sexta-feira, 17 de outubro de 2008

Euthanasia Examined - John Keown

Whether euthanasia or assisted suicide should be legalized is one of the most pressing and profound questions facing legislators, health care professionals, their patients, and all members of society. Regrettably, the debate is too often characterized by rhetoric rather than reason. This book aims to inform the debate by acquainting anyone interested in this vital question with some of the major ethical, legal, clinical and theological issues involved. The essays it contains are authoritative in that they have been commissioned from some of the world's leading experts, balanced in that they reflect divergent viewpoints (including a vigorous debate between two eminent philosophers), and readable in that they should be readily understood by the general reader.
Livro aqui.


Texto daqui.

Live Life

A DOUTRINA SOCIAL DA IGREJA

Do magistério da Igreja surgem muitos ensinamentos que funcionam como directrizes para qualquer pessoa humana. Não faz parte da missão da Igreja interferir em questões meramente técnicas do bom funcionamento da vida em sociedade, mas é seu dever apresentar alguns valores pelas quais devemos caminhar.
Eis algumas desses normas contidas na chamada Doutrina Social da Igreja:
O primeiro direito a ser enunciado neste elenco é direito à vida, desde o momento da sua concepção até ao seu fim natural, que condiciona o exercício de qualquer outro direito e comporta, em particular, a ilicitude de toda forma de aborto procurado e de eutanásia[319]. É sublinhado o altíssimo valor do direito à liberdade religiosa: «Todos os homens devem estar livres de coação, quer por parte dos indivíduos, quer dos grupos sociais ou qualquer autoridade humana; e de tal modo que, em matéria religiosa, ninguém seja forçado a agir contra a própria consciência, nem impedido de proceder segundo a mesma, em privado e em público, só ou associado com outros». O respeito de tal direito assume um valor emblemático «do autêntico progresso do homem em todos os regimes, em todas as sociedades e em todos os sistemas ou ambientes».
Quanto aos «meios» para atuar a procriação responsável, há que se excluir como moralmente ilícitos tanto a esterilização como o aborto. Este último, em particular, é um abominável delito e constitui sempre uma desordem moral particularmente grave; longe de ser um direito, é antes um triste fenômeno que contribui gravemente para a difusão de uma mentalidade contra a vida, ameaçando perigosamente uma convivência social justa e democrática.
Os pais, como ministros da vida, não devem nunca olvidar que a dimensão espiritual da procriação merece uma consideração superior à reservada a qualquer outro aspecto: «A paternidade e a maternidade representam uma tarefa de natureza conjuntamente física e espiritual; através delas, passa realmente a genealogia da pessoa, que tem o seu princípio eterno em Deus e a Ele deve conduzir». Acolhendo a vida humana na unidade das suas dimensões, físicas e espirituais, as famílias contribuem para a «comunhão das gerações» continuidade da espécie e dão, deste modo, um contributo essencial e insubstituível para o progresso da sociedade. Por isto, «a família tem o direito à assistência da sociedade no que se refere aos seus deveres na procriação e educação dos filhos. Os casais casados com família numerosa têm direito a uma ajuda adequada e não devem ser discriminados».
A Igreja vê como sinal de esperança «a aversão cada vez mais difusa na opinião pública à pena de morte — mesmo vista só como instrumento de “legítima defesa” social—, tendo em consideração as possibilidades que uma sociedade moderna dispõe para reprimir eficazmente o crime, de forma que, enquanto torna inofensivo aquele que o cometeu, não lhe tira definitivamente a possibilidade de se redimir». Embora o ensiamento tradicional da Igreja não exclua ― uma vez comprovadas cabalmente a identidade e da responsabilidade do culpado ― a pena de morte «se esta for a única via praticável para defender eficazmente a vida humana contra o agressor injusto», os métodos não cruentos de repressão e de punição são de preferir «porque correspondem melhor às condições concretas do bem comum e estão mais conformes à dignidade da pessoa humana». O crescente número de países que adotam medidas para abolir a pena de morte ou para suspender sua aplicação é também uma prova do fato de que os casos em que os casos em que é absolutamente necessário suprimir o réu «são já muito raros, se não mesmo praticamente inexistentes». A crescente aversão da opinião pública à pena de morte e às várias medidas em vista da sua abolição ou da suspensão da sua aplicação, constituem manifestações visíveis de uma maior sensibilidade moral.
Ler na intergra aqui.

EUTHANASIA, ETHICS AND PUBLIC POLICY: AN ARGUMENT AGAINST LEGALISATION


EUTHANASIA, ETHICS AND PUBLIC POLICY: AN ARGUMENT AGAINST LEGALISATION by John Keown. Cambridge: Cambridge University Press, 2002, ISBN: 0-521-00933-2.


The issue of euthanasia has all the components that make for a political-legal morass. Emerging at the intersection of medicine, ethics, law, and politics, it is inspired by profound human suffering, shaped by clashing cultural values and practices regarding death and dying, and colored by the historical specter of human rights abuses. EUTHANASIA, ETHICS AND PUBLIC POLICY, by John Keown of the Faculty of Law at the University of Cambridge, skillfully navigates readers through this mire, while arguing a point of view that resists polemics.

The thesis that drives the book is both compelling and uncommon. Keown forcefully argues that neither voluntary euthanasia nor, more specifically, physician-assisted suicide should be legalized. What sets this book apart from other anti-euthanasia volumes, however, is that Keown does not argue against these practices on a principled basis, but for the pragmatic reason that they cannot be effectively controlled. That neither practice can be contained nor regulated to prevent abuses leads him to conclude that their legalization will inevitably lead down the “slippery slope” to involuntary active euthanasia—i.e., murder.

In garnering sources to support his position, Keown offers a comparative dimension by drawing on the euthanasia policies of Australia, Canada, England, Netherlands, and the United States—five countries that are currently grappling with the question of under what circumstances, if any, different euthanasia practices should be allowed.

Given the confusion over terminology within any given country and most certainly between them, Keown wisely uses Part I of the book to establish the vocabulary of euthanasia. After a brief survey of three definitions, he defines “euthanasia” as “doctors making decisions which have the effect of shortening a patient’s life and that these decisions are based on the belief that the patient would be better off dead” (p. 10). He then surveys the academic disagreements over the finer distinctions drawn between various euthanasia practices. For example, although the issue of patient consent is divided into “voluntary,” (i.e., with the patient’s consent), “nonvoluntary,” (i.e., lacking patient’s consent, usually because the patient lacks capacity but also when the patient is not asked), and “involuntary,” (i.e., contrary to the patient’s wishes), the distinctions are not accepted as relevant by all. There is also disagreement over whether “acts” (e.g., an injection) are to be treated differently than “omissions” (e.g., a decision not to administer antibiotics), as well as whether the withdrawal of life support would constitute an act or an omission. Finally, there is the controversial principle of the “double effect” that distinguishes that which is “intended” from that which is merely “foreseen.”

Keown’s position is that voluntary active euthanasia (VAE) should be broadly defined to include both acts and omissions, and to include physician-assisted suicide (PAS), a practice in which terminally ill patients self-administer a fatal dose of a drug prescribed by a physician. On the other hand, he supports the distinction drawn between intended and foreseen consequences maintaining that a physician who prescribes a drug to reduce a patient’s pain, even though it may hasten death, is not participating in euthanasia; whereas a physician who purposely does so to kill the patient is committing VAE.

In Part II, another background section necessary to set up his argument, Keown distinguishes between the ethical perspectives of Vitalism (the position that life must be preserved at all costs), Inviolability (the position that life is sacred, but that treatment may be stopped when it does not benefit the patient) and Quality of Life (the position that it is the value of the life itself, and not the specific value of the treatment, that determines when death may be sought). This section also contains one chapter that examines how the right to personal autonomy is not an absolute right, and another that demonstrates how logically difficult it is to support PAS or VAE without sliding public policy toward NVAE. For example, if physicians are allowed to prescribe deadly drugs to terminally ill patients, then why not permit them to give direct injections to those who cannot swallow the pills, and then why not expand this to those who are suffering but not terminally ill, and then to patients who have a poor quality of life but are unable to consent to termination?

This is Keown at his strongest. Even among proponents of PAS and VAE, of which I am one, he will raise doubts as to whether he may in fact be right about the dangers of legalization. In drawing out the scenario of the descent to legalized murder, his analysis is most disturbing in that it does not rely on the existence of evil intentions within a regime like that of Nazi Germany, but on well-meaning policymakers in democracies sensitive to human rights whose goal it is to end human suffering. In this, he is convincing that advocacy for the Inviolability of life position would safeguard patients from most abuses by shifting the focus to an evaluation of the benefit of the treatment for a specific patient, and not an evaluation of the worth of an individual life.

With definitions and ethical perspectives reviewed, Keown turns in Part III to the main question at hand: Can VAE and PAS be effectively controlled? To answer, he explores data collected from the Netherlands, a nation whose Supreme Court in 1984 declared VAE lawful under certain conditions. After comparing statistical data on deaths with the guidelines established by the Royal Dutch Medical Association, he concludes that not only are the guidelines “elastic” rather than strict and therefore open to abuse, but that the slide to NVAE has already taken place. To support this latter claim, he draws on 1990 data that indicate that, while only 2300 patients are reported to have died by VAE and 400 by PAS, doctors intended to accelerate the deaths of another 6350 cases, some without the “explicit request” of the patient (pp. 96-98).

In Part IV, Keown moves on to the Northern Territory (NT) of Australia and the state of Oregon in the U.S. to explore whether legalization efforts through the legislative process have succeeded in ways that the Netherlands policy, based on case law, has not. In 1995 the NT passed the Rights of the Terminally Ill Act (ROTTI) permitting both PAS and VAE. Keown criticizes ROTTI for its lack of specificity, its laxity, and its weak safeguards, flaws that led to its repeal by the Federal Parliament nine months later. Oregon’s Death With Dignity Act (DWDA), legalizing PAS under certain circumstances, was implemented in November 1997 after it passed twice as a voter’s referendum and surmounted court challenges. Keown again criticizes what he sees as a lack of specificity in the Act as well as the data of the first three annual reports (1998-2000) indicating that among the most frequent reasons that patients sought PAS were loss of autonomy, fear of becoming a burden, decreasing ability to participate in activities, and loss of control of bodily functions. Keown concludes: “The Oregon Act can claim to be the most permissive regime for PAS yet devised. Unlike the Netherlands and the NT there is no requirement that the patient be suffering, let alone be suffering severely or unbearably” (p. 179). For Keown then, “suffering” in this instance seems to mean physical pain and not psycho-social distress.

Keown’s critiques of existing laws are so penetrating and detailed (at times even nitpicking, e.g., that the DWDA’s definition of “terminal”—expecting death to occur within six months—is not precise enough) that it makes me wonder why he would not suggest how imprecisions could be refined, loopholes plugged, and his fears about the slippery slope quelled. Indeed, if the objection to PAS and VAE is just a pragmatic one, and not one of logic or of ethics, why not agree to laws that draw a clear line between voluntary and nonvoluntary euthanasia for no other reason than that a line must be drawn somewhere?

But where Keown falters most is in his description and analysis of the U.S. experiences with PAS and the right to die. He criticizes the DWDA in its original version and not as amended in 1999; he ignores how the Supreme Court upheld a right to what he would call passive euthanasia in CRUZAN v. DIRECTOR, MISSOURI DEPARTMENT OF HEALTH (1990); and he overstates the Court’s rejection of PAS bans in WASHINGTON v. GLUCKSBERG (1997) and VACCO v. QUILL (1997), failing to note that the rulings allowed the states to ban not only PAS, but indeed, the choice to legalize PAS just as Oregon has done.

Keown adds more fuel to his argument against legalization in Part V by enlisting expert opinion from ethics committees, courts, and medical associations of the five countries under review to heighten an argument that there is worldwide consensus that legalization is a Pandora’s box that should not be opened.

What he leaves unexplored, however, is the apparent conflict between such experts and citizens of these nations. That there is such uniformity among expert opinion against legalization and such a groundswell among patients, families, and interest groups for legalization surely indicates a disconnect between public policy and medical practice. Keown does acknowledge patient suffering. But to argue that the solution to the euthanasia quagmire is to forbid it while encouraging doctors to treat suffering more effectively hardly seems like an answer given the current failures of these most sophisticated and expensive of medical systems. Indeed, it may be the medicalization of death and dying that has spawned this very issue.

My concern about the potential impact of his anti-euthanasia position is only heightened by the final section of the book in which he explains his opposition to even passive euthanasia (PE)—defined as withholding or withdrawing life sustaining treatment with the intent to kill the patient. It is here that his previously drawn distinction between intending death and foreseeing death is most critical. If two doctors each decide to stop nutrition and hydration of their patients, one can be charged with practicing PE if the intent was to kill the patient; while the other would be safeguarded from punishment if death was merely foreseen and the intent was to stop a treatment no longer of benefit to the patient. Again, Keown declares that the essential difference is that of evaluating the treatment, not the life of the patient.

This raises two questions: How would a prosecutor or a Court get into the head of the physician to know what truly motivates the treatment decision, and would physicians be confident enough to trust the system so that they would aggressively offer palliative care? Keown’s response to the first is that MENS REA is evaluated in criminal court all the time. While true, presumably physicians would be loath to be treated as criminal suspects who must answer for their state of mind when practicing medicine. Secondly, physicians in the U.S. are so fearful about being prosecuted that they too often under-medicate, thus leaving patients in pain—contributing again to the very reasons why patients and families cry out for legalization of PAS or VAE, and illustrating the flip-side of Keown’s pragmatic argument.

This book is written with a clarity that is rare in this complicated, cross-disciplinary field, and so should be well received by Keown’s intended audience of a general reader. It would also be an effective text in health policy, medical law, or comparative law courses. Keown’s contribution is in educating the public, policy makers, and academics about what is at stake as five different nations struggle over the question of how we die.

Texto daqui.

923 milhões de famintos num mundo que desperdiça comida

Por ocasião do Dia Mundial da Alimentação, celebrado hoje, a Campanha «Direito à alimentação. Urgente» denuncia que 923 milhões de pessoas passam fome e desnutrição em todo o mundo
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Projecto Escola Móvel



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A Ajuda de Mãe está a precisar muito do apoio de todos para continuarmos a ajudar as meninas a terminarem os seus estudos através do Projecto Escola Móvel - qualificação ao nível do 2.º e 3.º ciclo e a continuação da escolaridade regular.

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quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Dia 17 de Outubro: Levanta-te contra a pobreza!

Em Portugal o dia 17 de Outubro, Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, será assinalado com o evento nacional "Levanta-te e Actua", que se prolonga até dia 19 de Outubro, com actividades de norte a sul do país.




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Porque todos têm direito a ser Sociedade

PARLAMENTO EUROPEU - Programa de estágios destinados a pessoas com deficiência

Referendo sobre a eutanásia é um disparate

"Um disparate" é como o bastonário da Ordem dos Médicos classifica a proposta de realização de um referendo sobre a eutanásia. "Não há necessidade nenhuma de provocar um debate dessa natureza, pois a eutanásia é um debate do passado", considerou Pedro Nunes em declarações ao DN.


Para o bastonário, "nos dias de hoje, a aposta deve ser numa boa rede de cuidados paliativos, no combate à dor", disse.


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164 EUR a 190 EUR de abono de família por filho


Parece mentira, mas é verdade... na Alemanha!


A Alemanha acaba de aumentar o abono de família para 164 EUR para os primeiros e segundos filhos, 170 EUR para o terceiro e 190 EUR para os filhos de ordem 4 ou superior. Porque a Alemanha não copia as "originalidades" portuguesas, estes valores são atribuídos independentemente da idade dos filhos e do estado civil e rendimento dos pais. Estes valores mensais são superiores aos abonos de família que a esmagadora maioria das famílias portuguesas recebe por ano!


Além disto, as famílias alemãs vão poder deduzir 6000 EUR por ano por filho na declaração de IRS (mais 200 EUR que actualmente), de novo independentemente do estado civil e rendimento dos pais ou idade dos filhos, o que, em Portugal, só acontece com os pais solteiros, separados ou divorciados (o que já motivou a reprovação por parte do Provedor de Justiça).


Por isso, não é de admirar que, no ano passado, o Índice Sintético de Fecundidade tenha aumentado em 20% na Alemanha, enquanto que, em Portugal, atingiu um mínimo absoluto.


Quando é que Portugal, tão lesto a tentar copiar parvoíces estrangeiras, decide-se a acompanhar, a sério, a esmagadora maioria dos países europeus no combate ao crescente défice demográfico que já ameaça seriamente o seu futuro imediato?


Por que motivo o Governo português mantém as famílias portuguesas a serem fortemente penalizadas relativamente às outras famílias europeias?


Quando é que Parlamento e Governo se unem no combate a esta discriminação, de sua única responsabilidade, e que põe em causa a sustentabilidade do país?


Fonte: A.P.F.N.

Maioria dos americanos a favor de limitar aborto


90% deseja reduzir os requisitos para interromper a gravidez


Uma ampla pesquisa realizada nos Estados Unidos evidencia que quase todos os cidadãos deste país pensam que o aborto deve ser restringido.


A pesquisa, realizada para os Cavaleiros de Colombo pelo Instituto da Opinião Pública Marista, entre 24 de setembro e 3 de outubro, tinha como objetivo facilitar a comparação da opinião dos votantes católicos com a do eleitorado em geral.


Perguntou-se aos pesquisados qual de seis afirmações era a mais próxima a descrever sua opinião sobre o aborto.


Apenas 8% dos residentes nos Estados Unidos escolheram a afirmação de que o aborto deveria ser livre em qualquer etapa da gravidez.


A mesma porcentagem disse que o aborto deveria ser permitido apenas durante os primeiros seis meses de gravidez; 24% se mostraram partidários de colocar limite nos três primeiros meses de gravidez.


A maior porcentagem, 32%, disse que o aborto deveria ser permitido apenas nos pressupostos de estupro, incesto ou para salvar a vida da mãe.


Cerca de 15% optou pela quinta possibilidade: que o aborto seja permitido apenas para salvar a vida da mãe.


E 13% dos participantes afirmaram que o aborto não deveria ser permitido em nenhuma circunstância.


A pesquisa indica que inclusive entre aqueles que se descrevem como partidários da «liberdade de eleição», 71% eram favoráveis a restringir os abortos. Destes, 43% queriam restringir o aborto ao primeiro trimestre, 23% o aceitaria só em casos de estupro, incesto ou para salvar a vida da mãe.


O supremo cavaleiro de Colombo, Carl Anderson, disse que os resultados da pesquisa assinalam o fato de que «o termo ‘pela liberdade de escolha’, quando se aplica amplamente, necessariamente polariza o debate do aborto e mascara o fato de que há um amplo consenso entre os americanos quanto a que o aborto deveria ser restringido de modo significativo».

Notícia daqui.
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quarta-feira, 15 de outubro de 2008

The War between the State and the Family

The War between the State and the Family: How Government Divides and Impoverishes


PATRICIA MORGAN

Documentos sobre Demografia










Associações de Famílias Numerosas









Gezinsbond (Belgium)






ELFAC - European Large Families Confederation


European Large Families Confederation


The European Large Families Confederation was formally constituted in Lisbon on 27 March 2004, gathering Large Families Associations across Europe with the objective of upholding the values present in families and demanding fair treatment for all European large families.


Relatório da Evolução da Família na Europa - 2007



Redução do IVA das cadeirinhas de retenção de crianças nos automóveis


A APFN congratula-se com a redução do IVA das cadeirinhas de retenção de crianças nos automóveis prevista na Proposta de OE, uma antiga reivindicação nossa.


Lembramos que esta luta, iniciada em Portugal pela APFN, já foi entretanto alargada à Europa através da ELFAC (European Large Families Confederation). Aliás a iniciativa de redução do IVA nas cadeirinhas faz parte de um pacote de medidas mais alargadas já aprovadas pela Comissão Europeia e que se encontram à muito a aguardar aprovação do Conselho de Ministros das Finanças Europeu.


A contemplação desta medida no actual Orçamento de Estado é sinal da concordância do nosso Ministro das Finanças a esta iniciativa, o que é de saudar, sendo de admirar que ela tenha sido ignorada quer pelo Parlamento, quer pelos diversos Governos anteriores, durante tantas legislaturas!

Com efeito, como foi possível, durante tantos anos, o Estado cobrar IVA à taxa normal por um bem de aquisição obrigatória?

A APFN também espera que, neste OE, se acabe com a inconcebível penalização fiscal dos pais casados em sede de IRS, dando seguimento à recente recomendação do Provedor de Justiça e como, há dois anos, foi reconhecido publicamente pelo Ministro das Finanças
(http://www.youtube.com/watch?v=f-e5FtLczYU).

Trata-se de uma penalização sem qualquer sentido, até porque é fácil de ser “contornada”, como tem sido feito por um crescente número de casais pois, basta separarem-se para, não só pagarem menos IRS como passarem a receber mais 20% de abono de família…

Esta penalização fiscal tem ainda menos sentido numa altura em que foi decidido que o Cartão de Cidadão não contenha o estado civil, por não servir para nada, na opinião do Governo. Se não serve para nada, então que não sirva mesmo para nada, designadamente penalizar os pais casados.


Fonte: A.P.F.N.

As falhas dos preservativos

aliás, o uso do preservativo, sobretudo para jovens inexperientes, tem riscos e a ruptura nestes casos não é tão rara como se poderia pensar.

Frase citada pela Dra. Ana Matos Pires, uma das grandes adeptas da liberalização dos costumes.

É bom manter em registo estes depoimentos de pessoas "progressistas" e "modernas" para depois as podermos mostrar aos responsáveis das Escolas E.B.2.3. de Almancil que por aí andam a distribuir preservativos a crianças de 11 e 12 anos...

O aborto em Espanha


Perante a nova ofensiva do governo socialista espanhol de aumentar o aborto, defendendo alguns até que esse alargamento deverá ir até aos 7 meses (!?), aqui deixo dois links muito interessantes:


- La Sociedad Española de Ginecología y Obstetricia (SEGO) publicó una declaración en la que defiende el derecho a la vida de los bebés de más de 22 semanas de gestación.



- Dossier sobre "o aborto nos meios de comunicação" com a divulgação de estudos e reflexões de grande interesse.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Viva la Vida

By ColdPlay

Portugueses desconhecem o que são cuidados paliativos


Só três em cada dez portugueses conhecem o termo. Em Portugal, calcula-se que apenas 10% dos doentes terminais ou com doenças graves têm acesso a serviços especializados que reduzem o sofrimento.


A eutanásia é uma palavra familiar aos portugueses. Um estudo de opinião encomendado pela Associação Portuguesa de Cuidados Paliativos (APCP) indica que são 86% os que dizem saber o significado de um conceito que está na agenda de alguns partidos de esquerda em Portugal e na Europa.


Mas à pergunta se mudaria de 'opinião sobre a eutanásia, "caso tivesse a certeza de que há cuidados médicos para minimizar a dor e o sofrimento?", 55% afirmam que sim. Este é um dado importante num país em que apenas 38% sabem o que são cuidados paliativos. E mesmo neste pequeno universo nem todos acertam no seu significado: para uns são cuidados destinados a idosos, para outros, a acamados. "Isto não é verdade. As doenças graves atingem todas as faixas etárias, crianças, jovens, adultos novos e velhos", lembra Isabel Galriça Neto, a mulher à frente da APCP e a mãe dos cuidados paliativos em Portugal.


"A morte é uma questão tabu na nossa sociedade, que tem como paradigmas a beleza e a felicidade. São ficções que agradam às pessoas", afirma Marcelo Rebelo de Sousa (luta há anos contra a discriminação dos doentes incuráveis) como explicação para o desconhecimento que os portugueses têm dos cuidados paliativos prestados a doentes terminais e em casos muito graves aos seus familiares por equipas de médicos, enfermeiros, psicólogos, assistentes sociais e voluntários. O objectivo é minorar o sofrimento e proporcionar dignidade e a máxima qualidade de vida possível.


"Há uma desatenção da sociedade portuguesa a estas questões", acrescenta Marcelo, que acredita mais num grupo social a fazer força pela generalização dos paliativos do que nos partidos. "O CDS não tem dado especial atenção à saúde. No PSD tem havido um vazio, mas espero que Manuela Ferreira Leite não resuma a sua política a questões económicas".


Hoje celebra-se o Dia Mundial dos Cuidados Paliativos, um serviço usufruído por apenas 10% dos portugueses. Cálculos da APCP estimam que haverá cerca de 60 mil pessoas a precisar de uma resposta à sua doença prolongada, incurável e progressiva. Que pode durar dias, semanas ou mesmo anos. A verdade é que existem apenas 15 unidades em todo o país preparadas para dar aquele tipo de assistência. No contributo que deu para o Programa Nacional de Cuidados Paliativos, a APCP chama a atenção para o facto de a versão do Executivo omitir a questão do financiamento. A contratação de profissionais para as equipas de cuidados paliativos nos hospitais e nos centros de saúde "não está garantida nem orçamentados" aqueles serviços, lê-se na contra-proposta apresentada pela associação.


"Não podemos garantir primeiro o direito à eutanásia e depois aos cuidados paliativos. Estes estão primeiro", defende Isabel Neto.


Notícia daqui.