O ministro da Saúde, Correia de Campos, desvalorizou as críticas do bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes, à realização da interrupção voluntária da gravidez medicamentosa nos centros de saúde, admitindo que as mesmas possam ter contornos de campanha eleitoral.
Ver "Médicos temem banalização do aborto" aqui.
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