Ciganos
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MRC
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Labels: Apoio à família, Família
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Labels: Apoio à família, Casamento, Família
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Labels: dia do pai, Educação dos Filhos, Família, Permissivismo
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Labels: Família
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Labels: Apoio à vida, Cultura e Vida, Família
Uma sondagem feita recentemente no Reino Unido mostra que um pai é o 10º desejo que as crianças mais gostariam de ter no Natal.
Esta situação dramática é bem elucidativa do que se passa actualmente nas sociedades pós-modernas.
A imaturidade masculina, o excesso do proteccionismo materno, o medo de assumir compromissos e responsabilidades e a vontade de "viver a vida" só para si serão, talvez, 4 dos principais motivos que levam a esta ausência da figura do pai.
Para mais informações sobre este assunto, vejam aqui
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Labels: divórcio, Família, Paternidade
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Labels: Conciliar Trabalho-Família, dia do pai, Família, Paternidade
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Labels: Apoio à família, Apoio à vida, Demografia, Família
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O nº de divórcios, de separações e os conflitos pela partilha de filhos em famílias destroçadas gera, entre outras coisas, a ruptura da Segurança Social e das suas funcionalidades.
Eis aqui uma, entre muitas outras, provas.
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Labels: divórcio, Família, Permissivismo
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Labels: Casamento, divórcio, Família, Permissivismo
Os cabelos brancos e as rugas "vêm tanto da alma que até nos orgulhamos deles. São o testemunho da nossa entrega desmesurada a emoldurar-nos o rosto"
Sónia Antunes
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Labels: Cultura e Vida, Família, Idosos
O sociólogo Mark Regnerus, do departamento de Sociologia e Centro de Investigação da População da Universidade do Texas, em Austin, nos Estados Unidos, desenvolveu um projecto denominado "New Family Structures Study" (NFSS).
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Labels: Adopção, Apoio à família, Família, homossexualidade, ideologia de género
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Labels: Família
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Labels: Apoio à família, Cultura e Vida, Família, ideologia de género
João Seabra Diniz, diretor da Sociedade Portuguesa de Psicanálise, considera, porém, que "o ideal de família é a três ou mais elementos, no caso de existirem mais filhos", sublinha o psicólogo infantil. "Porque sem este triângulo familiar, essa relação e o desenvolvimento emocional da criança podem ficar afetados".
A opinião é partilhada por Ricardo Simões: "Nós não defendemos as famílias em que apenas um progenitor está presente na vida da criança, porque é sempre diferente ter um pai e uma mãe presentes, mesmo que não estejam juntos".
Publicado no Diário de Notícias a 25 de Março de 2012
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Labels: Adopção, Família, homossexualidade
Numa audiência pública no fim do ano passado, 126 organizações civis, sociais e não governamentais da Federação Russa e da Ucrânia aprovaram a “Resolução de São Petersburgo Sobre os Rumos Anti-Família das Nações Unidas”. Alexey Komov (representante do Congresso Mundial das Famílias na Rússia e na Comunidade dos Estados Independentes) teve um papel importante na elaboração da Resolução, que dispõe, entre outras coisas:“Estamos convencidos de que a família natural (tradicional), traçada na natureza humana e baseada na união voluntária de um homem e uma mulher na aliança vitalícia do casamento, cujo propósito é a geração e criação de filhos, é ´a unidade coletiva natural e fundamental da sociedade’”.“O lugar da família na história e na vida de todas as sociedades humanas é absolutamente único, e nenhuma outra forma de relacionamento doméstico pode ser vista como de igual valor e status. Qualquer tentativa de prever igualdade de status para qualquer outra forma de relacionamento doméstico, em especial as uniões entre pessoas do mesmo sexo, é socialmente destrutiva”.“Estamos convencidos de que a família tradicional, o casamento, a geração e a educação dos filhos são elementos inseparáveis uns dos outros”.“A separação artificial da geração e da educação de filhos da família tradicional, da vida familiar e do casamento viola os direitos genuínos da criança e causa a destruição de qualquer sociedade”.“Estamos convencidos de que as crianças possuem um direito inato de nascerem na sua família natural (tradicional), de um homem e uma mulher casados, e de viverem com seus pais e serem criadas por eles, ou seja, com seu pai e sua mãe naturais. Mãe e pais são o modelo de vida para seus filhos, principalmente no que concerne à vida familiar, que obedece à natureza humana”.“Estamos seriamente preocupados com as ações de algumas organizações internacionais nos últimos anos, agindo contrariamente aos interesses de povos soberanos e manipulando a noção de 'direitos humanos’ para criar artificialmente os assim chamados direitos que antes eram desconhecidos e não possuem fundamento na natureza humana nem na natureza da sociedade, como ‘direito ao aborto’ e o ‘direito de escolher sua orientação sexual e identidade de gênero’. Na realidade, não existem tais direitos no direito internacional, seja por uma obrigação decorrente de tratado ou pelo direito internacional público costumeiro”.“Em particular, estamos bastante preocupados com o fato de que hoje, sob o pretexto de defender os direitos das crianças sob uma interpretação ilogicamente ampla e alguns ‘direitos humanos’ recentemente fabricados (como os ‘direitos sexuais’), com o apoio da ONU e de seus organismos, a cultura tradicional da vida familiar (que inclui a educação das crianças nesse contexto) está sendo sistematicamente destruída por muitas pessoas, incluindo algumas do nosso próprio país”.“Insistimos em que os Estados devem respeitar o papel e a posição única que os pais naturais (biológicos) possuem nas vidas das crianças. Quaisquer interpretações de qualquer posição dentro do direito internacional ou nacional devem refletir a suposição natural de que os pais naturais costumam agir de boa fé e conforme os interesses dos seus filhos. Os direitos dos pais com relação aos seus filhos são naturais e não 'concedidos’ a eles pelo Estado ou por qualquer organismo nacional ou internacional".“Temos também uma grande preocupação a respeito da recusa em proteger o direito à vida da criança no útero sob o pretexto do invertido ‘direito ao aborto’ da mulher. Estamos cientes de que ‘no que concerne aos fatos científicos, uma nova vida humana começa na concepção’ e que ‘desde a concepção, cada criança é, por natureza, um ser humano’. Crianças em gestação são seres humanos e, portanto, há uma obrigação dos Estados sob o direito internacional de proteger suas vidas da mesma forma que a de qualquer ser humano. Ao mesmo tempo, ‘não existe um direito ao aborto no direito internacional, seja por meio de tratado ou pelo direito internacional público costumeiro'".Entre os 126 signatários estavam: Representante do Congresso Mundial das Famílias na Federação Russa; filial regional de São Petersburgo do movimento público “União das Mulheres Russas – A Esperança para a Rússia”; filial regional de Tula da organização pública “Pela Vida e Defesa dos Valores Familiares”; Irmandade Cossaca em Nome e Exaltação da Cruz; Comissão Pública em Defesa da Família, Infância e Moralidade da Cidade de Sarov em Oblast de Níjni Novgorod; Centro Médico e Educacional Ortodoxo “Zhizn” em São Petersburgo; Grupo de Trabalho no Parlamento Russo pela Defesa das Famílias e das Crianças; organização pública “Comunidade de Grandes e Adotivas Famílias da Rússia - Muitos Filhos é algo bom!”; União dos Advogados Ortodoxos; Organização Esportiva e Patriótica “Rus” e Organização Pública “Ucrânia Cristã”.Excerto de artigo originalmente publicado no boletim informativo de março de 2012 do Congresso Mundial das Famílias (World Congress of Families). Título original: “Saint-Petersburg Resolution on the anti-family trends in the United Nations”. Publicado em Infovitae (base: In http://www.juliosevero.com/). Adaptado.
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Luís Lopes
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Podemos ajudá-la com apoio médico, jurídico, em géneros (alimentos, fraldas, papas, medicamentos e outros).
Ajudamo-la a obter o abono pré-natal e todos os demais subsídios a que tem direito.
Ajudamo-la a ficar com o seu bébé.
Caso assim o queira, ajudamo-la também a dar o seu bébé para adopção, com discrição e relativa facilidade, a casais que lhe darão tudo o que ele precisa.
Sobretudo, estamos dispostos a ouvi-la e a dividir e partilhar consigo as suas preocupações e ansiedades.
Contacte-nos através do nosso e-mail: algarve.vida@gmail.com
RESUMO DO ENCONTRO VIDA DE ALBUFEIRA
Estudo sobre a evolução do aborto
O encontro nos meios de comunicação social
Modelos de educação para a sexualidade