quarta-feira, 9 de junho de 2010

Vivá vida

Espero que o João não me leve a mal de eu aqui linkar o seu último rebento.

Contra a educação sexual da APF


A Plataforma-RN apela a todos os pais que se informem profundamente sobre esta matéria, nomeadamente lendo a peça do "jornal i".

A Plataforma-RN considera que havendo centenas de modelos de educação sexual a dar resultados muito diferentes, o Estado não tem o direito de impor um modelo obrigatório a reboque da agenda de instituições privadas.

A Plataforma-RN conhece muito bem o passado, o presente e o futuro da "educação sexual" que o Estado impôs como doutrina obrigatória. Quem a quiser ter, que a tenha. Respeitamos as opções dos outros, para que as nossas opções sejam respeitadas.

Mas a Plataforma tem o dever de recordar que o modelo imposto em Portugal é baseado em teorias de famosos psicólogos americanos que gastaram parte da vida a combater o modelo que eles próprios criaram.

A Plataforma recorda que um deles (William Coulson, doutorado por Berkley, e com milhões de livros vendidos) esteve em Portugal a estudar o modelo e disse "estar aterrado" com o que viu; pediu ainda aos pais de Portugal que ajudassem a matar o monstro que ele próprio criou.

A Plataforma recorda o que R. George, professor de Princeton escreveu:
"Os grupos privados de educação sexual promovem de forma agressiva uma ideologia de irresponsabilidade sexual enquanto fingem estar preocupados com a saúde e segurança dos jovens. A verdade é que subtilmente (e às vezes não muito subtilmente) ao encorajar e facilitar a actividade sexual dos jovens, os "técnicos de educação sexual" colocam em perigo a saúde emocional e física das crianças. É tempo de se chamar a esse tipo de educação sexual aquilo que ela é: aulas de doutrina numa religião cujo único mandamento é a libertinagem".

A Plataforma-RN exige a liberdade de escolha nesta matéria. E apela a todos os pais que estudem a questão seriamente porque a felicidade dos seus filhos passa por aqui.

Portugal, 9 de Junho de 2010

A Plataforma de Resistência Nacional
VER JORNAL IMPRESSO DA PAG. 16 À 19
VER JORNAL IMPRESSO PAG. 20
Manifeste o seu protesto junto da Srª. Ministra da Educação

Voluntários para Cabo Verde

Abertura de candidaturas para Voluntários/as:
Realização de Diagnóstico em Cabo Verde

O ISU – Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária está a recrutar voluntários/as para a realização de um diagnóstico em Cabo Verde.

As candidaturas para estas vagas estão sujeitas a pré-selecção.


Requisitos de carácter eliminatório:
· Disponibilidade para a preparação, realização e avaliação do Diagnóstico (de Julho a Outubro de 2010, sendo que a realização da Acção decorrerá durante 30 a 45 dias em Cabo Verde)
· Experiência profissional/de voluntariado em Projectos de Cooperação para o Desenvolvimento em África
· Formação ou frequência do ensino superior

Requisitos de carácter preferencial:
· Participação nos projectos de voluntariado Nô Djunta Mon
· Participação em projectos/programas do ISU
· Experiência profissional/voluntariado em projectos de cooperação para o desenvolvimento em Cabo Verde
· Experiência de realização de diagnósticos em contextos de desenvolvimento


PROCESSO DE SELECÇÃO DOS/AS VOLUNTÁRIOS/AS:

- Envio de candidaturas até 11 de Junho para geral@isu.pt (CV e Carta de Motivação - referindo as principais razões que o/a motivam e justificação, com base no perfil pessoal, para participar nesta Acção)

- Pré-selecção de candidaturas (entre 12 e 14 de Junho)

- Contactos por telefone com pré-seleccionados/as para realização de entrevista (15 de Junho)

- Entrevistas de selecção (16 e 17 de Junho)

- Resultados da selecção (até 30 de Junho)

- Preparação para a Acção (a partir de 5 de Julho)

- Partida para Cabo Verde (Agosto ou Setembro)

Cumprimentos,
Rita Morgado Leote
Coordenadora de Projectos de Cooperação
Instituto de Solidariedade e Cooperação Universitária
Travessa do Possolo, 11, 3º dto.1350-252 LisboaTel: + 351 21 3957831Fax: + 351 21 3907206
E-mail: geral@isu.pt
www.isu.pt

(Recebida por e-mail)

terça-feira, 8 de junho de 2010

TEXTOS Rádio Costa D'Oiro 1ª semana Junho



RÁDIO COSTA D'OIRO
1 A 7 DE JUNHO


DIA 1 DE JUNHO


APRENDER A RELAXAR


O emprego, a casa, a situação económica, a família, os filhos, a escola, o trânsito... apenas alguns dos aspectos do nosso quotidiano que, pontualmente ou com mais regularidade, nos causam alguns transtornos e nos fazem abandonar o estado normal de equilíbrio. Paralelamente, consequências como a elevação da frequência cardíaca, da tensão muscular e do estado de ansiedade e irritabilidade são frequentes.
Mas há pequenas rotinas, fáceis de implementar ao longo do seu dia, que ajudam a contornar e/ou superar os agentes agressores do nosso estado de tranquilidade. De uma forma geral, podemos chamar-lhe técnicas de relaxação.O seu objectivo é "re-centrar" a sua atenção no corpo e nas sensações que dele emanam, libertando por momentos a parte do seu cérebro que está centrada em outros aspectos exteriores. Dedicar toda a sua atenção aos movimentos respiratórios durante alguns minutos é uma das formas universais mais eficazes de atingir este objectivo.
Faça pequenas pausas no trabalho. Dirija-se a uma varanda com ar fresco ou com uma vista agradável e contemple a paisagem durante 5 minutos. Vai ver como ajuda!Experimente, por exemplo, parar o carro e fechar os vidros na hora de maior tráfego rodoviário, colocar uma música calma e agradável, respirar de uma forma mais pausada e profunda, sorrir e... relaxar!AProveite também pequenos momentos no trabalho ou no carro para alongar os diferentes grupos musculares. A região cervical, dorsal e lombar são alvos frequentes de tensões pelo que merecem atenção extra.
Terá depois mais energia para os outros...
Estas e outras sugestões em www.rituais.net.



DIA 2 DE JUNHO

"Portugal precisa urgentemente de uma nova política de combate à toxicodependência, que sublinhe a importância da abstinência e incentive os jovens a dizerem, sem rodeios e sem vergonha, não às drogas.
É extraordinário o que se vem passando no nosso país. Enquanto o fumador se vê cada vez mais em palpos de aranha para dar largas ao seu vício, o jovem que não toma drogas sente-se cada vez mais marginalizado, para não dizer envergonhado, qual “careta” (...) no seio dos seus pares!
A mensagem que os governantes portugueses têm feito passar, por responsabilidade de uma política que dá prioridade à redução dos danos provocados pela droga (em detrimento da sua prevenção e tratamento) é peremptória: “consumam drogas se assim o desejarem, que se houver problema nós aqui estamos para vos ajudar depois a reduzir o dano que elas vos causarem”.
Parafraseando a propaganda oficial politicamente correcta, é como se dissessem ao gordo: “não tenhas problema em comer doces que nós depois damos-te insulina para não engordares”…!
Este texto é da autoria de Manuel Pinto Coelho Presidente da APLD - Associação para um Portugal Livre de Drogas


DIA 3 DE JUNHO

Quem faz habitualmente visitas a prisões, confronta-se habitualmente com várias situações de degradação humana.
As mais graves e chocantes são as de casos de pessoas que há meses ou anos atrás viviam uma vida praticamente normal, integradas na sociedade.Essas pessoas vão progressivamente afastando-se de influências positivas e formativas e vão progressivamente aprofundando as más companhias, as más influências e sobretudo com a repetição de certos maus hábitos, a sua própria personalidade vai sofrendo alterações ao ponto de mais tarde o seu carácter se tornar praticamente irreconhecível, de tão desfigurado que está.
E, assim, o mal toma forma, ganha expressão, traduz-se na prática de crimes.
Pode-se culpar o ambiente familiar, económico e social como meio propício para a criação de monstros sociais, futuros criminosos, mas há sempre um quota parte em que a responsabilidade é nossa, pessoal, livre e consciente, onde podendo optar por outras vias, optámos pela pior..

DIA 4 DE JUNHO


A propósito da presença do mal em nós, lembrei-me de Anakin Skywalker, da série cinematográfica “Guerra das Estrelas” que começou numa criança delicodoce para se transformar, por fim, no terrível Darth Vader.
E é isso que assusta, que Anakin foi-se passando progressivamente para o lado negro da força, através da cedência em pequenos pormenores, onde a generosidade e a bondade íam, a pouco e pouco, soçobrando perante a ânsia de afirmação e de auto-satisfação.E, por outro lado, foi o fomentar a resistência às influências positivas como forma de garantir o espaço para a auto-afirmação.
O passo final é a cegueira, a perda do critério de distinção entre o bem e o mal e, por fim, nos nossos dias, esse mal traduz-se habitualmente na prática dos chamados comportamentos obssessivo-compulsivos que são vícios que escravizam e degradam a pessoa humana obrigando-a a repetir obstinadamente os mesmos maus hábitos sem olhar a meios, nem ao mal que se causa a outros e ao próprio.Ninguém está isento deste risco. Enquanto vivermos seremos sempre capazes do pior e do melhor.A vida constrói-se no dia a dia e, por mais que isso seja politicamente incorrecto, a virtude da temperança é das mais importantes (já o ensinava Aristóteles ao seu filho Nicómaco, há milhares de anos atrás). Falta, muitas vezes, coragem para mudar maus hábitos, custa e até causa sofrimento, a ressaca de quem já está a viver uma embriaguez longa de mais. Mas é necessário.
O mal sempre existirá. O segredo está em afundá-lo na abundância de bem.

DIA 7 DE JUNHO


Uma vez que uma mulher se torna mãe, ela será sempre mãe, tenha ou não nascido o seu filho. O filho morto fará parte da sua vida por mais longa que ela seja. O aborto não é definitivamente uma "solução fácil" de um grave problema, mas um acto agressivo que terá repercussões contínuas na vida da mulher.Um dos mitos mais curiosos ligados ao aborto continua a ser a alusão ao aborto seguro.
O facto de várias mulheres se submeterem a esta prática e aparentemente não apresentarem problemas imediatos, não a torna num procedimento seguro. Todos os problemas associados referidos, quer físicos quer mentais, mostram precisamente que rotular o aborto de prática segura, para além de um mito, é um logro.
As mulheres que se submetem a um aborto induzido colocam a sua saúde em risco. Mesmo que o procedimento cirúrgico possa correr bem, a mulher não está livre de ter problemas a longo prazo. Aproximadamente 10% das mulheres que se sujeitam a um aborto induzido sofrem de complicações imediatas, das quais cerca de um quinto (2%) são consideradas de risco para a vida da mulher. As oito complicações principais mais comuns que podem ocorrer são: infecção, embolia, perfuração ou dilaceração do útero, complicações com a anestesia, convulsões, hemorragia aguda, danos cervicais, e choque endotóxico.
Em 1986 uma equipa de cientistas escreveu que "o aborto provocado antes da primeira gravidez levada a termo aumenta o risco de cancro da mama".
. Num estudo envolvendo 1428 mulheres, os investigadores verificaram que a perda durante a gravidez, em especial a perda causada por aborto induzido, estava significativamente relacionada com uma pior saúde geral (4). Estudos como este têm confirmado outros anteriores que referiam que no 1? ano após o aborto, as mulheres frequentavam o seu médico de família 80% mais por diversas razões e 180% mais por razões psicológicas

Encerramento de escolas: Surpreendidos?


Perante a decisão do Governo de encerrar várias escolas por não terem alunos em número suficiente, várias entidades manifestaram a sua oposição responsabilizando este Governo por essa medida.
Ora, o que acontece, é que o Governo limita-se a atirar com três pás de terra para cima dos cadáveres em que as escolas se tornaram devido à desastrosa política de família praticada pelos governos de há 6 a 10 anos que fizeram com que, actualmente, o défice de crianças entre estas idades seja exactamente igual a 235.170. Por essa altura, nasciam cerca de 47.500 crianças a menos do valor necessário para haver reposição de gerações, como se poderá ver nos alertas emitidos nesses anos pela APFN, designadamente na "Carta Aberta aos Deputados da Nação" de 17/11/03 e "Natalidade em Portugal - 2002" de 19/7/02.
Dessa altura a esta parte, a situação só se agravou, tendo sido dados gigantescos pontapés nas mais elementares noções de ecologia humana através de leis promovidas pelo Governo e Parlamento, com a cumplicidade do Tribunal Constitucional e Presidente da República, que só têm vindo a agravar a grave situação demográfica. Por exemplo, o défice de 47.500 nascimentos de há 6 anos ultrapassou, no ano passado, o de 60.000, dos quais 20.000 (um terço!) foram bebés mortos pelas mães pagas pelo Estado através do recurso ao aborto! Obviamente que muitas mais escolas irão fechar nos próximos anos...
Não será melhor apoiar as famílias que querem ter filhos em vez de se continuar a investir em quem não os quer ter?
A APFN não se cansa de alertar o país para a rota suicida que tem vindo a ser seguida nas últimas dezenas de anos, em particular nos últimos 5, como se poderá ver em "Titanic" de 30/9/06. O que será necessário acontecer para acordar os governantes deste país? O que será necessário acontecer mais para acordar o país? Não vêm que, após o encerramento das escolas, seguir-se-á o resto, tornando-se o país insustentável? Não conseguem ver que, por isto mesmo, o famoso "Estado Social" e os "direitos adquiridos" estão seriamente comprometidos? Ou também vão descobrir, às tantas, que "o mundo mudou há 15 dias"?
Querem evitar o fecho das escolas? Acabem de vez com as leis idiotas que têm aprovado e sigam uma política de acordo com os mais elementares conceitos de ecologia humana, como se tem feito, com sucesso, com as outras espécies animais!
Entretanto, se quiserem ter uma ideia do que poderá ser um país em que não se fecham escolas, convidamos a participarem, no próximo fim-de-semana, na Festa da Primavera e verem, com os próprios olhos, que as famílias numerosas são as únicas que, no concreto, trabalham para que não haja desemprego entre os professores!


Lisboa, 7 de Junho de 2010
APFN - Associação Portuguesa de Famílias Numerosas
Rua José Calheiros, 15
1400-229 Lisboa

segunda-feira, 7 de junho de 2010

O combate ao cancro

Ao fim de dezenas e dezenas de anos e milhões de mortes o combate ao cancro continua a marcar passo.
Registaram-se alguns avanços em matéria de quimioterapia, diagnóstico precoce para alguns tipos de cancro, entre outros, mas propriamente num tratamento eficaz de redução e extinção dos tumores muito pouca coisa foi feita.
Entretanto, é com satisfação que se verifica que os principais hospitais do país têm já ao seu dispor unidades de dor, com especialização em cuidados paliativos.
No caso do doente oncológico, já com metástases espalhadas, é importante que, dado o tratamento por findo, se aposte na sua qualidade de vida.
E é isso que deve ser feito, não o recurso à eutanásia.

domingo, 6 de junho de 2010

El PP recurrirá la ley del aborto ante el Constitucional hoy


El Partido Popular presentará este martes su recurso ante el Tribunal Constitucional contra la Ley de Salud Sexual y Reproductiva e Interrupción Voluntaria del Embarazo que a partir del próximo 5 de julio permitirá abortar libremente en España en las 14 primeras semanas de gestación y en algunos casos hasta la 22.


Ver mais aqui.
Madrid - 31/05/2010

Até onde?...

Publicidade televisiva, na Inglaterra, para... fazer um aborto.

Saber mais sobre este caso aqui.

Polémica na Educação Sexual

Em Inglaterra, um "pacote" de Educação Sexual, para crianças a partir dos 11 anos, está a criar polémica. Os temas incluem violação, pornografia, prostituição, mutilação genital feminina, casamentos forçados e tráfico humano. A Campanha pela Educação Genuína (CEG) alerta para o que acha de “extremamente explícito”.
Ver mais aqui.

Horror: mulher assassinada por ter um bebé do sexo feminino

Um homem palestino confessou ter assassinado sua esposa de 27 anos porque ela ficou grávida de uma menina, em vez de um menino, de acordo com MaanNews.net.
Ler mais aqui.

Aborto: problema social grave na China

Babies' Bodies Found Dumped in Chinese River

Aborted but Still Living Baby Sent for Cremation

OMS e ONU promotores do aborto?

O aborto “seguro” é promovido como um meio de melhorar a saúde materna e infantil em relatório da ONU e Margaret Chan, da OMS, elogia o aborto como direito legal.
Se o aborto é uma prioridade da ONU e da OMS, será que podemos ver, nos próximos anos, uma alternativa para ele? Tornar-se-á reduzido como se "pretenderia"? Está-me cá a parecer que não...
Daqui e daqui.

Abortion changes you



sábado, 5 de junho de 2010

Peça de Teatro: "Vidas por Amor"


La Presidencia Municipal a través de su Instituto de Cultura presenta la obra Vida por Amor con los primeros actores Laura Zapata, Manuel Ojeda y José Elías Moreno. Esta obra basada en la vida de Bernard Nathanson y Norma McCorvey.

Bernard, el mayor abortista en Estados Unidos practicó 5000 abortos incluido el de su propio hijo, otros 75000 fueron realizados bajo su mando. Fue llamado “El Rey del Aborto”.Norma, escondida bajo el seudónimo de “Jane Roe” demanda el derecho al aborto que originó el caso Roe vs. Wade en 1973, la Suprema Corte con siete votos a favor y dos en contra despenaliza el aborto en E.U. Sentencia emitida sobre una mentira.Bernard y Norma nos guiarán por el camino que los llevó a la conversión.Carlo, hombre indigente sereno con su realidad, descubre y toma conciencia sobre el terrible tema del aborto junto a Isaaccito y los demás No-natos, por medio de ellos escuchamos la voz, de los que no tienen voz.La cita es este lunes 22 de marzo a las 20:00 Hrs. única función, boletos $200.00, a la venta en la taquilla del Teatro de la Ciudad.

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Sobre Bernard Nathanson e Norma Mccorvey, abortistas arrependidos

A peça de teatro "Vida por Amor", produzida e dirigida por Laura Zapata, foi estreada no Teatro da Cidade de Chihuauha, México. A obra está baseada na vida de Bernard Nathanson e Norma McCorvey, abortista arrependidos transformados em defensores da vida.Os primeiros atores de "Vida por Amor" são Laura Zapata, Manuel Ojeda e Marco Uriel.

A obra está baseada na vida de Bernard Nathanson, o maior abortista dos Estados Unidos, que praticou pessoalmente cinco mil abortos, incluído o de seu próprio filho, e supervisionou a realização de outros 70 mil.

Norma McCorvey, escondida sob o pseudônimo de "Jane Roe" demandou o direito ao aborto que originou o caso Roe vs Wade em 1973. O Tribunal Supremo dos Estados Unidos, com sete votos a favor e dois contra, descriminalizou o aborto. Mas a parte irônica é que esta sentença foi emitida sobre uma mentira, pois na realidade Norma estava grávida de 8 meses então não foi possível abortar. Este filho, como os dois anteriores, foi dado para adoção.

Antes da apresentação, Laura Zapata ofereceu uma coletiva de imprensa na qual disse: "É um tema que causa controversa e estou segura de que os jovens que verem a obra não vão pensar sequer na possibilidade de um aborto".

Garantiu que os defensores do aborto se defendem de três formas: sob as bandeiras de que deve ser permitido em caso de violação, de má formações genéricas e de que um feto não é humano aos três meses.

"Eu me pergunto, aos três meses o que somos?, um pedaço de chiclete?, um sapato?, e sobre as má formações, por acaso há alguém perfeito?, todos somos imperfeitos, vale mais a graça da imperfeição que a perfeição sem graça; e sobre a bandeira da violação lhes digo, não se pode tapar um crime como o da violação com outro crime igual ou mais horroroso como o aborto", explicou a atriz.

Manifestou finalmente que o propósito da obra é não permitir que continue se votando no México a favor da descriminalização do aborto, que a sociedade se reconcilie com os valores e a vida e além de tudo levantar a voz por aqueles que não tem voz "algo que deveríamos fazer todos os que povoam esse planeta".
Daqui e daqui.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Grávidas da Lombardia vão ser pagas para não abortarem

As mulheres grávidas da Lombardia, no norte de Itália, que estejam em apuros financeiros recebem 4500 euros se decidirem levar a gravidez até ao fim em vez de recorrerem a um aborto, decidiu o governador local.

Roberto Formigoni, governador da Lombardia, avançou com a medida por considerar que nenhuma mulher deve pôr termo a uma gravidez por causa de dificuldades económicas, informa o site da BBC.

Assim, todas as mulheres mais pobres que engravidem vão receber, durante ano e meio, uma mensalidade de 250 euros - uma medida considerada bem-vinda pelos movimentos anti-aborto mas vista pelos mais críticos como propaganda de Roberto Formigoni, aliado do primeiro ministro Silvio Berlusconi.


Enquanto o governador da Lombardia justifica a medida como uma forma de apoiar "a família, a maternidade e os nascimentos", as vozes críticas classificam-na de solução de curto prazo para uma responsabilidade de toda a vida.


A interrupção voluntária da gravidez, ou aborto, é legal em Itália desde 1978.
Notícia daqui.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A ética da irresponsabilidade


O Presidente da República (PR) entendeu promulgar a lei que institucionaliza o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Fê-lo invocando a «ética da responsabilidade» e contra o seu próprio parecer sobre a questão.
A expressão «ética da responsabilidade» é redundante, porque a irresponsabilidade nunca é ética, como é óbvio. «Responsabilidade» significa, etimologicamente, o «peso» (pondus, em latim), da «coisa» (em latim, res), ou seja, ser responsável é acarretar com as consequências das próprias convicções em todos os actos e opções. A «ética da responsabilidade» opõe-se, portanto, à lógica da conveniência, cujo critério decisivo não é pautado por imperativos morais, mas por razões de oportunidade.

Ora o PR, que podia não ser cristão e, não o sendo, até podia ser partidário do casamento entre pessoas do mesmo sexo, fez questão em deixar claro que não concorda com o teor do diploma que promulgou. Ou seja, foi o PR que chamou a atenção para a incoerência da sua atitude: enquanto cidadão supostamente católico, pensa de uma forma; mas enquanto PR, age ao contrário. Mas como a fé se manifesta pelas obras e os princípios também, pois se assim não fosse não seriam princípio de coisa nenhuma, forçoso é concluir que quem procede deste modo não tem fé, nem princípios.
Também por razões de oportunismo, não faltaram políticos, militares, cientistas, juízes, etc., que cederam às exigências do poder, nomeadamente nazi e estalinista, por exemplo. Não restam dúvidas de que o seu acatamento dessas ordens superiores beneficiaram a coesão social dos respectivos regimes, sobretudo em situação de guerra ou de grave crise nacional, mas uma tal vantagem prática os não iliba da correspondente responsabilidade moral: não é uma desculpa, mas uma culpa decorrente da sua irresponsabilidade ética, do seu relativismo moral. Não foram vítimas dessas injustiças, mas cúmplices. O medo pelas consequências necessárias de um acto eticamente exigido não é prudência, é cobardia.
Mas – poderiam objectar alguns politólogos mais manhosos – não seria ineficaz, em termos práticos, a recusa da promulgação do controverso diploma, na medida em que constitucionalmente não poderia deixar de o ser se, de novo, fosse remetido à presidência pelo parlamento, como decerto ocorreria?! De modo algum, porque o PR podia e devia fazer saber a quem de direito que, não podendo agir contra os seus princípios e a sua consciência, ver-se-ia obrigado a demitir-se se essa lei lhe fosse reenviada, ou a dissolver a Assembleia da República. Em qualquer dos casos, a responsabilidade pela crise política decorrente seria única e exclusivamente de quem insistisse nessa questão fracturante. Pelo contrário, promulgando o diploma, o PR não só o faz seu como faz saber à nação e aos outros órgãos de soberania que está disponível para sancionar qualquer lei, mesmo que contrária aos princípios morais que era suposto seguir na sua actividade política.
Outra é a lógica da honra e da fé. Thomas More, ex-chanceler de Henrique VIII, estava disposto a servir o seu país e o seu rei, mas não à custa dos seus princípios morais ou da sua religião. Em termos de estabilidade política ou de conveniência pessoal, poderia ter transigido com o divórcio real mas, como era um homem de fé e de princípios, não o fez. A coerência custou-lhe a vida. João Baptista não teve medo de denunciar a imoralidade de Herodes e a sua não cedência ante o adultério do monarca, que teria sido muito oportuna social e politicamente, dada a grave crise resultante da ocupação romana, teve para o precursor uma consequência trágica: o martírio.
São Thomas More e São João Baptista perderam literalmente a cabeça, mas não a fé, nem a honra, ao contrário dos que vendem a alma e a sua dignidade por mesquinhos interesses conjunturais. Aqueles não foram vencidos da vida, mas vencedores do mundo, ao invés dos que renegam os seus princípios por calculismo eleitoral e oportunismo político. Vae victis…
Gonçalo Portocarrero de Almada

Investir na Cultura da Vida

Que todas as instituições nacionais e transnacionais se comprometam a garantir o respeito pela vida humana, desde a sua concepção até ao seu fim natural. [Intenção Geral do Santo Padre Bento XVI para o mês de JUNHO]

1.Cultura da morte e negação da vida como direito absoluto
A segunda metade do século XX viu a generalização do aborto legal, a pedido, como um avanço jurídico indiscutível e um progresso no âmbito da liberdade pessoal. Deste modo, a desprotecção legal da vida humana mais indefesa e inocente – a das crianças não nascidas – tornou-se um objectivo civilizacional de que nenhuma sociedade «progressista» podia prescindir. Conseguida a liberalização do aborto e a sua banalização por via legal, os promotores desta cultura da morte voltaram-se para o outro extremo da vida humana, onde ela se apresenta igualmente mais fragilizada – e encontram-se agora na linha da frente, tendo em vista a legalização e liberalização da eutanásia.
No início, esta exigência de «progresso» era considerada como o último «recurso» de idosos ou doentes incuráveis. Hoje, porém, a eutanásia já é apresentada como um direito de qualquer pessoa, em qualquer fase da existência que, por algum motivo, solicite auxílio médico para morrer – e, em casos extremos, um direito da família ou da sociedade face a pessoas que, por algum motivo, não sejam capazes de exercer autonomamente tal «direito» e cuja vida seja considerada sem qualidade.

2. Consequências

Relativamente à eutanásia, começamos apenas a vislumbrar o tipo de sociedade impiedosa, violenta e profundamente egoísta para a qual nos encaminhamos. Quanto ao aborto, falam os números: em Portugal, 19.000 crianças foram legalmente eliminadas, antes de nascerem, só no ano de 2009; em Espanha, vinte anos de aborto legal têm como resultado um milhão de crianças mortas antes de nascerem; na Europa comunitária, faz-se um milhão e duzentos mil abortos cada ano; na Rússia, no último ano, o número de abortos foi igual ao de nascimentos; nos Estados Unidos, há mais de um milhão de abortos por ano. Por outro lado, são cada vez mais frequentes as notícias de crianças abortadas que sobrevivem durante longas horas de agonia, como sucedeu recentemente em Itália. Tais crianças, nos Estados Unidos, não têm direito a nenhum tipo de assistência médica – são tratadas sim-plesmente como mortas, estando ainda vivas... Os números poderiam continuar. Estes, porém, são suficientes para se entender a galeria de horrores em que o aborto transformou muitos hospitais públicos e tantas «clínicas» privadas com dedicação exclusiva ao negócio da morte – tudo feito com a protecção da lei e, na maior parte dos casos, pago pelo dinheiro dos contribuintes. Depois, admiram-se que vivamos em sociedades cada vez mais violentas, emocionalmente exaustas, culturalmente decadentes, nas quais nenhum valor – a não ser o egoísmo individual – merece cuidado e protecção.
3. A longa luta em favor da vida
Aqueles que se batem por um outro tipo de civilização, na qual os mais frágeis sejam os mais protegidos, têm um caminho longo e penoso pela frente. Serão cada vez mais ostracizados e olhados como inimigos do progresso e da liberdade. Tal, porém, é um pequeno preço a pagar, quando se olha aos objectivos: «Actuar em favor da vida é contribuir para o renovamento da sociedade, através da edificação do bem comum» (João Paulo II). Os cristãos não podem alhear-se deste serviço à comunidade – como, infelizmente, tem acontecido com alguma frequência. Nem podem cair na armadilha de dizer – seguindo o discurso da moda – que há outras causas igualmente importantes. Há, sem dúvida, muitas causas importantes, a merecer o empenho dos cristãos. Nenhuma, porém, é mais importante, pois esta define todas as outras.
Afinal, apostar na «cultura da vida» é investir num futuro mais humano, o único que verdadeiramente importa. E vale a pena, vale todas as penas, mesmo se, por agora, a cultura da vida não surge particularmente valorizada no «mercado» das propostas concorrentes que se enfrentam na «bolsa de valores» onde se joga o presente e o futuro da humanidade.
Elias Couto

Uso de antidepressivos na gravidez pode aumentar risco de aborto em até 64%

Investigadores da Universidade de Montreal, no Canadá, sugerem que o risco de aborto espontâneo é 64% maior em grávidas que tomam antidepressivos, revela um artigo publicado no Canadian Medical Association Journal (CMAJ), de acordo com o site Ciência Diária.
(...)
De acordo com os investigadores, a explicação estaria nos inibidores selectivos de recaptação da serotonina (ISRS), especialmente a paroxetina e a venlafaxina. A combinação de diferentes antidepressivos dobraria o risco de abortos espontâneos.Como todos os medicamentos prescritos para grávidas, o médico e o doente devem avaliar os prós e contras do que será administrado. Em alguns casos, deixar de tomar o medicamento pode resultar em problemas ainda maiores para a pessoa. Sabe-se que cerca de 3% das gestantes necessitam da terapia pelo menos no primeiro trimestre da gravidez.
Fonte RCPharma

Coisas básicas que a crise nos veio recordar