
Enquanto muitos dos arautos do casamento gay se inquietam com a demora de Cavaco em promulgar a lei do casamento, conhecem-se novos dados sobre as consequências da estratégia pró-gay em matéria de educação.
Tom Benton, presidente do American College of Pediatricians lançaram um site denominado Facts about Youth que acrescenta e esclarece vários pontos acerca das tendências homossexuais de muitos jovens.
A ACP divulgou em nota os resultados de uma série de estudos que determinam, de maneira inequívoca, que o desejo de pré-adolescentes de serem do sexo oposto constitui um estágio de desenvolvimento absolutamente normal e temporário.
A ACP divulgou também uma advertência às escolas e aos adultos responsáveis sobre o fato de que a confusão de gênero, a atração pelo mesmo sexo, e a confusão sexual não devem jamais ser estimulados.
“Mesmo crianças e adolescentes com Desordem de Identidade de Gênero (quando uma criança tem desejo de ser do sexo oposto) perdem estas tendências durante a puberdade, quando este comportamento não é reforçado”.
“Os pesquisadores, Zucker e Bradley, afirmam que, quando os pais ou outros adultos estimulam uma criança ou adolescente a se comportar ou ser tratado como se fosse de outro sexo, é reforçada a confusão, e a criança é assim condicionada a uma conduta dolorosa e sofrida sem necessidade”.
Mesmo que “motivadas por intenções nobres”, “as escolas podem ironicamente desempenhar um papel negativo quando reforçam tais desordens”, explica a comunicado enviado na semana passada a 14.800 inspetores de ensino dos EUA, assinado por Tom Benton, MD, FCP, presidente do American College of Pediatricians. (Fonte do Itálico Zénit)
A ACP divulgou também uma advertência às escolas e aos adultos responsáveis sobre o fato de que a confusão de gênero, a atração pelo mesmo sexo, e a confusão sexual não devem jamais ser estimulados.
“Mesmo crianças e adolescentes com Desordem de Identidade de Gênero (quando uma criança tem desejo de ser do sexo oposto) perdem estas tendências durante a puberdade, quando este comportamento não é reforçado”.
“Os pesquisadores, Zucker e Bradley, afirmam que, quando os pais ou outros adultos estimulam uma criança ou adolescente a se comportar ou ser tratado como se fosse de outro sexo, é reforçada a confusão, e a criança é assim condicionada a uma conduta dolorosa e sofrida sem necessidade”.
Mesmo que “motivadas por intenções nobres”, “as escolas podem ironicamente desempenhar um papel negativo quando reforçam tais desordens”, explica a comunicado enviado na semana passada a 14.800 inspetores de ensino dos EUA, assinado por Tom Benton, MD, FCP, presidente do American College of Pediatricians. (Fonte do Itálico Zénit)
O referido site apresenta-nos também alguns factos que todos os pais e agentes educativos deveriam ter conhecimento:
- Homosexual attraction of young students is usually temporary (if not encouraged) and may be unwanted.
- The homosexual lifestyle carries grave health risks, especially for males.
For unwanted sexual attractions, therapy to restore heterosexual attraction has proven effective and harmless.
For unwanted sexual attractions, therapy to restore heterosexual attraction has proven effective and harmless.
- “When compared with heterosexual men, men who have sex with men are 44 times more likely to be diagnosed with HIV, and 46 times more likely to contract syphilis.”
A citação apresentada diz respeito a Identidade de género (transgenerismo), e não tem nada a ver com homossexualidade (que são questões de orientação sexual e não de identidade de género...)Orientação sexual e identidade de género são conceitos distintos...
ResponderEliminarDiana
ResponderEliminarEu não afirmei isso.
Tanto que o meu post tem uma parte onde faço uma citação sobre a melhor forma de lidar com esses problemas de identidade de género e depois outro parágrafo onde digo "O referido site apresenta-nos também alguns factos..." onde abordo a questão da homossexualidade enquanto orientação sexual.
De qualquer forma, apesar de serem distintos não poderá negar que muitos problemas relacionados com a identidade de género vão depois repercutir-se na orientação sexual que essas pessoas, mais tarde, venham a assumir...