quinta-feira, 15 de abril de 2010

Educação e homossexualidade


Enquanto muitos dos arautos do casamento gay se inquietam com a demora de Cavaco em promulgar a lei do casamento, conhecem-se novos dados sobre as consequências da estratégia pró-gay em matéria de educação.


Tom Benton, presidente do American College of Pediatricians lançaram um site denominado Facts about Youth que acrescenta e esclarece vários pontos acerca das tendências homossexuais de muitos jovens.


A ACP divulgou em nota os resultados de uma série de estudos que determinam, de maneira inequívoca, que o desejo de pré-adolescentes de serem do sexo oposto constitui um estágio de desenvolvimento absolutamente normal e temporário.
A ACP divulgou também uma advertência às escolas e aos adultos responsáveis sobre o fato de que a confusão de gênero, a atração pelo mesmo sexo, e a confusão sexual não devem jamais ser estimulados.
“Mesmo crianças e adolescentes com Desordem de Identidade de Gênero (quando uma criança tem desejo de ser do sexo oposto) perdem estas tendências durante a puberdade, quando este comportamento não é reforçado”.
“Os pesquisadores, Zucker e Bradley, afirmam que, quando os pais ou outros adultos estimulam uma criança ou adolescente a se comportar ou ser tratado como se fosse de outro sexo, é reforçada a confusão, e a criança é assim condicionada a uma conduta dolorosa e sofrida sem necessidade”.
Mesmo que “motivadas por intenções nobres”, “as escolas podem ironicamente desempenhar um papel negativo quando reforçam tais desordens”, explica a comunicado enviado na semana passada a 14.800 inspetores de ensino dos EUA, assinado por Tom Benton, MD, FCP, presidente do American College of Pediatricians
. (Fonte do Itálico Zénit)


O referido site apresenta-nos também alguns factos que todos os pais e agentes educativos deveriam ter conhecimento:



- Homosexual attraction of young students is usually temporary (if not encouraged) and may be unwanted.

- The homosexual lifestyle carries grave health risks, especially for males.
For unwanted sexual attractions, therapy to restore heterosexual attraction has proven effective and harmless.

- “When compared with heterosexual men, men who have sex with men are 44 times more likely to be diagnosed with HIV, and 46 times more likely to contract syphilis.”

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Será que mais alguma coisa nos poderá surpreender?

A Holanda, de facto, promete sempre "melhor"! Depois deste "post", lembrei-me desta notícia, onde se diz que um partido político pretendeu legalizar a pedofilia!!! O que nos espera ainda?

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Na Holanda discute-se suicídio legal aos 70 anos


Na Holanda o Parlamento vai debater a legalização do suicídio assistido a partir dos 70 anos.
Desde 2001 que na Holanda se permite a eutanásia nos casos de "sofrimento irreprimível". Mas como essa coisa do sofrimento é muito relativo e subjectivo, caso a nova lei seja aprovada para um suicídio assistido bastará que o "utente" tenha mais de 70 anos e que seja aferido o seu consentimento completo.
Por este caminho está encontrada a solução para a segurança social.


Pedro Pestana Bastos in Cachimbo de Magritte

Adopção como último recurso


Uma das quadraturas do circulo do processo de adopção reside na gestão dos vários interesses em presença:


Se é verdade que uma criança deve ser rapidamente adoptada de forma a evitar a excessiva permanência em instituições ou famílias de acolhimento...


...Também é verdade que uma criança só deve ser encaminhada para a adopção se se mostrar como irreversivelmente assente que a sua família natural não tem condições de lhe garantir um crescimento, uma educação saudável e um integração social equilibrada.


E, em caso algum, numa sociedade que se diz moderna, pode uma criança ser encaminhada para adopção por meras razões de carência económica dos seus pais.


A este propósito, não deixo de chamar à atenção para esta interessante reportagem do DN "Mães que lutam para que os filhos não sejam adoptados"

domingo, 11 de abril de 2010

Publicidade banida


Publicidade da Christian Aid banida.

Ficar parado é que não!


Escreve a José Sócrates para acabar com a pobreza!


Ver aqui.

sábado, 10 de abril de 2010

"Educação Sexual": o que nos espera?

Acaba de ser publicada, em Diário da República, a portaria (Portaria n.º 196-A/2010) que regulamenta o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar. Não é fácil agradar a Gregos e a Troianos e é claro que esta lei não está isenta de críticas.

Em primeiro lugar, oferece-me dizer que não concordo com o termo “Educação Sexual”, antes com “Educação da Sexualidade” ou “Educação da Sexualidade e Afectividade” (ou “Educação para a Sexualidade e Afectividade”), muito embora isto seja uma redundância, visto que uma visão completa da sexualidade abarca obrigatoriamente a da afectividade.

Depois, não posso deixar de me manifestar claramente preocupada com a implementação desta lei quando os professores não estão formados para dar a dita formação e quando, e sobretudo, os pais são muito pouco envolvidos nesta matéria. A primeira preocupação das escolas e do Ministério da Educação não deveria ser o de (in)formar os alunos acerca da sexualidade, numa perspectiva que tem sido quase sempre a higienista, a da prevenção de D.S.T. e a da gravidez precoce (com toda a validade que têm), mas, primeiramente, a de procurar que os pais pudessem ser (in)formandos sobre esta matéria, podendo eles mesmos optar pela teoria e pela visão que fosse mais conforme os seus valores e que fossem os primeiros a iniciar a educação da sexualidade. Falar e educar a sexualidade toca com valores tão importantes como os do compromisso, da fidelidade, da vida, entre outros. Na nossa Sociedade, neste campo, há muitas rupturas e nem todos concordam com o mesmo paradigma. Espera-se que a articulação escola-família seja efectivamente realizada, com clareza e verdade.

Em anexo à portaria, constam conteúdos curriculares importantes e que podem, em falsas abordagens, gerar confusão nos educandos, a saber, “família”, “contracepção”, “planeamento familiar” (no 2.º ciclo?), “interrupção voluntária da gravidez”/“aborto”. Com que critérios éticos e morais se abordarão estes conceitos?

Espera-se bom senso, atendendo a que a educação da sexualidade não é o mesmo que a educação alimentar ou a actividade física.

Como antes seria imprescindível, agora mais o é, antes de matricular um filho na escola, pedir o seu Projecto Educativo e questionar o Director da Escola sobre o que a escola tem para oferecer aos seus alunos e como pretende envolver os pais.

P.S.
- Fica por esclarecer o que se entende por “aproximações abusivas”.
- É interessante notar que se fale de “Consequências físicas, psicológicas e sociais da maternidade e da paternidade de gravidez na adolescência e do aborto”. O aborto, de facto, tem consequências, como as citadas, ainda que, muitas vezes, se faça até crer que não.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Conferência 23 Abril 21h Lisboa


No próximo dia 23 de Abril, às 21 horas, a Associação Família e Sociedade (www.familiaesociedade.org) organiza, no hotel “Corinthia Lisboa”, uma conferência subordinada ao tema:

“Educar o carácter, Educar para amar.”

Para tal evento, teremos o prazer de acolher entre nós o casal Vélez, pedagogos de grande nível e “pais” do programa de educação da sexualidade Protege Tu Corazón (http://www.protegetucorazon.com/index.php?id=3), que se estende hoje a 18 países de todo o mundo – América, Europa e Ásia – e marcou já a vida de mais de 150.000 adolescentes.



Juan Francisco é engenheiro e tem um mestrado em Administração de Empresas. María Luisa, comunicadora social, jornalista, especialista em imprensa feminina. Ambos tiraram um curso de orientação familiar na Universidade de Navarra. São originários da cidade de Medellin, na Colômbia, mas vivem em Monterrey, no México. Têm 7 filhos, entre os 30 e os 17 anos. Casal unido e complementar, decidiram combinar as duas paixões que têm: a família e a educação. Foi em 1993 que fundaram o programa de educação para pais, professores e adolescentes, Protege tu corazón.

O programa PTC Protege Tu Corazón – que faz alusão ao coração como eixo central do ser humano – fundamenta-se na antropologia filosófica, psicologia, medicina, estatística e sociologia. O seu objectivo principal é apoiar a formação do carácter e da sexualidade de adolescentes.

Esta conferência será, seguramente, um momento de grande enriquecimento pessoal para todos os que a ela assistam e dirige-se a todos aqueles que tenham interesse por este tema de tanta actualidade e/ou pretendam conhecer melhor o programa PTC Protege Tu Corazón. Junto enviamos a localização do hotel “Corinthia Lisboa”, onde se realiza o evento: http://www.corinthia.com/maps?|=8&c=4).

Com os nossos cordiais cumprimentos,

Alexandra Chumbo





AFS – Associação Família e Sociedade

IPSS – Instituição Particular de Solidariedade Social

R. Viriato, nº23, 6º Dto.

1050 – 234 Lisboa

Telefone 21 314 95 85

Horário: 10h às 14h

familiasociedade@sapo.pt

www.familiaesociedade.org

quinta-feira, 8 de abril de 2010

COMUNICADO PLATAFORMA CIDADANIA CASAMENTO

O Tribunal Constitucional decidiu que a proposta de lei do casamento entre pessoas do mesmo sexo não tem vício de constitucionalidade quanto aos artigos do casamento.
A Plataforma Cidadania Casamento não está surpresa com esta decisão constitucional, mas antes considera que foi agora aberto caminho, mais do que nunca, para a realização do Referendo.
Neste sentido, louvamos a decisão do Presidente da República porque o envio ao TC foi um passo dado no sentido de devolver ao Povo o direito a decidir sobre os destinos desta sociedade.
Cabe aqui recordar:
- as mais de 92 000 pessoas que em menos de 3 semanas se uniram para pedir o referendo,
- as dezenas de Presidentes de Câmara de todos os quadrantes políticos que pediram o referendo; o vasto movimento de Militares de Abril que apela à Liberdade deste povo para decidir sobre o seu destino e,
- as dezenas de personalidades de vários credos e orientações que publicamente defenderam o referendo,
- os vastos milhares de pessoas que na Avenida da Liberdade pediram a dignificação da Família.
Por isso, mais do que nunca, estão criadas as condições para que todos os intervenientes no processo legislativo cumpram com a vontade popular e respeitem a democracia.
Uma rede Nacional de comités tem vindo a trabalhar no sentido de esclarecer as populações das várias regiões sobre as consequências desta lei.
Consideramos que a sociedade só pode e deve legislar quanto ao casamento entre homem e mulher.
Consideramos que a Liberdade de definir o futuro tem que ser defendida.
Consideramos que nenhum eleito tem legitimidade para, em nome do Povo provocar tão profunda alteração legislativa.

quarta-feira, 7 de abril de 2010

A VIDA é sempre um bem


Uma iniciativa pela causa da VIDA.

Ver mais aqui.

Textos desta semana da Rádio Costa D'Oiro



Semana de 6 a 12 de Abril
Rubrica “Algarve pela Vida” na Rádio Costa D'Oiro


Dia 6 de Abril, 3ª feira


Tema: Sexualidade responsável
A liberdade sexual, socialmente aceite a partir dos anos 60, vitoriosa com o Maio de 68, e gradualmente ampliada nos 40 anos seguintes sob todos os regimes político-partidários e contextos sociais, coloca também uma série de interrogações à sociedade actual.
Em concreto, pergunta-se: conseguiu essa liberdade sexual criar famílias mais estáveis e duráveis?
Conseguiu a liberdade sexual criar uma sociedade mais equilibrada, com menos violência por exemplo?
Conseguiu a liberdade sexual gerar solidariedade inter-geracional entre jovens, adultos e idosos que permita uma maior protecção na velhice?
Conseguiu a liberdade sexual erradicar a prostituição, ou a pedofilia, por exemplo?
Conseguiu esta sociedade um nível de natalidade saudável de forma a assegurar sangue novo na actividade económica e na vida comunitária?
Conseguiu esta sociedade gerar os excedentes necessários à garantia das pensões futuras?
A resposta é não, não e não. A sociedade actual tem mais violência doméstica, mais famílias desestruturadas, mais jovens drogados e alcoolizados, mais mulheres abandonadas e homens alienados, mais idosos marginalizados, mais crianças abusadas que antigamente;
É uma sociedade tem muito mais chagas sociais do que a sociedade disciplinada e tutelada em que se vivia há meio século atrás. As sociedades modernas têm, hoje, uma visão vincadamente material, estreita e atávica da vida sexual e na realidade, disponibilizam sexo a jovens e adultos, de forma fácil e rápida, a troco de nada. No passado, porém, a situação era diferente.
Em vez de afundar os jovens no facilitismo e no parasitismo, obrigava-se a tornarem-se primeiro socialmente válidos, úteis e responsáveis.
Nesse tempo, a sociedade sabia cobrar o seu preço pela satisfação da pulsão sexual e afectiva dos seus jovens, em vez de a fazer desperdiçar sem contrapartidas socialmente válidas, como acontece agora.
Ensinar os jovens a ser socialmente responsáveis na forma como encaram a sua própria sexualidade, eis um desafio de pais e professores.


Dia 7 de Abril, 4ª feira

Tema: ensino e qualidade


São raras as estatísticas e notícias que não se ouçam sobre Portugal em que não se diga que estamos atrasados. Parece estarmos perpetuamente atrasados! O último estudo do Instituto Nacional de Estatística sobre a Educação em Portugal confirma, mais uma vez, esta triste realidade. E eis que leis e medidas avulsas pretendem elevar os níveis de literacia do país! Por muito boa que seja a ideia de elevar esses níveis, Portugal não pode resignar-se somente a legislar e a esperar que, de um momento para o outro, as crianças deste país aprendam, e até os pais delas que já não tinham aprendido.
Elevar os níveis de literacia implica pensar na melhor forma de qualificar todos, mas com qualidade. Ora, para isso, em Educação, é necessário que as crianças tenham um ambiente e métodos adequados para aprender e que, o Ministério da Educação, as famílias e os professores cumpram, cada um, com o seu dever. Não queiramos, por conveniência dos dados estatísticos, diminuir o grau de exigência dos cursos (como os profissionais) ou eliminar disciplinas basilares e que exigem muito trabalho (como a Literatura, o Latim, a Matemática ou a Física), ou, não daqui a muitos anos, no 12.º ano, andarão os professores a leccionar matérias que competiam a outros níveis de ensino.
Os números espelham a decadência do ensino em Portugal, mas reflectem apenas uma parte da nossa realidade. A qualidade e a exigência têm de ser restauradas. Se assim não for, em vez de 50 anos, ficaremos 100 ou mais atrasados.


Dia 8 de Abril, 5ª feira
Tema: Trabalhos de casa


Uma aluna queixava-se, muito recentemente, da discrepância entre o ensino no 3.º ciclo e no secundário. O 3.º ciclo era, segundo ela, muito mais facilitador, menos trabalhoso e menos exigente, de onde tinha resultado alguma frustração e falta de bases para a exigência que viria. A queixa não é filha única e leva-nos a pensar no que terá motivado tal desabafo.
São inúmeras as causas para as dificuldades com que os alunos se vão confrontando; uma delas é a falta de consolidação de conhecimentos.
Nada se aprende sem se compreender e treinar. Estas são duas exigências próprias da aprendizagem. Uma das formas de conseguir, pelo menos o treino, é a dos trabalhos de casa. Relegados para segundo plano durante algum tempo, convém reanalisar o que eles têm de bom que ajudem os estudantes a aprender e a saber melhor, desde os do 1.º ciclo até aos do ensino universitário. Aliás, a prática regular de trabalhos de casa, desde os primeiros anos de escolaridade, leva à interiorização de importantes hábitos de trabalho para toda a vida. São uma forma de aplicação, consolidação e revisão de conhecimentos e de treino que vão preparando, em tempo útil e pouco a pouco, os alunos para as diferentes matérias e para os momentos formais de avaliação.
Os trabalhos de casa são também uma forma de incutir disciplina, método, responsabilidade e de obrigar, desde cedo, cada um a gerir prioridades.
É importante alertar para o facto de que os trabalhos de casa procuram a autonomia de cada estudante, não devendo, por isso, ser feitos por outra pessoa que não ele (o que não invalida a ajuda), nem ser uma forma de intoxicação que não haja tempo, depois das aulas, para brincar e descontrair.


Dia 9 de Abril, 6ª feira
Tema: CPM – Centro de Preparação para o Matrimónio


O C.P.M., centro de preparação para o matrimónio, é um movimento confessional, mas aberto a todos os que o procurem frequentar. Tem como objectivo dedicar-se à preparação dos noivos para o casamento. Tem ainda como finalidade promover sessões com pedagogia e metodologia própria, baseadas na revisão de vida e testemunho vivencial (…), apoiados na reflexão e no diálogo conjugais.
O C.P.M. pretende ajudar os noivos a: preparar o seu matrimónio, reflectir sobre o seu noivado, dialogar sobre a validade das suas ideias e dos seus comportamentos, para, desta forma: validar as suas ideias e os seus comportamentos, principalmente através do testemunho de outros noivos e casais; fazer a aprendizagem de diálogo entre os dois; reflectir sobre situações que afectam a harmonia das relações entre os elementos do casal de modo a desenvolver atitudes de superação dessas situações; desenvolver atitudes e valores que desencorajem o recurso ao divórcio e ao aborto, contribuindo para a estabilidade da família; formar no âmbito do planeamento familiar, capacitando os novos casais no sentido de uma paternidade consciente e responsável.
Para casar e se formar família também é precisa formação e o C.P.M. é uma oportunidade para os noivos.
Podem ser consultadas mais informações em http://www.cpm-portugal.pt/.


Dia 12 de Abril, 2ª feira
Tema: Sentido da Vida


No cemitério municipal de Portimão jaz uma campa de um homem cuja pedra tumular se encontra totalmente despida de quaisquer referências ou datas. Apenas se diz a seguinte frase: “Um nome. Para quê ?”
A pergunta do “Para quê ?” é algo que nos assalta e, por vezes, incómoda não só quando somos confrontados com as consequências de catástrofes naturais, mas, sobretudo quando lidamos com as contingências do nosso dia a dia.
Para quê levantar-nos, de manhã, para ir para o trabalho ?
Para quê ter filhos ?
Para quê estudar e ter boas notas ?
Para quê subir na carreira e ganhar louros ?
Para quê casar ?
Em suma, para quê viver se tudo um dia se acaba num ápice ?
A sociedade moderna já há muito tempo que se deixou de interessar sequer pela resposta a estas perguntas.
“Se a vida é inútil, porque não aproveitá-la, ao máximo, com excessos e sem quaisquer limites?” - dizem ?
O poeta e escritor Sebastião da Gama tem um soneto intitulado “O segredo é amar” -é este o segredo.
É que a questão do sentido da vida pode estar errada.
A questão pode não ser o “Para quê “, mas sim o “como”
Não se trata de adquirir mais, fazer mais, alcançar mais, mas antes amar. Amar o filho que está no ventre. Amar o idoso a que já ninguém liga. Amar o doente que espera a morte. Amar o marido e amar a mulher. Amar os pais e amar os filhos. Amar o patrão e o empregado.
Tudo desaparece. Tudo se esvaí. Mas o amor fica.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Um ser humano ou uma escolha ?

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Famílias numerosas questionam: em quantas gerações quer Sócrates acabar com o país

O presidente da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas considera que as limitações às deduções das despesas de educação e de saúde em sede de IRS são “a continuação da política antinatalista e antifamília do Governo”.
Fernando Castro disse que “a redução dos plafond [de despesas de educação e saúde] em função do rendimento da família e não do rendimento per capita é a continuação da política antinatalista e antifamília do Governo”.
“Era bom que o senhor primeiro-ministro dissesse em quantas gerações quer acabar com o país, se em duas ou três gerações, porque é insustentável numa sociedade com uma taxa de natalidade tão baixa ter o Governo a agravar as políticas para as famílias”, afirmou o presidente da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas. “Quando temos em conta os rendimentos da família independentemente dos elementos que tem obviamente que vai aumentar a discriminação quanto às famílias numerosas, favorecendo as famílias que têm poucos elementos”, acrescentou.
(...)
Fernando Castro considera que “é impossível o país sobreviver a esta situação”, realçando os problemas sociais decorrentes do progressivo envelhecimento da população. “Não vai haver reformas para ninguém, porque não existe população activa”, sublinhou.
Fonte: Público

domingo, 4 de abril de 2010

O escafandro e a borboleta



Vi, nesta Páscoa, o filme "O escafandro e a borboleta" baseado numa história verídica.

Para quem não gosta de filmes "parados" ou com pouca ou nenhuma acção, então este será um filme a evitar.

Mas o seu conteúdo é muito interessante:
Impressionante que se tenha de chegar, por vezes, a situações extremas para tentar perceber e aproveitar os momentos da vida.
Impressionante pelo carinho demonstrado pelos médicos e terapeutas que tentam apoiá-lo e acreditam na sua recuperação.
Impressionante pela mensagem que o protagonista deixa aos filhos, que sonhem com muitas "borboletas"

E ainda mais uma:

- O valor que devemos dar à vida e à nossa saúde. A enorme graça que é o nosso corpo, visão, fala, membros obedecerem às instruções do nosso cérebro. A constatação da operacionalidade do nosso cérebro e da nossa vida como uma enorme graça que nos é concedida e que nos deve levar a aumentar o nosso sentido de responsabilidade relativamente ao uso que dele fazemos.


E quando acontece uma gravidez no namoro ?

A vivência da intimidade sexual passou a ser normal para muitos casais de namorados. Talvez, por não entenderem a transcendência do ato sexual, muitas vezes, o sexo é nivelado por baixo. Uma vez minimizado na sua grandeza, erroneamente, este é também colocado como meio de sustentação do namoro. Para a maioria dos jovens casais, tal intimidade é justificada como sendo também uma fase do conhecimento daquele (a) a quem dizem amar.
A experiência
sexual nesse período ganha força quando o casal percebe que essa é uma prática comum também no relacionamento dos colegas. Na roda de amigos, muitos pensam que seria bobeira não aproveitar a situação, sendo que o (a) namorado (a) deseja o mesmo. Julgando-se conhecedores de todas as coisas e muito seguros de si, acreditam que a possibilidade de uma gravidez só acontece para quem não souber evitá-la; até o momento em que a namorada traz a notícia de que está grávida. (...)
É sabido que algumas jovens têm más experiências ao comunicarem ao namorado a “consequência” ocorrida pela referida intimidade. Nesse momento, alguns simplesmente desaparecem ou as culpam, como se elas fossem as únicas responsáveis pela gravidez. Os namorados se esquecem de que a responsabilidade que hoje está sobre elas é também resultado do compromisso que, indiretamente, assumiram ao desejar viver a intimidade no namoro. As
jovens mães percebem, então, a duras penas, que fizeram uma má escolha, reconhecendo que aqueles que, antes, lhes fizeram tantas promessas, foram apenas capazes de engravidá-las. Mesmo sem querer, agora, o casal de namorados se torna pais.
Para outros casais, ainda que a notícia da gravidez venha a abalar o dia, eles sabem que não poderão ocultar a situação por muito tempo. Em breve começarão a acontecer as mudanças no corpo da mulher. Então, a ela caberá a responsabilidade de enfrentar os pais e tentar justificar o óbvio; enquanto que a ele caberá a iniciativa de preparar condições de promover o conforto básico, tanto emocional como de bem-estar, que toda mulher grávida necessita.
Se uma gravidez para uma pessoa casada já causa grandes mudanças e exige muitas adaptações, imaginemos para aqueles que ainda estão no começo da realização de seus sonhos e planos… Para estes, a situação se torna ainda mais exigente, pois, vivendo o novo papel, surgem
– nas vidas dos então namorados – as dificuldades pertinentes ao convívio contínuo. O relacionamento vai exigir do casal o compromisso e o desprendimento de se moldar ao inusitado apresentado pela situação. Tudo será vivido de maneira intensa, em meio às preocupações, aos choros do bebê, às dificuldades para continuar os estudos, à busca de trabalho, à aceitação dos familiares, entre outros. (conf. Quando os filhos vêm)
O tempo propiciado ao casal, durante o namoro, para avaliar o perfil do pretendente e se conhecer mutuamente é abreviado com a gestação da namorada. Com tantos desafios, os namorados perceberão que pouco conheciam o temperamento do outro e, muitas vezes, se veem despreparados para assumir as consequências do ato que os levaria para muito mais além do prazer experimentado.
Para não viver os mesmos atropelos de outros namorados que tiveram de provar das responsabilidades paternas antecipadamente, melhor será para os jovens casais aplicarem-se no crescimento, nas adaptações e no amadurecimento do namoro. Dessa maneira, quando se decidirem pelo casamento, nenhum dos dois poderá alegar que não conheceu suficientemente a pessoa escolhida para compartilhar com ele (a) a vocação do matrimônio.
A prova de amor se confirma no compromisso mútuo de fazer o outro feliz por aquilo que ele é e não por aquilo que ele faz.
Autor: Dado Moura

sábado, 3 de abril de 2010

"As famílias vão ficar com menos para viver"

A Confederação das Associações de Pais (CONFAP) vai enviar ao Parlamento simulações do impacto que a redução das deduções fiscais em Educação vai ter no rendimento das famílias, que «vão ficar com menos para viver»


«Estamos a pedir simulações a alguns fiscalistas, que na próxima semana vamos enviar aos grupos parlamentares para mostrar que as famílias vão ficar com menos para viver», disse hoje o presidente da CONFAP.


Albino Almeida realçou que a redução das deduções fiscais em Educação, uma medida incluída no Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), «vai levar a uma diminuição do rendimento das famílias e pôr em causa a continuidade da manutenção dos seus filhos no sistema educativo com a qualidade que devem estar».


«Na prática trata-se de um imposto indirecto que incide sobre as famílias», considerou, realçando que «são as famílias com mais do que um filho que mais preocupam».


Albino Almeida adiantou que a CONFAP já alertou o Ministério da Educação para o facto de que «a Educação é um investimento e não uma despesa».


«Pedimos ao Ministério da Educação que fosse porta-voz da nossa enorme preocupação junto ao Governo», disse, dando conta que esta medida vai afectar «um grupo grande de famílias da classe média».


«Há hoje uma classe média com rendimentos que, muitas vezes, por cêntimos não permite receber qualquer tipo de apoio da Acção Social Escolar e isso tem reflexo no pagamento das despesas com os manuais, o transporte e a alimentação dos filhos e, agora, indirectamente vão ser penalizadas», sublinhou.


O presidente da CONFAP realçou que «até o Banco de Portugal já veio dizer que esta medida devia ser bem pensada», o que, acrescentou, acredita que venha a acontecer.




Notícia daqui.
Imagem daqui.

Demographic Bomb




sexta-feira, 2 de abril de 2010

Há lodo no cais


Aqui deixo, como discurso de Páscoa, um excerto do grande filme "Há lodo no Cais" de Elia Kazan, com uma actuação espectacular de Marlon Brando.
A cena retrata um discurso espontâneo que um padre católico, responsável pela paróquia mais próxima, faz, após o falecimento "por acidente" de alguém que iria ser testemunha em tribunal.
O sacerdote refere-se à máfia que dominava o cais e o negócio das mercadorias e do contrabando e ao sofrimento dos mais vulneráveis.

Diagnóstico da adopção em Portugal


A pobreza separa muitos pais dos filhos, diz a directora do Centro de Emergência Social da Fundação Cebi (Alverca), Olga Fonseca.

Os casos de maus-tratos e abusos sexuais são uma realidade e nestas situações agir é a atitude mais correcta para a presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em risco de Vila Franca de Xira.

Para evitar que os meninos gastem a infância nos corredores das instituições Olga Fonseca defende a agilização do processo de adopção. Não ao ritmo das convicções de magistrados, mas no tempo da criança.
(....)

As crianças que estão no Centro podem ser adoptadas?


Depende. As crianças trazem uma medida de acolhimento institucional. A lei prevê que sejam períodos de seis meses que podem ser repetidos três vezes. E durante este período de acolhimento é trabalhado o projecto de vida da criança. Pode ser o retorno à família biológica ou, no caso de não ser possível, a adopção. Há crianças que podem ser imediatamente adoptadas por consentimento dos pais. Há outras em que é durante o tempo do período do acolhimento institucional que se percebe que o projecto de vida tem que ser desenhado no sentido da adopção. Nessa altura, juntamente com as entidades competentes, faz-se a petição de confiança judicial ao tribunal para que se inicie o processo de adopção.


E esse tempo chega para resolver as situações?


Infelizmente aquilo que é habitual é que se excedam enormemente os prazos estabelecidos. Tenho cá crianças há dois, três anos. Quando o prazo dos 18 meses de aplicação de medida já foi excedido.


Os meninos que ficam mais tempo na instituição entram em processo de adopção?

Nem todos. No ano passado saíram 16 para a sua família biológica e oito para adopção. Consideramos que foi uma média boa. Há muitas crianças que têm processos de adopção a correr... Autênticas maratonas.


As crianças estão cá por que razões?


O que é mais frequente, não só no centro de emergência, mas ao nível da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em risco, são situações de negligência parental. Seja a nível físico ou emocional. Depois existem as situações de maus-tratos e incapacidade parental por questões socio-económicas.

Diz-se que nenhuma criança deve ser afastada da sua família por motivos da dita pobreza, mas isto ainda é teoria. As crianças ainda são retiradas da família por pobreza e falta de condições. Defende que assim seja?


Não, de todo. Retirar uma criança que não sofre maus-tratos ou negligência só porque os pais não têm condições socio-económicas é uma violência que se faz à criança e aos pais. O Estado tem a obrigação de ajudar as pessoas a ter condições mínimas para que as famílias não sejam separadas.

(...)

E a solução para os casos de pobreza?


É preciso discutir a pobreza. Por uma pessoa viver numa situação de pobreza não significa que não tenha condições para ter a criança. Posso entrar numa casa de uma pessoa riquíssima e achar que têm lá crianças em perigo. E depois entrar numa casa miserável e as crianças serem tratadas com todo o carinho. Não podemos aplicar a bitola daquilo que achamos que as famílias devem ter.


Mas alguns técnicos poderão ter dúvidas ao entrar numa casa pobre?


Os técnicos estão sobrecarregados. Sabe o que são 900 casos da comissão para oito pessoas? Ninguém melhor do que os técnicos tem noção de que é preciso cuidado. Estou a lembrar-me de um caso. Dois técnicos de entidades diferentes fazem uma visita domiciliária a uma casa na serra com tijolos e telhado em madeira onde vive um pai e uma filha. No único canto onde não chove está um colchão sobre tábuas. Esse pai não maltrata a criança, mas a criança deve ficar a morar ali? Se calhar não. Pai e filha deveriam ser dali retirados e integrados numa instituição para não ser separados. Se isso não for possível, e se o pai estiver de acordo, que se promova o acolhimento temporário da criança. Muitas vezes é a forma dos pais terem mais disponibilidade para procurar soluções para a sua vida.

(...)


São muitos os especialistas que defendem que é preciso que alguma coisa mude para que os processos de adopção sejam agilizados, reduzindo o tempo das crianças na instituições. O que defende concretamente?

Alguma coisa já foi mudando, mas os processos são lentos. Continua a haver um factor que é determinante na morosidade de alguns processos e que tem que ver com os decisores envolvidos. Pode ter que ver com técnicos que propõem tardiamente. Muitas vezes tem a ver com o magistrado que está à frente do processo. Se for um magistrado pró-adopção o processo será mais rápido, se for um magistrado pró-família biológica será mais complexo. Isto é delicado de se dizer, mas é a realidade. Há questões culturais que precisam de ir mudando em prol daquilo que é o superior interesse da criança. Na minha opinião muitas vezes continua a prevalecer o interesse dos pais e não o da criança. Compreendo que um não está necessariamente dissociado do outro. As crianças vão ficando à espera que os pais recuperem, que os pais mostrem que têm já capacidade, que venham relatórios daqui e dali provar que os pais afinal já podem tomar conta dos filhos. Há situações em que as crianças voltam para casa e após meses estão cá novamente.

Quer dizer que dificilmente se consegue ultrapassar isso?

Não digo que isso é impossível porque não sei se há impossíveis. Mas muitas vezes é irrealista pensar-se que determinadas famílias com determinada história de vida vão conseguir reunir condições para ter a criança - pelo menos no tempo oportuno - que é o tempo da infância. Esse tempo passa. Por muito boa que seja uma instituição não é uma família. Não é justo que uma criança passe a infância numa instituição à espera que os pais mostrem que têm condições.

Na sua opinião isso deveria demorar quanto tempo?

Tudo o que seja mais de um ano para mim é muito tempo.

Um ano é suficiente para a família provar se tem condições ou não.
Há muitas situações em que os três meses de abandono ou desinteresse comprovado chegam. Porque é que uma criança que vem de uma maternidade em situação de perfeito abandono tem que ficar meses à espera numa instituição? Porque não vai logo para uma família? Não entendo.
Há a ideia de que os processos de adopção são muito morosos.
Uma coisa é o curso do processo de adopção em tribunal. Outra coisa é o tempo de espera de uma criança para ser adoptada. Imagine que um processo de adopção demorou dois anos. A criança já pode ser adoptada. Depois imagine que essa criança fica quatro à espera que apareça uma família.


Então não é no tribunal que está o principal problema?


São dois problemas principais. São dois volumes da mesma história. No tribunal ainda existem problemas. Depende da formação moral dos magistrados. E depois há a outra questão que é o tempo de espera por uma família.


E o que querem as famílias?


Querem crianças pequenas - muitas vezes de uma forma irrealista. Há famílias até com idades avançadas a dizer que querem crianças bebés ou até dois, três anos. As crianças não param no tempo. Crescem. Uma criança com cinco anos não é pior que uma criança com dois anos.


Como psicóloga pode explicar porque é que as pessoas têm essa preferência?
Não faço juízos de valor. Entendo perfeitamente que nas suas fantasias parentais queiram reproduzir o processo todo de maternidade ou paternidade que é ter um bebé e vê-lo crescer. Entendo isso, mas a adopção não é uma solução para os casais que não podem ter filhos, mas uma solução para as crianças que não podem ter pais. Também entendo que as pessoas têm uma fantasia acerca do que é ter uma criança. Pensam que uma criança pequena não traz vícios e memórias. Isto é um estereótipo.


Não corresponde à realidade?


Temos experiências de crianças adoptadas crescidas que são um sucesso. As crianças pedem para ser adoptadas. Pedem uma família. Perguntam: quando é que vêm uns pais para mim? A Segurança Social agora já faz formação aos candidatos a adopção. Esperemos que essa formação venha a modificar algumas expectativas dos candidatos à adopção que pensam que há instituições com prateleiras onde se vão escolher crianças.


Há tendência para procurar meninos brancos e saudáveis?


Se me perguntar sobre os requisitos que pedem as pessoas que se inscrevem para adopção digo-lhe que é muito raro encontrar alguém que diga que é indiferente a cor e a raça. A maior parte quer crianças brancas, pequenas e sem problemas de saúde.


E têm muitas crianças com problemas de saúde?


Tínhamos uma criança com problemas de saúde que ficou em situação de adopção. Ninguém queria a criança porque também era negra. Supostamente nunca iria falar ou andar. Entretanto uma das nossas famílias amigas apaixonou-se e aceitou ficar com a tutela. Ainda há dias a família vieram visitar-nos. Não calcula a emoção. Puxa pela perna das calças ao pai e chama-o. Diz como é que o gato faz. Corre tudo de um lado para o outro. Uma criança que supostamente nunca iria fazer nada disto. O que o amor faz. É um caso paradigmático.


Há casos de crianças retiradas a famílias adoptivas?


Existem algumas situações de devolução de crianças, o que é lamentável. Para mim todas essas situações deveriam ser consideradas situações de abandono. É o mesmo que abandonar um filho.
Quando o medo fica estampado nos olhos de uma criança

(...)

O que é que leva um pai ou mãe a deixar um bebé sozinho em casa?

Desespero. Imagine alguém que está numa situação socio-económica desesperante. Perde a consciência do que é manter a segurança dos filhos. Uma pessoa alcoólica pode sair e deixar uma criança em casa. Quase sempre envolve questões sociais delicadas. Patologias.

O abuso sexual é a situação que mexe mais consigo?

Sempre que vejo o medo estampado nos olhos de uma criança considero isso gravíssimo. Os maiores medos que já vi espelhados nos olhos das crianças foram situações de abuso sexual e violência por maus-tratos físicos. Violência violenta...

A que nível?

Queimaduras no corpo. Espancamento. Arrancar cabelos. Facas quentes encostadas no corpo. Cigarros. Ferro eléctrico.


Fonte: O Mirante

Seminário "Fiscalidade e Gestão Familiar"


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Informação da APFN.