A Confederação das Associações de Pais (CONFAP) vai enviar ao Parlamento simulações do impacto que a redução das deduções fiscais em Educação vai ter no rendimento das famílias, que «vão ficar com menos para viver»
«Estamos a pedir simulações a alguns fiscalistas, que na próxima semana vamos enviar aos grupos parlamentares para mostrar que as famílias vão ficar com menos para viver», disse hoje o presidente da CONFAP.
Albino Almeida realçou que a redução das deduções fiscais em Educação, uma medida incluída no Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), «vai levar a uma diminuição do rendimento das famílias e pôr em causa a continuidade da manutenção dos seus filhos no sistema educativo com a qualidade que devem estar».
«Na prática trata-se de um imposto indirecto que incide sobre as famílias», considerou, realçando que «são as famílias com mais do que um filho que mais preocupam».
Albino Almeida adiantou que a CONFAP já alertou o Ministério da Educação para o facto de que «a Educação é um investimento e não uma despesa».
«Pedimos ao Ministério da Educação que fosse porta-voz da nossa enorme preocupação junto ao Governo», disse, dando conta que esta medida vai afectar «um grupo grande de famílias da classe média».
«Há hoje uma classe média com rendimentos que, muitas vezes, por cêntimos não permite receber qualquer tipo de apoio da Acção Social Escolar e isso tem reflexo no pagamento das despesas com os manuais, o transporte e a alimentação dos filhos e, agora, indirectamente vão ser penalizadas», sublinhou.
O presidente da CONFAP realçou que «até o Banco de Portugal já veio dizer que esta medida devia ser bem pensada», o que, acrescentou, acredita que venha a acontecer.
Aqui deixo, como discurso de Páscoa, um excerto do grande filme "Há lodo no Cais" de Elia Kazan, com uma actuação espectacular de Marlon Brando.
A cena retrata um discurso espontâneo que um padre católico, responsável pela paróquia mais próxima, faz, após o falecimento "por acidente" de alguém que iria ser testemunha em tribunal.
O sacerdote refere-se à máfia que dominava o cais e o negócio das mercadorias e do contrabando e ao sofrimento dos mais vulneráveis.
A pobreza separa muitos pais dos filhos, diz a directora do Centro de Emergência Social da Fundação Cebi (Alverca), Olga Fonseca.
Os casos de maus-tratos e abusos sexuais são uma realidade e nestas situações agir é a atitude mais correcta para a presidente da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em risco de Vila Franca de Xira.
Para evitar que os meninos gastem a infância nos corredores das instituições Olga Fonseca defende a agilização do processo de adopção. Não ao ritmo das convicções de magistrados, mas no tempo da criança. (....)
As crianças que estão no Centro podem ser adoptadas?
Depende. As crianças trazem uma medida de acolhimento institucional. A lei prevê que sejam períodos de seis meses que podem ser repetidos três vezes. E durante este período de acolhimento é trabalhado o projecto de vida da criança. Pode ser o retorno à família biológica ou, no caso de não ser possível, a adopção. Há crianças que podem ser imediatamente adoptadas por consentimento dos pais. Há outras em que é durante o tempo do período do acolhimento institucional que se percebe que o projecto de vida tem que ser desenhado no sentido da adopção. Nessa altura, juntamente com as entidades competentes, faz-se a petição de confiança judicial ao tribunal para que se inicie o processo de adopção.
E esse tempo chega para resolver as situações?
Infelizmente aquilo que é habitual é que se excedam enormemente os prazos estabelecidos. Tenho cá crianças há dois, três anos. Quando o prazo dos 18 meses de aplicação de medida já foi excedido.
Os meninos que ficam mais tempo na instituição entram em processo de adopção?
Nem todos. No ano passado saíram 16 para a sua família biológica e oito para adopção. Consideramos que foi uma média boa. Há muitas crianças que têm processos de adopção a correr... Autênticas maratonas.
As crianças estão cá por que razões?
O que é mais frequente, não só no centro de emergência, mas ao nível da Comissão de Protecção de Crianças e Jovens em risco, são situações de negligência parental. Seja a nível físico ou emocional. Depois existem as situações de maus-tratos e incapacidade parental por questões socio-económicas.
Diz-se que nenhuma criança deve ser afastada da sua família por motivos da dita pobreza, mas isto ainda é teoria. As crianças ainda são retiradas da família por pobreza e falta de condições. Defende que assim seja?
Não, de todo. Retirar uma criança que não sofre maus-tratos ou negligência só porque os pais não têm condições socio-económicas é uma violência que se faz à criança e aos pais. O Estado tem a obrigação de ajudar as pessoas a ter condições mínimas para que as famílias não sejam separadas.
(...)
E a solução para os casos de pobreza?
É preciso discutir a pobreza. Por uma pessoa viver numa situação de pobreza não significa que não tenha condições para ter a criança. Posso entrar numa casa de uma pessoa riquíssima e achar que têm lá crianças em perigo. E depois entrar numa casa miserável e as crianças serem tratadas com todo o carinho. Não podemos aplicar a bitola daquilo que achamos que as famílias devem ter.
Mas alguns técnicos poderão ter dúvidas ao entrar numa casa pobre?
Os técnicos estão sobrecarregados. Sabe o que são 900 casos da comissão para oito pessoas? Ninguém melhor do que os técnicos tem noção de que é preciso cuidado. Estou a lembrar-me de um caso. Dois técnicos de entidades diferentes fazem uma visita domiciliária a uma casa na serra com tijolos e telhado em madeira onde vive um pai e uma filha. No único canto onde não chove está um colchão sobre tábuas. Esse pai não maltrata a criança, mas a criança deve ficar a morar ali? Se calhar não. Pai e filha deveriam ser dali retirados e integrados numa instituição para não ser separados. Se isso não for possível, e se o pai estiver de acordo, que se promova o acolhimento temporário da criança. Muitas vezes é a forma dos pais terem mais disponibilidade para procurar soluções para a sua vida.
(...)
São muitos os especialistas que defendem que é preciso que alguma coisa mude para que os processos de adopção sejam agilizados, reduzindo o tempo das crianças na instituições. O que defende concretamente?
Alguma coisa já foi mudando, mas os processos são lentos. Continua a haver um factor que é determinante na morosidade de alguns processos e que tem que ver com os decisores envolvidos. Pode ter que ver com técnicos que propõem tardiamente. Muitas vezes tem a ver com o magistrado que está à frente do processo. Se for um magistrado pró-adopção o processo será mais rápido, se for um magistrado pró-família biológica será mais complexo. Isto é delicado de se dizer, mas é a realidade. Há questões culturais que precisam de ir mudando em prol daquilo que é o superior interesse da criança. Na minha opinião muitas vezes continua a prevalecer o interesse dos pais e não o da criança. Compreendo que um não está necessariamente dissociado do outro. As crianças vão ficando à espera que os pais recuperem, que os pais mostrem que têm já capacidade, que venham relatórios daqui e dali provar que os pais afinal já podem tomar conta dos filhos. Há situações em que as crianças voltam para casa e após meses estão cá novamente.
Quer dizer que dificilmente se consegue ultrapassar isso?
Não digo que isso é impossível porque não sei se há impossíveis. Mas muitas vezes é irrealista pensar-se que determinadas famílias com determinada história de vida vão conseguir reunir condições para ter a criança - pelo menos no tempo oportuno - que é o tempo da infância. Esse tempo passa. Por muito boa que seja uma instituição não é uma família. Não é justo que uma criança passe a infância numa instituição à espera que os pais mostrem que têm condições.
Na sua opinião isso deveria demorar quanto tempo?
Tudo o que seja mais de um ano para mim é muito tempo.
Um ano é suficiente para a família provar se tem condições ou não. Há muitas situações em que os três meses de abandono ou desinteresse comprovado chegam. Porque é que uma criança que vem de uma maternidade em situação de perfeito abandono tem que ficar meses à espera numa instituição? Porque não vai logo para uma família? Não entendo. Há a ideia de que os processos de adopção são muito morosos. Uma coisa é o curso do processo de adopção em tribunal. Outra coisa é o tempo de espera de uma criança para ser adoptada. Imagine que um processo de adopção demorou dois anos. A criança já pode ser adoptada. Depois imagine que essa criança fica quatro à espera que apareça uma família.
Então não é no tribunal que está o principal problema?
São dois problemas principais. São dois volumes da mesma história. No tribunal ainda existem problemas. Depende da formação moral dos magistrados. E depois há a outra questão que é o tempo de espera por uma família.
E o que querem as famílias?
Querem crianças pequenas - muitas vezes de uma forma irrealista. Há famílias até com idades avançadas a dizer que querem crianças bebés ou até dois, três anos. As crianças não param no tempo. Crescem. Uma criança com cinco anos não é pior que uma criança com dois anos.
Como psicóloga pode explicar porque é que as pessoas têm essa preferência? Não faço juízos de valor. Entendo perfeitamente que nas suas fantasias parentais queiram reproduzir o processo todo de maternidade ou paternidade que é ter um bebé e vê-lo crescer. Entendo isso, mas a adopção não é uma solução para os casais que não podem ter filhos, mas uma solução para as crianças que não podem ter pais. Também entendo que as pessoas têm uma fantasia acerca do que é ter uma criança. Pensam que uma criança pequena não traz vícios e memórias. Isto é um estereótipo.
Não corresponde à realidade?
Temos experiências de crianças adoptadas crescidas que são um sucesso. As crianças pedem para ser adoptadas. Pedem uma família. Perguntam: quando é que vêm uns pais para mim? A Segurança Social agora já faz formação aos candidatos a adopção. Esperemos que essa formação venha a modificar algumas expectativas dos candidatos à adopção que pensam que há instituições com prateleiras onde se vão escolher crianças.
Há tendência para procurar meninos brancos e saudáveis?
Se me perguntar sobre os requisitos que pedem as pessoas que se inscrevem para adopção digo-lhe que é muito raro encontrar alguém que diga que é indiferente a cor e a raça. A maior parte quer crianças brancas, pequenas e sem problemas de saúde.
E têm muitas crianças com problemas de saúde?
Tínhamos uma criança com problemas de saúde que ficou em situação de adopção. Ninguém queria a criança porque também era negra. Supostamente nunca iria falar ou andar. Entretanto uma das nossas famílias amigas apaixonou-se e aceitou ficar com a tutela. Ainda há dias a família vieram visitar-nos. Não calcula a emoção. Puxa pela perna das calças ao pai e chama-o. Diz como é que o gato faz. Corre tudo de um lado para o outro. Uma criança que supostamente nunca iria fazer nada disto. O que o amor faz. É um caso paradigmático.
Há casos de crianças retiradas a famílias adoptivas?
Existem algumas situações de devolução de crianças, o que é lamentável. Para mim todas essas situações deveriam ser consideradas situações de abandono. É o mesmo que abandonar um filho. Quando o medo fica estampado nos olhos de uma criança
(...)
O que é que leva um pai ou mãe a deixar um bebé sozinho em casa?
Desespero. Imagine alguém que está numa situação socio-económica desesperante. Perde a consciência do que é manter a segurança dos filhos. Uma pessoa alcoólica pode sair e deixar uma criança em casa. Quase sempre envolve questões sociais delicadas. Patologias.
O abuso sexual é a situação que mexe mais consigo?
Sempre que vejo o medo estampado nos olhos de uma criança considero isso gravíssimo. Os maiores medos que já vi espelhados nos olhos das crianças foram situações de abuso sexual e violência por maus-tratos físicos. Violência violenta...
A que nível?
Queimaduras no corpo. Espancamento. Arrancar cabelos. Facas quentes encostadas no corpo. Cigarros. Ferro eléctrico.
A Delegação da APFN de Viseu organiza conjuntamente com a Sede de Lisboa um Seminário subordinado ao tema "Fiscalidade e Gestão Familiar".
No final do Seminário comemoraremos os 11 anos da APFN. Este evento irá decorrer no próximo dia 17 de Abril no Centro Social Jesus Maria José, junto ao Palácio do Gelo, em Viseu. A entrada é livre.
Há poucos dias atrás o Ministério da Saúde divulgou mais um relatório sobre a prática do aborto por mera opção, em Portugal, decorridos que estão quase 3 anos sobre a entrada em vigor da nova lei. Os números são alarmantes. Cerca de 19.000 abortos realizados, com um crescente número de mulheres a abortarem, por mais de uma vez. O presidente do colégio de obstetrícia da Ordem dos Médicos, Dr. Luis Graça que, há 3 anos atrás foi um dos grandes entusiastas da campanha a favor da liberalização do aborto por mera opção, vem, agora, dizer que os números dos abortos praticados "significa que continuamos a não ter verdadeiramente uma política de prevenção da gravidez indesejada. Dúvidas não há o aborto, pago e subsidiado com o dinheiro de todos nós, em tempo de crise, está a ser utilizado como método contraceptivo. Curiosamente também na mesma altura, este mês,, a TVI mostrou uma reportagem onde casais trocam momentos de prazer sexual pelo sacrifício de vidas humanas, à custa de um comportamento totalmente irresponsável. Num caso falava-se de um preservativo que se tinha rompido, o que demonstra que, ao contrário do que as campanhas oficiais nos dizem, o preservativo está muito longe de ser 100% seguro. Em outras situações, dizia a reportagem, os casais nem sequer utilizam qualquer método de contracepção, faz-se e depois se ficar grávida logo se aborta. Nessa reportagem, um médico de um Centro de Saúde dizia também com coragem "Não há falta de informação. Informação existe e as mulheres têm-na. O que há é falta de responsabilidade" Mas, afinal, numa sociedade em que um casal se pode divorciar sem quaisquer razões; em que os alunos podem bater em colegas e professores sem que nada lhes aconteça, em que criminosos praticam delitos em flagrante delito e são, depois, enviados para casa; em que o consumo de drogas é livre, o que é que se estava à espera !? Nada do que fazemos é eticamente neutro ou inconsequente Por isso, nas nossas consciências, nas nossas casas, com a família e os amigos, fomentemos um maior sentido de responsabilidade social.
4ª Feira, dia 31 de Março
O casamento pode ser visto de muitos pontos de vista (o amor em que se baseia, a entrega aos filhos, a realização pessoal...). No entanto, enquanto acto jurídico, o casamento é uma assunção de compromissos. Não é um gesto romântico, nem é primariamente uma expressão de amizade: é o compromisso concreto de partilhar com outra pessoa a fecundidade, com todas as responsabilidades próprias de um amor aberto à vida. Todos os artigos de qualquer lei do casamento existem em função da paternidade e maternidade que derivam da família livre e responsavelmente constituída. Não é só a Declaração Universal dos Direitos do Homem e a Constituição da República Portuguesa que reconhecem o carácter específico do casamento, na medida em que ele está aberto à vida. O Código Civil Português sempre foi claro e, durante séculos, todas as leis que vigoraram no nosso País. .A nossa civilização aprendeu que todas as relações humanas devem ser de amor. No amor se fundamenta a relação entre irmãos, a relação entre professor e aluno, entre comprador e vendedor, até a ponto de sermos convidados a amar os próprios inimigos. O elemento comum a todas as situações é o amor; a diferença que as distingue é como que o tema do amor de cada uma delas. No caso da família, marido e mulher amam-se não só como duas pessoas, amam-se como marido e mulher, como pai e mãe de uma família. Por isso, o tema do seu amor, que o torna tão especial, é a família que constituem.
5ª Feira, dia 1 de Abril
O tema de cada relação de amor determina as exigências da relação. Por isso os vínculos que se originam entre companheiros de escola não são idênticos aos que unem os condóminos de um prédio, ou marido e mulher. Só um amor incondicional, indissolúvel e exclusivo, está à altura da responsabilidade de receber os filhos. Um amor que fique aquém desse ideal não tem a dignidade plena de um amor conjugal, pode ser uma bela amizade, um bom companheirismo profissional, mas não é tão radical como o amor entre marido e mulher. Esta radicalidade do amor familiar impressiona! Numa verdadeira família nunca ninguém desiste de ninguém. Por mais horrores que os filhos façam, os pais nunca os abandonam, nunca desistem de os ajudar; por mais erradas que sejam as atitudes do cônjuge, o outro nunca desiste de o ajudar. O que faz a grandeza excepcional do casamento é o acto de se dispor da vida inteira numa só entrega.A amizade pode ter uma especial riqueza cultural, uma grande elevação moral, envolver as pessoas em vários graus e unir um maior ou menor número de indivíduos. Algumas relações humanas são dramáticas, outras românticas, outras pragmáticas, algumas incluem sexo. Por mais opções que caibam no espaço da liberdade individual, o amor entre marido e mulher é outra coisa. É um amor maior do que ambos.Projecta-se, fecundo, para além dos dois, com uma grandeza única que constrói a Sociedade. É por isso que o casamento não é como os outros contratos. Nasce de um amor incomparável, que gera vínculos jurídicos, sociais e morais totalmente diferentes. Os filhos merecem nascer do amor do seu pai e da sua mãe. As crianças não podem ser simplesmente cozinhadas com um espermatozóide daqui e um óvulo dali. Os filhos não se produzem com uma fotocópia clonada de qualquer material genético. É próprio de um filme de terror autorizar que seres humanos sejam produzidos laboratorialmente. Por isso, o casamento entre um homem e uma mulher deve ser acarinhado e protegido pelo Estado, sem que se caiam em confusões acerca de outras formas de relacionamento que nada têm a ver com a função, natureza e finalidade do verdadeiro casamento heterossexual.
6ª feira, 2 de Abril (6ª feira de Páscoa)
Encontrei no You Tube uma das músicas do último albúm de Sting que aprofunda a tradição musical inglesa mais ancestral. Esta música é muito curiosa e original. A letra é de um poeta inglês, chamado Robert Southwell que era um padre jezuíta que foi martirizado no Séc. XVI e recentemente canonizado. Essa música baseia-se num poema místico, chamado “The Burning Babe” que aborda a paixão própria da Páscoa, mas cruza-a, de uma forma original, com o Natal. Nesse poema, o seu autor diz que numa noite fria de inverno ao passar por uma floresta encontrou um lindo bébé, pendurado no ar que sofria por um fogo que lhe causava dor e agonia. Viu depois que esse fogo era causado pelos males e pecados de todos os homens que faziam o menino chorar em agonia. O autor dize que ao mesmo tempo que se compadeceu com tal cenário, espantou-se porque ninguém acudia o bébé que jazia desamparado e em lágrimas. A letra diz, depois, que o autor viu que a única forma de apagar e livrar o menino dessas chamas seria substituir o fogo do mal pelo fogo de um amor verdadeiro que alcance misericódia e arranque os espinhos que fazem o bébé ficar em lágrimas. Por isso, diz o poeta, quem ficou, agora, em fogo, num fogo de amor, foi ele próprio, que se decidiu a trabalhar pelo bem dos que padecem, derretendo os seus corações e lavando-os no seu sangue. E, com isto, remata, o bébé deixou de chorar e, sem se dar conta, o poeta lembrou-se, então, que aquele era, afinal, o dia de Natal. Apesar do texto que nos recorda o Natal e a Páscoa, a adaptação musical alegre feita pelo músico de música tradicional inglesa, Chris Woods é alegre e, em tempos de crise, um convite à esperança. Para todos uma Santa e feliz Páscoa.
2ª Feira dia 5 de Abril
É inquestionável que o instinto sexual representa uma das forças mais poderosas que motivam as espécies e, por consequência, a espécie humana. É também a busca de alimento outro determinante fundamental do comportamento de qualquer espécie, na espécie humana chamar-lhe-íamos busca de emprego, oportunidades de trabalho, oportunidades de negócio ou de investimento. O instinto sexual possibilitou que, geração após geração e pelos séculos dos séculos, a espécie humana se tenha reproduzido eficientemente. O instinto de alimentação fez com que o homem sempre tenha garantido recursos básicos para se manter em boas condições de saúde e forma física, permitindo-lhe viver e sobreviver. O alimento e o sexo constituem dois estímulos positivos fundamentais que o homem busca, tal como a fome e a dor constituem estímulos negativos de que o homem foge continuamente. A questão que se levanta é saber se nas sociedades actuais, com a sua organização própria, moderna e distinta das sociedades ancestrais, existe uma correcta gestão dessas duas forças estruturantes da sociedade e da economia, ou se pelo contrário as sociedades modernas apresentam maus resultados e má performance na sua forma de lidar com as problemáticas relacionadas com a sexualidade e na sua forma de gerir os recursos básicos. Estas duas questões, por sua vez,entroncam na defesa do ambiente por um lado e na importância da moral e da religião por outro. Torna-se cada vez mais evidente que não existe possibilidade de esbanjar recursos como até aqui e que a crise veio para ficar, e são também cada vez mais evidentes os sinais de ruptura ética e moral e as consequências socialmente nocivas que o excesso de liberdade de comportamentos trouxe. A defesa do ambiente e de uma ética assente em valores sólidos não é sinónimo de asfixia. É antes o meio que nos permitirá sair desta crise e avançar para um mundo melhor e com mais paz social.
Gostei de ouvir hoje o Júlio Machado Vaz na parte final do programa da Antena 1 "O amor é", de hoje, a propósito dos casos de pedofilia de alguns padres da Igreja Católica. Dizia ele que é um perfeito disparate afirmar que a culpa destes casos de pedofilia radicam no celibato forçado dos padres católicos. As disfunções sexuais e, em particular, que levam à pedofilia tanto podem acontecer em casados, como em celibatários, referia. E para ilustrar a sua teoria, deu o exemplo do recente violador de Telheiras que, apesar de ter uma namorada e (tudo o indica) uma vida sexualmente activa, ainda assim, violava outras mulheres. Se existisse um sistema de "vasos comunicantes", rematava, um homem com uma parceira sexual necessariamente sentir-se-ía sempre satisfeito ao ponto de nunca cometer excessos.
O filme canadiano “La Donation”, de Bernard Emond, foi distinguido com o prémio do Júri SIGNIS do Festival Internacional de Cinema de Las Palmas (Espanha), que ocorreu entre 12 e 20 de Março. Para o júri, que integrou o português Francisco Perestrello, “o filme realça a dedicação ao bem da sociedade em geral e ao próximo em particular dos dois protagonistas, o dr. Yves Rainville (Jacques Godin) e a sua futura sucessora, dr.ª Jeanne Dion (Elise Guibaut). Ambos demonstram uma entrega exemplar ao seu trabalho, emprestando-lhe uma dimensão quase vocacional.”
Sinopse O dr. Rainville, um médico de província muito ligado aos seus doentes, aproxima-se da reforma e procura um substituto. Jeanne Dion, médica dos serviços de urgência de Montreal responde ao anúncio e aceita ocupar o cargo durante um mês, período em que o dr. Rainville vai viajar. A relação com os pacientes é muito mais íntima do que aquela a que Jeanne estava habituada no grande hospital. Esta proximidade é para ela motivo de atracção mas também de inquietação. Aceitará ela uma responsabilidade que a compromete muito mais do que ela previa?
A diminuição de nascimentos e o aumento dos abortos está a conduzir-nos a um novo mundo. Um mundo com novas características.
Um conjunto de investigadores deu-se ao trabalho de analisar as consequências demográficas deste novo mundo ao nível da economia.
A meu ver, o resultado do estudo é excessivamente bondoso, nuns casos, e demasiado simplista, em outros, mas, ainda assim, retira algumas conclusões interessantes:
- Os sectores económicos da saúde e associado à saúde (instrumentos de apoio e indústria farmacêutica); a industria da pesca e as actividades com consumíveis usados em casa (água, electricidade e gás) irão beneficiar com esta situação.
- Porém, "há sectores que vão sofrer um impacto negativo como os que estão ligados à administração pública e defesa (-14 por cento), educação (-12 por cento), equipamentos de escritório e computadores (-8 por cento) e indústrias de rádio, televisão e telecomunicações (-7 por cento).O estudo realça que, embora possa existir um aumento do valor da produção ("gross output"), o valor acrescentado e o emprego decrescem e aumenta a importação de bens de produção".
A campanha dos bispos contra o aborto entrou nas redes sociais, através do sitio esuntuenti.com . e é ilustrada por um video de uma ecografia, onde se pode apreciar durante quase dez minutos o rosto de um feto, acompanhado pelos batimentos do coração. "És tu em ti" é o nome desta nova adaptação para o público jovem da campanha inicial "A minha vida!... Está nas tuas mãos", a favor do direito à vida e ao apoio às mulheres grávidas que passam por dificuldades, segundo informações da Conferência Episcopal. Trata-se de um jogo de palavras que evoca o nome de uma das redes sociais da Internet (o Tuenti), ao mesmo tempo que transmite a ideia de que o feto que se está a formar é distinto da mulher desde o momento de fecundação, mas depende dela para se desenvolver. É um microsítio web que serve como ponto de encontro e que contém o material da campanha e da Jornada pela Vida, que se celebra a 25 de Março, assim como testemunhos contra o aborto, alguns de mulheres que interromperam a gravidez e uma lista de organizações de ajuda a mulheres grávidas. A partir de hoje e durante um mês é possivel ver esta campanha no Google e nas redes sociais Tuenti, Facebook e Twitter.
A Família como instituição nasce da realidade humana (o amor entre um homem e uma mulher e a geração da prole) que ao longo dos séculos os grupos, as sociedades e os Estados reconhecem como factor estruturante de vida em colectividade. O Estado reconhece em todas as épocas que a família é o principal viveiro de Sociedade. A família integra o individuo – dá-lhe pai, mãe, avós e tios, que o suportam no dia-a-dia e nas mais diferentes realidades da vida. A família educa o indivíduo ainda antes do nascimento e ao longo de toda a vida para que este seja um cidadão, um homem, um pai ou mãe de família, um eleitor etc. A família é a primeira escola de solidariedade porque dentro dela o natural egocentrismo é confrontado com as necessidades do outro que naturalmente cada um ama e estima. Os exemplos de virtudes da família poderiam continuar mas cada um tem imaginação para os replicar. A sociedade precisa da família. Na família a resposta ao coração do homem tem menos custos e mais benefícios. Por isso o Estado tem criado Leis que protegem a Família, incentivam o casamento e a reprodução. Mas será sempre assim? Hoje? As formas de substituição da família são sempre “um peso” para a sociedade, as quais em muitos casos partem de generosidade humana mas, em última instância deixam transparecer uma ruptura difícil de gerir. Por isso trabalhar na prevenção é tarefa do Estado e de todos nós. Fortificar a família, é um imperativo civilizacional. Muscular a Família é uma exigência de Amor e para o Amor. Ora, as leis, são a conjugação de dois vectores. Por um lado, resultam da sociedade e do seu modo de pensar mas por outro lado, também elas formam uma mentalidade social. Hoje, a primeira dimensão perde-se na voragem do “politicamente correcto” que tantas vezes incorrectamente traduz o que se passa na sociedade. E por isso, as leis ganham influência desmesurada na sociedade. Na área da família tal influência é gritante. Andamos a reboque de ideologias de duvidosa eficiência. Há por isso, um mal-estar social, infelicidades pessoais e novas formas de pobreza que exigem repensar a Família. Acima de tudo, há que inverter este uso abusivo da lei que pretende modificar a realidade da família e que quanto a nós tem de ser estancado. Nós homens e mulheres sabemos e queremos dar aos nossos filhos, netos e sobrinhos queremos dar o que de melhor nos foi dado. Não estamos agarrados a um determinismo mas apelamos a um realismo capaz de fortificar uma nova dimensão humana. Esse debate não pode ficar pela dimensão legal. Exige que se repense a Família em todas as suas dimensões, com diferentes saberes, com diferentes razões e com muita seriedade. Em cada colóquio ou encontro que fazemos este é um apelo recorrente. O debate deve envolver toda a sociedade, universidades, religiões, partidos políticos, sociedade civil etc… É preciso colocar questões! O que é a família? Que valor tem a família? O que responde hoje às exigências do homem e da mulher dentro da família? Qual o lugar da educação na e para a família? Família nuclear ou família alargada? Qual o papel da família alargada? Quais as incidências económicas da família e para a família? Estas e outras questões devem e podem ser elencadas com abertura e diálogo. Haverá riscos neste debate? Mas quem não quer correr riscos? As leis fazem-se num sentido, porque do outro lado o estático domina. Há uma dinâmica por inventar. No dia 20 de Fevereiro na Avenida da Liberdade em Lisboa largos milhares de pessoas olharam em redor e viram um povo, caminharam com um objectivo. A apatia, o problema que é de outro, e nunca é meu, tem gerado um mundo de desalento e dificuldades. A lei está paulatinamente a matar a família. Mas há uma outra estrada por percorrer. Esta tensão social em que vivemos pode criar uma “musculação” familiar que devemos agarrar. Muscular a Família é uma exigência de Amor e para o Amor.
Isilda Pegado Presidente da Federação Portuguesa pela Vida
Dia 23 - Uma das formas de fazer passar determinadas mensagens é deturpar o sentido de outras através da publicidade. Em Lisboa há uma campanha pró-casamento entre pessoas do mesmo sexo divulgada e paga pela Câmara Municipal de Lisboa como se essa fosse uma das prioridades dos impostos dos contribuintes portugueses... O cartaz publicitário mostra a imagem de uma criança a ser abraçada por uma mulher sobreposta pelo slôgane “E se a tua mãe fosse lésbica, mudava alguma coisa?”. A sugestão e a deturpação são mais do que evidentes, dado que se sugere a felicidade de uma família onde a mãe de uma criança é homossexual. Aos desprevenidos, a mensagem pode passar. Mas pensando sobre as verdadeiras intenções desta publicidade, há que se perguntar: porque não se mostram duas mulheres? Será porque a relação entre duas pessoas do mesmo sexo é infértil? Por detrás da sugestão deturpadora e enganosa do slôgane publicitário o espírito crítico também questiona: Onde está o pai da criança? Por detrás da pergunta “E se a tua mãe fosse lésbica, mudava alguma coisa” escondem-se estas perguntas: - E se te obrigassem a viver sem conheceres o teu pai? Fazia diferença? - E se te obrigassem a viver com a ideia de que não fazia diferença não teres pai? Fazia diferença? A resposta é óbvia: Claro que sim! Claro que faz diferença não viver com o pai ou com a mãe. Quando uma fatalidade obriga a viver sem um dos progenitores, ou até os dois, é uma coisa, apesar de haver uma presença do pai ou da mãe de uma outra forma. Mas quando se obriga a viver sem um deles, ignorando premeditadamente o valor e a importância da sua pessoa para a formação de uma criança é outra. Usar de sugestões falaciosas para destruir o valor do casamento assente entre homem e mulher não é só uso, é abuso.
Dia 24 - A Educação é uma tarefa difícil. Ela exige que pais e professores, fundamentalmente, mas também outros agentes educativos, como avós, padrinhos, terapeutas, psicólogos, formadores, estejam conscientes da sua tarefa para a formação de outros seres, que importa orientar. A Educação é também uma responsabilidade social e cultural, num meio regido por regras e princípios. Porque as vivências em sociedade moldam o ser humano, permeável que é aos estímulos exteriores, quem educa tem a função de oferecer ao educando um modelo saudável de convivência. O pai e a mãe são os primeiros agentes modeladores do agir da criança ou do jovem. Para que assim seja é indispensável que se esteja desperto para a individualidade de cada educando, atendendo às suas próprias necessidades, desde os primeiros momentos. A atenção, a responsabilidade e a liberdade do educar exigem ainda, da parte do educador, formação e reflexão sobre o que transmite e a forma como o faz. Esta necessidade obriga a que o educador tenha bem presente um quadro de referência, de valores e de princípios por que pretende orientar-se. Aliados ao amor e à firmeza, serão, para o educando, um modelo da sua personalidade em formação. O quadro de referência é válido, não apenas para uma situação formal de ensino de conteúdos objectiváveis, mas em situações mais informais. É, pois, indispensável saber o que se quer, ser crítico em relação à informação exterior e informar-se. Saber o que educar e como o fazer é indispensável. O contrário poderá gerar confusão nos mais novos, por falta de limites que balizem o seu comportamento e as suas atitudes.
Dia 25 – A Lei que Estabelece o regime de aplicação da educação sexual em meio escolar1 é uma lei recente. A Educação Sexual passa, assim, a ser de carácter obrigatório para «estabelecimentos do ensino básico e do ensino secundário», «aplicando-se a todos os estabelecimentos da rede pública, bem como aos estabelecimentos da rede privada e cooperativa com contrato de associação, de todo o território nacional.». Muito há a debater sobre as leis que implantam a Educação Sexual, dado serem medidas que profundamente têm que ver com importantes dimensões do Ser Humano, como a biológica, a psicológica, a sócio-cultural e a ético-moral. A grande preocupação para uma Educação Sexual tem-se prendido e quase reduzido à sexualidade na sua perspectiva anatómica, preventiva e contracepcional. Ora, se atendermos às diferentes e integradoras dimensões do Ser Humano, vemos que abordar somente anatomia, contracepção e prevenção de doenças venéreas é apenas uma parte do que é necessário e que não podemos esquecer dependerem da forma como o indivíduo se relaciona com ele próprio e com os outros, com o meio familiar em que se forma, com as suas crenças e valores ético-morais. Será pelo facto de se reduzir a abordagem da sexualidade à dimensão biológica, reprodutiva e de promoção da saúde, que na actual lei da educação sexual não se contempla a palavra “amor”? Impõe-se, então, uma questão: sem uma ligação com as atitudes, os comportamentos, a responsabilidade, a afectividade, os Valores e o Amor, que sentido faz a Educação Sexual?
Dia 26 – Por mais que te falem de tristeza... continua a Sorrir! Por mais que te demonstrem rancor... continua a Perdoar! Por mais que te tragam decepções... continua a Confiar! Por mais que te ameacem de fracasso... continua a procurar a Vitória! Por mais que te apontem os erros... continua a Acertar! Por mais que discutam sobre a ingratidão... continua a Ajudar! Por mais que noticiem a miséria... continua a Praticar a Justiça e a acreditar na Prosperidade! Por mais que te falem de destruição... continua a Construir! Por mais que te preocupem as doenças... continua a vibrar Saúde! Por mais que exibam ignorância... continua a exercitar a tua Inteligência! Por mais que observes mentiras à tua volta... continua a procurar a Verdade! Por mais que plantem o mal... continua a semear o Bem!
Dia 29 – A Páscoa é uma festa cristã que celebra a ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, o seu corpo foi colocado num sepulcro, onde ali permaneceu, até à sua ressurreição. Entre os judeus, esta data assume um significado muito importante, pois marca o êxodo deste povo do Egipto, por volta de 1250 a.C, onde foram aprisionados pelos faraós durante vários anos. Esta história encontra-se no Velho Testamento da Bíblia, no livro Êxodo. Nesta data, os judeus fazem e comem o matzá (pão sem fermento) para lembrar a rápida fuga do Egipto, quando não sobrou tempo para fermentar o pão. Entre os cristãos, a semana anterior à Páscoa é considerada como Semana Santa. Esta semana tem início no Domingo de Ramos que marca a entrada de Jesus na cidade de Jerusalém. Durante os próximos dias por que não reflectir sobre o valor da vida e agradecer Àquele que deu a Sua vida por cada um de nós, Jesus Cristo que vivo está!
AMSTERDAM, March 19 (Reuters) - Dutch government officials reacted angrily on Friday to claims by a retired U.S. general that Dutch forces were overrun in Srebrenica in 1995 in part because of the presence of gay soldiers. At a U.S. congressional hearing on Thursday on allowing gay soldiers to serve openly in the military, former Supreme Allied Commander John Sheehan said there was a link between having homosexuals in the Dutch forces and the massacre at Srebrenica. Bosnian Serb forces overran lightly armed Dutch soldiers in the United Nations-designated enclave of Srebrenica in July 1995 and subsequently massacred more than 7,000 Muslim men and boys. Reports on the hearing said Sheehan blamed a post-Cold War effort by European nations to "socialise" their forces by, among other things, letting gays serve. "That led to a force that was ill-equipped to go to war. The case in point that I'm referring to is when the Dutch were required to defend Srebrenica against the Serbs," Sheehan said. "The battalion was under-strength, poorly led, and the Serbs came into town, handcuffed the soldiers to the telephone poles, marched the Muslims off, and executed them." Carl Levin, chairman of the U.S. Senate's Armed Services Committee, asked: "Did the Dutch leaders tell you it was because there were gay soldiers there?" "Yes, they did. They included that as part of the problem," Sheehan said, according to a webcast on the website of the Senate Armed Services Committee. "That there were gay soldiers?" Levin then asked. "That the combination was the liberalisation of the military, a net effect was basically social engineering." The Dutch Defence Ministry issued a statement calling Sheehan's claims "absolute nonsense" and adding that gay Dutch soldiers routinely cooperate with the U.S. military in the NATO mission in Afghanistan. Renee Jones-Bos, the Dutch ambassador to the United States, said in a statement, "I couldn't disagree more" with Sheehan, adding there was no evidence of his claims in the extensive record of research on Srebrenica. Dutch press agency ANP quoted the head of the military union AFMP, Wim van den Burg, as saying Sheehan's comments were "ridiculous" and "out of the realm of fiction". The events in Srebrenica remain a sensitive subject in the Netherlands, where a six-year investigation into the massacre led to the government's fall in 2002.
Podemos ajudá-la com apoio médico, jurídico, em géneros (alimentos, fraldas, papas, medicamentos e outros).
Ajudamo-la a obter o abono pré-natal e todos os demais subsídios a que tem direito.
Ajudamo-la a ficar com o seu bébé.
Caso assim o queira, ajudamo-la também a dar o seu bébé para adopção, com discrição e relativa facilidade, a casais que lhe darão tudo o que ele precisa.
Sobretudo, estamos dispostos a ouvi-la e a dividir e partilhar consigo as suas preocupações e ansiedades.