Relatório divulgado pelo Banco Mundial afirma que das certa 48 milhões interrupções voluntárias da gravidez que se fazem anualmente ocorrem 68 mil fatalidades.
O estudo intitula-se "Questões sobre População no Século 21: O papel do Banco Mundial", e estima que entre os 46 milhões de abortos que ocorrem anualmente, metade deles são realizados fora das medidas de segurança e higiene. Para além destes dados alarmantes, o estudo refere ainda que das cerca de 210 milhões de mulheres que engravidam todos os anos, 500 mil morrem durante a gravidez ou durante o parto. Segundo o mesmo, uma em cada cinco mulheres recorre à interrupção voluntária da gravidez por falta de acesso a métodos contraceptivos.
Estas informações foram baseadas em dados recolhidos de diversos países, divididos em três grupos de acordo com os níveis de fertilidade: alta, média ou baixa. No primeiro grupo encontra-se a região da África Subsariana; no segundo países do Médio Oriente, norte e sul de África, leste e sul asiático e América Latina; e finalmente, no terceiro grupo, surge o Brasil.
O Banco Mundial refere ainda a importância de se realizarem diversos programas de saúde, realçando a importância de um planeamento familiar adequado como forma de diminuir a mortalidade infantil, geralmente relacionada à diminuição das taxas de fertilidade.
Fonte: Farmacia.com.pt
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