por um lado, atenue o custo do aborto e, por outro, funcione como desincentivo à sua repetição.

O presidente do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida Dr. Miguel Oliveira e Silva  classifica de "vergonhoso" e "indesculpável" o facto do Ministério da Saúde não ter imposto uma taxa moderadora para o aborto recorrente, o que, em tempos de crise, quando tantos sacrifícios nos são pedidos é absolutamente inacreditável.





Dia 22 de Maio de 2012 – Terça-feira

Atenção: se tem mais de 60 anos e for passear até à Holanda; se tiver aí um grave problema de saúde e for para ao hospital, pode ficar sujeito à eutanásia.
Com a liberalização desta prática, há médicos que a propõem a pacientes crónicos com diabetes, com esclerose múltipla, SIDA ou cancro que se matem.
Por este motivo, há já cidadãos holandeses que, em autodefesa, transportam consigo um cartão contra a eutanásia chamado “passaporte para a vida” ou “não-me-matem”.
Com os idosos, o risco ainda é mais flagrante, uma vez que, neste caso, a família pode ser uma ameaça contra o próprio familiar.

Um recente estudo da Universidade de Göttingen revela que, em sete mil casos de eutanásia praticada na Holanda, 41% foram a pedido dos familiares que, além de se verem livres do doente, habilitam-se à respectiva herança.
O resultado é que muitos idosos holandeses acabm por se refugiar  em lares na Alemanha.

Este texto é da autoria de Aura Miguel





Dia 23 de Maio de 2012 – Quarta-feira

A Cáritas da Matriz de Portimão tem vindo a ser, cada vez mais procurada, por pessoas e casais desempregados, algumas grávidas e com filhos menores.

Em particular,  precisam-se alimentos para muitas famílias que, neste momento, estão a passar fome.

Para ajudar quem mais precisa, poderão deixara vossa oferta de génereos alimentares, tais como arroz e massas, latas de conserva, frutas, azeite, óleo ou outros nas novas instalações da Cáritas de Portimão que funciona, agora, nas antigas instalações da Caixa de Crédito Agrícola, na rua Diogo Gonçalves, em Portimão, onde entre as,  10 e as 13, as 15 e as 17, as 2ª, 4ª e 6ª feira 18 poderão deixar o vosso donativo.

Contamos consigo!







Dia 24 de Maio de 2012 -  Quinta-feira



De acordo com os números do Instituto Nacional de Estatística, em 2010 as mortes por suicídio em Portugal ultrapassaram pela primeira vez, os óbitos provocados por acidentes rodoviários.

Considerando o crescimento da taxa de desemprego para cerca de 15%, as dificuldades económicas da população e o consequente acréscimo dos casos de depressão, existem sérios riscos de que ocorra no nosso país um forte aumento do número de suicídios.

Um estudo publicado em 2009 revelou que na União Europeia, a cada aumento de 1% do desemprego está associado  uma subida de 0,8% da taxa de suicídios.

Mas será que este aumento do número de suicídios poderá ser evitado?

Na Suécia e na Finlândia, por exemplo apesar do desemprego ter aumentado a taxa de suicídios diminuiu.

Este sucesso pode ser em grande parte explicado pelo facto de ambos os países terem um sistema de segurança social forte e terem implementado programas de estímulo à procura e criação de emprego, a par de possuírem bons cuidados de saúde mental.

Estar atento e prevenir é o melhor remédio contra o aumento da taxa de suicídio.




O aumento das doenças psiquiátricas associadas à crise económica é um problema que terá de ser monitorizado pelo governo, devendo ser tomadas algumas medidas que podem salvar vidas.

Por exemplo, os serviços de saúde devem acompanhar as situações mais dramáticas, como são os casos em que ambos os elementos do casal estão desempregados, ou quando existem filhos menores que podem sofrer graves carências com o empobrecimento dos pais.

De resto, umas das maiores humilhações que o ser humano pode sofrer é não conseguir garantir a alimentação dos seus próprios filhos.

O pior sinal que poderíamos dar actualmente ao mundo seria o de uma sociedade que se resigna perante o sofrimento dos mais fracos e que permanece impassível face à sua própria destruição.



Dia 28 de Maio de 2012- Segunda Feira

A Plataforma Algarve pela Vida, no âmbito do apoio a várias grávidas e mães do distrito do Algarve, lançou uma campanha de recolha de fraldas descartáveis para todas as etapas do crescimento.

Solicitamos a todos a generosidade na mobilização para esta causa social de apoio aos que nascem e às suas famílias que precisam, em alguns casos, de forma desesperada da vossa ajuda.

No Barlavento, a recolha destes bens está a ser feita, durante o horário normal de expediente (das 10:00 horas às 12:00 e das 14:00 às 17:00), na Cáritas da Matriz de Portimão, nas antigas instalações da Caixa de Crédito Agrícola, na rua Diogo Gonçalves, em Portimão (contacto 927094688).





Dia 29 de Maio de 2012 – Terça-Feira



Todos temos múltiplas inclinações pessoais, que o nosso comportamento depois promove ou contraria.

Não existe no acto sexual uma necessidade inevitável.

Cada um continua senhor das suas escolhas e nunca pode atribuir o seu estilo de vida a uma predeterminação genética ou à mera acção de um instinto mecânico.

A família é a célula base da sociedade, e convém, por isso que a lei a estatua, regulamentando os seus direitos básicos.

A razão do interesse jurídico na protecção da família reside na necessidade de protecção do estatuto da paternidade, nascimento e educação de futuros cidadãos, que apenas a família heterossexual estável estável realiza com qualidade.

Hoje em dia, parece que o prazer sexual adquiriu um estatuto absoluto e a regra suprema é a da chamada  "vida sexual e reprodutiva saudável e gratificante", o que, por outras palavras, significa gozar sem regras, ainda que isso implique aborto, crianças infelizes, divórcio, mais pobreza e doenças.



Dia 30 de Maio de 2012- Quarta-Feira



A formosura está a morrer.

As jovens de hoje não parecem aspirar à formosura.

Preferem ser picantes.

Quando as mulheres preferem ser picantes a ser formosas, é porque se vêem com determinados olhos; consequentemente, os homens também olham para elas doutra maneira.

É uma ironia que 40 anos de emancipação feminina tenham conseguido transformar as mulheres num bem de consumo, numa coisa que se usa e se deita fora.

Meninas, por favor, recuperem a formosura!!!





Dia 31 de Maio de 2012 –Quinta-Feira



A gratuidade do lúdico mostra uma dimensão existencial que não podemos negligenciar, abre uma clareira no utilitarismo habitual com que se pensa o tempo (time is money) e, em consequência, o homem.

É acerca da dificuldade de administrar, organizar e viver a liberdade própria que devemos refletir, quando olhamos para o tempo livre. Porque este tempo de descanso ou diversão, tempo libertado, poderá ser um indicador para compreender que tipo de humanidade queremos construir. Formar para o tempo livre é educar para a liberdade.

Dar os instrumentos para que cada um construa a sua própria casa, e não espere uma vida pré-fabricada.

Que cada um conheça as suas verdadeiras necessidades, emoções, desejos mais íntimos para poder escolher quer o seu tempo, quer a sua vida. Isso é verdadeira autonomia. E para isso é tantas vezes preciso «perder» muito tempo livre, em silência, a pensar no que queremos fazer do tempo que nos é concedido viver.



Dia 01 de Junho de 2012 – Sexta-Feira

A partir do próximo dia 1 de julho deste ano, as mulheres do Estado da Virgínia, nos Estados Unidos terão que passar a fazer uma ecografia se quiserem abortar.

Estarão isentas dessa apenas as mulheres que engravidaram na sequência por terem sido vítimas de violência sexual.

A Virgínia é o oitavo estado dos Estados Unidos a impor este procedimento antes de um aborto.

Por outro lado, o médico é obrigado a informar as mulheres sobre os riscos do aborto para a saúde e ainda sobre as hipóteses de entregar o bebê para adoção.

Segundo os seus responsáveis, a lei foi aprovada com o objetivo de "ajudar as mulheres a tomar uma decisão bem informada".

Em 32 estados norte-americanos, o aborto não é reembolsado por fundos públicos; em 46, os estabelecimentos de saúde podem se recusar a fazê-lo, e em 19 é obrigatório informar as mulheres sobre o risco "de cancro de mama, sofrimento do feto e depressão pós-aborto decorrentes da prática do aborto.







Dia 4 de Junho de 2012 – Segunda-feira

Em 2011, o número de nascimentos bateu um novo mínimo absoluto, inferior a 97.000, mais de 60.000 nascimentos abaixo do necessário para que haja renovação de gerações.

O número de óbitos foi superior a 103.000, pelo que Portugal continua, a uma velocidade cada vez mais elevada, a caminho do definhamento.

·Como é possível as crianças e jovens terem um cada vez menor peso, ou não ter peso nenhum, no cálculo dos escalões de rendimento, agravando as condições de vida das famílas com filhos, quanto maior o seu número?

·Será que não sabe que um país com cada vez menos crianças e jovens nunca conseguirá recuperar economicamente?

A Associação Portuguesa das Famílias Numerosas APFN não tem dúvidas nenhumas de que, a continuar-se esta crescente pressão sobretudo sobre as famílias com filhos, tanto maior quanto maior o seu número, novos mínimos absolutos continuarão a ser atingidos, levando Portugal a ultrapassar a Bósnia como o país com menor índice de fecundidade no mundo!






DIA 5 de Junho de 2012 – Terça-feira


Texto da autoria de Miguel Reis Cunha, da Plataforma Algarve pela Vida

O padre Arsénio faleceu.

Cerca de 4 meses depois da ida para o Céu do Padre Júlio Tropa, pároco de Estói e Sta Bárbara de Nexe, o Algarve perdeu mais um grande sacerdote que deixa obra feita.

Lembro-me do padre Arsénio quando há cerca de 30 anos chegou a Portimão com a incumbência de fundar uma segunda paróquia para a cidade de Portimão.

E ele como bom Jesuíta que era, fê-lo com autêntico espírito de missão.

Lembro-me a este propósito do início do filme “A Missão” em que um Jesuíta sobre uma enorme escarpa rochosa para ir ao encontro da evangelização das tribos da Amazónia.

O padre Arsénio chegou a Portimão com uma mão à frente e outra atrás.

Começou por chocar algumas pessoas ao aceitar misturar-se com os pescadores no caís a carregar caixas de peixe para poder suprir ao seu sustento.

Lembro-me das primeiras Missas, num armazém junto ao bairro dos pescadores. Lembro-me do fervor das suas homilias e da rapidez com que fugia no final da Missa para a porta da rua para poder cumprimentar, um a um, todas os presentes.





DIA 6 de Junho de 2012 – Quarta-feira



Texto da autoria de Miguel Reis Cunha, da Plataforma Algarve pela Vida

O Padre Arsénio faleceu

Lembro-me da forma como atraía os jovens e se misturava com eles, criando grupos activos e muito unidos.

Tinha, aliás, uma predilecção pelos jovens e movimentava-se no meio deles como se fosse mais um, rapidamente ganhava a sua confiança e amizade.

Ninguém o parava e, assim, foi criando obra atrás de obra. Cada vez mais e cada vez maiores.

A Igreja de N. Sra do Amparo, o Centro Paroquial, a rádio Costa D’Oiro.

Depois do referendo e da campanha quando muitos que fizeram campanha com o “Algarve pela Vida” pelo “não” parece que se esqueceram do tema da defesa da vida ele convidou-me 1º para uma entrevista e depois para um programa de rádio que, desde há quase 3 anos, está no ar, todos os dias da semana.

Quando lhe perguntei se tinha alguma coisa a dizer sobre o conteúdo da nossa rubrica dizia “deixo-vos um cheque em branco” e assim tem sido todos os dias na Rádio Costa D’Oiro.



Dia 7 de Junho de 2012 – Quinta-feira

Texto da autoria de Miguel Reis Cunha, da Plataforma Algarve pela Vida

O Padre Arsénio faleceu

Em Fevereiro de 2011, convidámos o Padre Arsénio para agradecer a rúbrica diária que nos ofereceu na rádio “Costa D’Oiro” e ele lá apareceu, com o seu colarinho, sinal da sua doença. Mostrou-nos as instalações do Centro Social , cheio de entusiasmo e ideias para o futuro, parecia uma criança “aqui faz-se isto, mas ainda se vai fazer aquilo”. A sua cabeça estava cheia de projectos e iniciativas para o futuro.

Nesse dia contou-nos que há uns tempos atrás num encontro de jovens, perguntou o que é que eles achavam ser mais importante e que um deles respondeu “defender a vida” e que ele tinha ficado impressionado com essa resposta e nós também.

Entre o padre Arsénio, falecido hoje e o padre Tropa, falecido em Janeiro passado há um denominador comum:

Estavam na vida e no meio da vida mas com os olhos no Céu para onde, com muita alegria certamente, terão ido e sido recebidos em grande festa.



Dia 8 de Junho de 2012 – Sexta-feira

Portugal é um dos países mais infeliz do mundo devido à "cultura de lamentação" dos portugueses, uma atitude que é possível mudar já que 40% da felicidade depende do comportamento das pessoas, defende o psicólogo Américo Baptista. Um estudo recente revelou que só os chineses e os húngaros estão mais infelizes do que os portugueses.

Foi a partir desta constatação que Américo Baptista decidiu escrever o livro "O poder das emoções positivas" para demonstrar que é possível alcançar a felicidade através de determinados procedimentos

"O que se passa é que, do ponto de vista mental, pensamos que, quando compreendemos algo, temos o problema resolvido, mas não é assim. Além de o compreendermos, temos de executar manobras de um modo repetido" para não voltar a acontecer.

E as manobras são simples: Ser generoso, apreciar as coisas da vida, sorrir, aprender, melhorar o relacionamento com os outros ou fazer exercício.



Dia 11 de Junho 2012 – Segunda-feira



Sabíamos que o português médio vê 25 horas de TV por semana.

Isto é, em sete dias, um dia e uma noite de olhos na TV.

Se esse português viver 70 anos, isso significa que esteve 10 (dez!) anos, dia e noite a ver Televisão

A Televisão mostra-lhe tudo: primaveras árabes, champôs, golos de trivela, tratados de paz, querida júlia e popotas.

A imaginação corre o mundo; o corpo fica sentado.

As estatísticas dizem agora que está também uma hora por dia online.

Enfim, o português médio quase é super-homem ou supermulher para aguentar tanto

Às vezes, também é importante parar, fazer silêncio, olhar à roda, à natureza e prestar um pouco mais de atenção ao mundo real.

Talvez assim nos surpreendamos por aí, no mundo real, encontrarmos a verdadeira  felicidade.



Dia 12 de Junho de 2012 – Terça-feira

A opção gay, isto é, o ser homossexual  é hoje uma moda que se traduz também numa forma de negação radical da sociedade e do seu futuro.

A opção pela homossexualidade rejeita a relação homem-mulher e o acto que, em consequência, assegura a reprodução da espécie.

Nas relações homossexuais há um niilismo assumido, uma ausência de utilidade, uma recusa do futuro. Impera a ideia de que tudo se consome numa geração – e que o amanhã não existe.

De resto, o uso de roupas pretas, a fuga da cor, a promiscuidade como um nada que procura tudo vão no mesmo sentido em direcção ao vazio.

De acordo com estudos fidedignos, a opção pela homossexualidade implica também uma menor esperança de vida para quem a pratica.

Enquanto isso a natalidade e o número de famílias heterossexuais vai definhando.

Ser heterossexual é hoje um desafio e é preciso que os jovens o aceitem como forma de inverter a actual crise demográfica mas, sobretudo, como meio por excelência de felicidade.



Dia 13 de Junho de 2012 – Quarta-feira

A Cáritas da Matriz de Portimão tem vindo a ser, cada vez mais procurada, por pessoas e casais desempregados, algumas grávidas e com filhos menores.

Em particular,  precisam-se alimentos para muitas famílias que, neste momento, estão a passar fome.

Para ajudar quem mais precisa, poderão deixara vossa oferta de génereos alimentares, tais como arroz e massas, latas de conserva, frutas, azeite, óleo ou outros nas novas instalações da Cáritas de Portimão que funciona, agora, nas antigas instalações da Caixa de Crédito Agrícola, na rua Diogo Gonçalves, em Portimão, onde entre as,  10 e as 13, as 15 e as 17, as 2ª, 4ª e 6ª feira 18 poderão deixar o vosso donativo.

Contamos consigo!





Dia 14 de Junho de 2012 -  Quinta-feira



 Desde que a lei entrou em vigor, em meados de 2007, a interrupção voluntária da gravidez custou aos cofres do Estado quase 45 milhões de euros, cerca de 700 euros por aborto pago pelos contribuintes.

Os números são revelados numa resposta do Ministério da Saúde e traduzem uma subida no número de abortos no serviço público a partir de 2009 apontando para a realização de quase 64 mil abortos desde a entrada em vigor da lei, em 2007.

Os gastos do Estado com o aborto têm sido um dos argumentos dos defensores do “não” à despenalização, mas um estudo da Federação Portuguesa pela Vida apontava, em Fevereiro, para gastos, directos e indirectos, na ordem dos 100 milhões de euros uma vez que além dos gastos com a realização do aborto, cada mulher que aborta têm ainda direito do Estado a um subsídio chamado de “maternidade” em iguais condições da mulher que tem um filho.

O CDS/PP irá agora apresentar com o argumento para limitar esta situação, argumentando que uma coisa é legalizar o aborto e outra promovê-lo e que esta última situação não é aceitável num país cuja Constituição consagra o direito à vida..






Peter Colosi é um dos maiores especialistas a nível mundial sobre a Teologia do Corpo e encontrou-se recentemente em Portugal para dar uma série de palestras.

Numa conferência na Universidade Católica dizia que a sociedade actual é muito dualista e isso levanta um obstáculo para muita gente compreender a importância do corpo: “O nosso corpo e o nosso espírito são um só. João Paulo II dizia que nós somos o nosso corpo, não porque era materialista, que não era, mas porque a alma está tão intimamente ligada ao corpo, tão presente” que é impossível separar uma coisa da outra.

“Hoje separamos as coisas. As pessoas pensam que os seus corpos estão separados de si mesmos, que podem fazer todo o género de actos sexuais, ou que podem fazer um aborto, e que isso não os vai afectar.

Para Peter Colosi o desafio está em levar as pessoas a compreender esta união profunda entre o espírito e o corpo é o primeiro passo que é difícil de explicar, porque vivemos numa sociedade dualista”



Dia 18 de Junho de 2012- Segunda Feira

A Plataforma Algarve pela Vida, no âmbito do apoio a várias grávidas e mães do distrito do Algarve, lançou uma campanha de recolha de fraldas descartáveis para todas as etapas do crescimento.

Solicitamos a todos a generosidade na mobilização para esta causa social de apoio aos que nascem e às suas famílias que precisam, em alguns casos, de forma desesperada da vossa ajuda.

No Barlavento, a recolha destes bens está a ser feita, durante o horário normal de expediente (das 10:00 horas às 12:00 e das 14:00 às 17:00), na Cáritas da Matriz de Portimão, nas antigas instalações da Caixa de Crédito Agrícola, na rua Diogo Gonçalves, em Portimão (contacto 927094688).





Olhar o futuro com esperança é uma prioridade que necessita de um anúncio alegre e construtivo da cultura da vida.


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Um verão diferente

Em 2004, por iniciativa de algumas familias amigas, iniciámos a organização de programas de férias em conjunto. Duas semanas de actividades ao ar livre na zona da Serra da Estrela. Uma iniciativa sem fins lucrativos.
Proporcionar umas férias saudáveis, em contacto com a natureza, com tempos de lazer e desporto, entre familias que partilham um ideal de familias luminosas e alegres. 

Cultura: Actividades culturais para pais e filhos - Astronomia, Museus, Aldeias Históricas. 

Diversão: Desporto - MTB, Futebol, Ski, Ténis, Passeios pedestres, Natação, Música, Excursões. 

Amizade: Conhecer novos amigos de diferentes pontos do país e estrangeiro. 

Família: Fortalecimento do espírito de família através de várias actividades lúdicas e da formação parental. 

Natureza: Ambiente deslumbrante, para contemplar, aprender a amar a natureza e ensinar os filhos a respeitar o património ambiental. 

Valores: Aquisição e transmissão de valores humanos, com uma perspectiva cristã do homem e da sociedade. 


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quarta-feira, 13 de junho de 2012

Mais vale abandonados na roda do que mortos no ventre


 O recurso a sistemas semelhantes ao da “roda” para abandonar bebés recém-nascidos está a aumentar na Europa. Na República Checa, na parede exterior do edifício da clínica GynCentrum, no leste de Praga, está colocada uma "caixa" que recolhe bebés indesejados. É um local isolado, onde as mães podem evitar ser vistas.

No interior desse dispositivo encontram-se folhetos em checo, russo e inglês com números de telefone que oferecem ajuda às mães que mudem de ideias.

Logo que a criança é ali deixada, soa um alarme dentro da clínica para alertar os enfermeiros que recolhem o recém-nascido do outro lado da parede.
Dezassete bebés foram deixados na "caixa" da clínica checa desde que abriu em 2005, segundo Lenka Benediktova, uma das responsáveis, ouvidas pelo The Guardian.

Esta é um dos 50 dispositivos para o efeito colocados em todo o país pela Fundação para Crianças Abandonadas (Statim), uma ONG privada dirigida por Ludvik Hess, um pai de 20 filhos, oito biológicos e os outros adoptados, que se diz poeta e empresário e afirma agir por motivos humanitários. Cada um custa 39 mil euros e os fundos são angariados junto de empresas, incluindo um dos maiores bancos da República Checa, o Komercni.

Graças a estas “caixas” 75 bebés já foram salvos, segundo Ludvik Hess, O objectivo é instalar 70 equipamentos destes para fazer a cobertura de todos os distritos do país, ajudando as mães solteiras e acolhendo os bebés indesejados para os dar para adopção.
Zuzana Baudysova, directora da Fundação Criança, uma instituição checa de caridade para crianças nota que esta iniciativa beneficia muitos bebés indesejados, filhos de mulheres de outras nacionalidades. "Muitos delas não são checas, mas dos Balcãs, Albânia ou Roménia. Algumas são imigrantes africanas”, diz, acrescentando não ter dúvidas de que, “se as caixas não existissem alguns desses bebés seriam deitados no lixo”.
Nações Unidas preocupada

O aumento destas caixas que acolhem bebés na Europa está a preocupar cada vez mais as Nações Unidas por considerar que esta prática "contraria o direito da criança a ser conhecida e cuidada pelos seus pais”.

O comité da ONU que zela sobre o cumprimento dos Direitos da Criança mostra-se alarmado com o aumento destas "caixas" colocadas geralmente no exterior dos hospitais. Este comité lamenta que as "rodas", que já tinham desaparecido da Europa no século passado, reapareceram na última década e totalizam quase 200 em países tão diversos como Alemanha, Áustria, Suíça, Polónia, República Checa e Letónia. Desde 2000, mais de 400 crianças foram abandonadas nesses dispositivos.

Em França e na Holanda as mulheres têm o direito ao anonimato após o parto; no Reino Unido continua a ser um crime abandonar secretamente uma criança.

Para os funcionários da ONU, a existência destas “caixas” viola uma das ideias básicas da Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC), que diz que estas têm direito a conhecer os seus pais e, mesmo em caso de separação, o Estado tem o dever de "respeitar o direito da criança a manter relações pessoais com seu pai ou mãe ".

No ano passado, o comité das Nações Unidas recomendou ao Governo da República Checa que tomasse “todas as medidas necessárias para acabar com a situação o mais rapidamente possível". Tal não está a acontecer.
Fonte: Público

É engraçado que a ONU que diz-se chocada com estas práticas por defender (e com razão) que "contraria o direito da criança a ser conhecida e cuidada pelos seus pais”, é a mesma que defende o direito da mulher a assassinar o bébé que carrega no seu ventre.
Por outras palavras, a criança só tem direito a ser conhecida e cuidada pelos seus pais, após nascer, antes já pode ser retalhada, morta e sugada para fora do ventre da mãe.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Relatório da OCDE afirma: Aumentar a idade de reforma e expandir a cobertura privada das pensões é essencial. APFN discorda e defende via alternativa.

Em relatório apresentado hoje a OCDE volta a chamar a atenção para o facto da sustentabilidade da segurança social não estar assegurada no nosso país, recomendando um aumento da idade da reforma para os 67 ou mais anos e incentivos a planos de pensões privados.

A Associação Portuguesa de Famílias Numerosas relembra que é possível garantir a sustentabilidade do sistema sem que seja necessário adotar mais medidas que afetem os pensionistas. Para tal, basta que, à semelhança do que aconteceu em França, por exemplo, exista vontade política para se aumentar o índice sintético de fecundidade e sejam adotadas as condições necessárias para que as famílias possam ter mais filhos. Este tipo de políticas permite aumentar o número de nascimentos e dessa forma combater o envelhecimento da população e em simultâneo caminhar para cenários sustentáveis. Por a França ter adotado essa política, o índice sintético de fecundidade já é de 2.1, o que permitiu o governo anunciar, recentemente,  a redução da idade da reforma para os 60 anos.

De facto, o aumento da esperança média de vida não representa, por si só, uma diminuição da capacidade do Estado de pagar reformas. O que verdadeiramente tem feito aumentar a idade da reforma em Portugal e diminuir o seu valor é o cada vez mais baixo número de nascimentos. Podemos ter toda a população a viver até aos 100 anos, ou mais, se a idade média da população se mantiver, ou, até, se diminuir, as reformas poderão ser melhores. O melhor indicador para aferir a sustentabilidade da segurança social é a idade média da população.

Por essa razão, a APFN volta a apelar ao Governo para que, com carácter de urgência, adote medidas que deem liberdade às famílias para terem o número de filhos que desejam e altere o fator de sustentabilidade da segurança social para a idade média da população.
 
Faz agora um ano que a APFN, em estudo apresentado, mostrou o total desajuste entre as previsões contempladas no Relatório que serviu de base á última reforma e os dados reais dos primeiros cinco anos posteriores à reforma e que se encontra disponível aqui .

Também o Relatório do Orçamento de Estado de 2012, publicado pelo Governo em Outubro de 2011, reviu em forte baixa as projeções demográficas utilizadas  - vidé aqui , páginas 237 a 239.

A APFN reitera a sua certeza que esta é uma situação que é possível inverter desde que adotadas as necessárias medidas de apoio á família.



Comunicado APFN (Lisboa, 11 de Junho de 2012).

sexta-feira, 8 de junho de 2012

O que é ser família ?

Pergunta de uma criança de 7 anos ao Papa Bento XVI sobre o que é ser família:
P/ - Olá, Papa! Sou Cat Tien, venho do Vietname.
Tenho 7 anos. Gostava muito de saber alguma coisa
da tua família
quando eras pequeno como eu.
R/ - Obrigado, amiga, e obrigado também aos teus
pais.
O ponto essencial para a família era para nós, sempre,
o domingo, mas o domingo começa logo no sábado de
tarde. O meu pai lia as leituras, as leituras do domingo,
num livro muito difundido naquele tempo na Alemanha,
onde também se explicavam os textos.
Depois, em casa era importante, naturalmente, o
almoço juntos. Depois cantávamos muito.
Naturalmente, viajávamos e caminhávamos juntos
Vivíamos em tempos de guerra, antes da ditadura,
e depois na pobreza. Mas o amor mútuo que havia
entre nós, esta alegria também pelas coisas simples
era forte, por isso podiam-se superar e suportar
também essas dificuldades.
Assim crescemos na certeza de que é bom ser um homem,
porque víamos que a bondade de Deus se reflectia nos pais
e nos irmãos.

E, para dizer a verdade, quando procuro imaginar um pouco
mais como é que vai ser o paraíso, parece-me sempre que
será como o tempo da minha juventude e da minha infância.
Nesse sentido, espero "voltar a casa", dirigindo-me para
"a outra parte do mundo".

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Como se repetem abortos em Portugal

TESTEMUNHO DO SITE FÓRUM SAÚDE:
"Boa Noite,
Venho aqui, completamente em lágrimas, desabafar um pouco.
Tenho 24 Anos, e neste momento sou uma jovem aterrorizada, para a qual este "estatuto" não deveria ser utilizado tendo em conta o facto de já não ser novidade para mim uma IVG.
A pouco mais de 5 meses, fiz uma IVG cirúrgica, na Clínica dos Arcos, que felizmente correu bem, a nível físico não existiram sequelas, só mesmo a nível psicológico, e que hoje em dia doem, e com a "descoberta" de hoje ainda mais....
Hoje de manhã, após já algum período de desconfiança, fiz o teste de farmácia (só agora tive possibilidade de pagar um mero teste de gravidez de parafármacia - 7 euros ) e o resultado mais temido surgiu... - POSITIVO. Pensei para comigo, como é possível isto ter acontecido, mas afinal de contas, não é isso que está em questão ( toda a gente sabe como "se faz meninos" ). O que está em questão é como em tão pouco tempo cai no mesmo erro....parece que tudo o que passei não foi nada ( o que é a mais pura das mentiras caramba ). Eu sei, não usei método contraceptivo, só nas primeiras semanas após a IVG, mas eu com contraceptivos orais não me dou bem ( problemas de fígado, tratado com medicação agressiva que foi um dos principais factores de ter optado pela IVG, o feto poderia ter graves mal formações e risco para mim própria); preservativa tenho alergia ao latex, e por fim anel que era o que em norma utilizava, nos últimos meses não tenho possibilidade económica para comprar. Solução pedida a enfª aquando da consulta pré-IVG - implante! Que acabou por não ir para a frente para a real colocação pois essa enfª especialista tinha que pedir autorização ao não sei que do Centro de Saúde e depois ficou doente, de atestado - conclusão - nada de método contraceptivo, só o método do coito interrompido.
Hoje, após a confirmação da suspeita, estando a ter muitas dores e alguma perda, vou ao Hospital, médica quer ver a perdas, faz-me mostrar as perdas - logo o penso nas cuecas, assim de porta aberta, depois segue-se a eco endovaginal também em iguais preparos, confirma-me a gravidez, passa-me a eco para as mãos e vai-se embora. A única coisa que me diz é para ir marcar consulta com o medico de familia e não fazer esforços em pegar em crianças ao colo (trabalho com crianças). Posto isto, vim para casa, mais perdida e baralhada, e querer continuar com esta gravidez, pois tenho muito medo de me submeter a nova IVG, porque adoro crianças ( trabalho com elas e derreto-me a ver bebés e para além do mais já fiz estágio em serviço de puerpério que amei), mas ao mesmo tempo, sei que não posso ( condições de saúde - o tal problema do fígado que posso transmitir ao bebé quer seja pela transmissão vertical mãe filho, quer pela medicação), graves dificuldades financeiras, não poder contar com a minha família, e apesar de ter o meu namorado encantador que me dá apoio e me garante apoio do lado familiar dele, me diz que não é boa altura para sermos pais, pois não o poderemos ser em pleno, ele encontra-se desempregado, com o desejo de continuar estudos ( é mais novo que eu têm 22 anos), já passamos juntos a outra intervenção - tenho medo do que isto vai-me fazer, a mim, a minha relação, a minha sanidade mental. Eu quero muito ser Mãe, mas não assim, a viver com a corda no pescoço, e nem sequer dinheiro tenho para pagar a renda... Tenho tantos medos ( eu em prosseguir esta gravidez perco necessariamente o meu emprego, part time, único sustento da casa)...mas tenho medo em mais uma vez abortar, não puder no futuro cumprir este meu desejo em epóca de maior bonança....tenho medo de me tornar uma pessoa mais amarga...todos os que me acompanharam na anterior IVG, ficaram espantados com a minha leveza de reacção perante tudo o que se passou, mas eu, o que fiz foi construir uma capa que mostrasse ao outros o que "eles queriam ver para não ser preocuparem em delonga", e eu não ser um fardo para eles, mas só eu sei o que passei, e o quanto isso me mudou....

Peço desculpa o testamento, e tanto está ainda por dizer, mas neste momento as lágrimas já não me deixam ver bem o que pretendo escrever....

Beijos e abraços a todas/os..."

Partidos chegam a acordo sobre o testamento vital

Texto prevê, por exemplo, que os doentes terminais possam recusar alimentação artificial, mas em situações muito específicas, como, por exemplo, em casos em que essa alimentação seja inútil ou mesmo uma sobrecarga para o organismo.





O texto final sobre Testamento Vital já está finalizado. Os grupos parlamentares da esquerda à direita chegaram a um consenso e o documento vai ser submetido a discussão e votação na comissão parlamentar de Saúde.
O texto prevê, por exemplo, que os doentes terminais possam recusar alimentação artificial, mas em casos muito específicos, como, por exemplo, casos em que essa alimentação seja inútil ou mesmo uma sobrecarga para o organismo, explica a deputada do CDS, Isabel Galriça Neto, em declarações à Renascença.
“Numa situação terminal, em que o doente está a morrer e que está bastante debilitado, a alimentação artificial pode funcionar como uma sobrecarga para o organismo, pode até ser inútil. A Igreja ou qualquer eticista não impõem castigos às pessoas que estão a falecer por doenças graves e não por falta de alimentação e é neste contexto que as pessoas vão poder dizer que, se estiverem nesta realidade de fim de vida, com uma doença irreversível e se a alimentação artificial representar uma sobrecarga, poderão recusá-la.”
 Isabel Galriça Neto acrescenta que o documento que agora vai seguir para a comissão parlamentar de Saúde não permite de todo a eutanásia.
“Este texto do Testamento Vital alerta que não será aplicado um texto que seja contrário à lei, ao Código Civil ou que contenha medidas que visem a morte deliberada ou encurtar a vida de alguém. Temos que deixar isto bem claro para que se perceba que em nada este texto, de que me orgulho de ter participado e em nome do CDS ter dado o meu contributo, em nada abre as portas à eutanásia”, sublinha a deputada.
A maioria parlamentar entendeu-se com PS, Bloco de Esquerda e PCP para chegar a um tento de consenso alargado sobre esta matéria.

Daqui.

Antes da eutanásia, cuidados paliativos, diz João Lobo Antunes

O neurocirurgião foi um dos que falou no debate “Vivos até morrer” realizado na Universidade Católica.


Sem garantir uma rede de cuidados paliativos não se pode falar em eutanásia em Portugal. O desafio foi lançado pelo neurocirurgião João Lobo Antunes na Universidade Católica, em Lisboa, numa conferência sobre o direito a morrer.
 
“A eutanásia, que mais tarde ou mais cedo acabará por ser regulamentada em Portugal, só faz sentido se nós pudermos garantir a alternativa de um final de vida cuidado na sua dimensão tripla: física, psicológica e espiritual. Enquanto isso não for garantido a todos é um debate prematuro e moralmente injustificado”, disse Lobo Antunes.
 
Um debate com mais recados ao poder político. O testamento vital tem de ser o mais consensual possível e a ética deve ser a chave do debate. “Todos eles contêm elementos muito positivos, a meu ver conciliáveis, apelo sobretudo ao bom senso e à capacidade de criar um documento importante que é uma forma de consentimento informado”.
 
Depois, João Lobo Antunes deixou uma sugestão:  “Devem cobrir apenas não as situações de inconsciência, ou seja, da pessoa não poder decidir porque não está em condições. As outras situações, nomeadamente da deterioração mental e cognitiva dos processos demenciais do Alzheimer, a pessoa pode sobreviver dois, três anos num estado de profunda demência e pode não querer atingir esse patamar. Acho que devia ser coberto um leque mais vasto de situações clínicas”.
 
Ainda nesta sessão, a escritora Lidia Jorge falou da forma como a cultura deve lidar como as questões da vida e da morte: “Uma ética da compaixão e uma ética da inclusão do ser humano daquilo que é a globalidade dos outros, uma noção também de fraternidade”.


Daqui.

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Reportagem RTP sobre aborto em Portugal



Esta reportagem recente da RTP sobre a prática do aborto em Portugal merece-me os seguintes comentários:

1) Praticamente todas as mulheres sentem-se mal pelo que fizeram e quase todas auto-culpabilizam-se. Por isso, a ideia veículada por muitos pro-choice de que uma mulher deve sentir orgulho pelo aborto que faz porque está apenas a dispôr do seu corpo é um verdadeiro engano. Como refere médicas e enfermeiras, a maior parte das mulheres que tomam o comprimido que irá iniciar o fim da vida do filho que trazem no ventre CHORAM e afirmam que sabem que estão a agir mal.

2) Muito chocante o depoimento do pai da criança que acompanha a mãe à clínica abortista de Lisboa que diz não estar disposto a renunciar a certos hábitos que tem só por causa do nascimento do filho- Sem palavras !

3) O Dr Luis Graça, responsável pelo departamento de Obstetrícia e Ginecologia do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, um dos grandes arautos do sim e da liberalização do aborto confessa o seu engano e a sua "perda de inocência" em relação à suposta auto-responsabilização das mulheres que iriam alegadamente recorrer de forma parcimoniosa e prudente ao aborto legal. E, mais, classifica a Clínica dos Arcos não como clínicas médicas mas sim como clínicas de comércio puras.
Não deixa de ser elucidativo que ele próprio

4) Impressionante a frieza como uma médica da Maternidade Alfredor da Costa, uma das líderes do "sim" de 2007 faz abortos, sugando com uma máquina o corpo indefeso do feto, actuando com a maior das naturalidades e risse quando a jornalista a confronta com os casos de grávidas que repetem abortos atrás de abortos, sem manifestar o mínimo de apreensão ou sequer hesitação perante tal monstruosidade em contraste com o depoimento do Dr Carlos Sousa, o único médico do hospital de Faro, responsável pelo extermínio de cerca de 600 vidas humanas que, por várias vezes, engole em seco e mostra algum mal estar pelo que faz, defendendo, ainda embora com alguma timidez, a penalização da mulher que repete abortos, através do recurso às taxas moderadoras.

5) Na reportagem fala-se de, pelo menos, 8 casos de mulheres que já repetiram mais de 10 abortos.

Um pavor não só pela situação em si, mas pelo sofrimento manifestado pela maior parte das mulheres que sofrem e sabem que estão a fazer algo errado, algo do qual se irão arrepender para o resto da vida mas para o qual estão a ser empurradas e coagidas pelo parceiro, pela sociedade, pela família.

Abortos em Portugal

 Em Portugal quase 20 mil mulheres escolhem interromper uma gravidez, todos os anos.
5 mil estão a repetir o aborto, 8 mulheres já fizeram mais de uma dezena.
O tema continua polémico. 5 anos depois do referendo que decidiu a despenalização da IVG até às 10 semanas, a classe médica divide-se e há mesmo quem defenda a cobrança de taxas moderadoras às mulheres que repetem.
Uma equipa de reportagem da RTP, acompanhou consultas de interrupção da gravidez, ouviu as mulheres, profissionais de saúde e foi conhecer a maior clínica privada.: a “Clínica dos Arcos”. 1 em cada 3 abortos realizados em Portugal são feitos nessa clínica, a maior parte deles pagos pelo Estado.
Na “Hora da Escolha” fala ainda do aborto clandestino numa investigação de Rita Ramos e António Antunes com Coordenação de Mafalda Gameiro e Edição de Paulo Nunes

Fonte: RTP

Em resposta por escrito enviada à agência Lusa, o Ministério da Saúde refere que o caso “será objecto de investigação por parte da Inspecção Geral das Actividades da Saúde e terá as devidas consequências”. 

A RTP noticiou hoje que um ginecologista, a prestar serviço na urgência do Centro Hospitalar de Torres Vedras, é suspeito de efectuar abortos ilegais a troco de dinheiro, após a denúncia de uma mulher. 

A televisão pública transmitiu uma conversa mantida no respectivo consultório entre o médico e a jornalista, fazendo-se passar por grávida, no âmbito de uma investigação jornalística. 

Na conversa, o ginecologista informa-a de que a pode ajudar a fazer uma interrupção voluntária da gravidez, caso se desloque à quarta-feira à urgência do hospital e se inscreva para ser assistida sob o pretexto de estar a perder sangue para ser atendida. 

Em troca, o médico pediu entre 350 a 400 euros para efectuar o aborto. 

Contactada pela Lusa, a administração do Centro Hospitalar de Torres Vedras optou pelo silêncio esclarecendo apenas que, após conhecer o que se estava a passar, “procedeu de imediato a averiguações”, que agora prosseguem pela Inspecção Geral das Actividades da Saúde. 

Fonte: Público

Mulher despedida no Reino Unido, por partilhar opiniões sobre aborto com colegas

Uma profissional britânica na área da saúde mental, que foi despedida por "má conduta profissional" após discutir com colegas acerca dos problemas mentais enfrentados por mulheres que abortaram, apresentou uma acção judicial em tribunal, em defesa dos direitos humanos, contra a sua entidade empregadora.

Margaret Forrester alega que o Central & North West London Mental Health Trust violou o seus direitos de liberdade de expressão e religião.

Forrester, uma católica-romana, era uma profissional na área do bem estar psicológico do Sistema Nacional de Saúde. Foi suspensa em Novembro de 2010 depois de ter dito a colegas, numa conversa privada, que estava preocupada com o facto de as mulheres não serem devidamente informadas sobre os perigos do aborto em termos de consequências na saúde mental a longo termo.

Ela mostrou às colegas uma publicação sobre síndroma pós-aborto com o título "Forsaken – Women From Taunton Talk About Abortion” que apresentava testemunhos pessoais de mulheres que sofreram efeitos negativos na sequência do aborto.

Veio a ser convocada para uma reunião com um superior e foi questionada sobre as suas opiniões. Primeiro foi suspensa do seu emprego e depois foi colocada numa secretária sem lhe distribuirem trabalho.A seguir, foi colocada num outro posto de trabalho, sem qualquer relação com o seu perfil profissional, e com responsabilidades abaixo das suas capacidades e competências, que acabou por abandonar devido a stress.

Numa audição disciplinar em Dezembro de 2010 foi avisada de que só poderia continuar a trabalhar se nunca mais falasse sobre as suas convicções sobre aborto e não desse aos colegas materiais com essas linhas sobre o tema.

Claire Murdoch, responsável do Central and North West London NHS Foundation Trust, disse que a publicação que Forrester apresentou mostra uma perspectiva sobre o aborto desequilibrada e ofensiva para o pessoal do NHS. E considerou ainda que aquela publicação inferia que o aborto pode levar ao abuso de alcóol e drogas, pensamentos suicidas e risco acrescido de cancro, o que poderia ser fonte de preocupação e de ofensa para as mulheres que necessitem de abortar e que querem aconselhamento equilibrado e sensível.

Forrester comentou que o facto de não poder ter uma discussão informal com colegas no interesse das pacientes é simplesmente inacreditável e que é incrível ter sido despedida só por ter expressado uma opinião pessoal em privado.

Andrea Minichiello Williams, do Christian Legal Centre, considera que é inaceitável que Forrester tenha sido perseguida por se interessar em auxiliar as pacientes. E acrescenta: "O nível de intolerância na esfera pública, particularmente no sector do emprego público, é profundamente preocupante e sugere que estamos a viver numa sociedade cada vez menos livre". E manifestou a necesidade de lutar contra esta intolerância.

Um porta-voz de Thomas Moore Legal Center disse ao The Telegraph, que a atitude do NHS em relação a Margaret Forrester não é prejudicial só para os seus trabalhadores, mas, ao limitar a liberdade de discussão sobre estas matérias, é também prejudicial para as pacientes, concluindo que se o NHS não permite a discussão sobre os efeitos do aborto entre os seus funcionários, levanta-se a questão: qual é o receio do NHS?

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In LifeSiteNews.com
by Thaddeus Baklinski
Traduzido e resumido por Luís Lopes

terça-feira, 5 de junho de 2012

Alternativas às birras dos pais




Para mais informações consulte aqui

Casamento, para sempre ?


Pergunta ao Papa Bento XVI no encontro Mundial das Famílias:
Somos Fara e Serge, vimos de Madagascar.
Falando do casamento,
há uma palavra que nos
atrai mais do que nenhuma outra e ao mesmo nos assusta:
o "para sempre"



R. - Na Europa, até ao sec. XIX havia um matrimónio dominante:
muitas vezes o casamento era no fundo um contrato entre clãs,
com que se procurava conservar um clã, abrir o futuro, defender
as propriedades, etc. Procurava-se um para o outro em nome do
clã, esperando que se adaptassem um ou outro.


Depois, a partir do século XIX, veio a emancipação do indivíduo,
a liberdade da pessoa, e o casamento deixou de se basear na
vontade dos outros, e passou a assentar na decisão pessoal.
Antes vem o namoro, que depois se converte em noivado,
e posteriormente em casamento.

Nessa época
todos estávamos convencidos de que este era
o único modelo justo e que o amor garantia, por si mesmo,
o "sempre",
porque o amor é absoluto, quer tudo e,
em consequência, também a totalidade do tempo
é "para sempre".

Infelizmente, a realidade não é assim: vê-se que apaixonar-se
é belo, mas talvez nem sempre seja perpétuo,
tal como o sentimento:
não permanece para sempre.


É belo este sentimento de amor, mas deve ser purificado,
deve avançar por um caminho de discernimento, isto é,
nele deve tornar-se presente também a razão e a vontade,
devem unir-se razão, sentimento e vontade.


No rito do matrimónio a Igreja não diz: "estás apaixonado?",
mas "queres?", "estás decidido?". Isto é, o namoro deve
converter-se num amor verdadeiro, envolvendo a vontade
e a razão num caminho que é o do compromisso
, da purificação,
de maior aprofundamento, de tal modo que realmente todo o homem,
com todas as suas capacidades, com o discernimento da razão
e da força de vontade diz: "Sim, esta é a minha vida".

Fonte: Newsletter "É o Carteiro"

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Semana dos bébés, em Olhão, a não perder !




«O Mundo da Minha Família» é o lema da 4.ª Semana do Bebé do Concelho de Olhão, que se realizará entre os dias 3 e 10 de Junho, sendo dirigida à população em geral e também aos profissionais de saúde. A iniciativa inclui, como habitualmente, diversas actividades, como workshops, música, teatro, dança, histórias, desfile de moda (bebés e famílias), um Passeio-Convívio de Bebés e Famílias e um Seminário Técnico que terá a presença da madrinha da Semana, a atriz e apresentadora Adelaide de Sousa.

A comissão organizadora da 4.ª Semana do Bebé é constituída por elementos do Grupo de Apoio à Saúde Mental Infantil (GASMI) da Unidade Funcional de Olhão (ACES Central) da ARS Algarve IP, em colaboração com a Câmara Municipal de Olhão.
O Seminário Técnico decorrerá durante todo o dia 8 de Junho, no Hotel Real Marina, e serão abordados temas como «Parentalidade nos dias de hoje: Tempos de crise ou a crise dos tempos», «Adopção e família», «Vinculação e transgeracionalidade: ditos e não ditos», «Desafios da intervenção familiar: prevenir ou remediar». O programa completo pode ser consultado AQUI. As inscrição são gratuitas.


Contactos:
GASMI Olhao
Telefone: 289700263
Email: gasmi-olh@acescentral.min-saude.pt
De Segunda a Sexta das 9 - 13 e 14 - 17

Remédio atrasa propagação do cancro da mama

Um remédio que injeta uma forte dose de veneno em tumores sem provocar os tradicionais efeitos colaterais pode atrasar o agravamento do cancro da mama e parece conseguir um prolongamento substancial da esperança de vida de acordo com um estudo agora divulgado no jornal "The New York Times"


Ler mais aqui

Fonte: New York Times

Introdução à filosofia para pais e filhos

domingo, 3 de junho de 2012

50º Aniversário da APPACDM

Comemora-se este ano o 50º aniversário da APPACDM, associação de apoio a crianças deficientes.

No âmbito da organização das várias actividades de comemoração dos 50 anos, que podem ser consultadas no site da APPACDM de Lisboa, haverá lugar a uma Exposição de pintura, jornadas temáticas de Associativismo e Voluntariado, uma exposição de fotografia prospectiva dos 50 anos e um jantar de gala.

Inscrições, apoios e patrocínios são bem vindos para esta associação que tem vindo a realizar um excelente trabalho na área do apoio às crianças deficientes do concelho de Lisboa.

Os defeitos e exageros das comissões de proteção de menores


Agora que a presença da Comissão de protecção de crianças e jovens em perigo é já um fato consumado em mais um concelho do Algarve, São Brás de Alportel, gostaria de deixar aqui algumas notas e considerações, tendo por base experiências que tive, nesta área, não só como advogado, mas também no âmbito do meu ativismo social.

Desde já, há que dizer que a existência e finalidades destas comissões é algo altamente meritório e positivo, que a sociedade se organize, para localmente, numa perspetiva de proximidade e subsidariedade, monitorizar a situação de crianças e jovens em risco.Por outro lado, a recente possibilidade de participação às comissões de protecção de menores por parte das Escolas dos casos de demissão das funções de acompanhamento por parte dos pais, definidas no novo Estatuto do Aluno, ainda vem reforçar mais a importância destas comissões.

Há, no entanto, dois perigos a que a actuação destas comissões estam sujeitas, o da sua atuação por excesso e o da sua atuação por defeito.

O perigo de atuação por defeito sucede nos casos de ocorrência de negligência ou ofensa graves à integridade física e psíquica das crianças, sem que a respetiva comissão tenha atuado pronta e eficazmente na sua prevenção de forma a evitar que tais ofensas ocorressem. Sabemos que no passado existiram casos que tiveram um final triste, onde se questionou se a atuação da CPM local não poderia ter sido outra, porventura mais diligente e proativa. São sempre situações desagradáveis, mas nem sempre as CPM conseguem ou podem antever tudo o que de mal poderá acontecer a uma criança ou jovem, sobretudo quando os sinais e indícios de perigo são ténues..

Mas foram precisamente estas situações de atuação por defeito que levaram  algumas CPM’s a cair no extremo oposto de retirar as crianças do seu meio familiar natural num manifesto excesso de zelo e como forma de prevenção extrema.

Há que não esquecer que, por pior que possa ser o enquadramento social e educativo de uns pais, o ambiente familiar natural, é e será sempre o melhor sítio onde uma criança pode estar e tal só assim não sucederá em casos extremos que têm de ser totalmente excecionais em que a integridade física ou psíquica do menor corre um sério risco de ser fortemente afetada. É verdade que muitos pais têm defeitos, podem ser alcóolicos, pobres ou até drogados, podem não ter as competências sociais, formativas e educativas ideais para cumprir as suas funções parentais mas são sempre os pais dessa criança ou jovem. Por isso, por vezes, há que escolher não a solução mais fácil que passaria simplesmente pelo seu internamento numa instituição de acolhimento, mas antes pela solução que, sendo mais difícil de aplicar, será claramente a melhor. Estou-me a referir à importância do apoio, se possível, ao domícilio dos próprios pais, munindo-os e formando-os com vista à atribuição das competências específicas que permitam o melhor cumprimento (ou, pelo menos, menos mau) das suas funções e responsabiliadades parentais.
É chocante verificar os exageros e abusos em que incorrem muitas destas entidades responsáveis pela tutela da integridade dos menores e que são, em toda a linha, altamente reprováveis. Ainda há uns meses atrás uma voluntária numa IPSS contava-me uma destas histórias de arrepiar: Uma mãe de 3 filhos, perfeitamente normal, mas que tinha “o grave defeito de ser pobre”. Por isso, viu os seus filhos serem-lhe retirados, mas como não haviam vagas para os 3 filhos numa mesma instituição, estes foram divididos e distribuídos, em separado, por diferentes instituições afastadas umas das outras. Mas o mais chocante ainda é que se somassemos o valor que o Estado estava a dar a cada instituição pelo acolhimento de cada menor e o entregássemos à dita mãe, esta passaria a ter as condições económicas que estiveram na origem desta situação.

sábado, 2 de junho de 2012

O deslumbramento das coisas simples