Um ano depois da entrada em vigor da lei de Interrupção Voluntária da Gravidez, são conhecidos 14 mil casos de interrupções dentro dos limites legais.
Mas, para a Ordem dos Médicos, podiam ser muitos menos se o Governo desse mais atenção ao planeamento familiar.
A Ordem alerta para a falta de um programa concreto de informação ao nível dos cuidados de saúde primários,
Fonte: Rádio Clube Português
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