quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Contrariar os efeitos do "Flower Power"
Na vida normal de uma casa onde existe uma criança pequena, impulsiva, activa, exigente, curiosa, o não pode muito bem passar a ser a palavra mais usada - na casa da Maria é, garantidamente. Mas o adulto que a diz tem de acreditar que está a fazer o que está certo. "Se as respostas ao seu comportamento forem consistentes, a criança adquire uma boa ideia do que é permitido e do que é proibido, do que é seguro e perigoso."
Quando a criança rejeita relutantemente o não, Asha Phillips recomenda o recurso ao castigo ou mesmo uma "leve palmada ocasional" para deter uma escalada de conflito. "Não é o castigo em si que importa, mas aquilo que o seu comportamento transmite. Não é preciso uma marreta para partir uma noz". O excesso de autoridade tem, em geral, o efeito oposto ao desejado. O mesmo é verdade em relação a perder a calma, humilhar a criança e entrar numa batalha de vontades. "Mas se alguma vez um pai perder a cabeça e disser ou fizer algo de que se arrepende, não é o fim do mundo. Isso pode ajudar a criança a perceber que o pai ou a mãe também são humanos." A mãe, humana, de Maria suspira de alívio. Asha Phillips absolveu-a.
Porque é tão difícil dizer não?
Ao negarmos algo, ao contrariarmos uma vontade, somos impopulares e geramos conflitos. E fugimos disso. É uma herança do pós-guerra. As pessoas passaram a achar que tudo o que era rígido era fascista. Nós, os pais que viveram o flower power, tornámo-nos tão contra tudo isso que começámos a fazer o oposto. O legado negativo dos anos 60 foi deseducar. Essa geração educou outra que cresceu desamparada, com demasiada liberdade.
Ao negarmos algo, ao contrariarmos uma vontade, somos impopulares e geramos conflitos. E fugimos disso. É uma herança do pós-guerra. As pessoas passaram a achar que tudo o que era rígido era fascista. Nós, os pais que viveram o flower power, tornámo-nos tão contra tudo isso que começámos a fazer o oposto. O legado negativo dos anos 60 foi deseducar. Essa geração educou outra que cresceu desamparada, com demasiada liberdade.
A estrutura actual de família, com pai e mãe a trabalhar, ou mesmo monoparental, não facilita a tarefa.Há uma enorme culpa, por parte das mães que trabalham, e que sentem que não se dedicam a tempo inteiro aos filhos. O facto de terem de os deixar faz com que pensem não estar a cumprir bem o seu papel. E como a maioria das mulheres ainda tem a exclusividade das tarefas domésticas mal chega a casa...
E diz-se sim para compensar os filhos e para amainar a culpa...
Não queremos discussões porque tivemos saudades deles o dia todo, queremos que nos achem amorosas. E por isso não dizemos "Chega de televisão" ou "Está na hora de ir para a cama".
Não queremos discussões porque tivemos saudades deles o dia todo, queremos que nos achem amorosas. E por isso não dizemos "Chega de televisão" ou "Está na hora de ir para a cama".
Quando é que é demasiado tarde para se começar a ditar limites?
Nunca. Só que quanto mais tarde mais difícil. O ideal é começar quando os filhos são bebés. Chegar à idade escolar sem regras, por exemplo, pode ser muito complicado. A forma como os miúdos reagem ao "não" tem um enorme impacto na sua capacidade de se adaptarem, fazerem amigos e aprenderem na escola. Tentar impor regras a um adolescente que nunca as teve é quase uma impossibilidade.
Nunca. Só que quanto mais tarde mais difícil. O ideal é começar quando os filhos são bebés. Chegar à idade escolar sem regras, por exemplo, pode ser muito complicado. A forma como os miúdos reagem ao "não" tem um enorme impacto na sua capacidade de se adaptarem, fazerem amigos e aprenderem na escola. Tentar impor regras a um adolescente que nunca as teve é quase uma impossibilidade.
Há erros práticos que se devem evitar?O maior é os pais quererem ser perfeitos. Por exemplo, com os bebés: custa-lhes ouvi-los chorar e por isso correm até eles ao mínimo ruído. Mas várias investigações recentes deixam-me descansada como mãe: concluíram que é bom não acertar sempre, que o ajuste perfeito não é benéfico. O que é bom para o desenvolvimento é existirem acertos, erros e reparos. E isso é que é a vida real.
Todos os pais querem ser perfeitos.
Mas isso é o que interessa aos pais. Não o que interessa ao filho.
Mas isso é o que interessa aos pais. Não o que interessa ao filho.
Os filhos podem tomar decisões?
Claro que deixá-los decidir, de vez em quando, dá-lhes independência, iniciativa, criatividade. É maravilhoso ver o seu entusiasmo e energia. Mas não é benéfico dar-lhes demasiada escolha, porque depois torna-se uma responsabilidade deles e isso é de mais quando se é criança.
Claro que deixá-los decidir, de vez em quando, dá-lhes independência, iniciativa, criatividade. É maravilhoso ver o seu entusiasmo e energia. Mas não é benéfico dar-lhes demasiada escolha, porque depois torna-se uma responsabilidade deles e isso é de mais quando se é criança.
Podem, por exemplo, opinar sobre o que vão comer?
Ui. Não sei como é em Portugal, mas em Inglaterra a hora da refeição tornou-se terrível. Imagine-se que se tem três crianças, e uma quer comer massa, outra carne e a outra é vegetariana, e a mãe cozinha três refeições diferentes. Isso é de loucos. Deve-se dizer: "Esta é a refeição hoje, eu sou tua mãe e sei o que é bom para ti e por isso é isto que vamos comer." Se não quer, paciência. Porque se a nossa criança quer massa todos os dias e nós satisfazemos esse capricho, então quando vamos comer a casa de amigos ou na escola eles não vão querer comer porque não é massa. E aí a mãe tem um grande problema. É tudo uma questão de flexibilidade e de os pais fazerem o seu filho sentir que ele se consegue adaptar às coisas do mundo e que não é sempre o mundo que se adapta a ele.
Ui. Não sei como é em Portugal, mas em Inglaterra a hora da refeição tornou-se terrível. Imagine-se que se tem três crianças, e uma quer comer massa, outra carne e a outra é vegetariana, e a mãe cozinha três refeições diferentes. Isso é de loucos. Deve-se dizer: "Esta é a refeição hoje, eu sou tua mãe e sei o que é bom para ti e por isso é isto que vamos comer." Se não quer, paciência. Porque se a nossa criança quer massa todos os dias e nós satisfazemos esse capricho, então quando vamos comer a casa de amigos ou na escola eles não vão querer comer porque não é massa. E aí a mãe tem um grande problema. É tudo uma questão de flexibilidade e de os pais fazerem o seu filho sentir que ele se consegue adaptar às coisas do mundo e que não é sempre o mundo que se adapta a ele.
E dormir na cama dos pais, é proibido?
Não há um não ou um sim claro. Se a criança dorme bem, se os pais dormem bem não há problema. Mas se isso é feito mais pelos pais do que pelas crianças, se é o pai que precisa de conforto, então está errado.
Não há um não ou um sim claro. Se a criança dorme bem, se os pais dormem bem não há problema. Mas se isso é feito mais pelos pais do que pelas crianças, se é o pai que precisa de conforto, então está errado.
E o que fazer durante as birras no supermercado, com as crianças que esperneiam no chão?
Mais uma vez, não há uma regra mágica. Se acha que já está há demasiado tempo no shopping e que a criança está cansada, então a culpa é dos pais e é altura de ir para casa. Se, por outro lado, passam o tempo todo "eu quero, eu quero", é muito importante não ceder. E se a criança se atira para o chão, que isso não afecte os pais porque é quando nos preocupamos com o que os outros comentam que se tomam decisões erradas. Podemos deixá-la espernear por 5 ou 10 minutos, esperar que acabe e continuar o que se estava a fazer. Regras dão-lhes estrutura, um objectivo e, depois, o sentimento de vitória quando o alcançarem.
Mais uma vez, não há uma regra mágica. Se acha que já está há demasiado tempo no shopping e que a criança está cansada, então a culpa é dos pais e é altura de ir para casa. Se, por outro lado, passam o tempo todo "eu quero, eu quero", é muito importante não ceder. E se a criança se atira para o chão, que isso não afecte os pais porque é quando nos preocupamos com o que os outros comentam que se tomam decisões erradas. Podemos deixá-la espernear por 5 ou 10 minutos, esperar que acabe e continuar o que se estava a fazer. Regras dão-lhes estrutura, um objectivo e, depois, o sentimento de vitória quando o alcançarem.
Mas como podem os pais saber quando devem dizer sim ou dizer não?
É muito difícil. O livro não encerra nenhuma fórmula secreta, porque ela simplesmente não existe. É importante não dizer sempre não, porque seria ridículo, temos que escolher os nossos 'nãos' com muito cuidado, os verdadeiramente importantes. E quando os escolhemos temos que os segurar, não ceder. O que realmente não é bom para as crianças é dizer não, não, não e depois dizer sim. Porque assim nunca saberão quais são os limites. E uma criança usará os nossos argumentos, a nossa linguagem, e vai lembrar-se sempre daquela vez em que dissemos sim - "Se naquele dia deixaste porque não deixas hoje?" São muito lógicos e encostam-nos a um canto com os seus argumentos.
É muito difícil. O livro não encerra nenhuma fórmula secreta, porque ela simplesmente não existe. É importante não dizer sempre não, porque seria ridículo, temos que escolher os nossos 'nãos' com muito cuidado, os verdadeiramente importantes. E quando os escolhemos temos que os segurar, não ceder. O que realmente não é bom para as crianças é dizer não, não, não e depois dizer sim. Porque assim nunca saberão quais são os limites. E uma criança usará os nossos argumentos, a nossa linguagem, e vai lembrar-se sempre daquela vez em que dissemos sim - "Se naquele dia deixaste porque não deixas hoje?" São muito lógicos e encostam-nos a um canto com os seus argumentos.
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
20 anos depois
Carlos e Regina estavam eufóricos. Iriam, enfim, realizar o sonho que os acompanhava nos últimos anos. A igreja para o casamento tinha sido escolhida com carinho; os convites foram distribuídos a tempo e toda a festa estava preparada nos mínimos detalhes.
Não faltaram as brincadeiras dos amigos: “Até que enfim! Até que enfim!...” Sentiam que valera a pena terem namorado durante alguns anos, como também guardavam belas recordações dos meses de noivado. Podiam dizer que se conheciam bem. Diante do que era essencial, estavam plenamente de acordo. Só faltava mesmo dizerem mutuamente o “sim” diante de Deus e dos homens.
O “sim” – «Eu te recebo e te prometo ser fiel, amar-te e respeitar-te na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias da nossa vida» – foi dito com alegria. Ela estava trémula, emocionada. Sua voz mal saiu. Ele estava mais sério do que de costume. Ali, diante do altar, até se lembrou da primeira vez que, logo que começou a estudar, foi obrigado a recitar uma poesia diante dos colegas: todos olhavam para ele e a poesia não saía. Parecia que alguém tapava sua boca...
Agora, no momento dos cumprimentos, os noivos perceberam a sinceridade dos amigos que lhes desejavam felicidades. Haveria, no mundo, um casal mais feliz? A vida abria um largo sorriso para eles. Eles, por sua vez, olhavam para o futuro com confiança e alegria.
Vinte anos depois do casamento, custava ao sacerdote convencer-se do que ouvia. Não tivesse motivos suficientes para acreditar em Luís António, filho de Carlos e Regina, poderia achar que estivesse exagerando. Fora o jovem que, livremente, o procurara. Ouvindo-o, era difícil convencer-se que aquele jovem tinha somente 18 anos. Em alguns momentos, o sacerdote tinha a impressão de estar diante de alguém que já tivesse vivido uns 40 ou 50 anos. Era-lhe doloroso ouvir uma história marcada por tanta dor e solidão. Nada faltava ao jovem: tinha bela casa, frequentava a faculdade e, para seu próximo aniversário, os pais haviam prometido um presente especial. Mas o jovem dizia não ser feliz.
O seu pai, ocupado demais com os negócios, não tinha tempo nem para ele, Luís António, nem para os outros filhos. Levava uma vida agitada, cheia de compromissos, mas certo de que trabalhava para a família, unicamente para o bem dos filhos. Afinal, dava-lhes o necessário e tudo o que podia. Estava convicto de que eles não tinham nada de que reclamar.
A sua mãe tinha a certeza de que era a melhor mãe do mundo. Porém, de tão ocupada, não percebia que, na verdade, pouco conhecia da vida deles, dos amigos que tinham e das preocupações dos filhos. Nem se lembrava da última conversa mais profunda que tivera com eles. Conhecia, tão somente, uma série de factos, fruto das conversas nas refeições.
Luís António não se sentia amado: era esse o seu drama. O drama dos seus pais era outro: conscientes de serem os melhores pais do mundo, não compreendiam por que o filho os agredia tanto. Como não eram capazes de se colocar no lugar do filho, não conseguiam avaliar a sua solidão. Também não percebiam que a educação que davam aos filhos sofria uma concorrência imensa: concorria com as idéias dos meios de comunicação social, dos professores, dos colegas; do mundo todo, enfim. Não poucas vezes, havia oposição total entre tais ideias.
Luís António, desorientado, precisava urgentemente da atenção, da presença e do amor dos pais. No momento essa era a única linguagem que poderia atingi-lo, a única que entenderia. No entanto, ilhados nos seus próprios problemas e assoberbados por inúmeras tarefas e preocupações, os pais não viam as barreiras que os distanciavam do filho.
Onde, afinal, ficaram os sonhos de vinte anos atrás? Em que lugar do mundo foram enterradas aquelas frases do noivado: «Carlos, vamos viver só para os nossos filhos!» e «Regina, nosso lar será o melhor do mundo! Vamos transmitir aos nossos filhos todo o amor que há em nós!...»?
Que estranha vida é essa que deforma e destrói tantos sonhos?...
D. Murilo Krieger
O mal propaga-se e adopta novas e mais sofisticadas formas
Jovens com idades entre os 13 e os 15 anos foram encontradas em “muito mau estado” após consumirem susbstâncias adquiridas numa smartshop. Loja já tinha sido encerrada pela ASAE.
Fonte: Público
domingo, 27 de janeiro de 2013
Petição Europeia "Um de Nós" pela defesa da vida
A iniciativa “Um de nós”, promovida pelos cidadãos europeus (One of Us, www.oneofus.eu) está se tornando cada vez mais concreta. Autorizada a captar assinaturas on-line, ela conta com movimentos, associações, fóruns, clubes e igrejas que mobilizam os seus membros e os convidam a assinar o documento em defesa da vida.
Conforme previsto pelo Tratado de Lisboa, os promotores de "Um de nós" devem coletar um milhão de assinaturas em pelo menos sete países europeus para que a Comissão Europeia programe um eventual ato jurídico voltado a reconhecer o pedido apresentado pelos cidadãos.
"One of Us" é uma iniciativa particularmente importante porque pede o reconhecimento da vida desde a concepção.
Podem assinar a favor do reconhecimento da dignidade da vida humana...
Para isso deverão seleccionar o link e prencher os dados.
No caso do BI, para além dos digitos do número propriamente dito, coloquem um traço a seguir e o número de segurança (que no BI aparece entre o número do BI e a data de emissão)
Em Espanha, o preservativo falhou em 9%
¿Es el condón un método fiable de contracepción o de prevención de enfermedades de transmisión sexual? Un nuevo indicio de su falta de fiabilidad lo podemos estudiar en España desde que llegó la píldora del día después en 2001, introducida por el gobierno popular de José María Aznar. Actualmente se reparten unas 700.000 píldoras del día después en España.
- el 77% de las que la usaron declaró que había tenido algún problema "puntual" con el uso del preservativo (es decir, que lo usaba con cierta frecuencia, sin problemas, y que tomó la píldora porque le falló).
Eso da un total de 10,24 millones de mujeres que han tenido relaciones sexuales y tienen entre 14 y 50 años. Si 893.200 de ellas han sufrido el fallo del condón, significa que el condón ha fracasado en 10 años a casi 9 de cada 100 mujeres que han tenido relaciones sexuales. Para ser más exacto, ha fallado al 8,7% de las mujeres no vírgenes de 14 a 50 años.
Daqui
Textos Rádio Costa D'Oiro de 15 a 28 Janeiro
15Jan - Apelo Caritas
Fazer o bem na vida de alguém é algo precioso e todos os
dias são bons dias para ajudar!
A Cáritas de Portimão está, neste momento, a precisar de
fraldas para todas as etapas.
Para contribuir pode dirigir-se diretamente à sede da
Cáritas Portimão no antigo edifício da Caixa Agrícola.
A sua dádiva é um sorriso no rosto de alguém!
16Jan – Mudança – Richard Bach
Algumas das mudanças que o futuro trará serão uma bênção
para nós. Outras, porventura, parecer-nos-ão calamidades destinadas a
destruir-nos.
Mas, à partida, uma calamidade pode sempre transformar-se
numa bênção, tal como uma bênção pode converter-se numa calamidade.
Juntamente com alguns milhões de pessoas, aprendi, por
experiência própria, que ambas as possibilidades existem.
Não é o desafio que define quem somos, nem o que somos
capazes de fazer.
O que nos define é o modo como enfrentamos esse desafio:
podemos deitar fogo às ruinas, ou construir um caminho através delas, passo a
passo, rumo à liberdade!
17Jan – Associação 9meses - Missão
A Associação de Solidariedade Social 9meses, é uma
associação sem fins lucrativos, fundada em 2012 no município de Portimão.
A sua missão é ajudar mulheres grávidas e mães a implementar
um projecto pessoal, familiar e social que permita melhorar a sua vida e a do
seu bebé, através do acesso a informação preponderante, tal como: cuidados de
saúde; opções de formação académica e profissional; encaminhamento dos bebes
para creches ou até o acolhimento em residências temporárias para grávidas e
mães sem habitação.
A Associação presta assistência a grávidas e mães que se
encontrem com dificuldades socioeconómicas e em exclusão social, tanto aquando
da gravidez, como a mães que se encontram dentro do tempo de licença de
maternidade.
Visite-nos no Facebook
18Jan – Stand by Me – Ben King
Quando a noite tiver chegado
E a terra estiver escura,
E a lua for a única luz que vemos
Não, eu não terei medo
Desde que fiques ao meu lado
Fica ao meu lado!
Se o céu que vemos lá em cima
Desabar e cair
Ou as montanhas desmoronarem no mar
Eu não chorarei
Não, eu não derramarei uma lágrima,
Desde que fiques ao meu lado
Fica ao meu lado!
Sempre que estiveres com problemas fica ao meu lado
Conta comigo, fica ao meu lado!
21Jan – Associação 9meses - Donativos
A 9meses é uma associação de Solidariedade Social sem fins
lucrativos, que tem como meios de financiamento as cotas resultantes dos seus
associados, todos e quaisquer donativos efectuados pela comunidade pública ou
privada, bem como dinheiro resultante de acções de angariação de fundos
realizados pela associação e parcerias com entidades público/privadas.
Para ajudar a 9meses contribua com o seu donativo. Dê roupa,
alimentos, fraldas e produtos para bebés.
A 9meses está localizada nas instalações da Associação Flor
Amiga, na Rua de Moçambique - Qta. do Amparo (junto ao antigo jardim infantil e
da loja 'Zembre') e o seu horário de funcionamento é à quarta-feira, entre as
10h e o 12h.
O contacto telefónico é o 969885464. Contribua! A 9meses
agradece!
22Jan – Desejos – Richard Bach
Se nunca abdicares do que é importante para ti, se estiveres
disposto a lutar por algo que é vital para ti, asseguro-te que a tua vida será
recheada de êxito.
Será uma vida dura, porque almejar a perfeição não é fácil,
mas garanto-te que valerá a pena.
Nunca te é concedido um desejo sem que te seja também
concedida a capacidade de torna-lo real.
Porém, poderás ter que lutar por ele!
23Jan – Seja Parte da Solução – Evite que mais uma criança seja
institucionalizada
Em 2012 o Projecto Vida evitou a retirada de cerca
de 235 crianças das suas famílias.
A taxa de sucesso em 2011 foi de 77%.
Mas sem a ajuda de todos esta resposta vai diminuir
bastante, apesar de serem muitas as instituições e entidades públicas que
reconhecem os resultados do Projecto Família.
A proximidade das técnicas com os utentes do projecto, promove uma verdadeira mudança/ transformação na forma como se olha o Eu, a criança/filho(a), o cônjuge, o outro, contribuindo decisivamente para uma sociedade melhor.
A proximidade das técnicas com os utentes do projecto, promove uma verdadeira mudança/ transformação na forma como se olha o Eu, a criança/filho(a), o cônjuge, o outro, contribuindo decisivamente para uma sociedade melhor.
A sua ajuda é preciosa para manter este Projecto real!
Ajude e torne-se padrinho regular ou por um dia, escolhendo
donativo regular ou pontual.
Junte-se a um grupo de amigos, ou no seu trabalho e crie uma
rede de apadrinhamento para uma criança!
O Projecto Vida agradece e retribui!
24Jan – Busca – Richard Bach
As perguntas mais simples são também as mais profundas:
Para onde vais?
Onde fica a tua verdadeira casa?
O que fazes da tua vida?
Interroga-te de tempos a tempos e observa como mudam as tuas
respostas.
Se aproveitares a vida para fazeres dos teus sonhos
realidade, não terás tempo para te sentires frustrado!
25Jan – Escolha – Paulo Coelho
Jamais deixe que as dúvidas paralisem as suas acções. Tome
sempre todas as decisões que precisar tomar, mesmo sem ter a segurança de estar
a decidir correctamente.
Assuma o seu caminho. Mesmo que precise dar passos incertos,
mesmo que saiba que pode fazer melhor do que está a fazer.
Cada dia do homem é uma noite escura. Ninguém sabe o que vai
acontecer no próximo minuto e mesmo assim as pessoas andam para a frente.
Nenhuma pessoa é capaz de escolher sem medo! Escolher um
caminho significa abandonar outros.
Ser homem é ter duvidas e mesmo assim continuar o seu
caminho.
28Jan – Liberdade – Richard Bach
Há sempre uma razão para viver.
Podemos elevar-nos acima da nossa ignorância, podemos olhar
o nosso reflexo como o de criaturas feitas de perfeição, inteligência e
talento.
Podemos ser livres!
Podemos aprender a voar!
A única lei verdadeira é aquela que nos conduz à Liberdade!
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
A Ana quer
A Ana quer
nunca ter saído
da barriga da mãe.
Cá fora está-se bem,
mas na barriga também
era divertido.
nunca ter saído
da barriga da mãe.
Cá fora está-se bem,
mas na barriga também
era divertido.
O coração ali à mão,
os pulmões ali ao pé,
ver como a mãe é
do lado que não se vê.
os pulmões ali ao pé,
ver como a mãe é
do lado que não se vê.
O que a Ana mais quer ser
quando for grande e crescer
é ser outra vez pequena:
não ter nada que fazer
senão ser pequena e crescer
e de vez em quando nascer
e voltar a desnascer.
quando for grande e crescer
é ser outra vez pequena:
não ter nada que fazer
senão ser pequena e crescer
e de vez em quando nascer
e voltar a desnascer.
Manuel António Pina
Desenho: Ilda David'
In O pássaro da cabeça e mais versos para crianças, ed. Assírio & Alvim
Desenho: Ilda David'
In O pássaro da cabeça e mais versos para crianças, ed. Assírio & Alvim
quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Coisas que não há que há
Uma coisa que me põe triste
é que não exista o que não existe.
(Se é que não existe, e isto é que existe!)
Há tantas coisas bonitas que não há:
coisas que não há, gente que não há.
bichos que já houve e já não há,
livros por ler, coisas por ver,
feitos desfeitos, outros feitos por fazer,
pessoas tão boas ainda por nascer
e outras que morreram há tanto tempo!
Tantas lembranças de que não me lembro,
sítios que não sei, invenções que não invento,
gente de vidro e de vento, países por achar,
paisagens, plantas, jardins de ar,
tudo o que eu nem posso imaginar
porque se o imaginasse já existia
embora num lugar onde só eu ia...
Manuel António Pina
Desenho: Ilda David'
In O pássaro da cabeça e mais versos para crianças, ed. Assírio & Alvim
é que não exista o que não existe.
(Se é que não existe, e isto é que existe!)
Há tantas coisas bonitas que não há:
coisas que não há, gente que não há.
bichos que já houve e já não há,
livros por ler, coisas por ver,
feitos desfeitos, outros feitos por fazer,
pessoas tão boas ainda por nascer
e outras que morreram há tanto tempo!
Tantas lembranças de que não me lembro,
sítios que não sei, invenções que não invento,
gente de vidro e de vento, países por achar,
paisagens, plantas, jardins de ar,
tudo o que eu nem posso imaginar
porque se o imaginasse já existia
embora num lugar onde só eu ia...
Manuel António Pina
Desenho: Ilda David'
In O pássaro da cabeça e mais versos para crianças, ed. Assírio & Alvim
CARTA ABERTA AO PRIMEIRO-MINISTRO E AO MINISTRO DA SOLIDARIEDADE E SEGURANÇA SOCIAL
Tomámos conhecimento de que foi imposta pelos serviços de segurança social a uma mãe a obrigação de se submeter a esterilização. O não acatamento desta imposição por essa mãe esteve na base, posteriormente, de uma decisão judicial de retirada à família de sete dos seus nove filhos. Estes estão institucionalizados e sem contacto com os pais e irmãos. Estes filhos perderão, para sempre, a ligação aos seus pais e à sua família biológica.
Atendendo à gravidade do assunto, que fere os mais elementares direitos humanos, torna-se imperioso e urgente o esclarecimento sobre se a imposição da obrigação de esterilização foi uma decisão infeliz dos serviços ou se faz parte das orientações politicas atuais.
Lisboa, 22 de Janeiro de 2013
Associação Portuguesa de Famílias Numerosas
NOTA: A presente Carta Aberta que agora é tornada pública foi enviada por fax para os respectivos gabinetes do Senhor Primeiro-Ministro e Ministro da Solidariedade e Segurança Social
terça-feira, 22 de janeiro de 2013
O regresso da selecção nazi
O ministro japonês das Finanças, em funções há cerca de um mês, defende que os cuidados de saúde para doentes mais idosos significam um custo desnecessário para o país e que a estes pacientes deveria ser permitido morrer rapidamente para aliviar a pesada carga financeira que representa o seu tratamento na economia japonesa.
Fonte: Público
ENSINO E SENSO COMUM
É tese do psicólogo social Serge Moscovici
que, nas sociedades contemporâneas, o senso comum não é apenas produzido de
baixo para cima. Não é necessariamente fruto da sensibilidade popular, de um
tipo de aprendizagem tradicional depois assimilada e reelaborada por diferentes
segmentos sociais. O senso comum é cada vez mais também gerado de cima para
baixo. Tem na génese fórmulas elaboradas do saber académico ou científico que,
depois, se vão distanciando dessa matriz para se transformarem em conhecimento
de senso comum, através das interacções do dia-a-dia em que os indivíduos
participam. Trata-se de uma importante consequência social da massificação da
oferta escolar. Se as escolas não estão sozinhas na produção de conhecimento e
pensamento social, transformaram-se nas instituições mais eficazes nesse
domínio.
Não me reporto apenas a
aprendizagens informais. Aponto para aquilo que se ensina a partir dos
programas das disciplinas (as «matérias»). Não é difícil detectar disciplinas
ou temas específicos, inseridos nos mais diversos programas, que se destacam
pela sua função de condicionamento social explícito. As atitudes dominantes em
sociedades de escolarização massificada, por exemplo, em relação ao valor da
vida, ao poder político e à democracia, aos direitos humanos, a segmentos da
população fragilizados (deficientes, crianças, idosos, desempregados), à
protecção do ambiente, à diversidade racial e cultural, à imigração, entre
outros, são hoje, na essência, ao mesmo tempo, por um lado, produtos directos
do ensino formal e, por outro lado, respostas a pressões de diferentes
sensibilidades com conotações ideológicas reconhecidas no espaço público.
O problema é a radicalização dessa
tendência que deixa a impressão de que os programas e os currículos reflectem
projectos ideológicos-activistas que os usam como bandeiras de afirmação
política imediata. A possibilidade efectiva de se produzirem decretos e
reformas descontrolados transformou-se numa questão demasiado grave por ter
aberto a porta para que caminhemos a passo de corrida para frivolidades que
derivam de teses pouco ou nada consensualizadas, pouco ou nada testadas,
carentes da tutela de conjuntos de reputados especialistas em cada umas das
áreas científicas ou académicas específicas. Deste lote excluo os «cientistas
da educação», amálgama indefinida de pretensos sábios dispensáveis. Como se o
ensino fosse um brinquedo nas mãos de uns poucos que arriscam de ânimo leve
experimentalismos cujas consequências sociais, na sua complexidade, são quase
ignoradas e como se tudo se resolvesse no histerismo da praça pública.
É
importante deixar claro que os conhecimentos que entram no ensino formal apenas
deveriam ser legitimados após a ratificação por biólogos, psiquiatras,
matemáticos, filósofos, geógrafos, especialistas em literatura, historiadores,
entre outros, de reputação e trabalho académico reconhecido no âmbito da área
dos seus pares académicos. Para além da moda recente de se avaliarem os
professores, que tem laivos de loucura pura e simples, e como se não bastasse a
experiência negativa das áreas
curriculares não disciplinares (Área de Projecto, Estudo Acompanhado e
Formação Cívica), a Educação Sexual depressa e em força para as escolas
constitui outra ameaça latente que tipifica esses vícios. Deduzir destas
afirmações que se é contra a educação sexual ou contra a avaliação dos
professores é absurdo. O problema está no modo hippie-yuppie como as matérias são tratadas por activistas (apenas)
preocupados em fazer agenda política à custa da manipulação directa do ensino.
Salvo raríssimas excepções, o que se
ensina nas escolas ou se insere nas áreas de saber tradicionais com provas
dadas ao longo de gerações (Ciências, Biologia, Matemática, Literatura,
Químicas, Geografia, Filosofia, etc.)
ou não serve. Os
novos saberes que interessam não são os que nascem de geração espontânea. São antes
os ponderados acrescentos, os pequenos e importantes ajustamentos, as
correcções associadas ao muito saber que a milenar civilização ocidental há
séculos vem legando aos vindouros. Cito exemplos. Para valorizar a função
social da democracia e dos direitos humanos, não é necessário inventar uma nova
História, uma nova Literatura ou, sequer, uma nova disciplina curricular, pior
se ela se designar Formação Cívica.
Para aprender a respeitar o valor e a dignidade da vida não é preciso inventar
uma nova Filosofia, uma nova Biologia, muito menos uma nova disciplina
curricular. Para incentivar o respeito e a valorização da natureza e meio
ambiente não é preciso inventar novas Ciências, novas Físicas, novas Químicas,
nem sequer uma nova disciplina curricular. Para perceber os fluxos migratórios
ou o valor dos recursos naturais e materiais não é necessário inventar novas
Geografias, novas Economias ou novas utopias curriculares. Etc., etc., etc. As áreas académicas e científicas velhas servem na perfeição. O seu
potencial está muito longe de ser esgotado.
Quando considero que o ensino tem de
ser bem mais consertado e bem menos
progressista é também isso a que me refiro. Sacrificando a dignidade, o
tempo e o espaço das áreas de saber tradicionais, vimos nascer e afirmarem-se
as aberrações deslocadas de suportes programáticos académicos e científicos
credíveis, sem profissionais com formação específica nesses domínios,
aberrações rotuladas com nomes pomposos como Área de Projecto, Estudo
Acompanhado e Formação Cívica. A
última utopia, desconchavada como as outras, mas bem pior por se manter viva.
Seria importante travar e precaver a repetição desse tipo de erros.
Capítulo
V do livro O Ensino da História, de
Gabriel Mithá Ribeiro (FFMS – Fundação Francisco Manuel dos Santos)
Sublinhado nosso.
domingo, 20 de janeiro de 2013
O domínio dos jogos sobre os jovens
Passam horas a fio a jogar online. Não comem, não dormem, nem vão à casa de banho. Há crianças que vão com sono para as aulas, adolescentes que faltam à escola para jogar. Os pais chamam-nos para jantar e eles pedem sempre mais cinco minutos que se transformam numa hora. Por vezes os pais desesperam, desligam a ficha e os filhos reagem de forma agressiva. Há quem peça aos pais para lhes levarem o jantar num tabuleiro ao quarto e outros que não conseguem passar nem dez minutos sem ir ao telemóvel.
Estas são apenas algumas histórias relatadas ao PÚBLICO por psicólogos que estiveram no Simpósio Internacional sobre o impacto das novas tecnologias no desenvolvimento das crianças, nos jovens e nas famílias, promovido pelo CADIn – Centro de Apoio ao Desenvolvimento Infantil
(...)
O CADIn tem desenvolvido trabalho nesta área através do projecto CADInter@tivo e, entre outras actividades, promoveu sessões de sensibilização gratuitas nas escolas. Foi durante esses meses de “digressão” que Rosário Carmona e Costa se apercebeu como “estas questões estão, de facto, a afectar o dia-a-dia das crianças e jovens” e também dos pais que “parecem não saber o que fazer”.
Recolheu inúmeros testemunhos como o de um menino do 6.º ano que contou que o irmão, que não largava o computador, pediu ao pai que passasse a deixar o jantar num tabuleiro à porta do quarto – o pai acedeu. Ou crianças do 5.º ano com queixas de dores nos olhos, nas costas e na cabeça, sinais que podem ser de alerta para um uso abusivo do computador. Mas também há outras que contam que os pais lhes dizem para largar o computador, quando eles próprios estão no Ipad. Uma mãe “angustiada” ainda partilhou com Rosário Carmona e Costa que não conseguia que a filha guardasse o telemóvel no bolso das calças nem por dez minutos enquanto jantava.
(...)
Quanto às horas que as crianças e jovens passam diante do ecrã, o mais importante é perceber se está a roubar tempo a outras actividades: “Não é tanto estarmos no computador, mas o que deixamos de fazer. Senão estivesse no computador, estaria a fazer o quê?”, questiona Carlos Filipe, acrescentando que é nessas alternativas que os pais devem apostar. Ler, conversar, ir ao cinema, ao teatro, praticar desporto são actividades que devem fazer parte do vocabulário familiar.
(...)
Apesar de ser um tema ainda em estudo, Pedro Cabral acredita que crianças que passam muito tempo a ver televisão têm um tempo de concentração menor, porque se muda de cenário muito rapidamente. O mesmo vale para um ecrã de computador, porque a nossa atenção está exposta a “estímulos fragmentados”.
“Há cada vez mais pessoas a perguntarem se o nosso cérebro e a nossa atenção estão a mudar. Eu creio que a civilização da imagem e do audiovisual modificou a maneira como nos apropriamos da informação, e os miúdos também. Nos ecrãs, a leitura é muito mais rápida. Não tem o tempo de ler dos livros, é uma velocidade diferente. E, tal como os polegares que têm nesta geração mais representação, também pode haver mudanças no cérebro”, defende.
Tudo isto pode ter influência na forma como as crianças se portam na escola, como se concentram, ou não, a ler um livro ou a ouvir um professor falar uma hora seguida? “Penso que sim. É preciso criar essa disponibilidade para ouvir, criar hábitos de ouvir, de expor, de contar uma história”, diz o neuropediatra, notando que hoje, com as novas tecnologias, “as pessoas estão impacientes, à espera de uma resposta [que chega à distância de um clique]”.
Desligar tudo lá em casa – computadores, telemóveis, televisão – e conversar, é uma das “tarefas terapêuticas” que o psicólogo João Faria, que assistiu ao simpósio, propõe aos pais que têm em casa crianças e adolescentes que não dormem, não comem, faltam ou recusam ir à escola, que nem vão à casa de banho, fazendo as necessidades em frente ao computador, só para jogarem em rede. Diante desta “hora do apagão” não são só as crianças que ficam “aflitas”, os pais também.
Se nos adolescentes o absentismo chega a ser um problema, nas crianças o que acontece é os pais pensarem que estão no quarto a dormir quando, na realidade, estão a jogar: “Como é um jogo mundial, às vezes começam a jogar quando os miúdos nos Estados Unidos chegam a casa. Ficam com os padrões de sono perturbados, o que provoca fraco rendimento escolar”.
E a irritabilidade com que chegam às aulas pode dever-se não só à falta de sono, mas também aos conflitos em casa, porque os pais ralham, desligam as fichas ou proíbem os jogos. A solução está fora do ecrã: “O desporto, a música, a leitura devem ser alimentadas desde logo, até para ajudar a criança a conhecer-se a si própria. Muitos destes jovens dizem que querem ser programadoras de jogos informáticos, porque é o que conhecem. E depois apanham uma desilusão quando vão para os cursos profissionais de informática”, conclui o psicólogo.
Fonte: Público
sábado, 19 de janeiro de 2013
UK parents reject abortion after seeing their disabled son smile on ultrasound
The parents of a child diagnosed with a severe malformation rejected advice to abort him after they saw their baby smile, blow bubbles, wave his arms and kick during a 3D ultrasound scan at 20 weeks of life.
Ler mais aqui.
A survivor of a failed abortion, Dr. Imre Téglásy now fights for life in Hungary
In a short video released this week by Human Life International (HLI), Dr. Imre Téglásy tells his personal story of learning he was as an abortion survivor and how that revelation as a young child drives his work to defend life in his home country of Hungary.
Ler mais aqui.
Devagarinho... Devagarinho...
Gémeos surdos e quase cegos submetidos a eutanásia
Os dois irmãos gémeos belgas surdos que
estavam praticamente cegos recorreram à lei da eutanásia para morrer. Nenhum
estava com uma doença terminal.
(...)
O caso fez ressurgir a discussão sobre a lei. Os socialistas propuseram uma mudança na lei para que os menores e os doentes de Alzeimer também pudessem recorrer à eutanásia.
(...)
(...)
O caso fez ressurgir a discussão sobre a lei. Os socialistas propuseram uma mudança na lei para que os menores e os doentes de Alzeimer também pudessem recorrer à eutanásia.
(...)
Ler mais aqui.
Textos lidos na rubrica da RCD de 1 a 14 de Janeiro de 2013
Textos “Algarve Pela Vida”
De 1 a 14 de Janeiro de 2013
Dia 1 de Janeiro de 2013- Terça Feira
Neste novo ano de 2013,
Que nenhuma família
comece em qualquer de repente impensado
Que nenhuma família
termine por falta de amor
Que nada no mundo separe
um casal sonhador
Que nenhuma família se
abrigue debaixo da ponte
Que ninguém os obrigue a
viver sem horizonte
Que eles vivam do ontem,
no hoje e em função de um amanhã
Dia 2 de Janeiro de 2013- Quarta Feira
Neste novo ano de 2013,
Que o marido e a mulher
tenham força de amar sem medida
Que ninguém vá dormir sem
pedir ou sem dar o seu perdão
Que as crianças aprendam
no colo o sentido da vida
Que a família celebre a
partilha do abraço e do pão
Que marido e mulher não
se traíam nem traím os seus filhos
Que em cada famíla viva
sempre a paz, o amor e o carinho entre todos
Dia 3 de Janeiro de 2013- Quinta Feira
Todos os dias são bons dias para ajudar,
para fazer a diferença na vida de alguém…
A Cáritas de Portimão
está, neste momento, a precisar de calças de ganga de homem, tamanhos 38 a 42 e
sapatos de homem, tamanhos 39 a 43.
Para jovens casais em dificuldades, são precisas fraldas, tamanho 5 (9 a 15 kilos) e roupas de inverno e verão para bébé
Se tiverem algumas destas 2 coisas, podem responder a este apelo para o e-mail algarve.vida@gmail.com ou dirigir-se diretamente à sede da Cáritas Portimão no antigo edifício da Caixa Agrícola.
Dia 4 de Janeiro de 2013 - Sexta-Feira
Visitado por Gandalf, o
intemporal feiticeiro guardião da paz e da concórdia no mundo de Tolkien, Bilbo
é desafiado a deixar o conforto do lar e do seu tranquilo quotidiano para
partir com o povo anão à reconquista da Montanha Solitária, que este povo há
muito perdera.
O grupo enfrenta inúmeros
perigos com a convicção e teimosia própria dos anões, enriquecida pela humilde
perícia de um simples hobbit.
Ao longo da tempestuosa
demanda torna-se claro que a ameaça que paira sobre a Terra Média vai bem além
da investida deste grupo corajoso. O Mal libertou-se e anda à solta...
No filme “o Hobbit” actualmente nas salas
de cinema o Bem e o Mal confrontam-se num combate protagonizado não por heróis
com super poderes, nem pelo recurso à magia, mas por gente que de pequena,
simples e humilde se faz grande: deixando o seu umbgo e desacomodando-se pela
defesa do Bem, não em causa própria mas do bem comum.
Dia 7 de Janeiro de 2013-
Segunda Feira
Noite de um pai de 4 filhos
19.00 - Chegar a casa e ajudar nos banhos.
19.30 - Jantar.
20.15 - Tentar ver o Sporting-Benfica.
20.45 - Tentar fazer o presépio n.º2 enquanto se tenta ver o Sporting-Benfica.
22.30 - Desatar aos gritos porque ainda ninguém está na cama.
22.45 - A esposa adormece na cama da filha mais velha enquanto tenta adormecer a filha mais velha.
23.00 - Começar a tentar escrever um texto que está em atraso.
00.00 - Adormecer todo torto na cama enquanto se tenta escrever um texto que está em atraso e se assiste ao rescaldo do Sporting-Benfica.
3.15 - Gritos do Tomás, pesadelo certificado, direito a ir dormir para a cama dos papás.
3.30 - A esposa acorda com as costas doridas por ter adormecido a tentar adormecer a filha mais velha.
4.30 - A esposa e o esposo tentam adormecer com o filho Tomás a tomar conta de metade da cama.
4.45 - A Rita acorda com fome, é preciso trocar a fralda e dar de mamar.
5.15 - O Gui começa a guinchar no quarto dele. Depois acalma.
6.00 - Está a ser complicado adormecer.
7.00 - Dormir, finalmente.
7.30 - O Tomás pergunta se já se pode levantar.
7.45 - A Carolina levanta-se.
8.00 - O Gui pergunta se já se pode levantar.
8.15 - Levantar.
8.30 - Reparar que se está extraordinariamente atrasado para levar os miúdos à escola.
9.00 - Sair disparado de casa.
19.30 - Jantar.
20.15 - Tentar ver o Sporting-Benfica.
20.45 - Tentar fazer o presépio n.º2 enquanto se tenta ver o Sporting-Benfica.
22.30 - Desatar aos gritos porque ainda ninguém está na cama.
22.45 - A esposa adormece na cama da filha mais velha enquanto tenta adormecer a filha mais velha.
23.00 - Começar a tentar escrever um texto que está em atraso.
00.00 - Adormecer todo torto na cama enquanto se tenta escrever um texto que está em atraso e se assiste ao rescaldo do Sporting-Benfica.
3.15 - Gritos do Tomás, pesadelo certificado, direito a ir dormir para a cama dos papás.
3.30 - A esposa acorda com as costas doridas por ter adormecido a tentar adormecer a filha mais velha.
4.30 - A esposa e o esposo tentam adormecer com o filho Tomás a tomar conta de metade da cama.
4.45 - A Rita acorda com fome, é preciso trocar a fralda e dar de mamar.
5.15 - O Gui começa a guinchar no quarto dele. Depois acalma.
6.00 - Está a ser complicado adormecer.
7.00 - Dormir, finalmente.
7.30 - O Tomás pergunta se já se pode levantar.
7.45 - A Carolina levanta-se.
8.00 - O Gui pergunta se já se pode levantar.
8.15 - Levantar.
8.30 - Reparar que se está extraordinariamente atrasado para levar os miúdos à escola.
9.00 - Sair disparado de casa.
Dia 8 de Janeiro de 2013-
Terça Feira
Qual será a função social das criancinhas?
Detalhando: elas servem para quê, no presente?
Hoje, a função social da
criancinha é apenas e só como aconchego afectivo dos pais.
Já ninguém tem filhos como forma de investir no seu
futuro, de melhorar a sua vida a médio e a longo prazo, co-responsabilizando os
filhos desde pequeninos por todo o funcionamento da família, incluindo o
futuro.
Não, para isso temos a segurança social (?).
Os filhos servem para receberem. Para receberem
beijinhos, playstations e as melhores condições possíveis. Por isso é que, hoje
em dia, é fundamental ter disponibilidade afectiva e financeira para os ter.
Sem essa disponibilidade, o que podemos dar-lhes? E pronto, é melhor não ter filhos.
Mas os filhos devem ser pessoas que trazemos ao mundo para nele terem
uma função e, de caminho, o nosso amor.
Dia 9 de Janeiro de 2013-
Quarta-Feira
Quatro alunos do último
ano do curso (noturno) de Assessoria de Administração da Universidade do Algarve
desenvolveram um projeto, no âmbito da disciplina de Relações Públicas, que
deixou a Cáritas Diocesana do Algarve capacitada para reassumir a valência do
‘Lar da Mãe’ que há três anos tinha deixado de funcionar devido ao avançado
estado de degradação do edifício.
Os trabalhadores-estudantes,
com a ajuda de familiares, amigos e algumas empresas patrocinadoras, nos seus
fins-de-semana, procederam à sua limpeza, reboco de paredes, restauro de
portas, arranjo de canalização, pintura e decoração, entre outros trabalhos.
Agora, graças à generosa
ajuda destes jovens voluntários, a Cáritas volta a poder dar resposta aos pedidos
de acolhimento de grávidas em risco que são feitos todos os anos por outras
instituições de solidariedade social.
Dia 10 de Janeiro 2013-
Quinta-Feira
Os limites fazem parte da
construção de todo indivíduo, e precisamos estar atentos para utilizá-los de
forma assertiva com nossos filhos.
Quando eles são pequenos nossa
palavra é a única referencia, mas em algum momento, isso irá mudar, e, aí, os
pais terão de apreender a lidar com essa nova realidade.
Os limites ajudam a reforçar as
noções que aprendemos em casa, frente às verdades alheias que encontramos no mundo
fora.
Os jovens vivenciam muitos
momentos conflituosos, mesmo nas famílias bem estruturadas.
É necessário que os pais estejam
próximos para amparar e entendê-los nesse novo processo de afirmação de uma
identidade mais adulta.
Sermos confidentes e sermos os seus melhores conselheiros, sem ser
necessariamente paternalista é a melhor solução para ajudar os nosso filhos
adolescentes.
Dia 11 de Janeiro de 2013-
Sexta-Feira
A morte paira sobre nós a
cada instante.
Quase a podemos respirar.
Muitos não se dão conta de
que estamos sempre muito próximo do fim, que temos a morte por vizinha, íntima.
Para compreendermos a nossa
vida devemos olhar para o nosso passado e concluir, que, afinal, perde-se tanto
tempo em coisas, afinal, sem importância nenhuma.
Morreremos todos, um a um.
Sem grandes cerimónias, lógicas ou encenações. Naturalmente. Cumpre pois
aproveitar a vida, mesmo quando chove....
Estamos presentes, aqui,
agora... teremos um número infinito de futuros possíveis e a morte como certeza
absoluta. Não tem qualquer importância a posição onde o passado nos deixou
ontem. Importa ser feliz, hoje.
Enquanto a morte não nos
leva, devemos sorrir... ou por vontade ou por amor. Que a felicidade começa num
sorriso.
Dia 14 de Janeiro de 2013-
Segunda-Feira
Nos
tempos que correm, é fundamental não repetir os erros do passado.
Ter literacia
financeira, saber gerir um orçamento, realizar uma despesa, planificar uma
actividade é indispensável.
Para
isso, o Plano Nacional de Formação Financeira lançou o projecto TODOS
CONTAM, onde se podem encontrar multíplas informações sobre decisões
pessoais, familiares ou comerciais que impliquem a realização de despesas e
sobre qual a melhor forma de actuar e gerir o
orçamento.
Para
mais informações sobre esta preciosa ferramenta que poderá ajudar miúdos e
graúdos a saber gerir as suas coisas, bens e dinheiros.
O site
está em http://www.todoscontam.pt/








