quarta-feira, 8 de julho de 2009

Os filhos e as brigas dos pais

"(...) Se é natural brigar, não o é diante deles, tanto mais se as brigas forem por sua causa. Por exemplo, o filho pede algo ao pai, e ele nega, em seguida, pede à mãe, que consente e, formado o problema, passam a discutir na frente do filho por esse motivo. Quando isso ocorre, a mensagem que se passa é que não há certo e errado e que os pais não se entendem sequer a respeito do que é melhor para ele, gerando uma terrível insegurança na criança ou adolescente.
Mas se isso ocorrer, deve se tomar cuidado para que os filhos presenciem também a reconciliação. É que eles costumam ver as brigas, mas não vêem o momento posterior em que fazem as pazes, ficando com a impressão de que estão sempre brigados.
Um grande defensor da paz e da alegria nos lares aconselhava aos casais que jamais brigassem diante dos filhos e que as brigas, naturais entre marido e mulher, não se prolongassem por mais de um dia, de modo que não se deitassem sem antes fazer as pazes. E mais, aconselhava ele que aquele que pensa ter razão na discussão, que seja o primeiro a pedir perdão."
Fábio Toledo , juiz brasileiro

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Ajuda de berço


sexta-feira, 3 de julho de 2009

A nova lei da Educação Sexual nas Escolas


Imaginem que mostram aos vossos filhos dois iogurtes. Um de sabor a ameixa e outro de sabor a banana. Dizem-lhes na escola que aquilo que eles vêem é a mesma coisa. Quando eles os provarem, imediatamente vos dirão que aquilo não tem o mesmo sabor. Na escola aprenderam a ver que aquilo era a mesma coisa, mas em casa, os pais têm que dizer-lhes que um é de sabor a ameixa e o outro é de sabor a banana. De facto, eles são a mesma coisa, ambos são iogurtes, mas o que está por dentro é diferente.
A nova lei de Educação Sexual é um pouco a repetição da história do iogurte.
Sendo certo, que todos já perceberam que grupo de interesses está por detrás da nova lei da Educação Sexual, ela demonstra objectivamente a quem, neste momento, o Estado está entregue. Ela, mais não é, senão um passo para a consumação de uma reivindicação de um grupo sectorial da nossa sociedade. Ela está, por isso, semeada de armadilhas. A amnésia propositada desse grupo, aproveitou uma, não menos, anestesiada opinião pública pelos graves problemas económicos do país, para fazer aprovar esta lei. A lei 660 é como os contratos, onde o acessório está escrito a letras grandes e o essencial fica nas entrelinhas. É necessário pois, que os portugueses leiam essas entrelinhas.
A lei 660 pretende obrigar a ver como igual aquilo que é desigual e mantém a ideia fixa de eliminar as diferenças entre o que é diferente.
O referido documento trata a vida familiar como um jogo de construção, onde nós, pais e avós, temos que seguir as instruções elaboradas por esse grupo sectorial. Digamos que ela pretende tornar norma os interesses particulares desse mesmo grupo minoritário.
A nova lei da Educação Sexual, ao contrário do que é propalado pelos seus prosélitos, acentua a sexualidade sem maturidade e sem valores, e remete a sexualidade para a genitalidade. Ela, apoiando-se em duas doutrinas, o marxismo e o estruturalismo quer destruir o que resta das famílias e impor novos códigos de conduta. Ela combate, objectivamente, a família e a heterossexualidade. Há uma clara invasão da propriedade privada que é a família, onde o Estado se pretende substituir aos pais na Educação Sexual dos seus filhos. A sexualidade começa em casa, com os pais, com a família. Naturalmente, há pais com maior, outros com menor, dificuldade em falar destes assuntos com os filhos. Mas isso não representa argumento para que se tente retirar à família o seu papel educador. A escola é um complemento fundamental, e não um substituto, na Educação Global, e não apenas sexual, das crianças e adolescentes. E são eles, crianças e adolescentes, os seres mais vulneráveis das famílias, que este modelo, obrigatório, de Educação Sexual, quer, inequivocamente, atacar. Fazê-los crescer e viver com a ideia da indiferenciação é sinónimo de confusão. É isso que este modelo de Educação Sexual, que tentam a todo o custo e com a máxima rapidez possível pôr em prática, vai provocar nas nossas crianças. Estas são e serão sempre o eixo maior das nossas preocupações, enquanto pais e educadores.
Assumir a diferença do que é diferente não é discriminação, é tolerância. O contrário, obrigar a ver como igual o que é diferente, isso sim, é intolerância e prepotência. A tolerância só pode existir se tivermos diferenças para tolerar. Ao contrário, se tudo for visto por igual, não há tolerância, já que não há nada para tolerar. Tudo está imposto.
A sexualidade é um modo de ser, de se exteriorizar, de comunicar com os outros, de sentir, de manifestar e sentir o amor. Não é, portanto, qualquer coisa de puramente biológico, mas refere-se antes à essência íntima da pessoa.
A lei 660 obriga a uma disciplina de Educação Sexual, segundo um modelo de Educação Sexual, também ele, obrigatório. Se há quem queira seguir esse modelo de sexualidade, é livre de o fazer, mas o que não se reconhece é o direito de querer que seja imposto aos nossos filhos esse mesmo modelo, que é castrante da liberdade e dignidade individual. Aliás, a própria Comissão de Educação Sexual, que serviu de base para a elaboração desta Lei, veio reconhecer publicamente que, contrariamente, ao proposto no seu relatório, a Lei aprovada “ (…) menospreza o papel da família, atribuindo, na prática, a educação sexual exclusivamente à escola, não atendendo aos princípios éticos, morais ou religiosos da família (…) ”. A referida Comissão não se ficou por aqui, dizendo ainda que “ (…) a sexualidade hedonista, permissiva, governada pelo corpo e pelos desejos pode originar uma sexualidade irresponsável, irreflectida e conduzir a modelos aberrantes de comportamento. Uma sexualidade saudável deve ser responsável, inteligente, tendo em vista não apenas a busca do prazer, mas principalmente a busca da felicidade. É este elemento fundamental da aspiração humana que, infelizmente, não vejo reflectido no presente Projecto de Lei.”
Não deixa, também, de ter relevante significado que o Dr. Daniel Sampaio, responsável pela Comissão, tenha sempre defendido a Educação Sexual como parte integrante dos currículos escolares, mas nunca como disciplina obrigatória, o que é manifestamente contrariado pela Lei.
Retiramos pois a conclusão que a Lei aprovada, baseada num relatório feito por especialistas, não só contraria o que o mesmo recomenda como apenas representa as vontades e interesses particulares desse grupo sectorial da nossa sociedade. Quem legisla tem de entender que o respeito pela diferença não se impõe pela força da Lei, mas, ao contrário, conquista-se transmitindo naturalidade às diferenças. O respeito conquistado, e não imposto, é muito mais tolerante e duradouro.
Resta-nos a esperança que o Sr. Presidente da República vete esta Lei.
Carlos Borges - Membro da Plataforma Resistência Nacional

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Retrocesso civilizacional


Tal como eu já tinha denunciado há umas semanas atrás, aqui, quem trabalha no ramo da Justiça, desde há vários meses que se apercebe do aumento da violência e das ameaças como forma de contornar o recurso aos (lentos, caros e, por vezes, ineficazes) tribunais.


Eu próprio, se pudesse, teria várias histórias para contar.


Agora, o meu Bastonário, vem denunciar também essa situação aqui e acrescenta que se trata de um retrocesso civilizacional.


Também hoje, nas notícias, ouvi a história de uma mulher que já foi detida 8 vezes e, como nada lhe acontece, chega ao ponto de ir para a porta da esquadra da polícia rir-se e gozar com as autoridades.


Este retrocesso civilizacional é geral e foi-se agravando nos últimos anos com a legalização do aborto livre até às 10 semanas, a liberalização do divórcio, a promoção do facilitismo na avaliação dos alunos, a fragilização das autoridades policiais e de investigação e, agora, o esvaziamento da própria máquina judiciária.


Será possível apagar a luz e recomeçar tudo de novo ?

Zon ou a família fragmentada


Na linha de um anterior anúncio da Meo, a Zon lançou agora outro anúncio onde proclama as virtudes da família fragamentada.
Com as novas potencialidades do fornecimento de sinal por cabo, dizem, cada um dos membros da famíla já pode fazer o que quiser de forma independente e autónoma.
Assim, uns podem estar no quarto a jogar computador, outro a ver um vídeo, outro na internet, etc..
É sabido que a publicidade é um dos meios por excelência que molda e influencia os comportamentos das pessoas através das mensagens explícitas ou implícitas acerca do comportamento humano.
Felizmente, aqui pelo Algarve e um pouco por todo o país, os hábitos das caminhadas nocturnas ou de fim de tarde em família vão crescendo, em contraste com estas propostas que a publicidade nos oferece.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Os efeitos do divórcio

Estudo detalha os altos custos económicos, sociais, familiares e educativos do divórcio, aqui

terça-feira, 30 de junho de 2009

Plataforma Resistência Nacional incentiva pais a recusar aulas de educação sexual obrigatória

Elementos da Plataforma Resistência Nacional começam hoje a distribuir cartas para que, na matrícula dos filhos, os pais não autorizem a frequência das aulas de educação sexual.“As crianças portuguesas não podem ser cobaias de uma experiência educativa sobre aulas de educação sexual”, refere Artur Mesquita Guimarães, membro da comissão executiva da recém-criada Plataforma Resistência Nacional (PRN).
Contra as aulas de educação sexual na escola, a Plataforma inicia hoje, na Escola Júlio Brandão, em Famalicão, a entrega a pais e encarregados de educação de uma carta/matrícula.
O documento, composto por um texto base onde os pais informam a escola de que não autorizam os filhos a participar “em qualquer aula, acção ou aconselhamento relativo a educação sexual”, deve ser assinado e entregue no acto da matricula ou da renovação da matricula de cada aluno.“A carta que os pais devem entregar na escola que os filhos vão frequentar é juridicamente válida e ninguém deve ter medo de fazer valer os seus direito de educar os filhos”, frisa Mesquita Guimarães, pai de seis crianças, três delas a frequentar escolas públicas.
“A educação sexual dos nossos filhos é da nossa competência e é algo que fazemos, como pais, desde o seu nascimento, de um modo natural, integrado, progressivo, completo e respeitando as exigências das suas necessidades concretas, do seu crescimento e da sua dignidade pessoal”, refere a carta que a Plataforma quer que os pais entreguem nas escolas.A distribuição das cartas será feita na rua. “Não pedimos autorização a ninguém para entregar as cartas aos pais porque estamos a agir dentro da legalidade”, diz a mesma fonte.
A Plataforma Resistência Nacional criou já um gabinete jurídico on-line para responder a dúvidas que os pais ou encarregados de educação possam ter.
A legislação que prevê a existência da disciplina de educação sexual na escola ainda não foi aprovada. Contudo, os promotores da carta defendem que, na escola, os alunos apenas aprendam “a parte biológica do sexo”.“
A escola tem de respeitar a vontade dos pais e, mesmo sem as aulas de educação sexual, deve dar liberdade aos alunos para que assistam ou não a conferências ou palestras sobre esse assunto”, afirma ainda Artur Mesquita Guimarães. “Em todo o país, no maior número possível de escolas, queremos que os pais não autorizem os filhos a frequentar as aulas de educação sexual.”“Não temos problemas com a educação sexual, apenas pomos em causa a obrigatoriedade de frequentar as aulas e o modelo proposto que não oferece qualquer garantia científica”, remata Mesquita Guimarães. A PRN tem mais de 400 apoiantes na ‘lista de cidadãos’, disponível na página da plataforma na Internet
Fonte: Agência Lusa

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Problemas de que não se fala

Ainda não é conhecida a estratégia argumentativa dos partidos para as eleições, mas uma coisa é certa: não passará pelos verdadeiros problemas nacionais. Apesar disso, talvez valha a pena descrever brevemente essas questões de fundo de que não se falará estes meses.
O nosso principal problema é a decadência populacional. Portugal está em vias de extinção: em 2007 já nasceram menos pessoas do que morreram. A nossa taxa de fertilidade, que desde 1983 é inferior à de reposição das gerações e desde 2002 à média europeia, atingiu agora um dos valores mais baixos do mundo (1,3 filhos por mulher), só comparável ao Japão. Ao contrário do Japão, por cá uma percentagem crescente dos nascimentos vem de famílias imigrantes. As consequências que a degradação da família terá no equilíbrio social, desenvolvimento económico, estabilidade cultural e futuro nacional são incalculáveis. Os outros países europeus, com problemas menores que o nosso, têm há anos políticas consistentes e sustentadas de apoio à família e fertilidade. Por cá, o Governo, não só ignora o assunto, mas subsidia abortos, facilita divórcios, promove homossexualidade.
O segundo problema estrutural português é a adaptação ao aumento da esperança de vida. Vive-se cada vez mais e o número de centenários cresce todos os anos. Isso é excelente, porque a longevidade vem com melhores condições de vida e saúde. Mas a sociedade nada oferece aos idosos, senão uma vida de ociosidade e irrelevância. A atitude face à velhice é a mesma de há 100 anos. Portugal não pode tratar uma percentagem crescente da sua população, a mais experiente e sabedora, como se estivesse "fora de prazo". Além do monstruoso desperdício, surgem enormes efeitos sociais, humanos e pessoais dessa desqualificação. Aqui, embora por razões estritamente financeiras, o Governo deu passos tímidos no bom sentido com a reforma da segurança social.
Estes dois primeiros problemas estão totalmente fora do debate político nacional. Nada podia ser mais estranho aos programas, discursos e tácticas eleitorais. Sobre os dois seguintes há algumas referências nos campos partidários, embora confusas e enviezadas.
O terceiro aspecto estrutural é a atitude face ao progresso. A globalização muda a especialização e distribuição mundial do valor. As novas oportunidades encontram--se reagindo aos sinais dos mercados, não ouvindo a retórica política. Portugal não tem de defender a agricultura, não precisa de garantir o futuro industrial, não ganha nada com a tradição do mar. Não interessa o sector, interessa a atitude. As nossas empresas têm apenas de ser produtivas, rentáveis e dinâmicas, onde quer que seja. Foi assim que nasceram a nossa agricultura, indústria e marinha. Assim prosperarão.
Mas os cidadãos portugueses adoptaram os níveis de consumo e exigência europeus sem aceitarem os níveis de produtividade e as exigências europeias. Todos sabem exigir mas não cumprir o que se lhe exige. Daí o endividamento crescente, desequilíbrio orçamental, desânimo social, decadência política. A Europa deixou de ser um desafio para ser argumento de benesses. Serve como modelo de direitos, nunca de deveres. A consequência é a crise que nos assola há 15 anos, precisamente desde que mudámos a atitude. Se todos pensam que a Europa garante o nível de vida e pedem ao Estado o que só o trabalho, iniciativa e reestruturação das empresas podem dar, não admira a crise.
O último problema de fundo vem directamente da atitude política face aos problemas de fundo. Temos um Estado que ignora a linha estratégica do País e os grandes problemas nacionais. Não sabe o que quer no futuro nem como lá se chega, mas ocupa-se com embalagens de iogurtes, fumo nos edifícios, cadeirinhas nos automóveis e educação sexual. Os governantes tratam do que nos compete, sem fazerem o que lhes compete. Vivemos num equilibrismo mediático e em escaramuças pontuais, esquecendo os desígnios básicos. Assim, o debate eleitoral só pode passar ao lado dos grandes problemas nacionais.

Opinião de João César das Neves, Daqui (DN).

domingo, 28 de junho de 2009

Contra a publicidade enganosa

Bispos de Inglaterra protestam contra publicidade ao aborto

Os prelados consideram que os anúncios podem conduzir à normalização do aborto

Os bispos católicos de Inglaterra expressaram a sua oposição a uma norma que permitiria a publicidade ao aborto e aos contraceptivos nos meios de comunicação social do Reino Unido.

Os prelados assinalam que o aborto "não é remédio nem produto de consumo. Apresentá-lo como tal corrompe o respeito à vida e é altamente enganoso e danoso para as mulheres, que podem sentir-se pressionadas a uma decisão rápida que nunca poderá ser desfeita".

O documento elaborado pelos bispos recorda que a lei "não permite o aborto a pedido" e que "não há ‘direito' a abortar". A interrupção da gravidez "é ilegal no Reino Unido, a menos que dois médicos atestem que a mulher satisfaz critérios específicos de isenção".

A mensagem refere que "permitir publicidade audiovisual de serviços que remetem as mulheres para o aborto seria enviar uma mensagem profundamente enganadora, baseada na suposição que ele é legalmente acessível". Os bispos esclarecem que a propaganda poderia contribuir para uma "posterior ‘normalização' do aborto e a sua assimilação como um serviço de consumo".

Por outro lado, autorizar essa publicidade equivale a "permitir a promoção da exploração" de um comércio que "não está no interesse da saúde ou do bem-estar psicológico das mulheres".

Os bispos ingleses consideram que a orientação sobre a gravidez deveria centrar-se na "ajuda a ter um filho", e não nas referências ao aborto.

Os prelados mostram-se igualmente preocupados pelo facto de os anúncios de contracepção se dirigirem aos menores, entre 10 e 16 anos, dado que "é profundamente inadequado anunciar preservativos a crianças."

Em conclusão, os bispos afirmam que "a nossa sociedade já fracassa junto dos mais jovens ao apresentar-lhes uma visão empobrecida do sexo, frequentemente separada de qualquer contexto de amor comprometido e disposição à paternidade".

"O respeito pela vida, pelo sexo e pela paternidade são centrais para uma sociedade sã. As peças publicitárias deveriam reflectir isso".
Notícia daqui.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

The Human Experience - Um filme sobre o sentido da vida

O que é a vida ?
Para que serve ?
Qual o seu sentido ?
Qual o sentido da dor ?
Sobre tudo isto tenta responder o filme "The Human Experience"
Pelo trailer, promete...


quinta-feira, 25 de junho de 2009

ASSOCIAÇÃO DOS AVOS PORTUGUESES

No passado dia 1 de Abril de 2009 foi constituída a "Associação dos Avós Portugueses" que, entre outros, se propõe desenvolver e potenciar a figura dos avós na sociedade portuguesa.

Vejam-se aqui os seus estatutos.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Para uma vida com qualidade

O Festival de Berlim de 2006 teve uma competição sobre a Alimentação, o Paladar e a Fome, em que participaram 32 peças, seleccionadas entre 3600 filmes concorrentes. O filme de Gabriel Herrera Chicken à la Carte, que eu apresento de seguida, venceu a competição, entre os filmes de curta duração.
Espero que gostem e que pensem um pouco. Se virem o filme com atenção até ao fim, perceberão a mensagem. Não se preocupem se não souberem traduzir, não é importante.
ATENÇÃO: o apoio à vida passa por muitos aspectos: antes de mais lutar para que exista, depois, lutar para que persista. Mas, lutemos também pela qualidade daquilo que temos de mais valioso: a vida. Passa por aqui... vejam.

[Fonte: Jogo Social]

Primeiros cristãos contra aborto


Alguns grupos ditos "católicos" e até alguns auto-intitulados "católicos" consideram que o cristianismo não é contrário ao aborto.


Além dessa conclusão contrariar de forma muito clara a letra e o sentido do 5º mandamento "Não matarás" foi feito agora um estudo ainda mais exaustivo que não deixa margem para dúvidas sobre a posição que, desde muito cedo, os primeiros cristãos tiveram sobre esta questão.


A este propósito, diz-se o seguinte neste artigo.


"Brattston escreve que sua conclusão é prontamente apoiada por fatos. Suas fontes foram escritas tão no começo da Era Cristã que os escritores teriam ou conhecido os apóstolos ou seus discípulos, ou os escritores teriam vivido apenas poucas gerações depois dos apóstolos.
Ele cita textos tais como o Didaquê, um “manual anônimo da igreja do fim do primeiro século”, que diz que “não matarás uma criança por meio de aborto nem assassinarás aquilo que é gerado”.
A obra Acerca da Alma, de Tertuliano, também declara que o aborto é imoral. “O embrião pois se torna ser humano no ventre a partir do momento em que sua forma está completa. A lei de Moisés, aliás, pune com devidas penalidades o homem que causar aborto, na medida em que já existe o início de um ser humano”.
Brattston conclui dizendo que entre os primeiros cristãos, o aborto era “proibido por Deus e estava na mesma categoria de qualquer outro assassinato”.

Obama pretende atacar direito à objecção de consciência



"Actualmente está circulando dentro do governo Barack Obama nos EUA a intenção de conseguir aprovar uma lei no Congresso americano abolindo a objeção de consciência nos casos de aborto. Vale salientar que há anos os grupos pró-aborto nos EUA lutam para aprovar uma lei semelhante no Congresso. Com a aprovação de algum tipo de legislação que proíba ou limite o recurso da objeção de consciência, então os médicos e outros profissionais de saúde que se recusarem a fazer um aborto poderão sofrer algum tipo de punição, a qual irá desde a simples advertência até a demissão. Se essa lei realmente for aprovada será uma grande vitória do movimento pró-aborto e, por conseguinte, uma grande derrota da vida humana"


Ler mais aqui

Professores e férias

Muitos professores do ensino público ficam muito ofendidos quando alguém lhes diz que são uma classe privilegiada e ainda mais se revoltam quando alguém defende a importância da sua avaliação.
Pois bem, o melhor exemplo desta situação de privilégio está nesta época de férias.
Muitos professores têm cerca de 3 meses de férias, iniciando na 2ª quinzena de Junho, mês de Julho, mês de Agosto até ao fim da 1ª quinzena de Setembro.
É que embora, tecnicamente não estejam de férias, desde que lhes não sejam atribuídas certas tarefas, ficam sem nada que fazer, ou seja, ficam.....de férias.
E alguns professores chegam, inclusivé, a ter 4 meses de férias, caso as suas escolas, por motivos de obras ou outros atrasem o início do ano lectivo.


A questão é que durante todo esse período os contribuintes estão a pagar os ordenados destes professores.

Em alternativa, as escolas poderiam organizar programas de férias para os seus alunos ou promover, em cada grupo de ensino, a preparação das aulas e/ou de actividades para o próximo ano lectivo, ou qualquer outra coisa do género.

Trata-se de uma questão de produtividade e de aproveitamento do tempo, sem prejuízo, claro, do direito dos professores às suas merecidas férias.

Mas, convenhamos, 3 (ou 4 meses) de férias, é manifestamente excessivo !!!

Balanço da adopção em portugal


"(...) As experiências que partilharam revelaram muitos aspectos negativos como as dificuldades detectadas no funcionamento das listas nacionais de adopção, as "guerrinhas" entre os funcionários da Segurança Social que dificultam a agilidade dos processos e o seu arrastamento por períodos que ultrapassam o desejável. "Adoptei uma criança há dez anos, agora voltei a apresentar candidatura para nova adopção e garanto que nada mudou nos últimos dez anos", disse Fernando Soares, um dos pais que apresentaram o seu testemunho. "


Fonte: Público

terça-feira, 23 de junho de 2009

Conciliar família e trabalho

Hoje soube que a Vodafone está a permitir que muitas das suas trabalhadoras possam trabalhar em sua casa, através de acesso aos sistemas intranet da empresa.
Desta forma, estas mulheres podem apoiar os seus filhos em casa, evitando ter que pagar o preço de ATL's numa altura em que as aulas estão a terminar.
Uma medida a louvar.
O homem não está, nem nunca esteve, no centro das ideologias comunistas ou capitalistas.
Por isso, estas ideologias degeneraram em profundas crises e enormes fracassos.
O centro da actividade não pode ser o Estado, o cumprimento de objectivos comerciais, o lucro, o poder.
A actividade política, social e laboral deve ter como centro e medida de todas as coisas a realização do homem cuja máxima expressão se alcança na, e através da, família.

segunda-feira, 22 de junho de 2009

IV Congresso Internacional Provida


Já faltam menos de seis meses para celebrar o IV Congresso Internacional Provida no Auditório de Zaragoza, que terá lugar de 6 a 8 de Novembro de 2009, e que tem como lema "Sensibilização: una sinfonia pela vida", temática que será abordada dos pontos de vista médico, jurídico, político, assistencial, ético e antropológico.

Para tratar destes âmbitos, contar-se-á com a presença de oradores nacionais e internacionais como o fundador do Centro Global para a Estratégia ABC de Uganda, Martín Ssempa, a catedrática de Biologia Molecular da Universidade de Navarra, Natália López Moratalla, e o director do Centro Familiar de Zagreb (Croácia), Marijo Zivkovic.

O Congresso está promovido pela Federação Espanhola de Grupos Provida e organizado pela Associação Provida Aragón. O número de asistentes será de unas mil pessoas.

O presidente do congresso, Álvaro Vázquez, explicou que o objectivo "é sensibilizar perante o facto que a vida é o dom mais precioso que temos" e que "não há empenho mais valioso que assegurar um enquadramento jurídico e social que permita o desenvolvimento de todas e cada uma das vidas e de todas e cada uma das suas fases".

Acrescentou que num momento como o actual, em que o Governo Espanhol trabalha numa nova lei do aborto, "é necessário abordar com seriedade e profundidade um tema no qual está muito em jogo" e no qual estão implicados muitos profissionais, como pessoal de saúde, juristas, políticos, sector assistencial e sociedade em geral.

Os anteriores Congressos Internacionais Provida foram celebrados em Madrid, no ano 2003, em Lima (Peru), no ano 2005, y no México, em 2007. O próximo congresso depois do de Zaragoza será em Nicarágua, em 2011.

O comité permanente internacional, que dá continuidade aos diferentes congressos, está formado pelo reitor da Universidade de Ciências Médicas da Nicarágua, Rafael Cabrera; o ex ministro da Saúde do Peru, Fernando Carboné; o médico e co-presidente da Associação Provida cubana, Héctor González; o director do Comité Nacional Provida no México, Jorge Serrano; o professor de Sociologia da Universidade de Valência, José Pérez Adán, e o advogado e professor de Bioética da Universidade Livre Internacional das Américas, Jorge Scala.


As inscrições podem-se realizar até 31 de Outubro de 2009 para: inscripciones@zaragoza2009.org.

Mais informações: Juncal Marquina 0034 658 49 94 94 - info@zaragoza2009.org

Homens errados em lugares errados

João Goulão é presidente do Instituto da Droga e Toxicodependência.
Logo, pensamos nós, deveria zelar pela diminuição deste problema junto da população em geral e dos jovens em particular.
Errado.
Para este senhor, quem na juventude não fuma charros é betinho e a melhor mensagem a passar é a de redução de danos e não a de evitar que a droga entre na vida de muitos jovens.
Duarte Vilar é presidente da Associação para o Planeamento Familiar. Supostamente, devia zelar para que a divulgação de medidas de planeamento familiar reduzissem idealmente para zero o número de abortos, legais ou ilegais, em Portugal.
Errado.
Cada vez que são divulgados novos números sobre o aumento de abortos, como ainda recentemente aconteceu, este senhor festeja com declarações a sublinhar que a evolução está de acordo com as previsões já feitas pela sua associação.
São dinheiros publicos que sustentam o Intituto da Droga e Toxicodependência para que desenvolva políticas eficazes que mantenham os nossos filhos longe do mundo da droga.
E, apesar de não ser pública, a Associação para o Planeamento Familiar, vive de subsídios públicos e sustenta a sua actividade no fornecimento de serviços ao Estado que deveriam servir para tornar mais responsável a maternidade e diminuir ao máximo a tragédia e o trauma do aborto.
Tal como os professores, também o desempenho destes senhores deveria ser avaliado e, se houvesse rigor na forma como é usado o dinheiro dos nossos impostos, João Goulão e Duarte Vilar deveriam deixar de ser os homens errados nos lugares errados.
Raquel Abecassis.

Bébés em hospitais

Chocante esta reportagem:
"(...) Pedro é assim um bebé que tem família, mas na prática já não tem. Ninguém o visita. Como não há vagas para ele em instituições de acolhimento de emergência próximas vai ficando no Hospital Amadora-Sintra de onde nunca saiu.
Ali há a garantia de que terá os cuidados que precisa para crescer. Mas corre o risco permanente de contrair infecções, uma das muitas que circulam nas unidades hospitalares.
"Um hospital não é projecto de vida para ninguém. Estas crianças estão sujeitas a apanhar doenças. Não saem à rua e nem têm as referências e vínculos que devem criar na infância", diz a directora do serviço de pediatria do hospital, Helena Carreiro, referindo-se aos bebés que por ali vão ficando, muitos deles completamente sós, como é o caso de Pedro.
A enfermeira de nome também Helena, uma das profissionais que tratam desses meninos, sublinha: "Estes bebés não têm um, mas 30 colos." As mãos e vozes amigas são todas diferentes, variam consoante os turnos. E niguém sabe ao certo quanto tempo podem ficar por ali.
"Há processos que se resolvem em semanas, outros em meses. E já chegámos a ter aqui crianças um ano", admite a coordenadora dos serviços sociais do hospital, Adélia Gomes. E "os casos de maiores protelamentos de alta são precisamente os referenciados às comissões de protecção ou ao tribunal, refere".