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sexta-feira, 17 de maio de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
Deputados brasileiros aprovam o estatuto de defesa do nascituro
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PLATAFORMA ALGARVE PELA VIDA
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Labels: Aborto no Mundo
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Legalización del aborto incrementa “abortos por coerción”, advierte científico
El Dr. Elard Koch, investigador en ciencias biomédicas de la Universidad de Chile y actual director del Instituto MELISA, advirtió que la legalización del aborto acrecienta el problema de que miles de mujeres sean “obligadas a abortar legalmente contra su voluntad”.
En un artículo publicado en el sitio web ChileB, el Dr. Koch señaló que “aunque la relación parece independiente del estatus legal del aborto, es un hecho que miles de mujeres son obligadas a abortar legalmente contra su voluntad, fenómeno conocido como ‘aborto por coerción’”.
“La legalización del aborto acrecienta el problema, principalmente debido a una mayor permisividad, facilidad de acceso e incremento sustantivo de las tasas de incidencia del aborto electivo”, explicó.
El Dr. Koch señaló que “en las últimas décadas, varios estudios epidemiológicos indican que una proporción significativa de abortos inducidos legales –25% o incluso más– ocurre por coerción de la propia pareja o un familiar sobre la mujer o niña esperando un hijo”.
Indicó que de hecho, entre los factores de riesgo más comunes para que las mujeres sean empujadas a abortar, con problemas de salud mental posteriores, “se encuentra la historia de violencia doméstica infligida por la pareja o el antecedente de abuso durante la niñez”.
El científico chileno indicó que en ocasiones “es la propia madre, el padre o ambos los que fuerzan el aborto de una hija embarazada”.
“A esto, se agregan casos de abuso reiterado de adolescentes donde se recurre al aborto legal en caso de embarazo”, indicó.
Al recordar una reciente reunión de la Organización de las Naciones Unidas (ONU), en que delegados de los países miembros debatieron estrategias para la “eliminación y prevención de todas las formas de violencia contra las mujeres y las niñas”, el científico chileno subrayó que “el aborto es otra forma de violencia contra la mujer”.
“Cuando se considera quitar la vida de un hijo o hija en gestación, sea envenenándolo químicamente o desmembrándolo quirúrgicamente, legal o no, es lógico concluir que el aborto es por sí mismo un acto violento”, dijo.
El director del Instituto MELISA apuntó que estudios realizados en Finlandia “confirman que el aborto incrementa a más del doble el riesgo de suicidio en mujeres en edad reproductiva, mientras el embarazo llevado a término lo reduce”.
Otro estudio reciente, realizado en Chicago (Estados Unidos), “mostró que el aborto incrementa el riesgo de problemas de pareja, incluyendo violencia doméstica, consumo de drogas y divorcio. Al mismo tiempo, existe una fuerte correlación entre las tasas de aborto y homicidios de mujeres”.
El Dr. Koch se refirió también al caso de China, donde “miles de mujeres son obligadas a abortar debido a las políticas de un solo hijo. El aborto sexo-selectivo de miles de niñas es una cruda realidad de discriminación contra la mujer en China que se reproduce culturalmente también en India”.
En el contexto de América Latina, señaló, “la historia de aborto inducido se asocia significativamente a ideación suicida en mujeres brasileñas. En México, la violencia física contra la mujer embarazada se incrementó de 5,3% a 9,4”.
“Los estudios se multiplican y estos son sólo algunos ejemplos”, dijo.
El científico chileno recordó que el Secretario General de la ONU, Ban Ki-moon, dijo en la reciente reunión sobre violencia contra la mujer que esta “nunca es aceptable, nunca es excusable, nunca es tolerable”.
Para Koch, “si éstas no son sólo palabras de buena crianza, la alarmante expansión del aborto legal como forma de violencia contra la mujer, no debería pasar inadvertida para ninguna nación respetuosa de los derechos humanos fundamentales”.
“Omitir su discusión, no es más que favorecer una agenda hipócrita: discutamos toda violencia contra las mujeres y las niñas, menos el aborto cuando es legal”, criticó.
Para leer el artículo completo, puede ingresar a: http://www.chileb.cl/perspectiva/aborto-y-violencia-contra-la-mujer-una-verdad-incomoda/
Read more: http://www.ewtnnoticias.com/noticias-catolicas/noticia.php?id=28426#ixzz2QuZemgzs
Daqui.
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Liliana F. Verde
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Aborto aumenta a mortalidade materna e danifica saúde de mulheres, asseguram peritos ante a ONU
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Liliana F. Verde
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336 milhões de abortos e 196 milhões de esterilizações na China por política do filho único
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Liliana F. Verde
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Labels: Aborto no Mundo
Revista Times: Promotores do aborto têm perdido as batalhas contra os pro-vidas nos EUA
Na capa de sua edição de janeiro de 2013, a famosa revista americana Times, assegura que embora "40 anos atrás, os ativistas do direito ao aborto obtiveram uma épica vitória com (a sentença da Corte Suprema no caso) Roe vs. Wade", que permitiu a legalização do aborto nos Estados Unidos, "eles estiveram perdendo desde então" para os pró-vidas.
Conforme explica Kate Pickert, autora do artigo de capa, desde que em janeiro de 1973 a Corte Suprema dos Estados Unidos converteu em um direito federal o acesso ao aborto, "o movimento pro-choice (abortista) vem perdendo" as suas lutas.
"Em muitas partes do país, atualmente, recorrer a um aborto é mais difícil que em muitos lugares desde a década de 1970".
Pickert assinalou que "há menos médicos dispostos a realizar o procedimento e menos clínicas abortistas no negócio".
"Os ativistas pro-choice (abortistas) foram ultrapassados por seus contrapartes pró-vidas, que pressionaram exitosamente para obter regulações estatais que limitam o acesso" ao aborto, escreveu.
"Muitos estados requerem atualmente que as mulheres passem por aconselhamento, períodos de espera ou ultrassons antes de submeter-se a abortos", indicou.
Para a jornalista americana, "a causa pró-vida esteve ganhando a guerra do aborto, em parte, porque buscou uma estratégia organizada e bem executada".
Além disso, reconheceu, "a opinião pública está crescentemente" do lado pró-vida.
"Graças ao ultrassom pré-natal e aos avanços da neonatologia, os americanos podem agora saber como se vê um feto e que os bebês nascidos tão prematuramente como às 24 semanas agora podem sobreviver", assinalou Pickert.
A jornalista da Times disse que "apesar de que três quartos dos americanos acreditarem que o aborto deveria ser legal em alguns ou todos os casos, a maioria apoia leis estatais que regulem o procedimento, e cada vez menos se identificam a si mesmos como ‘pro-choice’ nas pesquisas de opinião pública".
Pickert também retratou a divisão geracional que destrói por dentro a causa abortista, pois "os jovens ativistas do direito ao aborto reclamam de que as líderes das organizações feministas", que tinham 20 ou 30 anos quando se legalizou o aborto nos Estados Unidos, "não estão dispostas a passar a tocha às novas gerações".
Entretanto, para Kate Pickert, um dos principais motivos da derrota dos promotores do aborto é que "em uma democracia dinâmica como os Estados Unidos, defender o status quo é sempre mais difícil que lutar para mudá-lo".
Uma das expressões mais claras do avanço da causa pró-vida nos Estados Unidos é a multitudinária marcha nacional pela defesa da vida que mobilizam centenas de milhares de pessoas, com frequência ignoradas pelos meios, todos os anos em janeiro, no aniversário da sentença de Roe vs. Wade.
A última marcha, em 2012, reuniu mais de 400 mil pessoas que durante várias horas suportaram intenso frio, neblina e até chuva enquanto percorriam as principais ruas da capital americana até a sede do Capitólio.
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terça-feira, 16 de abril de 2013
Governo espanhol quer restringir o acesso ao aborto legal.
O ministro da justiça de Espanha, Alberto Ruiz Gallardón, afirmou esta terça-feira que o Governo está a preparar uma nova lei que terá em conta que “A vida é um direito inalienável e não uma concessão”.
Embora no papel a lei do aborto em Espanha não seja muito diferente da portuguesa, a interpretação feita é muito mais permissiva. Uma enorme quantidade de abortos são feitos ao abrigo do “perigo físico ou psíquico” para a mulher, sendo que para tal basta uma declaração da mesma. Com a nova lei, garante o Governo, será necessário comprovar esses perigos para a saúde da mãe.
A proposta do Executivo acaba com a noção de prazos: “O sistema tem de ser por indicações e não por prazos, explicou o ministro, para quem não faz qualquer sentido que “até às catorze semanas sim, mas catorze semanas mais um dia, não”.
O ministro Gallardó diz que a nova lei será mais próxima dos critérios estabelecidos pelo Tribunal Constitucional, que se pronunciou sobre a questão em 1985: “O nascituro é um bem jurídico protegido, que tem relevância na vida humana desde o momento da sua concepção, se bem que essa protecção não é absoluta”, resumiu o ministro.
Segundo esta visão da vida humana o aborto apenas será legal em casos em que os direitos do nascituro choquem com os da mãe e aí “o legislador tem de actuar”, disse o ministro da Justiça. Mesmo nos casos de má-formação o aborto passará a ser ilegal, deu a entender Gallardó: “Não há uma vida menos valiosa que outra, nem muito menos como consequência de uma deficiência”.
A nova proposta, que ainda não está finalizada, obriga ainda as menores a obter consentimento dos pais quando quiserem interromper uma gravidez e regula a objecção de consciência.
A reacção do PSOE a estas medidas não se fez esperar. O partido socialista espanhol avisa que caso o Governo “limite a liberdade das mulheres”, denunciará a concordata com a Santa Sé.
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quarta-feira, 3 de abril de 2013
O aborto e a ameaça à soberania nacional
(Parte I)
(Parte II)
(Parte III)
(Parte VI)
países do mundo, patrocinou a distribuição de centenas de milhares de aparelhos para procedimento abortivo em mais de setenta países, na maioria dos quais o aborto não era legal, e implantou as redes de clínicas clandestinas de abortos em vários desses países.
Ivanaldo Santos
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Liliana F. Verde
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sexta-feira, 15 de março de 2013
Papa Francisco sobre o aborto e a educação sexual
Aborto y derechos de la mujer-“La batalla contra el aborto la sitúo en la batalla a favor de la vida desde la concepción. Esto incluye el cuidado de la madre durante el embarazo, la existencia de leyes que protejan a la mujer en el post parto, la necesidad de asegurar una adecuada alimentación de los chicos, como también el brindar una atención sanitaria a lo largo de toda una vida, el cuidar a nuestros abuelos y no recurrir a la eutanasia. Porque tampoco debe ‘submatarse’ con una insuficiente alimentación o una educación ausente o deficiente, que son formas de probar de una vida plena. Si hay una concepción que respetar, hay una vida que cuidar.”
-Muchos dicen que la oposición al aborto es una cuestión religiosa.
-“Que va… La mujer embarazada no lleva en el vientre un cepillo de dientes; tampoco un tumor. La ciencia enseña que desde el momento de la concepción, el nuevo ser tiene todo el código genético. Es impresionante. No es, entonces, una cuestión religiosa, sino claramente moral con base científica, porque estamos en presencia de un ser humano.
-¿Pero la graduación moral de la mujer que aborta es la misma que la de quien la practica?
-No hablaría de graduación. Pero sí a mí me da mucho más –no digo lástima-, sino compasión, en el sentido bíblico de la palabra, o sea, de compadecer y acompañar, una mujer que aborta por vaya uno a saber qué presiones, que aquellos profesionales –o no profesionales- que actúan por dinero y con una frialdad única. […] Esa frialdad contrasta con los problemas de conciencia, los remordimientos que, al cabo de unos años, tienen muchas mujeres que abortaron. Hay que estar en el confesonario y escuchar esos dramones, porque saben que mataron a un hijo.
(El Jesuita. Conversaciones con el cardenal Jorge Bergoglio, SJ., Sergio Rubín y Francesca Ambrogetti, Vergara editor, pág. 91)
Educación sexual
“La iglesia no se opone a la educación sexual. Personalmente, creo que debe haberla a lo largo de todo el crecimiento de los chicos, adaptada a cada etapa. En verdad, la Iglesia siempre impartió educación sexual, aunque acepto que no siempre lo hizo de un modo adecuado. Lo que pasa es que actualmente muchos de los que levantan las banderas de la educación sexual la conciben separada de la persona humana. Entonces, en vez de contarse con una ley de educación sexual para la plenitud de la persona, para el amor, se cae en una ley para la genitalidad. Ésa es nuestra objeción. No queremos que se degrade a la persona humana. Nada más”.
(El Jesuita. Conversaciones con el cardenal Jorge Bergoglio, SJ., Sergio Rubin y Francesca Ambrogetti, Vergara editor, pág. 92-93)
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Labels: Aborto no Mundo, Doutrina Social da Igreja, Educação Sexual
Como prevenir e combater o aborto
1. Fight poverty
Poverty and the hopelessness it can bring into people’s lives is a major factor in the abortion rate. In one study by the Guttmacher Institute, women on Medicaid had twice the abortion rate of other women, even in states that fund childbirth but not abortions.
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sábado, 9 de março de 2013
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
O próximo Papa no meio de evangélicos a falar do valor da vida
Como sabem a Igreja Católica irá escolher no próximo mês de Março um novo Papa que precisa de ser jovem, dinâmico, defensor da vida, alegre e corajoso para enfrentar os seus inimigos internos e externos.
Tenho vindo a acompanhar, desde há mais de 1 ano, o percurso do Cardeal de Nova York Timothy Dolan que tem todas estas características.
Nos últimos dias tenho vindo a rezar para que seja ele o eleito, confiando, porém, no poder supremo do Espírito Santo que saberá escolher o melhor, seja ele este ou outro qualquer.
Aos meus amigos evangélicos deixo aqui um vídeo de um visita que este Cardeal fez em Agosto de 2012 a uma das comunidades evangélicas mais antigas do mundo, Woodcrest Bruderhof, com origem na Alemanha.
Vejam como ele está à vontade com os cristãos não católicos, na refeição e na tertúlia que se segue, como os anima a serem consequentes com a sua fé, e em particular, ao falar da defesa da vida e como ele nos anima a estarmos todos juntos, católicos e evangélicos, nesta luta.
Vale a pena ver este vídeo até ao fim e pedía para que rezem também para que o novo Papa seja um exemplo e um modelo de Cristo para toda a Cristandade, seja ele o Cardeal Timothy Dolan ou não.
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MRC
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domingo, 27 de janeiro de 2013
Petição Europeia "Um de Nós" pela defesa da vida
Podem assinar a favor do reconhecimento da dignidade da vida humana...
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sábado, 19 de janeiro de 2013
UK parents reject abortion after seeing their disabled son smile on ultrasound
The parents of a child diagnosed with a severe malformation rejected advice to
abort him after they saw their baby smile, blow bubbles, wave his arms and kick
during a 3D ultrasound scan at 20 weeks of life.
Ler mais aqui.
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Liliana F. Verde
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A survivor of a failed abortion, Dr. Imre Téglásy now fights for life in Hungary
In a short video
released this week by Human Life International (HLI), Dr. Imre Téglásy tells his
personal story of learning he was as an abortion survivor and how that
revelation as a young child drives his work to defend life in his home country
of Hungary.
Ler mais aqui.
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Liliana F. Verde
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domingo, 6 de janeiro de 2013
Time deste mês aborda temática do aborto

Conforme explica Kate Pickert, autora do artigo de capa, desde que em janeiro de 1973 a Corte Suprema dos Estados Unidos converteu em um direito federal o acesso ao aborto, "o movimento pro-choice (abortista) vem perdendo" as suas lutas.
"Em muitas partes do país, atualmente, recorrer a um aborto é mais difícil que em muitos lugares desde a década de 1970".
Pickert assinalou que "há menos médicos dispostos a realizar o procedimento e menos clínicas abortistas no negócio".
"Os ativistas pro-choice (abortistas) foram ultrapassados por seus contrapartes pró-vidas, que pressionaram exitosamente para obter regulações estatais que limitam o acesso" ao aborto, escreveu.
"Muitos estados requerem atualmente que as mulheres passem por aconselhamento, períodos de espera ou ultrassons antes de submeter-se a abortos", indicou.
Para a jornalista americana, "a causa pró-vida esteve ganhando a guerra do aborto, em parte, porque buscou uma estratégia organizada e bem executada".
Além disso, reconheceu, "a opinião pública está crescentemente" do lado pró-vida.
"Graças ao ultrassom pré-natal e aos avanços da neonatologia, os americanos podem agora saber como se vê um feto e que os bebês nascidos tão prematuramente como às 24 semanas agora podem sobreviver", assinalou Pickert.
A jornalista da Times disse que "apesar de que três quartos dos americanos acreditarem que o aborto deveria ser legal em alguns ou todos os casos, a maioria apoia leis estatais que regulem o procedimento, e cada vez menos se identificam a si mesmos como ‘pro-choice’ nas pesquisas de opinião pública".
Pickert também retratou a divisão geracional que destrói por dentro a causa abortista, pois "os jovens ativistas do direito ao aborto reclamam de que as líderes das organizações feministas", que tinham 20 ou 30 anos quando se legalizou o aborto nos Estados Unidos, "não estão dispostas a passar a tocha às novas gerações".
Entretanto, para Kate Pickert, um dos principais motivos da derrota dos promotores do aborto é que "em uma democracia dinâmica como os Estados Unidos, defender o status quo é sempre mais difícil que lutar para mudá-lo".
Uma das expressões mais claras do avanço da causa pró-vida nos Estados Unidos é a multitudinária marcha nacional pela defesa da vida que mobilizam centenas de milhares de pessoas, com frequência ignoradas pelos meios, todos os anos em janeiro, no aniversário da sentença de Roe vs. Wade.
A última marcha, em 2012, reuniu mais de 400 mil pessoas que durante várias horas suportaram intenso frio, neblina e até chuva enquanto percorriam as principais ruas da capital americana até a sede do Capitólio.
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