O "Centre for Social Justice" estima que 1 milhão de crianças no Reino Unido está a crescer sem a presença do pai.
Estes agregados familiares tornaram-se "desertos de homens" devido aos inúmeros casos de famílias monoparentais sustentadas apenas pela mãe que se estimam estejam a aumentar no Reino Unido a um média de 20.000 novos casos por ano
Um estudo recente promovido pelos professores Danielle DelPriore e Sarah Hill da Universidade do Texas, nos Estados Unidos demonstram que existe uma correlação direta entre a ausência do pai e a ocorrência de relações de curta duração por parte de raparigas que cresceram nesses ambientes.
O estudo denominado 'The Effects of Paternal Disengagement on Women's Sexual Decision Making: an Experimental Approach' demonstra que as raparigas que cresceram em lares que se caracterizam pela ausência do pai ou por uma presença parental muito de muito baixa qualidade, aceleram o desenvolvimento da puberdade, o início prematuro da vida sexual, a gravidez precoce, uma maior promiscuidade sexual, um maior risco na ocorrência de relações sexuais não protegidas e um maior risco de divórcio em comparação com situações em que raparigas cresceram em ambientes familiares bi-parentais.
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Os autores do estudo, porém, verificaram que no caso da ausência do pai por motivo de óbito, os mesmos efeitos nas filhas não se verificam de forma tão evidente.
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Os autores do estudo, porém, verificaram que no caso da ausência do pai por motivo de óbito, os mesmos efeitos nas filhas não se verificam de forma tão evidente.
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