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segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

Testemunho Impressionante de Vida: Jan Grzebski

Um polonês que permaneceu 19 anos em coma, depois de ter sido atropelado por um trem, surpreendeu os médicos ao retomar a consciência.

De acordo com a imprensa polonesa, Jan Grzebski, hoje com 65 anos, ficou espantado com as mudanças na Polônia e em sua família durante o tempo em que permaneceu em coma.








Notícia daqui.
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Testemunho Impressionante de Vida: Terry Wallis

Tinha 19 anos quando sofreu um grave acidente de viação que o deixou em coma. E Terry Wallis permaneceu nesse estado durante muito tempo. Demasiado tempo para que houvesse esperanças de que voltasse a despertar. Mas, 19 anos depois, Wallis acordou. E após quase duas décadas em estado vegetativo, o paciente tem feito progressos surpreendentes para a comunidade científica.
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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Bastonário da Ordem dos Médicos contra Eutanásia


Palavras sábias do Senhor Bastonário da Ordem dos Médicos, num mundo que vai ficando cada vez mais louco.



Recordo que na Holanda, dos primeiros países a legalizar a eutanásia, a evolução da prática tem levado a que:

- os idosos comecem a ter medo de ir parar aos hospitais, e chegam mesmo a fugir para zonas fronteiriças da Holanda, por terem receio que os familiares lhes queiram aplicar a eutanásia.

- se tenha evoluído no sentido da prática de infanticídio mascarado de eutanásia em crianças com doenças terminais.



Mas aqui ficam as palavras do Senhor Bastonário ad memoriam rei futuram:



Comentando a preparação de uma moção sobre a eutanásia para ser discutida no próximo congresso do Partido Socialista, Pedro Nunes referiu que numa sociedade democrática qualquer assunto pode ser discutido com “tranquilidade e serenidade”.
Num eventual debate sobre a eutanásia, o bastonário vai defender que a eutanásia é um “enorme risco para a sociedade” porque levaria a desinvestimentos na área dos cuidados paliativos dirigidos aos doentes terminais.
Pedro Nunes defendeu que a legalização tornaria a eutanásia um dever, em vez de um direito.
O bastonário afirmou que a eutanásia é defendida numa sociedade que vive presa ao “pânico e medo” de um aproximar da morte e que é comum as pessoas pensarem que seria melhor terminar o mais rapidamente possível com o sofrimento.
Mas perante um cenário de “estímulo” ao desinvestimento na saúde, e especialmente nos cuidados paliativos, Pedro Nunes perspectivou que a morte dos doentes terminais “fosse bem mais precoce e mais difícil”.
“Seria um risco para todos nós como cidadãos que em algum momento podemos precisar de cuidados paliativos”, disse.
O responsável lembrou ainda que do ponto de vista da ética médica, os clínicos estão treinados para defender a vida e não a morte.
“Do ponto de vista social, (a legalização da eutanásia) seria um grande retrocesso civilizacional”, argumentou.
Pedro Nunes também sublinhou as diferenças entre a eutanásia e a distanásia. A primeira passa por deliberadamente provocar a morte, enquanto a segunda inclui a decisão do médico decidir dar mais terapêuticas para prolongar a vida."



Daqui

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Eluana

Apesar do seu neurologista ter afirmado recentemente "que sem as lesões cerebrais, a paciente tem estado de saúde normal. "Ela nunca sofreu uma doença e nunca foi necessário a utilização de antibióticos. Os órgãos internos não sofreram nenhum tipo de lesão", Eluana foi morta, com o beneplácito da justiça (com "j" pequeno) italiana.

A este propósito veja-se o excelente comentário do Wagner Moura, aqui.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

A outra história do caso Eluana

Aqui

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Ayudar a bien morir


El Parlamento de Francia acaba de terminar un informe de su comisión de estudios en la que recomienda mejorar las medidas de acompañamiento al enfermo terminal. En lugar de admitir la eutanasia o el suicido asistido, la solución para ayudar a bien morir a los enfermos terminales reside, en efecto, en extremar y mejorar los cualidades paliativos para estos enfermos.


Este informe del Parlamento francés, del que da cuenta uno de los últimos números de Aceprensa, se produce tras el caso Sebiré, un caso que conmocionó a la sociedad francesa. Si recuerdan los lectores, a principios del año pasado una enferma con un cáncer que le deformaba el rostro solicitó la eutanasia y, ante la negativa de las autoridades, optó por suicidarse. Pues bien, tras este lamentable episodio, el Parlamento de Francia decidió crear una comisión de estudio para analizar la aplicación de una ley de 2005 sobre el fin de la vida, ley que reconoce el derecho del paciente a no aceptar tratamientos considerados inútiles, que regula el testamento vital, admite el tratamiento del dolor bajo riesgo de acortar la vida y que, finalmente, obliga a todos los hospitales a tener camas disponibles para enfermos terminales. Esta ley no contempla ni la eutanasia ni el suicidio asistido puesto que diseña soluciones humanas para estos enfermos terminales. La eutanasia o el suicidio asistido, al contrario que las medidas contempladas en la ley de 2005, buscan la muerte del paciente, sea por acción sea por omisión. Las medidas de la ley de 2005 buscan aliviar el dolor del enfermo terminal, que es algo sustancialmente distinto.


Pues bien, la comisión, que estaba formada por cuatro parlamentarios de distintos partidos concluye que no existe un derecho a morir exigible ante la sociedad que justifique el suicidio asistido (proporcionando un producto letal) o la eutanasia (gesto activo para matar a petición del paciente). La eutanasia y el suicidio asistido no pertenecen a la especie de cuidados paliativos. Más bien están, dice la comisión parlamentaria, en otro contexto en el que se mina la relación especial de confianza entre el médico y el enfermo. Es mejor, mucho más humano, y también más lógico, facilitar una buena muerte paliando hasta donde sea posible el dolor del enfermo terminal en lugar de matarlo. Como dice la comisión, en lugar de admitir un derecho a morir, es mejor dar a conocer a pacientes y médicos las posibilidades de la ley de 2005, sorprendentemente desconocidas para una parte importante de franceses.


La comisión parlamentaria, como nos cuenta Aceprensa, propuso concretar en el código de deontología médica el modo de aplicar una sedación terminal cuando se han abandonado los tratamientos activos y el enfermo está inconsciente permitiendo así evitar agonías dolorosas. Claro está, esta sedación exige que el enfermo esté inconsciente y se hayan abandonado los tratamientos activos. En otro caso, tal práctica puede ser un caso de eutanasia. Con el fin de informar adecuadamente a las familias en estos casos tan delicados, la comisión parlamentaria también ha juzgado conveniente que en cada departamento médico haya un facultativo de referencia en cuidados paliativos que pueda mediar entre familias y médicos con el fin de buscar la mejor solución dentro de la ley.


Finalmente, la comisión parlamentaria reclama que se establezca un permiso laboral retribuido para el acompañamiento, a domicilio, de un familiar del enfermo terminal. Se plantea también la creación de un observatorio de prácticas médicas del fin de la vida con el objeto de conocer mejor las condiciones reales en que mueren los enfermos y se recomienda reforzar la formación de los médicos de cuidados paliativos.


Los diputados franceses que han formado la comisión de evaluación de la ley de 2005 entienden, pues, que la clave está en paliar el dolor, en ayudar a bien morir, en acompañar humanamente al enfermo terminal. Seguramente, entre las causas por las que algunos enfermos piden el suicidio asistido o la eutanasia se encuentra el desconocimiento de estas prácticas médicas y, sobre todo, la ausencia de personas de la familia que puedan acompañarles durante la enfermedad. La solución, como es lógico y razonable, está en la medicina que cura, que alivia el dolor, que ayuda a humanizar los últimos momentos de la vida.


Jaime Rodríguez Arana, Catedrático de Derecho Administrativo

Opinião daqui.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Apoio ao grão-duque de Luxemburgo em sua oposição à eutanásia

Acaba de começar uma campanha européia de apoio ao grão-duque Henrique de Luxemburgo, que em 1º de dezembro anunciou que não assinará uma eventual lei de autorização da eutanásia.

Em 11 de dezembro deverá discutir-se, em segunda leitura no Parlamento do Grão-Ducado, uma lei de despenalização da eutanásia e do suicídio assistido.
Em um comunicado enviado à Zenit, Elizabeth Montfort, antiga deputada européia, convida a apoiar o testemunho de defesa da vida, apesar do custo político, que o grão-duque está dando.

Montfort, que já começou a recolher o apoio de deputados europeus e de cidadãos, indica que «com tal de dar xeque-mate ao grão-duque Henrique, o primeiro-ministro, Jean-Claude Juncker, quer modificar a Constituição para retirar-lhe o poder de sancionar a lei. Este projeto se converteria em um autêntico golpe de Estado constitucional».



Notícia daqui.

Grão-Duque do luxemburgo veta lei da eutanásia

Ver aqui.