O Procurador da República, Pinto Monteiro, pretende que o assunto da proibição de adopção por casais gays fique mais clarificado.
Por sua vez, o meu bastonário, Marinho Pinto proferiu as seguintes declarações:
Quanto aos modelos familiares que da nova lei possam surgir, Marinho Pinto sublinhou que, em oposição ao que acontece com o casamento, enquanto instituição, «na família natural, nada é permitido, porque foi a natureza que organizou as coisas assim».
«Uma criança cuja vida foi atingida por uma tragédia que lhe destruiu a família, tem direito a ter uma família o mais próximo possível da sua família natural, e não um homem a fazer de mãe ou uma mulher a fazer de pai», reforçou.
«Acho que não deve ser permitida a adopção a casais homossexuais, como não deveria ser permitida a adopção monoparental», acrescentou.
«Uma criança cuja vida foi atingida por uma tragédia que lhe destruiu a família, tem direito a ter uma família o mais próximo possível da sua família natural, e não um homem a fazer de mãe ou uma mulher a fazer de pai», reforçou.
«Acho que não deve ser permitida a adopção a casais homossexuais, como não deveria ser permitida a adopção monoparental», acrescentou.
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