terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Eluana

Apesar do seu neurologista ter afirmado recentemente "que sem as lesões cerebrais, a paciente tem estado de saúde normal. "Ela nunca sofreu uma doença e nunca foi necessário a utilização de antibióticos. Os órgãos internos não sofreram nenhum tipo de lesão", Eluana foi morta, com o beneplácito da justiça (com "j" pequeno) italiana.

A este propósito veja-se o excelente comentário do Wagner Moura, aqui.

Acesso ao aborto no algarve, apoio à grávida, sos vida


O SOS VIDA, iniciativa de apoio à mulher grávida em dificuldade do distrito do Algarve, integrada na Cáritas Diocesana do Algarve, tem, desde há umas semanas atrás a funcionar um número verde


800 208 172



Do outro lado da linha, encontram-se técnicas assistentes sociais que dão ajuda e encaminhamento, apoio social e económico com vista ao apoio à vida.



O SOS Vida pretende apoiar as grávidas em dificuldade vítimas de maus tratos e/ou pressionadas a rejeitar o futuro filho, e que, frequentemente, mesmo não sendo esse o seu desejo, sente-se obrigadas a abortar, seja por uma situação de desespero, seja pela solidão e abandono a que são votadas, ou ainda por mero desconhecimento dos seus direitos e falta de informação relativamente aos apoios a que podem recorrer e a que, social e politicamente, têm direito.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Aborto em Portugal III

Sabe o governo trata como pagamento prioritário aos hospitais o subsídio por aborto (IVG) mas que, por outro lado, os partos não têm pagamento prioritário? Sabe que, para a apertada gestão orçamental hospitalar, um aborto se está por isso a tornar mais "atractivo" do que um parto?
O governo paga cerca de 400 euros aos hospitais como pagamento prioritário por cada IVG, o que orça perto de 7 milhões de euros em 2008.
Convém dizer que os cerca de 100.000 partos em Portugal (2008) não têm pagamento prioritário, o que, em termos de finanças correntes, torna mais atractivo para os hospitais realizar IVGs em vez de partos.Sabe que, embora o problema seja provavelmente muito residual em Portugal, a «comissão para a cidadania e igualdade de género» acaba de canalizar dinheiros públicos (custo?) lançar uma campanha contra a mutilação genital feminina?
Porque fica para mais tarde uma verdadeira campanha de sensibilização para os malefícios do alcoolismo durante a gravidez, apesar de se saber que o problema atinge cerca de 10% das grávidas em Portugal, com graves implicações para 10.000 bebés nascidos em cada ano?
Neste país informado é bom saber que o estudo em curso de epidemiologia intitulado «geração 21» mostra que 11,3% das grávidas no 1º trimestre, em Portugal, são alcoolizadas, passando esse número para 9,9% no 2º trimestre e 9,8% no 3º trimestre. Bom seria que o Estado priorizasse as suas campanhas e os dinheiros públicos tendo em atenção as necessidades reais e gritantes da maioria dos cidadãos.
Sabe que há pouco tempo numa maternidade portuguesa de referência num único dia foram praticados 11 abortos e houve apenas 4 partos?
sem comentários...
Fonte: Portugal pró-vida

2 anos após referendo do aborto: Comunicado da Associação Vivahávida

Apesar da maioria dos votos ter sido no sentido da despenalização, aquando da entrada em vigor da lei verificou-se que muitos dos aspectos que os partidários do “Sim” defenderam na campanha não foram postos em prática. Com efeito, na actual lei não se vislumbra qualquer medida tendente a reduzir a prática do aborto; antes pelo contrário, apenas se verificam medidas facilitadoras do mesmo, como atestam os 17.830 abortos legais realizados em 2008, indo inclusive ao ponto de se afastarem do processo de aconselhamento os médicos objectores de consciência. Desta forma, tal como previsto pelos defensores do “Não”, verificou-se um aumento do número de abortos e começa a surgir a referenciação da prática do aborto como método anti-conceptivo.
Assim, aproveitando a passagem desta data, a Associação VIVAHÁVIDA vem mais uma vez publicamente repudiar a actual lei do aborto, considerando que a mesma deveria ser revogada e que os recursos humanos e financeiros dispendidos na sua prática deveriam ser empregues no apoio às mulheres grávidas com dificuldades.
A Associação VIVAHÁVIDA é uma instituição sem fins lucrativos e surgiu da necessidade sentida por um grupo de cidadãos do distrito de Setúbal de dar resposta às necessidades de grávidas em risco e de promover o respeito pela vida humana.
Luís Alves
Associação VIVAHÁVIDA

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Palestra em Faro sobre a nova lei do divórcio

Em Faro, Espaço João Paulo II, dia 11 Fevereiro pelas 21h30, na sala de catequese da Paróquia de S. Luis (Penha).

“Nova Lei do Divórcio, visão legal e cristã”

Orador: Dr. Luís Galante.


Sobre esta matéria, leia por exemplo alguns dos posts já publicados neste blog:

http://algarvepelavida.blogspot.com/2009/01/cavaco-silva-tece-duras-criticas-nova.html

http://algarvepelavida.blogspot.com/2009/01/os-errozitos-da-nova-lei-do-divorcio.html

http://algarvepelavida.blogspot.com/2008/11/divrcio-litgioso-um-testemunho.html

http://algarvepelavida.blogspot.com/2008/10/associao-dos-juzes-portugueses-arrasam.html


http://algarvepelavida.blogspot.com/2008/10/nova-lei-do-divrcio-aprovada.html


http://algarvepelavida.blogspot.com/2008/10/nova-lei-do-divrcio.html

http://algarvepelavida.blogspot.com/2008/09/juiz-arrasa-diploma-do-ps-sobre-o.html


http://algarvepelavida.blogspot.com/2008/09/e-agora-uma-mensagem-aos-senhores.html


http://algarvepelavida.blogspot.com/2008/09/cavaco-pede-que-portugueses-leiam-sua.html

"Inverno Demográfico: o problema. Que respostas?"

Livros


PORTUGAL

Estatísticas Demográficas - 2007 (INE)
Estimativas Provisórias de População Residente - Portugal, NUTS II, NUTS III e Municípios - 2007 (INE)
Estatísticas Demográficas - 2006 (INE)
Projecções da População Residente, NUTSIII 2000-2050 (INE)

EUROPA

Ageing characterises the demographic perspectives - Eurostat projections
Childbearing preferences and famly issues in Europe - Eurobarometer
Mortality, severe morbidity, and injury in children living with single parents in Sweden - a population-based study
On the demographic future of Europe - EU Parliament
Position of a coalition of European Family Federations on the need for reduced VAT on essential items for child raising
Relatório sobre o futuro demográfico da Europa - Parlamento Europeu
Report Evolution of Family in Europe (2007) - Institute for Family Policies
The demographic challenge - Meeting of the Intergroup Family and Protection of Childhood - ELFAC presentation - Dec 2007
The demographic future in Europe - from challenge to opportunity - COMMISSION COMMUNICATION
The Demographic Future of Europe – Facts, Figures, Policies
The emergence of sub-replacement family size ideals in Europe
The Revolution in Parenthood - The Emerging Global Clash Between Adult Rights and Children’s Needs
The War between the State and the Family - How Government Divides and Impoverishes

DIVERSOS

Cadernos da APFN:
17 -"Política de Família Municipal" - Estudo desenvolvido a partir de inquérito realizado a todas as autarquias do país no mês de Setembro de 2007 pela APFN (Mai 2008)
15 - "Família: Semente do Futuro" - II Serão Nacional da Família (14 Maio 2005)
9 - The Myth of Overpopulation and Those Who Brought it to You (IICEFN)
8 - Politique familiale: pourquoi, pour qui, comment? (IICEFN)
7 - Tarifa Familiar da Água para consumo doméstico
6 - Política Fiscal da Família
4 - Família e Poder Local

Boletins da APFN:
21 -
Julho 2008
20 - Abril 2008
19 - Fevereiro 2008

Fonte: APFN

Para ter acesso aos livros, basta fazer um clic.

Dia dos Namorados


Com crise, ou sem crise, ele aí está – o Dia dos Namorados – anunciado por tudo quanto é sítio, e já não há namorado ou namorada, que se preze, que não procure arranjar uns trocos para, com mais ou menos imaginação, levar uma Prova de Amor à sua amada, ou ao seu amado!!!


E a APFN não quer deixar de se associar, uma vez mais, a esta moda recente e consumista; por isso, vimos recordar aos jovens, com ou sem namoro, algumas das chamadas “Boas Práticas”:


1. Nem todos os conhecidos com quem nos cruzamos na vida “servem” para amigos, como nem todos os amigos “servem” para namorados, e nem todo o namorado, ou namorada, “serve” para casar! Lá diz o ditado, “Antes que cases vê o que fazes”!


2. Descobrir a ternura, a atracção física, a emoção, o instinto e o desejo, em presença de alguém do sexo oposto, é fácil, natural e sabe bem. Mas não chega, nem se confunde com Amor. Por isso, é sensato respeitar primeiro as etapas da Amizade e depois os limites do Namoro, para lá dos quais dificilmente se volta atrás. É preciso dar tempo ao tempo. Como diz o provérbio “Não ponhas a carroça à frente dos bois”!


3. O Amor verdadeiro sabe esperar, é generoso, comprometido, fiel e põe o bem do outro acima do seu; não vive só de aparências que enchem o olho, nem se confunde com a paixoneta cega, passageira e irreflectida, de quem soma conquistas, como troféus, que depois se lançam no lixo. Lembrem-se que “As aparências iludem”!


4. O egoísmo, a mentira e duplicidade, o domínio do outro, a cólera e os ataques verbais, as desconsiderações e o desrespeito matam o amor; para alimentar o amor, mais do que dar um belo presente em dia de S. Valentim (não se esqueçam que “Com papas e bolos se enganam os tolos”), é preciso querer o bem do outro acima do próprio, respeitá-lo, aprender a comunicar e a compreender, conhecer e partilhar interesses, sonhos, projectos, crenças e convicções do outro, e estar presente nas horas boas e más.


5. Queimar etapas precocemente, numa ânsia de saciar o instinto e a atracção física mútua, sem dar conta de que assumir comportamentos próprios do casamento – relações sexuais e vida em comum – embriaga, cega e impede o conhecimento mútuo e o aprofundamento do amor verdadeiro, é prova de insensatez, imaturidade e egoísmo. Quantas vezes são mesmo o prenúncio do fim do que parecia uma linda história de amor (basta olhar para o lado, ou folhear as revistas sociais...). É que o amor leva tempo a amadurecer e “Roma e Pavia não se fizeram num dia”!


Amigos:


A sociedade do nosso tempo, tempo de crise e do Inverno Demográfico, hoje, mais do que nunca, precisa de aprender com os erros cometidos em tantos campos, também no do amor, e inverter a marcha louca há muito iniciada.


À nossa volta o que abunda é gente infeliz que casa e descasa, ou se junta e separa, ao sabor de caprichos e marés, muitos dos quais deixando para trás um rasto de crianças a lamber as feridas dos cacos em que a sua família se transformou.


Lembrem-se: “Quem te avisa, teu amigo é”!


E por isso vos dizemos que “Para bem casar, vale a pena bem namorar”!

Fonte: APFN

As graves consequências do decréscimo da natalidade

Natalidade: Autarquias e investigadores reclamam medidas nacionais para combater desertificação

O presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) defendeu hoje que o Governo deve tomar medidas para incentivar a natalidade nos concelhos desertificados, uma reclamação que é também subscrita por uma investigadora desta área.


Para Maria Filomena Mendes, investigadora e professora da Universidade de Évora, é importante que a "muito baixa" fecundidade nacional seja encarada como "um problema do país" e não apenas do interior.


"Não é um problema só do interior envelhecido e desertificado. O problema da fecundidade é nacional", defendeu a investigadora, especializada nas questões de natalidade e fecundidade em Portugal.



Depois de vários municípios do interior do país terem avançado com incentivos à natalidade para contrariar a perda da população, o mesmo começa a acontecer no litoral, nomeadamente em Caminha e na Nazaré.



"Para estancarem a desertificação e fixarem população as autarquias deitam mão a todos os instrumentos possíveis e imaginários", salientou, por seu turno, o presidente da ANMP.



Fernando Ruas, que é também presidente da Câmara de Viseu, considera que "esta luta sem tréguas podia ter mais sucesso se fosse complementada com medidas da administração central".



"O Governo devia criar incentivos nos municípios que comprovadamente estão a perder população, nomeadamente fazer uma discriminação positiva em termos fiscais para reforçar as medidas que as autarquias estão a tomar", defendeu.



O autarca social-democrata afirmou que "a administração central tem muitos níveis onde pode mexer para ajudar à fixação da população", considerando que as medidas "também podiam ser ao nível do apoio social, através dos serviços descentralizados de acção social".



Na sua opinião, "um país assimétrico, com um corpo raquítico e uma grande cabeça, não se desenvolve".



No entanto, lembrou que este desequilíbrio "não é só entre litoral e interior profundo", porque há concelhos a poucas dezenas de quilómetros do litoral "que já são do interior, como é o caso dos concelhos de Lafões (distrito de Viseu) ou dos concelhos algarvios de montanha".



"E mesmo dentro de qualquer concelho do litoral há zonas com realidades bem diferentes do litoral puro", acrescentou.



Esta é também uma preocupação de Maria Filomena Mendes, salientando que muitas regiões do litoral "estão neste momento confrontadas com uma situação de poucos jovens, de muito poucos jovens".



Daí que, segundo Maria Filomena Mendes, é importante que as "autarquias, os governos, os decisores políticos e as pessoas em geral comecem a consciencializar-se de que o problema da fecundidade tem que ser encarado e devem ser criadas as condições para que haja, realmente, alguma promoção da natalidade".



Saudando o facto deste Governo, "pela primeira vez", se preocupar "directamente com as questões da natalidade, em vez de medidas só relacionadas com a melhoria das condições das famílias", Maria Filomena Mendes considerou "muito positivo" que municípios do litoral comecem a disponibilizar incentivos aos casais para ter filhos.



"O declínio da fecundidade, embora realmente seja uma situação muito gravosa para o interior há mais tempo para o litoral também é", disse.



"No caso do Alentejo, como a fecundidade baixou e a mortalidade também reduziu mais cedo, foram adoptados esses apoios há mais tempo, por alguns municípios", exemplificou.



Os incentivos à natalidade promovidos pelas autarquias podem, nuns casos, "contribuir para que os casais tenham filhos mais cedo, mesmo que a sua fecundidade final não se altere", enquanto que, noutros casos, "pode mesmo aumentar a fecundidade".


Notícia daqui.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

"7 Olhares sobre a morte" - ciclo de sessões


Ficha de inscrição: aqui

I CONGRESSO PORTUGUÊS DE VOLUNTARIADO


Lisboa, 6,7 e 8 de Março de 2009


Enquadramento


A acção voluntária, desenvolvida a título individual ou enquadrada por uma associação, a favor de uma causa ou de um projecto, sem fins lucrativos, é um dos motores do desenvolvimento do tecido social português.


Cobrindo uma diversidade enorme de áreas de intervenção e trabalhando, não poucas vezes, em condições adversas, em termos de reconhecimento social e apoio financeiro e material, o voluntariado organizado em Portugal tem um novo parceiro no terreno – a Confederação Portuguesa do Voluntariado (CPV).


A CPV pretende ser uma força dinamizadora do sector, exercendo influência e mobilizando recursos, junto da sociedade civil e do Estado, dando um novo ânimo ao voluntariado, ao mesmo tempo que procura sensibilizar cada cidadão para uma participação activa na sociedade, seja ela a título individual, ou, de preferência, de forma organizada através de grupo ou associação. Culminando um período que se pretende de estruturação e consolidação, desde a sua criação em 2006, a CPV pretende organizar uma primeira acção de relevo e impacte social, através da qual se possa fazer o retrato do voluntariado em Portugal, dos seus actores e palcos de intervenção, identificando estratégias de trabalho para o futuro.


Nesse sentido, a Confederação Portuguesa do Voluntariado promove o I Congresso Português do Voluntariado, na senda do congresso realizado por ocasião do Ano Internacional do Voluntariado pela respectiva comissão organizadora, procurando envolver as entidades (privadas e públicas) e os indivíduos que se identifiquem com a causa gratuita do ‘serviço ao próximo’.


Objectivos O I Congresso do Voluntariado tem os seguintes objectivos:
- Apresentar publicamente a Confederação Portuguesa do Voluntariado.
- Conhecer melhor o Voluntariado em Portugal.
- Adoptar orientações e recomendações para o futuro.


Destinatários O I Congresso do Voluntariado tem como destinatários:
- prioritariamente, as organizações não-governamentais que suportem a sua acção no trabalho voluntário;
- as organizações ou instituições estatais, ou equivalentes, que apoiem no terreno o trabalho de voluntários;
- os cidadãos maiores de 16 anos, a título individual, que se identifiquem com as finalidades e os objectivos do Congresso.


A organização do Congresso pode ainda dirigir convites a entidades e personalidades, nacionais e estrangeiras, cuja participação possa constituir uma mais-valia para os trabalhos do Congresso.


Data e local


O I Congresso do Voluntariado decorre entre 6 e 8 de Março de 2009, no Fórum Lisboa, esperando-se cerca de 500 participantes. Metodologia de trabalho O Congresso inclui dois acontecimentos complementares:

um espaço de exposições/mostra, de acesso público:
- sector geral (Confederação Portuguesa do Voluntariado, Congresso...);
- sector por áreas/tipos de voluntariado (social, cultural, juvenil, ambiental, desportivo, integração dos diferentes e iguais, saúde, cívico-político, missionário e de cooperação, outros);
sector de boas-práticas;
- sector de animação cultural;
- um espaço de conferências, painéis, debates e recomendações finais – o Congresso propriamente dito –, reservado aos participantes e à comunicação social, conforme programa abaixo.


As resoluções/recomendações apresentadas à apreciação do Congresso são sujeitas ao voto de todos os participantes inscritos, na sessão final.


Testemunho Impressionante de Vida: John Gebhardt


Esta é uma dura história de guerra , porém toca-nos o coração...

A esposa de John GebHARDT, Mindy, diz que toda a familia desta criança foi executada. Os executantes pretendiam também executá-la e ainda a atingiram na cabeça... mas não conseguiram matá-la. Ela foi tratada no Hospital de John, está a recuperar, mas ainda chora e geme muito.
As enfermeiras dizem que John é o único que consegue acalmá-la. Assim, John passou as últimas 4 noites segurando-a ao colo na cadeira, enquanto os 2 dormiam.
A menina tem vindo a recuperar gradualmente.

Eles tornaram-se verdadeiras "estrelas" da guerra.
John representa o que o mundo ocidental gostaria de fazer. Isto, meus amigos, vale a pena partilhar com o Mundo inteiro.Vamos a isso ! Vocês nunca vêem notícias destas na TV ou nos Media em geral. Se vos tocou, dêem a conhecer.Todos precisamos de ver que (também) existem estas realidades em que pessoas como John marcam a diferença, mesmo que seja só com uma pequena menina como esta.
Não podemos orientar o vento, mas podemos ajustar a nossa vela...


Ver mais aqui.
Fonte: recebido por correio electrónico.

A outra história do caso Eluana

Aqui

O futuro do Estado pós-crise

Estaremos perante uma enorme oportunidade perdida se esta crise não levar os responsáveis políticos e mundiais a requestionar tudo o que aconteceu até aqui: os sistemas económicos, financeiros, de assistência social, a forma como se encara o trabalho, a forma como se aplicam os impostos, como se encaram os idosos, as crianças, a família, etc.etc.
O maior dos erros será promover as reformas necessárias apenas com o mero intuíto de voltar ao anterior cenário que esteve precisamente na origem desta crise. É importante evitar a aplicação da frase “Há que mudar alguma coisa para que tudo fique na mesma”. Não é só o sistema económico comunista que demonstrou o seu fracasso. Este sistema de economia de mercado é um sistema acabado e que “já deu o que tinha a dar”. Não traz felicidade, nem prosperidade às pessoas. Sem dúvida que será o menos mau dos sistemas, mas só isso não chega.
Há que reinventar um novo sistema, quebrando tabus e clientelismos.
Não basta promover a produtividade ou combater o déficit orçamental, há que promover antes um sistema que tenha como base, princípio e fim a humanidade em todas as suas vertentes, desde o momento da sua concepção até ao momento da sua morte natural.
Estas considerações são totalmente contrárias às constatações feitas recentemente por especialistas mundiais que, no documentário “Inverno Demográfico” (também disponível em português), concluem pela necessidade urgente de promover não só a natalidade mas também e, sobretudo, a família como elemento estabilizador da natalidade e da educação. Dizem aí esses professores universitários que embora a necessidade de promover a natalidade seja algo praticamente aceite de forma unânime pelos especialistas, tal é praticamente omitido pelos grandes por ser politicamente incorrecto.
Esta mentalidade economicista que condiciona a vida de valor intemporal a circunstancialismos e condicionalismos de natureza meramente temporal e provisória é a mesma mentalidade que está por detrás da defesa da eutanásia, com destaque para a eliminação dos mais idosos- seres improdutivos e que apenas causam despesa e aumentam o déficit público.
Há, pois, que repensar seriamente o que pretendemos da nossa sociedade e dos nossos Estados e, a partir daí, reestabelecer e reinventar novos critérios e sistemas de governação.
(Artigo publicado no "Notícias de S.Brás" de Fevereiro)

Educação para os Media na UALG


Nos próximos dias 16 e 18 de Fevereiro, sob os auspicíos das Profs. Gabriela Borges, Mirian Tavares e do prof. Raia, na Universidade do Algarve- UALG .

O tema do seminário é muito interessante: L'Education aux médias et appropriation d’Internet par les jeunes

Eis o programa:

Monday 16 February
9h(onwards)
Welcome/Registration, Showroom
10h15-11h45
Opening
UALg, FCHS, DLCA, CIAC, CoordinationProject
11h45-12h30
Plenary Session I
Michel Clarembeaux (CAV-Liége)Alton Gryzzle (UNESCO)Moderator : Evelyne Bévort (Clémi - FRance)
Introduction W1 - Youth Cultural Practices Online
Introduction W2 - Global Media Literacy
12h30-14h
Lunch
14h-15h30
Workshop 1 (W1) - Youth Cultural Practices Online
W1 English
Objective: Identifying and Mapping initiatives, organisations, associations.
Expert (Andrew Burn – IoE – London University)
Moderation: Mirian Tavares (CIAC/UAlg)
Presentations:
Rafaela Gracio (Youth Press Portugal)
Fifi Schwarz (Krant in de Klas, Netherlands)
Marcus Leaning (Univ. Of Wales)
W1 French
Objective: l’identification des organismes (ministères, associations locales, écoles, centres de formation, université?) à l'initiative des pratiques.
Expert (Isabelle Breda – CRDP- Marseille)
Moderation: Paul de Theux (Média-Animation, Belgique)
Presentations:
Inês Espírito Santo (EHESS, CMH - Paris)
Odile Chenevez (Clémi - France)
15h30-15h45
Coffee break
15h45-17h15
Workshop 2 (W2) - Global Media Literacy
W2 English
Objective: Identifying what Media Literacy in Europe can offer to the Global Perspective
Expert (Nelson Zagalo – Univ.Minho - Portugal)
Moderation: Gabriela Borges (CIAC/UAlg)
Presentations:
Cristina Ponte/Daniel Cardoso (UNL/CIMJ)
Maria Angelez Martinez: Risks And Chances Of Social Networks And Mobile Contents.
W2 French
Objective: l’identification des convergences européennes et la manière de les favoriser.
Expert (Pier Cesare Rivoltela CREMIT /UC Milano)
Moderation: Journaux francophones Belges
Presentations:
Telesforo Tajuelo (Régie du cinéma):
Dany Hamon (University Paris 8)

P.S.- Já me inscrevi e espero poder participar já que este é um dos meus temas preferidos.

Aborto e direitos das mulheres

É curioso que a esmagadora maioria dos médicos cardiologistas pediátricos se tenham assumido, na altura do último referendo, contra o aborto por mera opção.

A explicação é simples, eles sabem que às 10 semanas o coração do feto já bate e o corpo da mulher não é suposto ter 2 corações, o que significa que o 2º coração não faz parte do corpo da mulher mas antes traz, dentro de si, um 2º corpo autónomo e, por isso, com direitos, em particular, o direito à vida.

Aqui fica um artigo de um especialista nessa área, suscitando questões muito interessantes sobre o apoio à mulher grávida e à saúde da mulher.

P.S.- Entretanto, a tal liberdade ética para fazer o que se quer leva a aberrações como esta que fazem com que algumas atrocidades cometidas em regimes totalitários como o Nazi pareçam meras brincadeiras de crianças.....

Poligamia, casamento gay e aborto


Do Inimputável, tirei este cartoon muito gráfico sobre aborto e ainda um post aqui onde se chama à atenção para a possível legalização da poligamia no Canadá.


A ideia dos libertinos consiste no seguinte:

Eu não sou obrigado a cumprir a "moral" dos outros e o Estado deve-me dar a possibilidade legal de poder realizar a minha própria moral seja ela através da prática do aborto por mera opção, seja ela através da prática do casamento entre pessoas do mesmo sexo, seja ela através da possibilidade de eu praticar eutanásia e pôr fim à minha vida quando achar oportuno, etc...


Então, se levarmos esse argumento da subordinação da ética do Estado à ética individual de cada um até às últimas consequências, porque razão não pode uma pessoa casar com o seu cão ? ou porque razão tem que estar obrigatoriamente casada só com uma mulher e não com várias ao mesmo tempo?


Entrando por aí, nunca mais se pára.


O direito do regresso às cavernas deve ser um direito inalienável do Estado de Direito moderno, liberal e progressista.


Eles voltam para as cavernas e nós para as catacumbas...

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Maioria dos norte-americanos contra politica pró-aborto de Obama

As primeiras sondagens dão várias razões para o novo Presidente sorrir, mas a sua decisão de permitir o financiamento público de organizações que promovem o aborto no estrangeiro é muito mal vista pela maioria dos americanos.

A proibição foi posta em prática pela presidência de George W.Bush, e a sua anulação foi uma das primeiras decisões de Obama quando assumiu o poder, tal como era esperado.Mas as primeiras sondagens a vir a público desde o início do seu mandato demonstram que esta foi a sua medida menos popular, com 58% a mostrarem-se contrários à sua escolha

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

A bicicleta em tempos de crise...




É a sociedade de mercado a retroceder e a apertar o cinto, a bem do ambiente e da bolsa.


Eis a nova fórmula:

Menos despesas, geram menos necessidade de rendimentos, geram menos tempo para o trabalho (em excesso), geram mais tempo para o lazer e a família.


Este fim de semana vou ver se encontro, no sotão, a minha bicicleta, pode ser que esta fórmula resulte comigo


P.S.1- A Câmara de Sevilha bem que tinha razão...


P.S.2- E já agora publicidade ao movimento das "Slow cities" aqui representado em Portugal pela minha amiga, Ana Maria de Albuquerque.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Enviaram-me esta informação, que aqui partilho:
O Instituto Português de Oncologia (IPO) está a angariar filmes VHS ou DVD's para os doentes da unidade de transplantes que estão em isolamento. São crianças e adultos que precisam de um transplante de medula e de estar ocupados durante o tempo de internamento. A falta de "stocks" torna necessária a ajuda da população. Há carência de filmes para as pessoas mais desfavorecidas. O IPO aceita todos os géneros de filmes, mas a preferência vai para a comédia. Numa altura menos feliz das suas vidas, um sorriso vai fazer bem a quem passa dias inteiros numa cama de hospital. Rir é sempre um bom remédio. As cassetes de vídeo ou DVD's podem ser enviadas para: Instituto Português de Oncologia de Francisco Gentil - Unidade de Transplante de Medula - A/C Sr.ª Enf. Elsa Oliveira, Rua Professor Lima Basto 1070 Lisboa. Informações: Telefones 217 229 800 (geral IPO) ou 21 726 67 85.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

O casal perfeito

Para um casal funcionar bem quando o deslumbramento da paixão deixa de esconder as diferenças e vêm ao de cima as inclinações diversas do homem e da mulher, aqui fica uma série de conselhos úteis:
– Repartir as tarefas domésticas de acordo com as inclinações de cada um. Não pretender que sejam os dois a fazer tudo: a indefinição é uma fonte constante de irritação e atritos;
– Criar rotinas dentro de casa;
– Definir com justiça as áreas de liderança, para que cada um dos membros do casal sinta que tem o seu espaço de poder;
– Não esmiuçar assuntos potencialmente conflituais, deixando o tempo curá-los.
Claro que mesmo com estas cautelas a vida de casado não é sempre um mar de rosas. Mas devemos potenciar aquilo que é capaz de unir, desvalorizando o que pode desunir. E depois é necessária tolerância. Antes de julgarmos os actos da nossa mulher (ou do nosso marido) devemos procurar percebê-los, colocarmo-nos no lugar dela (ou dele) e tentarmos perceber o que a levou (ou o levou) a fazer isto ou aquilo.
Finalmente, é preciso ter presente que nada na vida tem só vantagens. A moeda tem duas faces. O casamento não foge à regra: tem vantagens e desvantagens. Se valorizarmos estas em demasia, rapidamente concluímos que não vale a pena. Para manter o casamento é preciso abdicar do acessório para salvar o essencial. Na convicção de que fora da família não é muito fácil encontrar a felicidade.

José António Saraiva, director do semanário "Sol"
Daqui