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terça-feira, 17 de agosto de 2010
domingo, 15 de agosto de 2010
Mensagem da Presidente da Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos
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Liliana F. Verde
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Labels: Cuidados Paliativos
Os pais reduzidos à função de hotel com caixa multibanco
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MRC
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Labels: Apoio à adolescência
sábado, 14 de agosto de 2010
Amor Magister Est Optimus – A importância da família no acompanhamento educativo
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Liliana F. Verde
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18:27
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Labels: Educação dos Filhos
PE aprova licença de maternidade para as trabalhadoras independentes
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Liliana F. Verde
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Labels: Apoio à mulher
Cursos Básicos de Cuidados Paliativos
Download: curso_voluntarios_2010.pdf
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Liliana F. Verde
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Labels: Cuidados Paliativos
12.º Congresso da Associação Europeia de Cuidados Paliativos
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Liliana F. Verde
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Labels: Cuidados Paliativos
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Blogue da ADAV-Leiria
Para visitar aqui.
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Liliana F. Verde
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15:52
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Labels: Apoio à vida
O homem e as lides domésticas
Há uns tempos atrás vi um documentário sobre a crise da natalidade e da família e, a dada altura, uma professora norte-americana dizia que uma das causas radicava na maior e inata imaturidade dos homens. Confesso que, ao princípio, fiquei um pouco surpreendido, mas depois a professora explicou que os homens apresentam uma menor capacidade para resolver a ajudar nos problemas domésticos e educativos da casa de família e que, por isso, a mulher sentia-se mais desamparada e optava ou por não ter filhos ou por optar pelo divórcio.
Segundo um recente estudo da London School of Economics, do Reino Unido, os casais onde o homem se envolve mais nas tarefas domésticas têm menos probabilidades de se divorciar.
O estudo demonstrou que os casos em que a mãe é doméstica e o marido trabalha, mas não ajuda em casa ou nos casos em que a mãe trabalha e o marido não ajuda em casa são os que implicam um maior risco de divórcio, sendo os que implicam menor risco de divórcio aqueles em que a mãe é doméstica e o marido, embora trabalhe, ajuda em casa.
Isto significa que compartilhar as tarefas em casa fortalece o casamento. Porém, os seus resultados não permite afirmar que a maioria das mulheres queiram necessariamente um modelo "igualitário" (50-50) na repartição das tarefas domésticas entre o homem e a mulher.
O estudo refere ainda que, em casais jovens com filhos pequenos, quando o pai não ajuda em casa e o casamento se desfaz, o divórcio provoca graves consequências sobretudo do ponto de vista económico, agravando ainda mais as dificuldades próprias das jovens mães que ficam sem parceiro e com menor suporte financeiro para fazer face às despesas.
E concluí que, nos vários estudos e análises sobre divórcio, tem-se dado um relevo excessivo às consequências negativas decorrentes da introdução da mulher no mercado de trabalho remunerado e, ao invés, tem-se esquecido praticamente em absoluto as consequências positivas que decorreria da maior participação do homem nas tarefas não remuneradas de natureza doméstica e educativa no seu próprio lar.
Este panorama atávico de menor presença do pai/marido/companheiro nas lides domésticas e no cuidar e educar dos filhos- ao qual se poderá acrescentar as inúmeras situações de violência doméstica - demonstram que muito há ainda a fazer na revolução destas mentalidades anacrónicas, mais próprias da idade média.
Muitos homens, diga-se, não têm qualquer experiência de apoio nas lides domésticas ou educativas porque as suas próprias mães nunca lhes transmitiram esses hábitos. Por outro lado, muitas mulheres assistiram, em suas casas, à total submissão das suas mães que, em muitos casos, estavam reduzidas pelos maridos a meras criadas de mesa e, por isso, acham normal que, consigo, aconteça o mesmo.
A participação dos homens nas lides domésticas e na educação dos filhos, a meu ver, não decorre somente da necessidade de apoiar a mulher, sobretudo se é trabalhadora. Sem dúvida que isso é importante. Mas, no caso do cuidar dos filhos (dar banhos, deitar, ajudar a comer, a ir à casa de banho, etc...), essa participação só traz vantagens para o próprio homem na medida em que o torna mais próximo dos filhos e contribuí para o reforço de uma relação de intimidade e cumplicidade que habitualmente quase sempre só ocorre com as mães, ou seja, o próprio homem-pai fica a ganhar com essa maior presença no lar.
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MRC
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Labels: Apoio à mulher, Casamento
sábado, 7 de agosto de 2010
Mulheres podem engravidar quanto antes após aborto espontâneo
As mulheres que sofreram um aborto espontâneo não têm, necessariamente, de esperar um prazo de tempo para tentarem voltar a engravidar, revela um estudo britânico hoje publicado, que contradiz as recomendações médicas.
O estudo, realizado por investigadores da universidade escocesa de Aberdeen e publicado na revista médica British Medical Journal, demonstra que as mulheres que ficam grávidas seis meses depois de terem abortado espontaneamente têm mais probabilidades de ter uma gravidez normal e sem complicações do que as que adiam o momento.
A Organização Mundial de Saúde aconselha as mulheres que sofreram abortos naturais a esperarem seis meses para engravidarem de novo, enquanto o serviço britânico de saúde recomenda uma pausa de três meses.
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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Labels: Apoio à vida, Ciência e Vida
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
MP abre mais de 25 processos de violência doméstica por dia
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MRC
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23:16
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Labels: Apoio à mulher
Petição contra obrigatoriedade de educação sexual nas escolas
Petição contra obrigatoriedade de educação sexual nas escolas, disponível aqui
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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Labels: Educação Sexual, Petição
Acerca do que é óbvio
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MRC
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Labels: Educação Sexual, Métodos naturais
Acerca do bom senso e da generosidade
Gosto quando o jornal "Público" me dá boas notícias:
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Labels: Apoio à vida, Solidariedade Social
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Porque há pessoas raras
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Liliana F. Verde
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Labels: Pessoas diferentes
Projecto sobre educação sexual apresentado à Ministra da Educação
Em declarações à agência Lusa antes de reunir com a ministra da Educação, a presidente da associação explicou que o projecto é dirigido a adolescentes, pais, e professores, contemplando as dimensões física, emocional, racional e social.
«Muito mais do que a educação da sexualidade, este projecto assenta na formação do carácter. Não se pode restringir a educação sexual à parte física. O projecto abrange todas as áreas de ser pessoa», adiantou Alexandra Chumbo.
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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Labels: Educação dos Filhos, Educação Sexual
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Um bom livro sobre o princípio da vida
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Liliana F. Verde
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Labels: Educação dos Filhos, Educação Sexual
Educação Sexual sem pais
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Liliana F. Verde
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Labels: Educação Sexual
VIDA NORTE com novo visual
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Liliana F. Verde
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Labels: Apoio à família, Apoio à mulher
domingo, 1 de agosto de 2010
The National Campaign to Prevent Teen and Unplanned Pregnancy
Ver aqui.
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Liliana F. Verde
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Labels: Apoio à mulher, Educação Sexual












