A Associação de Solidariedade Social 9meses, é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 2012 no município de Portimão.
A sua missão é ajudar mulheres grávidas e mães a implementar um projecto pessoal, familiar e social que permita melhorar a sua vida e a do seu bebé
A Associação presta assistência a grávidas e mães que se encontrem com dificuldades socioeconómicas e em exclusão social, tanto aquando da gravidez, como a mães que se encontram dentro do tempo de licença de maternidade.
A 9meses precisa urgentemente de um berço caso tenha algum pode entrega-lo na Rua de Moçambique -
Qta. do Amparo( antigo jardim infantil) todas as quarta-feira entre as 10h e o 12h ou contatar para o 969885464.
Contribua! A 9meses agradece!
domingo, 28 de abril de 2013
Associação 9 meses necessita de Berço
A Associação de Solidariedade Social 9meses, é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 2012 no município de Portimão.
A sua missão é ajudar mulheres grávidas e mães a implementar um projecto pessoal, familiar e social que permita melhorar a sua vida e a do seu bebé
A Associação presta assistência a grávidas e mães que se encontrem com dificuldades socioeconómicas e em exclusão social, tanto aquando da gravidez, como a mães que se encontram dentro do tempo de licença de maternidade.
A 9meses precisa urgentemente de um berço caso tenha algum pode entrega-lo na Rua de Moçambique -
Qta. do Amparo( antigo jardim infantil) todas as quarta-feira entre as 10h e o 12h ou contatar para o 969885464.
Contribua! A 9meses agradece!
sábado, 27 de abril de 2013
Educação para uma sexualidade saudável
Sabiam que existe um apostolado Mexicano chamado COURAGE, com aprovação de Papa Bento XVI, que cuida exclusivamente de jovens com tendência homossexual (homens e mulheres) que procuram viver a castidade?
quinta-feira, 25 de abril de 2013
segunda-feira, 22 de abril de 2013
O direito a ter filhos e a ter um pai e uma mãe
1 – As técnicas de reprodução artificial abrem um conjunto de procedimentos para os quais terá de haver uma resposta Ética sob pena e risco de destruirmos o Humano. A Ciência deve estar ao serviço do Homem, e não o inverso. Se negamos ao Humano a sua dignidade, estamos no campo da destruição, da violação e do atentado ao Futuro.
2 – Como sabemos é hoje possível uma mulher recorrer a um “banco de esperma” para ser inseminada com sémen de dador anónimo. A lei portuguesa proíbe que mulheres sozinhas o façam, mas permite que uma mulher casada possa ser inseminada por recurso ao banco de esperma. Será pai da criança que nascer, o marido da mãe (presunção legal).
3 – Vem agora a debate o tema para que se admita a inseminação de mulheres solteiras. Invoca-se para tal o “direito a ter filhos”. Existe o direito a constituir família mas não existe direito a ter filhos. Esse direito não teria quem o pudesse satisfazer. Isto é, o Estado não se pode comprometer com o “dever de dar filhos”.
4 – Mas, acima de tudo, não se concebe esse “direito” porque atenta contra a dignidade de um ser que está por nascer. O homem nasce de um acto de Amor e não de uma deliberação laboratorial. Na verdade, estamos a falar de pessoas, que nascendo daquela forma estariam privadas da sua identidade genética e biológica. Crianças que nascem “sem pai”. Sem o direito a saber qual a identidade daquele que lhes deu a vida (anonimato do dador).
5 – Num tempo em que a Medicina aposta cada vez mais na prevenção a partir da hereditariedade – vamos ao médico, e ele pergunta-nos “o seu pai tem diabetes, hipertensão, doenças oncológicas?”, estas crianças (futuros adultos) ficam privados de uma resposta. Por isso, se tem entendido que é um Direito Fundamental o direito a conhecer a filiação e a identidade genética. Por isso, se lutou tanto contra os “filhos de pai incógnito” do antigamente.
Bastam os infortúnios da vida, que ditam a privação do pai ou da mãe (e para os quais não há lei que remedeie) quanto mais, criar deliberadamente crianças sem pai ou sem mãe (dádiva ovócitos).
6 – As legislações, eivadas de concepções ideológicas (onde se explora mesmo a fraqueza humana – “quero um filho só meu”) têm permitido que tal aconteça e preparam-se para alargar essa possibilidade. Sabemos para onde caminhamos? Pensamos nos cidadãos assim nascidos? Que custos (humanos) terão no futuro tais práticas?
7 – Foi publicado na Revista da Ordem dos Advogados a notícia que passamos a transcrever:
“Doação de esperma deixa de ser anónima
Desde meados de Fevereiro, as pessoas geradas por inseminação artificial na Alemanha, utilizando uma doação anónima de esperma, terão o direito a saber quem são os pais biológicos. O Tribunal Superior Estadual de Hamm, no Estado da Renância do Norte-Vestfália, na Alemanha, veio reconhecer a Sarah P. (com 21 anos) o direito a conhecer a identidade do seu pai biológico, obrigando, em consequência, o médico responsável pela inseminação artificial que deu origem ao seu nascimento a revelar a identidade do doador anónimo de esperma. “O interesse da autora de conhecer a identidade do pai está acima do direito do doador ao sigilo dos dados da doação”, justifica a sentença, que se baseia no direito ao livre desenvolvimento da personalidade garantido pela Constituição alemã.
O Tribunal Constitucional Federal alemão tem reconhecido, desde 1989, em diversas sentenças, o chamado “direito de informação”. Estas decisões podem ter consequências importantes a nível do direito sucessório e do direito da família, já que os filhos gerados a partir de uma inseminação anónima podem posteriormente vir contestar a paternidade legal e requerer que o doador a assuma, com todas as implicações legais (vg. Direito a pensão de alimentos e à herança do doador).
Na Alemanha, calcula-se em 100 mil o número de pessoas afectadas pela sentença do tribunal de Hamm, todos filhos de doadores anónimos”.
8 – Não será tempo de ver os erros em que outros caíram e desde já emendar, corrigir e aperfeiçoar a nossa lei? Ou esperamos que no futuro milhares de “dramas” cheguem aos Tribunais? A ideologia hoje, mata a Verdade?
Isilda Pegado
Presidente da Federação Portuguesa pela Vida
Isilda Pegado
Presidente da Federação Portuguesa pela Vida
sexta-feira, 19 de abril de 2013
Legalización del aborto incrementa “abortos por coerción”, advierte científico
El Dr. Elard Koch, investigador en ciencias biomédicas de la Universidad de Chile y actual director del Instituto MELISA, advirtió que la legalización del aborto acrecienta el problema de que miles de mujeres sean “obligadas a abortar legalmente contra su voluntad”.
En un artículo publicado en el sitio web ChileB, el Dr. Koch señaló que “aunque la relación parece independiente del estatus legal del aborto, es un hecho que miles de mujeres son obligadas a abortar legalmente contra su voluntad, fenómeno conocido como ‘aborto por coerción’”.
“La legalización del aborto acrecienta el problema, principalmente debido a una mayor permisividad, facilidad de acceso e incremento sustantivo de las tasas de incidencia del aborto electivo”, explicó.
El Dr. Koch señaló que “en las últimas décadas, varios estudios epidemiológicos indican que una proporción significativa de abortos inducidos legales –25% o incluso más– ocurre por coerción de la propia pareja o un familiar sobre la mujer o niña esperando un hijo”.
Indicó que de hecho, entre los factores de riesgo más comunes para que las mujeres sean empujadas a abortar, con problemas de salud mental posteriores, “se encuentra la historia de violencia doméstica infligida por la pareja o el antecedente de abuso durante la niñez”.
El científico chileno indicó que en ocasiones “es la propia madre, el padre o ambos los que fuerzan el aborto de una hija embarazada”.
“A esto, se agregan casos de abuso reiterado de adolescentes donde se recurre al aborto legal en caso de embarazo”, indicó.
Al recordar una reciente reunión de la Organización de las Naciones Unidas (ONU), en que delegados de los países miembros debatieron estrategias para la “eliminación y prevención de todas las formas de violencia contra las mujeres y las niñas”, el científico chileno subrayó que “el aborto es otra forma de violencia contra la mujer”.
“Cuando se considera quitar la vida de un hijo o hija en gestación, sea envenenándolo químicamente o desmembrándolo quirúrgicamente, legal o no, es lógico concluir que el aborto es por sí mismo un acto violento”, dijo.
El director del Instituto MELISA apuntó que estudios realizados en Finlandia “confirman que el aborto incrementa a más del doble el riesgo de suicidio en mujeres en edad reproductiva, mientras el embarazo llevado a término lo reduce”.
Otro estudio reciente, realizado en Chicago (Estados Unidos), “mostró que el aborto incrementa el riesgo de problemas de pareja, incluyendo violencia doméstica, consumo de drogas y divorcio. Al mismo tiempo, existe una fuerte correlación entre las tasas de aborto y homicidios de mujeres”.
El Dr. Koch se refirió también al caso de China, donde “miles de mujeres son obligadas a abortar debido a las políticas de un solo hijo. El aborto sexo-selectivo de miles de niñas es una cruda realidad de discriminación contra la mujer en China que se reproduce culturalmente también en India”.
En el contexto de América Latina, señaló, “la historia de aborto inducido se asocia significativamente a ideación suicida en mujeres brasileñas. En México, la violencia física contra la mujer embarazada se incrementó de 5,3% a 9,4”.
“Los estudios se multiplican y estos son sólo algunos ejemplos”, dijo.
El científico chileno recordó que el Secretario General de la ONU, Ban Ki-moon, dijo en la reciente reunión sobre violencia contra la mujer que esta “nunca es aceptable, nunca es excusable, nunca es tolerable”.
Para Koch, “si éstas no son sólo palabras de buena crianza, la alarmante expansión del aborto legal como forma de violencia contra la mujer, no debería pasar inadvertida para ninguna nación respetuosa de los derechos humanos fundamentales”.
“Omitir su discusión, no es más que favorecer una agenda hipócrita: discutamos toda violencia contra las mujeres y las niñas, menos el aborto cuando es legal”, criticó.
Para leer el artículo completo, puede ingresar a: http://www.chileb.cl/perspectiva/aborto-y-violencia-contra-la-mujer-una-verdad-incomoda/
Read more: http://www.ewtnnoticias.com/noticias-catolicas/noticia.php?id=28426#ixzz2QuZemgzs
Daqui.
Aborto aumenta a mortalidade materna e danifica saúde de mulheres, asseguram peritos ante a ONU
Peritos em medicina argumentaram em Nova Iorque ante a Comissão Jurídica e Social da Mulher da Organização das Nações Unidas (ONU), que o aborto incrementa a taxa de mortalidade materna e danifica a saúde das mulheres.
Os especialistas, provenientes de diversas partes do mundo, afirmaram que o aborto não é necessário para promover a saúde das mulheres já que em realidade a prejudica.
Além disso, rechaçaram as hipóteses dos que apoiam a expansão do aborto como "direito", enfatizando que na gravidez, inclusive aquelas consideradas como de alto risco, não há um conflito entre as necessidades da mãe e das crianças.
A Dra. Donna J. Harrison, Diretora de Investigação da Apólice Pública da Associação Americana de Obstetras e Ginecologistas Pró-vida, conversou com o grupo ACI após sua intervenção ante a ONU em 6 de março.
Harrison enfatizou que "os verdadeiros cuidados médicos diminuem a taxa de mortalidade materna, o aborto em troca não" e assinalou que as pílulas abortivas "aumentam as complicações depois do aborto. São muito mais perigosas".
A perita recordou que para os que promovem o aborto "é muito mais fácil promover uma pílula que o aborto cirúrgico", pois é mais barato dar à mulher uma pílula "que cuidar dela cirurgicamente ou estar disponível para ela caso apresente alguma complicação".
Assinalou deste modo que como as pílulas não estão necessariamente sob a supervisão de um médico, acabam sendo usadas livremente sem um exame prévio da mulher "e sem nenhum plano de seguimento". Tudo isso é o que em realidade aumenta o risco de mortalidade.
A doutora sublinhou que em países em vias de desenvolvimento, se se apresentam complicações como hemorragia severa e abortos incompletos, "convertem-se em morte" porque a mulher não tem a possibilidade de acessar uma atenção de emergência imediata.
Outro dos especialistas que interveio ante a Comissão foi o Dr. Eoghan De Faoite, membro da Junta da Comissão de Excelência na Saúde Materna da Irlanda.
O médico criticou os ataques internacionais à defesa da vida através da proibição do aborto na Irlanda e precisou que esta prática não é um procedimento medicamente necessário.
De Faoite disse que a Irlanda tem uma das taxas mais baixas de mortalidade materna no primeiro mundo e que não experimentaram o "aumento da mortalidade" que se vê em outros países ocidentais que legalizaram o aborto.
Além disso, citou vários estudos que afirmam que não há dados que sugiram que o aborto diminui a mortalidade materna.
O Dr. Elard Koch do Centro de Medicina Embrionária e Saúde Materna no Chile explicou que os dados demonstram um aumento da mortalidade materna quando o aborto foi legalizado em diversos países ao redor do mundo.
Koch sustentou que a mortalidade materna pode ser reduzida com a educação, tendo mais técnicos especializados na atenção de partos.
Precisou que uma das medidas que deve promover-se é que as mulheres tenham acesso a centros higiênicos de saúde com um pessoal altamente qualificado, em vez do aborto como alternativa que só danifica às mulheres.
Daqui.
336 milhões de abortos e 196 milhões de esterilizações na China por política do filho único
Os médicos, em cumprimento das políticas do filho único, realizaram um total de 530 milhões de abortos e esterilizações desde que começaram as políticas de planejamento familiar e do filho único em 1971, segundo os dados do Ministério de Sanidade da China citados pelo jornal Financial Times.
Desde 1971, com a entrada em vigor da política do filho único, praticaram-se 336 milhões de abortos e 196 milhões de esterilizações. Neste último caso, tanto em mulheres como em homens. Além disso, distribuíram-se um total de 403 milhões de aparelhos intrauterinos para impedir a fecundação.
O Governo calculou em ocasiões anteriores que se não tivesse começado a aplicar as políticas de controle de natalidade, o país teria 400 milhões de pessoas a mais que os atuais 1.300 milhões.
Financial Times indicou que, nos Estados Unidos, desde 1973 –quando o Tribunal Supremo legalizou o aborto– se praticaram 50 milhões de abortos, em uma população que hoje em dia supera os 315 milhões de pessoas.
Os dados mostram que as práticas na China para impedir as gravidezes se mantiveram durante a década de 1990 ante os pedidos de acabar com a política do filho único. Cada ano, praticam-se 7 milhões de abortos, esteriliza-se a dois milhões de homens e mulheres e se inserem 7 milhões de aparelhos intrauterinos.
Ante uma população que está envelhecendo rapidamente, diversos peritos advertiram que com a política do filho único, China não terá uma força trabalhista que possa substituir os trabalhadores de hoje.
Além disso, as restrições provocaram que existam mais meninos que meninas, já que as famílias preferem ter um descendente homem, o que provocou que atualmente haja 34 milhões a mais de homens que de mulheres.
Daqui.
Revista Times: Promotores do aborto têm perdido as batalhas contra os pro-vidas nos EUA
Na capa de sua edição de janeiro de 2013, a famosa revista americana Times, assegura que embora "40 anos atrás, os ativistas do direito ao aborto obtiveram uma épica vitória com (a sentença da Corte Suprema no caso) Roe vs. Wade", que permitiu a legalização do aborto nos Estados Unidos, "eles estiveram perdendo desde então" para os pró-vidas.
Conforme explica Kate Pickert, autora do artigo de capa, desde que em janeiro de 1973 a Corte Suprema dos Estados Unidos converteu em um direito federal o acesso ao aborto, "o movimento pro-choice (abortista) vem perdendo" as suas lutas.
"Em muitas partes do país, atualmente, recorrer a um aborto é mais difícil que em muitos lugares desde a década de 1970".
Pickert assinalou que "há menos médicos dispostos a realizar o procedimento e menos clínicas abortistas no negócio".
"Os ativistas pro-choice (abortistas) foram ultrapassados por seus contrapartes pró-vidas, que pressionaram exitosamente para obter regulações estatais que limitam o acesso" ao aborto, escreveu.
"Muitos estados requerem atualmente que as mulheres passem por aconselhamento, períodos de espera ou ultrassons antes de submeter-se a abortos", indicou.
Para a jornalista americana, "a causa pró-vida esteve ganhando a guerra do aborto, em parte, porque buscou uma estratégia organizada e bem executada".
Além disso, reconheceu, "a opinião pública está crescentemente" do lado pró-vida.
"Graças ao ultrassom pré-natal e aos avanços da neonatologia, os americanos podem agora saber como se vê um feto e que os bebês nascidos tão prematuramente como às 24 semanas agora podem sobreviver", assinalou Pickert.
A jornalista da Times disse que "apesar de que três quartos dos americanos acreditarem que o aborto deveria ser legal em alguns ou todos os casos, a maioria apoia leis estatais que regulem o procedimento, e cada vez menos se identificam a si mesmos como ‘pro-choice’ nas pesquisas de opinião pública".
Pickert também retratou a divisão geracional que destrói por dentro a causa abortista, pois "os jovens ativistas do direito ao aborto reclamam de que as líderes das organizações feministas", que tinham 20 ou 30 anos quando se legalizou o aborto nos Estados Unidos, "não estão dispostas a passar a tocha às novas gerações".
Entretanto, para Kate Pickert, um dos principais motivos da derrota dos promotores do aborto é que "em uma democracia dinâmica como os Estados Unidos, defender o status quo é sempre mais difícil que lutar para mudá-lo".
Uma das expressões mais claras do avanço da causa pró-vida nos Estados Unidos é a multitudinária marcha nacional pela defesa da vida que mobilizam centenas de milhares de pessoas, com frequência ignoradas pelos meios, todos os anos em janeiro, no aniversário da sentença de Roe vs. Wade.
A última marcha, em 2012, reuniu mais de 400 mil pessoas que durante várias horas suportaram intenso frio, neblina e até chuva enquanto percorriam as principais ruas da capital americana até a sede do Capitólio.
Daqui.
Número de grávidas despedidas sobe mais de 50%
São cada vez mais as grávidas que acabam no desemprego, a maior parte delas no âmbito de despedimentos colectivos. É que a gravidez por si só não protege o emprego das mulheres, que só não podem ser despedidas se o motivo for discriminatório. De acordo com o Diário de Notícias (DN), o número de processos de demissão de grávidas, analisados pela Comissão para a Igualdade no Trabalho e no emprego (CITE), passou de 112 para 172 em 2012.
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Famílias numerosas querem IRS em função do número de filhos
A Associação Portuguesa de Famílias Numerosas (APFN) entende que as crianças não são valorizadas pelo Estado e defende que um aumento da natalidade deveria passar pela contabilização do número de filhos em matéria de IRS.
A APFN foi ouvida no âmbito das jornadas de reflexão promovidas pelo Partido Social Democrata (PSD) e subordinadas ao tema «Pensar a Família», onde defendeu a necessidade de uma política para a família e não só para as famílias numerosas, política essa que seja em prol da natalidade e também da conjugalidade.
À Lusa, o presidente da APFN disse que não vale a pena discutir políticas com quem não entende o problema da natalidade e defendeu que é necessário que os governantes percebam o problema e estabeleçam objetivos, como por exemplo, parar com a quebra da natalidade.
Fernando Castro considera que uma medida que poderia facilmente ajudar a parar com a quebra na natalidade prende-se com a forma de cálculo do Imposto sobre o Rendimento de pessoas Singulares (IRS).
«As crianças não são valorizadas pelo Estado no que diz respeito ao cálculo do escalão de rendimentos o que faz com que, para um mesmo rendimento, uma família pague a mesma taxa de IRS conforme tenha 20 filhos ou nenhum filho», exemplificou.
O responsável admite que, devido à atual conjuntura económica do país, seja difícil adotar já esta medida, mas propôs que numa primeira fase se contemple as famílias com, por exemplo, 6 ou mais filhos e depois se vá alargando a medida a todas as famílias.
Acrescentou que também ao nível das taxas moderadoras, o número de filhos não é tido em conta quando se define quem pode ou não ser isento.
«Só interessa discutir outras propostas com quem acha que existe um problema e que esse problema tem uma solução. O problema começou há 30 anos e está cada vez pior, sendo que foi há 30 anos que pela última vez a taxa de natalidade foi de 2,1 [filhos por família] e desde aí tem vindo a baixar com cada vez menos nascimentos», apontou o responsável.
Fernando Castro diz mesmo que Portugal está «numa situação tão má em termos de natalidade, que é extraordinariamente simples inverter a situação».
«Se nós estivéssemos nos 2,09 [filhos por família] e tivéssemos de passar para os 2,1 era difícil. Agora, nós estamos tão mal, tão mal, tão mal, que inverter é extraordinariamente simples, mas para isso é necessário haver vontade do Governo para que isso aconteça», apontou.
Por outro lado, sugeriu que o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) fosse também calculado em função do tamanho da família, argumentando que «uma coisa é uma casa com 200 metros quadrados para uma pessoa que vive sozinha e outra é uma casa de 200 metros quadrados para uma família com 10 filhos».
«O IMI é um imposto municipal e o que nós queremos é que o Governo dê liberdade aos municípios para que os que quiserem poderem por o IMI em função da dimensão da família», adiantou Fernando Castro.
O ciclo de conferências do PSD tem continuidade no dia 24 de abril.
Daqui.
A APFN foi ouvida no âmbito das jornadas de reflexão promovidas pelo Partido Social Democrata (PSD) e subordinadas ao tema «Pensar a Família», onde defendeu a necessidade de uma política para a família e não só para as famílias numerosas, política essa que seja em prol da natalidade e também da conjugalidade.
À Lusa, o presidente da APFN disse que não vale a pena discutir políticas com quem não entende o problema da natalidade e defendeu que é necessário que os governantes percebam o problema e estabeleçam objetivos, como por exemplo, parar com a quebra da natalidade.
Fernando Castro considera que uma medida que poderia facilmente ajudar a parar com a quebra na natalidade prende-se com a forma de cálculo do Imposto sobre o Rendimento de pessoas Singulares (IRS).
«As crianças não são valorizadas pelo Estado no que diz respeito ao cálculo do escalão de rendimentos o que faz com que, para um mesmo rendimento, uma família pague a mesma taxa de IRS conforme tenha 20 filhos ou nenhum filho», exemplificou.
O responsável admite que, devido à atual conjuntura económica do país, seja difícil adotar já esta medida, mas propôs que numa primeira fase se contemple as famílias com, por exemplo, 6 ou mais filhos e depois se vá alargando a medida a todas as famílias.
Acrescentou que também ao nível das taxas moderadoras, o número de filhos não é tido em conta quando se define quem pode ou não ser isento.
«Só interessa discutir outras propostas com quem acha que existe um problema e que esse problema tem uma solução. O problema começou há 30 anos e está cada vez pior, sendo que foi há 30 anos que pela última vez a taxa de natalidade foi de 2,1 [filhos por família] e desde aí tem vindo a baixar com cada vez menos nascimentos», apontou o responsável.
Fernando Castro diz mesmo que Portugal está «numa situação tão má em termos de natalidade, que é extraordinariamente simples inverter a situação».
«Se nós estivéssemos nos 2,09 [filhos por família] e tivéssemos de passar para os 2,1 era difícil. Agora, nós estamos tão mal, tão mal, tão mal, que inverter é extraordinariamente simples, mas para isso é necessário haver vontade do Governo para que isso aconteça», apontou.
Por outro lado, sugeriu que o Imposto Municipal sobre Imóveis (IMI) fosse também calculado em função do tamanho da família, argumentando que «uma coisa é uma casa com 200 metros quadrados para uma pessoa que vive sozinha e outra é uma casa de 200 metros quadrados para uma família com 10 filhos».
«O IMI é um imposto municipal e o que nós queremos é que o Governo dê liberdade aos municípios para que os que quiserem poderem por o IMI em função da dimensão da família», adiantou Fernando Castro.
O ciclo de conferências do PSD tem continuidade no dia 24 de abril.
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terça-feira, 16 de abril de 2013
Governo espanhol quer restringir o acesso ao aborto legal.
O ministro da justiça de Espanha, Alberto Ruiz Gallardón, afirmou esta terça-feira que o Governo está a preparar uma nova lei que terá em conta que “A vida é um direito inalienável e não uma concessão”.
Embora no papel a lei do aborto em Espanha não seja muito diferente da portuguesa, a interpretação feita é muito mais permissiva. Uma enorme quantidade de abortos são feitos ao abrigo do “perigo físico ou psíquico” para a mulher, sendo que para tal basta uma declaração da mesma. Com a nova lei, garante o Governo, será necessário comprovar esses perigos para a saúde da mãe.
A proposta do Executivo acaba com a noção de prazos: “O sistema tem de ser por indicações e não por prazos, explicou o ministro, para quem não faz qualquer sentido que “até às catorze semanas sim, mas catorze semanas mais um dia, não”.
O ministro Gallardó diz que a nova lei será mais próxima dos critérios estabelecidos pelo Tribunal Constitucional, que se pronunciou sobre a questão em 1985: “O nascituro é um bem jurídico protegido, que tem relevância na vida humana desde o momento da sua concepção, se bem que essa protecção não é absoluta”, resumiu o ministro.
Segundo esta visão da vida humana o aborto apenas será legal em casos em que os direitos do nascituro choquem com os da mãe e aí “o legislador tem de actuar”, disse o ministro da Justiça. Mesmo nos casos de má-formação o aborto passará a ser ilegal, deu a entender Gallardó: “Não há uma vida menos valiosa que outra, nem muito menos como consequência de uma deficiência”.
A nova proposta, que ainda não está finalizada, obriga ainda as menores a obter consentimento dos pais quando quiserem interromper uma gravidez e regula a objecção de consciência.
A reacção do PSOE a estas medidas não se fez esperar. O partido socialista espanhol avisa que caso o Governo “limite a liberdade das mulheres”, denunciará a concordata com a Santa Sé.
segunda-feira, 15 de abril de 2013
Aprender a estudar
Saber estudar é fundamental para o percurso académico de todas as crianças e deve ser ensinado desde cedo. Em casa, os pais podem desempenhar um papel importante. Aqui ficam alguns conselhos úteis para pôr em prática no início deste ano escolar.
“Estudar, como se faz?”, “Valerá a pena aplicarmos os métodos do antigamente ou do agora é que é bom?”, “Até que ponto ajudar a estudar?”, “E em que condições: com a televisão aos berros ou em silêncio sepulcral?”… No prefácio do livro Ensina o teu filho a estudar, o pediatra Mário Cordeiro enumera uma série de questões que surgem necessariamente aos pais com filhos em idade escolar. Renato Paiva, o autor do livro, baseou-se na sua vasta experiência como formador e orientador escolar, para passar aos pais um conjunto de pistas e informações úteis, sobre um tema por vezes negligenciado, mas absolutamente necessário. Eis algumas das mais importantes.
- Criar hábitos de estudo
Os alunos devem estudar com frequência e antecedência. Incite o seu filho a estudar com regularidade (o que permite ir acompanhando a matéria, não a deixando acumular) e de forma atempada, possibilitando reforços de aprendizagem e esclarecimento de dúvidas. Renato Paiva alerta: “Não obrigue o seu filho a estudar. Incentive-o a estudar. Demonstre-lhe que o estudo faz parte de ser estudante e que contribui para o seu sucesso”. No entanto, não é possível que os alunos estudem apenas quando lhes apetece, por isso a criação de uma rotina de estudo é fundamental. É comum ouvirem-se os alunos dizer: “Esta semana não preciso de estudar porque não tenho testes”. “Um tremendo engano!”, na opinião deste pedagogo. “É precisamente nessas alturas que o estudo se torna mais produtivo”.
- Planear e diversificar
Evite que o seu filho estude apenas aquilo de que gosta. Deve estudar de forma equilibrada as diferentes disciplinas e não estudar de seguida temáticas semelhantes, como duas línguas ou Matemática logo após Físico-Química, ou História a seguir a Geografia. Diferentes disciplinas privilegiam diferentes estratégias, fazendo com que o estudo não seja tão monótono. O aluno deve iniciar o estudo pelas matérias nas quais sente uma dificuldade intermédia, seguidas das mais difíceis e terminar com as mais fáceis.
Saber estudar implica saber parar. Faça com que o seu filho dedique cerca de um terço do tempo para descansar. Cerca de 15 minutos por cada 45, é o ideal. Nesse descanso, deixe-o fazer o que lhe apetecer. Repartir o esforço por vários momentos traz melhores resultados.
- Ler, explicar e praticar
Estudar é muito mais do que ler e memorizar! Numa primeira fase, o aluno de facto deve ler com atenção as fontes de informação, sublinhando o que lhe parece ser mais importante. Mas, de seguida, é muito importante que reproduza a matéria por palavras suas. Que faça resumos, apontamentos, esquemas, simule que é o professor e explique a matéria a alguém. “A melhor maneira de aprender é ensinar”, defende Renato Paiva. E ilustra o papel que os pais podem aqui assumir: “Verificarem se falta informação, fazerem algumas perguntas para perceberem se a criança consegue explicar, pedirem pormenores e exemplos, ou mesmo dizerem que não perceberam para que o filho seja mais explícito ou tente uma diferente explicação”. Numa terceira fase, o estudo implica a realização de muitos exercícios, para o aluno conseguir demonstrar o que sabe e para tomar contacto com diferentes tipos de perguntas que lhe podem ser colocadas. Em termos de alocação do esforço do aluno, é aconselhada a regra 20-40-40: 20% para apreensão de conhecimentos, 40% para a concretização por palavras suas do que aprendeu, 40% para a resolução de exercícios.
- Local de estudo
Além de ser muito importante, o ambiente de estudo é um dos fatores que os pais mais podem influenciar. O local escolhido deve ser calmo, com boa luminosidade, temperatura agradável e boa ventilação, ter espaço suficiente para todo o material necessário e ser livre de ruídos perturbadores. A evitar locais de passagem, onde possa ser interrompido constantemente. Renato Paiva é perentório: “Música e televisão só causam distração! E evitem que os alunos estudem com o telemóvel ao pé. As solicitações permanentes, como os SMS, perturbam, causam paragens e desvios de atenção”. E até deixa algumas dicas de iluminação e ergonomia, como colocar um foco de luz do lado oposto à mão com que o aluno escreve, para que não provoque sombra sobre o que está a escrever. Este pequeno pormenor evita esforços suplementares que podem provocar cansaço e até dores de cabeça. Quanto à posição relativa entre a mesa e a cadeira, deve permitir que o aluno tenha o tronco direito, os pés apoiados no chão e que tenha um encosto para uma postura correta e confortável
Fonte: Pais e Filhos
sábado, 13 de abril de 2013
A morte que trazemos no coração
Nem sempre nos damos conta que a carregamos connosco, mas, desde que somos vida, ela segue-nos de perto. Enquanto não somos tomados pela nossa, vamos assistindo e sentindo, em ritmo crescente ao longo da vida, às mortes de quem nos é querido. A morte de um amigo é como uma amputação: perdemos uma parte de nós; uma fonte de amor; alguém que dava sentido à nossa existência... porque despertava o amor em nós.
Mas não há sabedoria alguma, cultura ou religião, que não parta do princípio de que a realidade é composta por dois mundos: um, a que temos acesso direto e, outro, que não passa pelos sentidos, a ele se chega através do coração. Contudo, o visível e o invisível misturam-se de forma misteriosa, ao ponto de se confundirem e, como alguns chegam a compreender, não serem já dois mundos, mas um só.
Só as pessoas que amamos morrem. Só a sua morte é absoluta separação. Os estranhos, com vidas com as quais não nos cruzamos, não morrem, porque, para nós, de facto, não chegam sequer a ser.
Só as pessoas que amamos não morrem. O Amor é mais forte do que a morte. O sofrimento que se sente é a prova de uma união que subsiste, agora com uma outra forma, composta apenas de... Amor. Dói, muito. Mas com a ajuda dos que partem acabamos por sentir que, afinal, não fomos separados para sempre...
O Amor faz com que a nossa vida continue a ter sentido. A partida dos que foram antes de nós ensina-nos a viver melhor, de forma mais séria, mais profunda, de uma forma, inequivocamente, mais autêntica.
Devemos cuidar de todos os que amamos. Aos que partiram, porém, aquilo que lhes podemos dar é o amor àqueles que ficaram cá. Porque estes continuam a precisar de nós, do melhor de nós... e é sempre uma iniquidade quando um amor por quem partiu mata, em alguém, o amor por aqueles que ainda cá estão.
A morte ensina-nos que o Amor é perdoar mais do que vingar; consolar mais do que ser consolado; partilhar mais do que acumular; compreender mais do que julgar; dar, darmo-nos, oferecer o melhor de nós, mais do que termos o que sonhámos.
Não é difícil compreender que os nossos sentimentos e gestos são determinantes, não só para a nossa felicidade neste mundo, como também para a da outra vida, de que esta faz parte. Repousa em nós, calma e firme, a certeza de que a vida não se mede pela quantidade dos dias... mas pelo amor de que se foi autor e herói.
... Chorar a morte de um amigo é a prova de que a sua vida, aqui, teve valor e sentido. É o mesmo amor que nos deu alegria à vida que nos faz, agora, chorar... não desapareceu, está vivo. Habita-nos o coração.
Ficam as lágrimas choradas no silêncio do fundo de nós. Fica o silêncio onde se ama.
Fica a esperança, que é certeza, de que todo o carinho e ternura que ficaram por dar não se perderam... adiaram-se apenas.
Afinal, a mesma morte que leva os que amamos, também nos levará a nós... será pois uma simples questão de tempo até que possamos abraçar e beijar aqueles a quem, agora, disso a morte nos impede.
José Luís Nunes Martins
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Uma "pequena história" para nos levar a uma "grande verdade"
Com um bebé nos braços, uma mulher muito assutada chegou ao consultório
do seu ginecologista e disse-lhe:
- Doutor, por favor ajude-me. Tenho um problema muito sério.
O Meu bebé ainda não cumpriu um ano e já estou outra vez grávida. Não quer ter
filhos em tão pouco tempo, prefiro um espaço maior entre os dois.
O médico perguntou:
- Muito bem, que quer que eu faça?
Ela respondeu:
- Desejo interromper a minha gravidez, e estou a contar com
a sua ajuda.
O médico ficou a pensar um pouco e depois de algum tempo
disse-lhe:
- Acho que tenho um método melhor para solucionar o
problema, e é menos perigoso para si.
A mulher sorriu, pensando que o médico aceitaria ajudá-la.
- Veja, senhora, para não ter que estar com dois bebés ao
mesmo tempo em tão curto espaço de tempo, vamos matar este menino que está nos
seus braços. Assim, a senhora terá um período de descanso até que o outro
nasça. Já que vamos matar, não há diferença entre um e outro. E até é mais fácil
sacrificar este que tem nos seus braços, uma vez que a assim a senhora não
corre nenhum perigo.
A mulher assustou-se e disse:
- Não, doutor. Que horror; que horror! Matar uma criança é
crime.
- Também penso o mesmo, senhora. Mas você apareceu-me tão
convencida de fazê-lo que por um momento pensei em ajudá-la.
O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que
a sua lição tinha surtido efeito. Convenceu aquela mãe que não há diferença
alguma entre matar uma criança que já nasceu e matar outra que está por nascer,
uma vez que já está viva no seio materno.
O crime é exatamente o mesmo.
Vida Norte precisa de ajuda!
Caro Sócio, Voluntário e Amigo
Em 2008, 2009, 2010, 2011 e 2012 realizaram-se jantares de angariação de fundos daVida Norte.
Como se recordará, foram jantares no Hotel Porto Palácio, com cerca de 400 pessoas.
A mobilização de personalidades que nos “emprestaram” o seu prestígio (ao evento e à Associação) e, sobretudo, a ajuda que o evento sempre representou para o reequilíbrio do magro orçamento com que gerimos o nosso dia-a-dia, foram sempre muito importantes para a Vida Norte.
No entanto, foi entendimento da Direcção da Vida Norte que o cenário de crise actualmente vivido em Portugal (que a Vida Norte tão bem conhece e com o qual lida diariamente) aconselhava, a todos os títulos e em todos os actos da Associação, uma atitude de especial moderação.
Assim se entendeu, nestas muito especiais circunstâncias, que se crê virem a ser ultrapassadas num futuro próximo, procurar evitar o esforço financeiro que para cada um dos nossos benfeitores representava a participação no jantar e o próprio carácter algo festivo do evento (o encontro com Amigos reveste-se sempre desse carácter), tendo em mente todos aqueles que vivem dias de angústia e incerteza.
Acontece que, também por causa da situação vivida em Portugal, tem-se verificado um aumento do número de famílias em situação difícil (particularmente grávidas ou mulheres com recém-nascidos), que nos procuram diariamente, pelo que as responsabilidades com que a Vida Norte se defronta não param de crescer.
Nesse sentido vimos convidá-lo (a si que sabemos que, em princípio, teria gosto em ajudar a Vida Norte através da participação no jantar) a encaminhar a sua ajuda mediante a realização de uma contribuição em dinheiro.
Lembramos que dos €80,00 cobrados no jantar, €50,00 eram um contributo para a Vida Norte e que a verba angariada no jantar é a maior fonte de financiamento da Associação.
O seu donativo será uma enorme ajuda para diminuir o impacto que a não realização do jantar, pelas razões expostas, ocasiona no nosso orçamento.
A transferência pode ser feita para o NIB 0033-0000-45234118738-05.
Lembramos-lhe o teor do e-mail recebido dias antes do jantar ocorrido no ano passado
“Boa noite, chamo-me Maria, tenho 23 anos e estou grávida. Sou de Vila Nova de Gaia. Não tenho familia e até agora fui acolhida na casa dos pais do meu companheiro. Desde que descobri que estou grávida a minha vida tem sido um inferno pois ou faço aborto ou ameaçam-me de por na rua. Gostava de saber se me podem ajudar. Não tenho ninguem a quem recorrer... Deixo o meu contacto…. Agradeço uma resposta o mais urgente possível pois ganhei uns dias ao dizer que ia provocar o aborto mas estão a pressionar pois querem que faça testes para saberem se ainda estou grávida... Por favor ajudem-me...” (nome alterado por razões de confidencialidade)
Com a sua contribuição no jantar do ano passado, ajudámos a Maria que embora muito pressionada pelo companheiro e a sua família a abortar, é hoje uma mãe feliz, que encontrou harmonia familiar junto dos seus pais (com quem estava de relações cortadas no momento da gravidez).
Em 2012, como o caso da Maria, foram apoiadas mais 190 mães e respectivas famílias.
Contamos com o seu apoio para continuar!
Um abraço com amizade
A Direcção
Isabel Pessanha Moreira
Cristina Abrunhosa de Brito
Domingos Sousa Coutinho
Augusto-Pedro Lopes Cardoso
Luís Gagliardini Graça
VIDA NORTE
Associação de Promoção e Defesa da Vida e da Família
Direcção: direccao@vidanorte. org
Voluntariado: voluntariado@ vidanorte.org
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Textos lidos na Rádio Costa D'oiro de 12 de Março a 1 de Abril de 2013
Dia 12 de Março de 2013- Terça Feira
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;
É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;
É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.
Dia 13 de Março de
2013 – Quarta Feira
A nossa cultura, que idolatra a produção e o
consumo, assumiu o útil como um dos critérios máximos para avaliar as nossas
vidas.
Se é útil, é bom. Quando nos sabemos úteis,
sentimo-nos compensados.
A vida tornou-se uma espécie de grande
maratona da utilidade.
Porque é que o inútil é importante?
Recorrendo a uma expressão de um teólogo, a
inutilidade é que nos dá o acesso à “polifonia da vida”, na sua variedade, nos
seus contrastes, e na sua realidade escondida e densa.
E a polifonia da vida outra coisa não é que
a sua inteireza, tantas vezes sacrificada à prevalência contínua do que nos é
vendido por útil.
O útil condiciona o todo a uma parte, o
inútil dá-nos numa parte aquilo que é o todo
Dia 14 de Março de
2013 – Quinta Feira
Eles não sabem que o sonho
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.
é uma constante da vida
tão concreta e definida
como outra coisa qualquer,
como esta pedra cinzenta
em que me sento e descanso,
como este ribeiro manso
em serenos sobressaltos,
como estes pinheiros altos
que em verde e oiro se agitam,
como estas aves que gritam
em bebedeiras de azul.
Eles não sabem, nem sonham,
que o sonho comanda a vida.
Que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança
que o sonho comanda a vida.
Que sempre que um homem sonha
o mundo pula e avança
como bola colorida
entre as mãos de uma criança
Dia 15 de Março de
2013 – Sexta Feira
É necessário assumir os erros passados, tê-los
presentes, para que os futuros sejam diferentes. Melhores.
Não, não devemos acreditar
que a felicidade nos virá abraçar enquanto deitados e tristes esperamos por
ela. A alegria autêntica depende de mim, depende do que eu decidir hoje.
A felicidade não é um destino paradisíaco a que se
chega, mas uma forma de caminhar na vida, neste vale onde se misturam as
solidões e o amor, neste imenso mar de saudades e arrependimentos.
As pessoas mudam, evoluem e revelam-se...
Da solidão que me rodeia devo concluir a certeza de
que dependo inteiramente de mim.
Se
compreendermos a essência irreversível do tempo e assumirmos corajosamente as
saudades e os arrependimentos do ontem e do anteontem, então, estaremos no
caminho certo.
Dia 18 de Março de 2013 – Segunda Feira
Há dias, uma leitora, farta de me ouvir resmungar, fez-me esta
pergunta: se eu me queixo tanto dos miúdos, por que raio decidi eu ter logo
quatro?
Vai daí, decidi alinhavar 10 razões para ter filhos.
1. A razão ontológica. Faulkner escreveu que entre a dor e o nada,
escolhia a dor. Eu voto em Faulkner. Mil vezes ser do que não ser. E nascer é
fazer ser.
2. A razão estoica Há um lado olímpico em ter muitos filhos.
3. A razão ulrichiana. Ter muitos filhos sintoniza-nos com a
máxima do banqueiro Fernando Ulrich: "Ai aguenta, aguenta."
4. A razão romântica. Se a felicidade da minha mulher passa por
ter uma família grande e se a minha felicidade passa pela felicidade da minha
mulher, então a minha felicidade passa por ter uma família grande.
5. A razão revolucionária. nos nossos dias "constituir
família é a suprema rebeldia".
6. A razão coppoliana. Está escrito em ‘Lost in Translation’, de
Sofia Coppola: "O dia mais assustador da nossa vida é o dia em que o
primeiro nasce. A tua vida, tal como a conheces, acabou. E eles acabam por se
tornar as pessoas mais adoráveis que irás conhecer em toda a tua vida."
7, 8, 9 e 10. As mais importantes razões de todas. Carolina,
Tomás, Gui e Rita. Se calhar, eu até passava bem sem filhos. Mas não sem
eles."
Dia 19 de Março de
2013 – Terça Feira
Hoje, celebra-se o dia do Pai.
Para alguns cristãos, este é também o dia de José, o pai de
Jesus.
A figura de José aparece de forma muito discreta no
evangelho.
Ele é pouco falado, mas o pouco que se diz dele mostra que
pode, sem dúvida, ser considerado um modelo de pai.
José serviu de sustento à sua família, ensinou ao seu filho
a sua profissão, garantindo o futuro sustento, manteve-se fiel e cuidadoso nos
pequenos pormenores de serviço em família.
Quando perdem o menino, aos 12 anos, Maria diz “o teu pai e
eu”, referindo-se ao pai e à mãe como sendo um só, uma só carne.
Trabalhador incansável e protetor da família- um exemplo, um
guia e modelo para quem é pai.
Dia 20 de Março de
2013 - Quarta-Feira
Poema do
não nascido. Chesterton:
Se um
fogo fixo pairasse no ar
Para me aquecer ao longo de todo o dia
Se um cabelo farto e verde crescesse em grandes colinas
Eu saberia o que fazer
Encontro-me na escuridão; sonhando que existem
Grandes olhos frios ou bondosos
E ruas sinuosas e portas mudas
E homens vivos para além (delas)
Para me aquecer ao longo de todo o dia
Se um cabelo farto e verde crescesse em grandes colinas
Eu saberia o que fazer
Encontro-me na escuridão; sonhando que existem
Grandes olhos frios ou bondosos
E ruas sinuosas e portas mudas
E homens vivos para além (delas)
Penso
que se me dessem licença
Para neste mundo aparecer
Eu seria bom ao longo de todo o dia
Em que eu estivesse neste mundo encantado
Para neste mundo aparecer
Eu seria bom ao longo de todo o dia
Em que eu estivesse neste mundo encantado
Não
ouviriam de mim uma palavra
De egoísmo ou de escárnio
Se eu ao menos pudesse encontrar a porta,
Se eu ao menos tivesse nascido
De egoísmo ou de escárnio
Se eu ao menos pudesse encontrar a porta,
Se eu ao menos tivesse nascido
Dia 21 de Março de
2013 – Quinta- Feira
Hoje, em dia, nota-se uma
prolongamento da idade juvenil. Os jovens vão-se arrastando em casa dos pais
até que consigam alcançar a, por vezes, difícil independência económica.
A atual crise faz dos
jovens a parte mais fraca e vulnerável da sociedade.
Os jovens são caixa de ressonância da crise
da sociedade.
O amadurecimento social não constitui uma
aspiração determinante dos jovens.
Os
jovens vivem um eterno presente sem futuro,
onde a experiência tem valor em si mesma, passando-se de uma a outra sem
finalidade e sem distinguir os limites entre objetivo e subjetivo, fazendo da
experiência pessoal uma coisa pública
No meio deste deserto, há que apresentar
propostas de identidade, de caminhos e de finalidades que lhes sirvam de
referência.
Dia 22 de Março de
2013 – Sexta-Feira
Muitas vezes imaginamos mundos
maravilhosos e não nos apercebemos da maravilha que é o nosso mundo.
Chesterton, um autor inglês do
início do século falava de como seria bom se, durante o dia, fôssemos
iluminados e aquecidos por uma bola de fogo ou se à nossa roda existessem tapetes
verdes fofos e peludos.
O que é isso se não o sol ou a
relva dos campos ?
No meio desta crise, ajuda pensar
em tudo o que de bom ainda temos em vez de cair em depressão por tudo quanto
não podemos ter.
Como aquele menino nú que
perguntava a umas senhoras que questionavam-no se não tinha frio, ao que ele
lhes perguntou e as senhoras têm frio na cara ?
Pois, para mim tudo é cara.
Dia 25 de Março de
2013 – Segunda-Feira
Em nome da defesa contra
os efeitos perversos da pornografia sobre as crianças e mulheres vulneráveis, o ministro do Interior da
Islândia está a preparar legislação para bloquear esse tipo de conteúdos a quem
aceder à Internet.
"Existe
um forte consenso na Islândia. Temos tantos especialistas neste projecto, desde
pedagogos a elementos da polícia que trabalham com crianças, que se tornou algo
muito mais abrangente do que os partidos políticos", afirmou uma
assessora do ministro do Interior.
Para muitos
especialistas, com esta iniciativa, a Islândia "Está a olhar para a
pornografia numa nova perspectiva - da perspectiva das mulheres que nela surgem
e como uma violação dos seus direitos cívicos"
Dia 26 de Março de
2013 – Terça Feira
Participe
na Iniciativa de Cidadãos Europeus “Um de nós” (“One of us”). São necessárias
um milhão de assinaturas para forçar a União Europeia a legislar sobre uma
cultura de Vida na Europa, impedindo o financiamento de experimentações que
impliquem a destruição de embriões e a promoção do aborto em países fora da
União Europeia.
A
iniciativa é promovida por um Comité de Cidadãos composto por pessoas dos 27
Estados Membros da UE.
Para
participar basta ir ao site www.oneofus.eu subscrever a petição, devendo
incluir os 8 ou 9 dígitos do seu documento de identificação seguido dos 4
dígitos adicionais.
Não
deixe de participar. !
Dia 27 de Março de
2013 – Quarta-Feira
O
Diário de Notícias elegeu como professor do ano, Lopes Rodrigues que lecciona
no 4º ano do Colégio dosMaristas, em Lisboa.
Uma mãe
salienta que o que este professor lhes ensina vai muito para além da
Matemática: são valores para a vida.
Para as
crianças, que o tratam por tu, o professor é divertido, amigo e ensina bem.
Também
é preciso muita energia para prender a atenção das crianças que estão quase
sempre desconcentradas. Com "tantas solicitações, hoje é quase preciso
fazer o pino na sala de aula para chamar a atenção" das crianças, diz o
professor.
Para o
Prof. Lopo Rodrigues o segredo está em seguir a máxima do fundador dos maristas
“Se queres ser bom professor, 1º tens de amar os teus alunos”.
Dia 28 de Março de
2013 – Quinta-Feira
Para que a nossa comunicação com
os nossos filhos adolescentes seja mais eficaz deveríamos ter em conta algumas
considerações gerais. Aqui ficam algumas sugestões:
Enfrentar com calma o conflito.
Enfrentar com calma o conflito.
Um conflito é uma ocasião para
educar. Se ficamos passivos pode ser que eles pensem que concordamos com o que
fizeram.
Começar o diálogo sempre com um
comentário positivo, olhando-o nos olhos e estabelecendo um contacto físico.
Tratar um só tema de cada vez e
tentar vêlo desde o seu ponto de vista.
Sufocá-lo com muitas questões,
ainda que pareçam ser importantes, acaba por confundí-lo e talvez desanimá-lo.
Ser específicos e breves.
Não dramatizar nem perder o
controlo. Se isso acontecer, estaremos a fechar portas de diálogo e comunicação
com os nossos filhos. Quando estamos nervosos dizemos o que não queríamos dizer
e tomamos decisões pouco razoáveis.
Dia 29 de Março de
2013 – Sexta-Feira
Continuemos a reflectir em algumas
considerações gerais sobre o modo de lidar com os nossos filhos adolescentes:
Nunca pre-julgar. Devemos ir
sempre com a verdade à frente, dizer as coisas claras e não tentar enganá-lo.
Evitar as duplas mensagens e as ambiguidades
Respeitar a sua intimidade,
aceitando as confidencias que nos querra fazer, sem forçar e não denunciá-las
jamáis.
Primero escutar e entender, para despois dialogar. Não utilizar o monólogo disfarçado de diálogo, quando só nos escutamos a nós mismos.
Falar do que observamos, não do que nos parecer
Não etiquetar porque os nossos filhos podem ser mudar.
Primero escutar e entender, para despois dialogar. Não utilizar o monólogo disfarçado de diálogo, quando só nos escutamos a nós mismos.
Falar do que observamos, não do que nos parecer
Não etiquetar porque os nossos filhos podem ser mudar.
Buscar
as causas imediatas, não as remotas.
Esquecer-nos
dos erros do dia anterior, centrar-mo-nos nas soluções e chegar a um compromiso
muito concreto, inclusivé, se conveniente, colocando-os por escrito.
Dar
oportunidades a que os nossos filhos desabafem, expressem os seus sentimentos.
Também saber respeitar os seus
silêncios.
Dia 01 de Abril de
2013 – Segunda-Feira
Continuemos a reflectir em algumas
considerações gerais sobre o modo de lidar com os nossos filhos adolescentes:
Nunca levar
a cabo acusações nem agressões (físicas ou verbais).
Pôr-lhe
exemplos da nossa própia experiência sem cair no estéreotipo de nos tornarmos o
“pai chato”.
Não
pretender ter a razão em tudo. Os pais também se podem equivocar.
Ter
presente que a perfeção não existe.
Não
podemos pretender impôr a solução perfeita, mas antes fazer que consigam ir
ganhando pequenas metas.
Estabece
pactos, sem cair no tudo ou nada. Saber ser flexiveís.
Fazê-lo
ver que estamos (pai e filhos) todos na mesma equipa.
Dizer-lhe
que lhe queremos bem.
Não se
perde nada por tentar estabelecer contacto com os nossos filhos adolescentes e
tudo que vier à rede será bom peixe.








