Papa convence mulher a não abortar e oferece-se para ser padrinho
Anna Romano escreveu ao Papa quando soube que estava grávida, mas nunca esperou o telefonema que a convenceu a deixar avançar a gravidez.
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Anna Romano escreveu ao Papa quando soube que estava grávida, mas nunca esperou o telefonema que a convenceu a deixar avançar a gravidez.
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São cada vez mais as grávidas que acabam no desemprego, a maior parte delas no âmbito de despedimentos colectivos. É que a gravidez por si só não protege o emprego das mulheres, que só não podem ser despedidas se o motivo for discriminatório. De acordo com o Diário de Notícias (DN), o número de processos de demissão de grávidas, analisados pela Comissão para a Igualdade no Trabalho e no emprego (CITE), passou de 112 para 172 em 2012.
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Eu tomava a pílula há uma década e nunca tinha tido problemas.Na verdade, agradava-me tomar anticonceptivos e achava queme fazia bem: não tinha de me preocupar com a acne; podia sereu a marcar o início do período e fazer de maneira que não mecalhasse ao fim-de-semana; e tinha até a impressão de termenos hipótese de vir a contrair cancro dos ovários.Sabia que a pílula anticonceptiva tinha alguns riscos.Mas sentia-me saudável e cheia de actividade;e, como nunca tinha fumado, não me ocorreu quecorresse riscos. Além disso, tomava a pílula há anos,pelo que presumi que, se tivesse de ter problemas, já os teria tido.Mudei radicalmente de perspectiva em Maio, quandofui parar ao banco de um hospital com trombos nosdois pulmões. Os médicos estão convencidos de queestes trombos – que podem ser fatais – são provocadospela pílula anticonceptiva.
Sei agora que as pílulas anticonceptivas com estrogéniosfazem mal, porque podem provocar trombos. Ao longo dos anos,os médicos têm-me falado dos muitos efeitos maravilhososda pílula na saúde, mas raramente referem os efeitos secundários.Olhando para trás, pergunto a mim própria se terei passadopor alto algum sinal de que a pílula era tóxica. E parece-me que sim.Sempre tive o sistema circulatório um bocado em baixo: incham-meas pernas, em especial quando está calor e depois de andar de avião;ando sempre com frio e fico com os dedos roxos quando a temperaturadesce, o que deverá ser síndrome de Raynaud.Daqui para o futuro, vou fazer muito mais perguntas acerca dotipo de pílula que tomo. E vou prestar mais atenção ao meu corpo.Sei que o meu corpo fez o que pôde para me dizer que se passava qualquer coisa.
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NOVAS RESPOSTAS AO SERVIÇO DA GRÁVIDA
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Mais uma vez, de três em três meses, as Mulheres do Século XXI voltaram a reunir-se ao almoço. Esta sexta-feira, no Jardim Botânico da Ajuda, o sétimo almoço foi dedicado à família. Em altura de profunda crise, como pode a família ajudar?
Fátima Fonseca, professora e presidente da CENOFA (Centro de Orientação Familiar) foi a oradora convidada. A meio de um arroz de pato e já depois de um gaspacho à alentejana, a docente discursou sobre a família. Casada há 40 anos, mãe de sete filhos e avó de oito netos («por enquanto», como fez questão de lembrar), alertou para a importância da família em tempos de crise.
«A família é uma âncora, algo que nos faz crescer como pessoas. E preocupa-me observar que, desde 1995, as taxas de natalidade e o número de casamentos não param de descer, enquanto os divórcios sobem», ressalvou a docente, pós-graduada em Mediação Familiar.
Fátima Fonseca deixou uma mensagem a todas as presentes: utilizar as vogais para realçar a importância da família em tempos de crise: «A, E, I, O, U. Amor, empatia, iniciativa, otimismo e união.»
Perto de 240 mulheres assistiram com atenção à intervenção da pedagoga. Para a professora, a crise não é apenas financeira: a própria noção de família está transformada.
«A crise não é apenas um grupo de pessoas que vive debaixo do mesmo teto. As crises rompem o equilíbrio de uma pessoa. E as famílias ganham um papel cada vez mais importante», relçou Fátima Fonseca.
Movimento em crescimento
O Jardim Botânico da Ajuda recebeu o sétimo almoço das Mulheres do Século XXI. O que nasceu de uma brincadeira de três amigas, há dois anos, tornou-se num movimento com cada vez mais participantes. O primeiro almoço contou com 130 mulheres. O sétimo encontro registou o dobro.
Alexandra Chumbo, Sofia Guedes e Theresa Carvalho formaram o grupo Mulheres do Século XXI, um grupo de amigas preocupadas com a crise de valores e o papel das mulheres na sociedade portuguesa. Através das redes sociais, o grupo foi crescendo, crescendo, ao ponto das inscrições para o almoço desta sexta-feira terem limitadas a 240 prsenças. O próximo, daqui a três meses, ultrapassará as 300, estima a organização.
«O nosso grupo no Facebook já tem mais de 1300 fãs. Costumamos dizer que somos femininas e não feministas, ativas e não ativistas», explicou Alexandra Chumbo, a A BOLA.
Cada encontro tem um tema. E cada tema uma oradora. A plateia tem mulheres de todas as profissões. Os almoços já contaram com a presença de deputadas e apresentadoras de televisão. Margarida Prieto, mulher de Manuel Damásio, antigo presidente do Benfica, participou no encontro desta sexta-feira. Mas aqui não se liga às profissões, apenas ao género. E nenhuma oradora é uma figura pública, apenas uma mulher a partilhar experiências.
«Não há protagonistas no grupo. Não trazemos figuras públicas, apenas mulheres normais», resume Alexandra Chumbo.
FONTE: BOLA
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A moda é um fenômeno universal.
Por essa razão, mais do que ao homem, a moda apaixona a mulher. (...)
É com nossa roupa que expressamos nossa personalidade, valores e espírito. Também, nossa roupa mostra a nossa participação em uma ou outra classe social.
A roupa, definitivamente, reflete o pensamento de uma pessoa e, por isso, o ato de vestir-se ou de adotar um determinado estilo pessoal próprio não é algo que deva ser feito de modo apressado.
Quando uma mulher se veste e prepara sua imagem, o motivo que deveria guiá-la não deveria ser o de apenas exibir um corpo bonito e bem conservado por dietas e exercícios, mas sim o de inspirar, através do seu bom gosto e decoro, outras mais jovens a irem em busca da verdade, manifestada em sua aparência pessoal.
Apenas as mulheres podem fazer isso e ensiná-lo a outras.
Como exemplo podemos dizer que os animais não usam roupas porque eles são incapazes, num sentido radical, de ter, de possuir. Além disso, eles não têm nada para expressar porque não escondem nada, nem tem que passar por esta ou aquela prova em sociedade.
Na verdade, a externalidade, no sentido próprio da palavra, só a pode ter aquele que possui uma interioridade. E é o ser humano, constituído por uma unidade substancial de corpo e alma, o único que pode viver uma interioridade a partir da sua sexualidade, masculina ou feminina.
É precisamente de acordo com a fineza de seu ser interior que o homem ou a mulher se veste, são criativos com sua arrumação pessoal e com sua forma de se apresentar exteriormente ao mundo.
Se nesse interior há valores vivos o resultado será uma presença que encanta, cheia de bom gosto e elegância. Se em vez disso, compra-se de tudo o que é moda, sem considerar o mundo interior, o resultado exterior expressará frivolidade e vazio.
Por isso, poderíamos pensar na frase “vista-se e me mostre seu interior”, já que quando vestidos, a roupa usada serve para que cada um exteriorize, do modo que lhe pareça mais conveniente, quem é por dentro.
Com o que eu visto, como mulher posso querer ser vista, chamar a atenção de uma forma provocativa ou, ao contrário, inspirar respeito. Com um vestido posso deixar as minhas pernas descobertas numa minissaia, ou cobrí-las para cuidar do meu interior.
Como mulher, se eu tenho um corpo bonito, não importando a idade que se tenha, posso decidir até onde vou mostrar e exibir. Mas, para poder ver claramento isso devo estar em íntima conexão com os valores que eu decidi viver.
Sheila Morataya
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No blogue do nosso amigo Wagner Moura, encontrei uma imagem muito original que nos dá uma perspectiva muito original do Natal que aqui reproduzo:
José a cuidar do menino, enquanto Maria dorme, numa perspectiva certamente não longe da verdade e que nos dá uma perspectiva interessante sobre a importância do papel do pai na maternidade.
Esta imagem infelizmente é um pouco o contrário do que vemos hoje, com muitos homens pais a fugirem das suas responsabilidades parentais ora falhando na presença junto dos filhos e da sua educação, ora falhando no contributo financeiro para o sustento dos seus filhos ora, inclusive, na forma como promovem uma verdadeira coação psicológica no sentido de obrigarem a mãe do seu filho a abortar.
Aqui fica esta beleza
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MRC
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Na actividade profissional, mas sobretudo em família, por vezes, é bastante habitual que surjam litígios e conflitos entre o homem e a mulher.
Esses conflitos, sobretudo no caso do casamento, podem ter efeitos nefastos e desembocar inclusive em divórcio.
Para prevenir esses conflitos, há que ter presente a forma de pensar e reagir do outro sexo.
Os homens serão mais básicos e actuam de forma mais condicionada enquanto as mulheres são mais sensíveis e susceptíveis.
Há atitudes que passam completamente ao lado dos homens e que, nas mulheres, são causa de transtorno e aborrecimento.
Por sua vez, as mulheres, muitas vezes, actuam na expectativa de uma reacção contrária àquela que elas próprias parecem consentir.
Por exemplo, uma mulher que diz que não é preciso que um familiar lhe dê boleia, na realidade, está na expectativa de receber essa boleia e se o familiar não lha der irá ficar ressentida e magoada.
Outra caracteristica complicada das mulheres é a sua imprevisibilidade. Actuam, por vezes, da forma que menos se esperava.
Como dizia um professor catedrático meu amigo, o prof. Manuel José Lopes da Silva, as mulheres escapam a qualquer estudo de natureza científica.
Este elemento torna mais difícil a tarefa do homem mas há sempre que contar com este elemento-surpresa.
Em particular, os homens, e por maioria de razão, os maridos, devem estar particularmente atentos a estes sinais contraditórios na forma como se devem antecipar a certas situações, tomando a iniciativa de as executar, a priori, antes que a mulher os julgue e condene a posteriori pelas suas omissões.
Estar alerta a estas armadilhas montadas pelas mulheres é meio caminho andado para evitar discussões e cicatrizes e rancores desnecessários.
Por vezes, faz-se faísca, mas biologica e psicologicamente falando, não podemos viver sem elas, nem elas sem nós, homens.
Por isso, saber a fórmula de descodificação dos seus comportamentos, antecipar comportamentos de forma a reduzir ou anular as suas reacções, por vezes, imprevisíveis é a solução para o problema.
Quanto a nós homens, somos mais básicos. Basta jogar com os nossos instintos e ficamos logo domesticados!
:O)
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Liliana F. Verde
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Podemos ajudá-la com apoio médico, jurídico, em géneros (alimentos, fraldas, papas, medicamentos e outros).
Ajudamo-la a obter o abono pré-natal e todos os demais subsídios a que tem direito.
Ajudamo-la a ficar com o seu bébé.
Caso assim o queira, ajudamo-la também a dar o seu bébé para adopção, com discrição e relativa facilidade, a casais que lhe darão tudo o que ele precisa.
Sobretudo, estamos dispostos a ouvi-la e a dividir e partilhar consigo as suas preocupações e ansiedades.
Contacte-nos através do nosso e-mail: algarve.vida@gmail.com
RESUMO DO ENCONTRO VIDA DE ALBUFEIRA
Estudo sobre a evolução do aborto
O encontro nos meios de comunicação social
Modelos de educação para a sexualidade