
Para esta senhora, a gravidez é “involuntary servitude” because it “requires a woman to provide continuous physical service to the fetus in order to further the state’s asserted interest [in the life of the unborn].”
Ou traduzindo:
A gravidez é um acto de escravidão involuntário porque obriga a mulher a ter que prestar um serviço continuo ao feto de forma a salvaguardar o interesse do Estado na defesa da vida do não nascido.
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