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segunda-feira, 1 de junho de 2009
domingo, 31 de maio de 2009
Dia Mundial da Criança
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Liliana F. Verde
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Labels: Apoio à infância
Constituição pode não aceitar casamento entre homossexuais
Da caixa de comentários da Jugular:
VITAL MOREIRA - Versão político: assinou a "causa" a favor do movimento pró-casamento gay
VITAL MOREIRA - Versão constitucionalista:
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MRC
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Labels: Casamento entre pessoas do mesmo sexo, Justiça e Vida
sábado, 30 de maio de 2009
Banco Alimentar (este fim-de-semana)
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Liliana F. Verde
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Labels: Apoio à vida, Voluntariado
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Posição do CDS/PP sobre projecto JS sobre Educação Sexual
No seguimento do caminho traçado pelo CDS-PP, na defesa de uma maior participação dos pais na vida escolar, junto envio, para conhecimento, a declaração política sobre educação sexual nas escolas, que tive oportunidade de fazer no passado dia 20 de Maio, na Assembleia da República.
Atentamente,
Diogo Feio
Presidente do Grupo Parlamentar do CDS-PP
http://cdsnoparlamento.pp.parlamento.pt/
REUNIÃO PLENÁRIA DE 20 DE MAIO DE 2009
Declaração Política do Deputado Diogo Feio sobre Educação Sexual
O Sr. Diogo Feio (CDS-PP): — Sr. Presidente, Sr. as e Srs. Deputados: Os acontecimentos que esta semana foram conhecidos e que sucederam numa escola em Espinho, envolvendo uma professora de História, deixaram o País entre o estado de choque e a preocupação. Os acontecimentos causaram alarme nas famílias.
Sem querer generalizar o que acreditamos ser particular, sem querer generalizar, o que seria abusivo, porque não representa os nossos professores, que são bem diferentes daquilo que vimos, considera o CDS que é obrigatório fazer duas reflexões em relação a duas matérias que, por muito que custem ao politicamente correcto, têm de ser feitas.
Primeira: uma coisa é na escola aprender-se educação para a saúde e outra, que nós recusamos liminarmente, é o Estado impor ou permitir nas escolas qualquer espécie de ideologia sexual, para mais com disparates à solta. A intimidade, os afectos e a sexualidade não são competência do Estado, são matéria muito sensível, em que a primeira das soberanias é das famílias.
Segunda: é cada vez mais clara a necessidade de os pais poderem escolher as escolas que os seus filhos frequentam; é cada vez mais clara a necessidade de uma liberdade de escolha para as famílias em relação à educação.
Em relação a qualquer uma destas duas reflexões, o projecto assumido pelo Partido Socialista relativamente a educação sexual é um mau passo. Esta proposta apressada, imprudente e a reboque de um certo radicalismo de esquerda que o Partido Socialista considera que tem de ser respondido em momento pré-eleitoral está cheia de equívocos.
Em primeiro lugar, confunde o papel das famílias e das escolas, troca o papel das famílias e das escolas. Em segundo lugar, tem erros verdadeiramente inacreditáveis: é regulada, até ao último dos pormenores, uma pequena parte de uma área não disciplinar de educação para saúde bem mais ampla; temos o aspecto curiosíssimo de a educação sexual, que se encontra dentro da educação para a saúde, ter direito a uma lei que a educação para a saúde não tem; é confusa em relação à carga horária; apresenta erros, como, desde logo, a previsão de existência de conteúdos curriculares; confunde questões e, fundamentalmente, não dá qualquer espécie de opção às famílias.
A segunda das reflexões que aqui queremos deixar tem a ver com o papel que, em Portugal, se considera que deve existir para as famílias. Nenhum pai, nem nenhuma mãe, quer correr o risco de ver os seus filhos passarem o que passaram os alunos e as alunas daquela escola de Espinho.
E isso dá razão aos que, como o CDS, defendem, com serenidade e sem medo, que os pais devem ter maior liberdade de escolha da escola dos seus filhos, por muito que isso custe à esquerda mais conservadora neste Parlamento. Aqueles jovens estão na escola de Espinho porque, neste regime socialista em que vivemos, grande parte dos pais, os que não podem pagar propinas privadas, os que não podem ter os seus filhos em escolas privadas, só os podem colocar na escola que fica perto do seu trabalho ou perto da sua residência.
É isto normal em qualquer país que quer apostar na educação? Não! Claramente que não!
No sistema que defendemos, os pais devem, progressivamente, poder escolher a escola dos filhos, também com base na preferência educativa, também com base no projecto educativo que cada escola tem e que deve ser conhecido dos pais.
Os pais — que fique muito claro! — têm de conhecer os projectos de cada escola, os resultados escolares, a disciplina e a exigência praticadas. Conhecendo tudo isso, os pais devem poder escolher, certamente em nome do que pensam que é melhor para os seus filhos.
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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Labels: Educação dos Filhos, Educação Sexual, Liberdade de educação
A nova justiça do Faroeste

Ontem, saíu a notícia de que o número de processos novos entrados em tribunal diminuíu bastante, pelo que, em consequência, o número de processos findos foi superior ao número desses processos novos.
O governo regozijou-se enquanto o cidadão comum não se apercebe da falácia que está subjacente a esta notícia.
Porém, para quem trabalha no sistema, como eu, esta notícia mostra antes a falência de uma das vertentes mais importantes de um Estado de Direito: O bom funcionamento da justiça.
Se esta notícia significasse maior rapidez na decisão dos tribunais, é óbvio que seria uma notícia positiva.
A questão é que a conclusão de que as decisões estão a ser proferidas em número superior aos processos entrados encerra, em si, uma falácia porque utiliza como critério de comparação precisamente os processos entrados.
E, neste momento, os cidadãos estão a recorrer cada vez menos aos tribunais precisamente porque não acreditam na justiça, quer pelos seus resultados incertos, quer pela demora na resolução dos problemas, quer pelo elevado preço das custas judiciais, agravadas com o o recente Regulamento das Custas Judiciais.
Esta situação está a levar as pessoas e as próprias empresas a não recorrer aos tribunais e a procurar fazer justiça por mãos próprias:
- O recurso à coacção, à ameaça ou mesmo à ofensa à integridade física sobre credores, devedores e até sobre os próprios advogados que os representam só mostra a falência do sistema judicial.
Todas as semanas chegam-me ao conhecimento casos concretos onde isto acontece, de pessoas e empresas que decidem usar "meios privados", por vezes, pouco legítimos para resolver casos que deveriam ser discutidos em tribunal.
O que o Governo PS conseguiu foi promover mais uma das suas políticas de capitulação, ou seja, como não se consegue reduzir o número de processos, nem aumentar a eficácia do sistema judicial desincentiva-se o seu uso, aumentando-se as custas judiciais.
Isto é bem elucidativo da actual degenerescência e desagregação do Estado de Direito e do total fracasso na na prossecução de uma das suas finalidades mais básicas e elementares que é a Justiça.
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MRC
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Juízes do caso Alexandra denunciam regime da adopção
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MRC
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quinta-feira, 28 de maio de 2009
O casamento entre pessoas de sexo diferente não discrimina ninguém em função do sexo
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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O cristianismo, visto pelos israelitas
Embora a Igreja católica fale hoje do judaísmo como "os nossos irmãos mais velhos", não parece que a outra parte acompanhe tal proximidade. Enquanto 54% dos israelitas laicos consideran que o cristianismo está mais próximo do judaísmo que o islamismo, somente 17% dos religiosos o vêem assim e 48% dizem que o islamismo está de facto mais próximo.
Especialmente significativo é que a maioria dos israelitas considera que a atitude da Igreja católica para com o judaísmo não é positiva. Entre os laicos, somente 43% pensam que seja positiva, enquanto 65% dos religiosos consideram ser negativa.
Em quase todos os temas, os judeus laicos têm uma atitude mais tolerante para com o cristianismo que os religiosos
Para 60% dos religiosos é incómodo, inclusivamente, ver uma pessoa a exibir a cruz. Talvez por isso haja incidentes como o que ocorreu em Dezembro de 2007 a um grupo de bispos austríacos, chefiados pelo cardeal Christoph Schönborn, que pretendiam rezar diante do Muro das Lamentações. O rabino encarregado do lugar exigiu-lhes que retirassem ou ocultassem as suas cruzes do peito, e por se negarem a fazê-lo, tiveram de rezar muito mais afastados desse Muro. Todavia, na histórica fotografia de João Paulo II a rezar diante do Muro no ano 2000, o Papa ostenta a sua cruz. O rabino explicou que "a cruz é um sinal que afecta os sentimentos judeus". Seria mais exacto dizer de "alguns judeus", pois, segundo o inquérito, para 91% dos judeus laicos é indiferente.
Em quase todos os temas, os judeus laicos têm uma atitude mais tolerante para com o cristianismo que os religiosos. Em relação à possibilidade de haver um ensino sobre o cristianismo nas escolas, 68% dos laicos são favoráveis, e 52% pensam que deveria incluir o estudo do Novo Testamento. Pelo contrário, 73% dos religiosos e 90% dos ultra-ortodoxos retirariam qualquer referência ao cristianismo no plano de estudos.Ambos os sectores estão mais próximos quando se lhes pregunta se o Estado deveria impedir que as instituições cristãs comprassem terrenos em Jerusalém: 64% dos laicos e 95% dos religiosos querem que haja esse impedimento.
Deveriam os cristãos gozar de liberdade religiosa em Israel, um Estado judeu? 71% dos laicos respondem afirmativamente, enquanto 68% dos religiosos opõem-se. 48% dos religiosos dizem que a actividade das Igrejas cristãs em Israel deveria ser limitada, enquanto outros 48% dos laicos defendem que deveriam receber o mesmo financiamento que as instituições religiosas judaicas recebem.
A liberdade religiosa é posta à prova de modo especial no caso de conversões ao cristianismo. Um muçulmano que num país árabe abrace a fé cristã, corre um perigo por vezes mortal. No caso de um judeu que se converta ao cristianismo em Israel, o risco é uma espécie de morte social por marginalização. "Houve processos de convertidos que perderam a nacionalidade israelita, entre os quais frades franciscanos, e alguns não conseguiram recuperá-la", assegura o P. Artemio Vítores. Por isso, há cristãos que não declaram sê-lo.
Bento XVI, um amigo
O clima de boas relações entre judeus e cristãos que se formou durante o pontificado de João Paulo II, poderia consolidar-se com Bento XVI, que sempre se mostrou como um amigo do povo judeu. Basta recordar que visitou a sinagoga de Colónia na sua primeira viagem ao estrangeiro; depois esteve em Auschwitz, onde condenou o anti-semitismo; convidou o rabino chefe de Haifa para o Sínodo dos Bispos sobre a Bíblia...
Mas se os motivos de conflito, como o caso Williamson, provocam reacções desmesuradas, os gestos positivos do Vaticano não encontraram muitas vezes uma correspondência adequada da parte israelita. É o que referia no ano passado a directora adjunta do Jerusalem Post, Caroline B. Glick, num artigo de opinião (cfr. Aceprensa, 5-06-2008, na versão impressa). A jornalista israelita destacava os esforços de Bento XVI para enfrentar o integrismo islâmico e apresentava-o como um amigo de Israel a quem as autoridades hebraicas não prestam a atenção necessária.
A jornalista lamentava esta desatenção ao Vaticano por parte do governo de Olmert, cuja política externa apenas se preocupou em "dar provas de reverência perante o Departamento de Estado norte-americano".Glick escrevia que, em vez de apoiar o Papa nas suas acções contra o integrismo islâmico, alguns líderes judeus norte-americanos têm-se dedicado a atacar a Igreja por algumas decisões teológicas. Concretamente, mencionava a polémica pela reabilitação do missal de S. Pio V que, na oração dos fiéis da Sexta-Feira Santa inclui uma oração "pelos judeus, para que o nosso Deus e Senhor ilumine os seus corações, de modo a reconhecerem Jesus Cristo salvador de todos os homens". Para alguns líderes judeus, este pedido é uma confirmação de que a Igreja não renuncia à conversão dos judeus, embora para a Igreja o reconhecimento de Jesus Cristo não seja uma traição ao judaísmo, mas o culminar das promessas ao povo de Israel.
A jornalista defendia que os cristãos "não estão a exigir que participemos em disputas teológicas, nem a procurar converter-nos à força". O judaísmo e o cristianismo "partilham valores comuns, e é na base destes valores que é possível empreender acções conjuntas e cada um poderá julgar as acções do outro".
De um ponto de vista mais teológico, o rabino chefe do colonato israelita de Efrat, Sholomo Riskin, escrevia no mesmo diário que, assim como a doutrina cristã sobre o judaísmo mudou, o mesmo deverá acontecer com a atitude dos judeus para com o cristianismo. Riskin, fundador de uma importante rede educativa, pensa inclusivamente que a amizade com os cristãos é de vital importância para o futuro do povo judeu, o qual considera encurralado entre os planos nucleares do Irão e as ideias anti-judaicas do mundo islâmico. "Agora, pela primeira vez desde o aparecimento do cristianismo, os principais líderes cristãos estendem-nos a mão em sinal de amizade". O rabino Riskin felicita-se pelo facto dos cristãos terem difundido pelo mundo os mandamentos que têm em comum com os judeus e considera que "nessa perspectiva, judeus e cristãos são verdadeiramente sócios".
Cem rabinos dão as boas-vindas ao Papa
Nesta mesma linha, mais de cem rabinos das diferentes denominações irão assinar uma mensagem que será publicada no diário israelita Ha'Aretz para dar as boas-vindas a Bento XVI à Terra Santa e impulsionar o diálogo entre judeus e cristãos. A iniciativa foi promovida pelo rabino Jack Bemporad, director do Centro para a Compreensão Inter-religiosa, em New Jersey (Estados Unidos).
A mensagem dos rabinos tem por título "Unidos na nossa era", inspirado no título de Nostra Aetate, a declaração do Concílio Vaticano II que em 1965 alterou as relações entre judeus e católicos. Dirigindo-se directamente ao Papa, a página publicada pelo Ha'Aretz explicará: "Com este espírito, nós, rabinos e líderes judeus, damos-lhe cordialmente as boas-vindas e à sua missão de paz em Israel. A uma só voz, estamos unidos no nosso compromisso a favor do diálogo inter-religioso, da abertura de mais caminhos para aumentar o entendimento, e para reconhecer e reforçar continuamente a importante relação que existe em todo o mundo entre católicos e judeus".
Está para se ver se esta ideia será partilhada pelo novo governo de Netanyahu, que se apresenta como mais intransigente que o anterior no processo de paz e no qual os partidos religiosos têm uma forte presença.
Em declarações recentes (Zenit, 20-04-2009), o patriarca latino de Jerusalém, Mons. Fouad Twal, reconhecia que a visita de Bento XVI tinha, juntamente com a dimensão religiosa, igualmente outra social e política. "Quanto mais amigo de Israel for o Vaticano, mais poderá valer-se desta amizade para fazer avançar a paz e a justiça. Se as tensões entre a Igreja católica universal e Israel permanecerem, afectam-nos a todos, cristãos e muçulmanos. Pelo contrário, se Israel encarasse com confiança a Santa Sé, poder-se-ia, com base nesta relação de amizade, falar de verdade, de justiça e de paz. De facto, só com a linguagem da amizade se podem pronunciar palavras que, na boca de um inimigo, seriam recusadas".
Assinado por Aceprensa
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alexandrachumbo
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ONU pressiona Timor e Nicarágua a legalizarem aborto
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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Labels: Aborto no Mundo
Fazer mais arroz ou partilhar o arroz
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MRC
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Labels: Aborto, Demografia
PS recua na distribuição de preservativos nas escolas
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Labels: Educação Sexual
35% do conteúdo da internet é pornografia
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Labels: Educação dos Filhos, Educação Sexual
quarta-feira, 27 de maio de 2009
O nosso mal
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alexandrachumbo
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Mais um país que abole a pena de morte
O Togo vai abolir a pena de morte.
Ver notícia aqui.
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Liliana F. Verde
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Labels: pena de morte
Tribunal Constitucional não se pronuncia sobre nova lei do aborto
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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Labels: Nova lei do aborto
Banco Alimentar - 30 e 31 de Maio
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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Labels: Solidariedade Social
Efeitos da pílula abortiva
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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Labels: Efeitos do aborto
Crianças: Maria Cavaco Silva preocupada com faltas de apoio
Estes e outros temas foram debatidos num encontro que decorreu no Palácio de Belém, em Lisboa, e no qual estiveram presentes 16 mulheres responsáveis por instituições de acolhimento de crianças e jovens, de Norte a Sul do país.
"A falta de apoio às crianças na área da saúde mental, a morosidade dos processos de adopção e a ausência de articulação entre Segurança Social, tribunais e técnicos" foram as principais questões em análise na reunião, segundo disse um assessor da Presidência da República aos jornalistas.
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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Labels: Adopção, Apoio à infância



