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terça-feira, 14 de julho de 2009
Adopção: Pais do coração
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MRC
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Labels: Adopção
segunda-feira, 13 de julho de 2009
PS cede a Cavaco e adia polémica lei da eutanásia
O projecto do PS regulando o direito à eutanásia foi apresentado há quase dois meses. (felizmente) Não houve tempo para o levar à votação final
Fonte: Diário de Notícias
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Labels: Eutanásia
domingo, 12 de julho de 2009
Professores não habilitados para educar para a saúde
Professores, pais e Ministério da Educação (ME) estão de acordo num ponto: falta formação aos docentes para lidar com os alunos no que diz respeito às matérias da saúde.
Os próprios professores reconhecem não estar capacitados para dar educação para a saúde, em geral, e, em particular, a educação sexual aos seus alunos.
Só a teimosia de alguns partidos é que ainda não viu isto !
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MRC
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Labels: Educação Sexual
Bébes a dançar
Via Luis Lopes que me enviou o link...
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MRC
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Labels: Cultura e Vida
Educação Sexual Estatal
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Labels: Educação Sexual, escola
BeBe.Com
Site brasileiro sobre gravidez, gestação e parto, aqui.
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Labels: Apoio à vida
Tanta família sem filhos e tantos filhos sem família
A história de 3 crianças nos corredores da adopção, aqui
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Labels: Adopção, Testemunho de Vida
Obrigado, mãe
Porque não eras corajosa, mas tiveste a coragem de embarcar numa aventura que sabias não ter retorno.
Porque não fizeste as contas para avaliar se a minha chegada era conveniente: abriste simplesmente os braços quando eu vim.
Porque não só me aceitaste como era, como estavas disposta a aceitar-me fosse eu como fosse. Porque dirias "o meu filhinho" mesmo que eu tivesse nascido deformado e me contarias histórias ainda que eu tivesse nascido sem orelhas. E me levarias ao colo mesmo que eu fosse leproso. E, mesmo com tudo isso, me mostrarias com orgulho às tuas amigas. Porque seria sempre o teu bebé lindo.
Devo-te isso, embora não tenha acontecido, porque o farias.
Obrigado porque não tiveste tempo para visitar as capitais da Europa. Porque as tuas amigas usavam um perfume de melhor qualidade que o teu. Porque, sendo mulher, chegaste a esquecer-te de que havia a moda.
Porque não te deixei dormir e estavas sorridente no dia seguinte. Porque foste muitas vezes trabalhar com manchas de leite na blusa. Porque me sossegaste dizendo "não chores, filho, que a mãe está aqui", e estar no teu regaço era tão seguro como dormir na palma da mão de Deus.
Obrigado porque é pensando em ti que posso entender Deus.
Obrigado porque não tiveste vergonha de mim quando eu fazia birras nos museus, ou me enfiava debaixo da mesa do restaurante porque queria comer um gelado antes da refeição. E porque suportaste que eu, na adolescência, tivesse vergonha de que os meus amigos me vissem contigo na rua.
Obrigado – já agora... – por não teres esquecido quais são os meus pratos favoritos; por o sótão da tua casa poder ser uma extensão do sótão da minha casa; por teres ainda no mesmo lugar a lata dos biscoitos...
Paulo Geraldo
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Labels: Cultura e Vida, Testemunho de Vida
550 crianças à espera de adopção
Em Portugal há 6799 jovens em instituições e 1867 em centros de acolhimento muito temporário. Ao todo, são 8666 os institucionalizados. Destes, não chegam a um milhar os que são adoptados anualmente. E isto significa uma franca melhoria relativamente ao que tínhamos até há três anos, se tivermos em conta que "anualmente adoptavam-se metade (cerca de 350) das crianças que se adoptam hoje (quase 800)", revelou Guilherme de Oliveira, director do Observatório para a Adopção, em Coimbra.
Nos últimos três anos, colocaram-se mais técnicos a trabalhar na área dos menores em risco, deu-se-lhes formação como jamais havia sido dada, escreveram-se e distribuíram-se manuais de procedimentos, fizeram-se acertos na legislação. Até os juízes passaram, na óptica dos técnicos, a respeitar mais os relatórios sociais e a agilizar os processos segundo as conclusões apontadas.
Decisões questionáveis
Mas, atrás desta agilização de meios e de resoluções, contam-se histórias de decisões dificílimas e até bastante questionáveis.
Neste momento, por exemplo, aguardam pais candidatos à sua adopção 550 crianças (muitas outras já terão sido adoptadas este ano). Em boa verdade, muitas destas que aguardam candidatos a pais nunca serão adoptadas. Porque - mesmo que o juiz tenha decretado a sua adopção - são mais velhas, de etnia diferente, têm um qualquer problema de saúde, ou têm irmãos.
Há instituições que ponderam separar irmãos quando um não tem qualquer hipótese de ser adoptado mas o outro tem; quando um tem um grave problema de saúde e o outro não. Instituições que questionam se devem separar irmãos para que um possa vir a ter uma família; ou se não os separam, porque eles já são uma família, embora assim nunca nenhum possa vir a ter pai e mãe.
Há instituições também que, durante muito tempo, batem o pé a esse tipo de sugestão vinda de instâncias superiores. E a verdade é que Portugal cresceu com esta ideia de que não devem separar-se irmãos que, muitas vezes, ao longo de um duro percurso, foram o suporte uns dos outros.
"Por princípio não devem separar-se os irmãos", confirmou Edmundo Martinho, do Instituto da Segurança Social. Aquele responsável acrescentou, porém, que "pode haver excepções, muito bem estudadas e justificadas". Ainda assim, "nesses mesmos casos, procura-se que quem adopte permita a manutenção dos laços entre os adoptados e os outros que não o foram".
Uma excepção poderia ser o caso de dois irmãos, filhos de pais diferentes, que acabaram por se conhecer apenas na instituição, dois irmãos sem grandes laços . "No caso de irmãos com grande vinculação efectiva não é certo separá-los e os serviços de adopções devem ter isso em conta", conclui Edmundo Martinho.
Resumindo, se, por um lado, as crianças não podem ficar institucionalizadas para sempre; por outro lado, é preciso ter em conta que a agilização do sistema não pode ser a qualquer preço. "As avaliações têm que ser o mais céleres possível mas feitas cuidadosamente", alerta Guilherme de Oliveira, director do Observatório para a Adopção, em Coimbra.
Nas páginas ao lado, contamos uma história de três irmãos sobre os quais pende uma destas decisões. E outras, de meninos que não são loiros e perfeitos, não têm até três anos, mas esperam por família.
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Liliana F. Verde
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Labels: Adopção
sábado, 11 de julho de 2009
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Liliana F. Verde
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Labels: Apoio à família, Cultura e Vida, Família
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Festas a comemorar ou para subsidiar abortos
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MRC
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Labels: Aborto, Aborto no Mundo
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Bella
Apesar de termos tido algum trabalho, este foi amplamente recompensado pela satisfação de sabermos que tantas pessoas puderam ver este filme tão edificante. Além disso foi muito divertido e enriquecedor conhecer tanta gente tão fantástica por todo o país, e desde já queremos agradecer aos vários organizadores pelo pais fora :
À Flora Costa e ao casal Faure de Viseu, Ao Nuno Gomes e ao Bruno Almeida de Braga, ao Miguel Reis Cunha do Algarve, ao João Marcelino do Montijo, à Teresa Cordovil de Évora, à Rita Gonçalves, João Paulo Pedrosa e Zé Bandeirinha de Coimbra, e a tantas outras pessoas que se empenharam na difusão desta iniciativa.
Para o ano temos as portas abertas para repetir caso haja outros filmes bons que não tenham tido êxito comercial, como aconteceu com o “BELLA, para o que contamos com todos vocês.
Número de pessoas que viram o “BELLA”
Muito Obrigada e até à próxima sessão de cinema positivo e familiar
-- Paula Pimentel Calderónhttp://www.emergenciasocial.pt/
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alexandrachumbo
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Labels: cinema; filmes
O amor é...
Antoine de Saint-Exupéry (1900-44)
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Labels: Casamento
Os filhos e as brigas dos pais
Mas se isso ocorrer, deve se tomar cuidado para que os filhos presenciem também a reconciliação. É que eles costumam ver as brigas, mas não vêem o momento posterior em que fazem as pazes, ficando com a impressão de que estão sempre brigados.
Um grande defensor da paz e da alegria nos lares aconselhava aos casais que jamais brigassem diante dos filhos e que as brigas, naturais entre marido e mulher, não se prolongassem por mais de um dia, de modo que não se deitassem sem antes fazer as pazes. E mais, aconselhava ele que aquele que pensa ter razão na discussão, que seja o primeiro a pedir perdão."
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Labels: Educação dos Filhos, Família
segunda-feira, 6 de julho de 2009
sexta-feira, 3 de julho de 2009
A nova lei da Educação Sexual nas Escolas
Imaginem que mostram aos vossos filhos dois iogurtes. Um de sabor a ameixa e outro de sabor a banana. Dizem-lhes na escola que aquilo que eles vêem é a mesma coisa. Quando eles os provarem, imediatamente vos dirão que aquilo não tem o mesmo sabor. Na escola aprenderam a ver que aquilo era a mesma coisa, mas em casa, os pais têm que dizer-lhes que um é de sabor a ameixa e o outro é de sabor a banana. De facto, eles são a mesma coisa, ambos são iogurtes, mas o que está por dentro é diferente.
A nova lei de Educação Sexual é um pouco a repetição da história do iogurte.
Sendo certo, que todos já perceberam que grupo de interesses está por detrás da nova lei da Educação Sexual, ela demonstra objectivamente a quem, neste momento, o Estado está entregue. Ela, mais não é, senão um passo para a consumação de uma reivindicação de um grupo sectorial da nossa sociedade. Ela está, por isso, semeada de armadilhas. A amnésia propositada desse grupo, aproveitou uma, não menos, anestesiada opinião pública pelos graves problemas económicos do país, para fazer aprovar esta lei. A lei 660 é como os contratos, onde o acessório está escrito a letras grandes e o essencial fica nas entrelinhas. É necessário pois, que os portugueses leiam essas entrelinhas.
A lei 660 pretende obrigar a ver como igual aquilo que é desigual e mantém a ideia fixa de eliminar as diferenças entre o que é diferente.
O referido documento trata a vida familiar como um jogo de construção, onde nós, pais e avós, temos que seguir as instruções elaboradas por esse grupo sectorial. Digamos que ela pretende tornar norma os interesses particulares desse mesmo grupo minoritário.
A nova lei da Educação Sexual, ao contrário do que é propalado pelos seus prosélitos, acentua a sexualidade sem maturidade e sem valores, e remete a sexualidade para a genitalidade. Ela, apoiando-se em duas doutrinas, o marxismo e o estruturalismo quer destruir o que resta das famílias e impor novos códigos de conduta. Ela combate, objectivamente, a família e a heterossexualidade. Há uma clara invasão da propriedade privada que é a família, onde o Estado se pretende substituir aos pais na Educação Sexual dos seus filhos. A sexualidade começa em casa, com os pais, com a família. Naturalmente, há pais com maior, outros com menor, dificuldade em falar destes assuntos com os filhos. Mas isso não representa argumento para que se tente retirar à família o seu papel educador. A escola é um complemento fundamental, e não um substituto, na Educação Global, e não apenas sexual, das crianças e adolescentes. E são eles, crianças e adolescentes, os seres mais vulneráveis das famílias, que este modelo, obrigatório, de Educação Sexual, quer, inequivocamente, atacar. Fazê-los crescer e viver com a ideia da indiferenciação é sinónimo de confusão. É isso que este modelo de Educação Sexual, que tentam a todo o custo e com a máxima rapidez possível pôr em prática, vai provocar nas nossas crianças. Estas são e serão sempre o eixo maior das nossas preocupações, enquanto pais e educadores.
Assumir a diferença do que é diferente não é discriminação, é tolerância. O contrário, obrigar a ver como igual o que é diferente, isso sim, é intolerância e prepotência. A tolerância só pode existir se tivermos diferenças para tolerar. Ao contrário, se tudo for visto por igual, não há tolerância, já que não há nada para tolerar. Tudo está imposto.
A sexualidade é um modo de ser, de se exteriorizar, de comunicar com os outros, de sentir, de manifestar e sentir o amor. Não é, portanto, qualquer coisa de puramente biológico, mas refere-se antes à essência íntima da pessoa.
A lei 660 obriga a uma disciplina de Educação Sexual, segundo um modelo de Educação Sexual, também ele, obrigatório. Se há quem queira seguir esse modelo de sexualidade, é livre de o fazer, mas o que não se reconhece é o direito de querer que seja imposto aos nossos filhos esse mesmo modelo, que é castrante da liberdade e dignidade individual. Aliás, a própria Comissão de Educação Sexual, que serviu de base para a elaboração desta Lei, veio reconhecer publicamente que, contrariamente, ao proposto no seu relatório, a Lei aprovada “ (…) menospreza o papel da família, atribuindo, na prática, a educação sexual exclusivamente à escola, não atendendo aos princípios éticos, morais ou religiosos da família (…) ”. A referida Comissão não se ficou por aqui, dizendo ainda que “ (…) a sexualidade hedonista, permissiva, governada pelo corpo e pelos desejos pode originar uma sexualidade irresponsável, irreflectida e conduzir a modelos aberrantes de comportamento. Uma sexualidade saudável deve ser responsável, inteligente, tendo em vista não apenas a busca do prazer, mas principalmente a busca da felicidade. É este elemento fundamental da aspiração humana que, infelizmente, não vejo reflectido no presente Projecto de Lei.”
Não deixa, também, de ter relevante significado que o Dr. Daniel Sampaio, responsável pela Comissão, tenha sempre defendido a Educação Sexual como parte integrante dos currículos escolares, mas nunca como disciplina obrigatória, o que é manifestamente contrariado pela Lei.
Retiramos pois a conclusão que a Lei aprovada, baseada num relatório feito por especialistas, não só contraria o que o mesmo recomenda como apenas representa as vontades e interesses particulares desse grupo sectorial da nossa sociedade. Quem legisla tem de entender que o respeito pela diferença não se impõe pela força da Lei, mas, ao contrário, conquista-se transmitindo naturalidade às diferenças. O respeito conquistado, e não imposto, é muito mais tolerante e duradouro.
Resta-nos a esperança que o Sr. Presidente da República vete esta Lei.
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Labels: Educação Sexual
quinta-feira, 2 de julho de 2009
Retrocesso civilizacional
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MRC
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Labels: Justiça e Vida
Zon ou a família fragmentada
Com as novas potencialidades do fornecimento de sinal por cabo, dizem, cada um dos membros da famíla já pode fazer o que quiser de forma independente e autónoma.
Assim, uns podem estar no quarto a jogar computador, outro a ver um vídeo, outro na internet, etc..
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MRC
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Labels: Família
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Os efeitos do divórcio
Estudo detalha os altos custos económicos, sociais, familiares e educativos do divórcio, aqui
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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Labels: Casamento









