domingo, 6 de junho de 2010

Até onde?...

Publicidade televisiva, na Inglaterra, para... fazer um aborto.

Saber mais sobre este caso aqui.

Polémica na Educação Sexual

Em Inglaterra, um "pacote" de Educação Sexual, para crianças a partir dos 11 anos, está a criar polémica. Os temas incluem violação, pornografia, prostituição, mutilação genital feminina, casamentos forçados e tráfico humano. A Campanha pela Educação Genuína (CEG) alerta para o que acha de “extremamente explícito”.
Ver mais aqui.

Horror: mulher assassinada por ter um bebé do sexo feminino

Um homem palestino confessou ter assassinado sua esposa de 27 anos porque ela ficou grávida de uma menina, em vez de um menino, de acordo com MaanNews.net.
Ler mais aqui.

Aborto: problema social grave na China

Babies' Bodies Found Dumped in Chinese River

Aborted but Still Living Baby Sent for Cremation

OMS e ONU promotores do aborto?

O aborto “seguro” é promovido como um meio de melhorar a saúde materna e infantil em relatório da ONU e Margaret Chan, da OMS, elogia o aborto como direito legal.
Se o aborto é uma prioridade da ONU e da OMS, será que podemos ver, nos próximos anos, uma alternativa para ele? Tornar-se-á reduzido como se "pretenderia"? Está-me cá a parecer que não...
Daqui e daqui.

Abortion changes you



sábado, 5 de junho de 2010

Peça de Teatro: "Vidas por Amor"


La Presidencia Municipal a través de su Instituto de Cultura presenta la obra Vida por Amor con los primeros actores Laura Zapata, Manuel Ojeda y José Elías Moreno. Esta obra basada en la vida de Bernard Nathanson y Norma McCorvey.

Bernard, el mayor abortista en Estados Unidos practicó 5000 abortos incluido el de su propio hijo, otros 75000 fueron realizados bajo su mando. Fue llamado “El Rey del Aborto”.Norma, escondida bajo el seudónimo de “Jane Roe” demanda el derecho al aborto que originó el caso Roe vs. Wade en 1973, la Suprema Corte con siete votos a favor y dos en contra despenaliza el aborto en E.U. Sentencia emitida sobre una mentira.Bernard y Norma nos guiarán por el camino que los llevó a la conversión.Carlo, hombre indigente sereno con su realidad, descubre y toma conciencia sobre el terrible tema del aborto junto a Isaaccito y los demás No-natos, por medio de ellos escuchamos la voz, de los que no tienen voz.La cita es este lunes 22 de marzo a las 20:00 Hrs. única función, boletos $200.00, a la venta en la taquilla del Teatro de la Ciudad.

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Sobre Bernard Nathanson e Norma Mccorvey, abortistas arrependidos

A peça de teatro "Vida por Amor", produzida e dirigida por Laura Zapata, foi estreada no Teatro da Cidade de Chihuauha, México. A obra está baseada na vida de Bernard Nathanson e Norma McCorvey, abortista arrependidos transformados em defensores da vida.Os primeiros atores de "Vida por Amor" são Laura Zapata, Manuel Ojeda e Marco Uriel.

A obra está baseada na vida de Bernard Nathanson, o maior abortista dos Estados Unidos, que praticou pessoalmente cinco mil abortos, incluído o de seu próprio filho, e supervisionou a realização de outros 70 mil.

Norma McCorvey, escondida sob o pseudônimo de "Jane Roe" demandou o direito ao aborto que originou o caso Roe vs Wade em 1973. O Tribunal Supremo dos Estados Unidos, com sete votos a favor e dois contra, descriminalizou o aborto. Mas a parte irônica é que esta sentença foi emitida sobre uma mentira, pois na realidade Norma estava grávida de 8 meses então não foi possível abortar. Este filho, como os dois anteriores, foi dado para adoção.

Antes da apresentação, Laura Zapata ofereceu uma coletiva de imprensa na qual disse: "É um tema que causa controversa e estou segura de que os jovens que verem a obra não vão pensar sequer na possibilidade de um aborto".

Garantiu que os defensores do aborto se defendem de três formas: sob as bandeiras de que deve ser permitido em caso de violação, de má formações genéricas e de que um feto não é humano aos três meses.

"Eu me pergunto, aos três meses o que somos?, um pedaço de chiclete?, um sapato?, e sobre as má formações, por acaso há alguém perfeito?, todos somos imperfeitos, vale mais a graça da imperfeição que a perfeição sem graça; e sobre a bandeira da violação lhes digo, não se pode tapar um crime como o da violação com outro crime igual ou mais horroroso como o aborto", explicou a atriz.

Manifestou finalmente que o propósito da obra é não permitir que continue se votando no México a favor da descriminalização do aborto, que a sociedade se reconcilie com os valores e a vida e além de tudo levantar a voz por aqueles que não tem voz "algo que deveríamos fazer todos os que povoam esse planeta".
Daqui e daqui.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Grávidas da Lombardia vão ser pagas para não abortarem

As mulheres grávidas da Lombardia, no norte de Itália, que estejam em apuros financeiros recebem 4500 euros se decidirem levar a gravidez até ao fim em vez de recorrerem a um aborto, decidiu o governador local.

Roberto Formigoni, governador da Lombardia, avançou com a medida por considerar que nenhuma mulher deve pôr termo a uma gravidez por causa de dificuldades económicas, informa o site da BBC.

Assim, todas as mulheres mais pobres que engravidem vão receber, durante ano e meio, uma mensalidade de 250 euros - uma medida considerada bem-vinda pelos movimentos anti-aborto mas vista pelos mais críticos como propaganda de Roberto Formigoni, aliado do primeiro ministro Silvio Berlusconi.


Enquanto o governador da Lombardia justifica a medida como uma forma de apoiar "a família, a maternidade e os nascimentos", as vozes críticas classificam-na de solução de curto prazo para uma responsabilidade de toda a vida.


A interrupção voluntária da gravidez, ou aborto, é legal em Itália desde 1978.
Notícia daqui.

quarta-feira, 2 de junho de 2010

A ética da irresponsabilidade


O Presidente da República (PR) entendeu promulgar a lei que institucionaliza o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo. Fê-lo invocando a «ética da responsabilidade» e contra o seu próprio parecer sobre a questão.
A expressão «ética da responsabilidade» é redundante, porque a irresponsabilidade nunca é ética, como é óbvio. «Responsabilidade» significa, etimologicamente, o «peso» (pondus, em latim), da «coisa» (em latim, res), ou seja, ser responsável é acarretar com as consequências das próprias convicções em todos os actos e opções. A «ética da responsabilidade» opõe-se, portanto, à lógica da conveniência, cujo critério decisivo não é pautado por imperativos morais, mas por razões de oportunidade.

Ora o PR, que podia não ser cristão e, não o sendo, até podia ser partidário do casamento entre pessoas do mesmo sexo, fez questão em deixar claro que não concorda com o teor do diploma que promulgou. Ou seja, foi o PR que chamou a atenção para a incoerência da sua atitude: enquanto cidadão supostamente católico, pensa de uma forma; mas enquanto PR, age ao contrário. Mas como a fé se manifesta pelas obras e os princípios também, pois se assim não fosse não seriam princípio de coisa nenhuma, forçoso é concluir que quem procede deste modo não tem fé, nem princípios.
Também por razões de oportunismo, não faltaram políticos, militares, cientistas, juízes, etc., que cederam às exigências do poder, nomeadamente nazi e estalinista, por exemplo. Não restam dúvidas de que o seu acatamento dessas ordens superiores beneficiaram a coesão social dos respectivos regimes, sobretudo em situação de guerra ou de grave crise nacional, mas uma tal vantagem prática os não iliba da correspondente responsabilidade moral: não é uma desculpa, mas uma culpa decorrente da sua irresponsabilidade ética, do seu relativismo moral. Não foram vítimas dessas injustiças, mas cúmplices. O medo pelas consequências necessárias de um acto eticamente exigido não é prudência, é cobardia.
Mas – poderiam objectar alguns politólogos mais manhosos – não seria ineficaz, em termos práticos, a recusa da promulgação do controverso diploma, na medida em que constitucionalmente não poderia deixar de o ser se, de novo, fosse remetido à presidência pelo parlamento, como decerto ocorreria?! De modo algum, porque o PR podia e devia fazer saber a quem de direito que, não podendo agir contra os seus princípios e a sua consciência, ver-se-ia obrigado a demitir-se se essa lei lhe fosse reenviada, ou a dissolver a Assembleia da República. Em qualquer dos casos, a responsabilidade pela crise política decorrente seria única e exclusivamente de quem insistisse nessa questão fracturante. Pelo contrário, promulgando o diploma, o PR não só o faz seu como faz saber à nação e aos outros órgãos de soberania que está disponível para sancionar qualquer lei, mesmo que contrária aos princípios morais que era suposto seguir na sua actividade política.
Outra é a lógica da honra e da fé. Thomas More, ex-chanceler de Henrique VIII, estava disposto a servir o seu país e o seu rei, mas não à custa dos seus princípios morais ou da sua religião. Em termos de estabilidade política ou de conveniência pessoal, poderia ter transigido com o divórcio real mas, como era um homem de fé e de princípios, não o fez. A coerência custou-lhe a vida. João Baptista não teve medo de denunciar a imoralidade de Herodes e a sua não cedência ante o adultério do monarca, que teria sido muito oportuna social e politicamente, dada a grave crise resultante da ocupação romana, teve para o precursor uma consequência trágica: o martírio.
São Thomas More e São João Baptista perderam literalmente a cabeça, mas não a fé, nem a honra, ao contrário dos que vendem a alma e a sua dignidade por mesquinhos interesses conjunturais. Aqueles não foram vencidos da vida, mas vencedores do mundo, ao invés dos que renegam os seus princípios por calculismo eleitoral e oportunismo político. Vae victis…
Gonçalo Portocarrero de Almada

Investir na Cultura da Vida

Que todas as instituições nacionais e transnacionais se comprometam a garantir o respeito pela vida humana, desde a sua concepção até ao seu fim natural. [Intenção Geral do Santo Padre Bento XVI para o mês de JUNHO]

1.Cultura da morte e negação da vida como direito absoluto
A segunda metade do século XX viu a generalização do aborto legal, a pedido, como um avanço jurídico indiscutível e um progresso no âmbito da liberdade pessoal. Deste modo, a desprotecção legal da vida humana mais indefesa e inocente – a das crianças não nascidas – tornou-se um objectivo civilizacional de que nenhuma sociedade «progressista» podia prescindir. Conseguida a liberalização do aborto e a sua banalização por via legal, os promotores desta cultura da morte voltaram-se para o outro extremo da vida humana, onde ela se apresenta igualmente mais fragilizada – e encontram-se agora na linha da frente, tendo em vista a legalização e liberalização da eutanásia.
No início, esta exigência de «progresso» era considerada como o último «recurso» de idosos ou doentes incuráveis. Hoje, porém, a eutanásia já é apresentada como um direito de qualquer pessoa, em qualquer fase da existência que, por algum motivo, solicite auxílio médico para morrer – e, em casos extremos, um direito da família ou da sociedade face a pessoas que, por algum motivo, não sejam capazes de exercer autonomamente tal «direito» e cuja vida seja considerada sem qualidade.

2. Consequências

Relativamente à eutanásia, começamos apenas a vislumbrar o tipo de sociedade impiedosa, violenta e profundamente egoísta para a qual nos encaminhamos. Quanto ao aborto, falam os números: em Portugal, 19.000 crianças foram legalmente eliminadas, antes de nascerem, só no ano de 2009; em Espanha, vinte anos de aborto legal têm como resultado um milhão de crianças mortas antes de nascerem; na Europa comunitária, faz-se um milhão e duzentos mil abortos cada ano; na Rússia, no último ano, o número de abortos foi igual ao de nascimentos; nos Estados Unidos, há mais de um milhão de abortos por ano. Por outro lado, são cada vez mais frequentes as notícias de crianças abortadas que sobrevivem durante longas horas de agonia, como sucedeu recentemente em Itália. Tais crianças, nos Estados Unidos, não têm direito a nenhum tipo de assistência médica – são tratadas sim-plesmente como mortas, estando ainda vivas... Os números poderiam continuar. Estes, porém, são suficientes para se entender a galeria de horrores em que o aborto transformou muitos hospitais públicos e tantas «clínicas» privadas com dedicação exclusiva ao negócio da morte – tudo feito com a protecção da lei e, na maior parte dos casos, pago pelo dinheiro dos contribuintes. Depois, admiram-se que vivamos em sociedades cada vez mais violentas, emocionalmente exaustas, culturalmente decadentes, nas quais nenhum valor – a não ser o egoísmo individual – merece cuidado e protecção.
3. A longa luta em favor da vida
Aqueles que se batem por um outro tipo de civilização, na qual os mais frágeis sejam os mais protegidos, têm um caminho longo e penoso pela frente. Serão cada vez mais ostracizados e olhados como inimigos do progresso e da liberdade. Tal, porém, é um pequeno preço a pagar, quando se olha aos objectivos: «Actuar em favor da vida é contribuir para o renovamento da sociedade, através da edificação do bem comum» (João Paulo II). Os cristãos não podem alhear-se deste serviço à comunidade – como, infelizmente, tem acontecido com alguma frequência. Nem podem cair na armadilha de dizer – seguindo o discurso da moda – que há outras causas igualmente importantes. Há, sem dúvida, muitas causas importantes, a merecer o empenho dos cristãos. Nenhuma, porém, é mais importante, pois esta define todas as outras.
Afinal, apostar na «cultura da vida» é investir num futuro mais humano, o único que verdadeiramente importa. E vale a pena, vale todas as penas, mesmo se, por agora, a cultura da vida não surge particularmente valorizada no «mercado» das propostas concorrentes que se enfrentam na «bolsa de valores» onde se joga o presente e o futuro da humanidade.
Elias Couto

Uso de antidepressivos na gravidez pode aumentar risco de aborto em até 64%

Investigadores da Universidade de Montreal, no Canadá, sugerem que o risco de aborto espontâneo é 64% maior em grávidas que tomam antidepressivos, revela um artigo publicado no Canadian Medical Association Journal (CMAJ), de acordo com o site Ciência Diária.
(...)
De acordo com os investigadores, a explicação estaria nos inibidores selectivos de recaptação da serotonina (ISRS), especialmente a paroxetina e a venlafaxina. A combinação de diferentes antidepressivos dobraria o risco de abortos espontâneos.Como todos os medicamentos prescritos para grávidas, o médico e o doente devem avaliar os prós e contras do que será administrado. Em alguns casos, deixar de tomar o medicamento pode resultar em problemas ainda maiores para a pessoa. Sabe-se que cerca de 3% das gestantes necessitam da terapia pelo menos no primeiro trimestre da gravidez.
Fonte RCPharma

Coisas básicas que a crise nos veio recordar

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Moda solidária Apatris 21

No próximo dia 2 de Junho, a associação Apatris 21- Associação de portadores de trissomia 21 do Algarve vai organizar no mercado de Faro, pelas 21.30, um desfile de moda cujo objectivo é a recolha de fundos.
A associação atravessa uma grave crise financeira motivada pelo corte de subsídios públicos e, por isso, merece todo o nosso apoio.
Aqui fica um vídeo dos ensaios do desfile no qual irão participar várias crianças com trissomia 21

Não deixa de ser interessante ver a desfilar os heróis da sociedade pós-moderna, do style, do glamour e da estética ao lado precisamente dos seus anti-heróis que representam o contrário de tudo isso...

domingo, 30 de maio de 2010

Uma frase e um poema para os que continuam a lutar pela VIDA

"Se a missão fosse fácil, estavam cá outros."




"Há Homens que lutam um dia, e são bons;
Há Outros que lutam um ano, e são melhores;
Há Aqueles que lutam muitos anos, e são muito bons;
Porém há Os que lutam toda a vida
Estes são Os imprescindíveis"

B. Brecht

sexta-feira, 28 de maio de 2010

O delírio continua....

...agora com as mudanças de sexo

Aprender a relaxar

O emprego, a casa, a situação económica, a família, os filhos, a escola, o trânsito... apenas alguns dos aspectos do nosso quotidiano que, pontualmente ou com mais regularidade, nos causam alguns transtornos e nos fazem abandonar o estado normal de equilíbrio. Paralelamente, consequências como a elevação da frequência cardíaca, da tensão muscular e do estado de ansiedade e irritabilidade são frequentes.
Mas há pequenas rotinas, fáceis de implementar ao longo do seu dia, que ajudam a contornar e/ou superar os agentes agressores do nosso estado de tranquilidade. De uma forma geral, podemos chamar-lhe técnicas de relaxação.
O seu objectivo é "re-centrar" a sua atenção no corpo e nas sensações que dele emanam, libertando por momentos a parte do seu cérebro que está centrada em outros aspectos exteriores. Dedicar toda a sua atenção aos movimentos respiratórios durante alguns minutos é uma das formas universais mais eficazes de atingir este objectivo.

A CONSIDERAR:
Faça pequenas pausas no trabalho. Dirija-se a uma varanda com ar fresco ou com uma vista agradável e contemple a paisagem durante 5 minutos. Vai ver como ajuda!
Experimente, por exemplo, parar o carro e fechar os vidros na hora de maior tráfego rodoviário, colocar uma música calma e agradável, respirar de uma forma mais pausada e profunda, sorrir e... relaxar!
Em casa, procure uma divisão silenciosa e coloque-se numa posição confortável (preferencialmente sentado ou mesmo deitado(a), sem adormecer). Concentre-se de seguida em cada parte do seu corpo, de uma forma isolada, e imagine que a mesma se torna cada vez mais pesada. Ou que, por exemplo, está a ser atravessada por uma onda de calor. Concilie esta sensação com uma respiração abdominal profunda.
Aproveite também pequenos momentos no trabalho ou no carro para alongar os diferentes grupos musculares. A região cervical, dorsal e lombar são alvos frequentes de tensões pelo que merecem atenção extra.
Não esqueça que estes minutos são só e completamente para si. Dê a si próprio esse direito! Terá depois mais energia para os outros...
Estas e outras sugestões em
www.rituais.net.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

Bookcrossing em Faro


A associação Faro 1540, cujo presidente da direcção é o nosso colega de blogue Bruno Lage, lançou uma excelente iniciativa de promoção da cultura nas ruas de Faro:


Caros associados e amigos,


Tal como já tinha sido referido, a nossa associação está a dinamizar obookcrossing no concelho da capital algarvia.
Recorde-se que Faro apesar de ser uma cidade universitária e capitalde uma das principais regiões do país, não tinha este movimento bem enraizado apesar de Portugal ser dos países europeus onde estemovimento tem maior expressão sobretudo nas cidades de Lisboa e Porto.

Esta realidade levou a “FARO 1540” a considerar mais oportuno que numa1ª fase, em vez de serem libertados livros aleatoriamente em cafés,bancos de jardins e escolas como habitualmente acontece, fossepromovido a difusão deste conceito por intermédio de Crossing Zones ouZonas Oficiais de Libertação (ZOL), onde todos os cidadãos poderãolevantar e depositar os livros e publicações.Assim, com o lançamento do projecto dinamizado pela “FARO 1540”, vão ser libertadas nos próximos dias perto de duzentas publicações pelas12 entidades que se associaram a este projecto e que vão fazer deFaro, de acordo com as informações contidas no site BookcrossingPortugal, a maior cidade do país em número de ZOL´s.

As Zonas Oficias de Libertação aderentes, todas elas identificadaspelo cartaz ZOL, nesta primeira fase foram: Associação deSolidariedade Social dos Professores (Delegação do Algarve),Biblioteca António Ramos Rosa, Bibliotecas da Universidade do Algarve(Gambelas e Penha), Centro Azul (Praia de Faro), Escola SecundáriaJoão de Deus, Espaço C, Espaço Internet (Sto António do Alto), Faro1540, Hagabê Informática (Loja Faro), Nordik Bar e SociedadeRecreativa Artística Farense (“Os Artistas”).

Para além dos nossos associados que contribuíram de forma efectivapara o sucesso desta iniciativa (Laura Lage, Idália Sebastião,Salvador Santos, Leitão Correia) temos de agradecer à Câmara Municipalde Faro, Escola Secundária João de Deus, Associação de Solidariedadedos Professores e à Delegação Regional da Cultura o facto de teremdoado diversas publicações para este projecto.

Espera-se que este movimento seja “realimentado” a partir de hoje pelos diversos leitores (bookcrossers) e também pelas ZOL aderentes aeste projecto, garantindo assim, que exista sempre disponível umconjunto razoável de publicações e livros que poderão circular entrediversos bookcrossers em vez de estarem parados e esquecidos emestantes.

A “FARO 1540” apela a todos vós que continuem a doar livros a estaassociação, que depois de registar e etiquetar as referidaspublicações no site bookcrossing.com serão posteriormente libertadaspelas ZOL farenses, passando a fazer parte integrante desta“biblioteca mundial” e a estar ao dispor de milhares de bookcrossers.


Com os melhores cumprimentos,

Bruno Lage

(Recebida por e-mail)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Campanha do Banco Alimentar contra a Fome


No próximo fim-de-semana: 29 e 30 de Maio de 2010

Degenerescências


A meu ver, uma das razões para a degenerescência que é o casamento homossexual resulta precisamente da actual degenerescência do casamento heterossexual.


Hoje em dia, o casamento heterossexual perdeu, em grande parte, o seu sumo, o seu sentido de compromisso, de estabilidade e de solidez onde os filhos crescem.


Às primeiras discussões, divergências, falhas ou fracassos fala-se e recorre-se, logo, ao divórcio.


O início e o fim do casamento heterossexual passou a ser, em muitos casos, um mero fruto de um capricho.

E é também por caprichos que os interesses dos filhos são subalternizados em face da supremacia do ego e orgulho dos pais.