
Palavras sábias do Senhor Bastonário da Ordem dos Médicos, num mundo que vai ficando cada vez mais louco.
Recordo que na Holanda, dos primeiros países a legalizar a eutanásia, a evolução da prática tem levado a que:
- os idosos comecem a ter medo de ir parar aos hospitais, e chegam mesmo a fugir para zonas fronteiriças da Holanda, por terem receio que os familiares lhes queiram aplicar a eutanásia.
- se tenha evoluído no sentido da prática de infanticídio mascarado de eutanásia em crianças com doenças terminais.
Mas aqui ficam as palavras do Senhor Bastonário ad memoriam rei futuram:
Comentando a preparação de uma moção sobre a eutanásia para ser discutida no próximo congresso do Partido Socialista, Pedro Nunes referiu que numa sociedade democrática qualquer assunto pode ser discutido com “tranquilidade e serenidade”.
Num eventual debate sobre a eutanásia, o bastonário vai defender que a eutanásia é um “enorme risco para a sociedade” porque levaria a desinvestimentos na área dos cuidados paliativos dirigidos aos doentes terminais.
Pedro Nunes defendeu que a legalização tornaria a eutanásia um dever, em vez de um direito.
O bastonário afirmou que a eutanásia é defendida numa sociedade que vive presa ao “pânico e medo” de um aproximar da morte e que é comum as pessoas pensarem que seria melhor terminar o mais rapidamente possível com o sofrimento.
Mas perante um cenário de “estímulo” ao desinvestimento na saúde, e especialmente nos cuidados paliativos, Pedro Nunes perspectivou que a morte dos doentes terminais “fosse bem mais precoce e mais difícil”.
“Seria um risco para todos nós como cidadãos que em algum momento podemos precisar de cuidados paliativos”, disse.
O responsável lembrou ainda que do ponto de vista da ética médica, os clínicos estão treinados para defender a vida e não a morte.
“Do ponto de vista social, (a legalização da eutanásia) seria um grande retrocesso civilizacional”, argumentou.
Pedro Nunes também sublinhou as diferenças entre a eutanásia e a distanásia. A primeira passa por deliberadamente provocar a morte, enquanto a segunda inclui a decisão do médico decidir dar mais terapêuticas para prolongar a vida."
Num eventual debate sobre a eutanásia, o bastonário vai defender que a eutanásia é um “enorme risco para a sociedade” porque levaria a desinvestimentos na área dos cuidados paliativos dirigidos aos doentes terminais.
Pedro Nunes defendeu que a legalização tornaria a eutanásia um dever, em vez de um direito.
O bastonário afirmou que a eutanásia é defendida numa sociedade que vive presa ao “pânico e medo” de um aproximar da morte e que é comum as pessoas pensarem que seria melhor terminar o mais rapidamente possível com o sofrimento.
Mas perante um cenário de “estímulo” ao desinvestimento na saúde, e especialmente nos cuidados paliativos, Pedro Nunes perspectivou que a morte dos doentes terminais “fosse bem mais precoce e mais difícil”.
“Seria um risco para todos nós como cidadãos que em algum momento podemos precisar de cuidados paliativos”, disse.
O responsável lembrou ainda que do ponto de vista da ética médica, os clínicos estão treinados para defender a vida e não a morte.
“Do ponto de vista social, (a legalização da eutanásia) seria um grande retrocesso civilizacional”, argumentou.
Pedro Nunes também sublinhou as diferenças entre a eutanásia e a distanásia. A primeira passa por deliberadamente provocar a morte, enquanto a segunda inclui a decisão do médico decidir dar mais terapêuticas para prolongar a vida."
Daqui
Sem comentários:
Enviar um comentário