quinta-feira, 30 de abril de 2009
Requerimento para obtenção de subsídios de apoio à parentalidade
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Membros de uma Unidade terrorista das SS encontrados
Sobre a recente campanha da APF
segunda-feira, 27 de abril de 2009
domingo, 26 de abril de 2009
Estilos de vida saudável com leitura
Apostar apenas no preservativo não é o melhor remédio
Maria Eugénia Saraiva
Presidente da Liga Portuguesa Contra a Sida
Daqui
sexta-feira, 24 de abril de 2009
quinta-feira, 23 de abril de 2009
O escândalo de Notre Dame
De facto, já há muitos anos que várias Universidades Católicas norte-americanas se afastaram da linha doutrinal ortodoxa, promovendo inclusive experiências e investigações contrárias à própria teologia moral católica.
Já isso é chocante, mas agora ainda foram mais longe, para além de concordarem em tapar o nome de "Jesus Cristo" para não desviar as atenções de Obama , agora um tal de Padre Jenkins, reitor da Universidade de Notre Dame, resolveu convidar Obama, um pró-abortista confesso e adepto do aborto em fase terminal de gravidez, para discursar no início do ano académico e, não contente com isso, ainda o irá condecorar .
Para estes académicos "católicos" fica bem ir na onda da Obamania e, quiçá, até ganhar benesses com isso. Para eles dedico-lhes este excerto do filme "A man for all seasons".
II Congresso das Famílias Numerosas

No âmbito do X aniversário da APFN, que hoje se celebra, convidam-se as famílias portuguesas, numerosas ou não, a participar no II Congresso das Famílias Numerosas, sob o lema "Famílias Numerosas - A garantia de Futuro", que se realiza nos próximos dias 23 e 24 de Maio de acordo com o programa que se anexa.
Para tal, poderão inscrever-se em http://www.apfn.com.pt/IICFN.
A fim de permitir a participação de famílias de fora da zona de Lisboa, existem preços muito especiais para dormidas.
Este Congresso conta com o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República.
22 de Abril de 2009
APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas
Rua José Calheiros,15
1400-229 Lisboa
Tel: 217 552 603 - 919 259 666 - 917 219 197
Fax: 217 552 604
Parabéns APFN!!!
APFN
Associação Portuguesa de Famílias Numerosas
Somos um grupo de casais, com três ou mais filhos
Acreditamos nos valores da família
Defendemos o direito à vida desde a sua concepção
Sentimos a necessidade de apoiar as famílias numerosas.
À semelhança do que já acontece noutros países europeus, criámos uma Associação, de âmbito nacional, para defesa dos direitos naturais, próprios e legítimos das famílias numerosas.
Esta Associação, criada no dia 22 de Abril de 1999 no âmbito do D/L 268/98, obteve, no dia 3 de Outubro de 2003 o estatuto de "Associação de Família de Representatividade Genérica" - Lei 9/97, de 12 de Maio.
Os principais objectivos desta Associação são:
Defesa dos legítimos interesses das famílias numerosas, designadamente em matéria fiscal, de habitação, saúde e educação;
Promoção de acções de solidariedade e apoio mútuo entre famílias numerosas;
Obtenção de facilidades e descontos para os associados;
Desenvolvimento de iniciativas de carácter sócio-cultural e de divulgação dos valores da família.
Para mais detalhes, é favor consultar os nossos Estatutos e a lista dos órgãos sociais.
Quais as nossas principais acções:
Elaborámos os Estatutos, que incorporam alguma experiência recolhida em Associações congéneres de países europeus, com quem já estamos em contacto.
Obtivemos a legalização da Associação, tendo a Escritura sido efectuada no dia 22 de Abril.
Selecção de filmes editados recentemente em DVD, de que há crítica bem feita!
Assinado por Aceprensa Data: 21 Abril 2009
A Turma
Magnífico filme sobre educação, Palma de Ouro de Cannes, 2008. Nomeado para Óscar em 2009 (melhor filme de língua estrangeira) Baseia-se no livro Entre les murs, onde o professor François Bégaudeau conta a sua experiência profissional. Ele próprio é co-guionista e intérprete do papel do professor.
Austrália
Um filme"como os de antigamente". O realizador australiano suspende as suas experiências modernas e oferece-nos um canto de amor ao seu país, numa apaixonada história romântica.
Bolt
Excelente filme com um argumento cheio de surpresas e uma extraordinária técnica de animação num projecto a 3D da Disney.
Crepúsculo
Adaptação ao cinema do romance de Stephenie Meyer. Embora fraco, o romance deu para fazer um filme convencional, com um insistente tom sensual doentio, pela confusão constante entre o desejo de sangue e o desejo sexual, que se manifesta sobretudo nas obras posteriores. E isto atrai muita gente.
Destruir Depois de Ler
Os irmãos Coen retratam um grupo de perdedores medíocres... Com esta base criam uma série de situações divertidas e algumas passagens de humor barato. Um elenco excelente, com actores que parecem divertidos a fazer um filme sem grandes pretensões e uma crítica vulgar a certas atitudes contemporâneas.
Em Bruges
É a primeira longa-metragem de McDonagh que não deixa de seguir a mesma linha dos filmes anteriores. Conta com pessoas de grande profissionalismo e não cai no "pack" de turismo urbano.
High School Musical 3 - Último ano
007- Quantum of Solace
Aceprensa
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Portugal Pro-vida levanta petição na AR em sinal de protesto
Aborto e assassinato

Nova lei, afinal, não acabou com o aborto clandestino
Daqui
terça-feira, 21 de abril de 2009
What the world needs now
What the world needs now is love, sweet love
It's the only thing that there's just too little of
What the world needs now is love, sweet love,
No not just for some but for everyone.
Lord, we don't need another mountain,
There are mountains and hillsides enough to climb
There are oceans and rivers enough to cross,
Enough to last till the end of time.
What the world needs now is love, sweet love
It's the only thing that there's just too little of
What the world needs now is love, sweet love,
No, not just for some but for everyone.
Lord, we don't need another meadow
There are cornfields and wheat fields enough to grow
There are sunbeams and moonbeams enough to shine
Oh listen, lord, if you want to know.
What the world needs now is love, sweet love
It's the only thing that there's just too little of
What the world needs now is love, sweet love,
No, not just for some but for everyone.
No, not just for some, oh, but just for everyone.
"What the World Needs Now Is Love" is a 1965 popular song with lyrics by Hal David and music composed by Burt Bacharach. It was first recorded, and made popular by Jackie DeShannon. It was released on
It has been recorded or performed live by over a hundred artists, notably Dionne Warwick, The Staple Singers, Judy Garland, Wynonna Judd, The Supremes, McCoy Tyner, Barry Manilow, Ed Ames, Steve Tyrell, Luther Vandross, Andrea Ross, and Aimee Man.
Filme "Bella"
O preço dos bilhetes informou-nos a Lusomundo que será de 4.40euros
Podem fazer as vossas reservas para este email (pimentel.calderon@gmail.com) ou para inesforero@yahoo.com, ou então para os seguintes telemóveis:
Inês Forero-918737207
Paula Pimentel Calderon- 917728789
A seguir a esta sessão já não organizaremos mais nenhuma do género ( mas com todo o gosto daremos os contactos da Lusomundo a quem quiser organizar outra semelhante), mas estamos em negociações para que após terem constatado o êxito da primeira sessão e esperemos que tambem da segunda,os responsáveis da Lusomundo se decidam a voltar a pôr o filme nas salas de cinema, desta vez dando-lhe a publicidade devida para que muitas pessoas tenham oportunidade de receber esta mensagem tão positiva.
Se conhecerem alguém em algum meio de comunicação social poderiam fazer o favor de enviar este email, para que o anuncio possa chegar a mais pessoas.
Quanto à idade, e dependendo da maturidade penso que a partir dos 12 anos não há nenhum problema em assistir ao filme.
Muito Obrigada e até segunda -- Paula Pimentel Calderón
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Ler livros na internet
domingo, 19 de abril de 2009
sábado, 18 de abril de 2009
Enfraquecimento dos laços familiares agrava crise económica
Fracasso escolar com nota masculina
¿Vamos a un modelo de pareja común en la que el varón es manifiestamente más iletrado que la mujer? Porque en la educación, el sexo débil es claramente el masculino. "Hay chavalas con una capacidad impresionante; sacan unas notas excelentes, hacen montones de extraescolares: ballet, deporte, piano, militan en una ONG y encima, ayudan en su casa", se admira Matamala. Las chicas lo hacen ya mejor en los primeros años de escolarización y ese rendimiento diferencial superior se mantiene, con altibajos, a lo largo del recorrido educativo hasta desembocar en la Universidad. En los últimos años, el porcentaje de licenciaturas universitarias conseguido por las mujeres se sitúa en torno al 61%. Y eso, pese a que las chicas continúan estando más retrasadas en las asignaturas de matemáticas y física y que, por lo mismo, siguen mostrándose reticentes ante las carreras científico-técnicas. La directora del Instituto de la Mujer, Rosa Perís, achaca a razones culturales esa pobre representación femenina, cercana al 30%.
"Las carreras técnicas les dan miedo porque ellas son muy prácticas y buscan salidas profesionales más compatibles con el proyecto de fundar una familia, tener hijos...", explica, a su vez, el profesor de la Universidad Complutense de Madrid, Antonio García Martínez. Según eso, el estancamiento en el número de catedráticas y de personal docente femenino universitario (36,1%) y la falta de correspondencia entre la superior formación de las mujeres y su lugar en el mercado laboral tiene que ver con su voluntad de procrear, una suerte de "mandato de género" que trunca, a menudo, trayectorias profesionales brillantes. La discusión está en si el denominado "techo de cristal" (expresión que designa los obstáculos supuestamente invisibles que impiden a las mujeres ocupar puestos de responsabilidad para los que están preparadas) depende sólo de factores culturales o influyen también elementos biológicos. En cualquier caso, la conciliación entre la vida laboral y familiar se revela como una necesidad urgente, puesto que ningún país -no, desde luego, España-, puede permitirse el lujo de prescindir de la riqueza potencial que conlleva la formación de las mujeres.
La variable de género ha sido poco utilizada en la investigación estadística oficial, aunque pocos directores de centros de enseñanza dudan, a estas alturas, de la significación de las diferencias entre el comportamiento educativo masculino y femenino. A falta de datos oficiales y sin pretensiones científicas mayores, algunos pedagogos han optado por confeccionar sus particulares estadísticas para poder calibrar el alcance del fenómeno, siquiera en el plano doméstico. La de Matamala, que cubre los cuatro cursos de la ESO y los dos de Bachillerato, muestra que en los seis ejercicios académicos el número de varones suspendidos en más de tres asignaturas superó siempre al de las chicas. Los propios estudios del Ministerio de Educación establecen que entre los estudiantes que acaban la ESO el porcentaje de varones repetidores (49%) dobla, prácticamente, al de las mujeres (26%).
Pero es que, además, los premios extraordinarios por rendimiento académico o esfuerzo personal pertenecen a las mujeres de forma tan abrumadora que, en algunos centros, se priman los méritos masculinos para evitar que los varones se sientan convidados de piedra en la fiesta. En la práctica, la "discriminación positiva" lleva tiempo ejerciéndose en determinadas universidades privadas que buscan asegurar un cierto equilibrio de matrículas masculinas y femeninas. "Sé de una universidad, cuyo nombre no diré, en el que las mujeres necesitan medio punto más de nota media para poder ser admitidas", indica un profesor. Aunque, por lo general, las diferencias se recortan en el Bachillerato -en la etapa en la que los asuntos amorosos ocupan buena parte del universo mental femenino y los chicos reaccionan con una mejor disposición para el estudio-, el retraso no termina nunca de enjugarse totalmente a efectos de la mayoría estadística. De hecho, el reparto más equitativo de los suspensos no permite recuperar todo lo perdido, ni deshacer la ventajosa posición que ocupan las mujeres en la franja de los sobresalientes y notables. El porcentaje de chicas que se gradúan en la enseñanza posobligatoria (Bachillerato, en la rama académica) supera en 12 puntos al de los hombres. El 58,25 % de los alumnos que se matricularon en la Universidad en 2007 fueron mujeres.
¿Qué está pasando para que este fenómeno, generalizado dentro del mundo desarrollado, se produzca en nuestro país de forma bastante más acusada? Aceptado que el nivel de inteligencia es igual entre los sexos y que la escuela tiene vocación igualitaria (a diferencia en, muchos casos, de la familia y del mercado de trabajo) las explicaciones se centran, sobre todo, en la más temprana maduración psíquica y física de las mujeres. "No se puede generalizar, pero a ciertas edades, las chicas son más espabiladas", sostiene Dolores Villalba, directora de un colegio público de Primaria en Vallecas (Madrid). "Maduran antes, son más constantes y estudiosas", apunta, a su vez, Juan José Nieto, director de un instituto de Secundaria.
Encuestas llevadas a cabo en una serie de institutos muestran que en la ESO y el Bachillerato los chicos estudian una media de tres horas semanales, mientras que las chicas dedican a esa tarea alrededor de ocho. A la vista de estos datos, está claro que demasiados niños pasan demasiado tiempo con los videojuegos y matan las horas ante el televisor en lugar de hacer sus deberes y también que las chicas trabajan y se esfuerzan más. "Ellas son más aplicadas porque también son más conscientes de la importancia de la educación. Hay que tener en cuenta que en los niveles de formación bajo la tasa de paro femenino es muy superior", subraya la directora del Instituto de la Mujer. También se implican más en la clase. "De ocho manos que se levantan para formular una pregunta académica, siete son chicas", comenta Matamala.
Y eso, por no hablar del comportamiento masculino en esas edades en las que la testosterona desbocada causa estragos. Los estudios del colegio Montessori y la experiencia de otros centros muestran que más del 80% de los alumnos conflictivos suelen ser chicos. Ellos acaparan los partes de incidencia y las expulsiones, protagonizan la gran mayoría de los actos de indisciplina y las agresiones. En contraste con esa característica física, algunos pedagogos detectan entre las chicas una "agresividad psicológica alta" de efecto igualmente pernicioso. La expresión "son un horror", referida a los niños, más indisciplinados, desordenados, inconstantes, se escucha, sobre todo, en Primaria de boca de un profesorado abrumadoramente femenino. De ahí, que, especialistas como el propio Matamala, propugnen reequilibrar la composición por sexos del profesorado. "Hay profesoras que como no logran entender los comportamientos de los niños varones corren el riesgo de incurrir en falta de empatía", señala.
Lo que parece claro es que el dominio temprano de la lectura y la escritura -de acuerdo con una serie de informes, en estas materias, las mujeres llegan a acumular una ventaja de hasta año y medio-, contribuye poderosamente al mejor rendimiento continuado. Según el Informe PISA 2006, las alumnas españolas aventajan en 35 puntos a los chicos en el área de escritura, lengua y comprensión lectora, frente a los nueve puntos de retraso que arrastran en matemáticas.
"Nuestro sistema educativo está en crisis, sobre todo, porque aplicamos la misma metodología a chicos y chicas sin tener en cuenta sus notables diferencias biológicas, el dimorfismo cerebral que explica sus distintos comportamientos", sostiene la profesora de derecho administrativo de la Universidad Carlos III, de Madrid, María Calvo Charro, autora de numerosos trabajos sobre la educación. A su juicio, "las chicas se adaptan mejor al sistema gracias a su precocidad en el habla y la escritura, mientras que los chicos adquieren mayor facilidad para el pensamiento lógico matemático y el razonamiento abstracto".
Madre de dos chicas y dos chicos y presidenta en España de la Asociación Europea para la Educación Diferenciada, Calvo Charro sostiene que la educación mixta de aplicación metodológica común ha dejado de tener sentido, a la luz de la experiencia y de los actuales conocimientos científicos.
"Hay múltiples y crecientes ejemplos en Estados Unidos, Australia y Europa que demuestran", subraya, "que aplicar a los chicos y chicas metodologías y ritmos diferentes contribuye a mejorar sus rendimientos escolares. En la educación diferenciada o especializada por sexos como le llamamos, las muchachas están más centradas y tranquilas, menos pendientes de los chicos". Asegura que ellas mejoran en matemáticas y física y los chavales, que, a su juicio, precisan un ambiente más competitivo y disciplinado, progresan en lenguaje. "Veo ventajas y ningún inconveniente. No es una cosa de la derechona, no se trata de volver a segregar a los sexos; es una cuestión de eficacia, chicos y chicas pueden seguir conviviendo en la escuela y compartiendo otras clases", aclara.
(...)
Piensa que los palos que bloquean la rueda del sistema educativo son también el bombardeo televisivo de la violencia, el abandono de valores como el esfuerzo y el machismo todavía latente en tantos hogares españoles. La pregunta sigue siendo: "¿Qué hacer?".
sexta-feira, 17 de abril de 2009
DINÂMICAS PARA CASADOS,DIVORCIADOS E VIÚVOS

PARTICIPE!!!Por favor esteja atento, ao prazo limite das inscrições que é muito importante para a organização do almoço, impressão de materiais, organização das DINÃMICAS, etc.Será um dia diferente, em que estaremos juntos, das 9h00 ás 17h30.Um dia de afectos e aceitação.Para qualquer esclarecimento, estamos ao seu dispôr.
Estrada de Polima nº 609
S. Domingos de Rana
2785-303
Telemóvel 934693319
quinta-feira, 16 de abril de 2009
A ética do direito à escolha versus ética da liberdade responsável
I don’t have a policy recommendation here. I don’t suggest that we stop upholding personal freedom and distributed decision-making networks, nor is it possible to summon up a set of social stigmas from no where. But I do think that it’s important that, even while opposing top down solutions to social and political problems, we make sure that we don’t applaud choice simply because we uphold freedom. Somehow we must build a set of social judgments and stigmas such that we encourage people to use their freedom rightly. Otherwise we simply open the way for collectivist solutions which will try to use the blunt force of the law to regulate the most minute every-day decisions
Blog denuncia distribuição de preservativos a alunos de 12 anos
Seleccione com cuidado o que vê, ouve e lê

Dia Nacional da Adopção II
Mas, este blogue é apartidário e esta iniciativa é claramente, a meu ver, muito, muito positiva.
P.S.: É claro que por detrás desta nobre iniciativa está também subjacente o interesse velado do Bloco de Esquerda de alargar a adopção aos casais de homossexuais, embora isso não seja expressamente referido nesta intervenção de Luis Fazenda.
De qualquer forma, são tão poucos os que chamam à atenção da adopção (e direi eu da adopção como alternativa ao aborto) que não posso deixar de destacar esta iniciativa.
Dia Nacional da adopção
A ideia foi proposta pela Associação Bem Me Queres que, de acordo com a presidente Cristina Henriques, não defende mudanças na lei mas sim que ela seja aplicada.
«Não consideramos que a lei seja má, é preciso é cumpri-la», afirmou.
Cristina Henriques pede, por exemplo um maior empenho por parte da Segurança Social.
«A Segurança Social precisa de trabalhar mais no sentido de se encontrar candidatos para estas crianças», acrescentou.
Se a ideia for aprovada pelos deputados, a Associação Bem Me Queres defende que o Dia Nacional da Adopção de Crianças seja celebrado a 10 de Maio.
quarta-feira, 15 de abril de 2009
Células estaminais adultas melhor do que as embrionárias
Num debate em que estavam presentes o médico comentador residente, Dr. Mehmet Oz, e o rosto da causa da doença de Parkinson Michael J. Fox, o Dr. Oz disse que "o debate sobre as células estaminais morreu".
"O que vou dizer é um pouco provocador... O que eu penso, Oprah, é que o debate sobre as células estaminais morreu, e explico porquê... O problema com as células estaminais embrionárias é que essas células estaminais embrionárias provêm de embriões, tal como todos nós viemos de embriões, e essas células podem tornar-se uma célula qualquer no corpo. Mas é muito difícil controlá-las e por isso elas podem transformar-se em células cancerígenas.
"Mas enquanto andávamos a lutar à volta do assunto - luta que desacelerou a investigação - aconteceu uma enorme quantidade de mudanças. Só no último ano fizemos uns 10 anos de avanços. Chegámos onde nunca pensámos chegar. E a coisa é assim.
Eu posso pegar num bocadinho da tua pele, tiro umas células, faço-as recuar no tempo, de modo a serem como foram quando foste concebida, e então elas começam a fabricar a tal dopamina. Eu penso que essas células, porque não são susceptíveis de se transformarem em cancro e porque são dos teus genes, vão ser as que irão ser usadas para curar a doença de Parkinson.
"Ninguém pode dizer quanto tempo vamos demorar até conseguir, mas falei com muitos especialistas nesta matéria, e penso que em poucos anos teremos grandes novidades para a saúde dos doentes de Parkinson, e também para os diabéticos, as vítima de ataques cardíacos... Podem ser ainda 8 ou 9 anos, mas será durante a nossa vida e isso é fascinante para todos nós na medicina.
Dr Mehmet Oz é professor e vice-director de Cirurgia na Columbia University, director do Instituto Cardiovascular e fundador e director do Programa de Medicina Complementar no Hospital Presbiteriano de Nova Iorque ~ Oprah Winfrey
O bom exemplo do homem mais idoso de Espanha
- De dónde saca tanta energía ?
- Procuro hacer las cosas bien, rodearme de mi familia y amigos y aprovechar cada minuto de la vida, sin entretenerme en las tonterías porque es verdad que el tiempo corre muy deprisa
(...)
- Más de un siglo da para mucho, pero tendrá en su memoria momentos especialmente maravillosos.
-Si se quitan los malos, todos los demás son buenos... Aunque especialmente yo me quedaría con el nacimiento de un bebé.
Entrevista daqui
Opções de Educação sexual: O caso da Carolina do Norte
Em Portugal, para além da questão dos conteúdos programáticos, a discussão centra-se sobretudo na autorização dos pais à participação dos filhos nessas aulas.
Nos EUA, a discussão tem sido feito entre 2 opções: Educação Sexual limitando-se a explicar os métodos contraceptivos e a defesa da saúde ou promoção da abstinência sexual.
Em Portugal, ainda ninguém teve a coragem de propor que as escolas privadas que assim o entendam, e com o prévio consentimento dos pais, possam promover na área ou disciplina de educação sexual a abstinência sexual.
O estado da Carolina do Norte resolveu o problema dando a opção aos pais de escolher entre um curriculum pró-abstinência e um curriculum pró mera explicação e prevenção da sexualidade humana.
A questão, a meu ver, é mais complexa.
O ideal seria que a ES fosse dada pelos pais, em casa mas como isso em muitos casos não acontece, há que arranjar alternativas viáveis na escola e se há não acordo quanto ao conteúdo da programação uma vez que os gays e esquerdistas puxam para um lado e os "conservadores" puxam para o outro, então, que se arranje um meio-termo que a todos agrade.
O problema está depois na pessoa que irá coordenar a ES nas escolas que poderá desvirtuar ou influenciar a tendência dos programas.
CNE e Comissão Episcopal da Educação Cristã contra Educação Sexual do PS

terça-feira, 14 de abril de 2009
Agradecimento
Caro(a) Amigo (a),
Volvido algum tempo sobre o 1.º Congresso Nacional da Maternidade, cabe-nos agora agradecer a todos os que o tornaram possível.
Foi com muito gosto e entusiasmo que o organizamos. Mas foi também com redobrado gosto que vimos a adesão que o mesmo colheu e a forma empenhada como Congressistas e Oradores aceitaram este desafio.
O Congresso teve cerca de 500 Congressistas, vindos de Norte a Sul do país, de todas as classes sociais, religiosos e laicos, políticos e cidadãos anónimos, de diversas profissões e muitos foram os que nestes dias tiveram palavras de entusiasmo.
A todos o nosso muito obrigado.
Os textos do Congresso serão, em breve, disponibilizados no site da Federação Portuguesa pela Vida.
Estamos na expectativa dos frutos futuros. E, prometemos continuar a trabalhar em prol da cultura da Vida e do Amor.
Com um grande obrigado,
Isilda Pegado
(Presidente da Federação Portuguesa pela Vida)
Margarida de Lancastre
(Directora de AAHA - Museu das Crianças)
segunda-feira, 13 de abril de 2009
O Aqui

Dias 16 e 17 de Abril a Companhia Integrada Multidisciplinar (CIM) apresenta o espectáculo “O Aqui”, no Teatro Camões.
Adopção: Números em Portugal e casos de rejeição
O cruzamento de dados das listas nacionais de adopção, em funcionamento desde 1 de Junho de 2006, permite apurar com regularidade a situação da adopção em Portugal. Últimos dados do Instituto da Segurança Social até Março de 2009.
11 mil crianças vivem em instituições em Portugal
2.541 candidatos seleccionados querem adoptar
2.466 aguardam resposta
2.154 crianças em situação de adoptabilidade
811 já com a adopção decretada
626 estão em fase de pré-adopção
554 aguardam proposta de candidato
101 estão em vias de integração no seio familiar
34 estão com alteração do projecto de vida
A caminho de Caná
sábado, 11 de abril de 2009
Testemunho de vida: Christopher John Nolan
Unable to talk, walk or use his hands, he was confined to a wheelchair -- but his intellect was unimpaired. He wrote by using a special keyboard; to help him type, his mother often held his head in her cupped hands while he painstakingly picked out each word, letter by letter, with the aid of a rod, or "unicorn stick", attached to a headband which allowed him slowly to tap out words on a typewriter.
The courage and willpower he displayed in these circumstances was astonishing. In 1987, when he was 21, he published an autobiographical novel, Under the Eye of the Clock, which won the Whitbread Award. The book employed the character of a young man called Joseph Mehan to present Nolan's own struggle with disability. An introduction by Professor John Carey, Merton Professor of English Literature at Oxford, praised the author's sense of language, "expanding beyond its own boundaries, and beyond our reach".
When he won the Whitbread, Nolan's acceptance speech was read by his mother, Bernadette. "I want to shout with joy. My heart is full of gratitude," Nolan said. "Imagine, if you will, what I would have missed if the doctors had not revived me. Can it be right for man to turn on his handicapped brother and silence him before he can ever draw breath?"
He went on: "History is now in the making. Tonight, crippled man is taking his place on the world's literary stage."
Christopher John Nolan was born on September 6, 1965, at Mullingar, Co Westmeath, in Ireland. His family were small farmers, although his father, Joseph, also worked as a psychiatric nurse.
When Christy was six, his mother was told by a doctor that he had the brain of a baby, but a subsequent test found he was of exceptional intelligence.
The Nolans decided to sell up and move to Dublin so that he could attend the Central Remedial Clinic School there. When he was 11, he was given access to a new drug, Lioresal, which helped him gain some control over his head and neck, allowing him to use a typewriter with a head stick. For the first time in his life, he was able to communicate with words, and in a letter to his aunt and uncle he wrote: "I bet you never thought you would be hearing from me! To think that I would be able to write to you was beyond my wildest dreams."
In 1980, aged 14, he published his first book, a volume of poetry called A Damburst of Dreams, and, from Mount Temple Comprehensive School, he won a place to read English at Trinity College, Dublin.
The arduousness of taking a degree course with his disabilities, however, convinced him to leave without completing his degree; instead he concentrated on writing Under the Eye of the Clock.
Winning the £20,000 Whitbread Award enabled Christy to fulfil a long-held ambition. "He wanted to move to a place with a view," his mother said. "When he wrote his autobiography we lived in Clontarf. If you looked out the back door you saw a shed. If you looked out the front you saw some traffic." With the success of Under the Eye of the Clock, the family could buy a cottage in Dublin with views over the bay and towards the distant mountains.
Nolan now embarked on his novel The Banyan Tree. Published in 1999, it runs to 120,000 words and took him 11 years to write.
On one occasion, finding himself dissatisfied with the direction of the plot, he jettisoned 35 pages of text -- a brave decision, given that his pace of writing was such that he was lucky if he completed a couple of pages a day.
The book tells the story of an Irish rural shopkeeper's daughter, Minnie O'Brien, and her family and covers a period from the 1920s to the 1980s.
This was new territory for the author, who said: "My characters were able-bodied, voice-gifted and female. I knew I could do it, but it was hard trying to get inside the mind of a young girl, then grow old with her."
Ion Trewin, now administrator of the Booker Prize, said on the publication of The Banyan Tree: "The book is extraordinary -- a wonderful story, beautifully told. It is Joycean in its quality. When you think of Christy's disabilities, it is an even more remarkable work. But the novel is a tremendous piece of writing by any standards."
Nolan himself explained the difficult process of writing as follows: "My mind is just like a spin-dryer at full speed; my thoughts fly around my skull while millions of beautiful words cascade down into my lap. Images gunfire across my consciousness. Try, then, to imagine how frustrating it is to give expression to that avalanche in efforts of one great nod after another."
So gruelling was the process that, when he was six years into the novel, Nolan's mother suggested he give it up: "I got fed up and said to him 'Please stop. This is ridiculous, Christy, we're none of us having any kind of life'. I told him no one would criticise him for not finishing the book. I will never forget the look he gave me. I could see that he was horrified that I should even suggest giving up. He was hurt and shocked. It was just one look, but it told me everything I needed to know."
Nolan, and his mother, persevered. "Sometimes he'd go at it from 11am to 8pm," she recalled. "At other times, he would start, then shake his head when the inspiration wasn't coming. He never really knows until he gets the headgear on. But when the mood takes him, it is as if time stands still."
With the exception of email, which allowed Nolan to communicate more freely than before, the technological developments of recent years were of little help to him: his keyboard touch was too heavy, and, besides, he enjoyed the sound and rhythm of the typewriter.
In 1988, Nolan wrote (with the theatre director Michael Scott) Torchlight And Laser Beams, a stage version of Under the Eye of the Clock that was taken to the Edinburgh Festival. At the time of his death, he was working on another novel, A Dream Awakening, which remains unfinished.
Both U2 and REM have penned songs inspired by Christy, and he also won a number of national and international awards including the Medal of Excellence from the United Nation's Society of Writers in the US, and in 1991 he was awarded an Honorary Doctorate of Letters by Lancaster University
He was Person of the Year at home in Ireland in 1988 and was awarded the Sunday Independent-Irish Life Arts Award for Literature
Christy Nolan is survived by the devoted family who looked after him throughout his life: his father, Joseph, his mother, Bernadette, and his sister, Yvonne.
Dê-nos o seu testemunho de voluntário/a!
Mimados pela Vida somos todos nós enquanto Voluntários, que de uma ou outra forma, estamos constantemente a ser "bombardeados com mimos" no desempenho das nossas das funções.
Os Mimados pela Vida
Educação para a Sexualidade: a ditadura da maioria
Com a aprovação, pela maioria parlamentar, do projecto de lei relativo à aplicação da educação sexual em meio escolar, estamos perante um caso gritante de ditadura da maioria e de utilização do Estado para propagar uma doutrina particular.
1) Escolas privadas frequentadas gratuitamente por um número de alunos determinado pelo Ministério de Educação, contra pagamento de um montante por aluno fixado anualmente.
Fonte: Público, via Povo
Deputado José Paulo Carvalho acusa Director Geral de Saúde de faltar à verdade
"Relativamente às perfurações, o sr. director-geral de Saúde faltou à verdade porque segundo dados da própria direcção-geral não houve perfurações de útero ou de outro órgão em 2003, 2004 e 2005. Houve uma em 2006 e 12 em 2007, precisamente o ano em que foi liberalizado o aborto", assinalou José Paulo Carvalho, deputado não inscrito em grupo parlamentar, ex-militante do CDS-PP.
"Ou estes 12 casos de 2007 se verificaram todos entre 1 de Janeiro e o dia 17 de Abril ou manifestamente houve casos espalhados ao longo do ano e então não venha o director-geral de saúde dizer que foi por causa da lei que acabaram as perfurações", criticou, exigindo que sejam divulgados os números relativos a 2008.
Para José Paulo Carvalho, "o director-geral da Saúde, no intuito fervoroso de propaganda à liberalização do aborto e aos seus benefícios, faltou manifestamente à verdade nas declarações que proferiu no Dia Mundial da Saúde", acusou.
Fonte: Expresso
sexta-feira, 10 de abril de 2009
Nova lei de protecção à "parentalidade"

O novo regime de protecção social elege como prioridades o incentivo à natalidade e a igualdade de género através do reforço dos direitos do pai e do incentivo à partilha da licença, ao mesmo tempo que promove a conciliação entre a vida profissional e familiar e melhora os cuidados às crianças na primeira infância através da atribuição de prestações pecuniárias na situação de impedimento para o exercício de actividade profissional.
O presente decreto -lei alarga o esquema de protecção social na parentalidade dos trabalhadores independentes, que passam a beneficiar do subsídio parental exclusivo do pai e do subsídio para assistência a filho com deficiência ou doença crónica.
Por outro lado, por força das sucessivas alterações à lei da maternidade, o regime por adopção tem hoje uma protecção menor do que a prevista para a maternidade, pelo que se impõe, por uma questão de justiça social, o reconhecimento ao instituto da adopção do estatuto que lhe é devido através da equiparação deste regime ao regime de protecção na parentalidade, corrigindo -se assim uma injustiça que se vinha verificando desde há alguns anos a esta parte.
São reforçados os direitos do pai por nascimento de filho, quer no que se refere aos direitos de gozo obrigatório quer no que se refere aos direitos de gozo facultativo, e aumenta -se o período de licença parental no caso de partilha da licença parental por ambos os progenitores, garantindo -se um maior período de acompanhamento da criança nos primeiros tempos de vida e possibilitando -se uma maior partilha e flexibilização dos progenitores na conciliação da vida familiar com a gestão da sua carreira profissional.
Ademais, cria -se a possibilidade de prolongamento da licença parental inicial por mais seis meses adicionais subsidiados pela segurança social. O subsídio parental alargado com a duração de três meses é concedido a um ou a ambos os cônjuges alternadamente, desde que a respectiva licença seja gozada no período imediatamente subsequente à licença parental inicial ou à licença complementar, na modalidade de alargada, pelo outro cônjuge.
Com o objectivo de incentivar a natalidade e melhorar os cuidados às crianças na primeira infância o trabalho a tempo parcial para acompanhamento de filho durante os 12 primeiros anos de vida é contado em dobro para efeitos de atribuições de prestações de segurança social, com o limite da remuneração correspondente ao tempo completo.
No âmbito da assistência a filhos, em caso de doença ou acidente, procede -se ao alargamento das situações passíveis de protecção através da atribuição de subsídio durante o correspondente período de faltas e reforça -se a protecção conferida em caso de filho com deficiência ou doença crónica.
Assim, as faltas para assistência a menor de 12 anos ou, independentemente da idade, no caso de filho com deficiência ou doença crónica, são subsidiadas durante o período máximo de 30 dias por ano civil ou durante todo o período de eventual hospitalização, sendo as faltas para assistência a maiores de 12 anos subsidiadas durante o período máximo de 15 dias também por ano civil, acrescidos de um dia por cada filho além do primeiro.
Reforçam -se os direitos dos avós e promove -se a possibilidade de uma melhor flexibilização da gestão e organização da vida familiar através da criação de um subsídio para as faltas dos avós que, em substituição dos pais, prestam assistência aos netos menores doentes ou, independentemente da idade, com deficiência ou doença crónica.
Aumenta -se em dobro o limite máximo do subsídio para assistência a filho com deficiência ou doença crónica discriminando positivamente as situações em que se verificam necessidades especiais na assistência à família.
São ainda simplificados os meios de prova no sentido de permitir uma maior facilidade ao cidadão em requerer as respectivas prestações, prevendo -se a possibilidade de dispensa de requerimento quando as situações são certificadas através do Certificado de Incapacidade Temporária para o Trabalho, sem prejuízo de se manter a possibilidade de requerimento em papel e online através da segurança social directa. Deixa de ser exigível a comprovação do período de impedimento pelas respectivas entidades empregadoras, excepto na situação de risco específico.
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Obama nomeia como Conselheira de Justiça uma mulher que qualifica a "gravidez" como escravidão da mulher

terça-feira, 7 de abril de 2009
Inscrições para participação em audiência na AR, em Lisboa

Em relação à comunicação sobre a educação sexual nas escolas, encarrega-me o Exmo. Senhor Presidente da Comissão de Educação e Ciência, de informar o seguinte:
1 – A sua comunicação foi remetida para os Senhores Deputados Coordenadores dos seis Grupos Parlamentares e aos Senhores Deputados não-Inscritos que integram a Comissão;
2 – Encontram-se em apreciação, sem sede de especialidade, na Comissão de Educação e Ciência, os Projectos de Lei – 634/X/4ª (PCP) – “Estabelece o regime de aplicação da Educação Sexual nas Escolas” e o 660/X/4ª (PS) – “Estabelece o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar”;
3 – No âmbito desta apreciação e tendo em vista a recolha de contributos de todos os intervenientes na matéria, foi solicitado parecer sobre os Projectos de Lei referidos, às Escolas, Associações de Estudantes, Confederações de Pais, Sindicatos dos Professores e dos Profissionais de Educação, Conselhos Nacionais de Educação e Juventude, Ordem dos Médicos, Associações representativas das Famílias, entidades religiosas, etc.;
4 – Por último, informa-se que, na manhã de 14 de Abril decorrerá uma audição dos interessados sobre esta problemática, conforme programa que se anexa, podendo V. Exa. inscrever-se para participar na mesma, até ao próximo dia 9 de Abril, através do correio electrónico da Comissão: com8cec@ar.parlamento.pt
Ana Maria Souza Barriga
Comissão Parlamentar de Educação e Ciência
Palácio S. Bento
Telef 21.391.94.72
ana.barriga@ar.parlamento.pt
União de vida entre pessoas do mesmo sexo
De um lado, o sentimento dos homossexuais. A sociedade impressiona-se com a sua arrogância, com o seu excesso, com a sua intolerância, até, mas é preciso perceber o contexto de onde tudo isso emerge: uma longa história de desconsideração social, proscritos, discriminados, ridicularizados, 'desamados'.
Há 40 anos, desde que cresci, que me comove a solidão abandonada e secreta da generalidade dos meus amigos e amigas homossexuais. Revolta-me a sentença social de uma vida irreconhecida, a condenação à vergonha, deles e dos pais.
Como crente, não acredito que Deus, que é Amor ou não é, queira uma condenação social de vida assim. Cabe-me, enquanto ser humano, calcular e integrar um plano de Deus em que, aceitando a diferença, acolho o outro até onde se joga a sua dignidade e a minha se não perde.
De outro lado, o sentimento profundo de todos os que entendem que o instituto secular do casamento, como união de amor entre homem e mulher, expressa o sentido de referência do natural, o ideal de família e define nuclearmente a nossa matriz civilizacional. Tal como está no Código Civil: "Contrato entre duas pessoas de sexo diferente que pretendem constituir família mediante uma plena comunhão de vida".
Nem pessoas do mesmo sexo, nem mais de duas pessoas.
Separando a ordem espiritual da ordem temporal, a questão está em saber o que deve ser feito, na ordem civil, para acolher a dignidade dos homossexuais que pretendem unir as suas vidas.
Subverter o contrato nuclear da nossa ordem social, o casamento, é mexer com realidades e sentimentos profundos, demasiado profundos.
Se esse fosse um passo coerente e necessário para respeitar a dignidade dos homossexuais, a sociedade devia ponderar dá-lo. Mas não é.
Reclamam alguns homossexuais que se trata de ocupar, plenamente, o espaço do simbólico. Se os heterossexuais têm o direito de casar, é o direito de casar que os homossexuais deverão também ter.
Os símbolos valeriam se fossem realidades idênticas, mas não são. São idênticas na união de afectos humanos, na partilha de intimidade, no propósito de comunhão de vida.
Mas são decisivamente diferentes no projecto de família que encerram, no enquadramento para o desenvolvimento da personalidade das crianças, na tendência natural geradora de vida e na própria diferença entre sexos, diferença que, em si mesma, faz toda a diferença.
Regular a união de vida entre homossexuais através do regime da união de facto, como alguns defendem, acho insuficiente, legal e simbólico.
Há, assim, que criar um contrato novo. Chamar-lhe-ia união civil. A união civil entre pessoas do mesmo sexo, com normas próprias. O Direito é uma ciência especializada em distinguir o que é próximo.
No plano eleitoral, parece-me que o principal partido da oposição não deveria fugir a este debate e deveria propor a criação na ordem jurídica de um novo contrato, que acolhesse a diferença e disciplinasse, reflectindo essa mesma diferença, a união de vida entre pessoas do mesmo sexo.






