quinta-feira, 31 de julho de 2008

De novo, a indiferença...



Fonte: Laboratório de Desenhos
Autoria: Andrés Lieban (1º Lugar no festival livre de Animação 2002)

Confissão de um ex-abortista


O responsável por 75 mil abortos explica as táticas faláciosas empregadas pelo movimento abortista para tornar aceitável sua causa nos EUA.


Sou pessoalmente responsável por 75.000 abortos. Isso legitima minhas credenciais em me dirigir a você com alguma autoridade sobre o assunto. Fui um dos fundadores da National Association for the Repeal of the Abortion Laws (NARAL) nos EUA em 1968. Uma pesquisa de opinião confiável mostraria que, à época, a maioria dos americanos seria contra o aborto. Em cinco anos nós convencemos a Suprema Corte dos EUA a oficializar a decisão que legalizou o aborto por toda a América em 1973 e permitiu o abortamento sob demanda até o nascimento. Como fizemos isso? É importante entender as táticas envolvidas porque estas mesmas táticas estão sendo utilizadas por todo o ocidente com uma ou outra mudança, de modo a alterar as leis sobre o aborto.


A primeira tática foi capturar a mídia


Persuadímos a mídia de que a causa da tolerância ao aborto era uma causa esclarecida e sofisticada. Sabendo que se uma pesquisa de opinião confiável fosse feita seríamos sonoramente derrotados, simplesmente fabricamos os resultados de pesquisas fictícias. Anunciamos à mídia que fizemos pesquisas e que 60% dos americanos eram favoráveis ao aborto. Essa é a tática da mentira auto-realizada. Criamos simpatia suficiente para vender nosso programa de aborto fabricando o número de abortos ilegais feitos anualmente nos E.U.A. Os números reais atingiam 100.000 mas repassávamos à mídia 1.000.000. Repetir a mentira incessantemente convence o público. O número de mortes de mulheres devido a abortos ilegais era em torno de 200-250 anualmente. Passávamos à mídia o número de 10.000. Essas falsas estimativas criaram raízes na consciência dos americanos convencendo muitos de que precisávamos derrubar a lei contrária ao aborto. Outro mito que alimentamos na opinião pública via mídia foi que a legalização do aborto significaria somente que os abortos outrora feitos ilegalmente, a partir de então seriam feitos legalmente. Na verdade, é óbvio, o aborto está sendo utilizado como o principal método de controle de natalidade nos EUA e o número anual de abortos aumentou em 1500% desde a legalização.


A segunda tática foi “dar a cartada Católica”
Aviltamos sistematicamente a Igreja Católica e suas “idéias socialmente retrógradas” e apontamos a hierarquia da Igreja como os vilões que se opunham ao aborto. Esse tema foi tocado incessantemente. Alimentamos a mídia com mentiras do tipo “todos nós sabemos que a oposição ao aborto vem da hierarquia e não da maioria dos católicos” e “pesquisas de opinião provam que a maioria dos católicos querem reforma na lei contra o aborto”. E a mídia bombardeou isso sobre o povo americano, persuadindo-o de que todo aquele que se opusesse ao aborto devia estar sob influência da hierarquia da Igreja e que os católicos a favor do aborto eram esclarecidos e progressistas. Uma inferência a essa tática foi que não havia grupos não católicos se opondo ao aborto. O fato de que outras religiões cristãs bem como não cristãs foram (e ainda são) monoliticamente opostas ao aborto foi constantemente suprimido, junto de opiniões de ateístas pró-vida.

A terceira tática foi o descrédito e a supressão de toda evidência científica de que a vida começa na concepção


Perguntam-me com freqüência o que me fez mudar de opinião. Como mudei de abortista proeminente a advogado pró-vida? Em 1973, tornei-me diretor de obstetrícia de um grande hospital na cidade de Nova Iorque e tinha que organizar uma unidade de pesquisa pré-natal, no início do surgimento de uma grande tecnologia que hoje utilizamos diariamente para estudar o feto no útero. Uma tática pró-aborto favorita é a insistência em que a definição do instante em que começa a vida é impossível; que a questão é teológica, moral ou filosófica, tudo menos científica. A fetologia traz uma evidência inegável de que a vida começa na concepção e requer toda a proteção e salvaguarda de que qualquer um de nós desfruta. Por que, você poderia pergutar, alguns médicos americanos cientes das descobertas da fetologia, desacreditam de si mesmos efetuando abortos? Aritmética simples, a US$300 por aborto, 1.55 milhões de abortos significa uma indústria gerando US$500.000.000 anualmente, dos quais a maioria vai para o bolso do médico que fez o aborto. É claro que o aborto é propositalmente a destruição do que é inegavelmente vida humana. Isso é um ato de violência mortal. Devemos considerar que a gravidez não planejada é um dilema penosamente difícil, mas enxergar sua solução em um ato de destruição deliberada é abusar da ilimitada ingenuidade humana e entregar a saúde pública à clássica resposta utilitária a problemas sociais.


Como cientista eu sei, não por crença, que a vida humana começa na concepção. Embora eu não seja um religioso, creio de todo o meu coração que há uma divindade que guia-nos a declarar o término final e irreversível a esse crime contra a humanidade, infinitamente triste e vergonhoso.


[N.T] Dr. Bernard Nathanson é autor de Aborting America e produtor do filme chocante e revelador The Silent Scream. No final dos anos 1970 abandonou a prática e a militância pró-aborto tendo se tornado ativista pró-vida.


Artigo originalmente publicado em http://www.aboutabortions.com/Confess.html


Traduzido exclusivamente para o MSM por Gerson Faria


Texto daqui.

"Partial-Birth Abortion"

O que é?


Ver aqui.

É isto o inferno (!?)

O Tribunal de Virginia reconsidera a sua decisão contra a proibição da lei do Aborto Parcial ("Partial Birth Abortion").


O documento pode ser lido aqui.

Ver notícia aqui.

P.S.

Parece que se deixou o argumento de que "são só células" para se passar mesmo à defesa pura e dura do aborto...

Ver mais aqui:

- The Partial Birth Abortion Ban, by Rep. Ron Paul, MD

- Partial-Birth Abortion Ban Act (Wikipedia)

quarta-feira, 30 de julho de 2008

“NÃO DEIXEM DESTRUIR O LUDO”

JSD/Faro e JSD/Loulé lançam alerta

Como é do conhecimento geral, a zona do Ludo (pertencente aos concelhos de Loulé e Faro) é uma zona bastante sensível em termos ambientais pois, para além de ter uma elevada biodiversidade, alberga espécies únicas a nível europeu. O Ludo é uma das poucas áreas litorais algarvias que ainda apresenta um ecossistema praticamente intocado pelo Homem, servindo também de protecção ao Parque Natural da Ria Formosa. A pressão urbanística nesta zona tem sido constante, devido à proximidade do mar e ás suas características, contudo, até agora, o local tem sido protegido graças à proibição de construção imposta à zona.

Tendo sido noticiado em diversos órgãos de comunicação social a compra de mais de 500 hectares de terreno no Ludo, com o objectivo de construção, nomeadamente através da obtenção de um projecto PIN (Projecto de Interesse Nacional), a JSD/Faro e a JSD/Loulé pedem a maior atenção por parte das autoridades competentes (Câmaras Municipais de Loulé e Faro; CCDR Algarve; ICN e Ministério da Economia) para esta situação, sendo de extrema importância salvaguardar o local de qualquer tipo de construção que não exija os mais elevados parâmetros de protecção ambiental.

Apesar da construção civil e o turismo serem mais valias importantes para a nossa região, não podem os mesmos serem desculpa para o atropelo das leis do nosso país, nomeadamente através da concessão de PIN`s. É de extrema importância que as autarquias, bem como os restantes interveninentes na zona, sejam ouvidos neste processo e que o seu parecer seja efectivamente tomado em consideração.

É igualmente importante que, de uma vez por todas, o Plano de Ordenamento do Parque Natural da Ria Formosa seja aprovado e implementado, para que se torne uma realidade e venha evitar conflitos e sobreposições de interesses e jurisdições como actualmente acontece.

A JSD/Faro e a JSD/Loulé irão continuar a acompanhar o desenvolvimento desta questão com atenção, intervindo na defesa do Ludo sempre que se verifique necessário, não deixando morrer um dos últimos redutos naturais do litoral algarvio.

O Presidente da JSD/Faro O Presidente da JSD/Loulé
Bruno Lage Bruno Inácio

Indiferença e insensibilidade

Um dos maiores problemas da nossa sociedade reside na nossa indiferença e insensibilidade aos outros e a nós mesmos.

Aconteceu, em Itália

terça-feira, 29 de julho de 2008

A promoção da irresponsabilidade

O governo, através da Direcção Geral de Saúde, continua a promover o facilitismo.
Desta vez, considera que ao distribuir pílulas e preservativos ao desbarato, sem consulta médica, sem acompanhamento de um especialista e inclusive "através de terceiros" (estamos a falar de quem? dos professores e contínuos das escolas?), as IVG's vão diminuir .
É clinicamente aceitável que se distribuam pílulas a raparigas ou crianças sem se saber se existem contra-indicações, sem saber se as mesmas estão a tomar algum outro remédio que anule o efeito da pílula, sem saber se as mesmas sabem como o devem tomar, etc., etc. ?
É isto sensato vindo de uma Direcção Geral de Saúde ?
Há que recordar que existem muitos casos (e eu conheço alguns) de mulheres que tiveram gravidezes indesejadas precisamente porque o preservativo falhou ou estava mal colocado ou porque um determinado remédio anulou o efeito da pílula.
Ou seja, ao promover a distribuição de pílulas e contraceptivos, este organismo público está indirectamente a promover o aumento do risco de ocorrências de IVG's em vez de as diminuir.
Esta nova estratégia do Governo parece esquecer duas constatações que a contrariam totalmente:
Uma) Proveniente da própria Associação do Planeamento familiar, segundo a qual, nos primeiros 6 meses de funcionamento da sua linha de apoio à IVG, das mulheres que procuravam praticar o aborto a pedido, A maioria das pessoas (68 por cento) usava contracepção, sendo a pílula o método mais utilizado (mais de 45 por cento), seguido do preservativo (mais de 35 por cento).
Duas) É a própria Direcção Geral de Saúde que, no seu site (Cfr. Página 17 do documento intitulado "Saúde Reprodutiva, Planeamento Familiar"), alerta para as falhas da pílula, caso em que a mulher poderá ter uma gravidez indesejada:
Afinal, estas informações técnicas, segundo a nova orientação da DGS, são dispensáveis...

Apoio à mulher grávida no algarve


A Santa Casa da Misericórdia de Albufeira é a instituição que, neste distrito, há mais tempo apoia a mulher grávida em dificuldade.


A instituição divide as suas valências em "casas".


Assim, existe


- A casa dos "Pirilampos" destinada a receber crianças e jovens desde o seu nascimento até aos 16 anos;


- A casa das "Cegonhas" destinada a receber mulheres maltratadas, solteiras ou grávidas com dificuldades económicas.


Diz a responsável em recente contacto telefónico comigo que é pouco amiga de teorias e mais amiga de trabalho e coisas práticas.


Daí aqui fica a mensagem que a Provedora me transmitiu:


Esta instituição algarvia necessita de tudo, camas, dinheiro, alimentação, roupas, brinquedos, fraldas,


O telefone é o 289 515 427 e as ofertas podem ser feitas nos 7 dias da semana.

A lei do riso


A nova lei do divórcio aprovada pela maioria de esquerda ainda não foi promulgada mas já provoca riso:


Alexandre Sousa Machado, professor de Direito de Família e advogado, referiu a questão do decreto de compensação (artigo 1676.º ), arrancando caricatamente risos entre a plateia, devido à linha de pensamento implícito no artigo.


De acordo com as alterações à lei, se um cônjuge teve um contributo manifestamente superior financeiramente tem direito a ser compensado, tornando-se credor do outro.


Vejamos o exemplo dado: após 20 anos de casamento, o ex-cônjuge A, na partilha, apresenta contas dos valores com que contribuiu para a vida em comum e fica credor de B, se este não souber demonstrar os valores com que contribuiu.


Como é que se vai quantificar, por exemplo, o valor/hora em que se passou as camisas ou lavou a roupa ou prestou assistência ao outro, em troca daquele poder beneficiar de um emprego fora de casa?


segunda-feira, 28 de julho de 2008

Abortion Practitioner Who Killed Woman in Legal Abortion Pleads Not Guilty


The abortion practitioner who has been charged with manslaughter after killing one of his patients in a botched legal abortion has plead not guilty to charges of manslaughter. Rapin Osathanondh killed 22-year-old Laura Smith in a legal abortion in September at his abortion facility.


Ver mais aqui.

Portugueses têm menos tempo para a família


Estudo mostra que quase todos os casais põem tempo para a família acima do dinheiro


Os portugueses têm em média menos 10 a 20 horas por semana para dedicar à família porque trabalham mais do que grande parte dos europeus. Os salários baixos são a principal causa apontada para a necessidade de trabalho extra.


"O horário médio semanal de trabalho em Portugal é de 50 a 60 horas, o que não corresponde ao horário oficial", garante Maria das Dores Guerreiro do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE) baseando-se em estudos sociológicos recentes sobre a situação no nosso país.


De acordo com as estatísticas europeias relativas a este ano, noruegueses, com 39,2 horas, irlandeses, com 40,2 horas, franceses e os suecos, com41, e alemães, com 41,7, são alguns dos europeus que trabalham bastante menos.


A socióloga considera que uma das consequências do tempo extra de trabalho é "grande parte dos portugueses terem um défice de tempo para a família de 10 a 20 horas semanais em relação a outros países europeus".


Um inquérito a 1203 casais, entre os 25 e os 45 anos, mostrou que passar mais tempo com a família é a principal prioridade da esmagadora maioria dos entrevistados. Dos que participaram no estudo "Análise da Mobilidade das Famílias Portuguesas", 94% consideraram dispor de mais tempo para o cônjuge e filhos mais importante do que terem mais dinheiro, mais tempo para si próprios, ou um emprego mais estável.


"Os portugueses estão carentes de dinheiro, mas estão ainda mais carentes de tempo para estar com a família", garantiu ao JN o presidente da Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN).


A socióloga e o presidente da APFN concordam em identificar os salários baixos praticados como o principal motivo do tempo de trabalho extra a que os portugueses são obrigados.


"Esta situação força a ter de investir mais no emprego e na profissão", afirma Maria das Dores Guerreiro, acrescentando que no nosso país ainda se identifica "profissionalismo" com "trabalhar para além da hora".


Quanto a passar do desejo à prática, a socióloga do ISCTE afirma que abdicar do emprego para dedicar mais tempo à família "apenas é possível nos casos em que já estão garantidos recursos muito superiores ao que é a média".


A falta de tradição de horários flexíveis, ou em "part-time", no nosso país é, de acordo com Maria das Dores Guerreiro, outro grande obstáculos à resolução do problema. Também para Fernando Castro a solução passa por olhar para o que é feito noutros países neste campo. "É vulgar os horários serem desfasados permitindo aumentar o tempo de funcionamento das instituições e evitar horas de ponta".


Uma proposta de flexibilização que a APFN já apresentou às autarquias e que acredita poder também contribuir para a redução "dos problemas de congestionamento rodoviário". Uma causa adicional da perda diária de tempo dos portugueses, de acordo com a associação.


Notícia daqui.

Os casamentos hetero e homo

Artigo de opinião de Henrique Monteiro muito sensato.

Aqui

MFL e o casamento

Entrevista de Manuela Ferreira Leite ao Expresso no Sábado, 26 de Julho de 2008:

“Mantêm que o casamento tem subjacente a procriação?

Mantenho. Se perder votos, assumo as consequências de dizer o que penso. Não aceito é transformar um tabu noutro tabu. Há uns anos a homossexualidade era um preconceito e agora não o é, mas não queiram criar outro. A relação homem-mulher é diferente e assenta no valor da família. Não contribuo para desmoronar esse conceito."

domingo, 27 de julho de 2008

Testemunho impressionante de vida: Iron Man no Hawaii - Pai leva filho com paralisia cerebral



Fica assim provado que as verdadeiras acessibilidades são o carinho e o respeito por cada um de nós...isto é amor!

Uma história verdadeira:
Um dia o filho pergunta ao pai:
"Papa, vens correr comigo a maratona?"
O pai responde que sim, e ambos correm a primeira maratona juntos.
Um outro dia, volta a perguntar ao pai se quer voltara correr a maratona com ele, ao que o pai responde novamente que sim.
Correm novamente os dois.
Certo dia, o filho pergunta ao pai: "papa, queres correr comigo o Ironman?(O Ironman é o mais difícil...exige nadar 4 km, andar de bicicleta 180 km e correr 42 )
E o pai diz que sim.
Isto é tudo muito simples...até que se vejam estas imagens...fantástico!

http://www.youtube.com/watch?v=VJMbk9dtpdY
QUE GRANDE HOMEM... QUE GRANDE PAI...

Testemunho impressionante de vida: a Arte não deixou de ser Arte!

sábado, 26 de julho de 2008

Doentes crónicos necessitam de 800 camas

Para dar resposta aos doentes crónicos e em sofrimento que existem em Portugal seriam necessárias perto de 800 camas, uma realidade que está muito longe das 350 previstas para os próximos oito anos, em unidades de cuidados paliativos.As medidas do Programa Nacional de Cuidados Paliativos prevêem a criação de 350 camas, sendo que 30% das quais estarão localizadas nos hospitais centrais e Institutos Portugueses de Oncologia.


Paralelamente à disponibilização destes equipamentos, a tutela prevê ainda que a medida integre também 30 equipas de suporte dentro dos hospitais e outras 40 a trabalhar em regime domiciliário.Os cuidados a desenvolver poderão dar resposta a 40% dos doentes com cancro e a 10% com outras patologias, segundo as medidas previstas no projecto que estará em discussão pública até 4 de Agosto.




De acordo com o Jornal de Notícias, as equipas multidisciplinares contarão com «médicos que assegurem a visita diária e assistência durante todos os dias da semana, incluindo as chamadas visitas urgentes durante a noite».




O mesmo documento define ainda que o apoio psicológico terá de ser feito através de uma visita diária e assistência a familiares, enquanto que as equipas de enfermagem e auxiliares de acção médica terão de estar permanentemente em funções durante 24 horas.


Notícia daqui.
Ver mais aqui.

Jovem pede ajuda para tratar cancro

Uma jovem de Castelo Branco precisa de ajuda para ser tratada a um problema oncológico, com o qual convive há cerca de dez anos. Em 1999, com 16 anos, Sónia Martins soube que tinha um sinoviosarcoma bifásico no braço esquerdo. A jovem foi tratada de imediato por via cirúrgica e submeteu-se a sessões de químio e radioterapia. Mas em 2003 e 2005 o problema voltou e está a resistir aos tratamentos a que tem sido submetida. Em Junho de 2007 foi detectada uma nova tumefacção, na zona das costas, que a químio e radioterapia não têm conseguido debelar.

Ver mais para ajudar aqui.

Movimento Portugal Pró Vida reza pelas 'vítimas do aborto'

Movimento Portugal Pró Vida espalha-se, esta noite, por vários hospitais do país para rezar pelas 'vítimas do aborto'. São grupos de cristãos que se juntam para fazer 'veladas pela vida' e querem chamar a atenção para aquilo que dizem ser a banalização do aborto em Portugal.


'Não podemos aceitar que o aborto se torne numa medida contraceptiva', palavras de Luís Botelho, organizador do movimento no Minho.




sexta-feira, 25 de julho de 2008

ALGARVE PELA VIDA: ENCONTRO


Esta 6ª feira, dia 25, terá lugar um encontro entre alguns membros do nosso blogue onde se vão discutir conteúdos, formas, propostas, críticas, etc.


Quem tiver sugestões ou críticas a fazer, por favor, utilize a caixa de comentários deste post ou envio-nos as suas ideias para algarve.vida@gmail.com


Muito obrigado !

quinta-feira, 24 de julho de 2008

Provida Valencia