quinta-feira, 31 de julho de 2008
Confissão de um ex-abortista

A primeira tática foi capturar a mídia
Persuadímos a mídia de que a causa da tolerância ao aborto era uma causa esclarecida e sofisticada. Sabendo que se uma pesquisa de opinião confiável fosse feita seríamos sonoramente derrotados, simplesmente fabricamos os resultados de pesquisas fictícias. Anunciamos à mídia que fizemos pesquisas e que 60% dos americanos eram favoráveis ao aborto. Essa é a tática da mentira auto-realizada. Criamos simpatia suficiente para vender nosso programa de aborto fabricando o número de abortos ilegais feitos anualmente nos E.U.A. Os números reais atingiam 100.000 mas repassávamos à mídia 1.000.000. Repetir a mentira incessantemente convence o público. O número de mortes de mulheres devido a abortos ilegais era em torno de 200-250 anualmente. Passávamos à mídia o número de 10.000. Essas falsas estimativas criaram raízes na consciência dos americanos convencendo muitos de que precisávamos derrubar a lei contrária ao aborto. Outro mito que alimentamos na opinião pública via mídia foi que a legalização do aborto significaria somente que os abortos outrora feitos ilegalmente, a partir de então seriam feitos legalmente. Na verdade, é óbvio, o aborto está sendo utilizado como o principal método de controle de natalidade nos EUA e o número anual de abortos aumentou em 1500% desde a legalização.
A segunda tática foi “dar a cartada Católica”
Aviltamos sistematicamente a Igreja Católica e suas “idéias socialmente retrógradas” e apontamos a hierarquia da Igreja como os vilões que se opunham ao aborto. Esse tema foi tocado incessantemente. Alimentamos a mídia com mentiras do tipo “todos nós sabemos que a oposição ao aborto vem da hierarquia e não da maioria dos católicos” e “pesquisas de opinião provam que a maioria dos católicos querem reforma na lei contra o aborto”. E a mídia bombardeou isso sobre o povo americano, persuadindo-o de que todo aquele que se opusesse ao aborto devia estar sob influência da hierarquia da Igreja e que os católicos a favor do aborto eram esclarecidos e progressistas. Uma inferência a essa tática foi que não havia grupos não católicos se opondo ao aborto. O fato de que outras religiões cristãs bem como não cristãs foram (e ainda são) monoliticamente opostas ao aborto foi constantemente suprimido, junto de opiniões de ateístas pró-vida.
Perguntam-me com freqüência o que me fez mudar de opinião. Como mudei de abortista proeminente a advogado pró-vida? Em 1973, tornei-me diretor de obstetrícia de um grande hospital na cidade de Nova Iorque e tinha que organizar uma unidade de pesquisa pré-natal, no início do surgimento de uma grande tecnologia que hoje utilizamos diariamente para estudar o feto no útero. Uma tática pró-aborto favorita é a insistência em que a definição do instante em que começa a vida é impossível; que a questão é teológica, moral ou filosófica, tudo menos científica. A fetologia traz uma evidência inegável de que a vida começa na concepção e requer toda a proteção e salvaguarda de que qualquer um de nós desfruta. Por que, você poderia pergutar, alguns médicos americanos cientes das descobertas da fetologia, desacreditam de si mesmos efetuando abortos? Aritmética simples, a US$300 por aborto, 1.55 milhões de abortos significa uma indústria gerando US$500.000.000 anualmente, dos quais a maioria vai para o bolso do médico que fez o aborto. É claro que o aborto é propositalmente a destruição do que é inegavelmente vida humana. Isso é um ato de violência mortal. Devemos considerar que a gravidez não planejada é um dilema penosamente difícil, mas enxergar sua solução em um ato de destruição deliberada é abusar da ilimitada ingenuidade humana e entregar a saúde pública à clássica resposta utilitária a problemas sociais.
Como cientista eu sei, não por crença, que a vida humana começa na concepção. Embora eu não seja um religioso, creio de todo o meu coração que há uma divindade que guia-nos a declarar o término final e irreversível a esse crime contra a humanidade, infinitamente triste e vergonhoso.
Artigo originalmente publicado em http://www.aboutabortions.com/Confess.html
Traduzido exclusivamente para o MSM por Gerson Faria
É isto o inferno (!?)
O Tribunal de Virginia reconsidera a sua decisão contra a proibição da lei do Aborto Parcial ("Partial Birth Abortion").Ver notícia aqui.
Parece que se deixou o argumento de que "são só células" para se passar mesmo à defesa pura e dura do aborto...
Ver mais aqui:
- The Partial Birth Abortion Ban, by Rep. Ron Paul, MD
- Partial-Birth Abortion Ban Act (Wikipedia)
quarta-feira, 30 de julho de 2008
“NÃO DEIXEM DESTRUIR O LUDO”
JSD/Faro e JSD/Loulé lançam alerta
Como é do conhecimento geral, a zona do Ludo (pertencente aos concelhos de Loulé e Faro) é uma zona bastante sensível em termos ambientais pois, para além de ter uma elevada biodiversidade, alberga espécies únicas a nível europeu. O Ludo é uma das poucas áreas litorais algarvias que ainda apresenta um ecossistema praticamente intocado pelo Homem, servindo também de protecção ao Parque Natural da Ria Formosa. A pressão urbanística nesta zona tem sido constante, devido à proximidade do mar e ás suas características, contudo, até agora, o local tem sido protegido graças à proibição de construção imposta à zona.
Tendo sido noticiado em diversos órgãos de comunicação social a compra de mais de 500 hectares de terreno no Ludo, com o objectivo de construção, nomeadamente através da obtenção de um projecto PIN (Projecto de Interesse Nacional), a JSD/Faro e a JSD/Loulé pedem a maior atenção por parte das autoridades competentes (Câmaras Municipais de Loulé e Faro; CCDR Algarve; ICN e Ministério da Economia) para esta situação, sendo de extrema importância salvaguardar o local de qualquer tipo de construção que não exija os mais elevados parâmetros de protecção ambiental.
Apesar da construção civil e o turismo serem mais valias importantes para a nossa região, não podem os mesmos serem desculpa para o atropelo das leis do nosso país, nomeadamente através da concessão de PIN`s. É de extrema importância que as autarquias, bem como os restantes interveninentes na zona, sejam ouvidos neste processo e que o seu parecer seja efectivamente tomado em consideração.
É igualmente importante que, de uma vez por todas, o Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa seja aprovado e implementado, para que se torne uma realidade e venha evitar conflitos e sobreposições de interesses e jurisdições como actualmente acontece.
A JSD/Faro e a JSD/Loulé irão continuar a acompanhar o desenvolvimento desta questão com atenção, intervindo na defesa do Ludo sempre que se verifique necessário, não deixando morrer um dos últimos redutos naturais do litoral algarvio.
O Presidente da JSD/Faro O Presidente da JSD/Loulé
Bruno Lage Bruno Inácio
Indiferença e insensibilidade
Aconteceu, em Itália
terça-feira, 29 de julho de 2008
A promoção da irresponsabilidade
Apoio à mulher grávida no algarve

A lei do riso

segunda-feira, 28 de julho de 2008
Abortion Practitioner Who Killed Woman in Legal Abortion Pleads Not Guilty

Portugueses têm menos tempo para a família

Os portugueses têm em média menos 10 a 20 horas por semana para dedicar à família porque trabalham mais do que grande parte dos europeus. Os salários baixos são a principal causa apontada para a necessidade de trabalho extra.
"O horário médio semanal de trabalho em Portugal é de 50 a 60 horas, o que não corresponde ao horário oficial", garante Maria das Dores Guerreiro do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) baseando-se em estudos sociológicos recentes sobre a situação no nosso país.
De acordo com as estatísticas europeias relativas a este ano, noruegueses, com 39,2 horas, irlandeses, com 40,2 horas, franceses e os suecos, com41, e alemães, com 41,7, são alguns dos europeus que trabalham bastante menos.
A socióloga considera que uma das consequências do tempo extra de trabalho é "grande parte dos portugueses terem um défice de tempo para a família de 10 a 20 horas semanais em relação a outros países europeus".
Um inquérito a 1203 casais, entre os 25 e os 45 anos, mostrou que passar mais tempo com a família é a principal prioridade da esmagadora maioria dos entrevistados. Dos que participaram no estudo "Análise da Mobilidade das Famílias Portuguesas", 94% consideraram dispor de mais tempo para o cônjuge e filhos mais importante do que terem mais dinheiro, mais tempo para si próprios, ou um emprego mais estável.
"Os portugueses estão carentes de dinheiro, mas estão ainda mais carentes de tempo para estar com a família", garantiu ao JN o presidente da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN).
A socióloga e o presidente da APFN concordam em identificar os salários baixos praticados como o principal motivo do tempo de trabalho extra a que os portugueses são obrigados.
"Esta situação força a ter de investir mais no emprego e na profissão", afirma Maria das Dores Guerreiro, acrescentando que no nosso país ainda se identifica "profissionalismo" com "trabalhar para além da hora".
Quanto a passar do desejo à prática, a socióloga do ISCTE afirma que abdicar do emprego para dedicar mais tempo à família "apenas é possível nos casos em que já estão garantidos recursos muito superiores ao que é a média".
A falta de tradição de horários flexíveis, ou em "part-time", no nosso país é, de acordo com Maria das Dores Guerreiro, outro grande obstáculos à resolução do problema. Também para Fernando Castro a solução passa por olhar para o que é feito noutros países neste campo. "É vulgar os horários serem desfasados permitindo aumentar o tempo de funcionamento das instituições e evitar horas de ponta".
Uma proposta de flexibilização que a APFN já apresentou às autarquias e que acredita poder também contribuir para a redução "dos problemas de congestionamento rodoviário". Uma causa adicional da perda diária de tempo dos portugueses, de acordo com a associação.
MFL e o casamento
“Mantêm que o casamento tem subjacente a procriação?
Mantenho. Se perder votos, assumo as consequências de dizer o que penso. Não aceito é transformar um tabu noutro tabu. Há uns anos a homossexualidade era um preconceito e agora não o é, mas não queiram criar outro. A relação homem-mulher é diferente e assenta no valor da família. Não contribuo para desmoronar esse conceito."
domingo, 27 de julho de 2008
Testemunho impressionante de vida: Iron Man no Hawaii - Pai leva filho com paralisia cerebral
Fica assim provado que as verdadeiras acessibilidades são o carinho e o respeito por cada um de nós...isto é amor!
Uma história verdadeira:
Um dia o filho pergunta ao pai:
"Papa, vens correr comigo a maratona?"
O pai responde que sim, e ambos correm a primeira maratona juntos.
Um outro dia, volta a perguntar ao pai se quer voltara correr a maratona com ele, ao que o pai responde novamente que sim.
Correm novamente os dois.
Certo dia, o filho pergunta ao pai: "papa, queres correr comigo o Ironman?(O Ironman é o mais difícil...exige nadar 4 km, andar de bicicleta 180 km e correr 42 )
E o pai diz que sim.
Isto é tudo muito simples...até que se vejam estas imagens...fantástico!
http://www.youtube.com/watch?v=VJMbk9dtpdY
QUE GRANDE HOMEM... QUE GRANDE PAI...
sábado, 26 de julho de 2008
Doentes crónicos necessitam de 800 camas
Para dar resposta aos doentes crónicos e em sofrimento que existem em Portugal seriam necessárias perto de 800 camas, uma realidade que está muito longe das 350 previstas para os próximos oito anos, em unidades de cuidados paliativos.As medidas do Programa Nacional de Cuidados Paliativos prevêem a criação de 350 camas, sendo que 30% das quais estarão localizadas nos hospitais centrais e Institutos Portugueses de Oncologia.Jovem pede ajuda para tratar cancro
Ver mais para ajudar aqui.
Movimento Portugal Pró Vida reza pelas 'vítimas do aborto'
Movimento Portugal Pró Vida espalha-se, esta noite, por vários hospitais do país para rezar pelas 'vítimas do aborto'. São grupos de cristãos que se juntam para fazer 'veladas pela vida' e querem chamar a atenção para aquilo que dizem ser a banalização do aborto em Portugal.sexta-feira, 25 de julho de 2008
ALGARVE PELA VIDA: ENCONTRO

quinta-feira, 24 de julho de 2008
O resultado das políticas selectivas?
Testemunho impressionante de vida: Carlos Lopes, atleta invisual, psicólogo, um campeão dentro e fora da pista

O problema de visão do Carlos Lopes é congénito, mas perdeu a visão lentamente. Como foi o momento em que assumiu a cegueira?
Eu já não via bem desde criança. Para mim o momento em que me considero cego foi quando entrei para a faculdade com 18 anos e decidi comprar uma bengala para me ajudar a circular.
Por ser uma doença evolutiva, foi mais fácil a adaptação?
Vivia no Bom Sucesso (Alverca) e estudava em Lisboa, utilizava os transportes públicos…
Cheguei a fazer a ligação do Bom Sucesso para Alverca (dois quilómetros) a pé, só a ver as luzes dos candeeiros. Arrisquei muito, às vezes não media o perigo.
Foi nessa altura que decidiu comprar a bengala?
Foi. Tinha ido para a faculdade. Ainda andei vários meses sem bengala, mas estava a tornar-se muito complicado. Já não via o caminho. Estava a preocupar-me com coisas que não fazem muito sentido e resolvi adquirir a bengala.
Em Alverca já conhecia quase todos os obstáculos. Em Lisboa foi mais complicado?
Muito mais. Em Alverca já sabia onde estavam os postes da iluminação, os caixotes do lixo, os bancos e essas coisas todas. Em Alverca tinha o mapa da cidade na minha memória, em Lisboa não era possível.
Passou por situações muito caricatas?
Sei que gosta de viajar. Como é que um invisual tira prazer das viagens?
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Beliche: Precisa-se

O que conta são as estatísticas...
Os professores são aconselhados pelas circunstâncias a passar alunos que não o merecem.
Caso decidam "reter" o aluno, terão que preencher extensos documentos propondo um plano de recuperação, além de que, como diz o Governo, cada aluno retido custa ao Estado 3.000,00 €.
Ao que parece, a situação é assim em geral pelo país fora...
Belo governo que promove o permissivismo, o laxismo e o facilitismo e depois subsídia, com o erário público proveniente dos nossos impostos, a prática do aborto como método contraceptivo !
Aborto vs Adopção
terça-feira, 22 de julho de 2008
Comunicado APFN

Olhamos os vossos rostos todos os dias nas ruas deste mundo mais próximo, que é a nossa cidade, onde diariamente nos cruzamos convosco:
São estes Avós que, com um jeito e um saber de experiência feito, ainda conseguem, quantas vezes, o milagre de consolar, ouvir, tranquilizar e sarar as feridas de tantas crianças em sofrimento, que não têm culpa dos erros dos adultos, nem da falta de visão dos políticos (que à falta de uma verdadeira política de família, vão lançando medidas avulso, às vezes materialmente úteis, é certo, mas quantas vezes gritantemente desajustadas das realidades e necessidades)...
Que seria de tanta criança, sem estes Avós-faroleiros que lhes assegurassem o “pão nosso de cada dia” e alguma estabilidade e referências sobre as quais se vai construindo o frágil edifício das suas vidas e personalidades?
Por isso, neste vosso mais que merecido Dia, queridos Avós, aqui vai um Abraço de amizade, estímulo, e agradecimento por tanto “colo” físico, material e espiritual, que o vosso coração grande permite oferecer diariamente!
22 de Julho de 2008
Propostas sobre educação dos filhos

Líder dos Socialistas Católicos
Aqui
O Cláudio Anaia, mais uma vez, a partir a loiça toda...
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Juízes pedem a Cavaco que vetem nova lei do divórcio do PS
E aqui:
Madeira muda de hábitos? Aborto como método contraceptivo!
Daqui.
domingo, 20 de julho de 2008
Testemunho impressionante de vida: Kenadie Jourdin-Bromley

Ela continuou desafiando a medicina e a todas as expectativas. Na idade de 8 meses, Kenadie foi finalmente diagnosticadacomo Nanismo Primitivo, uma condição genética que afeta a somente 100 pessoas em todo o mundo. Não se espera que ela cresça mais que 70centímetros e que tenha mais que 5 quilos.O estado de Kenadie inspira cuidados constantes e da presença atuante e carinhosa dos pais Brianne Jourdin e Tribunal Bromley. A menina está com 4 anos, adora passeios, corridas e começa a falar as suas primeiras palavras.
Dizem que o mais impressionante é que as pessoas que de uma forma ou de outra tiveram em contato com a menina, tem a suas vidas radicalmente mudadas por acreditarem que foram tocadas por um pequeno anjo com um enorme coração. Realmente muito interessante...e também, muito comovente...
Portugal Pró-Vida
- Petição on line para revisão da lei do aborto.
- Dicas para uma melhor conciliação entre família e trabalho
Procuro ser disponível para as exigências do meu trabalho. Se fico com trabalho para terminar à noite ou fim-de-semana trago-o para casa ?
Por princípio, tento manter as minhas vidas pessoal e profissional estritamente separadas. Não misturo trabalho e vida pessoal ?
A minha mente comuta frequentemente entre preocupações do contexto familiar para o profissional e vice versa ?
Uma das minhas estrarégias para lidar com múltiplas responsabilidades é pensar em várias coisas ao mesmo tempo?
Gosto de ficar completamente obsorvido por uma questão de trabalho, a ponto de quase perder a noção do tempo?
Durante uma reunião com um colega, muitas vezes "desligo" para me preparar mentalmente para a reunião seguinte?
As melhores ideias (do trabalho) surgem-me em momentos de relaxamento em casa durante o fim de semana ou em férias?
Em situação de trabalho, concentro-me a um ponto que parece que a família e amigos como que deixam de existir?
Em casa, preocupado com um problema do trabalho, busco soluções mas tento não deixar transparecer para a esposa/marido, filhos ou amigos?
Quando chego a casa, tento não ligar o computador e estar ali a 100% ?
Quando, durante o fim de semana, me ocorrem ideias relativas ao trabalho, ligo o computador por um momento, para não se escaparem?
Gosto de falar do trabalho em casa. Partilhar experiências de trabalho e trocar ideias é-me útil?
Se recebo uma chamada relativa a trbalho em casa durante o fim de semana, dou a perceber pelo tom de voz que preferiria não ser incomodado em casa?
A forma mais eficiente de levar as coisas para a frente é ir comutando / saltando mentalmente entre as diferentes tarefas?
Atendendo um colega, frequentemente dou comigo a pensar numa coisa completamente diferente que me preocupa?
Quando estou em trabalho, estou mesmo. Em casa, procuro garantir que estou 100% com a minha família ou amigos?
Não me parece que deva misturar responsabilidades profissionais e pessoais. A esposa/marido por exemplo, não se deve envolver/imiscuir no meu trabalho e vice-versa?
Detesto verificar o telemovel ou email à noite ou ao fim de semana, à procura de mensagens importantes de colegas ou clientes?
Orgulho-me da forma como giro de forma estanque o trabalho e a vida pessoa?
Prefiro trabalhar afincadamente agora para que a seguir a minha família ou a vida pessoal possam beneficiar da minha dedicação ao trabalho?
Consegui chegar a uma situação em que os meus colegas / superiores / clientes respeitam o facto de eu não poder ser perturbado no meu tempo com a família?
Acontece-me estar tão focado num relatório ou reunião de trabalho que me esqueço totalmente dos meus compromissos familiares e pessoais?
Por princípio, evito trazer trabalho para casa. Se necessário, prefiro ficar mais uma hora no trabalho para depois ficar completamente disponível para a esposa / marido /filhos / amigos?
sábado, 19 de julho de 2008
As crianças e Aristóteles
"O desejo e a criança são completamente assim.
Também as crianças vivem de acordo com o desejo e a tendência para o prazer é nelas extrema.
Se, portanto, não for facilmente tornada obediente pela força dominadora, vai para onde lhe apetecer"
Ética a Nicómaco. Aristóteles. Quetzal. Pág. 83 (1119b1)
sexta-feira, 18 de julho de 2008
O desafio da educação dos filhos

A natureza da crise
Economia Familiar

A fim de contribuir para minorar os efeitos, e no âmbito do plano +famili@ lançado há cerca de 6 anos, a APFN passou a incluir uma rubrica sobre economia familiar no seu boletim trimestral que, em versão electrónica, é disponibilizado gratuitamente a todas as famílias portuguesas em http://www.apfn.com.pt/Boletim/Boletimn21.pdf.
Sugerimos a sua leitura, mesmo se, felizmente, não se encontrar em situação aflitiva, como é o caso de uma crescente parte das famílias portuguesas.
Aristides Sousa Mendes

quinta-feira, 17 de julho de 2008
Federação Portuguesa pela vida avalia negativamente primeiro ano de aplicação da lei do aborto

O documento, enviado à Agência ECCLESIA, frisa que “a aplicação da lei que liberalizou o aborto frustrou as expectativas, mesmo dos que a defenderam: verificamo-lo nas tomadas de posição públicas de alguns defensores do Sim no referendo”.
“Vemos uma população que dia após dia envelhece e a quem o Estado não oferece alternativas ao aborto. Os factos confirmam que a lei desprotege as mulheres, os filhos, as famílias, a sociedade”, lamenta a Federação.
“A sociedade portuguesa não se pode desinteressar de tantas mulheres, cada vez mais transformadas em objectos, empurradas para soluções humilhantes, que as afectam na sua dignidade de mães e de seres humanos”, acrescenta.
A nota revela que durante este ano foram criadas 15 Associações que se vieram juntar às 60 já existentes, “para procurar resolver os problemas do aborto: é cada vez mais evidente que o caminho do facilitismo do aborto está errado”.
Notícia daqui.
quarta-feira, 16 de julho de 2008
Ordem dos Médicos critica Governo
Mas, para a Ordem dos Médicos, podiam ser muitos menos se o Governo desse mais atenção ao planeamento familiar.
A Ordem alerta para a falta de um programa concreto de informação ao nível dos cuidados de saúde primários,
Fonte: Rádio Clube Português
segunda-feira, 14 de julho de 2008
Problema grave em Portugal
«Agora, nas escolas, é uma luta renhida para arranjar alunos. Há uma falta enorme de alunos. Até já se opta por outras ofertas, Novas Oportunidades ou Cursos Profissionais.»
Pois é, a falta de crianças, em Portugal, está cada vez mais a sentir-se... É um problema grave!
Nariz Vermelho

"FALTA UMA ASAE", Alexandra Teté, Associação Mulheres em Acção
A propósito do aborto clandestino que continua, apesar dos muitos argumentos contraditórios dados pelos defensores do aborto legalizado:Empresas devem mudar para apoiar família
Nova Lei do divórcio é ataque à família
domingo, 13 de julho de 2008
Dia da Natalidade

Para subscrever esta petição, basta ir ao site http://www.barrigasdeamor.com/ e escolher a opção "Dia Nacional da Natalidade - Um dia especial para as mamãs", a meio no lado esquerdo.
A APFN solicita a divulgação desta iniciativa para que seja um grito bem forte da sociedade civil, na linha do que a APFN tem vindo a clamar há dez anos!
Aborto foi instrumento de opressão do nazismo e do comunismo
Em uma entrevista à Zenit, o engenheiro Antoni Zieba, secretário do World Prayer for Life e vice-presidente do Polish Federation of Pro Life Movements, pergunta-se por que a ONU e a União Européia pressionam a Polônia para que liberalize o aborto, sendo que se trata do país com o menor número de interrupções voluntárias da gravidez.
Ler a entrevista daqui.
sábado, 12 de julho de 2008
Daniel Serrão alerta para contradições no código deontológico

Especialista em ética, Daniel Serrão vai elaborar um parecer que lhe foi pedido, precisamente, pela Ordem e vai defender o alargamento do período de discussão por mais um mês, ou seja, até ao fim de Outubro.
Notícia daqui.
Etty ou o valor da vida no meio do Inferno

Quando caminho pelas ruas, sei que, em muitas das casas por onde passo, há ali um filho preso, e ali um pai refém, e ali têm de suportar a condenação à morte de um rapaz de dezoito anos." E estas ruas e casas ficam perto da minha própria casa.Sei do grande sofrimento humano que se vai acumulando, sei das perseguições e da opressão…
sexta-feira, 11 de julho de 2008
Comunicado APFN

Apesar de esta afirmação ter sido proferida no final de um jantar com certeza animado e numa altura de evidente desgaste, explica a desastrada política de família que tem caracterizado esta legislatura, fazendo com que todos os indicadores do estado das famílias tenham continuado a deteriorar-se.
A APFN gostaria que o Primeiro-Ministro explicasse melhor aos portugueses o sentido do seu pensamento, isto é:
- Se a procriação não é a principal função da família, então qual é a sua principal função?
11 de Julho de 2008
APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas
Afinal...
e, ao mesmo tempo,
E, de acordo com as Nações Unidas, são uma das grandes causas das gravidezes indesejadas ( e direi eu, por maioria de razão, da ocorrência das doenças sexualmente transmissíveis) no mundo.
Cerca de 25 milhões de gravidezes nesses países devem-se a uso incorrecto de contraceptivos





