quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Promessas de mais creches na zona de Lisboa para 2010

Aqui

O casamento homossexual

Post (muito válido) do Pedro Picoito sobre esta temática

Aqui

Sobre o estado da educação pública...


CASO I)


Ouvir ontem uma mãe na reunião de pais, professora de Matemática do 3.º Ciclo, a pedir encarecidamente ao professor de uma turma do 3.º ano para lhes ensinar a tabuada deixou-me derreado. Contava ela aos restantes pais que mais de 75% dos seus actuais alunos não sabe a tabuada. A tabuada, senhoras e senhores! O básico dos básicos

André Correia
Blog Confidências



CASO II)


"Hoje estou mesmo de "língua de fora".Trabalhei 3 horas de manhã, em casa, a adiantar a correcção de testes diagnósticos; de tarde, 6horas na escola, a dar aulas e a traçar objectivos individuais. Agora estou em casa a trabalhar na direcção de turma, com a ajuda do meu marido, porque não houve tempo para que o trabalho fosse feito no devido local. Passei o fim-de-semana sem pôr os pés na rua, a corrigir testes. Amanhã tenho que estar às nove e vinte na escola.Vou na segunda semana de aulas e, não fora a experiência, seria uma lástima. Não sobra tempo para preparar estratégias que seduzam os alunos. Só a força anímica e o grande amor pelos jovens nos permitem continuar"



Nova lei do divórcio



Na conferência organizada pelo PS, no passado dia 25 de Setembro, e que contou com a presença do próprio Primeiro-Ministro, um dos convidados, o Dr. Rui Moreira, Juíz, membro do Conselho Superior de Magistratura manifestou aquilo que vai na alma de muitos dos que lidam diariamente nos tribunais com litígios familiares envolvendo divórcios, regulação do exercício do poder paternal e partilhas. Não é, aliás, de estranhar que a comunidade jurídica, na sua maioria demonstre a sua preocupação.
Antes de mais, há que levar em consideração que os tribunais de família, neste momento, já se encontram, na sua maioria, entupidos. A isso há que acrescentar o facto destas matérias serem, por natureza, altamente conflituosas e onde as partes, já de per si, muitas vezes, procuram intencionalmente prolongar os litígios.
Diríamos, então, que perante este quadro já, à partida, problemático, a missão do legislador sensato, deveria ser a de legislar de forma a evitar que as partes usem o conflito judicial como forma de expressão dos seus conflitos de ordem emocional ou patrimonial.
Sucede que olhando para a nova lei do divórcio, a maioria dos operadores judiciários ficam estupefactos pela quantidade de novas possibilidades de litígio que passam a existir, potencializando o agravamento do litígio judicial. Desde logo na sua redacção, pelo recurso a expressões vagas e indeterminadas, tais como “Quaisquer outros factos que, independentemente da culpa dos cônjuges, mostrem a ruptura definitiva do casamento” (Artº 1781, d) CC) ou “actos da vida corrente”, “orientações educativas mais relevantes” ou “questões de particular importância) (Art. 1906 nº2, 3 e 4CC), entre outros.
Ora, estas expressões sobre as quais a jurisprudência dos tribunais superiores terão que se pronunciar, levarão a julgamentos e recursos infindáveis e provavelmente só daqui a muitos anos é que haverá uma linha definida sobre o seu contéudo. Até lá, serão muitos os casais, os pais e os filhos que sofrerão na pele as consequências desta legislação precipitada e experimentalista.
Quanto à questão do divórcio litigioso com declaração de culpa de um dos cônjuges é importante que se saiba que o mesmo, neste momento, não representa mais do que 6% do total dos divórcios. No entanto, a manutenção do seu regime era importante por ser aquele que melhor salvaguardava, ao nível da fixação de uma pensão de alimentos ou quanto à repartição dos bens comuns, situações graves de violação unilateral dos deveres conjugais.
No caso de divórcio com consentimento mas onde não há acordo quanto aos bens comuns ou à regulação do exercício do poder paternal ou à atribuição da casa de morada de família, a nova lei prevê que seja o tribunal a decidir sobre estas questões, devendo, se for caso disso, ser produzida prova (novo artigo 1778º-A, nº4 do Código Civil). Ora, isto é uma autêntica loucura que só vai atrasar e tornar ainda mais penoso o decretamento do divórcio precisamente porque este só poderá ser decretado após todas essas questões estarem resolvidas (Cfr. nº5 do artigo 1778º-A do Código Civil). Desta forma, a nova lei que tem o propósito de tornar mais rápido o divórcio, vai precisamente, em alguns casos, tornar o divórcio ainda mais demorado.
Por outro lado há ainda a destacar o facto da nova lei penalizar, por ex. a mãe, com pena que pode ser de prisão no caso do seu filho de 10 ou 11 anos não queira estar com o pai por razões pessoais. Isto vai implicar uma enchente de queixas-crime. Resta-nos esperar pelo bom senso dos Magistrados para, nos tribunais, tentarem remediar tantos dislates.
Uma coisa é certa, quem fez a lei, não faz a mínima ideia do que é a prática judicial

terça-feira, 7 de outubro de 2008

O casamento homossexual

A opinião (muito válida) do jornalista Mário Crespo

Aqui

Semana da Vida em Sevilha


França defende protecção das crianças mais novas em relação à TV

Aqui o texto completo.

Síndrome do pós-aborto: Na Holanda

Penso que se tivessem perguntado mais, eu teria concluído que duvidava, mas ficaram nas questões superficiais. Espero que alguma coisa se faça para mudar a abordagem das clínicas, e que as mulheres só tomem decisões depois de bem aprofundadas. Para mim, infelizmente, é tarde demais. Tenho que continuar vivendo sem meu filho".
Ver resto aqui

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Família: instituição mais valorizada da Europa


Família: instituição mais valorizada da Europa - Segundo o presidente da Rede Européia de Institutos sobre a Família

Faltam poucos meses para o Encontro Mundial das Famílias, que será realizado em janeiro de 2009, no México. Neste contexto, Zenit falou com Carlos Pérez Testor, presidente da Rede Européia de Institutos da Família (REDIF, http://www.redif.org/), para analisar a saúde da família no contexto europeu.


Carlos Pérez Testor é Doutor em Medicina, especialista em psiquiatria e atualmente é o diretor do Instituto Universitário de Saúde Mental Vidal i Barraquer da Universidade Ramon Llull.


Sobre como é possível criar correntes de opinião e de esperança sobre a família, Pérez afirma que "na maior parte de pesquisas européias sobre avaliação das instituições, a família é a instituição mais valorizada pelas pessoas, sem que apareçam diferenças significativas comparando as diversas faixas etárias".


"Dos mais jovens aos mais adultos, uma grande maioria valoriza a família como núcleo de coesão e espaço de crescimento. Poderíamos afirmar que atualmente a família goza de boa saúde."


"Eu comentava antes que a família é a instituição mais valorizada em geral em toda a Europa, mas existe uma grande diferença em como cada administração, cada Estado cuida da família e a protege", destaca.


"As políticas de proteção da família dos países do norte da Europa estão a anos-luz das políticas de proteção dos países do sul, onde as famílias recebem muito menos ajuda. Uma preocupação seria esta: insuficiência de políticas de proteção."


"Mas certamente teríamos de distinguir as nossas preocupações como profissionais que se dedicam à família, como a baixa natalidade, a vulnerabilidade do grupo familiar, o aumento do número de divórcios com o impacto psicossocial que provoca, etc., das preocupações do dia-a-dia das famílias: a conciliação trabalho-família, a educação dos filhos, o cuidado dos idosos e dependentes dentro do núcleo familiar, etc."


Segundo Pérez, "a evidente secularização da sociedade dificulta a visualização da dimensão espiritual do «dom» em grande parte das famílias européias, mas a dimensão de «gratidão» e de «generosidade», de «entrega» sem esperar receber nada em troca, aparece constantemente nas relações familiares".


Questionado sobre se corremos o risco de ser uma sociedade de indivíduos que não atendem seus semelhantes, Pérez responde acreditar que não. "E os atos de generosidade heróica que vemos ao nosso redor a cada dia nos levam a acreditar que não. O valor da solidariedade faz parte da nossa sociedade. Mas muitas vezes, lamentavelmente, esquecemos disso, sendo egoístas com nossos semelhantes".


"Por este motivo, a sociedade em geral e os responsáveis políticos em particular, têm o dever de trabalhar para o bem da família. Em maio de 2007, no Brasil, o Santo Padre dizia: «A família é insubstituível para a serenidade pessoal e para a educação dos filhos. As mães que querem dedicar-se plenamente à educação de seus filhos e ao serviço da família devem gozar das condições necessárias para poder fazê-lo, e para isso têm direito de contar com o apoio do Estado. (...) É indispensável também promover políticas familiares autênticas, que respondam aos direitos da família como sujeito social imprescindível. A família faz parte do bem dos povos e da humanidade inteira»."


"Se formos capazes de trabalhar em políticas universais de proteção da família, estaremos investindo no futuro da humanidade", afirma.

Notícia daqui.

domingo, 5 de outubro de 2008

Campanha: telemóveis velhos, tinteiros e toners usados


AMI apela à reutilização de consumíveis informáticos e de telemóveis


A reutilização destes equipamentos permite poupar matérias-primas e energia, ao mesmo tempo que reduz o volume de resíduos produzido

A actual produção de resíduos e o consumo de matérias-primas e de energia não são comportáveis com as capacidades do planeta para os regenerar, e este problema torna-se ainda mais insustentável à medida que novos países se juntam ao grupo dos industrializados e consumistas, como é o caso actual da China e da Índia.


A solução para este problema pode passar por acções tão simples como reencher os seus tinteiros e toners vazios ou como enviar o seu telemóvel velho para países menos desenvolvidos, onde este será reutilizado.


A AMI desenvolveu um projecto que serve de exemplo àquilo que pode ser feito. O encaminhamento de 440 mil consumíveis informáticos e telemóveis para reutilização permitiu angariar 220 mil euros, mostrando assim que este problema pode ao mesmo tempo ser uma oportunidade. Estes fundos foram utilizados no financiamento das Equipas de Rua da AMI, que prestam apoio social e psicológico aos sem-abrigo com o objectivo de melhorar a sua qualidade de vida.


Para além de 6.000 empresas que participam neste projecto através dos seus escritórios, vários estabelecimentos e juntas de freguesia já se disponibilizaram para ajudar a AMI na recolha dos equipamentos.


Assista aqui à reportagem da RTP.


Encaminhe este e-mail, divulgue no seu site ou blog, distribua os nossos folhetos e cartazes.
Para saber como reutilizar os seus consumíveis informáticos e telemóveis, contacte: reciclagem@ami.org.pt.

Fundação AMI

Rua José do Patrocínio, 49

1949-008 Lisboa

Tel. 218 362 100

Fax 218 362 199

sábado, 4 de outubro de 2008

Rússia: 250 000 mulherem/por ano ficam inférteis devido a complicações de aborto

Alarmingly high abortion rates in Russia are leaving an increasing number of women infertile, said Marina Tarasova, deputy head of the St. Petersburg Research Institute For Gynecology and Obstetrics of the Russian Academy of Sciences, at an international conference on Monday.

The St. Petersburg Times reported that with 64 percent of Russian women procuring abortions, 200,000 to 250,000 women each year are stripped of their biological ability to procreate because of permanent effects from the procedure.

"Over the past five years, female infertility in Russia has increased by 14 percent, and over 1.5 million Russians need advanced medical technology to become pregnant and maintain a healthy pregnancy," Tarasova said.

She also mentioned that by the end of last year, there were 5.5 million infertile couples in the country.

In the teenage population, one in four women have a gynecological ailment or reproductive disorder. Furthermore, over the last five years, there has been a 30 percent increase in the number of women aged 15-17 who have experienced these health problems. The Russian government is attempting to promote family values within the country, naming 2008, "The Year of the Family." Abortions, however, are still offered free of charge at all state clinics.

Notícia daqui.

Lutando pela Vida


Realizou-se, esta semana, uma importante Conferência Internacional Pró-Vida.


Líderes pró-vida: aqui.

Ver mais aqui.

«Bella Star Eduardo Saves Five Unborn Babies' Lives»

Participants in a 40 Days for Life vigil held on Saturday outside the Family Planning Associates abortuary in Los Angeles were given a massive boost of inspiration when Bella star Eduardo Verastegui arrived unannounced to take action in spreading the pro-life message.

Ver mais aqui.
40 days for life

Licença de maternidade vai aumentar: Proposta da Comissão Europeia





É de aplaudir, mas dever-se-ía igualmente levar em consideração o seguinte:


Equacionar a hipótese de permitir o trabalho a tempo parcial durante esse período ou, então, alargar o actual período de redução de horário para amamentação.


É que muitas mães ficam stressadas por estar tantas semanas em casa, mais limitadas no tempo e na actividade.

Por vezes, daí à depressão pós-parto vai um pequeno passo...

Diferenças entre uma família portuguesa e uma família francesa

Em reportagem do Expresso, aqui.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Apoio às famílias pode inverter "Inverno Demográfico"


O envelhecimento da população pode ser travado, conclui um estudo da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, com base em números da demografia publicados pelo INE e pelo Eurostat.


O estudo vai ser apresentado este sábado no seminário "O Inverno demográfico: o problema, que respostas?”.


De acordo com o documento, Portugal vive um cenário de envelhecimento e recessão demográfica, que pode ser invertido se forem tomadas medidas que permitam às famílias terem os filhos que desejam, sem serem penalizadas por isso.


Em 2007, pela primeira vez desde 1918, morreram mais pessoas do que aquelas que nasceram.


As mulheres portuguesas têm menos filhos e cada vez mais tarde. O número médio de filhos por mulher em idade fértil atingiu o mínimo absoluto de 1,32, em 2007, ano em que nasceram menos 60 mil crianças.


Este estudo da Associação de Famílias Numerosas admite que o envelhecimento da população poderá ser travado, e até mesmo invertido, por uma politica que permita as famílias terem os filhos que desejam, sem serem por isso penalizadas.


Se nada for feito, aumentará a já grande desproporção entre idosos relativamente a jovens e pessoas em idade activa.


O seminário da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas vai também apresentar um documentário que traça uma realidade a nível mundial que preocupa economistas e sociólogos.


Economistas e sociólogos estão de acordo: o mundo caminha em direcção a um “Inverno demográfico” que ameaça ter consequências sociais e económicas catastróficas.


O documentário mostra como as taxas de natalidade têm caído dramaticamente nos últimos 40 anos e que uma parte importante do mundo tem agora taxas de natalidade bem abaixo dos níveis de reposição.


Os países nesta situação têm olhado para a imigração como a solução para manter a sua capacidade laboral.


Os especialistas que participam no filme dizem que pode ser demasiado tarde para evitar algumas consequências muito graves, mas admitem que com esforço talvez se possa evitar uma calamidade.


Para Fernando Castro, presidente da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas, a actual crise demográfica assume contornos muito preocupantes e o pior é que a tendência é para que se mantenha.


Para esta situação contribuem vários factores, incluindo o baixo número de casamentos e a cada vez maior taxa de divórcios.


Na opinião de Fernando Castro, nem tudo está perdido e ainda há soluções para inverter a curva da demografia, começando por alterações legislativas em matéria do sistema fiscal das famílias e num reforço dos abonos.


Notícia daqui.

Porque desce a natalidade em Portugal?

Do Notícias da Manhã, para ler aqui.

quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Movimento ao Serviço da Vida


Movimento ao Serviço da Vida - uma iniciativa de solidariedade social com acções em Portugal e no Brasil
Lança campanha de venda de cartões de Natal on line

Adaptação à escola

O meu filho mais velho está a sofrer as consequências da adaptação a uma nova escola, com a agravante de ter começado 15 dias mais tarde que os restantes colegas.

A existência de grupos já formados no recreio, o entrar no circulo de amizades é complicado sobretudo no caso dele que é um pouco introvertido.

Nas microsociedades, tal como no mundo, a falta de solidariedade e companheirismo são um facto inelutável.


Há 11 mil crianças em instituições de acolhimento