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quarta-feira, 5 de novembro de 2008
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Divórcio litígioso: Um testemunho
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MRC
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Labels: Casamento, Testemunho de Vida
«Pais» da Bioética em Portugal reconhecidos por Cavaco Silva
A Bioética deu os primeiros passos com o biológo e oncologista canadiano Van Rensselaer Potter, em 1970. 10 anos depois, chegou a Portugal. Um atraso totalmente recuperado, segundo os premiados.
Há 15 anos que Daniel Serrão, responsável pela introdução do estudo da bioética no ensino universitário português e membro da Academia Pontifícia das Ciências da Vida, representa Portugal no Comité Director Bioético do Conselho da Europa e assegura, “Portugal não tem nenhum atraso relativamente à perspectiva europeia da bioética e somos respeitados”. “Temos uma boa revista com artigos da maior qualidade, o Instituto de Bioética a funcionar e o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida (CNECV). Por tudo isto, a Bioética está bem instalada em Portugal”.
A discussão da bioética foi iniciada com o Centro de Estudos Bioética, de Coimbra, liderado por Jorge Biscaia, sendo este o arranque, na década de 80, desta área no nosso país. Mas a criação de comissões de éticas em hospitais, a publicação de uma revista “exclusivamente dedicada à bioética” e a “própria criação do Conselho de Nacional de Ética para as Ciências da Vida são anteriores à maioria dos países. Se começámos com um atraso de 10 anos, andou-se muito depressa, como consequência da discussão e do debate realizados”, explica Walter Osswald, médico e fundador do actual Instituto de Bioética.
Jorge Biscaia, médico pediatra e fundador do Centro de Estudos de Bioética aponta este como um reconhecimento importante. “Se a bioética for alicerçada no respeito, na atenção pelos outros, na defesa dos vulneráveis, é um passo importante. A bioética apresenta a preocupação pelos mais pobres e pela sua defesa”.
Há cerca de 20 anos, a bioética começou a fazer parte “institucionalmente” da vida dos portugueses. Apontando o exemplo do CNECV, “é espantoso ver um médico pediatra, um filósofo, um jurista, um psicólogo ou um teólogo a saberem ouvir os outros e quererem perceber o que cada um pensava. Tem sido um acto conseguido”.
Walter Osswald considera o reconhecimento fundamental. “Para grande parte da população, a designação «bioética» é ainda misteriosa. É uma nova área transdisciplinar, exige a colaboração de muitas disciplinas mas não perde a sua característica própria de ser, sobretudo, de reflexão e debate acerca do que o progresso traz e de como podem ser úteis ou prejudicais, conforme a sua aplicação, à dignidade, à liberdade, aos valores humanos fundamentais e ao bem da pessoa humana”.
Bioética de todos
Que a bioética não depende de um grupo de pensadores ou especialistas mas diz respeito a todos os cidadãos é também opinião comum dos precursores portugueses. “Há um trabalho individual que cada pessoa deveria fazer neste campo, que corresponde ao abrir-se aos outros. E isso é muito difícil porque as pessoas estão ligadas ao lucro, à exploração dos outros e de si próprias. A bioética é a abertura total e desinteressada aos outros. A moral exige um trabalho individual”, defende Jorge Biscaia.
Na sociedade portuguesa, Walter Osswald regista uma “crescente consciencialização que a bioética envolve todos os cidadãos e não é algo para especialistas, nem vive limitada entre as pessoas que debatem e reflectem”. Os contactos que nos últimos anos “estabelecemos com o ensino secundário, mostra que a juventude está desperta para estas questões e, tem já informações muito razoáveis”.
O campo da bioética
O membro da Academia Pontifícia das Ciências da Vida afirma ser “uma tolice” a bioética estar exclusivamente ligada a questões persistentes na sociedade, como o aborto e a eutanásia. “Afirmar que a eutanásia é um problema fundamental da bioética é uma manobra, puramente, política. Transformar a bioética em problemas relacionados com o início ou o fim da vida é minimizar a bioética, que tem um horizonte muito mais amplo”.
Jorge Biscaia recorda que Portugal foi precursor ao abolir a pena de morte, com base na constituição que dita a inviolabilidade da vida humana. “Se colocamos isto em questão, pomos em questão toda a Constituição Portuguesa. E é muito importante que ela não seja posta em causa”. Para o médico pediatra a resposta está “na dignidade que cada pessoa tem. Acompanhando-a, mostrando-lhe o sentido da vida, e que, mesmo no fim da vida, ela tem toda a dignidade”.
Na bioética há “sempre questões emergentes, que aparecem e se devem à evolução da tecnologia”. Walter Osswald relembra que há cinco décadas atrás a Procriação Medicamente Assistida ou a fecundação in vitro não eram ainda discutidas. “Estas sim, são questões emergentes, porque a bioética não se prende ao clássico, que são as questões persistentes que acompanham a humanidade há muitos anos, e são constantemente discutidas”.
O futuro da CNECV
Daniel Serrão vai mais longe no reconhecimento da bioética pelo Presidente da República. “Cavaco Silva quer afirmar que bioética é independente, responsável e está ao serviço das pessoas”.
O membro da Academia Pontifícia receia que a bioética “seja alvo de manipulação e de um aproveitamento, por parte de estruturas políticas, económicas ou religiosas, para valores menores”. O médico aponta que a bioética defende os valores fundamentais “a liberdade, a autonomia, a vida e parece haver intenção de aproveitar a metodologia da bioética para que ela sirva outros interesses que não os que fomentam o bem da pessoa e a melhoria da condição humana”. Daniel Serrão manifesta algumas dúvidas sobre o futuro do Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida, que, na sua opinião, “se deveria chamar Conselho Nacional de Bioética”.
Terminou recentemente o mandato dos membros e “com a alteração da lei, o Conselho deixa de estar sob a alçada do Conselho de Ministros para passar para a Assembleia da República”. Daniel Serrão receia pelo seu futuro, pois “não sei como vai ser agora estruturado, como serão escolhidos os membros”.
Durante 12 anos, Daniel Serrão integrou o Conselho Nacional de Ética para as Ciências da Vida. “O processo para escolher os futuros membros pode vir a ser pressionado por forças políticas em detrimento dos interesses humanos e socais”.
Até ao momento, seis membros eram escolhidos pelos Partidos Políticos, sete pelas instituições de Ciências Humanas e Socais, sete pelas instituições de Ciência Científicas e o Presidente era nomeado pelo Primeiro Ministro. “Desconheço como vai ser agora. Se passar a ter uma maioria política, o Conselho perde a sua credibilidade, passando a bioética a estar ao serviço dos interesses políticos”.
Que futuro
Os desafios da bioética são emergentes e por isso, os três protagonistas assumem que enquanto puderem vão continuar a trabalhar neste campo.
“Todos os dias me pergunto e tento responder «em que é que posso ser útil?»”, exclama Jorge Biscaia. Por isso “enquanto achar que é útil continuar, cá estarei”.
Walter Osswald afirma que “vou continuar a teimar”. Enquanto for possível “vou continuar a trabalhar, na esperança de poder contribuir para o bem comum, através do debate e da emissão de pareces”.
Daniel Serrão prepara uma viagem ao Brasil, a convite dos bispos brasileiros e da Academia Pontifícia para a Vida, onde vai participar numa conferência sobre eutanásia e cuidados paliativos. “Vou continuar activo tal como me encontro hoje. Quero continuar a dar meu contributo e continuar a trabalhar na bioética”.
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Liliana F. Verde
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Labels: Eutanásia
Educação na Sexualidade
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Liliana F. Verde
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Labels: Educação dos Filhos, Educação Sexual
Fundação Maria do Carmo Roque Pereira
Tem um computador ou uma fotocopiadora em bom estado mas que já não usa?
Nós precisamos!
(Recebida por mail)
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Labels: Apoio à infância, Solidariedade Social
A agressividade nas crianças e o bullying
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Labels: Educação dos Filhos, escola
POPULATION RESEARCH INSTITUTE
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Labels: Demografia
Um video oportuno
Com o início do desmoronar da credibilidade financeira e a consolidação da crise económica, aqui está um clip cuja letra é muito oportuna.
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Labels: Cultura e Vida
domingo, 2 de novembro de 2008
Dor fetal: factos e argumentos
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Liliana F. Verde
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sábado, 1 de novembro de 2008
California Proposition 8: Contra Casamento gay
Proposition 8 é uma iniciativa de emenda da Constituição da Califórnia que tem como objectivo a eliminação do direito de pessoas do mesmo sexo casarem.
Desta forma, pretende-se revogar o entendimento preconizado pelo Supremo Tribunal da California que defende o contrário.
A este propósito têm surgido alguns spots engraçados.
Deixo aqui 2:
Um em que todos os candidatos à corrida presencial norte-americana confirmam que o conceito de casamento consiste unicamente na união entre um homem e uma mulher
E outro que consiste numa ficção no qual a filha adoptada de um casal "marido e mulher" de gays faz aos seus "pais" algumas perguntas incómodas...
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Eutanásia: Reacções à sondagem
O Bastonário da Ordem dos Médicos, Pedro Nunes, e o juiz Pedro Vaz Pato comentam a sondagem Renascença/SIC/Expresso, em que a maioria dos inquiridos é a favor de um referendo sobre a eutanásia.O Bastonário da Ordem dos Médicos é frontalmente contra esta prática e lança um desafio ao Estado: é preciso criar unidades de cuidados paliativos.
Notícia daqui.
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Liliana F. Verde
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Labels: Cuidados Paliativos, Eutanásia
Testemunho impressionante de vida: Andreia Sanches (e outras mães)
Há sempre lugar para mais um, arranjar-se-á sempre maneira de sustentar mais uma criança. É esta a convicção de Madalena Pinto, de 40 anos. Vive em Oeiras, tem nove filhos, está grávida do décimo. "Ser mãe é um dom", dizia ontem, a meio de mais um dia como tantos outros: superpreenchido. O filho mais velho tem 15 anos, o mais novo 19 meses.
Madalena formou-se em Economia, trabalhava num banco, mas decidiu ficar em casa quando nasceu a segunda criança. À medida que a família foi crescendo, foi preciso ir reorganizando o orçamento familiar, até porque havia um salário a menos. "Corta-se nos cinemas, nos jantares fora de casa, nos espectáculos, nos brinquedos, nos telemóveis... nas actividades extracurriculares... Mas acho que eles têm tudo o que realmente precisam." O marido é vendedor de brindes e os abonos de família de cada criança, somados, rendem à volta de 400 euros mensais. "Se lhe dissesse qual é, no total, o orçamento que temos para gerir surpreender-se-ia." Não diz qual é. Diz só que é preciso fazer alguma ginástica. E que a alimentação vem sempre em primeiro lugar.
Madalena foi uma das seis mães a quem o PÚBLICO perguntou o que é que se pondera quando se decide ter um filho. Susana, de 31 anos, Gabriela, 34, Marina, 30, Raquel, 32, e Joana, também 30, têm em comum o facto de terem sido mães em 2008.
Decidiram ter filhos num ano que ficará para a história marcado pela crise financeira, pelo fantasma da recessão e do desemprego. "Acho que não há nenhum casal que não pense nisso", diz Susana Peralta, duas crianças, a mais nova com três semanas.
Mas quase todas garantem que as despesas de mais uma boca para alimentar são aquilo em que menos se pensa na hora de aumentar a família. "Acho que é sobretudo uma questão emocional. O que realmente pesa na opção dos casais é o desejo, a vontade. Se querem muito ter um filho, então pensam: 'Tudo se resolve'", diz Joana Miranda, investigadora científica em Lisboa, mãe de Beatriz, uma menina com um mês, a sua primeira filha. "Acho, aliás, que quem tem mais dinheiro faz mais contas, porque quer manter um certo nível de vida."
"No nosso caso, sempre foi tudo planeado e achamos que agora era oportuno ter o segundo filho", diz Susana, uma gestora de economato numa instituição particular de solidariedade social casada com um informático que trabalha por conta própria. "Achámos que tínhamos a nossa vida controlada, que tínhamos feito algumas poupanças para enfrentar imprevistos e avançámos. Mas creio que o mais importante é que o casal tenha estabilidade, que haja cumplicidade para fazer face às exigências de ter um filho. Não é preciso ter casa própria" ou um ordenado chorudo.
Já Raquel Rodrigues, bióloga, diz que o que mais pesou na decisão de ter o André agora (ele acaba de fazer seis meses) foi o facto de "ter a vida arrumada". Terminou o doutoramento, comprou casa, estava com 30 anos, era o timing que tinha planeado para ter um filho. "Estava na hora." E à sua volta, entre colegas e amigas, algo parecido ter-se-á passado: mulheres na casa dos 30 esperaram por "arrumar a vida", foram adiando a maternidade. Até agora. "Conheço muitas que foram mães recentemente."
Gabriela, de 34 anos, e João, de 36, ela jornalista, ele criativo numa agência de publicidade, fazem parte do grupo. Vicente nasceu há 20 dias. E os pais estão a habituar-se a tudo: não sabem ao certo qual é o preço de um pacote de fraldas; já perceberam que as despesas com a água e a luz vão disparar, tal é a quantidade de roupa que passaram a lavar; o único "estudo" que procuraram fazer com antecedência foi no "mercado" das creches. E já sabem que vão pagar uma mensalidade de cerca de 400 euros por aquela que escolheram. "De resto, não fizemos contas. Sei que estamos numa situação privilegiada. Temos uma situação profissional estável, ordenados razoáveis, um empréstimo para pagar", mas sem apertos, diz Gabriela. "Tenho noção que nesta altura muitas pessoas que querem ter filhos têm mais dificuldades." E quando se fala tanto da necessidade de fomentar a natalidade "seria muito importante que existissem mais infantários públicos", onde não fosse preciso gastar centenas de euros.
Aumentar os abonos de família não chega, diz também Marina Aldeias. "Para uma família com dificuldades, não faz assim tanta diferença", diz esta formadora numa operadora de telemóveis. Tem um filho com cinco anos e uma menina com sete meses. "Pelo Afonso recebo cerca de 28 euros por mês." Não será isso que estimulará as pessoas a terem mais filhos, acredita.
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Liliana F. Verde
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Labels: Apoio à vida, Testemunho de Vida
Precisa-se
Poderá, assim, contactar directamente a instituição que desejar.
A instituição providenciará pela recolha dos bens no local que designar.
No caso de a sua instituição necessitar de bens, é favor seleccionar o botão "Anúncio". O seu anúncio será publicado aqui brevemente.
Os anúncios serão retirados a pedido dos interessados ou no prazo de 3 meses. Se se mantiver o interesse, deve voltar a efectuar o pedido ou oferta.
A Associação Norte, Família e Vida faz aconselhamento e acompanhamento de mulheres grávidas e famílias em dificuldade na zona do Grande Porto e está a trabalhar sem qualquer tipo de apoio estatal. Precisamos de roupa de grávida, artigos para amamentação (soutiens, discos), roupa de bebé recém-nascido, roupa de criança até 14 anos, cadeirinhas, carrinhos, alcofas e camas.
Contacto: Cristina Carvalho NORTE, FAMÍLIA E VIDA
Associação de Promoção e Defesa da Vida e da Família
Av. Marechal Gomes da Costa, 516
4150-354 Porto
Telf:22 606 30 46
Fax:22 618 19 74
Tmv: 91 763 89 70; 96 607 54 05; 93 429 43 39
nortefamiliavida@sapo.pt
A Cooperativa de Solidariedade Social “Pelo Sonho É Que Vamos”, sita no Seixal, acompanha famílias desprotegidas, num total de 141 crianças e respectivas famílias, anualmente. A Cooperativa dispõe de cinco valências, nomeadamente, a Creche Familiar, a Creche “Sonho Azul”, o Centro de Acolhimento Temporário De Menores em Risco “Janela Aberta”, para crianças com idades compreendidas entre os 0 e os 12 anos, o Lar de Jovens “Vida Nova”, que acolhe jovens dos 12 aos 18 anos e a Casa Abrigo “Nova Esperança”, para mulheres vítimas de violência doméstica e respectivos filhos. Diariamente, trabalhamos com várias problemáticas, ás quais urge dar resposta, nomeadamente, o acolhimento de bebés logo após o seu nascimento, no CAT “Janela Aberta”, bem como, na Casa Abrigo, em virtude da integração de mulheres grávidas. Numa tentativa de proporcionarmos as melhores condições possíveis aos utentes que integram as diferentes valências, durante a sua permanência, bem como, aquando da saída das mulheres e respectivos filhos da Casa Abrigo, para autonomia do agregado, vimos por este meio apelar à Vossa sensibilidade, tomando a liberdade de solicitar, caso possível, a doação de fraldas, leite para lactentes, papas, artigos alimentares, artigos de higiene, assim como, acessórios para bebés e crianças, electrodomésticos e mobiliário. Desde já, agradecemos a melhor atenção, que esta nossa solicitação possa merecer por parte de Vossas Excelências. Bem-haja! A Presidente da Direcção Dra. Nídia Abreu
Contacto: Cooperativa "Pelo Sonho É Que Vamos"
Morada:
Av. General Humberto Delgado, 115, Arrentela
2840-254 Seixal
Telefone:
212272364
email:
pelosonho@yahoo.com
O Centro Social Paroquial de Sta Marta de Casal de Cambra, tem as valências de Jardim de InfÂncia e de ATL. Funciona nas instalações da Igreja paroquial e serve essencialmente, população desfavorecida da freguesia de Casal Cambra, nomeadamente do bairro social. Muitas das crianças necessitam de roupa, ou de mobiliário, tanto para a instituição como para famílias em dificuladades abrangidas pelo Banco alimentar. Desta forma, caso possam contribuir, em nome destas crianças, agradecemos.
Contacto:
Centro Social Par. de Sta Marta do C.Cam
Morada:
Largo da Igreja, nº9
2605-786 Casal de Cambra
Telefone:
219814976
email:
sandragas@sapo.pt
Nesta Instituição existe um Gabinete de Apoio à Família que acompanha gratuitamente famílias carenciadas necessitando de apoios ao nível da alimentação (crianças dos 0 aos 10 anos) e ajudas técnicas (fraldas de criança/adultos e resguardos).
Como Instituição e trabalhando com as famílias mais carenciadas da freguesia, aceitamos e agradecemos todo e qualquer tipo de ajudas(alimentos, fraldas, roupas, movéis, etc)pois tudo é necessário e distribuído.Neste momento, uma das nossas prioridades, é uma família com 2 gémeos de 4 meses, estando a mãe desempregada, o pai tem trabalhos temporários e esporádicos como segurança, não tendo condições económicas para assegurar as necessidades básicas dos filhos.Para quaisquer informações adicionais, contactar através do número 213969498Carina Figueiredo ou Maria do Rosário Franco.
Contacto: Junta de Freguesia de Santos-o-Velho
Morada:
Rua da Esperança nº 49
Localidade:
1200-655 Lisboa
Telefone:
213969498
email:
geral@jf-santosovelho.com
http:
http://www.jf-santosovelho.com/
Eu sou estagiária de Serviço Social, e estou a desenvolver o meu estagio no Centro Social e Paroquial de S.Pedro de Lousa.
Contacto: Inês Filipe
ines_filipe@hotmail.com
Associação Cristã de Apoio à Juventude
Roupa de criança, preferência recem-nascido. Fazemos distribuição em larga escala a crianças necessitadas
Contacto: Associação Cristã de Apoio à Juventude
R. Particular "A"-´à Rua Lopes-27-4º-dtº
1900-865 Lisboa
Tel: 934293884
acajuci@hotmail.com
A Associação Portuguesa de Apoio à Vitima é uma instituição particular de solidariedade social, de âmbito nacional, constituída em 1990. Trata-se de uma organização sem fins lucrativos e de voluntariado, que apoia de forma individualizada, qualificada e humanizada, vítimas de crimes através de serviços gratuitos e confidenciais. A “visibilidade” desta instituição tem vindo a crescer em função do número de pedidos que nos são dirigidos, o que implicou que se viessem a criar estruturas cada vez adequadas para o apoio às vítimas de crime. Nesta sequência, foi criada a Casa Abrigo ALCIPE, destinada ao acolhimento e apoio de mulheres e crianças vítimas de violência. Esta nova estrutura tem capacidade para acolher 22 pessoas, regendo-se por vários princípios orientadores, nomeadamente dar oportunidade às vítimas de violência para reorganizarem os seus projectos de vida no prazo máximo de 6 meses. A abertura deste equipamento social deu-se no passado dia 1 de Setembro de 2006. Numa tentativa de criar melhores condições de qualidade de vida à população a quem prestamos apoio ( cujas primeiras famílias se encontram prestes a terminar o seu periodo de acolhimento, dirigimo-nos a Va Exa para que, no domínio das vossas possibilidades, averigúem da possibilidade de doarem mobiliário, electrodomésticos, briquedos e vestuário para adulto e criança. Gostariamos de salientar que a primeira fase de inserção, acarreta elevados custos que nem todas as utentes conseguem comportar, devido não só aos baixos rendimentos que auferem, mas também ao facto de terem crianças a seu cargo. Antecipadamente gratos pela atenção dispensada, e na expectativa do bom acolhimento do presente, subscrevemo-nos reiterando os nossos melhores cumprimentos, Raquel Moreira Assistente Social da Casa Abrigo ALCIPE
Contacto: CASA ABRIGO ALCIPE Serviços Centrais de Sede
Rua José Estêvão, nº 135-A -1150-201 Lisboa
Tel.: 21 241 15 87 ou 21 358 79 00 Fax 21 887 63 51
cabrigoalcipe@apav.pt
Somos uma associação minoritária e que ainda não tem possibilidades de ter uma publicidade digna. apenas nos limitamos a aceitar donativos em roupas, brinquedos, livros e bens alimentares para depois os distribuirmos por entidades respectivas que necessitam de ajuda. se nos puderem ajudar, ficariamos gratos para todo o sempre
Contacto: joana andreia cardoso
Localidade:
campelo - baião
Telefone:
255542385
email:
jo.a.cardoso@sapo.pt
TEMOS CARÊNCIAS A TODOS OS NÍVEIS, DESDE ALIMENTAÇÃO, VESTUÁRIO (BEBES,CRIANÇAS,ADULTOS), SAPATOS, TUDO O QUE ESTIVER EM USO E QUE POSSA SER APROVEITADO POR OUTRÉM, NÓS AGRADECEMOS DE CORAÇÃO. GENEROS ALIMENTICIOS TAMBÉM UMA VEZ QUE EXISTEM MUITOS POBRES NA NOSSA CIDADE. BEM HAJAM.
Contacto: ASSOCIAÇÃO DE SÃO VICENTE DE PAULO
IGREJA DE ESMORIZ
3885 ESMORIZ
TEL: 964239923
carlosesonia@mail.telepac.pt
O "Centro da Mãe" localiza-se na Rua Brigadeiro Oudinot, 10, 2º andar (telefone: 291 22 40 47) - FUNCHAL, MADEIRA e tem como missão apoiar grávidas e jovens mães em situações de risco e as suas crianças. A instituição recebe vários apoios para poder funcionar, mas o trabalho voluntário é sempre bem-vindo quando se trata de ajudar os outros.
Os bens de que aquela instituição mais carece são:
Fraldas
Objectos de higiene e banho
Leite para lactentes
Enlatados
Vestuário infantil
Brinquedos
Acessórios (carrinhos, berços, etc.)
associaçao eu posso - apoio a jovens toxicodependentes internos e externos, crianças em risco.
Necessita de alimentos e mobiliarios mesmo usado.
Contacto: associaçao eu posso
ru d.afonso henriques n.1
2530-090 lourinha
261469308
euposso1@sapo.pt
O Vigilante é uma IPSS sem fins lucrativos que visa a ajuda dos mais carenciados. Desenvolvemos actividades de apoio social a nível de consultas médicas e serviços clínicos mas também no âmbito social com um Lar de Crianças e Jovens (que acolhe neste momento 18 meninos entre os 2 e os 14 anos), um Centro de Apoio à Vida com resposta de Residência Temporária para Mães Adolescentes (que acolhe neste momento 4 jovens mamãs entre os 13 e os 18 anos e 5 bebés com menos de 1 ano) além de outras valências sociais. Agradecemos toda a ajuda que nos possa ser prestada quer a nível de roupas, brinquedos, equipamentos de apoio ou géneros alimentícios. Podemos ir recolher as ofertas. Podemos passar declaração para redução no IRS. Agradecemos desde já. Para contacto: Paula Pereira 91 402 76 84
Contacto:Associação Socorros Médicos O Vigilante
Rua 5 Outubro, n.º 7 B
2700-197 Amadora
Tel: 214989900
secretaria@ovigilante.web.pt
http://www.ovigilante.web.pt/
O Ponto de Apoio à Vida é um associação de solidariedade social de apoio a grávidas e bebés acolhemos e ajudamos um grande numero de grávidas e mães em dificuldades, pelo que precisamos de fraldas, toalhitas, e leite em pó para bebé e roupa de bebé até 1 ano.
Contactar: Ponto de Apoio à Vida
R. Raul Mesnier du Ponsard, 10
1750-243 Lisboa
Tel: 217570941
pavida@sapo.pt
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Liliana F. Verde
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Labels: Solidariedade Social
Casamento ou "casamento"?
Com o devido respeito pela autora e por quem alinha nas mesmas ideias, penso que a questão é mais semântica do que legal.
Casamento, por definição em qualquer dicionário, wikipédia ou código civil, é um contrato entre pessoas de sexo diferente mediante reconhecimento governamental, religioso ou social, etc.
Este é a condição necessária, comum e inequívoca para que se aplique a palavra casamento a uma união entre pessoas, em todas as línguas e em todas as partes do mundo. Neste sentido, casamento implica sexos diferentes. Sem esta diferença, a palavra casamento não pode aplicar-se. Tem que ser outra.
Contrair casamento ou matrimónio é um direito de todos os portugueses sem discriminação de religião, etnia, cor, orientação sexual, ou outra qualquer diferença de cultura ou convicções. Assim, qualquer homem ou qualquer mulher, seja homo, hetero ou ambissexual, pode casar com qualquer pessoa de sexo diferente.
Não há portanto qualquer reserva que se possa considerar discriminatória.
Claro que pode utilizar-se um sentido figurado mais abrangente para uma palavra libertando-a dos seus limites específicos. Por exemplo, pode chamar-se "bicha" a uma sucessão de pessoas para comprar bilhetes, ou "burro" a alguém que não é propriamente da espécie deste nobre animal. Também pode chamar-se "casamento" à união de duas empresas ou duas cidades para juntarem os seus recursos e unificarem a gestão.
Qualquer palavra usada fora do seu sentido literal é habitualmente marcada com aspas.
Será então o "casamento" (com aspas) que os defensores da união unissexo têm em vista?
Se for assim, a questão é simples. Põem-se aspas na palavra ou arranja-se uma palavra diferente e tudo passa a fazer sentido. Mas com o termo casamento não é possível, mesmo que se queira sinceramente fazer-lhes a vontade. É como chamar água ao vinho. É uma impossibilidade semântica.
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Liliana F. Verde
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Testemunho impressionante de vida: Uma família ímpar
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Liliana F. Verde
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Comunciado: Alterações ao abono de família
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Liliana F. Verde
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Nós no Povo
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MRC
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Homossexualidade é uma patologia que tem cura
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Labels: Educação Sexual
Falhas nos preservativos IV
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