Há muito apoio moral, mas isso não basta: “não é só estar aqui a dizer às grávidas para não abortarem, temos de nos preocupar com os problemas delas e dar apoio. Vão a um médico nosso amigo que as vê a custo zero do princípio ao fim da gravidez. Ajuda-se com enxovais, fraldas, processos de legalização, porque há pessoas que vêm aqui em situações muito complicadas.”
Em tempo de crise a tentação de resolver gravidezes inesperadas recorrendo ao aborto pode ser grande, mas é um erro, considera:
Em tempo de crise a tentação de resolver gravidezes inesperadas recorrendo ao aborto pode ser grande, mas é um erro, considera:
“As pessoas pensam que vêm aqui e depois de abortarem voltam a ser quem eram antes, porque já resolveram o problema, tiraram aquilo que as incomodava. Mas uma mulher, depois de engravidar nunca mais volta a ser a mesma, quer tenha um bebé, porque nos tornamos mães de um filho, quer não deixemos a criança nascer. Embora venha aqui e aparentemente possa sair com alívio, a angústia vai depois ser muito maior.”
Fonte: Rádio Renascença
Fonte: Rádio Renascença

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