segunda-feira, 6 de abril de 2009

Dia 15 de Abril debate-se a implementação do dia da adopção




Crianças, adolescentes e telemóveis





Las recomendaciones para un uso responsable de estos aparatos de telefonía pasan por proporcionar el móvil a los jóvenes a una edad en la que tengan criterio correcto para su uso, utilizar tarjeta de prepago mejor que contrato para ayudar a los jóvenes a limitar y controlar los gastos, enseñarles a desconectar sus teléfonos en lugares inapropiados, como en las consultas médicas, y prohibir a los estudiantes que lo lleven a la escuela


Fonte foto: The Sydney Morning Herald

Colóquio Internacional sobre Vida e Morte: Implicações jurídicas

Programa aqui e mais informações aqui

sábado, 4 de abril de 2009

Manter a linha é mais importante do que gerar um filho

Mariah Carey está a planear recorrer à adopção para ter um filho, já que não pretende engravidar do marido, Nick Cannon, porque tem medo de engordar, de acordo com o jornal Chicago Sun Times

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Maria Cavaco Silva revela-se preocupada com Cuidados Paliativos em Portugal

Bella, um filme muito belo…


Não acontece todos os dias. Ver um filme que nos molha a alma. Que nos traz de volta o encantamento. Que abre caminho dentro de nós. Que nos reconcilia com a vida e com o ser humano.

Quero trazer este filme dentro de mim.

Porque nos fala de Vida, de Esperança, de Amizade, de Perdão.

Porque nos diz, logo de início, que Deus sorri quando fazemos planos…e entendemos o que isto quer dizer, quando o filme desenrola inesperados, dores, perdas, mudanças. A carreira promissora e desejada de José, jogador de futebol, é interrompida pela morte de uma criança e o desespero de uma mãe. E tudo muda. Do relvado e da glória, à prisão e cozinha de um restaurante. Quanto sofrimento, quanto silêncio, quanto castigo…

É uma injustiça que o acorda. Um despedimento. Uma amizade. Uma mulher grávida. Nina. Uma história de vida que se cruza. Um apelo de salvação.

Na família de José, todos são acolhidos. Na alegria. Nas memórias dolorosas. No confronto. No perdão incondicional. Só uma mãe afaga um filho/ homem daquela maneira, dando-lhe colo, dando-lhe vida. Nina comove-se. E abre o coração.

Numa noite de luar, junto ao mar, percebemos como podemos ser bem ou mal amados e como isso determina tanto da nossa vida, das nossas mágoas ou dos nossos sonhos…

É possivel um recomeço. A cura das feridas. O perdão começa dentro de nós mesmos. Só assim podemos começar a ser outros.

Nina e José vão viver outra vida. E entre eles, uma nova vida. Nascida da generosidade e da confiança.

Bella. O futuro. A esperança.

Lá em cima, certamente, Deus sorri…

Não conhecia o realizador Alejandro Monteverde, nem as produções Metanóia.

Fora dos circuitos mais comerciais ou dos espaços onde os prémios são atribuídos, a crítica pouco falou dele.
É pena. E incompreensível.

Trata-se de um grande, grande filme.
Daqueles que ficarão dentro de nós para sempre.
Porque são da vida e nos dão vida.
Obrigada

Margarida Neto

quinta-feira, 2 de abril de 2009

Mitos: O aborto, na realidade, é inseguro

Uma vez que uma mulher se torna mãe, ela será sempre mãe, tenha ou não nascido o seu filho. O filho morto fará parte da sua vida por mais longa que ela seja. O aborto não é definitivamente uma "solução fácil" de um grave problema, mas um acto agressivo que terá repercussões contínuas na vida da mulher.Um dos mitos mais curiosos ligados ao aborto continua a ser a alusão ao aborto seguro.

Este mito é frequentemente propagado através de referências a vários estudos que provam que o aborto é 10 vezes mais seguro que um parto, sem no entanto referir quais os estudos que o demonstram. O mito propaga-se na forma de um argumento popular e acaba muitas vezes por ser apresentado como informação verdadeira, apesar de ser incorrecta.

Mas como refere uma recente publicação sobre medicina e lei, ainda não foi provado que a gravidez e o parto são mais perigosos do que o aborto. (1) Porque será então, que o mito persiste? Propaganda é a resposta, e conveniência parece ser o motivo. Na verdade, a prática do aborto induzido pode ser mais ou menos perigosa, dependendo das condições com que é realizado, as condições de saúde da mulher, e outros factores não relacionados com o método em si. Mas aborto seguro é certamente um mito [ver Sequelas Físicas].

O facto de várias mulheres se submeterem a esta prática e aparentemente não apresentarem problemas imediatos, não a torna num procedimento seguro. Todos os problemas associados já referidos, quer físicos quer mentais, mostram precisamente que rotular o aborto de prática segura, para além de um mito, é um logro. Estudos sobre as sequelas físicas do aborto
"O que é que eu aprendi em três anos de estudo dos efeitos do aborto legal? Que existem inúmeras complicações e que não existem garantias de uma passagem segura. Nenhum médico, nenhum hospital, nenhuma clínica pode garantir a uma mulher que ela vai sobreviver a um aborto legal.” (2) (Ann Saltenberger, investigadora)Ao referir que o aborto induzido é 10 vezes mais seguro do que um parto, a propaganda de muitas clínicas de aborto (em países onde a prática está legalizada) cria uma falsa sensação de segurança nas mulheres que procuram os seus serviços. No entanto, esta prática está longe de ser segura. As mulheres que se submetem a um aborto induzido colocam a sua saúde em risco.

Mesmo que o procedimento cirúrgico possa correr bem, a mulher não está livre de ter problemas a longo prazo. Em alguns casos, a prática do aborto pode resultar na morte da mulher.

As principais causas de morte relacionadas com o aborto induzido resultam de infecções, hemorragias e perfurações uterinas. Aproximadamente 10% das mulheres que se sujeitam a um aborto induzido sofrem de complicações imediatas, das quais cerca de um quinto (2%) são consideradas de risco para a vida da mulher. As oito complicações principais mais comuns que podem ocorrer são: infecção, embolia, perfuração ou dilaceração do útero, complicações com a anestesia, convulsões, hemorragia aguda, danos cervicais, e choque endotóxico. As complicações menores mais comuns incluem: infecção, hemorragia, febre, queimaduras de segundo grau, dores abdominais crónicas, vómitos, distúrbios gastrointestinais, e sensibilização Rh (ocorre quando o sangue do feto se mistura com o sangue da mulher grávida e ambos tem Rh’s diferentes).

(3) Num estudo envolvendo 1428 mulheres, os investigadores verificaram que a perda durante a gravidez, em especial a perda causada por aborto induzido, estava significativamente relacionada com uma pior saúde geral (4).

Enquanto que a gravidez interrompida por motivos naturais causava um detrimento na saúde, o aborto tinha ainda uma maior correlação com um mau estado de saúde.

Estudos como este têm confirmado outros anteriores que referiam que no ano após o aborto, as mulheres frequentavam o seu médico de família 80% mais por diversas razões e 180% mais por razões psicológicas.


1. [Anon] and Grp, D.L.S. (2001). Abortion, information & the law: What every doctor needs to know. Issues in Law & Medicine 16(3):283-284. Issues in Law & Medicine é um jornal científico cujas publicações são sujeitas a um processo de avaliação realizado por um painel de cientistas e médicos nos campos em questão. O artigo acima mencionado conclui existirem fortes razões médicas para tratar o aborto como um procedimento não-terapêutico e potencialmente perigoso, com o qual médicos conscienciosos escolheriam não se envolver. 2. Saltenberger, A. (1982). Every Woman Has a Right to Know the Dangers of Legal Abortion. Air-Plus Enterprises, Glassboro, NJ. 3. Frank, P.I. (1985). Induced-Abortion Operations and Their Early Sequelae. Journal of the Royal College of General Practitioners 35(273):175-180.; Grimes, D.A. and Cates, W., Abortion: Methods and Complications, Human Reproduction, pp. 796-813.; Freedman, M.A., Jillson, D.A., Coffin, R.R. and Novick, L.F. (1986). Comparison of Complication Rates in 1st-Trimester Abortions Performed by Physician Assistants and Physicians. American Journal of Public Health 76(5):550-554. 4. Ney, P.G., Fung, T., Wickett, A.R. and Beamandodd, C. (1994). The Effects of Pregnancy Loss on Womens Health. Social Science & Medicine 38(9):1193-1200.; Badgley, Caron and Powell (1997). Report of the Committee on the Abortion Law, Supply and Services, Ottawa.


Crise da maternidade e razões de esperança


Sob o mote "Porque todos somos filhos", realizou-se nos dias 6 e 7 de Março, o 1º Congresso Português da Maternidade. Organizado pela Federação Portuguesa pela Vida e pelo Museu das Crianças, o congresso contou com a presença de vários especialistas que debateram a maternidade nos diversos campos da sociedade e apontaram caminhos para um papel que nem sempre é valorizado nos dias de hoje.

Assinado por Mariana Correia de Barros Data: 21 Março 2009

O mote foi dado pelo reitor da Universidade Católica, Manuel Braga da Cruz, ao falar do "afastamento dos valores da fertilidade e maternidade do horizonte familiar". Uma tendência igualmente referida por Isilda Pegado, Presidente da Federação Portuguesa pela Vida, ao salientar "a cultura individualista e pouco generosa com a vida" aliada à falta de apoios da sociedade para mães com carreiras profissionais, às falhas no urbanismo, no direito e na educação. Temáticas que foram desenvolvidas durante o congresso.

A maternidade como valor social foi apresentada por Lola Velarde, Presidente do Instituto de Política Familiar - Rede Europeia. A especialista analisou dados demográficos de uma Europa envelhecida: nível de fecundidade cada vez mais baixo, mulheres a terem filhos mais tarde, aumento do número de filhos fora do casamento e uma média de um aborto a cada 27 segundos no continente europeu. "Tudo isto demonstra que se vive uma crise da maternidade", declarou Lola Velarde, para quem outros problemas sociais e culturais contribuem para a crise: "os lobbies que pressionam o governos, uma agenda oculta que pretende controlar a natalidade e uma noção da maternidade como papel substituível". Porém, afirmou, há razões de esperança que residem "nalguns acordos universais que apoiam a família, como a convenção sobre os direitos da criança, e a força da família como instituição eficaz, com valores educativos fortes, e até como ajuda na crise económica".

Marcelo Rebelo de Sousa, professor universitário e comentador na RTP1, salientou que a crise da natalidade pode encontrar-se também na "falta de dinamismo e iniciativa". "Temos necessidade de estratégias de vida, porque a natalidade é indissociável da maternidade e paternidade", disse o professor de Direito da Universidade de Lisboa. "Tudo depende da educação, que começa com os pais ainda antes do nascimento e termina na morte. Os anos decisivos são principalmente os que rodeiam a educação pós-nascimento". Segundo Rebelo de Sousa, assisti-se ainda a uma crise nos "educadores clássicos" - família,Igreja e escola -, que hoje são substituídos pela televisão, internet e novas formas de associação e integração de jovens. "De todos estes, quem continua a ter o melhor papel educativo é a família, com a vocação da maternidade e paternidade, prolongado ao longo da vida". "Valeria a pena fazer um debate global sobre esta questão para que os legisladores optassem por um pacote de medidas coerente", salientou, defendendo o "optimismo" como arma "fundamental".
Maternidade e Economia
A economia também tem relações com a maternidade. Há um precioso "contributo para um crescimento económico, sustentado a prazo, que se centra na mãe", defendeu o economista Fernando Branco. O capital humano, cuja medição é feita em capacidades cognitivas (escolaridade, formação) e capacidades não cognitivas (ética, motivação), são potenciadas durante a infância. Segundo o economista, as soluções passam por "estimular condições para a maternidade de qualidade a longo prazo, dirigir a intervenção para crianças nascidas em meios desfavorecidos e colocar em cima da mesa, prioridades de política pública", já que o investimento nas crianças tem um alto valor económico e social.António Jorge Fontes, arquitecto, apresentou soluções urbanísticas para potenciar o crescimento da família. As cidades do futuro devem albergar comunidades mistas, não devem ser sectorizadas, mas antes um centro de serviços, habitação e trabalho, ao mesmo tempo que integram todas as comunidades sociais. Tendo como pano de fundo a perspectiva da criança, é preciso seguir alguns critérios na escolha de casa. Estar perto de um espaço comunitário ou para brinquedos, jardins, escola, entre outras. O arquitecto falou ainda da forma e dimensão do espaço e da importância da "flexibilidade para se ir agregando às funcionalidades e alargamento da família".
Sobre psicologia e maternidade falou a pedopsiquiatra Susana Farinha. "Dos pais, os filhos esperam uma história, um passado, memórias e tradições. Esperam uma identidade própria, serem reconhecidos como filhos e recolhem conteúdo que mais tarde os ensinam a ser pais. Esperam segurança e que os pais lhes mostrem o mundo real, ensinando-os a construir defesas. Os pais procuram nos filhos a continuidade, como um testemunho e a entrega".
Nas conclusões deste 1º Congresso Nacional da Maternidade António Maria Pinheiro Torres, da Federação Portuguesa pela Vida, realçou a importância de se criarem condições para uma efectiva maternidade e paternidade: o reconhecimento por parte dos poderes públicos da influência que um vínculo estável entre homens e mulheres proporciona à criança e da importância de tudo o que faz parte da experiência humana da maternidade e paternidade.

Mariana Correia de Barros

Últimas campanhas de apoio à Ajuda de Mãe


1) PAYSHOP


Agora já pode contribuir para a Ajuda de Mãe enquanto paga as contas no seu agente PayShop. Como funciona? Muito simples!
O serviço PayShop permite-lhe, não só o pagamento de várias contas, como a água ou o carregamento do telemóvel, como também contribuir para esta causa que é a Ajuda de Mãe, sem necessitar de cartões ou códigos de multibanco.
Este serviço está presente em mais de 3500 estabelecimentos comerciais, como papelarias,
supermercados e em alguns balcões dos CTT.
Dirija-se a um dos estabelecimentos aderentes próximos de si e faça o seu donativo para a Ajuda de Mãe.


2) CTT


A Ajuda de Mãe associou-se ao Projecto de Combate à Pobreza e à Exclusão Social,
campanha de âmbito nacional, desenvolvida pelos CTT e que tem sido um enorme sucesso!
O apoio das pessoas que têm contribuído para esta campanha tem sido de uma generosidade fantástica.
Continuamos a receber o seu apoio e, para isso, basta dirigir-se a uma estação dos CTT e, de forma gratuita enviar para a Ajuda de Mãe os produtos que neste momento mais precisamos: toalhitas e babygrows de bebé!


3) TELEFONE E SEJA UMA MADRINHA


760 50 10 10 — Use a linha e seja uma Madrinha!
A Ajuda de Mãe é uma Instituição Particular de Solidariedade Social que surgiu em 1991 e apoia as mulheres grávidas, no respeito pela vida do bebé que vai nascer e para que, com esse apoio, cada mãe possa melhorar a vida da sua família.
Este será um ano importante para a nossa Instituição, uma vez que completamos 18 anos de existência.
Desta forma, temos neste momento uma nova linha de valor acrescentado cujos objectivos são angariar fundos para a construção da nova Creche – A Escola do Arco – de horário alargado e com um espaço de formação em Paço de Arcos, concelho de Oeiras.
E como precisamos do seu apoio basta ligar para o 760 50 10 10! Custo da chamada são 0,60€ + IVA.


4) Próxima Acção: 5ª-feira Solidária Pão Açúcar Amoreiras — 02 Abril

No âmbito do Projecto Humanitário do Grupo AUCHAN, detentora das insígnias Jumbo e Pão de
Açúcar, a AJUDA DE MÃE vai estar presente no próximo dia 02 de Abril no Pão de Açúcar das
Amoreiras.
Entre as 9h e as 22h iremos recolher bens essenciais para as mães e bebés que apoiamos!
Agradecemos o contributo de todos os que nos possam apoiar!



5) VOLUNTÁRIOS PARA CAMPANHA DO DIA DA MÃE

Está a aproximar-se o Dia da Mãe! E, uma vez mais estamos a organizar a Campanha do Dia da Mãe nos próximos dias 28 e 29 de Abril em alguns espaços Comerciais: Amoreiras Shopping Center, Centro Comercial Alegro, Centro Colombo, Oeiras Parque e Pingo Doce de Linda-a-Velha.
Contamos com o apoio de todos os que queiram contribuir nesta acção de angariação de fundos e de donativos e, estamos a precisar de voluntários para esta nossa Campanha!
Ficamos a aguardar o seu contacto!

Crise económica aumenta nº de abortos nos EUA


"This was a desired pregnancy _ she'd been getting prenatal care _ but they re-evaluated expenses and decided not to continue," said Dr. Pratima Gupta. "When I was doing the options counseling, she interrupted me halfway through, crying, and said, `Dr. Gupta, I just walked here for an hour. I'm sure of my decision.'"
Other doctors are hearing similarly wrenching tales. For many Americans, the recession is affecting their most intimate decisions about sex and family planning. Doctors and clinics are reporting that many women are choosing abortions and men are having vasectomies because they cannot afford a child.


quarta-feira, 1 de abril de 2009

DISCRIMINAÇÃO....

A notícia, à semelhança de outras que têm vindo a público na mesma linha, deixou-me espantado e revoltado.
Segundo percebi, o Reverendo Walter Hoye de Berkeley, California – Estados Unidos da América, foi condenado a serviço de 30 dias na prisão, por se ter aproximado de duas pessoas que entravam numa clínica aborcionista de Oakland. Foi ainda proibido, por 3 anos, de ultrapassar a proximidade de uma determinada distância da referida clínica e ao pagamento de uma multa de 1130 dólares.
Esta decisão está a provocar indignação, em particular no movimento pró-vida, que tem em grande consideração o Reverendo Hoye, um pastor afro-americano que declarou ter sentido um apelo para lutar pelo fim do que considera um genocídio por aborto na sua comunidade.
Parte dessa sua luta consistiu em colocar-se em frente da clínica aborcionista de Oakland com folhetos oferecendo alternativas ao aborto e um letreiro com a frase “Jesus ama-te e ao teu bébé. Deixa-nos ajudar-te”.
Em resposta aos esforços do Rev. Hoye, as autoridades de Oakland determinaram ser crime a abordagem, com o intuito de oferecer alternativas ao aborto, a pessoas que se dirigissem a clínicas aborcionistas. No entanto, as mesmas autoridades declararam não ser crime a abordagem às mulheres para as encorajar a entrar nessas mesmas clínicas!...
Parece, portanto, que não somente se estão nas tintas para as vidas que ali são destruídas, como optam por perseguir e discriminar aqueles que querem oferecer alternativas...
Muitas vozes se levantaram em defesa de Hoye, criticando o ataque à liberdade de expressão pública, ainda para mais pacífica e no intuito de defender vidas humanas. Hoye não está a impor nada a ninguém. Estava apenas a lutar pelos seus ideais e a apresentar alternativas. A que ponto chegámos para haver decisões destas? Que fúria cega e aborcionista é esta?Vieram-me más recordações sobre a forma como este governo em Portugal, ao contrário da imagem que procurara dar antes da campanha do referendo, legislou de forma pura e dura a liberalização do aborto, impedindo inclusivamente os médicos objectores de consciência de participarem no aconselhamento.
Em muitos países ocidentais começa a haver uma atitude discriminatória muito preocupante, particularmente contra pessoas que têm opções por valores espirituais. No Reino Unido, recentemente, em mais uma polémica, uma enfermeira que teve a amabilidade de oferecer a um paciente a sua oração, foi suspensa...
Democracia não assentaria na liberdade de poderem ser apresentadas, ordeira e pacificamente, alternativas de pensamento e posicionamento? Ou agora só é aceite o que estiver na linha “politicamente correcta”?
Não devo, não posso nem quero impor aos outros as minhas ideias. Mas devo, posso e quero impor o meu direito, em pé de igualdade com todos, de as exprimir e lutar por elas.
Esta decisão contra o Rev. Hoye é um atentado à liberdade de expressão e um atentado à vida!
Luís Lopes
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Outras notícias relacionadas:
Pro-Life Pastor Faces 2 Years Jail and Fine for Peaceful Sidewalk Counseling
African American Pastor Sentenced to Jail for Counselling Women on Public Sidewalk

Curso sobre métodos naturais de planeamento familiar

A Associação Família e Sociedade vai realizar o próximo curso de Métodos Naturais de Planeamento Familiar, nos dias 25 de Abril e 9 de Maio de 2009, em LISBOA, no Colégio Pio XII, na Av. das Forças Armadas (entrada pela Rua Helena Félix), com o programa que se segue:

25 de Abril - Sábado

14:30 h - Entrega de documentação
15:00 h - O que é a regulação natural da fertilidade
15:30 h - Anatomia e fisiologia do aparelho reprodutor feminino e masculino
16:00 h - O papel do marido; O papel da mulher
17:00 h - Pausa para café
17:30 h - Parâmetros fisiológicos da ovulação; Aprendizagem da auto observação; Método de Billings
19:00 h - Fim de sessão


9 de Maio - Sábado

15:00 h - Uso responsável da sexualidade humana; Bases antropológicas dos Métodos Naturais
16:00 h - Método Sintotérmico
17:15 h - Pausa para café
17:45 h - Estudo de casos práticos - Esclarecimento de dúvidas
18:30 h - Fim de sessão

Destinado a: Casais e Noivos; Profissionais na área da saúde.

O Curso inclui: Entrevista com médico; Aconselhamento semanal ou quinzenal do casal, em consultas particulares, por uma monitora, para aprendizagem prática do método durante 3 meses; Documentação.

Inscrição: 80 euros (Casal); 40 euros (Profissionais da área da saúde)

Agradecíamos que dessem a divulgação que considerassem oportuna a esta actividade.

Ficha de inscrição

Nome: ______________________________________
Profissão: ___________________________________
Idade: ________ Fax: ______________
Telefone Do Emprego: _______________
Telemóvel: _______________
Email: ___________________­­­­___________­________
Nome Cônjuge: ______________________________
Profissão: __________________________________
Idade: _____ Fax: _______________
Telefone Do Emprego: ______________
Telemóvel: _______________
Email: ______________________________________
Morada De Casa: _____________________________
Código Postal: _________ Local: _______________
Telefone De Casa: _______________
Caso seja necessário alguma informação adicional poderá contactar a Associação preferencialmente pelo E-mail familiasociedade@sapo.pt ou pelo telefone 21 314 95 85 das 9h às 13 horas, quartas e sextas.
Morada: R. Viriato, nº 23 - 6º Dto - 1050 - 234 Lisboa
Site: http://www.familiaesociedade.org/.

AR recomenda frutas e legumes para crianças

Aqui para combater a obesidade

terça-feira, 31 de março de 2009

Natural Family Planning: Palavras politicamente incorrectas


Scientific evidence has confirmed that NFP is more reliable than the old rhythm method, practiced correctly it is 99.9% effective (same as birth control pills) without the side effects of artificial methods of birth control and it fosters intimacy and communication in marital relationships.

Regular users of NFP report good, healthy sex lives, and the divorce rate among users of NFP is as low as 1% compared to the well over 50% of those who do not.

Reservas para sessão especial do filme "Bella"

O FILME “BELLA” MUDOU A VIDA DE CENTOS DE PESSOAS NOS ESTADOS UNIDOS.AGORA PODE FAZÊ-LO TAMBEM EM PORTUGAL. “BELLA” É O MELHOR FILME PROVIDA DE SEMPRE.
TRANSMITE UMA MENSAGEM INEQUIVOCAMENTE PROVIDA E EM CONTRA DO ABORTO.
Como nos cinemas Lusomundo esteve muito pouco tempo em cartaz em Lisboa e em muito poucas salas, um grupo de famílias pedimos à Lusomundo que contactasse a distribuidora
a fim de fazer nova exibição do filme. Reservámos uma sala de cinema com capacidade
para 150 pessoas no dia 19 DE ABRIL DOMINGO, ÀS 11HORAS NO CINEMA DAS AMOREIRAS.
Além de estarmos a dar oportunidade a muitas pessoas de verem o filme, se enchermos a sala a Lusomundo provavelmente terá todo o interesse em voltar a trazer o filme às salas, desta vez dando-lhe a publicidade adequada.
Pedimos que difundam esta ideia a famílias vossas conhecidas e/ou grupos de amigos , e que venham ter connosco dia 19 de Abril às 11 da manhã.
Bilhetes:4,5 euros
RESERVAS até 15 de Abril:
Paula Pimentel Calderón:91772878
Inês Forero:918737207

Maior responsabilização dos pais na escola: Petição


"A responsabilização dos pais e encarregados de educação pelo comportamento escolar dos seus educandos, pelas suas ausências à escola e consequente insucesso exige mudanças legislativas que efectivamente transformem a escolaridade obrigatória numa obrigação familiar com penalizações reais aos incumpridores", lê-se no texto da petição.


O primeiro signatário defende que a legislação "tem que criar mecanismos administrativos e judiciais, desburocratizados, efectivos e atempados de responsabilização dos pais" naqueles três casos.


"Com toda a sinceridade, não esperava reunir tantas assinaturas em tão pouco tempo. Embora acredite no que está no texto, não tinha a ideia de que tantas pessoas tivessem uma visão semelhante", disse Luís Braga, sublinhando não se tratar de um documento "contra os pais", mas sim um alerta para que os encarregados de educação estejam "mais presentes".


"Os mecanismos criados devem traduzir-se em medidas sancionatórias às famílias negligentes, como multas, retirada de prestações sociais e, no limite, efeitos sobre o exercício das responsabilidades parentais, como é próprio de uma situação que afecta direitos fundamentais de pessoas dependentes", salienta a moção, do professor de História e presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque, em Viana do Castelo.


"Actualmente, a única coisa que um professor pode fazer se um aluno faltar sucessivamente é um teste de recuperação para avaliar as dificuldades da criança e isto não é nada", acrescentou Luís Braga, aquando do lançamento do documento, disponibilizado na Internet na terça-feira passada. Além das assinaturas, os signatários têm deixado ainda diversos comentários como "cabe aos pais educar e a escola instruir, portanto serão os pais os primeiros responsáveis pela indisciplina escolar".


"Enquanto não responsabilizarem fortemente as famílias por estes graves problemas, os professores andam a esforçar-se em vão, pois os meninos têm toda a cobertura dos pais para se 'baldarem' e ainda 'gozarem' com a escola e os professores", escreveu uma das signatárias.




Eu, como concordo em absoluto com a petição, já lá deixei a minha assinatura.
Para assinar a petição, vá aqui.

segunda-feira, 30 de março de 2009

Festa da Família

Conciliar trabalho com maternidade



La difícil conciliación entre la vida laboral y la vida personal comienza a abrirse camino, al menos en los círculos políticos.

La eurodiputada danesa Hanne Dahl ha logrado compaginar su trabajo en el Parlamento Europeo en Estrasburgo con su papel como madre y ha asistido a la sesión de votación celebrada este jueves con su bebé.



Fonte do Texto: El País

Fonte da Foto: Reuters

domingo, 29 de março de 2009

Campanha PIJAMA


São necessários (principalmente) pijamas para as crianças que estão no IPO a fazer tratamentos de quimioterapia. Após os tratamentos, os pijamas ficam muito sujos e gastam-se rapidamente.

Esta ideia surgiu há dois anos e hoje já é apelidada de *Movimento Pijaminha* pelo sucesso que têm tido os esforços conseguidos! As necessidades existentes passam pela falta de pijamas, pantufas, chinelos, meias, robes e fatos de treino. Para todos a vida não está fácil, mas dentro das possibilidades de cada um há sempre espaço para participar, comprando ou obtendo junto de amigos e familiares agasalhos que já não sirvam. No ano passado foram entregues 76 pijamas e o IPO ficou muito satisfeito com esta dádiva. Este ano vamos repetir a façanha, e se possível ultrapassar este número.

II Encontro da Acção Mundial de Parlamentares e Governantes pela Vida e pela Família

Iniciou-se, hoje, quinta-feira, 26 de Março, em Madrid, a reunião do II Encontro da Acção Mundial de Parlamentares e Governantes pela Vida e pela Família.

A Acção Mundial de Parlamentares e Governantes pela Vida e pela Família é um movimento de legisladores e membros do governo de diferentes continentes que se comprometem a trabalhar na defesa e valorização da vida humana e da família. Tem por objectivo, nomeadamente, “a prossecução do respeito e protecção da vida desde a concepção até à morte natural da pessoa, bem como promover políticas de apoio à família, como célula fundamental da sociedade”.

A Acção Mundial foi fundada em Santiago do Chile em Novembro de 2007 e agrupa já dirigentes políticos de 35 países em quatro continentes. É presidida pela senadora argentina Liliana Nègre de Alonso e tem como um dos seus vice-presidentes o eurodeputado português, José Ribeiro e Castro, que foi também fundador do movimento.

Este II Encontro Mundial, o primeiro realizado na Europa, tem como um dos objectivos a consolidação do movimento no continente europeu, enraizando novos contactos no Parlamento Europeu e nos parlamentos nacionais de Estados europeus, membros ou não da União Europeia. A reunião de Madrid foi também aberta à observação por parte de movimentos da sociedade civil. As famílias numerosas europeias estão representadas por Raul Sanchez, Director Geral da ELFAC - European Large Families Confederation, de que a APFN faz parte.

O eurodeputado português Ribeiro e Castro será um dos oradores deste II Encontro, tomando parte no painel dedicado às intervenções dos Líderes Políticos, que terá lugar ao fim da manhã de sexta-feira, 27 de Março.

O Encontro Mundial decorrerá na Universidade San Pablo CEU e encerra amanhã, 27 de Março, ao fim do dia.

Dada a péssima situação demográfica em Portugal, a APFN espera que, no próximo encontro, em data a anunciar, estejam presentes o PM na altura, todos os deputados e eurodeputados portugueses a fim de procurarem aprender qualquer coisa para que Portugal possa, finalmente, adoptar a política adequada para minimizar os gravosos efeitos do Inverno Demográfico para onde caminhamos a alta velocidade, aumentada com a desastrosa política seguida na presente legislatura, como os números demonstram.

A APFN espera, ainda, que a comunicação social nacional dê o devido destaque a este importante Encontro, no mínimo divulgando as suas conclusões e declarações do infelizmente único político português presente.

Fonte: APFN