Facilitismo, falta de higiene e de respeito pela privacidade das mulheres. Estas são algumas conclusões de uma investigação às entidades onde se fazem Interrupções Voluntárias da Gravidez
Quatro anos depois da aprovação da lei que despenaliza o aborto em Portugal, uma investigação da Inspecção Geral das Actividades em Saúde (IGAS) concluiu que uma parte das mulheres que decidem interromper a gravidez até Junho de 2010 fê-lo com riscos para a sua saúde.
Quatro anos depois da aprovação da lei que despenaliza o aborto em Portugal, uma investigação da Inspecção Geral das Actividades em Saúde (IGAS) concluiu que uma parte das mulheres que decidem interromper a gravidez até Junho de 2010 fê-lo com riscos para a sua saúde.
Fonte: Sábado
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